segunda-feira, 29 de outubro de 2018

“Love Story” de Telefónica Movistar recibe Effie de oro en la categoría Social


por Yesica Flores
Telefónica Movistar, reconocida por ser la empresa más responsable del sector, recibió el premio de oro en los Effie Awards 2018, por su campaña “Love Story” en la categoría Social.
La campaña “Love Story” realizada por Y&R y Wabi Productions para Telefónica Movistar; busca generar conciencia sobre los peligros que rodean a niños y adolescentes en las redes sociales. A tan sólo 5 semanas de su lanzamiento se volvió viral y después del gran impacto que tuvo en México, se ha replicado en los países donde tiene presencia la compañía, generando conciencia no sólo en México sino también en Europa y Latinoamérica, por ello la campaña ha recibido múltiples premios, dentro de los cuales destacan: “Sol de plata” del Festival Iberoamericano de la Comunicación 2017, premio oro en el Festival Ojo de Iberoamérica 2017, “Viral Branded Video” en los Webby Awards 2018, “Caracol de Plata 2018” durante la XVIII Edición del Reconocimiento Iberoamericano a la Comunicación Empresarial con causa, entre otros.
Durante la premiación donde se citaron empresas, organizaciones sociales, medios y agencias de comunicación, Karely Munárriz, directora de marca de Telefónica Movistar comentó: “En Telefónica Movistar entendemos la importancia y la responsabilidad que tenemos en cuanto a trabajar para impactar positivamente a la sociedad y a nuestro entorno. Bajo nuestro proyecto #ConcienciaMovistar y con iniciativas como esta buscamos responder a ese compromiso y fomentar la Protección a la Infancia y el Uso Responsable de la Tecnología para impulsar un entorno digital cada vez más seguro”.
En este sentido, Telefónica Movistar reafirma una vez más sus valores y su compromiso que tiene con la ética empresarial y la relación con la comunidad poniendo en el centro de todas sus acciones a sus clientes.

Macroscópio – O dia seguinte e o caminho de sociedades tão polarizadas

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Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!

O meu dia começou hoje num café que desconhecia e onde o empregado brasileiro se afadigava a servir os cafés e as torradas da manhã. Até que chegou um cliente engravatado que lhe perguntou se estava contente com a vitória do Bolsonaro. Ele só respondeu: “Você não sabe como aquilo está no Brasil...” O homem não desistiu: “Não ouviu o Freitas do Amaral na TSF? Olhe que ele contou que o seu presidente disse que, se fosse alemão nos anos 30, se teria inscrito no partido nazi”. Entre acabar de servir mais um café e preparar um galão, o empregado parou por um momento: “Não acredito”. 
Ouvi sem dizer nada – mas estranhei. Há semanas (meses?) que leio sobre Bolsonaro em dezenas de jornais diferentes e nunca ouvira essa referência. Mal pude fui confirmar. Sim, Freitas do Amaral fez mesmo aquela acusação na sua entrevista à TSF (é logo do minuto 4). E sim, trata-se de uma fake news (tocam a todos), como o Globo verificou há dez dias. Para mais, uma #fake mal citada. 
Conto este pequeno episódio pois ele encapsula a forma como as eleições brasileiras tiveram o condão de criar em Portugal polaridades semelhantes às que dilaceraram o Brasil, sendo notória a apetência por uma argumentação do tipo reductio ad Hitlerum, isto é, aquela em que todos os argumentos da parte contrária são imediatamente descartados por serem “fascistas” ou “branqueadores do fascismo”. Esta forma incivilizada de discutir, que tem contaminado as nossas sociedades, é por isso o tema deste Macroscópio. 
 
