terça-feira, 5 de junho de 2018

Eu, Psicóloga | Por que os relacionamentos hoje em dia são tão descartáveis?




Há algum tempo, reflito sobre como muitas relações estão superficiais, passageiras e descartáveis.  Aliás, vivemos na era do descartável. Quebrou? Compra outro. Divergiu de minhas opiniões? Unfollow. Brigou? Separa.

As pessoas estão cada vez menos pacientes umas com as outras.  A relação está difícil? Termina. As conquistas que antes eram almejadas, hoje em dia são refutadas.A rapidez com que temos acesso a tudo hoje em dia interfere nas nossas relações interpessoais. Levou dois minutos para responder minha mensagem? Certo, vou demorar o dobro. E assim fica esse joguinho de quem se importa menos (aparentemente). 

O famoso faz de conta que eu não me importo.É muito mais fácil ficar dois, três, quatro meses com alguém, e quando as divergências aparecem, o relacionamento acaba. E veja bem, não estou limitando isso a relações amorosas, estou falando de todas as possíveis relações.

O difícil de estar em um relacionamento é aprender a conviver, aceitar, conversar, esforçar-se para que dê certo.Gosto de escutar a voz da minha amiga para saber se ela realmente está bem. Gosto de oferecer meu ombro e o meu abraço quando alguém que amo não está bem. Gosto de olhar nos olhos de quem estou conversando. Gosto de observar o jeitinho único de ser de cada um. 

O que observo é que as pessoas estão fugindo disso, muitas fingindo ter relacionamentos perfeitos nas redes sociais, escondendo a realidade por medo da rejeição e não aceitação.As relações nos fizeram aceitar que somos descartáveis.


Tão triste ser descartado da vida de alguém, não acha? Triste descartar assim, sem mais nem menos. Simplesmente não faz mais parte.

Estamos vivendo em um mundo onde a lei do desapego é cumprida. Em redes sociais, os sentimentos são expostos, ou melhor, postados. Mas e entre quatro paredes? São demonstrados?

De nada adianta trocar de carro se você não fizer revisões nele. Não adianta você jogar fora uma roupa branca que manchou, se você não aprender que tem que separar as roupas brancas das outras na hora de lavar. O que quero dizer é que de nada adianta descartar as coisas se você não modificar a forma como as trata. 

Não desista, busque uma solução para o problema.A impaciência, como eu já havia dito, está muito presente nos nossos dias. Respire fundo. Eu sei que é difícil conviver com o diferente, é um desafio saber escutar. Tente desenvolver a tolerância e a paciência. Preste atenção, eu sei que temos limites, e não estou dizendo para você ultrapassá-los, estou lhe dizendo para respirar fundo em cada desafio imposto.

Uma vez vi uma reportagem de um casal que estava há mais de sete décadas juntos, e o segredo deles para o amor durar era “Paciência, muita paciência”. Talvez nos falte muito disso, afinal, os nossos dias estão cada vez mais rápidos. 

Não somente nossos dias, mas nossos pensamentos também. Chega a ser engraçado, mas minhas mãos não acompanham o meu raciocínio ao escrever este texto. Que louco, não? A vida anda assim, rápida demais, às vezes não temos nem tempo para processar as informações, acontecimentos.

Dar conta de um relacionamento não é nada fácil, ainda mais nos dias de hoje, mas quando a gente gosta, é claro que a gente cuida e se esforça.


António Manuel Ribeiro levou o livro «És Meu, Disse Ela» à Sorbonne

Uma imagem com pessoa, fotografia, homem, interior

Descrição gerada com confiança alta


António Manuel Ribeiro, vocalista dos UHF, fez uma intervenção na Universidade Sorbonne Nouvelle, em Paris, a 31 de Maio, no seguimento da publicação de És Meu, Disse Ela, editado no início do ano pela Guerra & Paz. No evento, que foi notícia no Lusojornal, participaram vários especialistas franceses em stalking como Chantal Paoli-Texier, Presidente da associação AJC, a psicóloga Audrey Mathieux, o Presidente do Sindicato dos detetives privados Jean- Emmanuel Derny e o advogado Michel de Soulages.


Este fim-de-semana, o autor estará na Feira do Livro de Lisboa, junto ao pavilhão da Guerra e Paz, a distribuir autógrafos. A sessão decorre no sábado, a partir das 15h00. Em Julho, António Manuel Ribeiro apresenta o livro És Meu, Disse Ela na Faculdade de Medicina de Lisboa.



