sexta-feira, 19 de maio de 2017

Comissão Europeia destaca empresa da Região de Coimbra

No seguimento do protocolo assinado com a CIM Região de Coimbra durante 2016 (http://cim-regiaodecoimbra.pt/2016/04/cim-rc-e-startup-stratio-assinam-protocolo-de-colaboracao/), o equipamento da Stratio, ligado à interface de diagnóstico dos veículos, entra, agora, em fase de lançamento oficial.
A Stratio transforma a manutenção de frotas numa ciência exata, tornando o imprevisível previsível. O produto da Stratio é um equipamento automóvel, ligado à interface de diagnóstico dos veículos, permitindo assim a recolha de dados em tempo real de todos os sensores do veículo.
Através da utilização de Inteligência Artificial, a Stratio torna possível a previsão e identificação de problemas antes dos mesmos acontecerem, evitando avarias graves e paragens prolongadas dos veículos. O equipamento da Stratio identifica potenciais problemas e fornece informações sobre os mesmos, tais como: o tempo de reparação estimado, custos potenciais e guias de reparação com informação passo-a-passo relativas aos problemas encontrados.
Tem ainda a característica de ser um sistema agnóstico, ou seja, funciona em todos os veículos, independentemente da idade, marca ou modelo, permitindo assim a optimização dos custos operacionais das frotas, através da redução dos custos de manutenção e reparação, e tempo de inactividade do veículo (tempo que o veículo está parado por questões de manutenção), aumentando a vida útil do veículo.
Presente na FICIS, em Braga, a empresa apresentou o projeto no âmbito das Smart Cities do futuro.

O destaque dado pela CE à Stratio é um motivo de orgulho para toda a Região de Coimbra.



A 11ª. Edição da Feira da Saúde 2017 vai decorrer no dia 20 de Maio na Fábrica Ideias Gafanha da Nazaré


Horário
10h00 - 18h00
Localização
Fábrica Ideias Gafanha da Nazaré (Centro Cultural)
Organização
Câmara Municipal de Ílhavo

No âmbito da programação para o ano em curso e tendo em conta o sucesso das edições anteriores, a Câmara Municipal de Ílhavo vai realizar a 11ª. Edição da “Feira da Saúde do Município, a ter lugar no dia próximo dia 20, sábado, na Fabrica das Ideias da Gafanha da Nazaré, a funcionar no Centro Cultural.

“Considerando que o objectivo principal desta acção, visa acima de tudo promover hábitos e estilos de vida saudáveis e, simultaneamente, proporcionar a toda a população do Município um contacto directo e informal com diferentes entidades e especialistas da área da saúde e bem-estar, é nossa intenção continuar a apostar nesta iniciativa, alargando tanto quanto possível o âmbito de interesses na matéria da saúde e bem-estar, esclarecendo e motivando para adoção de hábitos de vida mais salutares”, lê-se no convite enviado às diversas entidades para marcar presença no evento.

A ADASCA - Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro à semelhança dos anos anteriores vai estar presente, não para fazer sessão de colheitas de sangue, sim, com material para informação e sensibilização sobre dádiva de sangue e medula óssea, incluindo a oferta de alguns brindes.

Quem foi à edição do ano anterior sabe que existe a possibilidade de beneficiar de um conjunto de rastreios gratuitos.

J. Carlos

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Dia 27 de Maio colheita de sangue entre as 9 horas e as 13 horas no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro


O sangue doado é usado para assegurar um direito primordial, o direito à vida, seja, para continuar a viver se a solução do problema de saúde passa por uma transfusão ou derivados sanguíneos.

Para o mês de Maio ainda vão decorrer as seguintes colheitas de sangue: dia 31 entre as 15 horas e as 19:30 horas, dia 27 entre as 9 horas e as 13 horas, todas no Posto Fixo da ADASCA.

Os interessados em aderir à dádiva devem fazer-seacompanhar do Cartão de Cidadão para facilitar a inscrição ou do Cartão de Nacional de Dador de sangue.

Após tomar o almoço convém ter em conta o período de tempo para digestão, nunca inferior a 2:30 Horas. Na região de Aveiro só não adere à dádiva de sangue quem não pode ou não quer...

