segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Contribuintes têm mais uma semana para validar as facturas

Governo deu Até 22 de Fevereiro parágrafo a confirmação das despesas dedutíveis no IRS. Entrega das Declarações also foi adiada E de forma arranca a 1 de Abril.
Este ano, a Entrega do IRS atraves de da OU EM Internet papel decorre da nas mesmas datas NUNO FERREIRA SANTOS 
O Governo deu Mais semana uma, Até dia 22 de Fevereiro, Contribuintes parágrafo OS confirmarem nenhuma Portal das Finanças como facturas emitidas no ano Passado Que Dão Direito à dedução de despesas não IRS. O Prazo terminava no final de Desta segunda-feira e, a poucas horas do Fim, um Erro no Sistema impedia Que OS Cidadãos validassem um ritmo como Informações Necessárias.
Horas Antes de o Ministério das Finanças adiar o Prazo, o Portal das Finanças registava Problemas, impedindo OS Cidadãos de Validar como Informações pendentes, setor o Como de Actividade um that corresponde Uma despesa realizada em 2015. Um contribuinte Que estivesse na SUA Página Pessoal não E-factura conseguia Completar como Informações em falta, o MAS não momento da Validação da factura, o Sistema emitia uma Mensagem que o impede de Terminar o Processo: "Já nÃO E Possível Completar a Informação das facturas de ano Anteriores a 2016".
Contactado cabelo PÚBLICO, o Ministério das Finanças reconheceu Que Se trata de "um Erro de sistema" e garantia that Estar um resolvedor o Problema. EntreTanto, o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, anunciou that o Período parágrafo a confirmação das facturas foi prolongado comeu um Próxima segunda-feira, 22 de Fevereiro, Tendo em Conta como "dificuldades Técnicas Que Tem impossibilitado a verificação e Validação de facturas Electrónicas ".
Com este adiamento, deslizam TAMBÉM OS prazos seguintes Ate a Entrega do IRS, that POR ISSO vai Começar Mais tarde fazer that o previsto. A data-limite PARA O FISCO disponibilizar O valentia finais das deduções DOS Contribuintes nenhum site do E-Factura passa ágora um Ser o dia 15 de Março (em vez de 1 de Março). A Partir Dessa nova dados e Até 31 de Março OS Contribuintes PODEM reclamar nenhuma Portal das Finanças OU num Serviço de Finanças dos Valores das deduções calculados Pela Administração fiscal.
"Esta decisão TEM salvaguardar vista em como GARANTIAS DOS Contribuintes não that respeita Ao Conhecimento, em Tempo util, da Informação a disponibilizar Pela Autoridade Tributária, POR contribuinte, de Toda a Informação Que LHE foi comunicada e à Faculdade de Reclamação Prévia dos Valores em causa , respeitando o co-Relacionamento de prazos previstos na lei em consonância com OS prazos de Entrega da modelo 3 ", justifica o Secretario de Estado Fernando Rocha Andrade.
Como este è O Primeiro ano em Que a grande maioria das deduções à colecta do IRS (relativas a 2015) São calculadas automáticamente COM NAS base de facturas comunicadas Ao fisco EO Governo consideră that AINDA há MUITOS Contribuintes that desconhecem como Regras Novas, o Executivo CRIOU UM regime transitorio para quê algumas despesas possam Ser  apresentadas na declaração de rendimentos de IRS .
This possibilidade NÃO Abrange Todas das facturas, APENAS Quatro Tipos de despesas - Educação, Saúde, lares e Encargos com imóveis. Nesse Caso, o Cálculo da dedução à colecta terá em consideração o valor declarado cabelo Sujeito passivo de IRS, substituindo uma factura Que tenha SIDO comunicada Ao fisco. Foi uma Solução encontrada parágrafo Evitar Situações em Que OS Contribuintes se arriscavam a Perder OS Benefícios Fiscais em áreas Como Saúde e Educação, SEJA Porque Uma Entidade NÃO comunicou como facturas Ao fisco, SEJA Porque o contribuinte TEM facturas POR Validar.
O Governo  Já tinha adiado o Prazo (até 19 de Fevereiro)  Para as Escolas Públicas, hospitais e senhorios comunicarem Ao fisco como facturas emitidas em 2015, O Que Significa Que OS contribuinte PODEM AINDA NÃO Encontrar inseridas na SUA Página Pessoal das Finanças algumas destas facturas .
A Entrega do IRS, Que este ano tinha Novos prazos e Iria Começar a 15 de Março, a Só vai arrancar a 1 de Abril.
Quem rendimentos Só figado do Trabalho Dependente UO de Pensões TEM de Entregar uma declaração de 1 de Abril a 30 de Abril (em vez do Período de 15 de Março a 15 de Abril). Pará OS restantes Casos (rendimentos Empresariais, de capitais, PREDIAIS e patrimoniais), o Prazo passa a sor de 1 a 31 de Maio (em Vez das datas de 16 de Abril a 16 de Maio). Este ano Deixa de haver prazos Distintos parágrafo a Entrega das Declarações Pela Internet UO em papel.

