quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Antiga escola de Alhais dá lugar a novo espaço de coworking em Vila Nova de Paiva


Projeto da CIM Viseu Dão Lafões, em parceria com o Município de Vila Nova de Paiva, foi inaugurado esta terça-feira.

A antiga Escola Primária de Alhais, em Vila Nova de Paiva, ganhou uma nova vida com a inauguração do Espaço Coworking de Vila Nova de Paiva, um projeto da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, em parceria com o Município.

A cerimónia de inauguração decorreu esta terça-feira, dia 6 de janeiro, e assinalou a conclusão de uma intervenção que transformou um edifício que estava sem uso num espaço moderno, funcional e preparado para responder às novas formas de trabalho.
Entre outros, a sessão contou com a presença do Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, João Azevedo, do Presidente do Município de Vila Nova de Paiva, Paulo Marques, e do Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, assim como de diversos Presidentes dos Municípios da região.

O novo espaço de coworking foi concebido como uma incubadora flexível, equipada com infraestruturas tecnológicas e ambientes de trabalho colaborativos. É destinado a empresários, empreendedores, startups, trabalhadores remotos e nómadas digitais que pretendam desenvolver a sua atividade profissional a partir de Vila Nova de Paiva.

O projeto resulta de uma candidatura conjunta ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Programa 6, dedicado à promoção do teletrabalho, e representou um investimento de cerca de 133 mil euros.

Para João Azevedo, Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, “este espaço de coworking é um exemplo concreto da forma como podemos criar oportunidades no interior, valorizando os edifícios públicos e colocando-os ao serviço das pessoas e da economia local. O nosso objetivo é que os territórios de Viseu Dão Lafões sejam cada vez mais atrativos, capazes de acolher quem aqui vive e quem escolhe trabalhar a partir da nossa região”.

Por sua vez, Paulo Marques, Presidente do Município de Vila Nova de Paiva, destaca que “com o apoio da CIM, finalmente, temos o espaço de cowork em Vila Nova de Paiva. Nós, aproveitámos esta oportunidade, juntamente com a Câmara de Castro Daire, que também tem o seu espaço de cowork para ser inaugurado. Como veem, é um espaço aberto a toda a comunidade, que esperemos que seja muito utilizado por todos e que seja um contributo à atração de empreendedores e de talento, muito importante para a competitividade do nosso território”.

Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM, sublinha que "este projeto traduz uma visão estratégica de desenvolvimento territorial. Com esta inauguração, Vila Nova de Paiva passa a integrar a rede de espaços de coworking promovidos pela CIM Viseu Dão Lafões. É um reforço da aposta conjunta da CIM e dos municípios na inovação, na coesão territorial, na criação de oportunidades e na captação e retenção de talento. Este projeto integra-se numa estratégia intermunicipal que estamos a trilhar, com várias iniciativas de eficiência coletiva, que junta, também, as Associações empresariais e o sistema cientifico e tecnológico".

Sobre a CIM Viseu Dão Lafões:
A CIM Viseu Dão Lafões é uma associação de municípios, denominada como Comunidade Intermunicipal, sendo constituída pelos municípios de Aguiar da Beira, Carregal do Sal, Castro Daire, Mangualde, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sátão, Tondela, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela.

