sábado, 15 de dezembro de 2018

Afinal… o que é a “Gala da Gândara”?

A organização da 1ª Gala da Gândara é uma iniciativa decorrente da vontade de um conjunto de pessoas e entidades Mirenses, que com o objetivo de distinguir, reconhecer e exacerbar a excelência de boas práticas nos diferentes domínios, pretende incentivar e fomentar a inovação e o princípio da melhoria contínua, necessárias ao desenvolvimento do Concelho de Mira.
Decorrente dos seus fundamentos, seus princípios e sua organização, a missão doprojeto Gala da Gândara, é a de incentivar a excelência, reconhecer boas práticas, promover a competitividade entre pessoas, instituições, organizações com e sem fins lucrativos, grandes, pequenas, médias e micro empresas de qualquer setor de atividade, através da organização de um evento anual, a decorrer no primeiro trimestre de cada ano, que atribui um prémio de reconhecimento público e de mérito, com o claro objetivo de ser um acontecimento que contribui para o desenvolvimento do Concelho de Mira.
A organização da Gala da Gândara tem como objetivo, o reconhecimento de pessoas, instituições, organizações e empresas, que por mérito próprio, se destacaram de uma forma clara e excecional, no período correspondente ao exercício do ano transato, sendo por isso atribuído, em cada edição, galardões nas diferentes categorias: Cultura, Desporto individual, Desporto Coletivo, Empreendedorismo, Turismo, Empresa, Mérito Social e Cidadania, e Revelação.
A avaliação de mérito das distinções e galardões anteriormente referidos, será realizada por um conjunto de indivíduos e instituições, designadas para Comissão de Honra, em que prevalece, para a devida eleição de cada membro, o princípio do reconhecimento das excecionais competências para o efeito. A Comissão de Honra é composta por cinco elementos (pessoas ou entidades), devidamente considerados para o efeito, mediante o reconhecimento do seu curriculum, experiência e idoneidade, para a atribuição de cada um dos prémios ou galardões.
A organização desta Gala da Gândara, acredita que a realização deste evento e de toda a dinâmica proveniente e decorrente da mesma, irá contribuir para o desenvolvimento do Concelho, sendo certo que, é justo e merecido, a existência de um acontecimento anual, que sirva para premiar e reconhecer, o mérito e a excelência de pessoas, instituições, organizações e empresas de Mira.
Toda a informação estará brevemente disponível em www.galadagandara.pt

Garantia foi dada pelo Secretário de Estado do Ambiente, em Cantanhede | Solução para problema das descargas do “Intercetor Sul” da Águas Centro Litoral será decidida em janeiro


Até ao final do próximo mês de janeiro haverá uma decisão sobre a solução a adotar para diminuir o volume dos efluentes canalizados para o "Intercetor Sul" da Águas do Centro Litoral (AdCL), nas Cochadas, Freguesia da Tocha, de modo a acabar com a sobrecarga de caudais e eliminar definitivamente a necessidade de realização de descargas do coletor. A garantia foi dada pelo Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, em Cantanhede, ontem, 12 de dezembro, durante uma reunião promovida pela presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, na qual participaram também o presidente da Assembleia Municipal, João Moura, o vice-presidente da autarquia, Pedro Cardoso, e os vereadores Adérito Machado, Júlio Oliveira, Célia Simões, Luís Silva e Gonçalo Magalhães. Presentes estiveram ainda o presidente do Conselho de Administração da Inova-EM, Idalécio de Oliveira, e o presidente do Conselho de Administração da AdCL, Nelson Geada, bem como presidentes de Junta de Freguesia e representantes das forças políticas com assento na Assembleia Municipal, designadamente o PSD, o PS e a CDU.  

Segundo o Secretário de Estado do Ambiente, estão nesta altura a ser avaliadas três hipóteses, duas das quais passam pela construção de uma ETAR com tratamento terciário no concelho de Cantanhede, para onde serão enviados os caudais produzidos numa parte do território servido pela rede ligada ao "Intercetor Sul", que se manterá a drenar um volume consideravelmente inferior de águas residuais, eliminando assim a necessidade das descargas que têm vindo a ocorrer na vala da Vela e em áreas adjacentes.
Os locais que estão a ser equacionados para a construção da ETAR são o lugar de Pisão, na Freguesia de S. Caetano, no limite do concelho, ou, em alternativa, as Cochadas, na freguesia da Tocha, em qualquer dos casos para tratamento terciário dos efluentes drenados pelos sistemas que servem várias freguesias. A terceira possibilidade que está a ser avaliada tem localização prevista para o concelho de Mira.  
“Qualquer das soluções será tecnologicamente avançada e garante maior segurança    do ponto de vista ambiental”, afirmou o Secretário de Estado, sublinhando que “o resultado do tratamento terciário são águas que podem ser utilizados para rega e outros fins, até para a criação de planos de água em áreas de lazer, existindo vários bons exemplos disso no país”.  