Dia 24 de Fevereiro Colheita de Sangue e Registo para Medula Óssea das 16:00 horas às 20:00 horas no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro

Dêem mais sentido à vida
ONDE POSSO DOAR SANGUE EM 2016 EM AVEIRO?

Compareçam, não deixem de convidar os vossos familiares e amigos. O Posto Fixo da ADASCA fica localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso. O dito mercado dispõe de um elevador, um parque de estacionamento onde os dadores podem estacionar as viaturas, sem que corram o risco de serem multados.

Todas as pessoas interessadas em aderir pela primeira vez à dádiva de sangue, estão convidadas a comparecer, fazendo-se acompanhar do B.I. ou do seu substituto de forma a facilitar a inscrição junto do administrativo do IPST, o mesmo deve acontecer com os dadores regulares.

Não se deve doar sangue em jejum, deve-se sim, tomar o pequeno-almoço com exclusão de bebidas alcoólicas. Doar sangue não cria habituação, não emagrece nem engorda, bem pelo contrário, faz bem á saúde.

Lembramos que é necessário efectuar duas dádivas no ano económico para continuar a beneficiar da isenção das taxas moderadoras, ainda que só sejam válidas nos Centros de Saúde (cuidados primários), através da apresentação da Declaração emitida pelos Administrativos do IPST, devendo os dadores guardar uma cópia da referida dádiva.

O sangue é necessário todos os dias, todos sabemos disso. O Sangue não se fabrica artificialmente. O Sangue corre nas suas veias. É saudável? Dê Sangue! Ajude os outros… Poderá ser você mesmo a precisar de ajuda! Doar sangue e medula óssea é um gesto solidário que ajuda a salvar vidas. Não fique indiferente.

Dádiva a dádiva… E a vida recomeça num adulto ou numa criança! Saiba como, quando e onde pode dar Sangue em Aveiro, contacte-nos pelos meios abaixo indicados.
O Posto Fixo da ADASCA funciona no Mercado Municipal de
Santiago, 1º. Piso, em Aveiro, o mesmo que a imagem apresenta
Deixe-se levar pelo Coração. Dê Sangue, porque dar sangue é dar vida. Os questionários para a dádiva de sangue, são distribuídos pela ADASCA no local a partir das 8:00 horas, para adiantar o atendimento dos dadores. O Sangue é "a água necessária" que faz correr o rio da vida! (Elsa Oliveira). Esta jovem já nos deixou… fisicamente. Paz à sua alma.

NOTA: Artigo 7.º - Ausência das actividades profissionais
1 — O dador está autorizado a ausentar-se da sua actividade profissional pelo tempo necessário à dádiva de sangue, a Lei confere essa permissão, devendo o dador posteriormente fazer prova à entidade empregadora mediante a declaração que deve ser pedida no local onde se efectua a dádiva.

Diário da República, 1.ª série — N.º 165 — 27 de agosto de 2012, Lei n.º 37/2012 de 27 de Agosto, Estatuto do Dador de Sangue.

Amem a liberdade, sejam felizes.
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Telef: 234 095 331 (Sede) ou 964 470 432
ONDE POSSO DOAR SANGUE EM 2016 EM AVEIRO?

Coordenadas GPS:
N 40.62659
W -8.65133   

Nota: o mapa de Brigadas para todo o ano 2016 pode ser solicitado através deste e-mail: geral@adasca.pt, podendo ser consultado no site indicado acima.

