segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Mais de metade das mortes infantis em 2018 ocorreram na fase neonatal

Mais de metade das mortes infantis que ocorreram no ano passado foram na fase neonatal, até aos 28 dias de vida do recém-nascido, segundo dados divulgados hoje pela Direção-geral da Saúde (DGS).
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DNOTICIAS.PT
Apesar de ainda não ter todas as causas apuradas nem dados definitivos, os dados provisórios da DGS apontam para uma taxa de mortalidade infantil (até ao primeiro ano de vida) de 3,28 óbitos por cada mil nados-vivos, o que a diretora-geral considera dentro de valores de normalidade, apesar de estar acima do verificado em 2017.
Em declarações aos jornalistas, Graça Freitas adiantou que 194 dos 289 óbitos infantis registados em 2018 ocorreram na fase neonatal, ou seja, até aos 28 dias de vida.
Dessas 194 mortes neonatais, 100 tinham sido bebés prematuros de gestações com menos de 28 semanas, que são considerados os “grandes prematuros” e apresentam maior risco de mortalidade e de complicações associadas.
Os dados relativos à taxa da mortalidade infantil de 2018 são ainda provisórios, porque a autoridade de saúde aguarda o número de nascimentos apurado pelo Instituto Nacional de Estatística.
Contudo, Graça Freitas indica que não se deve fazer uma comparação dos dados de 2018 apenas com o ano anterior, até porque 2017 foi um ano com mortalidade infantil “anormalmente baixa”.
“O número de mortes está dentro do que é expectável para o nosso país, de acordo com a nossa linha de base. [Em 2018] é uma taxa dentro da variação habitual da mortalidade infantil, estando dentro do que é esperado”, afirmou aos jornalistas.
Para ilustrar esta análise, a diretora-geral da Saúde comparou número brutos de mortalidade entre 2016 e 2018. Em 2016 morreram em Portugal 283 crianças até ao primeiro ano de vida e em 2018 morreram 289.
Assim, comparando o ano de 2016 com 2018, no ano passado terá havido um acréscimo de seis mortes em crianças até ao um ano, num universo estimado de 88 mil nascimentos.
Taxa provisória de mortalidade infantil está dentro da normalidade
A Direção-geral da Saúde considera que a taxa provisória de mortalidade infantil em Portugal em 2018 está dentro da normalidade e que continua abaixo da média europeia, aconselhando cautela na análise dos dados.
Em declarações aos jornalistas, a diretora-geral da Saúde indicou que os dados provisórios da mortalidade infantil apontam para 3,28 óbitos no primeiro ano de vida em cada mil nascimentos, valor muito semelhante ao de 2016.
Os dados de 2018 são ainda provisórios, porque a autoridade de saúde aguarda o número de nascimentos apurado pelo Instituto Nacional de Estatística.
Contudo, Graça Freitas indica que não se deve fazer uma comparação dos dados de 2018 apenas com o ano anterior, até porque 2017 foi um ano com mortalidade infantil “anormalmente baixa”.
“O número de mortes está dentro do que é expectável para o nosso país, de acordo com a nossa linha de base. [Em 2018] é uma taxa dentro da variação habitual da mortalidade infantil, estando dentro do que é esperado”, afirmou aos jornalistas.
Para ilustrar esta análise, a diretora-geral da Saúde comparou número brutos de mortalidade entre 2016 e 2018. Em 2016 morreram em Portugal 283 crianças até ao primeiro ano de vida e em 2018 morreram 289.
Assim, comparando o ano de 2016 com 2018, no ano passado terá havido um acréscimo de seis mortes em crianças até ao um ano, num universo estimado de 88 mil nascimentos.
A Ordem dos Médicos pediu hoje um apuramento rápido das causas do aumento da mortalidade infantil, que segundo dados provisórios da Direção-geral da Saúde registou em 2018 o valor mais elevado desde 2013.
De acordo com os dados oficiais ainda provisórios, os valores da mortalidade infantil são apenas ligeiramente acima dos que foram verificados em 2016.
Segundo os dados provisórios, a taxa de mortalidade infantil foi no ano passado de 3,28 mortes por cada mil nados vivos, quando em 2017 tinha sido de 2,69 e em 2016 de 3,24.
A evolução da taxa de mortalidade infantil, hoje noticiada pelo Correio da Manha, levou a Ordem dos Médicos a apelar à DGS para que retire conclusões finais sobre as causas de cada morte.
Em resposta a este apelo, a diretora-geral da Saúde lembra à Ordem dos Médicos que as causas da mortalidade infantil e materna “são sempre estudadas e rapidamente esclarecidas”.
“Quando se trata de mortalidade infantil e materna há uma longa tradição na DGS de observar causa a causa. São sempre analisadas e investigadas, por rotina”, afirmou Graça Freitas.
Lusa

