quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Porto de Mós | Edição do Concurso de Presépios



Quase três décadas depois da 1ª edição, o Concurso de Presépios volta pela 29ª vez para celebrar a quadra natalícia, expondo o melhor da criatividade dos miúdos e graúdos portomosenses, promovendo o convívio entre gerações, a utilização de materiais diversos e o estímulo da criatividade e da imaginação. O Concurso de Presépios é, por isso, uma tradição e uma forma de assinalar os usos e costumes das nossas gentes.

Os trabalhos deverão ser entregues nos dias 29 e 30 de novembro no Cineteatro de Porto de Mós. A Exposição e venda de trabalhos decorrerá no Cineteatro, entre os dias 7 de dezembro e 5 de janeiro.



TARDES DE ARREPIAR E NOITE DE TERROR NA BIBLIOTECA DA COVILHÃ


O Halloween ou “dia das bruxas” celebra-se em vários países a 31 de outubro. As bruxas e os seres que habitam na escuridão festejam o facto de as noites passarem a ser mais longas que os dias. 

A Biblioteca da Covilhã assinala esta efeméride com o seguinte programa: 

De 28 a 31 de outubro [marcação prévia] 

TARDES DE ARREPIAR 

Uma viagem pela leitura de histórias extraordinárias, com experiências alucinantes escritas pelos grandes mestres deste género literário, denominado de Terror, como "O Guarda da Passagem de Nível" de Charles Dickens ou "O Gato Preto", de Edgar Allan Poe. 

Este género literário cria ambientes imaginários de grande tensão, onde o desconhecido assusta com fantasmas, vampiros e criaturas do mal, protagonistas dos piores pesadelos. 

Dia 31 de outubro, 21h00 

NOITE DE TERROR 
Bruxas, duendes e outras criaturas da noite irão "assombrar" a Biblioteca Municipal. Durante algumas horas este espaço de leitura, estudo e conhecimento será palco de uma bem-humorada dramatização. 

Esta atividade está direcionada para as famílias e convida a estar vestido a rigor para a ocasião.

Religião | Dando as costas para São Pio X


Péricles Capanema

Vou tratar tema relevante, que já não transita nas manchetes. Justifico-me, o assunto tem importância perene, vale mais que notícias palpitantes, tantas vezes irrelevantes e efêmeras. Mais ainda, no Brasil tem atualidade candente, por baixo desde uns 40 anos, infelizmente para vergonha, desgraça e tristeza dos católicos.

Com efeito, CNBB, CPT, CIMI e entidades afins têm sido pertinazes companheiros de viagem das mais radicais correntes revolucionárias que sem trégua trabalham para arruinar o Brasil. As entidades acima referidas, nascidas no seio da Igreja Católica, de há muito bamboleiam pateticamente atrás das bandeiras de luta do PT, PC do B, MST. Lá na ponta, se tiverem êxito, vão conseguir transformar o país numa Cuba, numa Venezuela, numa Coréia do Norte, paraísos, como todos sabem, dos pobres (e dos quais, por razões desconhecidas, lutam por todos os meios para escapar).

Tem muito de misterioso essa obstinação de amplos, por vezes decisivos, setores eclesiásticos por causas gritantemente ateias e flagelo contínuo para os pobres. Presenciamos décadas de terrificante opção preferencial pela miséria (moral e material). Não espanta, muitos anos atrás, Paulo VI denunciou que a Igreja padecia “misterioso processo de autodemolição” (1968) e que “por alguma fresta, a fumaça de Satanás” (1972) havia penetrado n’Ela.

Vou tratar de tema relevante, disse acima, está no sermão de 12 de outubro último, proferido por Dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida. As palavras do Arcebispo, permitam-me o desabafo, despejadas sobre os ouvintes em cambulhada, são um charivari desconexo. Em nada evocam o Padre Antônio Vieira, “o imperador de nossa língua”, na bonita afirmação de Fernando Pessoa, nem ecoam os ditos do inteligente e culto Dom Geraldo Penido, cuja mesa frequentei, antecessor seu na sede episcopal.

