sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Portimão: Proteção Civil volta a ‘preparar’ as escolas do concelho

Portimão: Proteção Civil volta a ‘preparar’ as escolas do concelho


No próximo dia 18 de novembro o Serviço Municipal de Proteção Civil de Portimão volta a implementar o programa "A Escola e os Riscos... Preparar para Proteger!", que contempla uma série de medidas incisivas no âmbito da sensibilização do parque escolar e que envolverá alunos, docentes e demais trabalhadores de todos os estabelecimentos de ensino do concelho.

A sessão pública de apresentação oficial está marcada para as 15h00, no salão nobre do edifício sede dos Bombeiros Voluntários de Portimão, e consistirá, à semelhança do ano transato, numa apresentação às direções dos cinco Agrupamentos de Escolas de Portimão e todos os interessados, uma vez que a reunião é aberta à comunidade escolar, nomeadamente Associações de Pais, Associações de Estudantes, Encarregados de Educação, professores, estudantes e trabalhadores dos estabelecimentos.

O programa que arranca neste mês e culminará em março próximo contempla a realização de exercícios internos e à escala real em nos estabelecimentos de ensino.

No calendário avançado, são de destacar as ações direcionadas aos alunos sobre o que fazer em situações de emergência, formação para os docentes e trabalhadores em primeiros socorros e utilização de meios de primeira intervenção em situação de incêndios, procedimentos de evacuação e várias atividades práticas de “mass training” em suporte básico de vida e exposições/demonstrações práticas dos diversos agentes de Proteção Civil do concelho.

.diariOnline RS

12:19 sexta-feira, 13 novembro 2015            

A BIBLIOTECA ESCOLAR

A BIBLIOTECA ESCOLAR
A biblioteca é um recurso didáctico indispensável no processo de aprendizagem. A adopção, pela escola, do método construtivista coloca a pesquisa na vanguarda da metodologia. Além disso, como despertar o aluno para a imperiosa leitura, como criar o hábito de ler, sem a existência de sua matéria-prima?

São poucas as escolas públicas que podem oferecer aos alunos uma biblioteca convenientemente instalada. Por falta de espaço e de recurso humano, geralmente amontoam-se os livros numa pequena sala, sem ventilação, sem acomodação.
Sabemos que, com boa vontade e criatividade, sempre se pode amenizar a falta de uma infra-estrutura, mas, nesse caso, é dificultoso. Ainda, nas séries iniciais, poderá haver a alternativa de revezamento, de dispor os livros na sala de aula, pois que os alunos trabalham com o mesmo professor e por mais horas; nas séries mais avançadas, fica incompatível.

A familiaridade com os livros deve acontecer desde a mais tenra idade. Várias são as estratégias utilizadas, lembrando a já consagrada “hora do conto”. Deve-se valer do imaginário mágico da criança e estimular a curiosidade, passar imagens, conceitos, como de que em cada livro há um tesouro escondido, que os mais valiosos tesouros da humanidade estão guardados na biblioteca. Nela, moram os génios da humanidade, os grandes das ciências, das artes, da filosofia; nela está armazenada a nata da intelectualidade mundial, as obras dos maiores artistas, dos maiores pensadores de todas as civilizações. “Depende apenas de você, de sua vontade de crescer como ser humano, na companhia deles”.

Descobertas e mais descobertas vão se acrescentando, ao aluno, nesse outro mundo de convivência, composto por livros, mundo que o transportará para além das fronteiras, para além dos limites que a imaginação humana pode levar.

Um professor se torna educador quando amplia sua função, quando, no seu idealismo, abraça o caminho infinito da educação, quando, no dia-a-dia, se vê no olhar de cada aluno, criando, para eles, mundos, mediando esperanças, se doando no amor e na coragem.

Se quisermos formar leitores temos que nos valer de procedimentos que convirjam para esse fim. Montar uma biblioteca, com atractivos visuais, num local claro, mantendo-o sempre limpo, com livros, revista e jornais, que atendam as diferentes faixas etárias, dispostos de maneira atraente, de fácil alcance e manuseio, de retirada facilitada, inclusive estimulada,  porque  o mais  comum é fazer o contrário, dificultar, desestimulando o aluno.