*Miguel Fernandes
Gabinete de Comunicação CIM Viseu Dão Lafões

**Filipe Santos
Assessoria de Imprensa


CASTELO DE PAIVA A MARCHAR, FORNOS A CAMINHAR. CAMPEONATO DISTRITAL DE MARCHA REALIZA-SE NA FREGUESIA DE FORNOS

A freguesia de Fornos vai acolher, no próximo dia 25 de Janeiro, mais uma edição do Campeonato Distrital de Marcha, num evento da Associação de Atletismo de Aveiro, realizado em colaboração entre o Município de Castelo de Paiva e a Junta de Freguesia de Fornos, em parceria com diversas coletividades. 
A concentração tem lugar a partir das 9h30 no adro da Igreja Matriz de Fornos e o programa da jornada desportiva vai incluir uma Aula de Zumba com Bruno Falcão, uma Caminhada pela freguesia e a prova de Marcha Atlética, integrada no Campeonato Distrital de Aveiro. 
A organização tem a oferta de saco e reforço alimentar aos participantes, sendo gratuita a participação na caminhada, mas mediante inscrição na Junta de Freguesia de Fornos, por email, contacto telefónico ou pelo link : https://forms.gle/myZeKrqgEc4iZ4Ex7 
 Será uma manhã dedicada ao desporto, à actividade física e ao envolvimento da comunidade, numa jornada em Fornos que se espera venha a ter uma boa adesão.

*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações-Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa

Troféus conquistados pelas Seleções de Portugal em 2025 vão estar expostos em Viseu!

O LITORAL CENTRO – Comunicação e Imagem é um jornal diário online.

O LITORAL CENTRO apesar da sua denominação é de âmbito nacional e além fronteiras garantindo a sua difusão através da tecnologia da informação, diversas plataformas de conectividade, assumindo-se como independente e livre.

 

Festival Gastronómico da Salada de Almeirão regressa aos restaurantes de Proença-a-Nova


O Município de Proença-a-Nova promove, nos fins de semana de 9 a 11, 16 a 18 e 23 a 25 de janeiro de 2026, o Festival Gastronómico da Salada de Almeirão, iniciativa que decorre nos 19 restaurantes aderentes do concelho.

Este festival celebra um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia local, a Salada de Almeirão, uma especialidade tradicional do inverno, reconhecida especialmente pelo seu sabor característico, bem como pelos seus benefícios nutricionais. Ao longo de três fins de semana, residentes e visitantes são convidados a descobrir ou redescobrir este prato identitário.
Nesta edição, o festival conta com a participação dos restaurantes: A Catraia, A Rotunda, Boa Viagem, Café Restaurante O Pereira, C’Raízes, Casa Ti’ Augusta, Churrasqueira Sobreirense, Despensa-a-Nova, Devesa, Famado da Cortiçada, Gruta, Noite e Dia, Restaurante O 29, O Provence, Os Amigos, Restaurante Pizaria Ti Zé, Rosa, bem como o Gostinho da Aurora.

No âmbito do festival, os clientes que consumirem Salada de Almeirão poderão habilitar-se a ganhar brindes, mediante a apresentação do talão de consumo no Posto de Turismo de Proença-a-Nova, de acordo com o regulamento em vigor.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, João Lobo, “o Festival Gastronómico da Salada de Almeirão representa uma forma de valorizar a identidade do concelho, apoiar a restauração local e preservar tradições que fazem parte da memória coletiva, convidando simultaneamente à descoberta do território numa época de menor fluxo turístico na região”.

Com esta iniciativa, o Município reforça a aposta na valorização da gastronomia tradicional como fator de dinamização económica e turística, promovendo produtos locais e saberes transmitidos de geração em geração.

*Gabriel Reis
Comunicação, Turismo e Eventos

Proença-a-Nova | Assembleia Municipal aprova IMI e IRS para 2026 com medidas de apoio às famílias e incentivo à reabilitação urbana


A Assembleia Municipal de Proença-a-Nova aprovou, em sessão ordinária realizada a 12 de dezembro, as propostas da Câmara Municipal relativas à fixação da taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e da participação variável no Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) para o ano de 2026, acertando um quadro fiscal marcado pela estabilidade, pelo apoio às famílias e pelo incentivo à valorização do território.

