terça-feira, 27 de janeiro de 2026

GALA SOLIDÁRIA ASSINALA ARRANQUE DAS EVOCAÇÕES DOS 25 ANOS DA QUEDA DA PONTE HINTZE RIBEIRO

Uma noite de memória, solidariedade e homenagem marcou o início das evocações dos 25 anos da Tragédia da Ponte Hintze Ribeiro com uma Gala Solidária de Fado com o fadista António Laranjeira, realizada no passado Sábado, dia 24 de Janeiro. 
A gala solidária reuniu membros da comunidade, familiares das vítimas, autoridades locais e diversas entidades e personalidades em prol de uma causa comum: a lembrança e a solidariedade. 
O evento contou com momentos de homenagem às vítimas da tragédia que abalou o país há um quarto de século, assim como intervenções que destacaram a importância da memória colectiva e da responsabilidade social. 
O presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Ricardo Cardoso, sublinhou que, “a gala é uma oportunidade para nos reunirmos enquanto comunidade, honrando aqueles que perdemos e reafirmando o compromisso de nunca esquecer esta tragédia. Ao mesmo tempo, apoiamos causas que ajudam a construir um futuro mais solidário.” 
Já o presidente da AFVTER - Associação das Famílias e Vítimas da Tragédia da Ponte Hintze Ribeiro, Augusto Moreira, no seu discurso, assumiu que "a associação tudo fará para que a memória das vítimas nunca se apague, reforçando o compromisso da associação em manter viva a lembrança desta tragédia" agradecendo depois, toda a colaboração e envolvimento do Município de Castelo de Paiva assim como, ao Dr. Paulo Teixeira, Socio Honorário da Associação e Presidente da Câmara à data do fatídico acidente. 
As evocações dos 25 anos da queda da Ponte Hintze Ribeiro vão incluir diversas actividades ao longo dos meses de Fevereiro e Março, como momentos de reflexão pública, cerimonias religiosas e culturais mantendo viva a memória e promovendo a consciencialização sobre segurança e responsabilidade civil. 
A organização agradeceu a todos os participantes, artistas e parceiros que tornaram possível esta gala solidária, reafirmando que a memória se constrói com a união da comunidade e com gestos de solidariedade.

*Carlos Oliveira
Gabinete de Imprensa e Relações Públicas
Assessor de Imprensa

Silves | Histórias em Família - “QUANDO AS PALAVRAS GANHAM ASAS” CONVIDA OS MAIS NOVOS A VIAJAR PELA IMAGINAÇÃO, NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE SILVES


A Biblioteca Municipal de Silves promove no próximo sábado, dia 31 de janeiro, pelas 15h30, a primeira sessão da rúbrica “Quando as Palavras Ganham Asas” - Histórias em Família. A iniciativa, dinamizada por Márcia Gamito, destina-se a crianças dos 5 aos 10 anos e tem entrada livre.
“Quando as Palavras Ganham Asas” é um espaço mágico onde - através de contos cheios de magia, emoção e aventura - pequenos e graúdos descobrem como as palavras podem voar e levar-nos a lugares onde só a imaginação consegue chegar. Aqui cada história ganha vida, cada página abre janelas para novos mundos e as palavras ganham asas, levando consigo todos os que as escutam.
Licenciada em Animação Sociocultural e profundamente ligada ao universo infantil, Márcia Gamito frequentou várias formações na área do storytelling, narração oral e arte de contar histórias. Já conhecida das famílias silvenses pela dinamização da rúbrica “Era uma vez… Histórias para pais e filhos”, acredita que os livros são um lugar de encontro, onde as histórias têm um poder transformador capaz de mudar o Mundo.

Atendendo ao limite de participantes, a atividade está sujeita a inscrição prévia junto dos serviços da Biblioteca Municipal de Silves.
O Município de Silves convida as famílias a embarcar nesta sessão cheia de encanto, onde as palavras ganham asas e a imaginação não conhece limites.

