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Posted: 12 Feb 2016 04:43 PM PST
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Posted: 12 Feb 2016 05:29 AM PST
Agora em seu quinto ano, a competição comemora "a beleza do ato de nascer e a habilidade do fotógrafo" em três categorias: trabalho de parto, nascimento e pós-parto
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sábado, 13 de fevereiro de 2016
Este demônio fotônico parece violar a 2ª lei da termodinâmica
Que es el marketing Digital?
Empresas, marcas, PyMes e incluso líderes de opinión comienzan a gestionar sus estrategias de comunicación en base al marketing digital, una tendencia que desde hace un par de años se convirtió en una necesidad, y no solo por cuestiones de recordación, ventas o como resultado lógico de la integración a la web 2.0 o a las famosas redes sociales. Actualmente el marketing digital es la clave de la sobrevivencia de una marca; si bien en años pasados o hasta incluso décadas anteriores, la comunicación y el marketing se hacían de formas diferentes, ahora en estos tiempos la clave del éxito radica en las estrategias de marketing digital.
Pero a todo esto, ¿qué es el marketing digital?
Podemos encontrar muchas definiciones en la web, desde la Wikipedia a sitios más especializados en el desarrollo y análisis de esta práctica, con definiciones muy aterrizadas como la que nos ofrece la empresa de desarrollo web SAShttp://www.sas.com, una de las más importantes de la Unión Americana, la cual define al marketing digital de la siguiente manera:
In simplistic terms, digital marketing is the promotion of products or brands via one or more forms of electronic media. Digital marketing differs from traditional marketing in that it involves the use of channels and methods that enable an organization to analyze marketing campaigns and understand what is working and what isn’t – typically in real time.
En términos simplistas, el marketing digital es la promoción de productos o marcas a través de una o más formas de medios electrónicos. El marketing digital se diferencia del marketing tradicional, ya que implica el uso de canales y métodos que permiten a una organización para analizar las campañas de marketing y comprender lo que está funcionando y qué no lo es - por lo general en tiempo real.
De forma muy simple el marketing digital son todas las estrategias que se despliegan en base a los recursos tecnológicos y a los medios digitales disponibles para gestionar una comunicación directa, rápida y reciproca con todos los consumidores de una marca. Es decir, el marketing digital es el uso de smartphones, tabletas, sitios web, e-comerce, redes sociales, plataformas digitales, televisión digital y hasta videojuegos o aplicaciones para lograr conectarse con un consumidor.
Normalmente el único fin del marketing digital es generar un consumidor activo, pero el logro o la conversión de un fan, follower o seguidor no se logra de la manera tradicional, sino mediante el uso de una reputación y una correcta gestión de contenidos y estrategias de comunicación.
En estos años el marketing revoluciono por completo su forma de trabajar y concebir a los consumidores, ahora se ven a los usuarios de una forma más participativa en la que la clave del éxito está en la comunicación en tiempo real.
Si bien realizar estrategias de marketing online o digital son muchas áreas, actualmente se ha identificado 4 zonas de acción:
1. La propia web de la marca, con contenidos de calidad
2. Posicionamiento SEO o SEM
3. Redes sociales
4. Gestión de aplicaciones
Pero el futuro del marketing online cada día cambia, ya que las nuevas formas y practicas hacen que las reglas del juego se reinventen cada minuto, por lo que es necesario siempre estar siguiendo a las tendencias.
Yesica Flores | febrero 13, 2016 en 4:00 am | Etiquetas: ¿Que es el marketing Digital? | Categorías: Bloggers | URL:http://wp.me/p5cUp9-8x
Aumento do ISP eleva carga fiscal da gasolina para 69% e do gasóleo para 61% – APETRO
Os
impostos passaram a representar em média 69% do preço da gasolina e 61% do
preço do gasóleo, após a subida do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP)
na sexta-feira, de acordo com as contas da Associação Portuguesa de Empresas
Petrolíferas (Apetro).
