terça-feira, 11 de agosto de 2026

1 de 1.138 Recomendações DGS | Eclipse Solar

 Ações recomendadas:

  • Divulgar recomendações à população sobre a observação segura do eclipse, nomeadamente:
    • Nunca olhar diretamente para o sol sem a proteção adequada (óculos certificados);
    • Verificar os óculos para observação do eclipse:
      • Utilizar apenas óculos certificados (marcação CE e norma ISO 12312-2 visível nos óculos);
      • Confirmar que os óculos não apresentam riscos, furos, fissuras ou outros danos;
      • Não utilizar óculos danificados ou cuja origem seja desconhecida;
    • Não utilizar alternativas aos óculos certificados:
      • Os óculos de sol, mesmo muito escuros, não protegem contra os danos causados pela observação direta do Sol;
      • Não observar o Sol através de telescópios, binóculos, máquinas fotográficas ou outros equipamentos óticos sem filtros solares especificamente concebidos para esse efeito;
    • Observar o eclipse em segurança:
      • Colocar os óculos antes de olhar para o Sol;
      • Manter os óculos colocados durante toda a observação, mesmo na fase de eclipse total;
      • Retirar os óculos apenas depois de desviar completamente o olhar do Sol;
    • Proteger as crianças:
      • As crianças pequenas ou bebés não devem observar diretamente o eclipse, mesmo utilizando óculos certificados, uma vez que podem retirá-los inadvertidamente;
      • Privilegiar métodos indiretos de observação, como a projeção da imagem do Sol ou a visualização através de transmissões em direto (p.e. televisivas ou digitais);
      • Nas crianças mais velhas, explicar previamente a forma correta de utilização dos óculos e assegurar supervisão permanente durante a observação;
    • Estar atento a sintomas após a observação:
      • A observação direta pode provocar lesões sem dor, pois a retina não tem recetores da dor;
      • Os sintomas podem-se manifestar horas a dias depois;
      • A queimadura solar pode provocar, entre outros:
        • visão turva ou desfocada;
        • aparecimento de uma mancha ou ponto cego no centro da visão;
        • alteração da perceção das cores;
        • sensibilidade anormal à luz;
      • Em caso de sintomas deve ser contactado o SNS 24 para devido aconselhamento e encaminhamento.
  • Nos locais onde estejam previstas concentrações de pessoas para observação do eclipse, considerar:
    • afixar informação visível com as principais recomendações de segurança;
    • emitir avisos sonoros, reforçando a necessidade de utilizar proteção ocular adequada;
    • assegurar que os organizadores e colaboradores conhecem as recomendações de segurança, de forma a poderem prestar informação correta ao público.

 

Para apoiar esta divulgação, disponibilizam-se os seguintes materiais de comunicação:

  • Guia para a população;
  • Guia para trabalhadores;
  • Cartaz.

 

 

 

Marinha Grande | 22.ª EDIÇÃO DA CRIATIV(A)RTE ANIMA SÃO PEDRO DE MOEL NOS DIAS 22 E 23 DE AGOSTO

São Pedro de Moel recebe, nos dias 22 e 23 de agosto, a 22.ª edição da Criativ(A)rte, uma iniciativa integrada na programação da época balnear, promovida pelo Município da Marinha Grande, que promete dois dias repletos de arte, cultura, animação e diversão para toda a família.
O evento tem como objetivo valorizar as diversas expressões artísticas, promover os saberes e sabores da terra, divulgar produtos e servos locais e dinamizar o comércio da vila, através de um vasto programa de atividades de participação livrei e gratuita.

Ao longo dos dois dias, o público poderá visitar a tradicional Feira de Artesãos, que contará com a exposição e comercialização de trabalhos de artesanato, descobrir diferentes formas de animação de rua, assistir a espetáculos de teatro e clown, participar em atividades lúdicas e usufruir de insufláveis e jogos destinados aos mais novos.
O evento tem o apoio da Junta de Freguesia da Marinha Grande e do Café Bambi.

PROGRAMA
22.ª EDIÇÃO DA CRIATIV(A)RTE 

22 de agosto . sábado 
16h00 às 23h00 | Feira de Artesãos 
Exposição de produtos realizados por cada artesão. 
(mediante inscrição previamente efetuada) 

16h00 às 21h00 | Insuflável Oceano  
Crianças até aos 12 anos. 

16h00 às 21h00 | Parque de Espuma Insuflável 
Vem divertir-te a valer neste banho de espuma mega divertido! Podes trazer o fato de banho e uma toalha, caso “mergulhes” mesmo nesta aventura! 
Crianças até aos 14 anos. 

16h00 às 18h00 | Poesia Inusitada no Jardim 
Afonso Lopes Vieira e Amélia Rey Colaço convidam o público a descobrir a sua poesia e as histórias que marcaram o seu tempo. 