A biblioteca deve se constituir num ambiente acolhedor, convidativo; o aluno, reiteradas vezes, orientado para colaborar com a boa ordem, ser responsável, ajudando a manter o livro em bom estado de conservação. É indispensável uma pessoa treinada – bibliotecária é sonhar alto – encarregada  da organização, da manutenção, do atendimento à população estudantil.

A leitura, isentando a pesquisa, não deve ser imposta, mas, sugerida, conduzida, despertada. Deixando-a de livre escolha, o aluno vai revelar suas tendências, suas aspirações, seus anseios. A leitura espontânea é um caminho aberto para conhecer melhor o aluno, sua vocação. Ademais, a coisa imposta produz o efeito contrário, revolta e influencia negativamente.

Frases estimuladoras, incentivadoras, slogans, devem ser espalhadas em volta e dentro da biblioteca. No final do artigo, passo aos interessados, em meus versos, considerações e imagens sobre a biblioteca, que após serem interpretadas pelos alunos, podem ser colocadas nas portas ou nas paredes da biblioteca, como reflexão e estímulo.

A biblioteca é da escola seu mestre-sala, apontando o brilho do sol. Tem, na riqueza dos livros, a estrela-guia do saber, a fonte do conhecimento, regando a semente educacional, fazendo florir a terra, brotar árvores frondosas, capazes de abrigar, com luz, a humanidade.

Sem a educação de nada adiantaria o avanço social; ele perderia sua base de sustentação, de conservação. São os livros que fortificam e dão forma à educação.

A biblioteca de uma escola pública coloca, em seu regaço hospitaleiro, também o menino pobre, estendendo-lhe as mãos, ajudando-o a desbravar sua inóspita floresta, fazendo-o alcançar a clareira e com ela encontrar o seu vale do sol.

A leitura é a fada-madrinha da educação. Criar no aluno o hábito da leitura, prepará-lo para ler, é, talvez, um dos mais representativos passos do educador, que tem na biblioteca o grande sustentáculo. Já se disse que “os livros constroem as grandes pátrias”. Os povos ignorantes abdicam de si nos outros e voltam-se à servidão, ao desaparecimento.

Em termos de infra-estrutura, a biblioteca deve ser colocada, pela escola, num grau absoluto de prioridade.

Izabel Sadalla Grispino
Supervisora de ensino aposentada.

(Publicado em Março/2001)

Ordem alerta que 10% dos enfermeiros do hospital de Portimão têm tuberculose

Ordem alerta que 10% dos enfermeiros do hospital de Portimão têm tuberculose

O presidente do Conselho Nacional de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros (OE), José Carlos Gomes, denunciou hoje à agência Lusa que 10% dos enfermeiros do serviço de urgência do hospital de Portimão têm tuberculose.

"Da informação que recolhi e é segura, embora careça de confirmação, estamos a falar de 10% dos enfermeiros do serviço de urgência" que contraíram tuberculose devido à "falta de uma unidade de isolamento".

Segundo o enfermeiro, esta é uma situação preocupante, pelo que sublinha "a necessidade de algum investimento no sentido de criar unidades de isolamento, que pudessem proteger não só os profissionais de saúde, mas também os outros utentes".

José Carlos Gomes, que visitou hoje o hospital de Santo André, em Leiria, reconhece que a profissão de enfermeiro é de "risco" - apesar de este "não ser reconhecido" -, mas entende que "neste caso, tal como noutros no país, este risco existe por falta de recursos, nomeadamente estruturas de isolamento para estes doentes [com tuberculose]", sublinhou.

Para o presidente do Conselho Nacional de Enfermagem da OE e também candidato a bastonário, trata-se de uma "tuberculose multirresistente, que está associada à toxicodependência".

Já em agosto, o Sindicato de Enfermeiros tinha denunciado à Lusa a existência de casos de tuberculose no hospital de Portimão e acusou o Centro Hospitalar do Algarve (CHA) de não cumprir totalmente as regras de segurança no trabalho, apontando como um "problema" a inexistência de um quarto de isolamento, designado por quarto de pressão negativa, que permita conter possíveis surtos contagiosos, procedendo-se atualmente o isolamento de doentes com tuberculose ou outras doenças contagiosas no serviço de urgência com uma cortina.

Na altura, o CHA explicou que "por absoluta falta de condições, nomeadamente perigoso afastamento do núcleo central do Serviço de Urgência, nunca ou muito raramente este espaço terá servido para internamento de doentes, funcionando, na prática, como armazém de material clínico".