Recordam contudo, é quase forçoso o paralelo, a confusão mental da ex-presidente Dilma Rousseff quando se metia em improvisos. Aqui vai uma proposta dela, exposta em Nova York, para auditório que a ouvia com horror divertido. “Até agora, até agora, a energia hidroelétrica é a mais barata. Em termos do que ela dura, da sua manutenção e também pelo fato da água ser gratuita. I da genti podê istocá. Cê, o vento podia sê isso também, mas ocê num conseguiu ainda tecnologia pra istocá vento. Então se a contribuição dos outros países, vamos supô que seja, desenvolver uma tecnologia que seja capaz de na eólica istocá, ter uma forma docê istocá, porque o vento ele é diferente em horas do dia, então vamos supô que vente mais à noite, cumé queu faria pra istocá isso. Hoje nós usamos as linhas de transmissão, cê joga de lá pra cá, de lá pra lá, pra podê capturá isso, mais si tivé uma tecnologia desenvolvida nessa área, todos nós nos beneficiaremos, o mundo inteiro”

Transcrevo alguns extratos do sermão do arcebispo de Aparecida para não pensarem que exagero (a íntegra está na rede): “Primeira leitura: órfã, adotada, pobre e principalmente, vivendo fora do seu país, exiliada, e se tornou rainha, esperança para os pobres. […] Pequenina, eu sou a pequena serva do Senhor, se tornou então rainha do Brasil. […] . Mãe Aparecida, precisamos sim da vida ecológica, da vida natural, da casa comum, bendito seja o Sínodo da Amazônia, que está pensando na vida daquelas árvores, daqueles rios, daqueles pássaros, mas principalmente daquelas populações. […] A mãe quer vida intrauterina, porque ela é a Imaculada Concepção.” Chega, né?

Coloco agora o texto que desejo em particular reproduzir e comentar rapidamente: “A segunda leitura mostrou o dragão. É claro que nas escrituras o dragão é o demônio, é o dragão, é o diabo, é o mal que se organiza no mundo. […] Temos o dragão do tradicionalismo. A direita é violenta, é injusta, estamos fuzilando o Papa, o Sínodo, o Concílio Vaticano Segundo. Parece que não queremos vida, o Concílio Vaticano segundo, o evangelho, porque ninguém de nós duvida que está é a grande razão do sínodo, do concílio, deste santuário, a não ser a vida, como já falei.” Como se vê, o orador empilha numa montoeira confusa várias realidades distintas, mas o objetivo fica claro: odeia o tradicionalismo, odeia a direita.

Contrasto o texto perturbador do confuso arcebispo de Aparecida com a clareza apaziguadora de um bispo como ele — São Pio X (1835-1914) — que ascendeu ao Trono de São Pedro e de lá iluminou o mundo com seus ensinamentos e santidade: “De todos os tempos, a Igreja e o Estado, em feliz acordo, suscitaram para isto organizações fecundas; que a Igreja, que jamais traiu a felicidade do povo em alianças comprometedoras, não precisa livrar-se do passado, bastando-lhe retomar, com o auxílio de verdadeiros operários da restauração social, os organismos quebrados pela Revolução, adaptando-os, com o mesmo espírito cristão que os inspirou, ao novo ambiente criado pela evolução material da sociedade contemporânea; porque os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem inovadores, mas tradicionalistas”. Constam da “Notre Charge Apostolique”, orientação atemporal para todos os fiéis, em especial para os católicos franceses.

Os revolucionários, adverte o Papa santo, não são amigos do povo, oportuna lembrança para a CNBB. O Pontífice não queria ver os bispos traindo a “felicidade do povo em alianças comprometedoras”. A admoestação seguinte contrasta com o que proclamou Dom Orlando Brandes: “os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem inovadores, mas tradicionalistas”. Contudo, para decepção nossa, parece que Dom Orlando deu as costas para São Pio X.