“Solidários, seremos união. Separados seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.” (Bezerra de Menezes).

Joaquim Carlos

Presidente da Direcção da ADASCA

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O Meu País é o que o mar não quer # Exílio(s) 61/74

Dia 20 de Maio_ 21h30
Casa das Artes de Miranda do Corvo
O Meu País é o que o mar não quer # Exílio (s) 61/74
No âmbito de “Outras vozes, outra gente – Mostra em rede de teatro documental”
Projeto financiado pela DGArtes/Ministério da Cultura
Texto e Encenação Ricardo Correia
Produção Casa da Esquina – Associação Cultural
Faixa etária M/12
Duração 60 minutos
«Este espetáculo documental é um prolongamento do espetáculo O Meu País é o que Mar Não Quer # 2012-2015, construído a partir do meu relato pessoal incidindo nos testemunhos de emigrantes portugueses que conheci em Londres e que tiveram de sair do nosso País devido às medidas de austeridade da TROIKA e do Governo Português, ou que deixaram o País por vontade própria mas que agora não conseguem regressar por falta de perspetivas de futuro no país de origem. Há medida que íamos fazendo o espetáculo recolhemos mais de uma centena de novos testemunhos que, em grande parte, davam contam do fenómeno de emigração clandestina em 60/70. Decidimos investigar este fenómeno e criar um novo espetáculo.» Ricardo Correia
Sobre o Projeto:
Antes de falar deste novo projeto, dou dois passos atrás. Tudo começou com o espetáculo O Meu País é O Que o Mar Não Quer # 2012-2015 em que fizemos uma investigação sobre as razões da saída de Portugal da minha geração (tenho 39 anos). Foram os anos sombrios e austeros da Troika em Portugal.
Eu saí, como muitos outros (por pouco tempo). Mas não desisti de Portugal. Procurei compreender quais os mecanismos para lutar lá fora sem me desligar do meu país de origem.
Esse espetáculo foi baseado em testemunhos de quem estava de saída de Portugal. A geração entre os 20 e os 35 anos. Durante o espetáculo ficámos a saber que muitos deles tiveram casos de emigração na família – o avô que foi a Salto para França, o bisavô para o Brasil. Outros que optaram por não compactuar com a guerra e o fascismo e deixaram o país. A cada espetáculo fomos recolhendo mais testemunhos que nos levaram a querer ir um pouco mais atrás.
Hoje, em 2017, iniciamos a primeira parte do projeto Exílio (s) 61/74. Que, como uma boneca russa, procura desvendar o interior desse viver português, deste ciclo migratório que tem a sua origem vários séculos antes, em que o futuro era lá fora.
Para este novo espetáculo recolhemos testemunhos de quem tinha saído de Portugal entre 61/74 como Emigrante |Desertor| Refugiado| Refratário | Exilado. E deparámo-nos com um caminho que nos levou a investigar a fuga como um gesto de protesto contra a Guerra Colonial e o Fascismo, como um mecanismo de luta. Tal como os Horáricos e Curiácios de Bertold Brecht, a fuga como uma estratégia para ganhar fôlego e armas e cansar o inimigo.
O que leva a alguém sair do seu País? Como se luta lá fora quando não nos deixam viver no nosso País? Como se pode perdoar quem nos deixou sem outra saída?
Com este novo espetáculo a tentativa é de reconstruir essa memória e os seus mecanismos para compreender o presente. Porque é que hoje ainda não falamos abertamente da Guerra Colonial? Porque é que deixámos apagar a memória e construímos condomínios privados ou hotéis onde antes houve sedes da PIDE ou prisões como a de Peniche? Porque é que temos todos os dias de nos lembrar do passado para saber construir o futuro?
“A história é como um mito, como um espelho onde se pode ler aquilo que foi o passado e aquilo que nos espera” Eduardo Lourenço
Este espetáculo é um comentário sobre o passado. Feito com testemunhos de quem ousou um gesto contra o regime Fascista. Com saltos na memória. Registamo-la para lidar com ela. Para saber quem somos. Como chegámos até aqui e o que ainda poderemos ser. Ricardo Correia
Ficha Artística
Texto e Encenação Ricardo Correia
Assistência de encenação Sara Jobard
Interpretação Hugo Inácio, Celso Pedro, Marta Nogueira, Miguel Lança e Sara JobardInvestigação, Dramaturgia e Documentação Sara Jobard, Joana Brites, Hugo Inácio, Celso Pedro, Marta Nogueira, Miguel Lança, Emanuel Botelho, Rui Gaspar, Filipa Malva e Ricardo Correia