Hoje, após a visita ao hospital de Leiria, José Carlos Gomes revelou que "foram relatados problemas um pouco à semelhança do que se passa por esse país fora", tais como o "não reconhecimento das competências, nomeadamente a especialidade que não é valorizada e acaba por ter impacto na qualidade assistencial dos cuidados de saúde".

Outro problema detetado pelo candidato a bastonário é a dotação que "está a ser agravada com a transferência de enfermeiros do hospital de Leiria para os cuidados de saúde primários".

"Estão a ser retirados os enfermeiros mais competentes, mais especializados e mais experientes, o que não é mau para os centros de saúde, mas pode, a prazo, colocar em causa a capacidade assistencial do hospital em algumas áreas", alertou.

.diariOnline RS com Lusa
19:39 quinta-feira, 12 novembro 2015         


A arte de Conviver

A arte de Conviver















Conviver é uma arte
Encontramos pessoas por toda parte
É impossível não se relacionar
É impossível não se comunicar
Viver é uma arte
Há vida por toda parte
Não há lugar em que não a encontre
Conviver não é fácil
Viver é difícil
São diferenças, defeitos, qualidades
É preciso se comunicar
É preciso se importar
É necessário se conhecer primeiro
Conviver bem com seu eu verdadeiro
Se preciso, mudar o interior
Superar conflitos, controlar emoções
Aprenda a ouvir
Fale na hora certa
Conviver é uma arte
Seja você um grande artista

Autora: Valéria Andrade

"VEM COMIGO" - Festa Universidade Sénior do Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Nazaré

"VEM COMIGO" - Festa Universidade Sénior do Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Nazaré

A Universidade Sénior do Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Nazaré, é uma instituição que assenta a sua preocupação em duas vertentes essenciais da vida humana, a vertente académica e os aspectos sociais e lúdicos.

Numa vertente académica, defendemos e proporcionamos a aquisição de competências e saberes de acordo com os interesses de cada um, possibilitando a inscrição livre nas disciplinas desejadas, proporcionando assim uma aprendizagem individualizada e de acordo com o interesses e ideais de cada um.

Por outro lado, no que respeita à vertente lúdica e social, temos como objectivo combater a solidão, incentivar e proporcionar o desenvolvimento de relações interpessoais numa base de voluntariedade e prazer individual. Para tal, procuramos oferecer actividades que constituam momentos importantes do ponto de vista experiencial e lúdico.

Neste sentido, o Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Nazaré, vem desta forma convidar toda a Comunidade a participar na Festa da Universidade Sénior, que se realizará no dia 21 de Novembro, pelas 21.00h, no Centro Cultural da Gafanha da Nazaré.

Venha conhecer os nossos trabalhos através de um magnífico espectáculo onde pretendemos mostrar um pouco do nosso dia a dia, com apresentações musicais, teatro, exposição de trabalhos, entre outras dinâmicas que de certo lhe iram proporcionar uma noite memorável.

A entrada é gratuita, no entanto, desafiamos todos os interessados a doarem um bem alimentar que será posteriormente distribuído pelas famílias carenciadas, acompanhadas pela resposta social de Atendimento e Acompanhamento Social, também desenvolvida na nossa instituição. Levante o seu bilhete no Centro Cultural da Gafanha da Nazaré.

Junte-se a nós, por uma boa causa.

A Coordenação Pedagógica
Esperamos que possa assistir!
Centro Social Paroquiar de Nossa Senhora da Nazaré
Rua Gil Vicente, nº101
Gafanha da Nazaré
Telef: 234 364 707
https://www.facebook.com/CentroSocialParoquialNossaSenhoraDaNazare/?fref=ts

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

CARACTERÍSTICAS DAS IGREJAS QUE CRESCEM

CARACTERÍSTICAS DAS IGREJAS QUE CRESCEM

As igrejas que mais crescem possuem, pelo menos, três características comuns: uso intenso de modernas ferramentas tecnológicas, forte liderança pessoal e uma poderosa marca institucional. É claro que existem outras características, mas quero me deter nestas três e reflectir sobre os riscos que elas representam para o futuro da igreja.

