quinta-feira, 27 de julho de 2017

FRETILIN MAIS 1.135 VOTOS QUE CNRT | Tabulação nacional confirma vitória Fretilin - oficial

Díli, 27 jul (Lusa) - O processo de tabulação e verificação nacional das atas das contagens municipais nas legislativas de sábado em Timor-Leste confirmou a vitória da Fretilin, com a maioria dos cerca de 200 votos reclamados a irem para este partido.

"Está concluído 100%. Parabéns a todos", disse Alcino Baris, presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE, quando, cerca das 18:30 horas locais terminou a tabulação.
Equipas da CNE realizaram durante os últimos dois dias um minucioso processo de verificação de cada uma das atas dos 843 centros de votação montados para as legislativas em Timor-Leste e na Austrália, Coreia do Sul, Portugal e Reino Unido.

Os resultados finais provisórios confirmam que a Fretilin obteve 168.480 votos (29,7% do total) o que lhe dá 23 lugares no Parlamento, tendo obtido mais 1.135 votos que o Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT) que obteve 167.345 votos (29,5% do total) e ficará com 22 deputados.


O Partido Libertação Popular (PLP) obteve 60.098 votos (10,6% do total), o que garante oito lugares no parlamento, o Partido Democrático (PC) obteve 55.608 votos (9,8% do total) e ficará com sete deputados e finalmente o Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO) obteve 36.547 votos (6,4% do total) ficando com cinco lugares.

O processo levado a cabo na CNE implicou igualmente verificar e decidir sobre cada um dos 191 votos reclamados, ou seja, boletins de votos sobre os quais, na altura da contagem no centro de votação, havia disputas sobre como deveriam ser atribuídos.

Na sala de verificação da tabulação nacional, cada um desses 191 boletins foi analisado, por responsáveis da CNE e por fiscais partidários, e depois foi deliberado a quem ou como atribuir esse voto.

Dos 191 votos reclamados, foi deliberado que 105 eram válidos (os restantes dividiram-se entre brancos, nulos ou rejeitados) e, dos válidos, 61 foram para a Fretilin, 15 para o CNRT, 13 para o PD, 6 para o PLP, 1 para o KHUNTO e os restantes para outras forças políticas.

Depois deste processo, identificado na lei como "apuramento provisório dos resultados nacionais", os resultados são remetidos pela CNE ao Tribunal de Recurso tendo os partidos um prazo de 48 horas para interpor recurso, sobre o qual o tribunal tem 48 horas para se pronunciar.

Se não houver recurso em 48 horas, a CNE remete a ata do apuramento nacional, acompanhada das atas dos apuramentos nacionais, municipais, da região autónoma de Oecusse e da diáspora.

O tribunal tem até 72 horas para proclamar os resultados finais com um acórdão publicado em Jornal da República.

ASP // FPA


MAU PERDER POR TIMOR | Taur Matan Ruak anuncia que não será deputado, PLP na oposição

Díli, 26 jul (Lusa) - Taur Matan Ruak, presidente do Partido Libertação Popular (PLP), terceira força mais votada nas legislativas timorenses de sábado, anunciou hoje que não será deputado no Parlamento Nacional onde o seu partido quer ser oposição.
"Vou deixar para os jovens. Vou estar mais a preparar o meu parido, a trabalhar no meu partido. Os jovens (podem ter voz) muito mais que eu. Vou trabalhar para o meu partido, o PLP e vou continuar a ser uma voz para aqueles sem voz no país", disse hoje depois de um encontro com o chefe de Estado timorense, Francisco Guterres Lu-Olo.

Matan Ruak, que se reuniu com o seu sucessor no cargo de Presidente da República durante cerca de 40 minutos, confirmou que o PLP "como partido pequeno, está mais vocacionado para a oposição".

Questionado pela Lusa sobre se aceitaria um convite para integrar um Governo de inclusão, Matan Ruak disse que, "preferencialmente" prefere "manter-se na oposição", com os oito deputados do PLP estarão no Parlamento Nacional comprometidos a fazer uma oposição "mais educada, mais racional, mais construtiva".

Ruak mostrou-se satisfeito pelos resultados conseguidos pelo PLP nas legislativas de sábado, especialmente porque "havia quem dissesse que não se ultrapassaria a barreira dos 4%" dos votos válidos, necessária para chegar ao parlamento.

"O facto de termos conseguido oito cadeiras já é bom. Naturalmente são os primeiros passos para preparar-nos para a batalha de 2022", explicou.