Da parte da presidente da Câmara de Cantanhede não há “reservas a qualquer das soluções previstas, o que não queremos é uma ETAR com sistema de infiltração como a que chegou a ser equacionada para a freguesia da Tocha, pois essa sim teria impactos ambientais profundamente nefastos.  Batemo-nos contra tal solução e felizmente que ela foi abandonada”, sublinhou Helena Teodósio relativamente a uma decisão que mereceu também o aplauso do presidente da Junta de Freguesia da Tocha, Fernando Pais Alves. O autarca chegou mesmo a afirmar que “o abandono da solução da ETAR com sistema de infiltração que esteve prevista para a freguesia da Tocha foi uma das grandes alegrias que tive em trinta anos de vida autárquica”.
Para a presidente da Câmara de Cantanhede, “o importante é que haja agora uma decisão quanto à solução a implementar e que se avance urgentemente com o projeto, de modo a que seja resolvido de vez o problema das descargas de águas residuais do "Intercetor Sul" da AdCL. A este propósito, Helena Teodósio alertou para “a necessidade de a nova infraestrutura ser devidamente dimensionada para responder às perspetivas de aumento dos efluentes, em função do crescimento urbano e da instalação de novas empresas nas zonas industriais, que aliás estão a registar grande procura nesta altura”.
O Secretário de Estado assegurou que “esse aspeto será devidamente acautelado na solução que vier a ser adotada”. Referindo que “em janeiro haverá uma decisão sobre a localização da ETAR”, o secretário de Estado afirmou que, “tendo em conta todo o processo a desenvolver, desde a conceção até à construção, passando pelos aspetos administrativos inerentes, ela não entrará em funcionamento antes de dois anos. Até lá”, adiantou Carlos Martins, “a única coisa que pode ser feita quanto às descargas do "Intercetor Sul" da AdCL é continuar a monitorizar no sentido de identificar e impedir situações que revertam na sobrecarga do sistema”.



Lições inesperadas da China

China vermelha

♦  Péricles Capanema
Bret Stephens [foto], reputado colunista, em 29 de novembro escreveu no “New York Times”, a China declinará rapidamente, como aconteceu com o Brasil. O jornalista lembrou, em 2009 o “The Economist” previu um novo poder global, o Brasil, que logo estaria na quinta posição econômica do mundo, ultrapassando Reino Unido e França. E São Paulo seria a quinta cidade mais rica do mundo. Foram palavras vazias do semanário inglês; hoje o Brasil patina para sair do que talvez seja a pior recessão de sua história.
Vai suceder parecido com a China, avisa Stephens. E faz uma boutade, tendo como pano de fundo o conhecido adágio “Quos vult Jupiter perdere, prius dementat” (Júpiter, a quem quer perder, antes enlouquece). Na versão de Stephens: “Os deuses, quando querem destruir um país, enaltecem-no antes como país do futuro”. Recorda, foi assim com União Soviética nas décadas de 50 e 60, Japão nos anos 70 e 80, União Europeia nos anos 90 e na primeira década do século 21.
Bret Stephens alinha razões para o declínio chinês. A primeira delas, a liberalização econômica é insuficiente, o controle estatal é enorme. Isso nunca dá certo. Segunda, realidade largamente oculta, existem milhões de trabalhadores forçados (escravos, em outra linguagem). O articulista recorda como sintoma gritante mensagem desesperada encontrada em bolsa vendida pela Walmart, confeccionada numa prisão de Yingsham no sul da China: ali os detentos padecem 14 horas diárias de trabalho, entremeadas de surras. Depois de afirmar que tiranias não favorecem o progresso econômico (lembra que em 2020 o controle estatal chinês será minucioso), o jornalista norte-americano empilha outros dados que fundamentam sua previsão de declínio chinês.
Em 2014, estimativa do grupo suíço UBS, fuga de capitais de 324 bilhões de dólares. 2015, 676 bilhões. 2016, 725 bilhões. O que é isso? Medo do futuro. Mais, a dívida pública e privada é gigantesca: 34 trilhões de dólares. Outros sintomas: 46% dos chineses ricos querem emigrar, a maioria para os Estados Unidos. Mais uma vez, insegurança quanto ao futuro. Finalmente, põe em dúvida a credibilidade de estatísticas chinesas, ninguém conhece ao certo o que acontece lá. Termina prognosticando, a China é tigre ferido. E poucas vezes um tigre ferido é plácido.
China vermelha
O ataque ao modelo chinês veio de jornalista Prêmio Pulitzer (2013), antes colunista do “Wall Street Journal”, agora no “New York Times”. O governo chinês julgou necessária resposta contundente. Escalou para o contra-ataque Ding Gang [foto ao lado], articulista do “Diário do Povo”, jornal oficial do Partido Comunista chinês, o que ele fez, publicando crítica ácida no “Global Times”.