A revolução tecnológica da segunda metade do século 20 e deste início de século 21 mudou o cenário religioso. A busca pela excelência funcional e por uma comunicação eficiente ocupa o topo das prioridades de muitas igrejas. Possuímos tecnologia para um bom planeamento estratégico, música de excelente qualidade, projectos de crescimento eficientes.

O problema é que a tecnologia tem o poder de substituir aquilo que Deus faz por aquilo que é feito pelo homem. Vivemos o risco de um perigo semelhante ao que Paulo percebeu na igreja de Éfeso, cujos crentes, segundo o apóstolo, tinham aparência de piedade e no entanto lhe negavam o poder. Ter uma boa música, não nos torna, necessariamente, adoradores. Um bom planeamento estratégico não tem o poder de transformar mentes e corações. Projectos eficientes não fazem de nós verdadeiros discípulos de Cristo.

Igreja bem estruturada não é sinónimo de comunhão. A crítica à Igreja de Laodicéia é de que ela era rica e abastada e não precisava de coisa alguma. Inclusive de Deus. A tecnologia vem se tornando um substituto para a fé. Mas essa eficiência não substitui o poder transformador do evangelho. Precisamos perguntar: é possível discernir o que Deus está fazendo? O primeiro risco que a igreja enfrenta hoje é o da negação de Deus. Não a negação de sua existência, mas do seu poder.


Uma segunda característica comum é a forte liderança pessoal. A liderança forte, bem como a tecnologia, em si, não constitui um problema. O risco está naquilo que nem sempre é percebido. Se a tecnologia traz o risco de uma igreja sem Deus, a liderança forte traz o risco de uma igreja sem netos ou bisnetos. Hoje, o que mais atrai os fiéis a uma igreja, além de sua funcionalidade, é o carisma de seu líder.

Ao ser perguntado pela igreja que frequenta, a resposta mais comum é "a igreja de fulano de tal". Essa liderança confere uma posição de destaque ao membro desta igreja. A pergunta é: igrejas assim sobreviverão à uma segunda ou terceira geração? Sobreviverão depois que seus grandes líderes saírem de cena? Sabemos que algumas Mega igrejas na América do Norte entraram em rápido declínio na segunda geração de líderes.

O velho problema da igreja de Corinto se repete: uns são de Paulo, outros de Apolo, outros de Pedro e alguns chegam a dizer que são de Cristo. O personalismo intensifica o narcisismo, que muda o objecto da adoração. Tanto na política como na igreja, a figura forte de um líder compromete o futuro. Vive-se um apogeu glorioso seguido por um rápido vazio e declínio.

A terceira característica é a forte marca institucional, que a torna atraente. Aqui vejo dois perigos. O primeiro diz respeito à busca por relevância. Porém, o que precisa ser relevante, a igreja (instituição) ou o evangelho de Cristo? É possível ser relevante e, ao mesmo tempo, comprometido com a verdade? Sem o evangelho e sem a verdade, qualquer esforço para ser relevante se mostrará, cedo ou tarde, totalmente irrelevante. A imagem que Paulo usa é a do tesouro em vasos de barro.

Não é o evangelho de Cristo que desperta o interesse de muitos para a igreja hoje, mas a própria igreja com seus métodos, programas, música e tecnologia. Isso não é necessariamente ruim. Nem sempre as pessoas serão atraídas pelos motivos mais nobres. O problema é que o vaso vai se transformando não só na porta de entrada, mas num fim em si mesmo. Quanto mais atenção se dá ao vaso, menor valor terá o evangelho.

O outro perigo é a perda da consciência de ser povo de Deus, Corpo de Jesus Cristo. Algumas igrejas que crescem rapidamente atraem uma quantidade considerável de cristãos frustrados com suas igrejas de origem, que ali chegam como a última alternativa institucional de sua jornada cristã. Envolvem-se com paixão, adquirindo uma forte identidade com aquele grupo em particular. O problema é que não são mais capazes de se verem como parte do povo de Deus em uma determinada região ou cidade, mas apenas como povo de Deus de uma igreja particular. É a negação do "povo de Deus" e a afirmação perigosa de uma elite religiosa superior.