+ info: Biblioteca Municipal de Silves » T. 282 440 899 » biblioteca@cm-silves.pt

Promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro. Cantanhede adere à 3.ª edição do Pacto para a Economia Circular

 
O Município de Cantanhede participou na cerimónia de formalização do Pacto para a Economia Circular no Centro – 3.ª edição, realizada no Hotel do Paço Conímbriga, no âmbito da sua adesão a esta iniciativa regional que visa acelerar a transição para um modelo de desenvolvimento mais sustentável.
Promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro), o Pacto tem como objetivo mobilizar entidades públicas e privadas para a adoção de práticas de economia circular, baseadas na redução do desperdício, na utilização eficiente dos recursos e na valorização de materiais e produtos ao longo do seu ciclo de vida.
A edição deste ano regista um crescimento expressivo, reunindo mais de 200 entidades aderentes, entre municípios, empresas, instituições de ensino, associações e organizações do setor social, o que demonstra o reforço do compromisso coletivo com a sustentabilidade na região Centro.
No âmbito do Pacto, cada entidade compromete-se a desenvolver pelo menos uma ação concreta alinhada com os princípios da economia circular. Em articulação com os subscritores, a CCDR Centro irá ainda dinamizar Comunidades de Prática, promovendo a cooperação interinstitucional, a partilha de conhecimento e a implementação de soluções inovadoras com impacto positivo no território.
Com esta adesão, o Município de Cantanhede reforça a sua estratégia de sustentabilidade, assumindo um papel ativo na construção de uma região mais circular, resiliente e preparada para os desafios ambientais e económicos do futuro.

Obra da autoria de Ana Teresa Teodósio Oliveira apresentada em Cadima. Livro reúne obra musical do padre Manuel Francisco Rumor

 
“Criaste-nos para Vós” é o título da obra musical do padre Manuel Francisco Rumor, da autoria de Ana Teresa Teodósio Oliveira, lançada este domingo, 25 de janeiro, na Quinta do Brijal, em Cadima. O livro reúne o espólio musical daquele que foi pároco da freguesia durante mais de 60 anos, e na qual deixou também uma obra social assinalável.
Professora de canto, formação musical e classe de conjunto, a autora ofereceu à Junta de Freguesia de Cadima o trabalho produzido ao longo de 280 páginas, e cujo valor da venda reverterá para as obras da igreja de Cadima.
Para além da presença da comunidade local, a sessão contou ainda com a presença do bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, que se encontra a efetuar uma visita à Unidade Pastoral de Cantanhede, da presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, do presidente da Junta de Freguesia de Cadima, Carlos Gregório, e do pároco de Cantanhede, João Pedro Silva.
Ao intervir na sessão, Helena Teodósio começou por saudar a parceria da Junta de Freguesia de Cadima com a Unidade Pastoral, que permitiu recolher, organizar e publicar a vasta obra musical de “um sacerdote amplamente aclamado pelas suas imensas qualidades”. “Esta iniciativa permitiu tornar um espólio diverso e frágil num livro de partituras coerente, duradouro e acessível”, observou.
A autarca confessou, depois, que a homenagem ao padre Manuel Francisco Rumor a remeteu para uma “gratificante dimensão afetiva”, pelas recordações de infância que lhe despertou. Lembrou, então, as homílias do pároco em Covões, nas quais se destacava a “eloquência, clareza do discurso e o dom para prender a atenção de todos”, e que num certo sentido se refletia nas suas composições musicais.
Helena Teodósio recordou ainda a “notável ação pastoral” do homenageado, “demonstrativa da rara generosidade de quem viveu a servir a comunidade e as pessoas”.
A terminar, a presidente da autarquia agradeceu ao bispo de Coimbra o facto de incluir este momento na visita pastoral, numa clara demonstração da fraternidade para com a comunidade, como de resto foi o percurso de vida do padre Manuel Francisco Rumor.
Também o presidente da Junta de Freguesia de Cadima destacou o padre Manuel Francisco Rumor como “uma das figuras maiores da História da comunidade de Cadima”, agradecendo, por isso, à professora Ana Teresa Teodósio “pelo seu excelente trabalho, que constitui um valioso contributo para preservar, testemunhar e documentar essa memória coletiva”.
A sessão, na qual intervieram ainda a autora da obra, Ana Teresa Teodósio Oliveira, o bispo de Coimbra, D, Virgílio Antunes, o escritor e ilustre estudioso da cultura gandaresa, António Castelo Branco, e a Irmã Caridade, do Grupo Sócio Caritativo da Igreja Paroquial de Cadima, ficou ainda marcada pela atuação da Banda Filarmónica de Covões.