Sargento recebeu 100 mil euros em três anos com corrupção nas messes da Força Aérea

Um sargento-ajudante (SAJ) assumiu esta segunda-feira no Tribunal de Sintra ter recebido, entre 2013 e 2016, 100 mil euros através do esquema de corrupção nas messes da Força Aérea, que passava pela sobrefaturação de bens alimentares.
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Correio da Manhã
O SAJ António Paulo, o terceiro arguido a prestar declarações no julgamento do processo conhecido como Operação Zeus, com 68 arguidos, 30 dos quais militares e 38 civis, entre empresas e pessoas individuais, disse ao coletivo de juízes que passou a trabalhar na messe da Base Aérea n. º5 (BA5), em Monte Real, distrito de Leiria, em junho de 2013.
O arguido explicou que o dinheiro sobrefaturado era entregue pelos fornecedores em envelopes, guardado num cofre na base e, posteriormente, dividido, em partes iguais, por si, pelo sargento-ajudante António Gouveia e pelo major Rogério Martinho, os outros dois arguidos no processo que também trabalhavam, à data, na messe da BA5.
A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu, ao todo, 125 mil euros ao SAJ António Paulo, a maioria escondido num anexo de uma casa de férias em Vieira de Leiria, propriedade de um terceiro (que desconhecia os factos), mas este arguido indicou que 25 mil euros pertenciam ao SAJ António Gouveia.
Cerca de 21 mil euros foram apreendidos no quarto na base e perto de 17 mil euros na bagageira do carro, numa caixa de sapatilhas.
O arguido relatou que o major Rogério Martinho fazia a divisão do dinheiro em três maços, na presença de ambos os sargentos, acrescentando que, nesse momento, eram colocados de lado 500 euros para entregar, mensalmente, à Direção de Abastecimento de Transportes (DAT), à data dos factos chefiada pelo major-general (agora na reserva) Raul Milhais Carvalho, arguido e considerado pelo Ministério Público como o “cabecilha” deste esquema fraudulento.
Os 500 euros eram levantados pelo capitão Luís Oliveira, arguido que se se deslocava a Monte Real para recolher o envelope com o dinheiro para a DAT, na qual trabalhava, um procedimento “instituído e que já vinha de trás, de outras gerências” da messe da BA5.
Esta versão já havia sido contada em tribunal na primeira sessão de julgamento pelo major Rogério Martinho – que assumiu ter recebido 60.000 euros entre 2013 e 2015 -, o qual confirmou o esquema de corrupção e assumiu que o dinheiro sobrefaturado entregue pelos fornecedores era depois distribuído pelos militares envolvidos, incluindo altas patentes da Força Aérea Portuguesa.
Após a saída do major Rogério Martinho da chefia da messe da BA5, outro oficial ocupou o lugar, com o posto de tenente, o qual reuniu com os dois sargentos para lhes transmitir que os procedimentos e o esquema fraudulento "eram para manter".
O sargento-ajudante António Paulo revelou ainda que a primeira vez que recebeu dinheiro proveniente do esquema de sobrefaturação foi em “setembro ou outubro de 2013”, cerca de “500 ou 600 euros”.
Questionado pela presidente do coletivo de juízes, o arguido explicou porque é que nunca denunciou o esquema de corrupção.
“As coisas foram acontecendo, o serviço foi continuando. Vivemos momentos terríveis de sofrimento. Fui um cobarde porque não tive coragem [para denunciar] e tive medo, pois não sabia a envolvência das coisas. Vivia em pânico, continuo a viver. É um stresse constante”, declarou o sargento ao coletivo de juízes, presidido por Susana Marques Madeira.
O julgamento, com 30 militares arguidos - 16 oficiais e 14 sargentos – mais 38 civis, prossegue na quarta-feira com a continuação da audição do SAJ António Paulo
Pela sobrefaturação na aquisição de bens alimentares e matérias-primas para a confeção de refeições nas messes da Força Aérea e do Hospital das Forças Armadas, os militares recebiam dinheiro e presentes dos fornecedores, em função da intervenção de cada um.
À data dos factos (desde pelo menos 2011), estes militares arguidos estavam colocados na DAT e nas messes onde houve registo de crimes: Base Aérea n.º 1 (BA1 - Sintra), BA4 (Lajes, Açores), BA5 (Monte Real, Leiria), BA6 (Montijo), BA11 (Beja), Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea (Ota - Alenquer), Comando Aéreo (Monsanto – Lisboa), Campo de Tiro (Alcochete), EMFA, Alfragide, Aeródromo de Trânsito n. º1 (Figo Maduro) e Depósito Geral de Material da Força Aérea (Alverca).
Lusa