Segundo
a Apetro, uma vez que já houve o aumento este ano da taxa do carbono, esta
subida do ISP é já "a segunda alteração fiscal que sofrem os combustíveis
rodoviários desde o início do ano".
Com
este aumento, refere a associação na sua página na Internet, a carga fiscal
passará na gasolina de 67% para 69%, enquanto no gasóleo se eleva de 59% para
61%.
Em
cada litro de combustível, além do preço que a petrolífera cobra pelo produto,
o preço final é formado pelos impostos ISP e IVA -- Imposto sobre o Valor
Acrescentado, assim como pela contribuição de serviço rodoviário, pelo custo de
incorporação de biocombustíveis e pela taxa de carbono.
As
petrolíferas têm sempre referido que a carga fiscal é "o elemento com
maior peso no preço final" dos combustíveis, considerando que é isso que
leva os consumidores em Portugal a pagarem preços mais elevados que noutros
países da Europa.
Na
quinta-feira à noite, e para surpresa dos operadores do mercado, o Governo
publicou em Diário da República o aumento de seis cêntimos por litro no imposto
aplicável à gasolina sem chumbo e ao gasóleo rodoviário e de três cêntimos por
litro no imposto aplicável ao gasóleo colorido e marcado (gasóleo verde ou
agrícola), os quais entraram em vigor na sexta-feira.
Na
maioria dos postos de combustíveis este aumento passou a refletir-se no preço
cobrado aos consumidores desde as 00:00 de hoje.
A
subida do ISP foi anunciada pelo Governo aquando da apresentação da proposta do
Orçamento do Estado para 2016 para compensar a descida das cotações do petróleo
nos mercados internacionais, que levou a uma perda de receitas para o Estado.
Com
esta medida, o executivo de António Costa poderá arrecadar mais cerca de 400
milhões de euros este ano.
É
de referir que o valor a pagar pelos consumidores deverá ser superior aos
anteriormente referidos, uma vez que o aumento do ISP também faz aumentar a base
sobre a qual incide o IVA. Por exemplo, no caso da gasolina sem chumbo e do
gasóleo, o aumento total deverá ser de 7,38 cêntimos.
Fonte:
Lusa
Mau tempo faz estragos em vários pontos do país
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) atualizou os alertas para o fim de semana e colocou sete distritos em aviso laranja devido ao mau tempo. Chuva forte já provocou inundações, derrocadas e cortes de estradas.
A estimativa, devido à forte precipitação prevista para esta madrugada e às descargas de barragens, é que o período mais critico ocorra às 06:00, estando localizados no Porto como pontos mais críticos o Postigo do Carvão, Miragaia e o Cais da Ribeira.
A Proteção civil e a Câmara do Porto estão a "contactar individualmente" os residentes e os responsáveis por estabelecimentos comerciais junto ao Douro, avançou à agência Lusa fonte camarária.
O Parque da Alfândega já foi disponibilizado para estacionamento de veículos, bem como para colocação de bens que não possam ser acondicionados pelos proprietários.
A Câmara do Porto garantiu ainda a colocação de um bote em Miragaia destinado a saídas de emergência.
Durante a tarde de hoje, numa nota publicada na sua páginana Internet, a Câmara de Vila Nova de Gaia alertou para a "possibilidade de subida das águas do Douro até [ao] limite das estradas marginais" e remeteu para o aviso da Autoridade Nacional de Proteção Civil sobre a possibilidade de "inundações rápidas em zonas historicamente vulneráveis, mais prováveis nas bacias dos rios Minho, Lima, Cávado, Ave, Vouga, Douro e Mondego".
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) atualizou os alertas para o fim de semana e colocou sete distritos em aviso laranja hoje por causa das chuvas fortes e da agitação marítima.
De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA, os distritos do Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga estão sob aviso laranja.