 Começo por isso por um texto de Adolfo Mesquita Nunes no Diário de Notícias, Para combater os populistas temos de banir a superioridade moral na política, que parte precisamente da ideia de que uma divisão maniqueísta entre “bons” e “maus” no debate político conduz a maus resultados: “A afirmação de um populista começa pela afirmação de uma superioridade moral, da sua condição de representante do povo contra as elites ou sistema. Mas esta superioridade não é apenas uma característica que populistas xenófobos, nacionalistas, homofóbicos, justicialistas, estalinistas ou anticapitalistas têm em comum, como se fosse uma consequência. Pelo contrário, o populismo é que é a consequência da moralização do debate político nas últimas décadas.” Sem querer encontrar um primeiro responsável por esta deriva nos termos da discussão pública, nota que este “protopopulismo abriu as portas aos populistas radicais. Quando eles apareceram, com ideias velhas e que haviam sido minoritárias durante décadas, o que é que encontraram? Encontraram as classificações radicais banalizadas. Quando tudo é fascismo, nada é fascismo. Mas não só. Encontraram uma sociedade aclimatada à discussão moral, a olhar para problemas complexos de forma binária, a achar que duas leis resolveriam a miséria, a ver o sistema político como uma divisão entre bons e maus, países aliados como inimigos.”
 
No Observador encontramos várias perspetivas sobre a forma como se reduziu em Portugal o debate a este binário fascista/anti-fascista, perspectivas com preocupações diferentes: 
  • João Marques de Almeida, em A lição de democracia dos brasileiros, olha sobretudo para o comportamento das nossas esquerdas: “Bolsonaro até poderá ser fascista, mas o facto de a esquerda o dizer é absolutamente irrelevante. As esquerdas já chamaram de fascistas a Sá Carneiro, a Cavaco Silva, a Passos Coelho, a Paulo Portas, a Marcelo Rebelo de Sousa e até, vejam bem, a Freitas do Amaral. As esquerdas banalizaram o termo fascista. Por isso, o que dizem sobre o fascismo não tem qualquer importância. As esquerdas portuguesas usam o termo fascismo com a mesma ligeireza com que os adolescentes recorrem às palavras odeio e adoro. Obviamente, as esquerdas aproveitaram as eleições brasileiras e os ataques a Bolsonaro para condicionar e assustar as direitas portuguesas. Infelizmente, algumas figuras das nossas direitas assustaram-se.”
  • Alexandre Homem Cristo, em Ordem, progresso e um inimigo da liberdade, manifestou-se mais preocupado com a forma como sentiu que uma parte da direita olhou para o fenómeno Bolsonato: “Nos próximos tempos, haverá muita gente a rasgar vestes e a anunciar o fim dos tempos no Brasil – e, claro, muita gente a enganar-se nas suas profecias apocalípticas. Da minha parte, interessa-me mais olhar para aqui: espero que a crise intelectual e de representação política no centro-direita português não se deixe vencer por réplicas do discurso do presidente eleito brasileiro. É que Bolsonaro não é um democrata. E, sim, isso não é tudo – mas, sem isso, não há nada.” 

Numa abordagem mais distanciada, João Carlos Espada procura explicar, em Eleições no Brasil: Quem lê hoje Macaulay?, que eleições bem disputadas não são sinónimo do espectáculo a que assistimos no Brasil (e a que assistimos com cada vez maior frequências noutros lugares) onde os candidatos se insultam mutuamente enquanto se acusam de serem o  “inimigo do povo”. Recomenda por isso a leitura de um historiados inglês do século XIX para lembrar que “A ideia de que a democracia consiste simplesmente na “soberania do povo” é um equívoco vulgar, em regra associado a ditaduras, revoluções e guerras civis — não a democracias pluralistas e civilizadas.”