No que respeita ao IMI, foi aprovada, por unanimidade, a manutenção da taxa em 0,3% para os prédios urbanos, nos termos do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, assegurando previsibilidade fiscal aos proprietários do concelho. A deliberação contempla igualmente a aplicação da redução fixa do IMI em função do número de dependentes a cargo, prevendo-se uma redução de 30 euros para agregados familiares com um dependente, 70 euros para famílias com dois dependentes e 140 euros para agregados com três ou mais dependentes.
Relativamente ao IRS, a Assembleia Municipal aprovou a fixação da participação variável do Município em 2,5% para o ano de 2026. Esta decisão, tomada por maioria, reflete a opção por um equilíbrio entre a sustentabilidade financeira do Município e a manutenção de um nível de esforço fiscal ajustado à realidade económica dos munícipes, com impacto direto no rendimento disponível dos contribuintes residentes no concelho.

A Assembleia Municipal aprovou ainda um conjunto alargado de medidas destinadas a promover a reabilitação urbana e o arrendamento para habitação. Entre estas, destaca-se a redução de 20% da taxa de IMI aplicável aos prédios arrendados para habitação localizados em Áreas de Reabilitação Urbana, com reconhecimento automático após verificação dos respetivos requisitos pelos serviços municipais, bem como a redução de 30% da taxa de IMI para prédios urbanos classificados como de interesse público, de valor municipal ou património cultural, desde que cumpridas as condições legalmente previstas.

Com o objetivo de combater a degradação do edificado, o abandono urbano e os riscos associados à falta de gestão do território, foram igualmente aprovados aumentos da taxa de IMI. Estas aplicam-se a prédios urbanos degradados relativamente aos quais tenham sido determinadas obras de conservação, a prédios rústicos com áreas florestais em situação de abandono localizados no interior ou na envolvente dos aglomerados populacionais e a prédios urbanos devolutos, degradados ou em ruínas situados em Áreas de Reabilitação Urbana, podendo nestes casos a taxa ser elevada até ao triplo.

No âmbito do Estatuto dos Benefícios Fiscais, foram também aprovadas diversas isenções associadas à reabilitação urbana e à habitação própria e permanente, incluindo a isenção de IMI por um período inicial de três anos após a conclusão das obras de reabilitação, com possibilidade de alargamento até cinco anos, a isenção de IMT na aquisição de imóveis destinados a reabilitação e na primeira transmissão subsequente à intervenção, bem como a redução das taxas devidas pela avaliação do estado de conservação. Foi ainda deliberado o alargamento da isenção temporária de IMI de três para cinco anos para prédios urbanos destinados a habitação própria e permanente, construídos, ampliados, melhorados ou adquiridos a título oneroso.

Com estas deliberações, o Município de Proença-a-Nova reforça uma política fiscal responsável e orientada para as pessoas, promovendo o apoio às famílias, o incentivo à reabilitação do património edificado, a valorização do território e a coesão social, assegurando simultaneamente a capacidade financeira necessária para o desenvolvimento do concelho.

*Gabriel Reis
Comunicação, Turismo e Eventos

Monsaraz assinala 750 anos do Foral Afonsino que fundou o concelho

As comemorações dos 750 Anos do Foral Afonsino de Monsaraz têm início no dia 15 de janeiro, pelas 18h, com uma sessão evocativa da efeméride na Igreja de Santiago, em Monsaraz. A sessão terá intervenções de Marta Prates, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, de Hermínia Vasconcelos Vilar, Reitora da Universidade de Évora, e de Ana Paula Amendoeira, Vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, finalizando com a atuação do Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz.
A autarquia criou uma comissão de honra das comemorações, constituída pelas instituições e associações da freguesia de Monsaraz, para envolver a sua população na promoção de iniciativas de cariz popular durante as celebrações oficiais da efeméride, que vão decorrer durante todo o ano.
O Foral Afonsino de Monsaraz, redigido em latim medieval, foi concedido por D. Afonso III em 15 de janeiro de 1276 e constitui o diploma fundador da vila, enquanto comunidade juridicamente organizada. No seu prólogo, o monarca afirma, em nome da autoridade régia e divina, ter povoado Monsaraz e restituído a vila ao culto cristão, concedendo-a para sempre aos seus homens, com todos os termos, limites e pertenças, claramente definidos ao longo do documento através de uma extensa e rigorosa delimitação territorial.
O foral estabelece Monsaraz como concelho dotado de autonomia administrativa, judicial e fiscal, regulando de forma detalhada a vida económica, social e militar da comunidade. Nele são fixados direitos e isenções relevantes, como a dispensa de portagens em todo o reino, a isenção de montado e de certos foros, assim como privilégios concedidos a mercadores, almocreves, cavaleiros e moradores.