Espaço Cénico, Figurinos e Adereços Filipa Malva
Direção Técnica e Desenho de Luz Jonathan de Azevedo
Desenho de Som Emanuel Botelho
Vídeo Rui Gaspar
Apoio de Voz Cristina Faria
Responsável de Produção Cláudia Morais
Fotografia Carlos Gomes
Design Joana Corker
Produção Casa da Esquina – Associação Cultural
Coprodução TAGV | Estreia 13 de maio (Arganil), inserido no festival Outras vozes, outra gente da COOPERATIVA HERMES
Agradecimentos AEP61-74, Centro de Documentação 25 de Abril, Natércia Coimbra, Rui Bebiano, Rui Mota, José Torres, Hélder Costa, Eugénia Vasques, Fernando Cardeira, Miguel Cardina, Fernando Cardoso, Adelino Silva, Tila Cascais, Graça dos Santos, José Vieira, Partido Comunista Português, CES -Centro de Estudos Sociais, Tipografia Damasceno
Preçário: 4,00€
Calendário
Dia 13 de Maio, 21h30, Antiga Cerâmica Arganilense
Dia 20 de Maio, 21h30, Casa das Artes de Miranda do Corvo
Dia 10 de Junho, 21h30, Centro Cultural de Tábua
“Outras vozes, outra gente – Mostra em rede de teatro documental” é um projeto de teatro documental ou testemunhal que pretende ser uma mostra de teatro em rede a acontecer no território da Região Centro. Do centro de Coimbra aos concelhos mais periféricos estabelece-se uma rede entre diversos grupos que, em diferentes pontos do país, se dedicam a fazer do documento e do testemunho o ponto de partida para a construção teatral.
O título, “Outras vozes, outra gente” sublinha o propósito de dar voz, através de espetáculos teatrais, a quem dela se vê frequentemente privado por diversas razões que se situam no campo político, económico e social. Este é o mote que une os diversos espetáculos de teatro a ocorrer em Mortágua, Tábua, Condeixa-a-Nova, Miranda do Corvo, Arganil e Coimbra, e as atividades paralelas a realizar, pensadas como uma forma de complementar esta Mostra, através de um projeto pedagógico que se pretende interventivo, elucidativo e formativo, e especialmente dirigido às camadas mais jovens da região.
Produzido pela Cooperativa Hermes e apoiado pela DGArtes – Ministério da Cultura, este é um projeto que conta com as parcerias das Câmaras Municipais de Mortágua, Arganil, Condeixa-a-Nova, Miranda do Corvo e Tábua, em conjunto com o Teatro Académico Gil Vicente e outras entidades que desenvolvem a sua atividade na vertente formativa e de investigação (Centro de Documentação 25 de Abril, Centro de História da Sociedade da Cultura, Centro de Formação Nova Ágora, Centro de Formação de Associação Escolas Coimbra Interior, Centro de Formação de Associação Escolas do Planalto Beirão), e que cumpre os objetivos traçados pela Cooperativa Hermes, nomeadamente a consolidação de uma rede de programação cultural e artística na região.
A inaugurar a Mostra apresenta-se o espetáculo Romance da Última Cruzada pela companhia de teatro portuense Visões Úteis e que faz uma representação inspirada pelas experiências da guerra e pelos processos da memória, identidade e biografia. EmDiz a Verdade ao Poder: Vozes do Outro Lado da Escuridão, a Cooperativa Bonifrates apresenta uma peça sobre a violação dos direitos humanos e formas de resiliência. O Trigo Limpo/Teatro Acert, em coprodução com Gambozinos e Peobardos, leva à cena Em Memória – ou a vida inteira dentro de mim, uma peça sobre o sofrimento de um pai que perde um filho. Portugal não é um país pequeno é o título do espetáculo a apresentar-se pela mão do Hotel Europa. Aqui, reflete-se sobre o fim do colonialismo e a transmissão da memória. A Casa da Esquina, sedeada em Coimbra, estreia O meu País – Exílio, um espetáculo que é um prolongamento deO Meu País é o que Mar Não Quer, construído a partir do relato pessoal do actor que dá corpo e voz à peça, e que incidiu sobre testemunhos de emigrantes portugueses. A concluir a Mostra de Teatro em Rede, apresenta-se Onde o Frio se Demora pela Narrativensaio – AC, um espetáculo construído em torno de entrevistas feitas pela jornalista Ana Cristina Pereira, sobre violência de género, solidão e rutura num Portugal marcado pela crise económica.

