sábado, 26 de novembro de 2016

MENINA DE 14 ANOS FOI DROGADA E VIOLADA POR QUATRO COLEGAS NA ARGENTINA


 
Uma menina de 14 anos foi drogada e violada por quatro colegas de turma, depois de ter levada por uma amiga a casa de um dos agressores em Misiones, na Argentina.
A vítima, estudante da escola Concepción de la Sierra, contou à mãe que naquele dia não foi às aulas e foi com uma amiga até casa de um colega – onde foi forçada a ingerir uma bebida com comprimidos que não conseguiu identificar, destaca o jornal Clarin.
Depois, a rapariga terá sido violada por quatro rapazes, na presença da amiga que assistiu a tudo mas não impediu a situação.
Segundo a mãe da vítima, um taxista ouviu os gritos e pedidos de ajuda da jovem, resgatando-a e levando-a para o hospital de Posadas.
“O homem vive em frente à casa onde tudo aconteceu e interveio quando ouviu os gritos de socorro da minha filha”, disse a mulher.
A criança foi encaminhada para o hospital com ferimentos graves na área genital e, de acordo com a mãe, sofre ataques de pânico desde o incidente.
Até ao momento, os agressores não foram acusados de nenhum crime porque são menores de idade.
“Destruíram a nossa vida. A minha filha não quer ir para a escola e vai ser tudo muito difícil para nós porque os atacantes estão em liberdade “, adiantou a mãe da vítima.
Este incidente surge depois de se terem realizado vários protestos na Argentina contra a violência de género, desencadeados pelo caso de Lucía Pérez, uma adolescente que foi violada e assassinada.
A jovem estudante foi levada por um grupo de traficantes depois das aulas e morreu depois de ter sido drogada, violada e empalada com uma estaca de madeira.
O jornal El País relatou que, para além de Lucía Pérez, pelo menos outras três mulheres foram assassinadas na Argentina. O Supremo Tribunal de Justiça da Argentina registou 235 feminicídios em 2015, ou seja, uma média de um crime a cada 36 horas.
BZR, ZAP
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DESVENDADO O MOTIVO DA QUEDA DA SONDA SCHIAPARELLI EM MARTE


 
(dr) ESA
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Um relatório publicado esta semana pela Agência Espacial Europeia (ESA) revela que a queda da sonda Schiaparelli em Marte foi provocada por um “problema de software da navegação” que calculou mal a altitude.
Um grande volume de dados recuperados mostra que a entrada atmosférica e a travagem associada ocorreramexatamente como esperado.
O paraquedas abriu a uma altitude de 12 km e a uma velocidade de 1730 km/h – o escudo térmico do veículo, tendo servido o seu propósito, foi libertado a uma altitude de 7,8 km.
De acordo com o relatório divulgado pela ESA, à medida que o Schiaparelli descia com o paraquedas, o seu radar Doppler funcionou corretamente e as medições foram incluídas no sistema de orientação, navegação e controlo.
No entanto, informações erradas geraram uma altitude estimada que era negativa – ou seja, abaixo do nível do solo.
Esse erro desencadeou uma libertação prematura do paraquedas e da concha traseira, um breve disparo dos propulsores de travagem e, finalmente, a ativação dos sistemas terrestres como se o Schiaparelli já tivesse aterrado.
Na realidade, o veículo ainda estava a uma altitude de aproximadamente 3,7 km. Desta forma, a Schiaparelli acabou por se dirigir ao planeta vermelho a cerca de 540 quilómetros por hora em vez de travar suavemente para a aterragem.
A plataforma Schiaparelli custou 230 milhões de euros e viajou 496 milhões quilómetros, durante sete anos, inserida na sonda Trace Gas Orbiter (TGO).
“Esta ainda é uma conclusão muito preliminar das nossas investigações técnicas. O quadro completo será fornecido no início de 2017,” afirma David Parker, Diretor de Voo Espacial Humano e Exploração Robótica da ESA.
“Aprendemos muito com o Schiaparelli, o que vai contribuir diretamente para a segunda missão ExoMars, atualmente em desenvolvimento com os nossos parceiros internacionais, e com lançamento previsto para 2020”, destaca.
“A ExoMars é extremamente importante para a ciência e exploração europeias. Juntamente com todos os participantes do programa, vamos trabalhar para a conclusão bem-sucedida da segunda missão ExoMars.” afirma Roberto Battiston, presidente da agência espacial italiana ASI.
Entretanto, os dados científicos dos instrumentos a bordo do Schiaparelli durante a entrada, além dos dados do TGO da ExoMars, da Mars Express e do GMRT (Giant Metrewave Radio Telescope) na Índia, foram passados às equipas científicas.
Estes dados vão contribuir para a compreensão do Planeta Vermelho e, especialmente, da sua atmosfera.
O TGO está a começar a primeira série de observações científicas desde que chegou ao Planeta Vermelho no dia 19 de outubro, e irá iniciar uma longa série de manobras de aerotravagem que vão colocar a nave espacial na sua órbita operacional no final de 2017.
ZAP / CCVAlg
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FÓSSIL PERUANO EXPOSTO NO JAPÃO HÁ 17 ANOS AFINAL ERA UMA NOVA ESPÉCIE DE BALEIA