 
Já sobre a ineficácia da campanha de algumas elites para derrotar Bolsonaro, e da pouca influência que parecem ter sobre o voto popular (como já tinham tido no Braxit ou na eleição de Trump), escreveram João Miguel Tavares no Público e Rui Ramos no Observador: 
  • Em Nós, as elites, não percebemos nada de nada João Miguel Tavares defende que “as elites artísticas, intelectuais e jornalísticas têm de meter na cabeça de uma vez por todas que a sua influência sobre o povo, na hora do voto, é nula.” Mais: “ter escritores, comentadores, historiadores, músicos ou jornais a criar vídeos, e manifestos, e hashtags, e editoriais, e o diabo a quatro, onde do alto da sua imensa sabedoria tentam explicar ao povo brasileiro (como já haviam tentado explicar ao povo americano) em quem ele deve votar, é uma ridícula figura, por uma razão muito simples – aquele voto, o voto de dezenas de milhões de brasileiros e de norte-americanos, também é contra nós.”
  • Já em A máquina de fazer fascistas já não funcionaRui Ramos escreve sobre aquilo que considera que “as esquerdas radicais e as elites que as esquerdas radicais têm reféns não percebem. Dominam os estúdios de televisão, as salas de aula, as fundações que dão subsídios: aí, ninguém se desviou da lição ensinada: Bolsonaro era fascista, toda a gente que não votasse em Haddad era fascista (ou, pelo menos, “branqueador do fascismo”). Acontece que fora desse mundo de conformismo e estacionamento intelectual, a máquina de fazer fascistas deixou de funcionar. O que se passou é óbvio: no Brasil, a maioria dos eleitores, por mais repugnante que fosse a alternativa, não esteve disposta a entregar o poder ao PT. Por isso, não se deixaram enganar pela velha rábula do “fascismo”.”
 
Não creiam que a surpresa foi só portuguesa, ou que só nós, senhores do antigo império, estávamos a olhar para o Brasil. Mary Anastasia O’Grady, a especialista em América Latina do Wall Street Journal, em Bolsonaro Takes Brazil, também nos retrata um quadro geral muito semelhante: “He was labeled a racist, a misogynist, a homophobe, a fascist, an advocate of torture and an aspiring dictator. His opponents gathered in the streets to denounce him and wrote withering diatribes against him in the press. The proudly “progressive” international media joined the fray, declaring him a threat to the environment and democracy. It ought to have been enough to sink the Bolsonaro candidacy.” Contudo, acrescenta de imediato, ele prevaleceu, “and it isn’t hard to see why: Brazilians are in the midst of a national awakening in which socialism—the alternative to a Bolsonaro presidency—has been put on trial. The resounding victory of Novo Party’s classical-liberal gubernatorial candidate Romeu Zema in the large state of Minas Gerais confirms that theory.”
 
Claro está, acrescenta a colunista, habituada às mudanças de governo nas democracias evoluídas, que amanhã a vontade do eleitorado pode ser outra, mas agora, na interessante leitura da Veja, o Brasil terá entrado Em curto-circuito. A ideia é que o choque conservador que levou Bolsonaro à Presidência, e que nasceu nas manifestações de 2013, passou pela Lava-Jato e chegou ao ápice com o impeachment de Dilma, é um exemplo clássico de um fenómeno sociológico descrito há quase 40 anos por alguém que viria depois a desempenhar um importante papel na história do Brasil contemporâneo: “O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, aliás o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, formulou, num trabalho dos anos 1980, teoria de acordo com a qual as sociedades contemporâneas mudam por curto-circuito. Numa entrevista ao escriba que vos fala, depois reunida em livro (O Presidente Segundo o Sociólogo, de 1998), ele a resumiu. “Sociedades do tipo das nossas, informacionais, com muita comunicação, podem mudar por um curto-circui­to”, disse, e citou, entre outros, os exemplos da França de 1968 e da Polônia de Lech Walesa e do papa João Paulo II, dois eventos históricos que presenciou pessoalmente. “Como as sociedades são muito diversificadas, e os polos de decisão não são centralizados, podem ocorrer mudanças muito bruscas e imprevisíveis. Se houver muito fio desencapado, a probabilidade de curto-circuito é alta.” Os fios desencapados são a precondição, mas não são tudo, prossegue a teoria. Precisa haver comunicação entre os diversos segmentos sociais. “Não é um segmento contra o outro, é uma comoção que percorre os diversos segmentos. Quando se consegue fazer isso, é como se se desse uma ‘fervura’ na sociedade.” A fervura não dura para sempre; depois de certo tempo, assenta. Mas aí a sociedade já mudou.” 