16h00 às 18h00 | Animação de Rua com os Banhistas 
Dois divertidos e bem elegantes banhistas prometem animar o público com muito estilo, humor e boa disposição. 

17h30 às 19h30 | Ritmos de Bateria com “Mafrilaz” 
Energia, ritmo e boa disposição ao som de solos de bateria cheios de estilo. Quando as palavras falham… a bateria fala por ele! 

21h30 | Espetáculo de Clown "Palito e Mozzarella - A Revolução do Riso" 
O palhaço Palito preparou um fabuloso espetáculo para a sua plateia e, como todos os grandes artistas, vai precisar de uma ajuda muito especial. Decide, então, convidar a sua amiga italiana Mozzarella, uma garbosa palhaça, que não dispensa uma boa partida. 
Um espetáculo cheio de ritmo, surpresas e claro está, muitos disparates! Não recomendável a alérgicos a gargalhadas. 

23h00 | Festa Bambi – DJ Gualter Morais 
A noite continua no Bambi Café. 
Org: Bambi Café 

23 de agosto . domingo 
14h00 às 21h00 | Feira de Artesãos 
Exposição de produtos realizados por cada artesão. 
(mediante inscrição previamente efetuada) 

14h00 às 20h00 | Insuflável Golfinho 
Crianças até aos 12 anos. 

14h30/16h30/18h00 | Animação de Rua com os "Brassdass"  
Conhecidos como a Boys Band do Oeste, são uma fusão de garra e boa música, com umas notas de humor e inspiração regional e mundial, resultam covers que atravessam gerações e personalidades e prometem dar que falar e dançar. Da música pop ao rock, passando pelo pimba, metal e ainda techno... É DASS! 

15h00 às 20h00 | Insuflável de Água 
Desafios, escorregadelas e muita animação esperam por ti! Traz o fato de banho e a toalha e prepara-te para uma experiência refrescante e cheia de diversão! 

15h00 às 20h00 | Jogos do Hélder 
Jogos tradicionais para toda a família. Momentos de diversão garantidos. Todos os jogos são fáceis de jogar, mas ganhar é outra coisa!... 

15h30 às 17h30 | Poesia Inusitada no Jardim 
Afonso Lopes Vieira e Amélia Rey Colaço convidam o público a descobrir a sua poesia e as histórias que marcaram o seu tempo. 

16h00 às 18h00 | Animação de Rua com as Anémonas-do-mar 
Duas divertidas e coloridas Anémonas-do-Mar prometem encantar o público com malabarismos, alegria e boa disposição. 

18h30 | Espetáculo de Teatro "Wifi da Discórdia" 
Chove torrencialmente e 5 amigas refugiam-se no balneário do pavilhão da escola. O pior pesadelo da Geração Z acontece: ZERO TRAÇOS DE REDE!! Uma comédia que aborda, com humor, a abstinência digital e os desafios da amizade e da comunicação sem ecrãs. 
Atuação: Alunas do 4º grau de Teatro do Sport Operário Marinhense  
Dramaturgia e encenação: Prof. Miguel Linares 

19h30 | Espetáculo de Teatro "O Gato Tagarela" 
O Gato Tagarela conta a história de um alegre e pomposo felino que gostava de cantar. Proveniente de uma família de músicos, estava convicto de que viria a ser famoso. Mas o ratinho, que morava bem debaixo do sofá, vai mostrar ao gatinho que, talvez não seja tanto assim. 
E não vão faltar amigos para a grande festa! Uma história divertida, repleta de amizade e de companheirismo. 

Atividades de participação livre e gratuita. 

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Marinha Grande |MUNICÍPIO INICIA OBRA DE REDE DE SANEAMENTO NA RUA DOS FORNALISTAS E ADJACENTES