 Localização do Mercado Municipal de Santiago em Aveiro
http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/2014/11/localizacao-do-mercado-municipal-de.html

É importante não cair no erro de "facilitar a morte das pessoas"

A despenalização da morte assistida está a dominar a opinião pública. Em causa, o facto de 100 personalidades portuguesas terem assinado um manifesto em defesa da eutanásia.

Getty Images
A eutanásia está na ordem do dia e promete vir a alimentar acesos debates nos próximos tempos. É um tema fraturante que mobiliza e divide a opinião pública. O manifesto 'Direito a morrer com dignidade', apresentado há uma semana, acendeu o rastilho a uma ampla discussão. Eutanásia em Portugal: Sim ou não?

Para o bastonário da Ordem dos Médicos esta é uma “decisão de grande complexidade que está legislada em poucos países”, razão pela qual “deve ser amplamente discutida” em Portugal.
E essa discussão, disse José Manuel Silva ao Notícias ao Minuto, deve ser feita no espaço público e com recurso a um referendo.
“A melhor maneira é promover o referendo”, defendeu, até porque o “manifesto apresentado fala apenas em aliviar o sofrimento, mas é vago e perigoso porque não tem uma fronteira definida”.
“Há muitas formas de sofrimento. Isso permite que pessoas que estão em sofrimento e não têm doenças terminais queiram ser submetidas à eutanásia. Em vez de ajudarmos as pessoas em sofrimento estamos a propiciar uma forma mais fácil de morrer. Isto são questões complexas e individuais que devem ser submetidas a referendo, até porque não se trata de uma questão política ou religiosa, mas sim de uma questão ética ”, indicou.
Assim, o bastonário questiona: “O manifesto apresentado mostra que muita gente é a favor da morte com dignidade. Mas qual é o significado que atribuímos à ‘morte com dignidade’?”.
A ‘morte com dignidade’ é, de resto, o fundamento no qual Francisco George, diretor da Direção-Geral de Saúde (DGS), se baseou para ter assinado o manifesto.
“Subscrevi este manifesto em nome da promoção da dignidade e da oportunidade em direitos humanos. O direito à eutanásia é uma questão de dignidade e de direitos humanos e as pessoas têm o direito a optar pela morte assistida”, disse aoNotícias ao Minuto o responsável que garante ter assinado o manifesto “enquanto cidadão e não enquanto diretor da DGS”.
Mas se José Manuel Silva se mostra a favor de um referendo e contra a despenalização da morte assistida, Francisco George é totalmente a favor da prática. No entanto, ambos concordam num aspeto: em caso de aprovação terá de ser levada a cabo uma alteração ao Juramento de Hipócrates.
“Em termos médicos seria necessário uma alteração do Código Deontológico e do Juramento de Hipócrates porque [a eutanásia] colide com a ética médica”, referiu o bastonário.
Mas para Francisco George esse não será um problema. “O Juramento de Hipócrates não é um juramento absoluto”, começou por dizer, lembrando que o mesmo “tem sido revisto e pode ser novamente revisto tendo em conta o progresso da Humanidade”.
O Código de Ética, lembrou o bastonário, “proíbe a eutanásia” e a formação que os médicos recebem “baseia-se em salvar vidas”, por isso, uma despenalização da morte assistida “traria situações novas e complexas dentro da própria classe médica”.
Algo com que Francisco George concorda, mas que desdramatiza, lembrando que “os médicos têm direito a recusar-se a levar a cabo o procedimento pois têm o direito à objeção de consciência”.
Já para o bastonário da Ordem dos Médicos, a discussão sobre o tema não deve passar pelo Parlamento e “nem se compreenderia se assim fosse”. “Não pode ser uma questão politizada, todas as entidades devem integrar este debate”, defendeu.
Até porque, lembrou, é “muito mais barato induzir ou facilitar a eutanásia” do que proporcionar um tratamento, mas “não é esse o caminho que queremos seguir”.
Nesta senda, José Manuel Silva refere que é importante não se cair no erro de “facilitar a morte das pessoas”.
“Em muitos dos casos as pessoas só desejam morrer porque não querem ser um fardo para a sociedade, para a família e aí, a nossa sociedade falhou”, explicou.
“Este é um tema que não é urgente e que deve ser cuidadosamente discutido. Há pessoas que não têm noção que isto é matar ativamente quando há meios para tratar e evitar o sofrimento”, concluiu, referindo-se aos cuidados paliativos.
http://www.noticiasaominuto.com/pais/537298/e-importante-nao-cair-no-erro-de-facilitar-a-morte-das-pessoas?utm_source=emv&utm_medium=email&utm_campaign=daily