Crónica - A expropriação dos bens da igreja em Portugal


A expropriação dos bens da Igreja em Portugal, decretada em 1834, constituiu um dos acontecimentos mais marcantes do século XIX e um dos pilares da consolidação do regime liberal após o fim das Guerras Liberais. Esta medida, conduzida pelo governo de Joaquim António de Aguiar, determinou a extinção das ordens religiosas masculinas e a apropriação dos seus bens pelo Estado. Embora apresentada como uma reforma necessária à modernização do país e à recuperação financeira do erário público, a expropriação teve consequências profundamente nefastas a nível social, económico, cultural e patrimonial em todo o território nacional.
Antes de 1834, as ordens religiosas desempenhavam um papel central na sociedade portuguesa. Para além da sua função espiritual, eram responsáveis por importantes atividades assistenciais, educativas e económicas. Os conventos e mosteiros apoiavam os mais pobres, acolhiam doentes, promoviam a instrução e administravam vastas propriedades agrícolas, assegurando emprego e estabilidade económica a milhares de pessoas. A extinção abrupta destas instituições provocou uma rutura profunda no equilíbrio social existente.
O processo de expropriação não foi totalmente uniforme em todo o país. Em alguns casos, como aconteceu com a Ordem Franciscana e outras, parte dos bens não transitou diretamente para o Estado, mas passou para as Ordens Terceiras, associações religiosas compostas por leigos. Embora esta solução tenha permitido a continuidade de algumas práticas religiosas e assistenciais, revelou-se insuficiente para compensar a perda das ordens regulares, uma vez que as Ordens Terceiras dispunham de recursos limitados e menor capacidade de intervenção social.
Uma das consequências mais visíveis da expropriação foi a degradação generalizada do património religioso. Muitos edifícios conventuais ficaram abandonados, foram vendidos ou reutilizados sem critérios de conservação, o que levou à destruição de elementos arquitetónicos e artísticos de elevado valor histórico. Em numerosos casos, a ausência de políticas eficazes de proteção do património resultou numa perda irreversível de bens culturais que faziam parte da memória coletiva do país.
As consequências sociais da expropriação foram igualmente graves. Com o desaparecimento das ordens religiosas, cessaram muitas das formas organizadas de apoio aos mais necessitados. O Estado liberal, apesar de assumir a posse dos bens expropriados, não conseguiu substituir de forma eficaz as funções assistenciais anteriormente desempenhadas pela Igreja. Esta situação contribuiu para o agravamento da pobreza, especialmente entre as populações mais vulneráveis, e para o aumento das tensões sociais ao longo do século XIX.
Do ponto de vista económico, a expropriação teve efeitos contraditórios e, em muitos casos, negativos. A venda dos bens da Igreja em hasta pública favoreceu sobretudo grandes proprietários e investidores, promovendo a concentração da propriedade fundiária. Em vez de dinamizar a economia e distribuir a riqueza, este processo aprofundou desigualdades sociais e provocou a perda de empregos associados às atividades conventuais, fragilizando a economia local em diversas regiões do país.
Para além dos impactos materiais, a expropriação dos bens da Igreja provocou uma profunda rutura cultural. As ordens religiosas estavam intimamente ligadas à identidade das comunidades, organizando festividades, rituais e práticas que estruturavam a vida coletiva. A sua extinção representou a perda de referências culturais e sociais que durante séculos haviam moldado a sociedade portuguesa.
Em conclusão, a expropriação dos bens da Igreja em Portugal, ao longo do século XIX, apesar de inserida num projeto político liberal, teve consequências claramente nefastas. Mesmo nos casos em que os bens passaram para Ordens Terceiras de leigos, o processo resultou na degradação do património, na perda de apoio social, na instabilidade económica e numa rutura cultural profunda. Este episódio histórico demonstra como reformas impostas de forma abrupta, sem consideração pelas realidades sociais e locais, podem gerar efeitos negativos duradouros na vida de um país.
*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor

Estarreja | Museu Fábrica da História – Arroz partilha boas práticas em curso de Turismo Industrial


O Museu Fábrica da História – Arroz participou como orador na 3.ª edição da Formação Executiva em Turismo Industrial promovida pelo Turismo de Portugal, em colaboração com o Grupo Dinamizador da Rede Portuguesa de Turismo Industrial e a Escola de Hotelaria e Turismo de Viana do Castelo.