1150-105 Lisboa | Portugal

Tel.  (+351) 213 144 488

Na Biblioteca Municipal de Cantanhede “Poesia Silenciosa” mostra pinturas de Fátima Negrão



Fátima Negrão expõe pela primeira vez em Cantanhede o seu trabalho como pintora com “Poesia Silenciosa”, que está patente ao público na Biblioteca Municipal até ao próximo dia 30 de junho.


Um conjunto de 20 pinturas a óleo e acrílico sobre tela representam um universo estético singular em que o elemento humano sobressai em composições que remetem para significações relacionadas com os poemas da autora que acompanham cada um dos quadros.
A poesia é de resto outra das grandes paixões de Fátima Negrão, que tem já editados dois livros desse género literário: “Pedaços”, de 2007, ilustrado pela pintora SãoJosé, e “A Pele do Capim”, de 2016, com ilustrações do artista plástico moçambicano João Timane.
Em 2016 que começou a frequentar aulas de pintura a óleo com a professora Daniela Marques, no atelier DAMA TATTOO Studio, em Cantanhede, e aulas de pintura em acrílico, com a professora Françoise Treseur, na Universidade Sénior Nova Acrópole, em Coimbra.
Fátima Negrão nasceu em Moçambique, mas deixou o país há 42 anos. Veio para Portugal na sequência do 25 de abril de 1974, acontecimento que mudou o rumo à sua vida. Literalmente. Deixou em África os seus pais e dois irmãos mais velhos, veio com os três mais novos, já com o curso do Magistério Primário e a experiência de um ano de ensino, em Lourenço Marques, atual Maputo.
Em Portugal, prosseguiu estudos e concluiu formação superior no ensino de pessoas com deficiência auditiva e especialização em Língua Gestual Portuguesa, tendo iniciado a partir daí um ciclo de vida dedicado à educação de crianças surdas e a outras causas ligadas a esta realidade. A poesia, paixão antiga e causa do seu envolvimento em eventos de divulgação literária e outras ações de caráter cultural, particularmente em Cantanhede, onde reside.
Depois da aposentação, dedicou-se às mais diversas causas sociais. Fez parte da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Cantanhede (CPCJ), fez formação a nível de voluntariado em escolas e outras instituições, exerceu o cargo de presidente da Junta de Freguesia de Cantanhede no mandato 2009/2013 e, é atualmente secretária da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede.

A sua pintura integrou várias exposições designadamente:
Em 2018
- “ARTE À MESA” - 202ª edição – 7 a 28 de abril 2018 – Restaurante Nacional – Coimbra;
- “ARTE À MESA” - 200ª edição – fevereiro 2018 - Restaurante Nacional – Coimbra
Em 2017
- CantARTE 2017- XXII edição - 16 de dezembro 2017 a 28 de março 2018 – Casa Municipal da Cultura, Cantanhede.
- Exposição coletiva – outubro 2017 – Universidade Nova Acrópole, Coimbra
- Exposição individual permanente desde outubro 2017 – Restaurante Mela´s Boat, Cantanhede.







Câmara assegura gestão de combustível


Resultado de imagem para Câmara Municipal da Marinha Grande
A partir do dia 11 de junho, a Câmara Municipal da Marinha Grande irá proceder à gestão de combustível florestal numa faixa lateral de terreno confinante com a rede viária municipal numa largura não inferior a 10 metros, desde a berma da rede viária.

Está previsto o corte das árvores mantendo a distância entre as copas das árvores no mínimo de 4 metros, excetuando se forem espécies florestais de eucalipto ou pinheiro bravo (nestes casos a distância entre as copas deve ser no mínimo de 10 metros). 

Será ainda assegurada a desramação de 50 % da altura da árvore até que esta atinja os 8 metros, altura a partir da qual a desramação deve alcançar no mínimo 4 metros acima do solo.

Solicita-se aos proprietários que previamente pretendam retirar os materiais sobrantes, que forneçam essa informação à empresa responsável pela realização dos trabalhos ou à Câmara Municipal da Marinha Grande, através do Serviço Municipal de Proteção Civil.

Caso os materiais resultantes das ações promovidas pela Câmara Municipal não sejam imediatamente recolhidos pelos proprietários, os mesmos serão removidos pela empresa que realiza os trabalhos.