O diploma define igualmente penas para crimes, normas de convivência pública, regras de comércio e impostos sobre mercadorias, pesca, agricultura e criação de gado. O foral consagra ainda o papel estratégico de Monsaraz na defesa do território, atribui estatuto privilegiado aos cavaleiros, regula o serviço militar, garante honras específicas a viúvas e descendentes, reconhece a coexistência de diferentes grupos sociais e religiosos e estabelece normas aplicáveis a cristãos, mouros, judeus, oficiais régios e senhoriais.
*Carlos Manuel Barão
Técnico Superior de Comunicação Social
Gabinete de Comunicação e Imagem

Marinha Grande | JANEIRAS CANTADAS NA CÂMARA MUNICIPAL

 A Câmara Municipal da Marinha Grande recebeu, no Dia de Reis, 6 de janeiro, a visita do Coro da Tertúlia dos Anos D’Ouro, que cumpriu a tradição de cantar as janeiras no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Os cânticos tradicionais, interpretados pelos elementos deste grupo da Associação ADE.SER II, foram ouvidos pelo presidente da Câmara, Paulo Vicente; pela presidente da Assembleia Municipal, Catarina Sarmento e Castro; e pelos vereadores Armando Constâncio, Carla Santana e Sérgio Silva, bem como por colaboradores do Município.
No final da atuação,  o presidente Paulo Vicente agradeceu a presença do grupo, valorizou o trabalho das associações locais e destacou a importância de manter vivas as tradições. O presidente desejou, ainda, um excelente ano, reiterando a disponibilidade do Município para continuar a apoiar e ser parceiro do movimento associativo.
*Gabinete de Comunicação e Imagem

Torres Vedras | Inauguração instalação "Fossilidades", de Evgenia Emets no Centro de Artes e Criatividade


  • Inauguração: 10 de janeiro
  • Período expositivo: até 8 de fevereiro
  • Horário da inauguração: 15h–17h
  • Local: Centro de Artes e Criatividade (Praça)
O Centro de Artes e Criatividade acolhe a instalação “Fossilidades”, da artista Evgenia Emets, um projeto que parte do tronco fóssil de uma Araucária descoberto na povoação da Cadriceira para refletir sobre património geológico, memória profunda e futuros ecológicos.
Este tronco fóssil, encontrado nos anos 80, mede cerca de 20 metros de comprimento e 1,30 m de diâmetro e é datado do Jurássico Superior, entre aproximadamente 163,5 e 145 milhões de anos. Na altura da sua descoberta, e por falta de recursos, o achado foi novamente enterrado, permanecendo oculto em vez de preservado como património visível.
A investigação de Evgenia Emets desenvolve-se através de trabalho de campo, consulta de arquivos, artigos em meios impressos e entrevistas com especialistas, comunidades locais e entidades ligadas ao tema, explorando as implicações ecológicas e culturais desta descoberta ancestral. A recente identificação de um novo tronco fóssil num terreno privado reforça a urgência do debate sobre o reconhecimento e a proteção deste património geológico.
“Fossilidades” questiona de que forma o conhecimento do património geológico da região de Torres Vedras, Serra do Socorro e Archeira pode ajudar a imaginar a biodiversidade e as florestas a longo prazo, influenciando práticas de restauração dos habitats naturais. Tornar visível aquilo que esteve oculto transforma-se num gesto simbólico de revelação.
O projeto convida o público a explorar narrativas do passado profundo e a imaginar futuros possíveis na relação entre humanos e florestas. Através da articulação entre arte, ciência e comunidade — com caminhadas, conversas, obras visuais e documentos históricos — a floresta é pensada não como recurso, mas como parceira viva num futuro coletivo.
A instalação integra a exposição “Memória dos Pássaros Que Não Voam”, com curadoria de Jorge Reis, no âmbito do projeto de investigação e arte REVELAR.