Termino. Tema relevante? Da maior importância. Tivéssemos entre nós vivo o ensinamento do santo Pontífice e, para felicidade do povo, seria inteiramente outra a história do Brasil.

ABIM

Carregal do Sal | CIRCUITO MUNICIPAL DE ESCOLAS DE NATAÇÃO


Nadadores de Carregal do Sal subiram ao pódio pela prestação 2018/2019
A Escola Municipal de Natação de Carregal do Sal participou, no dia 20 de outubro, na primeira concentração do Circuito Municipal de Natação – época 2019/2020.
Antes do início das provas foram distribuídos os prémios de melhores nadadores da época de 2018/2019 e Carregal do Sal subiu três vezes ao pódio:
- David Rodrigues foi 1.º classificado na categoria de infantil masculino;
- Daniela Carlos classificou-se em 2º lugar na categoria de sénior feminino;
- Renato Dias ficou em 3º lugar na categoria de júnior masculino.
A entrega de prémios coube à Vereadora do Desporto da autarquia carregalense, Ana Cristina Borges.
Na primeira prova da presente época, Carregal do Sal apresentou-se com o total de atletas permitidos – 12 que, perante os 211 atletas das 18 escolas participantes, obtiveram seis 1.ºs lugares; dois 2.ºs segundos; cinco 3.ºs; três 4.ºs; um 5.º, quatro 6.ºs; dois 7.ºs e um 8.º lugar.
Saiba mais
Colheita de Sangue nos Bombeiros de Carregal do Sal
A Unidade Móvel do Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra, do Instituto Português do Sangue e da Transplantação vai estar nas instalações da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Carregal do Sal, no dia 27 de outubro, domingo, para realizar mais uma campanha de colheita de sangue.
Os interessados devem apresentar-se no quartel entre as 9h00 e as 13h00 e, no caso de ser a  primeira vez que dão sangue, devem apresentar o respetivo Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão; se for dador regular, leve o Cartão Nacional do Dador de Sangue.
Porque “Dar sangue é um poder maravilhoso!”, seja generoso….
“Dê Sangue. Salve Vidas.”
PROPOSTAS FIM DE SEMANA

Porto de Mós | Espaços municipais recebem desfibrilhadores automáticos externos

O Município de Porto de Mós adquiriu quatro desfibrilhadores automáticos externos (DAE) para instalação nos Pavilhões Gimnodesportivos do Juncal, Mira de Aire, Porto de Mós e nas Piscinas Municipais, no início do mês de novembro

O Desfibrilhador Automático Externo (DAE) é um equipamento de socorro, utilizado em paragens cardiorrespiratórias, tendo como função identificar o ritmo cardíaco ou fibrilhação ventricular presente em 90% das paragens cardíacas.

Os DAE atuam sozinhos/inteligentemente, aplicando o choque apenas se for estritamente necessário e podem, por isso, ser utilizados pelo público leigo e não especializado, sendo, no entanto, necessário que os seus utilizadores possuam formação em Suporte Básico de vida (SBV) em paragem cardíaca.

Assim, os funcionários municipais, clubes e demais utilizadores dos espaços onde os DAE serão disponibilizados, terão formação entre os dias 23 e 26 de outubro, de modo a reunirem as condições para utilizarem os equipamentos em caso de necessidade.


Patrícia Alves

ESTARREJA | 27 de outubro: 70 anos da atribuição do Prémio Nobel da Medicina a Egas Moniz


Egas Moniz recebeu o Prémio Nobel da Fisiologia e Medicina a 27 de outubro de 1949 pela descoberta da leucotomia pré-frontal.

Estarreja e Coimbra assinalam estes 70 anos da atribuição do galardão ao neurocientista natural de Avanca, único no país no domínio da Ciência, com um conjunto de atividades, nos dias 26 e 27 de outubro, com o fórum “O Cérebro no Século XXI”, no Convento de São Francisco, em Coimbra, e o concerto dos “Alma de Coimbra”, no Cine-Teatro de Estarreja (CTE).