Tensão no norte de Moçambique continua a degradar-se


O diretor da Chatham House Alex Vines afirmou hoje à Lusa que a situação em Cabo Delgado “é preocupante”, “continua a deteriorar-se” e “mostra que o governo de Moçambique não tem o controlo em alguns municípios”.
O território tem sido palco de ataques de grupos radicais, suspeitos de estarem ligados a uma seita islâmica, causando mais de 100 mortos em ano e meio.
“A situação em Cabo Delgado é preocupante. Continua a deteriorar-se. Há um crescimento dos ataques, agora também a veículos. É um novo desenvolvimento preocupante. Até agora não eram conhecidos ataques a transportes civis nas estradas”, sublinha o diretor do Programa para África do Royal Institute of International Affairs (RIIA), ou Chatham House, em Londres.
“Portanto, isto é muito preocupante. Não é por coincidência que os investidores internacionais, o Governo moçambicano e os parceiros internacionais de Moçambique estão cada vez mais preocupados com o que está a acontecer”, sublinha Alex Vines, que foi o anfitrião na Chatham House no início do mês de uma reunião onde participaram especialistas e representantes de petrolíferas que se preparam para iniciar a extração de gás liquefeito na região.
“Isto mostra que, realmente, o governo de Moçambique não tem o controlo sobre o que está a acontecer em algumas municipalidades a norte de Cabo Delgado”, continua.
De acordo com o especialista britânico, “ao que tudo indica”, trata-se de “uma seita militante armada em Cabo Delgado. Portanto, o núcleo da questão é definitivamente religioso, e as outras questões estão ligadas a isto”.
“A investigação a que tivemos acesso sugere que esta questão tem vindo a emergir já há bastante tempo, e tornou-se visível com os ataques no final de 2017”, afirmou.
No entanto, “o que mais me preocupa é que o número de ataques parece estar a aumentar e, ainda que não haja provas de existir um grupo grande de indivíduos envolvidos nos incidentes, o facto é que a violência parece estar [também] a alastrar-se”.
“A deterioração da situação está a preocupar toda a gente cada vez mais”, revela Alex Vines, explicando que o “interesse tremendo” em Cabo Delgado por causa das reservas de gás natural motiva “um acréscimo da atenção” de “um conjunto de países”.
A resposta das autoridades moçambicanas — mas também das empresas com interesses na região — à questão da insegurança na região deve, no entender do diretor da Chatham House, combinar um misto de ingredientes e passa muito para lá de uma “solução exclusivamente militar”.
“Qualquer resposta — defendeu – implica um envolvimento do Estado numa relação com as populações muito mais subtil, para além de uma aposta no desenvolvimento social”, defende.
Alex Vines fez ainda um apelo às autoridades moçambicanas no sentido de escolherem um caminho de “maior transparência e sentido de responsabilidade”.
“É claro que a divulgação de relatórios de organizações defensoras dos direitos humanos sobre a detenção de jornalistas não é um indicativo da melhor postura. A tentativa de desencorajar o escrutínio e a discussão sobre o que está a acontecer, as detenções arbitrárias, a inculcação de um medo cultural [entre a população] apenas afastará as pessoas da cooperação com o Governo e ajudará ao reforço do apoio dos militantes extremistas”, alertou o diretor da Chatham House.
Além disso, “alguns comportamentos das forças de segurança moçambicanas têm sido claramente contraprodutivos”, sublinha.
A população, segundo o especialista, enfrenta uma situação em que é vítima ao mesmo tempo das táticas dos militantes extremistas e da atuação das forças de segurança.
“As pessoas estão com muito medo”, resumiu.
Notícias ao Minuto