 O Município da Marinha Grande vai dar início, na próxima semana, à empreitada de execução da rede de saneamento doméstico na Rua dos Fornalistas e arruamentos adjacentes, na localidade de Pero Neto, uma intervenção que representa um investimento de 262.983 euros e que visa melhorar as condições de infraestrutura e a qualidade de vida da população residente.
A obra contempla a instalação de uma nova rede de saneamento doméstico com cerca de 1.263 metros de extensão, a execução de 54 ramais domiciliários e a repavimentação das vias intervencionadas, contribuindo para uma melhoria significativa das condições de salubridade, conforto e segurança da circulação rodoviária.
A intervenção abrangerá a Rua dos Fornalistas, a Travessa dos Fornalistas, a Rua dos Foscadores, a Rua da Rotunda e a Rua das Rosas, no Pero Neto. Para além da construção da infraestrutura de saneamento, os trabalhos incluem a reposição e beneficiação dos pavimentos e a aplicação de sinalização horizontal, promovendo melhores condições de mobilidade para todos os utilizadores da via pública.
A rede de saneamento a construir permitirá recolher os efluentes domésticos provenientes da Rua dos Fornalistas e das ruas adjacentes, encaminhando-os para o emissário existente, reforçando a cobertura de uma infraestrutura essencial para a saúde pública e para a proteção ambiental.
Durante a execução dos trabalhos poderão ocorrer condicionamentos temporários de trânsito e circulação pedonal. O Município apela à compreensão dos moradores e utilizadores das vias abrangidas, assegurando que serão adotadas as medidas de sinalização e segurança necessárias para minimizar os incómodos associados à realização da obra.
A empreitada foi adjudicada à empresa Construções António Leal, S.A., pelo valor de 262.983 euros, acrescido de IVA nos termos legais, e tem um prazo de execução contratual de 120 dias, contados a partir da consignação da obra.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Marinha Grande | CAÇA AO TESOURO LITERÁRIO DESAFIA FAMÍLIAS A DESCOBRIR O LEGADO DE AFONSO LOPES VIEIRA EM SÃO PEDRO DE MOEL

 São Pedro de Moel recebe, durante os meses de agosto e setembro, a atividade “Caça ao Tesouro Literário com Afonso Lopes Vieira e Amélia Rey Colaço”, uma iniciativa dirigida a crianças, jovens e famílias que alia o património cultural à componente lúdica e educativa. A iniciativa acontece aos domingos, das 17h00 às 18h00, e às quintas-ferias, das 16h00 às 17h00.
Integrada na programação cultural promovida pelo Município da Marinha Grande para a época balnear de 2026, a atividade convida os participantes a embarcar numa aventura inspirada na vida e obra de Afonso Lopes Vieira, um dos nomes maiores da literatura portuguesa e figura intimamente ligada a São Pedro de Moel.
Através do livro infantil “Viagem pela Literatura Portuguesa”, de Ana Cristina Luz, os participantes são desafiados a percorrer diferentes pontos da vila, resolvendo pistas e descobrindo curiosidades relacionadas com vários autores da literatura portuguesa, entre os quais Francisco Rodrigues Lobo, Luís de Camões, Fernando Pessoa e Gil Vicente. A atividade evidencia ainda a ligação histórica e emocional destes escritores ao universo literário de Afonso Lopes Vieira.
No início da experiência é entregue o Questionário do Investigador, que orienta a descoberta dos vários desafios. No final, os participantes recebem um Certificado de Investigador Literário, assinalando a conclusão da missão.
A iniciativa conta com a participação das personagens Afonso Lopes Vieira e Amélia Rey Colaço, interpretadas por Miguel Linares e Carolina Santarino, respetivamente, proporcionando uma experiência mais imersiva e enriquecedora para os participantes.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Cantanhede | Comissão Organizadora destaca “crescimento sustentado” do evento, A “fórmula mágica” do sucesso da Expofacic são as pessoas

 
A Comissão Organizadora faz um balanço “extremamente positivo” da 34.ª edição da Expofacic, que decorreu entre os dias 30 de julho e 9 de agosto, tendo constatado um “crescimento sustentado” daquela que é considerada a maior feira-festa do país.
No habitual jantar com patrocinadores e comunicação social, realizado esta segunda-feira, 10 de agosto, a presidente da Câmara Municipal e da Comissão Organizadora, Helena Teodósio, e o presidente da INOVA-EM, Pedro Cardoso, deram conta das apostas ganhas nesta 34.ª edição, com especial enfoque na elevada adesão de público, na reorganização dos vários setores da feira, mas também em matéria de segurança.
De acordo com Helena Teodósio, a edição deste ano mostrou que “a Expofacic não é apenas a soma dos concertos”. “Este ano tivemos muito gente a circular pelo recinto e a visitar as áreas comercial e agrícola, mas também as tasquinhas”, observou, reafirmando a intenção da Comissão Organizadores em manter uma programação que agrade a novos e menos novos. A este propósito, a presidente da autarquia deu o exemplo do espaço Expofacic Kids, que através dos vários espetáculos “trouxe famílias inteiras” ao recinto. Daí que entenda que “a ‘fórmula mágica’ do sucesso da Expofacic “são as pessoas”.
Ainda que não tenha dúvidas quanto ao impacto económico da Expofacic no concelho e na região, a autarca deu conta que o estudo encomendado à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra trará “dados mais concretos”, que ajudarão a tomar decisões que potenciem ainda mais a atratividade do evento.
O desenvolvimento de um território não se faz com decisões pontuais. Faz-se com um projeto definido e a Expofacic faz parte desse projeto. Daí que precisemos de dados mais concretos”, complementou.
Também Pedro Cardoso, presidente da empresa municipal a quem cabe a gestão e operacionalização do certame, não tem dúvidas que “a Expofacic voltou a fazer história”, mantendo-se numa “rota de consolidação da qualidade que todos ambicionamos, reafirmando-se como o maior cartão de visita do concelho e da região centro e uma importante alavanca de desenvolvimento económico, social, cultural, territorial e turístico”.
O balanço não podia ser mais positivo. Registamos números um pouco acima da edição de 2025 que tinha sido um enorme êxito, o que traduz a evolução que pretendemos. Mais do que uma Expofacic maior, uma Expofacic cada vez melhor. A venda de bilhetes subiu 1% e no que diz respeito às entradas, o número aumentou 2,5%”, detalhou.
Pedro Cardoso não tem dúvidas de que “tivemos uma feira-festa melhor, com mais experiências marcantes”, adiantando que um dos segredos do sucesso é o modelo colaborativo adotado. “O sucesso resulta não apenas da dimensão do evento, mas sobretudo do trabalho conjunto de uma enorme comunidade: comissão organizadora, trabalhadores da Câmara Municipal e da INOVA, expositores, patrocinadores, forças de segurança e socorro, associações, voluntários e todos aqueles que, de uma forma ou de outra, contribuíram para que Cantanhede voltasse a viver 11 dias especiais”, concluiu.