II CONGRESSO INTERNACIONAL DE MEDICIA DE HIPÓXIA LEVA O TEMA DA HIPÓXIA A MANTEIGAS DE 15 A 17 DE JUNHO


Dando seguimento a outros congressos já realizados sobre a medicina de hipóxia e treino de atletas em altitude, a Clínica Médica do Exercício do Porto (CMEP) e a Universidade da Beira Interior (UBI) apresentam o II Congresso Internacional de Medicina de Hipóxia.
 
Nos dias 15, 16 e 17 de Junho, a vila de Manteigas será o centro de uma abordagem aprofundada sobre a temática e os benefícios clínicos da Medicina de Hipóxia, num Congresso que junta professores e investigadores da área, bem como atletas de alta competição.
 
O evento terá início dia 15 de Junho com um workshop sobre o tema da Avaliação Cardio-Pulmonar dado pelo Dr. Jaime Milheiro, Director Clínico da Clínica Médica do Exercício do Porto e Director Clínico Adjunto do Comité Olímpico de Portugal.
 
No dia seguinte, no Centro Cívico de Manteigas, a convenção com o conteúdo científico apresenta vários painéis que vão da Fisiologia da Hipóxia e de Experiências de Centros de Altitude a outras temáticas como Doenças de Altitude, Vivências de atletas, alpinistas e treinadores terminando com Hipóxia, Rendimento e Bem estar.
 
De entre os mais de 15 oradores, o II Congresso Internacional de Medicina de Hipóxia contará, entre as presenças internacionais, nomeadamente com Carmen Calderón Soto, actualmente Chefe dos Serviços Médicos do Centro de Alto Rendimento (CAR) de Sierra Nevada (Espanha), María Antonia Nerín Rotger, Directora da Associação de Medicina de Montanha JR Morandeira-CUEMUM e Presidente da Sociedade Espanhola de Medicina y Auxílio em Montanha (SEMAM) e Verónica Rainone, médica argentina que chefiou várias expedições (Kilimanjaro, M. Kenya, Toubkal, Manaslu, Annapurna, Everest, Lhotse e Antártida).
 
No panorama nacional, marcam presença nomes como Prof. Doutor Gomes Pereira, Director Clínico do Comité Olímpico de Portugal, Prof. Doutora Ana Sousa, Professora Assistente Convidada do ISMAI, Dr, Pedro Amorim, investigador dos efeitos de hipóxia no Hospital Santo António, Prof. Doutor João Beckert, responsável clínico do CAR do Jamor. Prof. Doutor Ricardo Silvestre, coordenador do programa altitude do CAR do Jamor, Prof. André Guimarães, responsável pela Sala de hipóxia Everest da CMEP, Prof. Paulo Pires diretor da Armada Portuguesa de Trai e pelo vários atletas e treinadores: Armando Teixeira (trail), Rui Sousa (ciclismo), Emanuel Silva (canoagem), Miguel Nascimento (natação), Rudi Bernardo (triatlo), Pedro Guedes (alpinismo) e Vítor Baía (parapente).
 
O último dia, 17 de Junho, conta com um conjunto de actividades de montanha. Estando Manteigas em plena cadeia montanhosa da Serra da Estrela, a região mais elevada em Portugal Continental, os participantes e acompanhantes poderão escolher entre Trail Running (Corrida em Montanha), caminhada (Trekking), Escalada e ainda voo de parapente. Todas as atividades serão devidamente acompanhadas por profissionais especializados.
 
De 15 a 17 de Junho, aquele que será o maior evento nacional sobre a temática pretende realizar uma abordagem única sobre a medicina de Hipóxia.  
 
A comissão organizadora do II Congresso Internacional de Medicina de Hipóxia é composta por Jaime Milheiro, Pedro Amorim, Paulo Pires e Armando Teixeira.
 
A comissão científica é composta pelos Prof. Doutores José Gomes-Pereira (FMH), João Beckert (U. Nova de Lisboa), José Soares (FADEUP), Maria Antónia Nerin (Universidad Camilo José Cela - Zaragoça), Ana Sousa (ISMAI) e Daniel Marinho (UBI).

O Evento tem o patrocínio cientifico da ordem dos médicos, Comité Olímpico de Portugal, IPDJ e todas as Federações dos atletas e treinadores envolvidos.