Evento decorre de 30 de julho a 9 de agosto. Expofacic 2026 com nova imagem e datas definidas

 
A edição de 2026 da Expofacic - Exposição/Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede apresenta uma nova imagem e já tem datas definidas - decorre entre os dias 30 de julho e 9 de agosto.
Depois de uma edição extraordinária em 2025, a Comissão Organizadora decidiu apostar numa nova imagem gráfica, assente na renovação e não numa rutura. Leveza, energia, espírito de festa, movimento e ligação emocional são alguns dos conceitos que estiveram na construção desta nova identidade Expofacic.
Esta renovação gráfica ajuda a Expofacic a manter-se viva, competitiva e memorável, ao mesmo tempo que fortalece a ligação emocional com o público”, justifica o presidente do conselho de administração da INOVA-EM, Pedro Cardoso.
Ainda de acordo com o responsável, “este novo projeto gráfico resulta de uma ampla reflexão por parte da Comissão Organizadora”, que considerou importante ter “uma comunicação visual relevante, estratégica e alinhada aos objetivos atuais do evento”.
Já quanto às datas da Expofacic 2026, também já estão definidas, depois da auscultação prévia às principais entidades parceiras, bem como da avaliação efetuada pela Comissão Organizadora, presidida pela presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio.
Um evento, mil experiências é o mote para aquele que é maior e melhor evento do género a nível nacional. Depois de uma edição memorável em 2025, queremos fazer mais e melhor em 2026”, garante Pedro Cardoso.
Mas as novidades não se ficam por aqui. Depois de ter vencido, em 2019, o prémio de Best Festivity dos Iberian Festival Awards, e de figurar no top 10 das últimas três edições, a Expofacic volta a estar presente entre os finalistas, desta vez em mais três categorias, para além de Best Festivity: Best Communication & Marketing Strategy, Contribution to Sustainability e The Event Safety Award.



CANDIDATURAS AOS PROGRAMAS DE APOIO À REABILITAÇÃO URBANA DE SILVES, SÃO BARTOLOMEU DE MESSINES, ALCANTARILHA, ALGOZ, SÃO MARCOS DA SERRA, PÊRA E TUNES, DECORREM ATÉ AO FINAL DE MARÇO


Decorrem, até ao dia 31 de março de 2026, as candidaturas ao Programa de Apoio à Melhoria das Condições de Habitabilidade (PAHAB) do edificado localizado nas Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) de Silves, São Bartolomeu de Messines, Alcantarilha, Algoz, São Marcos da Serra, Pêra e Tunes, e ao Programa de Apoio à Recuperação dos Jardins e Pátios Interiores (PARJPI) na ARU de Silves.

Todos os documentos inerentes aos processos de candidatura, assim como os respetivos regulamentos, estão disponíveis para consulta e download em https://www.cm-silves.pt/pt/menu/1427/operacoes-de-reabilitacao-urbana.aspx, devendo as candidaturas ser formalizadas através do endereço de correio eletrónico reabilitacao.urbana@cm-silves.pt.

Relembramos que o PAHAB pretende contribuir para a melhoria das condições de habitabilidade do edificado localizado nas referidas ARU, e, desse modo, reforçar a atratividade dessas áreas de reabilitação, designadamente para fins habitacionais, contribuindo para aumentar a oferta de habitação nas áreas centrais dos aglomerados, revitalizando-as e dinamizando-as.

A comparticipação do Município de Silves fixa-se em 20% do valor máximo de despesa elegível (sendo que o máximo da despesa elegível varia de acordo com a tipologia dos trabalhos comparticipáveis definidos no regulamento municipal n.° 614/2024, de 31 de maio).