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Ines Sofia · 
dependendo das condições em que as pessoas se encontrem sou totalmente a favor, incluindo se uma pessoa de um momento para o outro fica dependente dos outros por exemplo após um acidente deixa de se mexer por completo (o meu pai em 2009 teve um acidente que para sorte dele morreu no local do acidente, caso contrário estaria totalmente dependente de terceiros apenas iria conseguiria falar e nessas situções concordo plenamente) já para não dizer que esse senhor fala, fala mas quase de certeza que se estiver numa situação limite (doença terminal, estejam totalmente dependentes dos outros como por exemplo como estaria o meu pai, etc) ele irá pedir a eutanásia
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Arnaldo Pereira · 
Que dizer de alguns medicos, que com a sua falta de( atenção) deixam morrer doentes?os enfermeiros, que estão a pedir equiparação em certos casos aos medicos , e falham desastrosamente?pensem em muitas das asneiras que foram feitas e digam de verdade se há ou não razao para a morte assistida.!!
Gosto · Responder · 1 · 10 h
Jose Mario Pinto · 
Esta questão, devido ao conteúdo, só interessa para desviar atenções de questões actuais e serve para meter os Portugueses em polémicas e em debates, em que afinal só poucos especialistas percebem o que é a Eutanásia e quais as situações em que é aplicada. Daí a maioria destes comentários politiqueiros e diga-se, na maioria de ignorantes da matéria, querem alguns comentaristas que se faça referendo sobre a vida e a morte devido a situações de e extrema desumanidade e sofrimento, para quê?
A Assembleia da Republica e os Médicos, as Comissões de Ética e Moral e os Cientistas não chegam? É preciso GASTAR DINHEIRO E DIVIDIR mais os Portugueses, com referendo sobre um assunto tão polémico e delicado?
Gosto · Responder · 1 · 13 h
Ana Portugal · 
claro que falhou :FALHA
Gosto · Responder · 14 h
Alejandro Cruz · 
Sou a favor da eutanásia para doenças terminais, em pessoas que na sua consciência e sabendo o seu destino certo de dor e perda total de presença humana no seu corpo doente assim o decidam.
Da mesma forma que existem médicos que fazem abortos, de certo existirão médicos que aceitam fazer esta acção clínica de provocar a morte serena em pessoas.
É preciso é definir a melhor forma de regulamentar isto, e fiscalizar estas acções.
Gosto · Responder · 3 · 15 h
Liliete Melancia · 
É exatamente o que penso. Por isso peço cuidado e muita atenção.
Gosto · Responder · 1 · 13 h
Manuela Marrecas Fernandes
E quando estão dentro de um avião a bombardear uma cidade o que estão a fazer? a matar gente, e gente sã, jovens na flor da idade cheios de sonhos e desafios, crianças a flor da vida a brotar ainda, a alegria dos seus pais, futuras mãe com filhos já no ventre, ou não morre ninguém!? Então um ser que sofre numa cama já sem alegria nem quaquer felicidade ou interesse pelo que o rodeia, que cada dia que passa a vida para ele é um fardo de dores físicas e psicológicas por tudo o que o está a matar, não se pode fazer eutanásia porque lá vem a cena da ( ética )? Mas mandar homens e mulheres para ...Ver mais
Gosto · Responder · 3 · 12 hEditado
Sao Abreu Abreu · 
Então resolva o problema sozinho ,não meta outros ao barulho
Gosto · Responder · 14 h
Liliete Melancia · 
Não é matéria fácil, considero de grande responsabilidade, pergunto mesmo que ser humano pode decidir pela continuidade ou interrupção da vida de outro ser humano? sim, porque isto é o que vai acontecer. Muita atenção, muito cuidado. Não tem que ver com dogmas ou crenças, é uma opinião racional que quero aqui partilhar.
Gosto · Responder · 1 · 17 h
Francisco Delgado · 