 
Este trabalho da Veja é bastante interessante e a teoria dá que pensar, até porque, como constata o Zero Hora, de Porto Alegre, em O que a vitória de Bolsonaro revela sobre o Brasil que emerge das urnas, o país que aí se revelou é “religioso, conservador, sedento por autoridade com pulso firme e mais à direita do que nunca”. Mais: “Nunca antes o eleitor brasileiro havia conduzido ao Palácio do Planalto alguém tão à direita no espectro político e tão vinculado a posições com potencial explosivo.”
 
Há mesmo, escreve Denis Lerrer Rosenfield no Estado de São Paulo, algo a que ele chama A nova direita. Antes, explica, a direita quase não existia, pois “O esquema vigente estruturava-se a partir de uma alternativa entre uma esquerda social-democrata e uma que detestava essa denominação”, ou seja, o PT e PSDB. Agora “A nova direita apresenta-se agora em duas correntes. Trata-se dos conservadores e dos liberais, em sua significação inglesa (...). Uma, representada por Jair Bolsonaro, tem sua ideia reitora em posições conservadoras, outra por João Amoedo, que expressa posições liberais.”
 
É um quadro tão novo, são tantas as indefinições, que não surpreende que os editoriais da imprensa brasileira de hoje nos falassem sobretudo de um “Salto no escuro”. Em Portugal, no Público, Jorge Almeida Fernandes interrogava-se sobre se Pode Bolsonaro fazer o que lhe apetece?, regressando ao tema da necessidade que tem de negociar e voltando a abordar os riscos da suas presidência:“Risco de quê?”, interroga-se o politólogo Fernando Bizarro. “Se for a quebra brusca da democracia — com um golpe que cancele eleições, feche o Congresso e suspenda direitos —, o risco é provavelmente zero. Tanto a experiência internacional quanto a História brasileira mostram isso.” O problema é outro. “A erosão democrática, isto é, a deterioração gradual e limitada de algumas dimensões da democracia é hoje a forma mais comum da degeneração das democracias.” 
 
Já no Observador Diana Soller notava que Bolsonaro não é Trump. Antes fosse: “Há três diferenças fundamentais. Duas delas tornam Bolsonaro muito mais perigoso que Donald Trump. O presidente brasileiro (primeira diferença) é assumidamente anti-democrata e (a segunda diferença) parece disposto a implementar no Brasil uma espécie de lei marcial permanente. A terceira diferença, é que, do ponto de vista económico, onde Trump é protecionista, Bolsonaro pôs o programa económico nas mãos de Paulo Guedes, um discípulo da escola de Chicago, que, como se sabe, professa o mercado livre e desregulado quase como uma religião.”
 
Como tantas vezes sucede nesta newsletter remato com um texto que, de alguma forma, é um regresso ao tópico de abertura, pois é uma análise que sublinha como, face à polarização verificada, a Moderação ficou barata na política; hora de comprar. A crónica é de Vinicius Mota e saiu na Folha de São Paulo: “Quem comprou radicalização à direita de 2013 para cá se deu bem. O que ficou barato agora é parcimônia e racionalidade econômica. São promissoras as condições para um partido social-democrata moderno no Brasil. Mas será preciso arriscar.”
 
Enquanto isto tudo indica que aqui, na Europa, os anos de Merkel chegaram mesmo ao fim. Mas isso ficará para outra altura. Tenham bom descanso e melhores leituras. 