Recordar é viver com o Mercado Antigo: Festas do Município abriram com recriação histórica

Foi com uma viagem no tempo que as Festas de Santo António começaram em Estarreja. Quem passou pelo centro da cidade este fim de semana, assistiu a uma transformação da Praça Francisco Barbosa com eco nas memórias vindas diretamente de finais do século XIX a meados do século XX.

O Mercado Antigo, com duração de dois dias, não só garante o bilhete para uma viagem no tempo como assegura a valorização e defesa das memórias, do património e tradições locais.

Espaços de venda, encenações, trajes, artesanato, comes e bebes, costumes e ofícios e música tradicional fizeram-nos recuar no tempo. Muitos reviveram essas formas de vida mais distantes, mas das quais ainda fizeram parte. Os mais novos, que também contribuíram para a recriação, compreenderam como viviam os seus antepassados.

Pelo envolvimento da comunidade e associações e pelo peso histórico que encerra, a recriação do Mercado Antigo, que incluiu ainda o Desfile Etnográfico e o Encontro de Folclore, representa um dos momentos altos dos festejos que honram o santo casamenteiro.

Os melhores embaixadores de outras épocas

Entre dezenas de participantes nas várias categorias, são atribuídos prémios para os melhores representantes do passado. A Sociedade Recreativa e Musical Bingre Canelense ganhou duplamente, a melhor encenação com a “Contradança” e o melhor espaço de venda. A Peixeira protagonizada por Karina Marques venceu o prémio de Melhor Traje Ajustado à Época.

Depois da abertura na Praça Francisco Barbosa, as Festas do Município prosseguem no Parque do Antuã com grandes nomes da música portuguesa.

Organizadas pela Câmara Municipal de Estarreja, as Festas de Santo António, da Cidade e do Município prosseguem na sexta-feira, dia 8, no Parque Municipal do Antuã, para mais seis dias de festa recheados de boa música - Diogo Piçarra (dia 8, sexta), Os GNR (dia 9, sábado), Os Quatro e Meia (dia 10, domingo) e Fernando Daniel (dia 11, segunda) -, de boa comida – com as Tasquinhas de gastronomia regional servida pelas associações locais entre 8 a 13 de junho -, e sempre com a tradição e os valores locais em destaque - Marchas Populares (dia 12, terça), com perto de 900 marchantes, e o encerramento com o superconcerto das Bandas em Festa (dia 13, quarta) que juntará cerca de 150 músicos em palco.



CÂMARA MUNICIPAL DE ESTARREJA

Praça Francisco Barbosa - 3864-001 Estarreja
Tel. (+351) 234 840 612 (Ext. 404) 

DIVULGAÇÃO | RCM 157-A/2018 | Programas “Aldeia Segura” e “Pessoas Seguras” | Materiais para difusão e livre emprego

Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 157-A/2018, de 27 de outubro, a ANPC está incumbida de gerir os Programas “Aldeia Segura” e “Pessoas Seguras”. Estes programas visam reforçar a segurança e a capacidade de reação das populações aos incêndios rurais, estando estruturados segundo dois vetores:

1.    A realização de ações de sensibilização para a prevenção de comportamentos de risco, desenvolvimento de medidas de autoproteção e realização de simulacros de planos de evacuação, em estreita articulação com as autarquias locais (municípios e freguesias) e envolvendo as populações na sua execução;

2.    O estabelecimento de medidas estruturais para proteção de pessoas, bens e edificados na interface urbano-florestal, através da gestão de zonas de proteção aos aglomerados e da implementação de infraestruturas estratégicas, com a identificação de pontos críticos e locais de refúgio, em estreita articulação com as autarquias locais (município e freguesias) e envolvendo as populações na sua execução;

Para concretizar ambos os programas foram produzidos materiais de sensibilização (folhetos, cartaz e spots de áudio e vídeo) e de apoio às ações (Guia de Apoio à Implementação dos Programas), os quais estão disponíveis no sítio digital da ANPC.

Os spots de vídeo estão encontram-se igualmente disponíveis no canal oficial da ANPC no Youtube e os spots de áudio no canal oficial da ANPC no Soundcloud.

Estes materiais são para difusão e livre emprego por todos, nomeadamente os órgãos de comunicação social, a quem convidamos, desde já, a fazer amplo uso dos mesmos para fins de divulgação das medidas e conselhos da ANPC.



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AUTORIDADE NACIONAL DE PROTEÇÃO CIVIL
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