Por sua vez, o PARJPI visa contribuir para a valorização, promoção e conhecimento do património natural e paisagístico da cidade de Silves, mais concretamente dos espaços verdes privados localizados na ARU de Silves.

Neste programa, a comparticipação do Município de Silves fixa-se em 20% do valor das obras realizadas, tendo um limite máximo por intervenção.

De salientar que as ARU se localizam em território "Geoparque Algarvensis", estando alinhadas com os princípios e valores inerentes ao Geoparque, contribuindo para a qualificação do território e dos valores patrimoniais em presença.

Por fim, importa relevar ainda que os programas de apoio à reabilitação urbana se encontram alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), designadamente com o ODS 7 – Energias renováveis e acessíveis, o ODS 10 – reduzir as desigualdades e o ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis.

Informação detalhada:






 

INTERRUPÇÃO TEMPORÁRIA DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA RUA DR. FRANCISCO NETO CABRITA, ARMAÇÃO DE PÊRA, NO DIA 8 DE JANEIRO


O Município de Silves informa que, devido à necessidade de execução de trabalhos de ligação à rede pública de abastecimento de água, o fornecimento de água será temporariamente interrompido no troço nascente da Rua Dr. Francisco Neto Cabrita, entre as 9h00 e as 14h00, do próximo dia 8 de janeiro.
Serão tomadas todas as diligências para que os trabalhos decorram de forma célere e eficiente, de modo a minimizar os constrangimentos causados, pelo que a autarquia agradece a compreensão dos munícipes e utentes do sistema pelos eventuais transtornos resultantes desta intervenção.

 

O VOTO ÚTIL DE ESPERANÇA NUM PORTUGAL MELHOR

Portugal chega a esta eleição presidencial num tempo exigente. Um tempo de incerteza internacional, de mudanças aceleradas e de desafios internos que se acumulam há demasiado tempo. Não é apenas uma eleição sobre pessoas ou estilos. É uma escolha sobre o rumo do país, sobre a qualidade da nossa democracia e sobre a forma como queremos viver em comunidade. A democracia portuguesa nasceu da coragem e do inconformismo. O 25 de Abril abriu-nos as portas da liberdade, da dignidade e da participação cívica. A integração europeia consolidou esse caminho, trazendo oportunidades, estabilidade e horizontes mais amplos para gerações inteiras. Mas nenhuma conquista é definitiva. 
A liberdade, a democracia e o progresso exigem cuidado, vigilância e renovação permanente. Hoje, muitos portugueses sentem que o país não está a responder às suas expectativas mais básicas. Jovens qualificados que não encontram oportunidades à altura da sua formação. Famílias esmagadas pelo custo da habitação e pela perda de poder de compra. Idosos que esperam demasiado tempo por cuidados de saúde. Territórios do interior que continuam a sentir-se esquecidos. Territórios do litoral com quotidianos de sobrevivência, sem a qualidade de vida desejada. Mulheres que ainda enfrentam desigualdades inaceitáveis. Estas realidades não podem ser normalizadas nem reduzidas a estatísticas. São vidas concretas, são pessoas reais. Perante este cenário, o maior risco não é mudar demais. É continuar a adiar decisões, a pensar apenas no curto prazo, a governar em função do próximo ciclo eleitoral. O país precisa de visão estratégica, de estabilidade e de confiança. Precisa de um Estado mais eficiente, de uma economia que crie valor e aumente salários, de políticas que combatam as desigualdades e reforcem a coesão social e territorial. Num contexto de crescente polarização, de discursos de ódio e de desinformação, a função do Presidente da República torna-se ainda mais relevante. O Presidente não governa, mas garante equilíbrio, moderação e respeito pelas regras democráticas. Deve ser um fator de união, não de divisão. Um garante dos valores da Constituição, dos direitos fundamentais e do pluralismo político. Um Presidente que saiba ouvir, convocar e alertar quando o país se afasta do essencial. É também neste quadro que importa sublinhar o papel absolutamente central da comunicação social local e regional. Jornais e rádios locais são pilares silenciosos da democracia. São eles que acompanham o quotidiano das comunidades, que dão voz aos problemas ignorados, que promovem um debate próximo, informado e responsável. Num tempo em que proliferam a desinformação, o sensacionalismo e o discurso de ódio, estes órgãos de comunicação são espaços de confiança, de equilíbrio e de liberdade de expressão. Defender a democracia é também defender uma comunicação social livre, plural e enraizada nos territórios. A eleição de 18 de janeiro é, para mim, um momento de escolha clara e responsável. Apelo à mobilização cívica, à participação consciente e ao voto esclarecido. Não contra ninguém, mas por Portugal. Por um país fiel à sua Constituição, que protege o Estado Social, que exige respostas sérias na saúde, na habitação, para os jovens e para os idosos, e que cuida da coesão social e territorial. Um país com esperança, com coragem de agir para melhorar a vida concreta das pessoas. No dia 18 de janeiro, peço-vos um voto que garanta equilíbrio democrático, responsabilidade institucional e respeito pelos valores da República. Um voto que afirme que Portugal precisa de união, exigência e sentido de Estado. A esperança é isso mesmo: a coragem de construir um país mais justo, mais equilibrado e mais próximo das pessoas. Com moderação, equilíbrio e confiança no futuro, com sentido democrático, humanista e progressista para ter na segunda volta e na presidência da República uma voz diferente para o futuro de Portugal. 