Matan Ruak explicou que o PLP foi convidado pelo chefe de Estado para dar os parabéns pela campanha e pela forma como correram as eleições, mostrando satisfação pelo facto dos cidadãos estarem cada vez mais conscientes de que "a regra básica da democracia é a tolerância".

Apesar disso Matan Ruak disse estar preocupado por "ter havido muito dinheiro a circular por aí" durante a campanha, preocupação que partilhou com Lu-Olo.

"Temos que dar muita atenção a isto e o próximo Governo que sair das eleições tem que avançar rapidamente com a lei anticorrupção para evitar que o dinheiro funcione em vez da democracia", disse.

Instado pela Lusa a dar exemplos, Matan Ruak foi lacónico: "eu tenho dois sobrinhos que receberam cada um 25 dólares" - mas escusou-se a apontar o dedo a um partido em concreto.

"Eu não digo nenhum partido. Mas isto é um mau sinal. Estou muito preocupado. Esta preocupação foi transmitida ao senhor presidente e espero que o parlamento - eu não vou estar, mas o parlamento, os nossos deputados vão participar nisso para rapidamente avançar com a lei anticorrupção", explicou.

O chefe de Estado Francisco Guterres Lu-Olo convocou hoje para contactos preliminares os líderes dos partidos mais votados nas legislativas de sábado.

Os contactos não são reuniões para a formação de Governo que só podem ocorrer depois dos resultados finais das eleições serem certificados pelo Tribunal de Recurso, algo que deve ocorrer na próxima semana.

Hoje de manhã Lu-Olo recebeu os secretários-gerais da Fretilin, Mari Alkatiri, e do CNRT, Francisco Kalbuadi e na quinta-feira deverá receber os líderes do Partido Democrático (PD) e do Partido de Libertação Popular (PLP).

Trata-se de uma ronda de contactos preliminares que antecedem reuniões formais para a formação que será o VII Governo constitucional, algo que só pode ocorrer na próxima semana depois dos resultados eleitorais serem certificados pelo Tribunal de Recurso.

Na eleições de sábado a Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) obteve 23 lugares, o Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT) 22, o PLP conseguiu 8, o Partido Democrático (PD) sete e o Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO) obteve cinco.

ASP // SB

PREDADOR | Detido responsável por matança de elefantes e rinocerontes em Moçambique


As autoridades moçambicanas e tanzanianas detiveram o cabecilha de um grupo de caçadores furtivos responsável pela matança de elefantes e rinocerontes na Reserva Nacional do Niassa, norte de Moçambique, escreveu hoje o diário electrónico MediaFax.

A Reserva Nacional do Niassa localiza-se na província do Niassa, norte de Moçambique, e numa região que faz fronteira com a Tanzânia.

Segundo o MediaFax, Mateso Chupi, de nacionalidade tanzaniana e com documentos de identificação moçambicanos falsos, foi detido esre mês no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique.

Mateso Chupi era procurado pelas autoridades moçambicanas desde setembro de 2014 e pelas da Tanzânia desde 2013 pelo seu envolvimento na caça furtiva na Reserva Nacional do Niassa.

De acordo com o MediaFax, os caçadores furtivos chefiados por Chupi também faziam incursões no lado tanzaniano da reserva, que terá perdido 60% de elefantes para a caça furtiva entre 2011 e 2014.

O alegado cabecilha tem supostamente relações com uma rede de traficantes de marfim e cornos de rinoceronte liderada por cidadãos chineses.

A caça furtiva ameaça de extinção o elefante e o rinoceronte em Moçambique, de onde são traficados pontas de marfim e cornos de rinocerontes para a Ásia.

Dados divulgados esta semana pela Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) de Moçambique referem que 295 rinocerontes foram mortos no primeiro semestre deste ano no Parque Transfronteiriço do Grande Limpopo (PTGL).

O PTGL compreende os parques de Limpo, Moçambique, Krueger, África do Sul, e Gonarezhou, Zimbabué.

Notícias ao Minuto | Lusa, com foto

MOÇAMBIQUE QUER A PAZ | Nyusi diz que próximos dias serão decisivos nas negociações de paz



O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, disse hoje que os próximos dias serão decisivos no diálogo de paz com a Renamo, considerando que as conversações com o maior partido de oposição "não tem sido tarefa fácil.

"Os próximos dias serão decisivos para todos nós", declarou o chefe de Estado moçambicano, sem avançar detalhes sobre o ponto de situação das negociações de paz com a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo).

Filipe Nyusi falava durante o primeiro dia da reunião do comité central da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, em Maputo.

De acordo com o Presidente moçambicano, dialogar "não tem sido tarefa fácil", mas é "a coisa certa".