Instrumentos de Iluminação em exposição na Biblioteca Municipal de Cantanhede

Na Biblioteca Municipal de Cantanhede foi inaugurada, no dia 18 de Janeiro, a exposição Instrumentos de Iluminação. Constituída por 43 luminárias, a mostra está patente até ao próximo dia 28 de Fevereiro e permite conhecer a evolução da iluminação desde a descoberta do fogo, no Neolítico, até à atualidade, com especial enfoque para diversas candeias a azeite, palmatórias de velas, lanternas, candeeiros a petróleo, carbureto, eletricidade e gás.
Os objetos expostos pertencem a colecionadores da região e ao Museu Regional e Etnográfico – Rancho Regional “Os Esticadinhos”, que gentilmente os cederam para o efeito.
História da iluminação
No Neolítico, período da Pedra Polida (c. 10.000 anos a.C. até c. de 5.000 anos a.C.), o homem descobriu a técnica para produzir o fogo, usando pedras que batia umas contras as outras, provocando faíscas. Depois de descobrir a agricultura e sedentarizar-se, começou a produziu ferramentas e a criar animais para consumo, inventos estes contribuíram decisivamente para evolução da Humanidade. O fogo permitiu ao homem aquecer-se, defender-se dos animais, cozinhar os alimentos e produzir armas mais fortes.
O primeiro combustível utilizado pelo homem como fonte de energia foi a gordura animal. O homem depressa se apercebeu que a carne que caçava, quando cozinhada sobre as brasas, libertava um líquido que tornava o fogo maior. Daí a aprender a guardar a gordura animal em conchas, chifres e em pedras com cavidades naturais, foi um ápice. Estes instrumentos são chamados de “lucernas” e a sua utilização decorreu durante milénios. A partir de materiais como o barro, a cerâmica e os metais, o homem foi produzindo novos instrumentos de iluminação e usando outros produtos como a cera, de origem animal e vegetal e o azeite, como fontes de energia, evoluindo também na criação de suportes das velas, castiçais, candelabros e as lanternas. Os instrumentos foram evoluindo e o homem foi utilizando novos materiais combustíveis que usava para a iluminação doméstica e, mais tarde, pública.
Em 1780, a lâmpada de Argand foi inventada e patenteada pelo físico e químico suíço, Aimé Argand. Este invento melhorou significativamente a iluminação doméstica da época, predominantemente feita por lâmpadas a óleo. Esta lâmpada usava como combustível um óleo de boa liquidez, como o espermacete ou óleo de baleia e produzia uma luz equivalente a cerca de 6 a 10 velas.
No século XIX, cerca de 1850, surgiram os candeeiros a petróleo, de utilização caseira, capazes de fornecer mais luz que os sistemas anteriores, passando a ser o dispositivo de iluminação preferido. A utilização deste combustível tornou a iluminação menos dispendioso que a utilização de óleos, nomeadamente o de baleia.
As lanternas foram evoluindo e generalizou-se a utilização de combustíveis como o carbureto, o querosene e o gás.
A lâmpada elétrica Incandescente, inventada por Thomas Alva Edison em 1879, foi o primeiro dispositivo que pela sua simplicidade permitiu utilizar eletricidade para a iluminação. Com o passar do tempo, as lâmpadas foram evoluindo, surgindo a Fluorescente, a de Halogénio, a de Neon, a de Vapores e a LED (sigla para Light Emitting Diode, que significa “diodo emissor de luz”).