O 'Aviso Laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro, é emitido devido a uma situação meteorológica de risco moderado e elevado e é aconselhado às pessoas que se mantenham ao corrente da evolução das condições meteorológicas e sigam as orientações da Autoridade Nacional da Proteção Civil.
Parte pedonal da marginal da Foz do Porto cortada
A marginal da Foz do Porto está cortada na parte pedonal devido à forte ondulação, sendo previsível que a circulação rodoviária na via D. Carlos seja encerrada durante a noite, indicou fonte da Polícia Municipal.
"Neste momento [cerca das 20:40] só há corte na parte pedonal e estão a ser feitos alertas às pessoas por causa da agitação marítima. Durante a noite a circulação rodoviária da D. Carlos I poderá ter de ser cortada", disse à agência Lusa o comandante da Polícia Municipal do Porto, António Leitão da Silva.
No 'site' da câmara do Porto lê-se que a Proteção Civil Municipal está a "acompanhar o agravamento do estado do tempo na cidade".
Na mesma nota a autarquia refere que "os cálculos das autoridades apontam para ondulação de noroeste com cinco a sete metros, podendo atingir 10 a 12 metros de altura máxima".
O Porto está hoje sob 'Alerta Laranja', o segundo mais grave de uma escala de quatro.
Comerciantes de Amarante aconselhados a retirar bens das lojas
A Proteção Civil de Amarante aconselhou os comerciantes da baixa da cidade a retirarem os seus haveres dos estabelecimentos, para precaver uma eventual subida do Tâmega, cujo caudal já inundou as caves mais baixas.
O comandante operacional Hélder Ferreira disse à Lusa que, por "uma questão de prevenção", foi dada esta indicação aos comerciantes, sobretudo da Rua 31 de janeiro, e alguns deles seguiram a recomendação.
“As previsões para as próximas horas apontam para muita precipitação, por isso estamos de prevenção", afirmou, frisando que os bombeiros estão a monitorizar a situação e os meios estão no terreno.
O caudal do rio está a cerca de 40 centímetros de atingir a praceta mais baixa da cidade, acrescentou, ao início da noite.
No dia 10 de janeiro, o Tâmega chegou às zonas mais baixas da área urbana, provocando danos materiais em vários estabelecimentos.
Águeda com maiores cheias dos últimos anos
O mau tempo obrigou hoje ao corte de várias estradas em Águeda, devido à subida das águas do rio que atravessa a cidade e cujo caudal está a bater recordes, disse o vice-presidente da Câmara local, Jorge Almeida (PS).
"Estamos numa situação de grande cheia. Os instrumentos de medição que temos nos afluentes do rio Águeda dão-nos conta que estamos perante números que são recorde desde que esses instrumentos estão instalados", disse à Lusa Jorge Almeida.
Segundo o autarca, neste momento há muitas vias de comunicação cortadas, mas não há danos humanos a lamentar.
"Temos algumas ruas na cidade que estão com o trânsito interrompido e na periferia de Águeda temos também um conjunto de estradas que estão inundadas e que tornam extraordinariamente difícil a circulação", adiantou.
De acordo com o autarca, registou-se ainda a derrocada de algumas barreiras.
"A quantidade de água que caiu tem sido uma coisa inusitada e os terrenos encharcados fazem com que, sobretudo na zona mais serrana, tenhamos muitos desprendimentos de barreiras que estão a condicionar fortemente algumas estradas", referiu Jorge Almeida.
O vice-presidente da Câmara de Águeda referiu ainda que todo o sistema de proteção civil municipal está na rua a tentar dar resposta às situações mais urgentes.
Derrocada condiciona trânsito na EN202 entre Arcos de Valdevez e Soajo
O mau tempo provocou hoje uma derrocada de terras e pedra junto à Estrada Nacional 202 (EN202), entre Arcos de Valdevez e Soajo, estando o trânsito parcialmente cortado, disse à Lusa o vereador da Proteção Civil municipal.