O convite surgiu pelo facto de o Museu ser um “exemplo inspirador de valorização do património industrial e de integração do saber-fazer na oferta turística”. A sessão teve lugar no dia 19 de janeiro, em formato online

A Formação Executiva em Turismo Industrial – 3.ª edição tem como objetivo dotar os formandos de conhecimentos técnicos que lhes permitam acolher, informar e guiar visitantes e turistas em locais recursos de Turismo Industrial. É uma formação certificada, com a duração total de 30 horas, e está a decorrer no período de 12 de janeiro a 9 de fevereiro de 2026, em formato online e com uma visita técnica presencial.

Com pouco mais de um ano de atividade, instalado no edifício reabilitado da “Hidro-Eléctrica” de Estarreja, antiga fábrica de descasque de arroz, no centro da cidade, o Museu Fábrica da História – Arroz foi inaugurado em setembro de 2024, sendo um hoje um espaço de memória coletiva ligado ao território e à identidade do cultivo do arroz em Estarreja. Tem como missão promover e valorizar o património cultural, material e imaterial do cultivo do arroz, assim como a promoção do património industrial.

*Daniela Couto
Gabinete de Comunicação, Relações Públicas e Protocolo

Marinha Grande | CONCLUÍDA FASE 3 DO SANEAMENTO NAS TRUTAS

A Câmara Municipal da Marinha Grande concluiu a Fase 3 da construção da rede de saneamento doméstico das Trutas, nas bacias de entrega na Rua Circular e na Travessa da Estremadura, que representou um investimento de cerca de 140 mil euros.

Esta fase integrou a expansão contínua da rede de infraestruturas de saneamento “em baixa”, articulada com o sistema “em alta”, alargando-se o acesso ao saneamento básico ao maior número possível de residentes do concelho. 
A obra contemplou a instalação de nova rede de saneamento, bem como a repavimentação das vias intervencionadas, garantindo a reposição das condições de circulação.
A intervenção inclui a construção de 1.140 metros de rede de saneamento e 48 ramais, beneficiando diretamente 1.611 habitantes.

A Fase 3 contemplou os seguintes arruamentos:
• Rua da Beira Baixa
• Canto do Zé Neto
• Rua do Algarve
• Rua de Alvaiázere
• Rua da Estremadura
• Travessa da Estremadura
• Rua do Alto Alentejo
• Rua do Baixo Alentejo
• Rua do Alto Douro
• Rua do Vale da Ribeira
• Rua da Olaria
• Rua 52.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

[Webinar "Leca® 5as às 5"] Relatórios de Sustentabilidade: do enquadramento legal à prática

 
Relatórios de Sustentabilidade: do enquadramento legal à prática
Com: Com Arq.ª Ana Mesquita, Wise Up Sustainability Advisors
A sustentabilidade deixou de ser apenas uma declaração de intenções para se afirmar como um fator de credibilidade, competitividade e confiança. No setor da construção, a crescente exigência de transparência ambiental e social está a acelerar esta mudança. Os relatórios de sustentabilidade são hoje instrumentos estratégicos para comunicar valor, orientar decisões e reforçar a confiança com clientes, parceiros e financiadores, incluindo através dos relatórios VSME, adequados à realidade das PME.
Neste webinar, vamos descomplicar os relatórios de sustentabilidade e mostrar como podem ser utilizados de forma prática para comunicar impacto real, estruturar informação relevante e apoiar uma estratégia mais consistente e diferenciadora. Do enquadramento à aplicação concreta, dos dados à narrativa, será um olhar claro e ajustado à realidade das empresas do setor.
A sessão será conduzida pela Arq.ª Ana Mesquita, da Wise Up Sustainability Advisors, que irá partilhar exemplos concretos, desafios reais e boas práticas, demonstrando como transformar os relatórios de sustentabilidade em verdadeiros ativos estratégicos.
Se trabalha no setor da construção e quer compreender como os relatórios de sustentabilidade podem apoiar a sua estratégia, reforçar a sua posição no mercado e criar confiança, este webinar é para si.
PARTICIPE NOS WEBINARS LECA®
Cada participação é um gesto que faz o nosso contributo crescer. A sua presença corresponde a um donativo de 2€ para uma instituição de solidariedade social.