Aveiro no seu melhor com obras em curso na Rua dos Galitos









Já diz o ditado que uma imagem vale mais do que mil palavras, assim, todas a palavras que escrevesse seriam desnecessárias.
As máquinas estacionadas na Rua dos Galitos encontram-se à data da publicação ao serviço das obras que ali têm vindo a decorrer.
Imagens exclusivas do Litoral Centro, fazem parte do seu arquivo, bem como os dois vídeos, podendo ser reproduzidas desde que seja feita referência da sua fonte.
O cenário que contemplamos no Jardim Rossio, é de todo desagradável, e salva opinião contrária era desnecessário.
A voz do Povo em democracia deixou de ser ouvida? Se vamos pela afirmativa, estamos a trilhar pelo caminho errado.

J. Carlos


Candidaturas para reabilitação de instalações desportivas


Resultado de imagem para Câmara Municipal da Marinha GrandeA Câmara Municipal da Marinha Grande informa que os clubes e associações desportivas podem candidatar-se ao Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas (PRID) disponibilizado pela Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto.

O Programa é promovido pela Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, através do Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. (IPDJ) e destina-se a clubes e associações desportivas em Portugal continental e tem como objetivo principal promover a requalificação das instalações desportivas ao serviço das populações.

As organizações associativas locais, especialmente os clubes desportivos, são estruturas que se relacionam com as comunidades da sua área de influência, disponibilizando atividades e serviços que satisfazem as suas necessidades de natureza desportiva e cultural.

As candidaturas deste novo programa executado pelo IPDJ estarão abertas de 15 de janeiro a 15 de fevereiro, até às 23h59.

As despesas elegíveis abrangem intervenções diversificadas relacionadas com renovação, reabilitação e conservação de instalações dos clubes, designadamente:
 Pavimentos desportivos; 
Coberturas e paredes; 
Vestiários - balneários e valências neles existentes; 
Instalações sanitárias;
Construção ou reparação de redes e equipamentos de gás, água e eletricidade,
Reparação de sistemas de tratamento de água de piscinas;
Construção ou reparação de vedações;
Adaptação da instalação existente, assegurando a acessibilidade de indivíduos com mobilidade condicionada, a qualidade de vida e o exercício dos direitos dos mesmos, segundo as normas técnicas para melhoria da acessibilidade das pessoas com mobilidade condicionada publicadas pelo Decreto-Lei n.º 163/2006 de 8 de agosto; 
Melhorias que tenham como fim a eficiência energética das instalações existentes;
Obras de ampliação das valências existentes;
Substituição de elementos construtivos que contenham poeiras/ fibras de amianto, de acordo o Decreto-Lei n.º 266/2007, de 24 de julho;
Outras obras que venham a ser consideradas pertinentes ao desenvolvimento das atividades desportivas da entidade candidata.

A comparticipação do IPDJ não pode ultrapassar 50% do total das despesas elegíveis constantes do orçamento apresentado pelas entidades candidatas, no valor máximo de € 50.000 (cinquenta mil euros), com IVA incluído."

Mais informações em https://bit.ly/2RvjVdN


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