Dois dias com um programa científico e cultural

No sábado, dia 26 de outubro, Coimbra, a “Nobre Cidade” que Egas Moniz dizia nunca se poder esquecer, recebe o fórum “O Cérebro no Século XXI”, no Convento de São Francisco. Com início marcado para as 09h00, este evento conta com quatro simpósios que vão discutir os avanços do conhecimento na área do Cérebro, nomeadamente na investigação e no tratamento das doenças do sistema nervoso. Será ainda inaugurada a exposição “Egas Moniz: um olhar” que evoca a memória e a obra de Egas Moniz.


No domingo, dia 27, às 16h, decorre no CTE, a cerimónia de entrega do Prémio Egas Moniz em Neurorradiologia 2019, um prémio bienal, de carreira e de tributo à Neurorradiologia portuguesa. Durante esta sessão realizar-se-á também a apresentação oficial da “Bolsa Egas Moniz – Investigação Neurocientífica” a atribuir bianualmente, que visa dinamizar a apresentação de trabalhos de investigação originais e inovadores em temas de ética, medicina, saúde pública, biologia e ciências da vida, bem como estimular a cultura científica e a investigação clínica, na área das neurociências.

Logo de seguida, “Alma de Coimbra” sobe ao palco para um concerto de homenagem ao também cientista, professor, político, escritor, ensaísta e industrial. Antigos alunos da Universidade de Coimbra, encontram na música um espaço agregador e propiciador do cultivo dos ideais que pautaram os seus anos de vida académica. Tendo como núcleo central um coro masculino, as suas apresentações incluem, por norma, as guitarras e os fados de Coimbra. Graças ao talento e à criatividade do seu maestro Prof. Augusto Mesquita – autor dos arranjos corais de todos os temas que executam – o “Alma de Coimbra” procura, no país e além-fronteiras, a divulgação dos poetas, autores e intérpretes portugueses ou de língua portuguesa. A iniciativa é de entrada gratuita.

Homenagens a Egas Moniz de norte a sul do país

As comemorações desta efeméride tiveram início no passado dia 12 de maio em Vouzela, terra onde moraram os avós maternos e a mãe de Egas Moniz. Foi inaugurada a exposição “Egas Moniz, Cidadão Honorário de Alcofra”, na sede da Casa do Povo de Alcofra, e que contou com documentos e objetos pessoais de Egas Moniz. Nesta mostra, comissariada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa e que esteve patente até 20 de maio, os visitantes tiveram a oportunidade de contactar com a vida e obra do Prémio Nobel a partir de um conjunto de peças, documentos e fotografias cedidas pela Câmara Municipal de Estarreja e Casa Museu Egas Moniz que permitem perceber esta relação e ligação a Alcofra, e de alguns trabalhos elaborados pelos alunos do 1.º ciclo da Escola de Viladra que executaram ao longo de oito meses, depois de visitarem a Quinta do Marinheiro e Casa-Museu Egas Moniz, em Avanca.

A Universidade de Lisboa também lembrou esta data. No Dia da Faculdade de Medicina, 16 de setembro, foi inaugurada a exposição dedicada ao Professor Egas Moniz, que contou com a colaboração na Câmara Municipal de Estarreja na cedência de peças e imagens. Fica aberta ao público até ao próximo dia 31. Foi ainda apresentado o livro “EGAS MONIZ – legados da sua vida e obra”, de Vítor Oliveira.

Em outubro, dia 5, a Casa Municipal da Cultura de Estarreja recebeu a exposição “Desenhar o Tempo – o Teste do Desenho do Relógio”, que tem como ênfase um dos instrumentos utilizados para a compreensão do funcionamento do cérebro e deteção de demência. Desenhar um relógio como representação do tempo envolve a colaboração de várias capacidades cognitivas progressivamente afetas nas situações de demência. Esta mostra, que pode ser visitada até dia 3 de novembro, insere-se no programa EU no musEU, de estimulação cognitiva e social do Museu Nacional de Machado de Castro, para pessoas com demência e seus cuidadores, em parceria com a Alzheimer Portugal, que se desenvolve desde novembro de 2011.