"O que se pretende é encurtar o período de espera pela paz ", observou Filipe Nyusi, acrescentado que a paz é um preceito humanista e deve ser salvaguardada.

Para o chefe de Estado, o único caminho para o fim da crise política e militar entre o seu partido e a Renamo é um diálogo franco e aberto.

"A Frelimo sempre afastou a visão de que dialogar seria alienar os princípios fundamentais", acrescentou, apontando, a título de exemplo, o primeiro acordo alcançado entre a Frelimo e a Renamo, em 1992, em Roma.

O Presidente moçambicano apelou ainda para o envolvimento de todos os atores vivos da sociedade na luta pela consolidação da paz, lembrando que a estabilidade é a condição para o desenvolvimento do país.

"Temos de ganhar etapas e contribuir para o desenvolvimento de Moçambique indivisível", concluiu o chefe de Estado, que espera que a reunião da Frelimo revitalize os objetivos comuns que "sempre orientaram" o partido há mais 40 anos.

Moçambique assiste desde maio a uma trégua por tempo indeterminado, na sequência de contactos entre o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama.

Paralelamente à trégua em vigor, o Governo e a Renamo estão em negociações em torno da descentralização do Estado, despartidarização das FDS e desarmamento do braço militar do principal partido da oposição.

Entre 2015 e dezembro do ano passado, o país voltou a ser palco de confrontos na sequência da recusa do principal partido da oposição em aceitar a derrota nas eleições gerais de 2014.

A vaga de violência incluiu ataques a alvos civis que o Governo atribuiu à Renamo e assassínios políticos de membros do principal partido da oposição e da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder.

A reunião do comité central da Frelimo, que termina no sábado, debate propostas do partido para governar nos próximos cinco anos, antecipando uma nova vitória nas eleições legislativas marcadas para 2019.

Notícias ao Minuto | Lusa, com foto

Sociedade | Lava Jato: responsável pelas campanhas de Passos Coelho detido

André Gustavo e o irmão, ambos presos hoje, eram quem negociava as 'luvas' pedidas à construtora Odebrecht pelo ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, Aldemir Bendine, que também foi detido.Tanto o especialista em marketing político como Bendine preparavam-se para viajar para Lisboa antes de serem detidos. Os três detidos ficam em prisão preventiva, pelo menos cinco dias. 
O publicitário brasileiro responsável pelas últimas campanhas eleitorais de Passos Coelho – 2011 e 2015 – e que mantém uma avença do PSD, André Gustavo, foi hoje preso no Recife.  
A detenção do especialista em marketing político aconteceu no âmbito da operação Lava Jato, três meses depois de o presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht, preso há mais de um ano, ter denunciado aos investigadores brasileiros que  seria o publicitário do PSD quem negociava ‘luvas’, a pedido do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras.    
Hoje, André Gustavo foi detido no Aeroporto Internacional Gilberto Freyer, no Recife, onde se preparava para embarcar num voo para Brasília.
A Polícia Federal brasileira prendeu ainda o irmão do especialista de marketing, Antônio Carlos Vieira da Silva Júnior que é sócio de André Gustavo na empresa de publicidade Arcos.
Os dois irmãos são suspeitos de serem intermediários financeiros de Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, que também foi preso hoje. Terão sido os publicitários a negociar as luvas durante uma conversa com o ex-presidente da Odebrecht Ambiental, Fernando da Cunha Santos Reis.
Em causa estarão pagamentos ilegais pedidos à Odebrecht pelo ex-presidente do Banco do Brasil na ordem dos 17 milhões de reais (quase 1% do total da dívida) para agilizar o processo de renegociação da dívida contraída pela construtora naquele banco, que ascendia a 1,7 mil milhões de reais. Bendine recebeu ainda mais três milhões de reais (816,3 mil euros) para agilizar negócios entre a empreiteira e a Petrobras.
A detenção decorreu depois de o Ministério Público Federal ter tido acesso a escutas onde havia indícios de que Aldemir Bendine se preparava para viajar para Portugal sem bilhete de regresso ao Brasil. O procurador brasileiro Athayde Ribeiro Costa lembrou que o ex-presidente do Banco do Brasil tem nacionalidade italiana, o que lhe iria permanecer em espaço europeu.
Também André Gustavo Vieira pretendia embarcar para Lisboa ainda hoje.
Para já, os detidos vão ficar em prisão temporária, pelo menos durante cinco dias, podendo ser prorrogada ou mesmo vir a ser alterada para prisão preventiva, sem prazo para sair da prisão.
Estas detenções decorreram na 42.ª fase da operação Lava Jato, batizada de "Cobra" e resultam das "delações premiadas" (quando alguém fornece informações às autoridades para ter benefícios, nomeadamente na pena de prisão) feitas por Marcelo Odebrecht e Fernando Reis a construtora Odebrecht em negócios com a Petrobras.
Fonte: Sol