CUIDADOS NO CRESCIMENTO

O desafio do movimento moderno de crescimento de igrejas requer alguns cuidados. O primeiro é o de preservar Deus como Deus na igreja. A tecnologia pode nos ajudar em muitas coisas, mas não transforma o coração e a mente caída do ser humano. Só seremos relevantes enquanto permanecermos envolvidos pelo que é eterno. Podemos usar os recursos modernos, mas precisamos nos assegurar que o que virá pela frente serão vidas transformadas pelo poder do evangelho de Jesus Cristo e não consumidores de programas e entretenimento religiosos.

O segundo cuidado é reconhecer a virtude da humildade. O testemunho de João Batista era: convém que ele cresça e que eu diminua. Este deve ser o espírito de qualquer líder. Jesus advertiu seus discípulos em relação ao risco do poder quando disse que entre os grandes e poderosos deste mundo, o maior manda nos menores. No entanto, disse ele, entre vocês não será assim. Quando a admiração por um líder diminui a devoção a Cristo, é sinal de que o espírito desta era já nos capturou.


O terceiro cuidado é compreender que fomos baptizados num corpo. Somos o povo de propriedade exclusiva de Deus. Adoramos a Deus em uma comunidade local, grande ou pequena, mas o Deus que adoramos fez uma aliança com seu povo do qual somos parte. O precioso tesouro foi confiado a um vaso de barro. Seja este vaso grande e inovador, ou pequeno e discreto, o que importa é o tesouro confiado a ele, sempre. Se a relevância pertencer ao vaso, o tesouro será negado à humanidade. É o Corpo de Cristo, todo ele, que revela a glória do cabeça da Igreja.

Os riscos do crescimento são invisíveis, mas muito grandes. Construir uma casa sobre a areia sempre foi uma opção atraente e sedutora. Mas formar discípulos fiéis e obedientes de Jesus Cristo, ensiná-los a guardarem seus mandamentos e obedecê-los, integrá-los em uma comunidade de adoração e serviço sacrificial, sempre foi uma tarefa difícil, lenta e trabalhosa.

Porém, quando vierem as tempestades e os vendavais testando o valor da fé, esta igreja, edificada sobre a rocha, testemunhará a glória da verdade redentora de Jesus Cristo.

Fonte:http://blogdopcamaral.blogspot.com.br/2013/08/crescimento-das-igrejas-tres-armadilhas.html


Apelos falsos para a dádiva de sangue

Apelos falsos para a dádiva de sangue

Circula na internet, há vários anos, um e-mail com um pedido de sangue B- para a Inês, aluna do 12.º de Pinhel, para efectuar um transplante de coração. Pedimos a todos que não reencaminhem este e-mail, pois ele é falso. Nenhuma da informação constante é verdadeira. O IPST, IP tem mecanismos próprios para accionar a reposição de determinado componente sanguíneo, sempre que é solicitado por uma Unidade Hospitalar. Apesar deste pedido ser falso, lembramos que a auto-suficiência em componentes sanguíneos é fundamental para que os doentes possam ter mais e melhor vida. Uma unidade de sangue tem apenas a validade de 42 dias, pelo que é desejável que as dádivas sejam efectuadas de forma regular ao longo de todo o ano. Há sempre alguém que precisa de si. Dê Sangue e Salve Vidas. Partilhe esta mensagem junto dos seus familiares e amigos. Obrigado.
Português do Sangue e da Transplantação, IP.

Comentário: não podemos deixar de repudiar e denunciar os apelos falsos à dádiva de sangue, que são lançados na internet, facebook, por e-mails e via SMs.
A única entidade que legalmente o pode fazer é o IPST, nem sequer as associações devem correr esse risco, apesar de estarem integradas nas comunidades e conhecerem as realidades.
No entanto, considerando que existem diversas épocas do ano em que as dádivas de sangue sofrem reduções, as associações em parceria com o IPST reforçam as Campanhas de Sensibilização a fim de motivar as pessoas saudáveis a doarem sangue, é completamente diferente.
Quando o leitor encontrar alguém a divulgar folhetos, afixar cartazes, ou outras acções de promoção, essa pessoa está cumprir com o seu dever cívico, está convidando as pessoas para doarem sangue, com indicação do local onde se devem dirigir ou está a decorrer uma sessão de recolhas de sangue.
Para os que vivem em Aveiro ou arredores, podem consultar o site: www.adasca.pt , ali  encontrarão os locais e horários onde a ADASCA realiza as suas sessões de dádiva.


J. Carlos