Quatrocentos membros da Milícia Wagnerdesembarcaram na Venezuela para proteger o ditador Nicolás Maduro.
O chefe dessa milícia russa, Dmitri Utkin, foi condecorado pelo presidente Putin. Sua tropa irregular, tida como o “exército secreto privado” do chefe do Kremlin, poderá se especializar na guerra de selva e animar uma guerrilha ecoindigenista (leia-se comunista) na região amazônica.
A “defesa dos índios”, suas “culturas” e reservas, potenciada pelo Sínodo da Amazônia, poderá ser o pretexto barato para incendiar o continente, como sonharam Fidel Castro e Guevara.
ABIM
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