Apoio a associações: Bloco exige saber quais não foram informadas


5 h
Apoio a associações: Bloco exige saber quais não foram informadas
A candidatura do Bloco de Esquerda reuniu com a direção da ADASCA (Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro). A associação denunciou que não foi contactada no processo de atribuição de apoios financeiros no âmbito do programa municipal de apoio ao associativismo. Aquando da votação, a autarquia tinha informado que tinha contactado através de ofício as associações do concelho. Verifica-se agora que tal não corresponde à realidade.
Face a este novo dado, o Bloco de Esquerda exige esclarecimentos por parte da Câmara Municipal de Aveiro. É necessário conhecer quais as associações que não foram notificadas relativamente ao programa de apoios e que por esse motivo foram excluídas do processo.
O Bloco lamenta igualmente a forma como os apoios tem sido entregues em final de mandato num processo que considera eleitoralista e de aproveitamento político.
A candidatura do Bloco pretende um processo constituinte e participado para a criação de mecanismos e regulamentos objetivos de apoio às associações que garantam a transparência e a independência das associações face ao poder político.
O Bloco de Esquerda está ainda preocupado com o facto da autarquia cobrar taxas às iniciativas da ADASCA quando esta deveria estar isenta.
A candidatura do Bloco reconhece o trabalho essencial e solidário que esta associação desenvolve. É assim inadmissível que a associação tenha sido ignorada e esquecida neste processo.

Comentário: foram enviados dois e-mails tendo como destinatários o Sr. presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Eng. Ribau Esteves, e Dr. Miguel Capão Filipe, Vereador da Saúde, sem que até à data tenha surgido uma resposta.
No texto da Acta onde consta a lista das associações que foram contempladas com apoios financeiros, está escrito que "todas as associações foram informadas", o que não corresponde à verdade na medida em que a ADASCA não foi tida nem achada, o que não deixa de ser estranho.
Além do mais, se a ADASCA mantém um Protocolo com o município há uns anos, porque razão não recebe correspondência em pé de igualdade como as outras associações? Estamos ou não perante um acto administrativo discriminatório? Se estamos deve ser reparado quanto antes.
J. Carlos

Colheita de sangue dia 29 de Julho entre as 9 e as 13:00 horas no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro


 Apoio a associações: Bloco exige saber quais não foram informadas


Posted: 25 Jul 2017 11:13 AM PDT
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Se uma imagem vale mais que 1000 palavras não adianta dizer mais nada. Vale a pena recordar os belos momentos da edições anteriores

Caros amigos,

A ADASCA já está em fase de preparativos para a realização da VI Caminhada Solidária 2017 desta vez no âmbito da comemoração dos 10 anos de existência, no dia 10 de Setembro (domingo).
O local de concentração, partida e chegada vai ter lugar no Salão dos Bombeiros Velhos de Aveiro, onde também no final decorrerá um lanche partilhado à semelhança dos anos anteriores.
É propósito da Direcção da ADASCA promover um conjunto de iniciativas até final do ano em curso no sentido de angariar fundos, para a aquisição de uma viatura (carrinha) tendo em consideração a sua urgente necessidade.
O valor mínimo para inscrição é de apenas 5 euros, a partir deste valor cada participante pode doar o que sentir no seu coração.
A aquisição da viatura não deve ser considerado um luxo, mas, um meio extremamente necessário para que a ADASCA possa desenvolver melhor as suas actividades não só por todo o Conselho de Aveiro, mas também Ílhavo e Vagos de onde se deslocam bastantes dadores para doarem sangue no Posto Fixo em Aveiro.
Quem desejar começar já colaborar com donativos pode fazê-lo na Sede da associação ou por transferência bancária cujo NIB está indicado na imagem a seguir.
NIB da ADASCA: 0036 0189 99100051821.35,
IBAN: PT50 0036 0189 9910 0051 8213.5,
BIC: MPIOPTPL
A ADASCA alerta para eventuais burlas ou falsos peditórios em seu nome, tendo em conta que não vai delegar em ninguém para o fazer na rua ou junto das empresas, serão pois usados os meios que a Direcção considerar mais convenientes e seguros, além do mais, serão emitidos recibos.

Mais informações pelo Site: www.adasca.pt

Até breve!

J. Carlos