Proença-a-Nova | Inauguradas as novas instalações de apoio à Zona Balnear de Alvito da Beira

 
Foram inauguradas esta segunda‑feira, 10 de agosto, as novas instalações de apoio à Zona Balnear de Alvito da Beira, numa cerimónia que reuniu representantes da associação local e do Município de Proença‑a‑Nova. A intervenção reforça as condições de utilização do espaço, oferecendo instalações sanitárias com duche, WC adaptado, zona de armazenamento e um edifício com acabamento em xisto, integrado de forma harmoniosa na envolvente.
António Martins, representante da associação, destacou a importância da obra, lembrando que o pedido nasceu da vontade de “ver a requalificação daquele espaço, a dignificação, com um resultado que valoriza o mesmo seja para a utilização pela população, seja pelos visitantes da Zona Balnear do Alvito da Beira”. Sublinhou ainda a abertura e disponibilidade do Município para responder às necessidades apresentadas.
João Lobo, Presidente da Câmara Municipal de Proença‑a‑Nova, relembrou o papel das associações no desenvolvimento local, afirmando que “a importância da celebração dos 50 anos do Poder Local deve‑se muito ao contributo decisivo das associações”. Referiu também o trabalho do Centro Social, Cultural e Desportivo Alvitense, responsável pela gestão da praia fluvial e pelo funcionamento do Centro de Dia, “não só no Alvito da Beira, mas nas povoações circundantes”.
João Lobo reforçou que “é imperativo que as associações transportem estas necessidades para os munícipes e para a freguesia”, felicitando o trabalho desenvolvido e concluindo: “Tudo o que se faz de bom pelo Alvito será com toda a certeza bom para o concelho de Proença‑a‑Nova e tudo o que se faz no concelho será bom para o Alvito”.
Carlos Ribeiro, Presidente do CSCD Alvitense, encerrou a sessão agradecendo o apoio da autarquia: “Queria agradecer a colaboração da Câmara Municipal que desde a primeira hora sempre se disponibilizou para fazer acontecer, fomos sempre bem recebidos. O senhor presidente disponibilizou‑se para ajudar e custear a obra, porque nós não tínhamos essa capacidade financeira. A obra está feita e a única coisa que temos de fazer é agradecer”.
A inauguração das novas instalações representa mais um passo na valorização da Zona Balnear de Alvito da Beira, reforçando a importância da cooperação entre Município e associações locais na melhoria contínua dos equipamentos públicos.

*Gabriel Reis
Comunicação, Turismo e Eventos

ECLIPSE SOLAR DE 12 DE AGOSTO: ANEPC RECOMENDA CUIDADOS ACRESCIDOS FACE À ELEVADA AFLUÊNCIA A ESPAÇOS RURAIS E FLORESTAIS


A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recomenda à população que, no dia 12 de agosto, adote comportamentos preventivos e medidas de autoproteção, tendo em conta a elevada afluência prevista a espaços rurais e florestais, em particular no nordeste transmontano, para a observação do eclipse solar.

O fenómeno será visível em todo o território nacional, sendo a totalidade do eclipse observável numa área restrita do nordeste transmontano, designadamente na região do Parque Natural de Montesinho, no concelho de Bragança, onde é esperada uma elevada concentração de visitantes.