 
(dr) city.gamagori.lg.jp
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O fóssil de uma baleia encontrado no Peru e exposto no Japão há 17 anos foi identificado como uma nova espécie de cetáceo do Mioceno tardio, período que vai desde há 10 milhões até há cinco milhões de anos.
Trata-se de “uma descoberta-chave para conhecer a evolução das baleias”, disse hoje à agência Efe a curadora Naoko Miyagawa, do Museu da Terra, Vida e Mar de Gamagori, onde se encontra exposto, desde a sua inauguração em 1999, o esqueleto de oito metros de comprimento, cuja valia se desconhecia.
O fóssil é de um exemplar de uma nova espécie da família dos balenoptéridos, conhecidos comummente como rorquais, que incluem os maiores animais da Terra e representam mais de metade da subespécie dos misticetos (baleias de barbas).
Uma casualidade levou à descoberta, já que a investigação, levada a cabo pela comunidade científica britânica Royal Society, começou a propósito de uma visita ao museu, em fevereiro de 2015, de um grupo de especialistas que aventaram a possibilidade de se tratar de uma nova espécie, dadas as diferenças relativamente aos exemplares conhecidos de rorquais.
“Foi possível determinar como uma nova espécie graças à caraterística do crânio do esqueleto“, explicou Naoko Miyagawa.
O esqueleto, encontrado após uma escavação na região peruana de Arequipa há 26 anos, foi adquirido em 1998 para a inauguração do museu que agora prepara uma nova exposição centrada neste exemplar que vai ser inaugurado em março do próximo ano.
/Lusa

JUIZ DÁ DEZ DIAS A ANTIGA PRIMEIRA-DAMA DO PERU PARA DEIXAR A FAO E REGRESSAR AO PAÍS


 


A ex-primeira-dama do Perú, Nadine Heredia
A ex-primeira-dama do Perú, Nadine Heredia
Um juiz peruano deu, esta sexta-feira, dez dias para Nadine Heredia, mulher do antigo Presidente Ollanta Humala renunciar ao cargo na FAO e regressar ao país, sob pena de aplicar uma medida mais grave caso solicitada pelo Ministério Público.
Nadine Heredia, que foi nomeada diretora do gabinete de representação da Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO) em Genebra, é investigada no Peru pelo suspeita de lavagem de dinheiro num caso de alegado financiamento irregular do Partido Nacionalistas Peruano (PNP), fundado e presidido por si e pelo seu marido durante as campanhas eleitorais de 2006 e 2011.
“Requer-se que regresse em dez dias, caso contrário o procurador pode pedir uma medida mais grave no caso do incumprimento do pedido que lhe impõe este despacho”, afirmou o juiz Richard Concepción Carhuancho.
O juiz sublinhou que Heredia, cuja nomeação para a FAO foi contestada formalmente pelo Peru, “não terá, em princípio, violado qualquer conduta” ao aceitar o cargo e viajar para a Europa. Contudo, ressalvou, está a sua comparência no país tem, por isso, “restrições”, pelo que “deve manter as suas raízes no Peru, residência no Peru e trabalho no Peru, não no estrangeiro”.
Nesse sentido, considerou que o prazo de dez dias para regressar se afigura “suficiente para que se desvincule” do seu trabalho na FAO em Genebra.
O ex-presidente do Perú, Ollanta Humala, e a ex-primeira-dama Nadine Heredia
O ex-presidente do Perú, Ollanta Humala, e a ex-primeira-dama Nadine Heredia
A designação de Heredia para a FAO e, por conseguinte, a sua saída do país, foi recebida com indignação no Peru, com o governo do Presidente Pedro Pablo Kuczynski a manifestar a sua profunda oposição à decisão, tomada sem o seu consentimento, por “interferir num processo judicial”.
O ex-presidente Ollanta Humana (2011-2016) afirmou, esta sexta-feira, por seu turno, que há uma “clara interferência do poder executivo para, de alguma forma, pressionar o poder judicial” no caso da sua mulher, e considerou que o pedido do Ministério Público para que seja decretada a prisão preventiva constitui “uma medida desproporcionada” e pode sugerir uma “perseguição política“.
Heredia e Humala são alvo de um processo pela alegada lavagem de 1,5 milhões de dólares, ativos que foram transferidos a partir do Brasil e da Venezuela para as campanhas presidenciais de Humala em 2006 e 2011 e que não foram declarados.
Ambos incorrem numa pena de oito a 15 anos de prisão.
No início de março foi tornado público que a polícia brasileira estava a investigar eventuais subornos pagos a Ollanta Humala, pela empresa brasileira Odebrecht em troca de contratos no Peru, no âmbito da chamada investigação Lava Jato.
Um relatório da Polícia Federal brasileira, datado de 05 de fevereiro, mostra que os investigadores suspeitavam que Humala recebera subornos da construtora brasileira Odebrecht, em troca de contratos no Peru.
/Lusa
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CIENTISTAS CRIARAM CÉLULAS VIVAS COM LIGAÇÕES DE CARBONO-SILÍCIO