Segundo Olegário Gonçalves, a derrocada ocorreu cerca das 18:30 no lugar de Figueiredo, freguesia de Ázere, e não há vítimas.
De acordo com o vereador da Câmara de Arcos de Valdevez, um outro deslizamento de muros para a estrada municipal que serve a freguesia de Távora São Vicente provocou o "corte total" do trânsito, também sem causar vítimas.
Olegário Gonçalves adiantou que ao longo de todo o dia ocorreram "muitas pequenas derrocadas e deslizamento de terras em todo o concelho", apenas com danos materiais.
Têm estado envolvidos nas operações de desobstrução das vias os bombeiros locais e a Proteção Civil municipal, apoiados pela GNR.
Linha da Beira Alta cortada em Mortágua
O mau tempo obrigou hoje a que a circulação ferroviária tivesse sido cortada na Linha da Beira Alta, no concelho de Mortágua, informou fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viseu.
De acordo com mesma a fonte, as fortes chuvas obrigaram a que a circulação na linha da Beira Alta tivesse sido interrompida perto das 16:00, no concelho de Mortágua, distrito de Viseu.
"Não há qualquer tipo de previsão para a sua reabertura", acrescentou, cerca das 19:00.
Entrada no sul de Estarreja cortada ao trânsito por inundação do vale do Antuã
A subida das águas no vale do Antuã levou hoje ao corte dos acessos sul à cidade de Estarreja, disse o presidente da Câmara local, Diamantino Sabina (PSD/CDS).
Em declarações à agência Lusa, o autarca disse que, neste momento, estão cortadas ao trânsito a rua Manuel Marques Figueira (antiga rua Vale do Antuã) e a ponte do Antuã, a partir da rotunda do hospital.
Assim, quem pretender entrar na cidade de Estarreja terá de o fazer pela parte norte, utilizando as autoestradas (A1 ou A29) ou a Estrada Nacional nº.1.
"Nunca vi tanta água em Estarreja, desde há muitos anos, e tivemos de recorrer a este barramento de estradas, por causa da segurança dos automobilistas e de quem por ali transita", adiantou o autarca.
Diamantino Sabina, que também é o responsável pela Proteção Civil Municipal, referiu que não se prevê quando é que estes acessos serão reabertos ao trânsito.
"Neste momento a situação só tende a piorar, porque a preia-mar será por volta das 8:00. Portanto, não temos melhoras tão cedo", adiantou.
Rio Lima à porta de restaurante emblemático de Ponte da Barca
Um restaurante emblemático de Ponte da Barca, situado junto ao rio Lima, "tem a água à porta" devido ao mau tempo e às descargas das barragens do Lindoso e Touvedo, disse hoje à Lusa o comandante dos bombeiros locais.
Alexandre Vieira adiantou que as águas do rio "estão a três centímetros de entrar no restaurante, o que deverá acontecer face à previsão de agravamento do mau tempo a partir das 18:00.
Alexandre Vieira salientou que a proteção civil está "em estado de prontidão" e as barragens de Touvedo e Alto-Lindoso "estão a fazer uma gestão cuidada para não aumentar o débito do caudal", sendo que, nesta altura, "a barragem de Touvedo está a debitar 750 metros cúbicos de água por segundo e a do Alto-Lindoso cerca de 539 metros cúbicos de água por segundo".
O responsável afirmou que, além do restaurante, "não há habitações inundadas nas proximidades do rio", acrescentando que a população da zona ribeirinha "foi aconselhada a tomar medidas de prevenção e a permanecer vigilante".
Vizela encerra duas pontes devido à subida de caudal do rio
A Câmara de Vizela anunciou hoje que encerrou à circulação rodoviárias e pedonal a Ponte Velha, sobre o rio Vizela, e a travessia para peões no Parque das Termas, devido ao mau tempo que se faz sentir há várias horas no concelho.