 
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Las series Galaxy A y Galaxy J dan la bienvenida a nuevos equipos con diseños y tecnología de vanguardia


por Yesica Flores

Samsung Electronics México presenta nuevos smartphones de dos series de la familia Galaxy; se trata de cuatro nuevos teléfonos, los cuales están diseñados para responder a las solicitudes y necesidades de los usuarios de las series Galaxy A y Galaxy J.
Como parte de su compromiso con la innovación, Samsung lanzó los modelos Galaxy A9, con cuatro cámaras traseras, Galaxy A7, con tres cámaras traseras, Galaxy J6+, con dos cámaras traseras y Galaxy J4+, los cuales cumplen con lo más avanzado en tecnología y diseño, revolucionando completamente a los dispositivos en su categoría.
Galaxy A9, el primer teléfono con cuatro cámaras traseras
Galaxy A9, el teléfono insignia de este nuevo lanzamiento, es un smartphone creado para explorar, capturar y compartir momentos únicos, gracias a la primera cámara trasera cuádruple en un smartphone Samsung.
Este dispositivo fue desarrollado con la mejor tecnología en cuanto a cámaras de Samsung, ofreciendo una experiencia sin límites, convirtiéndolo en mucho más que un simple teléfono.
Gracias a sus cuatro cámaras traseras (24MP, 10MP, 8MP y 5MP), logra capturar fotos dinámicas y maravillosas de una manera muy sencilla, pudiendo experimentar de diferentes maneras la creatividad de cada usuario para capturar, crear y compartir imágenes sorprendentes.
Además de sus cuatro cámaras traseras y su cámara delantera de 24MP, Galaxy A9 cuenta con una batería de 3,800mAh (*) así como un almacenamiento interno de 128GB  y memoria expandible de hasta 512 GB, que permiten vivir sin límites, gracias a su rendimiento excepcional y confiable.
El diseño de Galaxy A9 es elegante y ergonómico, y cuenta con 3D Glass en la parte posterior que brinda mayor comodidad para el usuario. Estará disponible en México a partir de diciembre 2018, a un precio aproximado de $13,999 pesos en tres diferentes colores: negro, azul y rosa (estos últimos dos diseñados con un efecto degradado nunca antes visto).
Galaxy A7, con tres cámaras traseras
Galaxy A7 cuenta con tres cámaras traseras, que permiten capturar fotos de gran angular sin límites, gracias al potente lente de 120° y 8 MP.  Sus 24 MP, junto a la función Live Focus, permiten controlar la profundidad ajustando el efecto de desenfoque, para crear fotos impresionantes. Además, logra fotografías claras y nítidas incluso en condiciones de poca luz, combinando cuatro píxeles en uno solo.
Por su parte, la cámara frontal de 24 MP y un flash LED ajustable, brinda la oportunidad de obtener selfies radiantes y nítidas en cualquier momento del día con iluminación perfecta.
La extraordinaria pantalla Super AMOLED de 6.0 pulgadas de Galaxy A7, permite experimentar y compartir el mundo tal como lo ve el ojo humano. Además, el exclusivo Infinity Display de Samsung brinda una visión sin límites. El nuevo Galaxy A7 también cuenta con tecnología de sonido envolvente Dolby Atmos® (**) dando vida al entretenimiento a través del audio que fluye alrededor del usuario.
Y si de estilo se trata, Galaxy A7 cuenta con un diseño premium mucho más estilizado, así como con un sensor lateral de huella digital para brindar mayor comodidad y seguridad al usuario.