sou totalmente contra isso .. entao quando chegarmos a velhos e cair num hospital tem a morte certa .porque os velhos só dao trabalho e despesa mais nada entao vamos acabar com eles sou totalmente contra isso ..era uma maravilha para o estado e para os hospitais e para muitas familias que só querem é ficar com os bens dos velhos..
Gosto · Responder · 1 · 17 h
Ana Maria Neves · 
Se tivesse um pai ou uma mãe, como tive a minha, a sofrer com dores horríveis, sem sair da cama, esquelética, durantes meses e meses e a sua ultima semana de vida sem sinais vitais nenhuns, talvez desejasse que o fim chegasse rápido. Eu sofri muito ao ver o estado vegetativo de minha mãe, sabendo eu, que era a coisa que ela mais pedia a Deus que lhe não acontecesse. Sabe, são coisas muito complicadas e por vezes não as compreendemos como deviamos. Respeito a sua opinião, mas tenho direito à minha.
Gosto · Responder · 14 h
Francisco Delgado · 
Ana Maria Neves compreendo e aceito a sua opinião mas a senhora também vê o meu ponto de vista é muito complicado eu não sou a favor...
Gosto · Responder · 14 h
Raul Vilela · 
Há quem ande para aqui a chamar DEUS ao barulho. Deus não é para aqui chamado.
Gosto · Responder · 17 h
Alberto Melo · 
Se o colégio de tecnicos entender que a medicina não tem alterntivas para o caso ,porquê prolongar o sofrimento. :Deus ? Hipocritas? Não é mata-lo é poupa-lo (a)
Gosto · Responder · 1 · 17 h
Ana Maria Neves · 
Ramiro Costa , pode ser que algum dia passe por uma situação que lhe mude a forma de pensar.
Gosto · Responder · 14 h
Sandra Lopes
Eu sou a favor da eutanásia! Ficar a agonizar numa cama não é vida, digam o que disserem e sei muito bem do que falo, infelizmente.
Gosto · Responder · 19 h
Sao Abreu Abreu · 
Parece que tiveste uma experiência? Se fosse autorizado a eutanásia ja não existia para contar a história
Gosto · Responder · 14 h
Maria Teresa Martins · 
A advertência feita pelo dignissimo bastonário da Ordem dos Médicos pressupõe que as demais opiniões e o acto legislativo que ainda não aconteceu padece de déficite de responsabilidade. Igualmente discordo que o debate em causa começe pelo que possa ou não ser o significado de "morte com dignidade" porque o vejo como um caminho infrutifero, inconclusivo. Por isso contrapoponho que se começe por pôr em causa o juramento de Hipócrates O dever dos médicos de salvar vidas devia ser comulativo um segundo requisito/objectivo -: qualidade de vida socialmente aceite -. Parece-me inaceitável que um doe...Ver mais
Gosto · Responder · 2 · 20 h
Ana Maria Neves · 
Passei por isso e sei o que sofri e chorei, desejando que o fim de minha mãe chegasse rápido, embora passados 31 anos, continue a sentir imensa falta e saudades dela!
Gosto · Responder · 14 h
Raul Vilela · 
Preocupem-se em dar melhor vida a quem toda a vida trabalhou e não com o "despacho" definitivo porque passa a ser um encargo e podem tirar as grandes comodidades. Vão à lá mierda!
Gosto · Responder · 2 · 20 h
Joao Carrelhas
estranho muito estranho toda e gente com problemas sobre o legitimo direito duma pessoa querer morrer cpmo quiser. No entanto essa falsa moral nao se importa de apovar o aborto quando esta em causa uma segunda vida. Quer dizer morrer como queremos nao. Matar uma seegunda pessoa esta be.m
Realmente que cinismo de etica
Gosto · Responder · 1 · 21 h
Jorge Brancal Bulha · 
O problema coloca-se exactamente no sofrimento. É um problema de consciência individual, O sofrimento em situações que a medicina reputa de terminal é insuportável. O sofrimento não é só de dor física e psicológica. O maior sofrimento nos estados terminais é a asfixia intermitente e prolongada pela tecnologia. No caso de um animal em sofrimento o homem abate-o por misericórdia. No caso do ser humano o juramento de hipócrates obriga os médicos a prolongar o seu sofrimento mesmo sabendo que o tratamento não tem solução. O ESTADO não deveria impôr a solução. Deveria dar liberdade de escolha indiv...Ver mais
Gosto · Responder · 3 · 21 h