"Tendo em atenção as condições climatéricas adversas, assim como o aumento do caudal do rio Vizela, informa-se que se encontra encerrada ao trânsito e acesso pedonal a Ponte Velha", lê-se num comunicado da autarquia.
Aquela infraestrutura faz a ligação entre as freguesias de Santo Adrião e Tagilde, através da rua de Lamelas.
A ponte encerrada no Parque das Termas, também sobre o rio Vizela, situa-se junto ao campo de ténis.
Segundo a autarquia, "estes condicionamentos serão estabelecidos por tempo indeterminado, até estarem asseguradas as condições para levantamento das referidas restrições".
A Câmara de Vizela alerta também, de acordo com a informação meteorológica, "para um agravamento das condições meteorológicas nos próximos dias".
Derrocadas condicionam passagem na estrada entre Régua e Mesão Frio
O mau tempo provocou alguns deslizamentos de terras para a Estrada Nacional 108 (EN 108), entre a Régua e Mesão Frio, que se encontra com trânsito alternado para automóveis e cortado a veículos pesados, disse a GNR.
Fonte da GNR de Peso da Régua, distrito de Vila Real, explicou à agência Lusa que a chuva intensa que está a cair hoje na região provocou algumas derrocadas entre os quilómetros 101 e 106 da EN108, com a situação mais preocupante a verificar-se ao quilómetro 103, onde a via se encontra cortada parcialmente. Ou seja, a circulação está a efetuar-se de forma alternada para os carros ligeiros. Os veículos pesados estão a ser desviados para o Itinerário Principal 4 (IPA), na zona de Amarante.
Também no Peso da Régua, a estrada municipal que liga Fontelas a Loureiro está cortada à circulação.
Foi ainda registada mais uma derrocada na vila de Santa Marta de Penaguião, ficando uma rua condicionada ao trânsito.
No terreno estão os operacionais da proteção civil a proceder à desobstrução das vias.
Fonte: economico
Portugueses enviaram para reciclagem 442 mil toneladas de embalagens em 2015
Os portugueses
encaminharam para reciclagem 442 mil toneladas de embalagens, em 2015, mais 6%
do que no ano anterior, com a maior subida a pertencer ao plástico, e a única
descida a ser apresentada pelo papel e cartão.
Os dados hoje
divulgados pela Sociedade Ponto Verde (SPV) referem o crescimento de 32% do
plástico, ao atingir 115.701 toneladas de material recuperado, no fluxo urbano
que inclui embalagens de origem doméstica, do pequeno comércio e canal Horeca
(hotéis, restaurantes e cafés).
A SPV realça o
papel da recolha seletiva, com os eco pontos e o sistema porta a porta, que
cresceu 5%, para 320.629 toneladas, no ano passado.
No global dos
dois fluxos, o urbano e o não urbano, a SPV enviou para reciclagem 729 mil
toneladas de embalagens, um valor semelhante ao resultado do ano anterior,
refere aquela entidade.
O vidro
depositado para reciclagem pelos consumidores urbanos aumentou 4% e chegou às
182.014 toneladas, uma quantidade que a SPV diz ser suficiente para fabricar
360 milhões de garrafas, ou uma torre com 216 metros de altura.
A quebra de 12%
do papel e cartão levou a uma descida do segundo para o terceiro lugar, na
lista dos materiais de embalagem encaminhados para reciclagem, por troca com o
plástico que, assim, subiu uma posição.
No entanto, as
111,8 mil toneladas de papel e cartão, enviadas para tratamento, seriam
suficientes para embrulhar mais de quatro mil Torres de Belém, segundo as
contas da SPV.
Quanto ao metal,
salienta esta entidade, foram recolhidas quase 28 mil toneladas, o que
representa um acréscimo de 14% relativamente aos valores encaminhados em 2014,
e seria suficiente para fabricar cerca de 58 mil automóveis ou mais de 2,2
milhões de bicicletas.
A madeira é o
material com menores quantidades tratadas, ficando nas 4,8 mil toneladas (mais
2%), mas a sua reciclagem evita o abate de 166 mil árvores.