*António José Seguro

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE RETOMA PASSEIOS PEDESTRES MENSAIS


O Município da Marinha Grande vai retomar a realização dos Passeios Pedestres, no último domingo de cada mês, com participação gratuita, estando a próxima caminhada marcada para o dia 25 de janeiro de 2026, às 09h00, para percorrer a “Rota das Eras à Crastinha”, no Pinhal do Rei.

A iniciativa dá continuidade ao projeto iniciado em 2002 e é promovida pela Câmara Municipal, com o objetivo de estimular a prática regular de atividade física e de lazer, incentivando a adoção de estilos de vida mais saudáveis e contribuindo para o bem-estar físico e emocional da população. A caminhada é uma atividade acessível a pessoas de todas as idades e níveis de condição física, oferecendo inúmeros benefícios.
Com estes Passeios Pedestres, a Autarquia pretende:
- Promover a atividade física como exercício regular e de baixo impacto;
- Prevenir doenças, favorecendo a saúde cardiovascular, o controlo de peso e a prevenção de patologias como a diabetes tipo 2;
- Melhorar a saúde mental, ajudando a reduzir o stresse, a ansiedade e a depressão;
- Reforçar os laços comunitários, através do convívio e da partilha;
- Contribuir para a preservação ambiental, incentivando práticas de mobilidade mais sustentáveis.

O Município convida todos os cidadãos a participar nestes momentos de convívio, saúde e descoberta do património natural do concelho.

O passeio de 25 de janeiro terá concentração, às 09h00, no parque de estacionamento junto do Arquivo Municipal. Para maior comodidade, será disponibilizado transporte até ao local do percurso.

Percurso: “Rota das Eras à Crastinha”, Pinhal do Rei
Distância: 8,5 km
Duração: 2 horas
Dificuldade: Reduzida
Piso: Arenoso e alcatroado
Participação gratuita.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Empreitada de reabilitação arranca nos próximos dias. Serviços do Centro de Saúde de Cantanhede passam a funcionar em instalações provisórias