Interessam-nos especialmente as razões da diferença entre o Brasil e a China, destacadas pelo chinês. Fala de cátedra: “Trabalhei na Europa, Estados Unidos, Ásia e América do Sul por quase vinte anos. Morei no Brasil por três anos e sei bem por que a economia brasileira se enfraqueceu”.
Segundo o virtual porta-voz do PCC, a razão principal é o sistema de crenças diferente dos dois países. Ao explicar, esmiuçar os motivos, falará em cultura e tradição. De modo diverso, costumes baseados em princípios. Nada mais tradicional enquanto análise, passa longe do marxismo, mas foi a única justificação plausível encontrada por ele para fazer frente ao bombardeio de Stephens.
Afirma o membro do PCC: “Talvez os brasileiros e o autor [Stephens] acreditem no mesmo deus [em minúscula no texto], mas este não é, de forma alguma, aquele deus em quem os chineses creem. O deus mencionado por Stephens não é funcional para a China, nem existe no sistema de crenças do povo chinês”.
Entra na análise: “Por que o Brasil nunca teve um sistema manufatureiro forte e sofisticado? Mais, por que decaiu e caminha no rumo oposto?”. Isto é, aos poucos deixa de ser país industrializado e volta a ser fornecedor de matéria-prima. Responde: “Não é questão de economia ou de instituições, é de cultura”.
Trombeteia: “Os brasileiros não são aplicados nem trabalham duro como os chineses. E nem poupam para a geração seguinte, como os chineses. Apesar disso, querem para si os mesmos benefícios sociais existentes em países desenvolvidos”.
Melhorando, a educação chinesa tradicional forma pais preocupados com o futuro dos filhos, gerações habituadas ao trabalho, que não se agarram ao Estado. A educação brasileira moldaria pessoas preguiçosas, que almejam viver de benesses estatais, torna os pais irresponsáveis.
Ding Gang então alardeia: “A cultura dominante no Brasil faz o país inadequado para a economia manufatureira. Sem industrialização, é impossível o desenvolvimento sustentável. Por isso, o Brasil depende de matérias-primas e commodities”. E pontifica sobre o motivo principal para a pobreza do Brasil: “é a tradição cultural do país”. Para ele, Bret Stephens esqueceu dois pontos em seu olhar sobre a China: cultura e tradição. E são os aspectos principais no raciocínio econômico. O desenvolvimento chinês tem como base a tradição cultural chinesa e estimulará o desenvolvimento das potencialidades do país.
Para que o país se industrialize, resume Ding Gang, a cultura é o fator mais importante. “Isto inclui como o povo considera o trabalho, a situação da família, a educação das crianças e a acumulação da riqueza”. Família, educação infantil, formação de patrimônio. O que trará, com o tempo, garante ele ainda “felicidade familiar e pessoal”. De passagem, reconhece o óbvio, mas não se importa: “Pode parecer racista diferenciar tipos de desenvolvimento com base na cultura”.
Vida morigerada, hábitos de poupança, responsabilidade familiar, educação infantil séria. Em suma, sanidade da família, cadinho da cultura nacional, o grande fator de progresso de um povo. Para Ding Gang, a China não fracassará porque a tem. E o Brasil já fracassou, porque não a tem ou tem pouco. Se Ding Gang atormentasse o leitor com embaralhados argumentos marxistas, todo mundo ia achar que era apenas mais uma saraivada de disparates. Fundamentou sua defesa em terreno diverso, o que é muito revelador. De passagem, se um conservador brasileiro escrevesse sobre o mesmo assunto um décimo do que o comunista chinês apregoou, receberia pedradas de todos os lados. Como é comunista chinês quem escreveu, garanto já de saída, todos vão se calar.