 
Conceito artístico do que poderia ser uma vida baseada em silício no lugar de carbono
Conceito artístico do que poderia ser uma vida baseada em silício no lugar de carbono
Cientistas conseguiram pela primeira vez fazer com que células vivas formassem ligações de carbono-silício, demonstrando que a natureza pode incorporar silício, um dos elementos mais abundantes na Terra, nos blocos de construção da vida.
Depois do oxigénio, o silício é o segundo elemento mais abundante na crosta terrestre. Mas mesmo assim, não parece ter nada a ver com a vida biológica.
Apesar de os químicos já terem conseguido criar em laboratório ligações de carbono-silício antes, até agora tais ligações nunca foram encontradas na natureza.
Estas novas células poderiam assim ajudar-nos a entender melhor as possibilidades de haver vida baseada em silício em outras partes do universo.
Não só o carbono e o silício são extremamente abundantes na crosta terrestre, como também são muito semelhantes na sua composição química. Uma das características mais importantes de ambos é a capacidade de formar ligações com quatro átomos ao mesmo tempo.
Isso significa que são capazes de unir as longas cadeias de moléculas necessárias para formar a base da vida como a conhecemos – proteínas e DNA.
No entanto, formas de vida baseadas em silício não existem fora do universo Star Trek – pelo menos, tanto quanto sabemos.
A investigadora Jennifer Kan, do Caltech – Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, e a sua equipa conseguiram fazer com que células vivas formassem ligações de carbono-silício, algo que elas não poderiam ter feito facilmente por conta própria.
Mas a experiência é a prova de que essas ligações podem ser formadas na natureza – desde que estejam reunidas as condições certas. O estudo foi publicado na revista Science.
Jennifer Kan, investigadora do departamento de Engenharia Química da Caltech
Jennifer Kan, investigadora do departamento de Engenharia Química da Caltech
Os cientistas começaram por isolar uma proteína que ocorre naturalmente na bactéria Rhodothermus marinus, que prospera nas fontes termais da Islândia.
A equipa escolheu essa proteína, a enzima citocromo c, porque, embora o seu papel principal seja o transporte de electrões através das células, testes de laboratório revelaram que poderia facilitar o tipo de ligações que poderiam ligar átomos de silício ao carbono.
Depois de isolar a proteína, os investigadores inseriram o gene do  citocromo c em algumas bactérias E. coli para verificar se facilitava a produção de ligações carbono-silício dentro das células vivas.
A equipa continuou a induzir mutações no gene da proteína dentro de uma região específica do genoma da E. coli, até que o resultado esperado acontecesse.
Após três gerações de mutações, a proteína consegue ligar o silício ao carbono 15 vezes mais eficientemente do que qualquer catalisador sintético.
O facto de esta bactéria produzir ligações de carbono-silício mais eficientemente do que os químicos conseguem no laboratório é muito interessante.
Primeiro, porque oferece uma forma melhor de criar as ligações que precisamos para fazer coisas como produtos farmacêuticos, produtos químicos agrícolas e combustíveis.
E depois porque significa que uma forma de vida poderia, pelo menos parcialmente, ser baseada em silício – algo que até agora só o capitão James T. Kirk teve o privilégio de encontrar.
 ZAP / HypeScience