Os resultados
obtidos, segundo a SPV, devem-se às campanhas de sensibilização que desenvolveu,
nos quase 20 anos de atividade, e que contribuíram para que, atualmente, sete
em cada dez lares portugueses façam a separação das suas embalagens usadas.
"A SPV
acredita que, nos próximos anos, a reciclagem de embalagens usadas continuará a
aumentar em Portugal, contribuindo para um futuro melhor para as gerações
vindouras", salienta aquela entidade.
Desde a sua
criação, em 1996, foram encaminhados para reciclagem mais de 6,8 milhões de
toneladas de resíduos de embalagens, o equivalente ao peso de três pontes Vasco
da Gama, e investidos mais de 50 milhões de euros, em ações de comunicação e
sensibilização, e 650 milhões de euros, na recolha seletiva, segundo a SPV.
Fonte: Lusa
Aos 85 anos, Avante! continua a ser o jornal de defesa do povo – direção
O jornal Avante!, que está a assinalar 85 anos de existência, metade dos quais na clandestinidade como órgão antifascista, continua a afirmar-se hoje como um instrumento do PCP a favor das "aspirações dos trabalhadores e do povo".
Denominando-se de "órgão central do Partido Comunista Português", o atual Avante! mantém o objetivo de "dar voz aos trabalhadores e à sua organização, às suas lutas e à sua ação", disse à agência Lusa o diretor Manuel Rodrigues no dia em que o jornal "fechou" a edição número 2.202 comemorativa dos 85 anos da publicação.
"Podemos até dizer que é o único jornal português que de uma forma sistemática assegura que os trabalhadores e de um modo geral as classes antimonopolistas, os micro e pequenos e médios empresários, agricultores, intelectuais e quadros técnicos, os jovens, as mulheres tenham aqui uma voz que não encontramos (...) em outros semanários ou em outros jornais do espetro da imprensa nacional", defendeu Manuel Rodrigues.
Com 32 páginas a cores, o jornal fundado a 15 de fevereiro de 1931, está online há duas décadas e segundo o seu diretor "está atento à evolução dos tempos" no que se refere à utilização da tecnologia para aumentar a sua difusão, referindo como exemplo o processo histórico por que passou o jornal.
"Começou pelo papel bíblia nos tempos do fascismo, por razões óbvias, começou entre duas e quatro páginas e depois evoluiu para o formato grande que se manteve após o 25 de Abril [de 1974] até ao início da década de 80, depois passou para o tamanho tabloide, evoluiu também no domínio das cores e da sua própria colocação online", enumerou.
Nesse sentido, acrescentou, o Avante! "nunca deixou de estar atento à evolução dos tempos e à evolução tecnológica e à necessidade de se afirmar e de aproveitar todo o tipo de veículos para projetar e aumentar a sua divulgação e a sua venda".
Escusando-se a divulgar o número de jornais impressos ou vendidos, Manuel Rodrigues, que assumiu o cargo de diretor há dois anos, explicou que há dois circuitos de distribuição do jornal, cuja redação funciona num dos pisos da sede nacional do PCP, em Lisboa.
Há um circuito comercial que envolve uma empresa de distribuição que coloca o semanário em quiosques, papelarias e livrarias e um outro "que prevalece em termos de venda e de distribuição" e que é a "própria organização do PCP, já que se trata do órgão central do PCP, as organizações regionais do PCP asseguram uma distribuição própria, um sistema de vendas próprio".
Um dos objetivos da direção é alargar as vendas de rua, à porta de empresas ou distribuições domiciliárias.
O jornal, que não tem publicidade, possui uma equipa de sete redatores, dois gráficos, dois fotojornalistas, um chefe de redação e um adjunto e colaboradores regulares em várias áreas.
O Avante! dos tempos da clandestinidade está integralmente disponível online bem como todas as edições desde o ano de 1996 até à atualidade.