Fonte: ABIM

COIMBRA Pampilhosa da Serra: Celebração do Natal Serrano está de volta com o mesmo espírito contagiante


O Pampilhosa da Serra Inspira Natal – Festival da Filhó Espichada, já se encontra aberto ao público.
O evento que este ano celebra meia década de existência, foi inaugurado na tarde do dia de hoje, com José Brito, Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, a ser o anfitrião da cerimónia.
Após o habitual ‘corte de fita’, que simboliza o início simbólico do evento, protagonizado por José Brito, Ana Abrunhosa, presidente da CCDR – Centro, e Jorge Custódio, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, a comitiva visitou os vários expositores deste certame, que dá especial enfâse ao artesanato, à gastronomia e aos produtos endógenos, através de vários expositores e ‘tabernas típicas’. 
À medida que os mais pequenos já desfrutavam da peça teatral ‘Peter Pan – O segredo da ilha dos 3 olhos’, a visita estendeu-se, claro está, ao Festival da Filhó Espichada, que estará a decorrer ao longo dos 6 dias do evento. Neste espaço, dedicado a uma das mais saborosas iguarias da região, estarão representadas as 8 Freguesias do Concelho de Pampilhosa da Serra, cada uma com a sua forma peculiar de confecionar a Filhó Espichada.
O evento prosseguirá ao longo deste fim-de-semana e, após breve interrupção, regressará no fim de semana seguinte, dias 21, 22, e 23, esperando-se atrações e concertos constantes, para pequenos e graúdos. 
Para hoje está ainda agendado o concerto Pop Gospel com o grupo “Shout”. No Sábado o evento receberá as atuações do grupo Concertinas do Machio e de Amadeu Magalhães e Realejo. Para o último dia do primeiro fim-de-semana do Inspira Natal, esperam-se as atuações dos ‘Roncas de Elvas’ e do grupo de música tradicional Concertinas do Machio, num dia que será marcado pela transmissão em direto do programa Somos Portugal, da TVI, a partir do evento.
Em suma, nos 6 dias deste Inspira Natal, os presentes serão convidados a saborear e reviver o tradicional natal serrano, imbuídos de um espírito de animação contagiante, onde se privilegia a celebração de um natal genuíno, onde a gastronomia, a cultura e a tradição são, sem dúvida, os principais cabeças de cartaz.
Fonte: NDC

A razão porque "atiram" as festas para a Fonte Nova...




A razão porque "atiram" as festas para a Fonte Nova...
O Rossio é mais bonito e mais visitado...
Esta foto é de Dezembro no sábado passado.
Isso dói a muita gente...
Mas o Rossio será sempre a sala de visitas da cidade.

Comentário: A imagem do Litoral Centro captada à uns anos é sem igual.
J. Carlos


Confira a chave vencedora desta sexta-feira. Em jogo estão 85 milhões


Já é conhecida a chave do Euromilhões desta sexta-feira, dia 14.

A chave do concurso 100/2018 do Euromilhões desta sexta-feira, dia 14 de dezembro, é composta pelos números 12 - 29 - 38 - 42 - 44 e pelas estrelas 2 e 12.
Nota: Esta informação não dispensa a consulta do site oficial dos Jogos Santa Casa.

Aumenta a Esperança Média de Vida

A média da esperança de vida em Portugal entre 2015 e 2017 foi de 80,78 anos, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE). A idade regista um aumento face aos dois anos anteriores, sobretudo para os homens.
Segundo os dados das tábuas de mortalidade, os homens têm 77,74 anos de esperança de vida à nascença, mais 1,6 meses, e as mulheres 83,78 anos, mais um mês em relação ao biénio anterior.
Em dez anos, a esperança média de vida aumentou 2,28 anos para a população em geral, 2,56 anos para os homens e 1,78 anos para as mulheres.
“Enquanto nas mulheres esse aumento resultou sobretudo da redução na mortalidade em idades iguais ou superiores a 60 anos, nos homens esse acréscimo continua a ser maioritariamente proveniente da redução da mortalidade em idades inferiores a 60 anos, embora a contribuição da redução na mortalidade nas idades mais avançadas tenha vindo a ganhar importância”, explica o INE.
A diferença entre sexos na esperança de vida média diminuiu de 6,45 anos em 2005-07 para 5,67 anos no período entre 2015 e 2017.
Para as idades acima dos 65 anos, a esperança de vida da população situou-se nos 19,45 anos. Aos 65 anos os homens podem esperar viver, em média, mais 17,55 anos e as mulheres mais 20,81 anos, o que representa ganhos de 1,39 anos e de 1,26 anos, respetivamente, nos últimos dez anos.
Fonte:radiovozsantotirso