ARMANDO VARA TERÁ FORÇADO CRÉDITO RUINOSO NA CAIXA


 
Paulo Novais / Lusa
O ex-ministro Armando Vara
O ex-ministro Armando Vara
Funcionários da Caixa Geral de Depósitos (CGD), ouvidos no âmbito da Operação Marquês, testemunharam que o crédito ruinoso concedido pelo banco ao empreendimento de Vale do Lobo, no Algarve, foi determinado por “ordem superior” de Armando Vara, então administrador da instituição.
Armando Vara é um dos arguidos da Operação Marquês, por suspeitas relacionadas com o seu papel, enquanto administrador da CGD, aquando da concessão de um crédito ao empreendimento turístico de Vale do Lobo, no Algarve.
Sócrates é também suspeito de favorecimentos no âmbito do resort de luxo.
Agora, o Correio da Manhã garante que “testemunhos de quatro funcionários da CGD comprometem de forma clara o papel de Vara no processo”.
De acordo com o jornal, citando estes testemunhos, a CGD concedeu um crédito de 194 milhões de euros ao empreendimento e ainda entrou no capital da empresa que o adquiriu, a Resortpart.
A Caixa terá exigido aos investidores, como requisito para a concessão do crédito, que “tivessem capitais próprios de 36 milhões de euros”, salienta o CM.
Mas “como estes avançaram apenas com seis milhões, a CGD acabou por entrar no capital da Resortpart com dois milhões de euros e deu também 28 milhões de euros em suprimentos“, aponta o jornal.
Além disso, a CGD acrescentou “um crédito de dois milhões para gastos com escrituras“, sublinha o diário.
Deste modo, o banco estatal cedeu 226 milhões de euros ao empreendimento, num dos vários créditos ruinosos realizados durante a gestão de Armando Vara e que, segundo uma auditoria, foram concedidos com “deficiente análise de risco” ou “com garantias claramente insuficientes”.
Um dos funcionários da CGD ouvidos na Operação Marquês terá garantido aos investigadores que o financiamento ao empreendimento “foi determinado superiormente” e mais três testemunhas “confirmam a intervenção directa de Armando Vara no processo”, realça o CM.
ZAP

TELEVISÃO PÚBLICA DÁ DICAS DE MAQUILHAGEM PARA MULHERES AGREDIDAS ESCONDEREM NÓDOAS NEGRAS

 
O canal da televisão pública marroquina exibiu uma rubrica com dicas de maquilhagem para as mulheres maltratadas esconderem as nódoas negras sofridas com as agressões – uma emissão polémica que gerou revolta e que já levou o canal a pedir desculpas.
As imagens televisivas foram divulgadas na 2M, a estação pública de Marrocos, durante uma rubrica de maquilhagem do programa matinal “Sabahiyates”, no Dia Internacional de eliminação da violência contra as mulheres.
“Hoje, vamos abordar uma triste realidade. Mas, por ocasião da jornada mundial de luta contra as violências contra as mulheres, vamos mostrar as técnicas de maquilhagem que devem usar para esconder os vestígios de violência no vosso rosto”, disse a maquilhadora Lilia Mouline, citada pela Nessma.tv.
Lilia Mouline explicou então que a mulher que ia maquilhar tinha o rosto falsamente maltratado, devido a “efeitos cinematográficos”, e não verdadeiros ferimentos, relatou a AFP.
“O verde é usado, com a ajuda de um pincel, para camuflar a parte avermelhada” e “um corrector cor de laranja, mais amarelado, e depois uma base” de forma a cobrir os olhos negros, foram alguns dos conselhos dados pela maquilhadora, que acrescentou esperar “ter fornecido soluções às mulheres que têm necessidade destes conselhos, para que possam continuar a sua vida e ir trabalhar”.
Difundida na quarta-feira de manhã, a sequência passou despercebida, mas a emissão, colocada online na quinta-feira na página do canal, foi notada pelos internautas e suscitou numerosos comentários indignados nas redes sociais, tendo depois sido retirada do site.
“A 2M decidiu celebrar o Dia Internacional de Eliminação da Violência contra as Mulheres com maquilhagem anti-golpes”, criticou um utilizador de uma rede social.
“O canal 2M propõe-vos, meninas e senhoras, a solução para esconder o azul da vossa cara se os vossos maridos, pais ou irmãos vos partirem a cara”, comentava outro.
A revolta levou até à criação de uma petição pública online, apelando à Alta Autoridade para Comunicação Social de Marrocos, a HACA na sigla original, para penalizar o canal, considerando que a emissão é uma forma de “normalização da violência contra as mulheres”.
Num comunicado divulgado nesta sexta-feira, a direcção do canal considerou a rubrica “completamente inapropriada” e apresentou “as suas desculpas mais sinceras pelo erro de julgamento”, “dada a sensibilidade e gravidade do tema”.
De acordo com a organização não-governamental (ONG) internacional Human Rights Watch, “a brutalidade cometida contra as mulheres é moeda corrente” em Marrocos.
Um estudo feito em 2009-2010 pelo Governo concluiu que quase dois terços das mulheres foram vítimas de violência física, psicológica, sexual ou económica em Marrocos. Entre essas, “cerca de 55% disseram ser vítimas de violência doméstica”, adiantou a ONG.
O Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que se assinala a 25 de Novembro, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1999.
ZAP / Lusa