Fonte: Lusa
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Mudanças na avaliação do básico são mesmo para aplicar já este ano
(actualizado às )
Tiago Brandão Rodrigues garantiu que a maioria dos mais de 800 directores com quem reuniu estão de acordo com a sua proposta
O ministro da
Educação, Tiago Brandão Rodrigues, confirmou nesta sexta-feira, em declarações
à Lusa, que o novo modelo de avaliação para o ensino básico será mesmo aplicado
já este ano lectivo. O novo modelo põe fim aos exames no 4.º e 6.º ano e
introduz provas de aferição, que não contam para a nota final dos alunos, no
2.º, 5.º e 8.º ano de escolaridade.
Falando no final
da última das sete reuniões que desde o dia 13 de Janeiro tem vindo a realizar
com directores de escolas de todos o país, o ministro revelou que participaram
nestes encontros “mais de 800 directores” e que maioria se manifestou
“claramente em acordo tanto em relação às mudanças, como a calendarização
prevista”.
“Nas minhas
apresentações iniciais tive o cuidado de ter sempre um tópico dedicado ao
porquê da implementação neste ano lectivo e sobre a urgência de intervir [na
avaliação]. Os directores entenderam que era premente modificar o modelo e
entenderam a pertinência de o aplicar neste momento em concreto”, especificou Tiago Brandão Rodrigues que nesta
sexta-feira se reuniu, em Évora, com os directores de escolas do Alentejo.
O ministro
frisou ainda que o novo modelo de avaliação vai ao encontro das preocupações
manifestadas por muitos responsáveis escolares porque vai “resolver problemas
que o modelo anterior apresentava”. Tiago Brandão Rodrigues tem defendido o fim
dos exames no 4.º e 6.º ano por considerar que estes são “nocivos” em idades
tão precoces e serem por isso realizados apenas numa minoria de países.
As declarações
do ministro surgem dois dias depois de o Conselho das Escolas, o órgão que
representa os directores, ter aprovado um parecer onde se pronunciou pela
manutenção dos exames no 6.º ano de escolaridade e em que se opôs à aplicação
das novas regras este ano lectivo, por estas terem sido decididas quando o ano
já ia a meio.
"O Conselho
vê com alguma preocupação o facto de os alunos passarem por dois ciclos de
estudos sem qualquer avaliação externa que certifique se desenvolveram ou não
as aprendizagens definidas para cada um deles", lê-se no parecer do CE,
que foi aprovado por maioria, e onde se frisa também que qualquer alteração no
quadro legislativo "não deve aplicar-se, nunca, no decorrer do presente
ano lectivo".
As novas regras
foram anunciadas no início de Janeiro. Logo na altura, os dirigentes das
associações de responsáveis escolares e o presidente do Conselho das Escolas,
pronunciaram-se contra a introdução destas mudanças quando o ano lectivo já vai
a meio e defenderam a necessidade de promover um “debate amplo” sobre a
avaliação.
No parecer
aprovado nesta quarta-feira, o Conselho das Escolas considera que a introdução
das provas de aferição em todos os ciclos não é incompatível com a manutenção
dos exames no final do 2.º Ciclo. "Antes pelo contrário, complementam-se",
defende. O CE considera, aliás, que os exames -- porque contam para a nota
final dos alunos -- "introduzem maior exigência no sistema educativo,
mobilizam e co-responsabilizam todos os agentes escolares”.
Este parecer do
Conselho de Escolas foi solicitado pelo ministro. Também o Conselho Nacional de
Educação já se tinha pronunciado a favor da manutenção dos exames no 6.º ano e
pela necessidade de promover um consenso em trono da educação, que impedisse
sucessivas mudanças legislativas.
Contactado pelo
PÚBLICO, o presidente do Conselho das Escolas, José Eduardo Lemos, disse que
não tinha mais nada a adiantar, recusando-se a comentar as declarações do
ministro.
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