Hora de Fecho: Mais uma revolução francesa

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Hora de fecho

As principais notícias do dia
Boa tarde!
Emmanuel Macron é um caso único na história da democracia francesa. O novo Presidente chega ao poder com um país profundamente dividido. O que vai mudar? Um ensaio de João Marques de Almeida.
Cristiano Ronaldo está em vias de ser acusado pela justiça espanhola por fraude fiscal, avança o El Confidencial. Prescrição do processo de acusação termina a 30 de junho.
Inspeção-Geral de Educação e Ciência vai investigar "no âmbito das suas funções legais" os alegados abusos a estudantes cometidos durante os festejos das Queima das Fitas em Braga e no Porto
Salvador Sobral falou à saída da Assembleia da República, esta sexta-feira, sobre o futuro da cultura e da sua própria carreira após ter sido homenageado com a irmã, Luísa Sobral.
O Presidente da República considerou esta sexta-feira que a vitória de Portugal na Eurovisão reforçou de tal forma a autoestima dos portugueses que agora "acham que vão ganhar tudo na vida".
Até 15 de maio, o fisco processou o dobro dos reembolsos de IRS que havia feito no ano passado, anunciou o ministro das Finanças no Parlamento. Aceleração é justificada com melhorias na máquina fiscal
O ministro acusou o FMI de fazer previsões erradas que custam muito à economia portuguesa e deixa uma sugestão: concentrem-se em melhorar os modelos de previsões, em vez de fazer sugestões de reformas
Comia-se camarão e lavagante, escolhia-se vinho tinto e havia pequenos-almoços servidos à cama. Não eram apenas aviões: eram restaurantes de luxo. E deixavam qualquer passageiro de água na boca.
Maradona, Messi, Pogba. O Mundial Sub-20, que arranca sábado na Coreia do Sul, é um viveiro de talentos que ficam para fazer história. Mas também há o reverso da medalha: conhece Matar ou Adiyiah?
As temperaturas máximas vão subir no sábado entre 5 e 10 graus Celsius em Portugal continental, prevendo-se que em algumas regiões do país cheguem aos 34/35 graus.
O The Guardian visitou a costa portuguesa entre Lisboa e Porto e não poupa elogios. Praias inigualáveis, cidades e aldeias históricas e pessoas amáveis, são alguns dos destaques que o jornal faz. 
Opinião

Rui Ramos
Na última meia dúzia de anos, os portugueses passaram por dois regimes noticiosos: entre 2011 e 2015, não podia haver boas notícias; desde 2015, não pode haver más notícias. 

António Carrapatoso, Duarte Schmidt Lino, José Manuel Fernandes e Rui Ramos
Sabemos que continuaremos a surpreender e a inovar. E a desiludir os que sentenciam a morte do jornalismo ou, sobretudo, aceitam a sua submissão a agendas particulares ou a financiamentos misteriosos.

Miguel Tamen
A relação entre religião e sentimento não augura nada de bom; não porque os sentimentos não sejam genuínos, mas porque o que se diz sobre religião é quase sempre um efeito desses sentimentos.