As obras de reabilitação do Centro de Saúde de Cantanhede vão ser iniciadas dentro de dias, pelo que os seus serviços vão funcionar temporariamente em instalações provisórias, nomeadamente nos contentores devidamente equipados localizados numa área adjacente.
A mudança será realizada a partir de 8 janeiro e poderá demorar alguns dias, admitindo-se a possibilidade de, durante o processo, ocorrerem eventuais constrangimentos no atendimento, situação para a qual o Centro de Saúde e a Câmara Municipal, esta na qualidade de entidade promotora da empreitada, estão a apelar à compreensão dos utentes.
A reabilitação do Centro de Saúde de Cantanhede representa um investimento de 1,743 milhões de euros e tem um prazo de execução de 540 dias consecutivos.
Esta intervenção insere-se num plano alargado de requalificação das unidades de saúde do concelho que a autarquia está a promover na sequência das competências que assumiu neste setor que antes estava na esfera da Administração Central. Para além do Centro de Saúde de Cantanhede, a Câmara Municipal já contratualizou o financiamento de mais oito empreitadas, designadamente a de construção da nova Unidade de Saúde Familiar de Covões, já iniciada, e as de requalificação das Unidades de Saúde Familiar de Febres, Cadima, Tocha e Ançã.
Segundo a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio, “estes investimentos, todos apoiados no âmbito do PRR, representarão um apreciável salto qualitativo nas condições de prestação de cuidados de saúde primários no concelho”. A este propósito, a autarca elogia o trabalho realizado pela Divisão de Estudos e Projetos da autarquia, que desenvolveu atempadamente os projetos, e também à equipa responsável pela elaboração das candidaturas, no âmbito do Departamento Administrativo e Financeiro.
Quanto à empreitada de reabilitação do Centro de Saúde de Cantanhede, esta não contempla alterações funcionais no interior do edifício, prevendo, contudo, um conjunto significativo de trabalhos de beneficiação e reabilitação, incluindo intervenções nas fachadas exteriores.
A melhoria da eficiência energética é um dos objetivos de uma intervenção que contempla a instalação de um sistema solar fotovoltaico para produção de eletricidade destinada ao autoconsumo, não esquecendo a substituição integral das luminárias por tecnologia LED. Além disso, no parque de estacionamento, serão instalados carregadores para veículos elétricos.
O projeto contempla ainda a substituição do sistema AVAC, com a implementação de novas soluções de aquecimento, ventilação e ar condicionado, garantindo níveis elevados de conforto térmico, qualidade do ar interior e eficiência energética, em conformidade com a legislação aplicável.
No exterior, a intervenção inclui a requalificação da área de estacionamento, com a criação de lugares destinados a pessoas com mobilidade reduzida e a motociclos, bem como a melhoria das zonas verdes existentes.

IPO de Coimbra acolhe 20 novos médicos internos em 2026


O Instituto Português de Oncologia de Coimbra acolhe, em 2026, 20 novos médicos internos, dos quais 11 de formação especializada e 9 de formação geral, reforçando o seu compromisso com a formação médica e a qualificação contínua dos profissionais de saúde.
Com o objetivo de apresentar a Instituição, facilitar a integração e dar a conhecer os principais apoios e ferramentas disponíveis para o desenvolvimento da formação médica, a Direção do Internato Médico e a Comissão de Internos do IPO de Coimbra organizaram, entre 2 e 6 de janeiro, um Programa de Acolhimento dirigido aos novos médicos internos.
Ao longo de três dias, realizaram-se várias sessões institucionais e formativas, que contaram com a participação da Presidente do Conselho de Administração e da Diretora Clínica, bem como de representantes do Gabinete Coordenador da Investigação, da Unidade de Farmacovigilância de Coimbra, do Registo Oncológico e de diversos profissionais da Instituição.
Os novos médicos internos receberam ainda um caderno informativo com acesso ao Manual de Acolhimento do Internato Médico, à programação completa dos eventos formativos organizados pela Direção do Internato Médico e pela Comissão de Internos, incluindo a edição de 2026 do Curso de Internato Médico do IPO de Coimbra, bem como informação sobre os apoios disponíveis para a realização de investigação e publicações científicas.
O IPO de Coimbra deseja aos novos médicos internos os maiores sucessos no seu percurso formativo e profissional.

*João Pereira Belo
Assessor de Imprensa
Gabinete de Comunicação