Galaxy A7 estará disponible a partir de noviembre a un precio aproximado de $7,999 pesos, en color azul, negro y dorado, con una capacidad de 64GB.
Galaxy J6+, con doble cámara trasera
Para la serie J, Samsung presentó Galaxy J6+, un equipo que ofrece pantalla Infinity Display, con dos cámaras traseras, batería de alto rendimiento y diseño con un toque vaguardista.
El nuevo Galaxy J6+ cuenta con una pantalla de 6” HD + Infinity Display y la función Split Screen, la cual permite interactuar hasta con dos aplicaciones al mismo tiempo, brindando mayor agilidad de uso.
Su diseño moderno combina estilo y comodidad, incorporando curvas ergonómicas y un lector de huella digital ubicado sobre el margen derecho del dispositivo y está disponible en tres diferentes colores: negro, gris y rojo.
Además, este equipo es perfecto para momentos de diversión, gracias a su sonido envolvente Dolby Atmos y cámaras mejoradas.
La cámara de Galaxy J6+ permite lograr imágenes increíbles, con dos cámaras traseras de 13 MP y 5 MP con lentes de apertura F1.9 y F2.2, respectivamente, que hacen posible capturar infinidad de momentos con nitidez y brillo, incluso en condiciones de poca luz, obteniendo fotografías perfectas, sin necesidad de un equipo profesional. Y su magnífica cámara frontal de 8 MP y Flash LED ajustable logra selfies únicas, con el nivel de luz adecuado, obteniendo una fotografía perfecta.
El nuevo integrante de la serie Galaxy J ofrece un óptimo rendimiento con su batería de 3,300 mAh y la integración de la función de Ahorro de energía que permite extender el uso de la batería durante más tiempo. Tiene un espacio de 32 GB de almacenamiento, y opción para expandir su memoria hasta 512 GB, con una tarjeta microSD.
Con lo mejor en tecnología Samsung, Galaxy J6+ cuenta con un lector de huella digital y la función de reconocimiento facial, que lleva la seguridad móvil, a otro nivel.
Galaxy J6+ estará disponible en México a partir de esta semana, a un precio aproximado de $5,299 pesos.
Galaxy J4+, va mucho más allá
Galaxy J4+ tiene una imagen moderna y sus colores negro, dorado y rosa, lo hacen atractivo y alegre.
Este equipo ha revolucionado, ya que ahora cuenta con una pantalla de 6” HD + Infinity Display, y una excepcional cámara trasera de 13 MP y un lente con apertura de F1.9, que permite la entrada de más luz, para capturar imágenes brillantes y luminosas hasta en condiciones obscuras.
Gracias a la cámara frontal de 5 MP que integra la función “Selfie Focus”, puede ajustarse el efecto de profundidad de campo y mediante el Flash Led es posible modificar el nivel del brillo, incluso en entornos de poca luz.
Galaxy J4+ cuenta con sonido Dolby Atmos que eleva la diversión, capacidad de almacenamiento de 32 GB, con opción a expandirse con una tarjeta microSD de hasta 512 GB, y una batería de 3,3000 mAh que, a comparación de su antecesor, incrementa el rendimiento del equipo para durar más horas en acción.
Así mismo, Galaxy J4+, cuenta con sonido envolvente Dolby ATMOS, ideal para esos momentos de diversión.
Galaxy J4+ estará disponible en México a partir de esta semana, a un precio aproximado de $4,699 pesos.