Daniela Couto

Câmara Municipal de Cantanhede aprovou orçamento de 27,7 milhões de euros



Ascende a 27.739.961 euros o valor do Orçamento que a Câmara Municipal de Cantanhede se propõe executar em 2020, mais 4% do que o do exercício anterior. O documento foi aprovado na reunião camarária de ontem, 22 de outubro, com cinco votos a favor e um contra, juntamente com as Grandes Opções do Plano, ficando agora os dois documentos a aguardar a votação da Assembleia Municipal a realizar em dezembro.
No texto introdutório da proposta orçamental, a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio releva a previsão de uma poupança de 4.006.377 euros, valor obtido a partir da dedução da despesa corrente à receita corrente e que se destina a investimento, enfatizando ainda o excedente de 1.670.538 euros que se antevê para a diferença entre a receita corrente e o somatório da despesa corrente com o valor médio dos reembolsos de empréstimos de médio e longo prazo.
A líder do executivo camarário cantanhedense afirma que o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2020 foram elaborados numa “perspetiva muito ambiciosa, mas também coerente e realista: ambiciosa, na medida em que o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2020 evidenciam a intenção de incrementar apreciavelmente a atividade camarária, quer na execução de projetos estruturantes em vários domínios, quer na dinamização de ações tendentes a satisfazer as expetativas dos agentes económicos e sociais, bem como as legítimas aspirações de progresso e bem estar dos munícipes; coerente e realista porque a proposta orçamental foi construída com base numa orientação balizada pela adequada ponderação dos fatores que podem condicionar a sua execução e pelo bom-senso quanto ao esforço de investimento, de modo a não comprometer o equilíbrio financeiro da autarquia”.
Segundo Helena Teodósio, “há razões para confiar na fiabilidade das previsões, sobretudo se tivermos em conta a muito boa taxa de execução orçamental do anterior exercício económico (100% na receita e 90% na despesa), o que aliás também se antevê desde já para o de 2019”. Segundo a autarca “essa fiabilidade é tanto mais importante quanto sabemos que ela traduz na prática a assertividade do planeamento e o rigor da gestão, fatores que, juntamente com a sustentabilidade dos investimentos, são a chave para o sucesso do novo ciclo de desenvolvimento económico e social que o executivo camarário preconiza para o concelho”.
A presidente da Câmara de Cantanhede enuncia como uma das grandes linhas de força do Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2020 “a valorização da base económica, através da criação de condições atrativas para as empresas, e o reforço da coesão territorial com a construção e renovação de infraestruturas e equipamentos coletivos numa lógica de equidade e distribuição equilibrada por todo o concelho”. Por outro lado, refere a autarca, “há uma aposta clara na cooperação com as Juntas de Freguesia, ao abrigo da qual serão realizados importantes investimentos em diversas vertentes, sem esquecer o apoio às associações e outras entidades em matéria de despesas de capital e de apoios para o desenvolvimento da sua atividade em ações de carácter imaterial”.
Relativamente à componente da receita, Helena Teodósio diz que “faz sentido assinalar que a autarquia continua a abdicar da cobrança de verbas a quem tem direito por lei da república, em benefício dos munícipes e dos agentes socioeconómicos. Isto porque, por um lado “mantém a taxa de IMI em 0,38%, o que, relativamente à taxa máxima de 0,45%, representa uma diminuição de 15,6% no valor a pagar pelos proprietários de prédios urbanos, além de que prossegue com a redução 20,00 euros, 40 euros ou 70 euros no montante do IMI a pagar pelas famílias com, respetivamente, um, dois e três ou mais dependentes a cargo”. Por outro lado, “prossegue com o apoio às pequenas empresas, elemento fundamental no desenvolvimento económico do concelho, isentando-as de derrama, designadamente aquelas cujo volume de negócios no ano anterior não tenha ultrapassado os 150.000 euros”.