José Miguel Pinto dos Santos
Fica aqui a sugestão para a PSP: que tal começar a oferecer, aquando das manifestações sindicais, estudantis, professorais e outras, o serviço de prisões simbólicas, como faz a polícia de Berkeley?

Helena Garrido
Com a evolução da economia que estamos a ter, o PS de António Costa parece ter condições para fazer ao PSD de Pedro Passos Coelho o que o PSD de Aníbal Cavaco Silva fez ao PS de Mário Soares.
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“Pais e centros de estudo pedem igualdade fiscal”

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Face às exigências e vida atribulada do quotidiano, que deixa os pais sem tempo para acompanhar o ensino escolar dos filhos e da dificuldade das escolas em dar resposta às necessidades e ritmos de aprendizagem de todos os alunos, as famílias optam por recorrer a centros de estudo, onde se procura o reforço das aprendizagens, recuperação de alunos, melhoramento de resultados e preparação para exames.
Acontece que os encargos com os serviços de explicações/lições e apoio escolar, apesar de serem indispensáveis para a maioria dos agregados familiares, quando prestados a “título pessoal” estão isentos de IVA, mas quando prestados por centros de estudo são taxados a 23% de IVA e não são dedutíveis em IRS porque não são reconhecidos como despesas de educação.
Para João Cavaco, um dos promotores da petição e administrador da maior rede de centros de estudo do país - Ginásios da Educação Da Vinci - trata-se de “uma situação injusta porque discrimina as famílias que optam por confiar o apoio escolar dos filhos aos centros de estudo, que naturalmente oferecem condições multidisciplinares que uma só pessoa não pode garantir e porque se trata de um tratamento fiscal que não está à altura do impacto positivo que estes serviços têm na formação e educação das crianças e jovens do nosso país”.
A petição “Isenção de IVA nas lições sobre matérias do ensino escolar oficial ministradas em Centros e Salas de Estudo e Explicações e Dedução em sede de IRS enquanto despesas de educação” foi lançada há apenas alguns dias e está a ser promovida pelos Ginásios da Educação Da Vinci de todo o país, no sentido de recolher assinaturas suficientes para levar esta discussão aos deputados da Assembleia da República.
Para que isso aconteça serão necessárias 4000 assinaturas de cidadãos portugueses maiores de idade. Para assinar basta recorrer à petição que está disponível online (http://bit.ly/peticaoapoioescolar) ou dirigir-se ao Ginásio da Educação Da Vinci MIRA que fica na Rua Dr. António José de Almeida nº 32. R/C Esq em Mira.

Governo dá passo em frente na entrada de dentistas no SNS

O Governo criou um grupo de trabalho para enquadrar a atividade dos médicos dentistas nos cuidados primários do Serviço Nacional de Saúde (SNS), tendo de apresentar propostas concretas num prazo de seis meses.
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Segundo um despacho publicado esta sexta-feira em Diário da República, os peritos vão ter de analisar "o enquadramento da atividade do médico dentista no âmbito do Serviço Nacional de Saúde".
No ano passado começaram treze experiência-piloto com médicos dentistas em centros de saúde, iniciativas que vão ser alargadas a cerca de 50 unidades de saúde dos cuidados primários das cinco regiões do país.
O Ministério da Saúde assume que é necessário enquadrar estes profissionais de saúde oral no SNS e admite criar uma carreira que regulamente esta atividade dos médicos dentistas.
"Pretende-se estabelecer as bases técnico-científicas e jurídicas para a criação de algo inovador e que definitivamente consagre os médicos dentistas como profissionais de elevado valor no SNS, nomeadamente nos cuidados primários", refere o despacho hoje publicado e assinado pelo secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo.
O grupo de trabalho agora criado tem de definir o conteúdo das funções da atividade do médico dentista e a especificidade do seu vínculo de emprego público e a forma de integrar os profissionais na carreira da administração pública.
O grupo integra um elemento da Ordem dos Médicos Dentistas, outro da Direção-Geral da Saúde, um representante da coordenação nacional para a reforma do SNS e outro da Administração Central do Sistema de Saúde.
Fonte: JN
Foto: Arquivo/Global Imagens