O Executivo
Municipal aprovou por unanimidade, na reunião de 17 de março, um
voto de louvor e reconhecimento a Gonçalo Castelo-Branco, professor
e investigador natural de Cantanhede, que integra
o Comité do Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 2026, órgão
que fará a seleção dos laureados deste prestigiado galardão
científico mundial.
Na proposta
apresentada pela presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio,
pode ler-se que “esta
eleição vem reconhecer o mérito científico e excelência
académica do investigador cantanhedense”.
No
âmbito da sua carreira científica, tornou-se conhecido por várias
descobertas importantes na área da neurociência e biologia das
células da mielina, que contribuíram para ajudar a compreender
doenças como a Esclerose Múltipla.
O texto da
proposta destaca ainda as mais significativas distinções de que o
investigador já foi alvo, nomeadamente o
Prémio da Eric K. Fernström Foundation, atribuído a jovens
cientistas de destaque na Suécia, ou o Prémio Jubileu da Swedish
Society for Medical Research, reconhecendo a excelência científica.
“A
eleição para um órgão tão prestigiado como o Comité Nobel faz
jus ao seu percurso de mérito e honra o Município de Cantanhede”,
conclui.

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