Face à previsível concentração de pessoas e à manutenção de condições de tempo quente e seco, favoráveis à ocorrência e propagação de incêndios rurais, a ANEPC apela à adoção de comportamentos responsáveis e à utilização segura dos espaços rurais e florestais, recomendando:Planear antecipadamente a deslocação e, sempre que possível, utilizar os transportes disponibilizados e os locais de estacionamento definidos pelas autoridades;
Respeitar a sinalização existente, as zonas de circulação e as orientações da proteção civil e das forças de segurança;
Não parar ou estacionar em acessos florestais, caminhos de emergência, bermas ou locais que possam dificultar a circulação dos meios de socorro, nem bloquear estradas, caminhos rurais ou acessos a povoações;
Não abandonar resíduos e manter os espaços rurais e florestais limpos;
Não utilizar fogo em espaços rurais e florestais, não fumar nem lançar beatas para o chão e cumprir rigorosamente as restrições em vigor em função do perigo de incêndio;
Permanecer nos locais de observação e nos percursos definidos, evitando o acesso a zonas de vegetação densa, encostas ou terrenos de difícil acesso;
Adotar comportamentos responsáveis e evitar qualquer ação que possa contribuir para a ocorrência ou propagação de incêndios rurais;
Manter-se informado através dos canais oficiais das autoridades e cumprir as indicações da Proteção Civil e das Forças de Segurança.
DETERMINAÇÕES OPERACIONAIS

Face aos riscos identificados e à previsível concentração de pessoas, a ANEPC está a implementar um conjunto de medidas de mitigação e reforço da capacidade de resposta, designadamente:Elevação do Estado de Prontidão Especial para os níveis II e III no dia 12 de agosto, em função dos períodos e zonas de maior risco;
Reforço da monitorização da situação operacional, particularmente durante os períodos de maior concentração de pessoas associados à observação do eclipse;
Reforço da partilha de informação e da articulação operacional com as Forças de Segurança e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM);
Pré-posicionamento de meios de socorro em locais e períodos considerados de maior risco;
Reforço da articulação com os Serviços Municipais de Proteção Civil;
Divulgação de informação e recomendações à população, com especial enfoque na prevenção de incêndios rurais, na segurança da circulação e na prevenção de acidentes.
DISPOSITIVO PREVENTIVO E RESPOSTA OPERACIONAL - BRAGANÇA

Face à elevada concentração de pessoas prevista na região de Bragança, encontra-se mobilizado um dispositivo conjunto de proteção e socorro, coordenado pelo Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Terras de Trás-os-Montes (CSREPC-TTM), localizado no Aeródromo Municipal de Bragança e em Rio de Onor (norte e sul).

O dispositivo assegura uma resposta integrada e coordenada, através da articulação entre as seguintes entidades:Corpos de Bombeiros da Sub-Região das Terras de Trás-os-Montes;
Guarda Nacional Republicana (GNR);
Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM);
Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. (ICNF, I.P.);
Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) de Bragança;
Centro Ciência Viva de Bragança (CCVB).

O Aeródromo Municipal de Bragança é o local oficial definido para observação do eclipse solar. A circulação rodoviária estará condicionada nos sentidos Varge – Rio de Onor e Rio de Onor – Guadramil, sendo permitida apenas a moradores, turistas em alojamento local e utilizadores do Parque de Campismo, devidamente identificados.

Os restantes visitantes não deverão parar nas bermas, estacionar em locais não autorizados ou procurar caminhos alternativos, devendo dirigir-se diretamente ao Aeródromo Municipal de Bragança.

Para facilitar a deslocação ao local e, assim, reduzir a circulação automóvel na região, encontra-se disponível um serviço de transporte entre a Estação Rodoviária de Bragança e o Aeródromo Municipal de Bragança.
RECOMENDAÇÕES DA DGS PARA A OBSERVAÇÃO SEGURA DO ECLIPSE SOLAR

A ANEPC alerta ainda para a importância de proteger a visão durante a observação do eclipse solar e recomenda o cumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre os cuidados a adotar e os procedimentos a evitar.

Recomendações da DGS em: www.dgs.pt


Marinha Grande | CAMPOS DE FÉRIAS DA REDE NÁUTICA SOLIDÁRIA ENTRAM NA ÚLTIMA SEMANA DE ATIVIDADES

Teve início ontem, 10 de agosto, na Praia da Vieira, o último turno dos Campos de Férias da Rede Náutica Solidária 2026, que reúne crianças do concelho da Marinha Grande, com idades compreendidas entre os 8 e os 11 anos.
Ao longo desta semana, as crianças participam num programa diversificado que inclui atividades de praia, jogos tradicionais, jogos pré-desportivos, atividades de team building, jogos de água, peddy papers, visitas ao Mariparque e outras propostas lúdicas e pedagógicas adequadas à sua faixa etária. Sempre que as condições meteorológicas o justificam, estão também previstas atividades alternativas, como frisbee, petanca, jogos de perícia, psicomotricidade e plogging.
Este último turno assinala a reta final da edição de 2026 dos Campos de Férias da Rede Náutica Solidária, que termina no próximo dia 14 de agosto, após várias semanas dedicadas à promoção da atividade física, do contacto com o mar, da educação ambiental e do convívio entre crianças do concelho.
Promovidos pelo Município da Marinha Grande, os Campos de Férias da Rede Náutica Solidária abrangem cerca de 80 crianças, distribuídas por vários turnos entre 20 de julho e 14 de agosto, nas praias de São Pedro de Moel e da Vieira.
Integrada na Rede de Estações Náuticas do Centro de Portugal, esta iniciativa proporciona atividades de caráter náutico, ambiental, desportivo, cultural e social, incentivando a adoção de estilos de vida saudáveis, o contacto com o mar e a valorização dos recursos naturais do concelho.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