Expofacic foi apresentada no espaço da Turismo de Portugal na FITUR, em Madrid

 
A Expofacic foi um dos tópicos do programa de ações promocionais da Turismo de Portugal na Feira Internacional de Turismo de Madrid (FITUR), que decorreu de 21 a 25 de janeiro, na capital espanhola. Foi no auditório do espaço da mais importante entidade nacional do setor que o vice-presidente da Câmara Municipal, Pedro Cardoso, deu a conhecer os contornos do evento que vai decorrer em Cantanhede de 30 de julho a 09 de agosto, numa apresentação que encerrou a participação do Município de Cantanhede naquele que é um dos maiores encontros mundiais de operadores turísticos.
Essa participação incluiu ainda a promoção de outros produtos turísticos do concelho no stand da CIM - Região de Coimbra, designadamente as praias, o Museu de Arte e do Colecionismo, o Museu da Pedra e o Museu Load ZX Spectrum, bem como a degustação de sabores e vinhos de Cantanhede.
Na abordagem que fez à edição de 2026 da Expofacic, o vice-presidente da autarquia e presidente do Conselho de Administração da INOVA-EM enfatizou “o lugar de destaque que o certame conquistou na agenda nacional dos grandes eventos, fruto da grande qualidade e diversidade da oferta para públicos de todas as idades. O cartaz de espetáculos tem sido e continuará a ser este ano um dos melhores”, afirmou o autarca, referindo ainda como atrações incontornáveis “as cerca de 50 tasquinhas tradicionais, as exposições temáticas à Expofacic Kids, ao Gamming, artesanato, setor agrícola, e um programa de animação cultural sem paralelo, além da feira de atividades económicas que é, seguramente, uma das maiores que se realizam em Portugal”.
Segundo Pedro Cardoso, o sucesso da Expofacic deve-se em grande medida ao modo como todas estas valências são conjugadas nesta realização que se tem afirmado pela sua forte identidade e pelas experiências marcantes que proporciona às pessoas, mas tem muito a ver também a aposta reiterada na inovação, quer quanto às condições de visita nos diferentes setores, quer no que diz respeito à dinamização de todos os fatores de atratividade.
A seguir à apresentação de Pedro Cardoso, a fadista Carolina Pessoa, acompanhada por Ricardo Silva (guitarra portuguesa) e João Silva (viola) interpretou alguns fados do seu reportório numa atuação em que foi notório o entusiasmou do público presente no auditório do espaço da Turismo de Portugal na FITUR.
Antes disso já o Município de Cantanhede tinha estado em evidência no stand da CIM – Região de Coimbra, com uma ação iniciada com um vídeo promocional das zonas balneares do concelho, designadamente a Praia da Tocha, a Praia do Palheirão, a Praia Fluvial dos Olhos da Fervença, a Praia Fluvial das Sete Fontes e a Piscina Natural de Ançã, tendo prosseguido depois com uma apresentação sobre os três museus temáticos da cidade.
Sobre o Museu de Arte e do Colecionismo (MACC), o Museu da Pedra e o LOAD ZX Spectrum, o vice-presidente da Câmara Municipal destacou “a relevância patrimonial e o valor cultural e pedagógico destas unidades museológicas que são também, indiscutivelmente, ativos turísticos muito importantes para fomentar a visita a um território que vale muito a pena conhecer por muitas outras razões, entre as quais o património, a gastronomia e os vinhos ou a variedade da oferta cultural”.
No âmbito da promoção do Município de Cantanhede na FITUR houve ainda um momento de degustação de vinhos e sabores locais, designadamente Bolo de Ançã oferecido pela Junta de Freguesia, e pastéis de tremoço confecionados pelos alunos do curso de cozinha da Escola Técnico-Profissional de Cantanhede.