Fim de semana “prolongado” para o Domus Nostra





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“O Dia da Exaltação” arrecada 2 prémios no ART&TUR International Tourism Festival




O vídeo promocional do concelho figueiroense em forma de curta-metragem, encomendada pelo Município de Figueiró dos Vinhos e criada pela produtora figueiroense ARTEiMANHA, foi premiada, na passada sexta-feira, no âmbito do 11º ART&TUR Festival Internacional de Cinema de Turismo.
O Festival realizou-se entre os dias 23 e 27 de Outubro no Teatro Miguel Franco e no Mercado Sant'ana de Leiria, com exibição de filmes e conferências, sendo o seu ponto alto a esperada Cerimónia de Entrega de Prémios, cuja entrada era apenas acessível por convite especial.
A Gala da ART&TUR 2018 aconteceu, assim, no final do dia 26 de outubro e premiou a curta, que homenageou um Figueiró das cores e os seus artistas, com o Prémio de Melhor Filme de Turismo Cultural - ART&TUR 2018 e o Prémio Cidade de Leiria - ART&TUR 2018.
Recorde-se que “O Dia da Exaltação” nasceu da aposta do município figueiroense na valorização imaterial do território a nível cultural e patrimonial de forma a reforçar o interesse turístico do concelho no panorama nacional.
Realizado, em 2017 pela produtora ARTEiMANHA, sob a alçada do jovem conterrâneo Rafael Almeida e de Ana Clara Saragoça, apostou-se numa promoção diferente sob a forma de curta-metragem de ficção, inspirando-se na obra e vida do ilustre pintor José Malhoa, nomeadamente na sua vivência em Figueiró dos Vinhos e o, consequente, enamoramento pela luminosidade e pelas cores e gentes da terra.
A curta contou, com a participação de atores como Rui Porto Nunes, no papel de José Malhoa; Manuel Moreira, Mikaela Lupu e Rui Santos interpretando respetivamente Henrique Pinto, Maria da Conceição e Simões d'Almeida.
O Festival de Cinema de Turismo é uma competição global dedicada ao reconhecimento de conteúdos audiovisuais relacionados com a promoção do turismo, exaltando os melhores projetos e concedendo-lhes maior visibilidade nacional e internacional.
Os dois prémios, agora recebidos, vieram comprovar, deste modo, a certeza de uma aposta ganha pelo município nas suas gentes e no seu concelho, com uma curta-metragem de ficção que emociona e estimula a visita e a divulgação nacional e internacional de uma das mais belas regiões turísticas portuguesas.

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PRIMEIRA EDIÇÃO DAS JORNADAS DO ACES OESTE SUL DECORREU EM TORRES VEDRAS

Cerca de 170 profissionais de saúde participaram, no dia 26 de outubro, na primeira edição das Jornadas do Agrupamento de Centros de Saúde - ACES Oeste Sul, no auditório dos Paços do Concelho de Torres Vedras. Subordinadas ao tema “A saúde para todos”, estas jornadas foram presididas por Joaquim Moura, presidente do Conselho Clínico e de Saúde do ACES Oeste Sul.

Com o objetivo de aprofundar e partilhar experiências sobre os cuidados de saúde primários, a iniciativa contou com as apresentações de sete profissionais de saúde em três painéis temáticos: “A Saúde da Criança no Século XXI”, “A Saúde do Idoso no Futuro” e “Os Novos Conceitos dos Cuidados de Saúde Primários”.

Na sessão de abertura estiveram presentes o diretor executivo do ACES Oeste Sul, António Martins; o presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Carlos Bernardes; o presidente da Câmara Municipal da Lourinhã, João Carvalho; e a vice-presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I.P., Laura Silveira.

Passeio pedestre na Garcia


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No próximo domingo, 4 de novembro, a partir das 09h00, decorre um passeio pedestre no lugar da Garcia, cuja participação é gratuita e não necessita de inscrição prévia.

Trata-se de mais um percurso organizado pela Câmara Municipal que, no próximo domingo, conta com a parceria do Clube Desportivo da Garcia. 

O ponto de encontro está marcado para as 09h00, junto ao edifício do Arquivo Municipal da Marinha Grande, para utilização do transporte gratuito disponibilizado pela Câmara Municipal até ao início do percurso e para posterior regresso ao Arquivo Municipal. Os restantes interessados, podem dirigir-se diretamente, às 09h15, ao campo de futebol do Clube Desportivo da Garcia, onde tem lugar o início e conclusão da caminhada.

O passeio tem a extensão de cerca de 6 km, com grau de dificuldade reduzido. Será entregue aos participantes uma barra de cereais e uma garrafa de água.

Até ao final do ano, estão ainda agendados os seguintes percursos:

18 de novembro
2 de dezembro
16 de dezembro.