ÚLTIMO GRUPO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA REDE NÁUTICA SOLIDÁRIA PARTE PARA CARREGAL DO SAL

Partiu esta segunda-feira, 10 de agosto, o último grupo de jovens participantes dos Campos de Férias 2026 – Rede Náutica Solidária, desta vez rumo a Carregal do Sal, onde permanecerá até ao próximo dia 14 de agosto, numa semana repleta de atividades educativas, desportivas e de descoberta do território.
Destinado a jovens entre os 12 e os 14 anos, este quarto e último turno marca o encerramento de uma iniciativa promovida na sequência da tempestade Kristin, que afetou significativamente o concelho da Marinha Grande, garantindo às crianças e jovens a continuidade do acesso a experiências de lazer, aprendizagem e convívio durante as férias de verão.
Ao longo desta semana, os participantes terão a oportunidade de integrar diversas atividades promovidas pelos parceiros locais, incluindo percursos na natureza, atividades aquáticas, iniciativas de educação ambiental, jogos de equipa, ações de promoção da cidadania e visitas culturais e patrimoniais ao concelho de Carregal do Sal. 
As atividades decorrem em articulação com entidades locais e estabelecimentos de ensino, proporcionando aos jovens experiências enriquecedoras em contacto com o património natural, cultural e social da região. A programação inclui ainda uma caminhada pela Ecovia Caminho da Esperança, atividades desportivas e aquáticas, ações de sensibilização ambiental e visitas ao património local.
A Rede Náutica Solidária decorre desde o dia 20 de julho e até 14 de agosto, através de uma parceria entre o PROVERE Náutica Centro de Portugal, a Fórum Oceano e o Município da Marinha Grande, com o apoio dos municípios de Carregal do Sal, Covilhã, Guarda e Pedrógão Grande. Ao longo de várias semanas, crianças e jovens do concelho têm participado gratuitamente em atividades náuticas, desportivas, ambientais e culturais, usufruindo de experiências diversificadas dentro e fora do concelho.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Opinião - Os deficientes sentem-se perdidos nos supermercados


Não existem apenas barreiras arquitectónicas para as pessoas com deficiência. Existem também barreiras humanas, talvez ainda mais importantes, mas sobre as quais quase nunca falamos, porque é muito mais fácil identificar uma escada sem rampa, uma porta demasiado estreita ou um passeio impossível de atravessar do que reconhecer a dificuldade criada por um funcionário que não sabe ajudar, por um serviço que não está preparado ou simplesmente pela ausência de alguém que compreenda que uma pessoa pode precisar de ajuda sem querer perder a sua autonomia.
É precisamente dentro de um supermercado que esta realidade se torna particularmente evidente. Para a maioria das pessoas, entrar num supermercado é um acto tão banal que nem sequer pensamos na quantidade de decisões e movimentos que fazemos quase automaticamente. Entramos, procuramos o pão, escolhemos uma embalagem, vamos buscar água, dirigimo-nos ao balcão da carne, perguntamos se determinada peça pode ser cortada, utilizamos uma máquina para fatiar o pão, procuramos a caixa, pagamos e saímos. Fazemos tudo isto sem pensar que, para uma pessoa com deficiência visual, cada uma dessas pequenas tarefas pode transformar-se num obstáculo que nada tem a ver com a arquitectura do edifício.
Imagine-se alguém invisual que quer fazer as suas compras sozinho. Não quer necessariamente levar um familiar, não quer que outra pessoa escolha os produtos por si e não pretende que alguém lhe faça as compras. Quer simplesmente entrar num supermercado e fazer aquilo que todos nós fazemos, porque ter uma deficiência visual não significa ter perdido a capacidade de decidir, de escolher ou de conduzir a própria vida.
Mas onde está o pão?
Qual é a embalagem que está à sua frente?
Onde está a máquina de fatiar?
Quem está a atender no balcão da carne?
O funcionário está ali ou foi ao armazém?
Onde estão as águas?
Qual é a fila da caixa?
Para quem vê, estas perguntas quase nem existem, porque a resposta está imediatamente diante dos nossos olhos. Para quem não vê, porém, podem significar uma sucessão de momentos de incerteza que tornam uma simples ida ao supermercado numa experiência de dependência e insegurança, quando aquilo que essa pessoa procurava precisamente era exercer a sua autonomia.


E existe aqui uma realidade que merece ser conhecida pelos portugueses: a legislação já reconhece este problema. O Decreto-Lei n.º 10/2015 estabelece, no seu artigo 33.º, que determinadas empresas que detenham mais de cinco estabelecimentos de comércio misto, sob a mesma insígnia e com mais de 300 metros quadrados cada um, devem assegurar, em pelo menos um estabelecimento por concelho, acompanhamento personalizado às pessoas com deficiência e incapacidade visual no acesso aos produtos expostos. Esse serviço deve ser gratuito e as empresas têm ainda obrigações de comunicação à Direcção-Geral do Consumidor relativamente aos estabelecimentos onde o disponibilizam.
Ou seja, não estamos perante uma simples questão de boa vontade de um supermercado que decide, ou não decide, ajudar um cliente. Existe uma obrigação legal destinada precisamente a permitir que uma pessoa com deficiência visual possa aceder aos produtos de um estabelecimento comercial com acompanhamento personalizado, sem que isso signifique abdicar da sua capacidade de escolha.
A questão que se coloca é outra e talvez seja ainda mais incómoda: quantas pessoas sabem que este direito existe e quantas conseguem efectivamente exercê-lo quando entram num supermercado?
Porque uma coisa é ter uma lei e outra, bastante diferente, é fazer com que essa lei seja conhecida pelos cidadãos e incorporada na cultura de funcionamento das empresas. Se uma pessoa invisual entra num estabelecimento e não sabe que pode solicitar acompanhamento, se nenhum funcionário sabe explicar esse direito ou se a ajuda é prestada de forma improvisada, estaremos perante uma situação em que a legislação existe, mas a autonomia continua a depender da sorte de encontrar alguém disponível e preparado para ajudar.
E acompanhar não significa fazer as compras por alguém.
Essa distinção é fundamental. Acompanhar uma pessoa com deficiência visual deve significar ajudá-la a deslocar-se pelo espaço, indicar-lhe os produtos que estão à sua frente, explicar-lhe onde se encontram determinados artigos, conduzi-la até um balcão ou ajudá-la a utilizar um equipamento quando isso seja necessário, mas permitindo sempre que seja a própria pessoa a decidir o que quer comprar. Uma pessoa pode precisar de ajuda para ver sem precisar que alguém pense por ela.
É aqui que surgem as barreiras humanas, aquelas de que tão pouco se fala quando discutimos acessibilidade.
Falamos muito, e bem, de rampas, elevadores, lugares de estacionamento, portas automáticas, passeios acessíveis e instalações sanitárias adaptadas. São conquistas fundamentais e uma sociedade civilizada não pode aceitar que alguém seja impedido de entrar num edifício, utilizar um serviço ou deslocar-se numa cidade por causa de uma barreira física que poderia ter sido eliminada.
Mas podemos construir uma rampa perfeita e continuar a deixar uma pessoa com deficiência completamente dependente depois de ela atravessar a porta.
Podemos ter um supermercado sem qualquer degrau, com portas automáticas e corredores largos, e ainda assim criar um espaço onde uma pessoa invisual não consegue localizar os produtos, utilizar determinadas máquinas, perceber quem está ao balcão ou descobrir onde deve dirigir-se para pagar.
A acessibilidade não pode ser apenas a possibilidade de entrar. Tem de ser também a possibilidade de participar.
E talvez seja esta a parte mais esquecida da discussão sobre deficiência. Uma pessoa pode conseguir entrar num estabelecimento e continuar a não conseguir utilizá-lo em igualdade de circunstâncias. Pode conseguir chegar ao supermercado e não conseguir encontrar o que procura. Pode chegar ao balcão da carne e não saber se está alguém para a atender. Pode querer fatiar o pão e não saber como funciona a máquina. Pode chegar à caixa e não saber onde começa a fila. Pode fazer tudo aquilo que qualquer outro cidadão faz, desde que exista alguém preparado para prestar uma ajuda que, muitas vezes, demora apenas alguns minutos.
O problema é que esses minutos podem fazer toda a diferença.
E as barreiras humanas são particularmente difíceis de combater porque não estão desenhadas num projecto de arquitectura, não aparecem numa planta de um edifício e não podem ser eliminadas simplesmente com uma obra. Dependem de formação, de sensibilidade, de organização e, sobretudo, da compreensão de que ajudar uma pessoa com deficiência não significa tratá-la como incapaz.
Há uma diferença enorme entre dizer "deixe que eu faço" e perguntar "em que posso ajudá-lo?".
A primeira frase pode retirar autonomia; a segunda pode devolvê-la.
É uma diferença que qualquer funcionário de um supermercado deveria compreender, porque o objectivo da acessibilidade não é criar uma relação de dependência permanente entre a pessoa com deficiência e quem a ajuda. O objectivo é garantir que, quando a ajuda é necessária, ela existe de forma natural, respeitosa e eficaz, permitindo que o cidadão continue a tomar as suas próprias decisões.
Uma sociedade verdadeiramente inclusiva não deve obrigar uma pessoa com deficiência a escolher entre a autonomia e a segurança. Não deve fazer com que alguém tenha de levar sempre outra pessoa consigo apenas porque os estabelecimentos comerciais não estão preparados para prestar uma assistência que a própria legislação já reconhece como necessária em determinadas situações.
E isto é particularmente importante porque a deficiência não transforma uma pessoa numa criança que precisa que outros decidam por ela. Uma pessoa invisual pode viver sozinha, trabalhar, estudar, utilizar transportes, gerir o seu dinheiro, constituir família, viajar e tomar decisões complexas todos os dias e, apesar disso, encontrar no interior de um supermercado um conjunto de pequenas barreiras que a fazem sentir-se completamente perdida.
Não porque lhe falte capacidade, mas porque o espaço à sua volta foi pensado quase exclusivamente para quem vê.
É por isso que talvez devêssemos deixar de perguntar apenas se os supermercados portugueses são acessíveis e começar a perguntar se são verdadeiramente utilizáveis por todos. Não basta saber se uma pessoa consegue entrar pela porta; é preciso perceber se consegue escolher os produtos, pedir ajuda quando necessita, utilizar os equipamentos, chegar aos balcões, dirigir-se à caixa e sair do estabelecimento com a sensação de que fez as suas compras, em vez de sentir que alguém teve de as fazer por ela.
A questão é ainda mais importante quando percebemos que o supermercado é apenas um exemplo de um problema muito maior. As barreiras humanas existem nos transportes, nas escolas, nos serviços públicos, nos restaurantes, nos locais de trabalho e em tantos outros espaços onde a acessibilidade é frequentemente reduzida à existência de uma solução física.
Uma rampa pode permitir que uma pessoa entre num edifício, mas não ensina um funcionário a comunicar com uma pessoa surda. Uma porta automática pode facilitar a entrada de alguém com mobilidade reduzida, mas não resolve o problema de um serviço que não sabe prestar assistência. Uma placa pode indicar que determinado espaço é acessível, mas não garante que quem lá trabalha saiba o que fazer quando aparece uma pessoa que precisa de uma ajuda diferente daquela que a maioria dos clientes necessita.
É por isso que as barreiras humanas podem ser mais importantes do que as barreiras arquitectónicas. Uma barreira arquitectónica pode ser identificada, medida e corrigida; uma barreira humana pode permanecer invisível durante anos, precisamente porque muitas vezes ninguém reconhece que ela existe.
E talvez seja essa a maior dificuldade.
Uma pessoa com deficiência não deve ter de agradecer por aquilo que deveria ser um direito, nem deve sentir que está a incomodar quando pede uma ajuda necessária para poder fazer aquilo que os outros fazem sem pensar. O funcionário não está a fazer um favor extraordinário quando permite que um cliente encontre o produto que procura; está a prestar um serviço a uma pessoa que tem exactamente o mesmo direito de comprar, escolher e decidir que qualquer outro cliente.
Precisamos, por isso, de falar mais das barreiras humanas e menos de uma ideia de acessibilidade que termina no momento em que se instala uma rampa ou se abre uma porta. Precisamos de formar melhor quem atende o público, de informar melhor as pessoas com deficiência sobre os direitos que a lei já lhes reconhece e de garantir que as empresas não encaram a acessibilidade como uma obrigação burocrática, mas como uma condição normal do serviço que prestam.
Porque uma pessoa invisual que entra num supermercado não está a pedir que alguém viva a sua vida por ela. Está apenas a pedir que, quando precisar, exista alguém capaz de lhe mostrar onde está o caminho sem lhe retirar a possibilidade de o escolher.
E talvez seja essa a verdadeira medida de uma sociedade inclusiva: não saber apenas quantas rampas construímos, quantas portas adaptámos ou quantos lugares reservados pintámos no chão, mas perceber se uma pessoa com deficiência consegue entrar num supermercado, escolher aquilo que quer, tomar as suas próprias decisões e regressar a casa sentindo que continua a ser dona da sua vida. É aí que começa a verdadeira acessibilidade, porque não basta abrir portas a quem durante demasiado tempo encontrou obstáculos; é necessário garantir que, depois de entrar, essa pessoa encontra também uma sociedade preparada para a receber.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor