sexta-feira, 22 de março de 2019

FIGUEIRA DA FOZ: Grupo Younan aposta em Portugal

A primeira operação do Grupo tem lugar na Figueira da Foz e aposta na reconstrução de uma unidade hoteleira, que conta, para já, com um investimento de 6,5 milhões de euros. Ao longo dos próximos anos, o Grupo pretende avançar para outras regiões do país.
A La Grande Maison Younan Collection, subsidiária do Grupo Younan Collection, continua a expandir a sua marca de hotéis de luxo, bem como as suas fronteiras, adquirindo o hotel Sweet Residence & Gardens na Figueira da Foz, em Portugal. Parte desta compra, que teve um investimento de inicial 3,5 milhões de euros, está também a renomeação da propriedade adquirida, que passará a ter o nome deMalibu Foz Hotel & Resort. A remodelação total desta unidade hoteleira contou com um investimento adicional de 3 milhões de euros. Com mais de 900 km de costa, Portugal é um paraíso para os amantes de praia. A Figueira da Foz é conhecida pela beleza das suas praias, com um areal de perder de vista, e é também um excelente local para a prática de surf.
O Grupo Younan, especializado em aquisições e gestão de vários ativos e empresas no espaço do consumo de luxo, tem planeado um investimento mínimo de 50 milhões de euros para futuras aquisições em território nacional. Para já, o Grupo está à procura de potenciais candidatos em Lisboa, Porto, Braga e outras localizações chave.
De acordo com Zaya S. Younan, Presidente e CEO do Younan Collection, “faz parte do nosso plano geral de negócios ampliar a nossa marca global de luxo fora da França. E Portugal é um importante mercado estratégico para o grupo Younan Collection. Por isso, vamos focar-nos em oferecer um portfólio de hotéis de luxo que simbolizem a nossa marca. No decorrer do ano de 2019, esperamos fazer várias aquisições para expandir a nossa marca de hotéis, controlando o mercado de quartos e serviços de luxo em Portugal”.
O Malibu Foz Hotel é um elegante resort, idealizado para famílias, casais e empresários, onde todos eles coexistem num ambiente de perfeita harmonia. A Figueira da Foz é uma cidade que, cheia de história e cultura, convida o visitante a perder-se no tempo. O hotel está estrategicamente localizado numa das áreas residenciais mais atraentes da Figueira da Foz, localizando-se a 300 metros da praia. O Malibu Foz Hotel oferece para 94 quartos e suites, e abrirá, muito em breve, um novo restaurante italiano. O hotel passará por uma renovação significativa e estará aberto ao público em junho de 2019.
Para o Presidente do Grupo Younan Collection, esta aquisição é muito importante, pois dá mais um passo na construção de uma marca mundial de hotéis de luxo. “Esta foi uma aquisição bastante oportuna, uma vez que ajudará a acelerar o plano de crescimento global da empresa no setor hoteleiro. Estamos impressionados com as pessoas e a beleza de Portugal e estamos ansiosos por estabelecer raízes profundas no país. ”
A empresa investiu capital significativo nas renovações, que incluirão um novo restaurante Italiano, uma adega e um lounge para apreciadores de charutos. O Malibu Foz Hotel está localizado na Rua Dos Lusíadas, 3080-091 Figueira da Foz, Portugal.

Município de Vagos realiza o “Concurso Literário João Grave”

A Câmara Municipal de Vagos, enquanto promotora da Cultura Vaguense e parceira da Comunidade Educativa do Concelho, encontra-se a promover, juntamente com a Rede de Bibliotecas de Vagos, o Concurso Literário “João Grave” que, este ano, estará subordinado ao tema “Histórias da minha rua”” e terá como modalidades a prosa e poesia.
O presente concurso tem como objetivos desenvolver e consolidar competências de utilização eficaz da palavra escrita em diferentes vertentes literárias, incentivar a criatividade e estimular o envolvimento efetivo da população escolar.
O concurso está aberto a toda a população escolar do concelho de Vagos e distribuído em várias categorias:
Educação pré-escolar (categoria A), 
1.º ensino básico (categoria B), 
2.º ensino básico (categoria C), 
3.º ensino básico (categoria D),
Ensino secundário (categoria E),
Alunos com Currículo Específico Individual (CEI) (categoria F)

Os textos a concurso deverão ser entregues até ao dia 30 de abril de 2019.
Esta iniciativa conta com o apoio da Caixa de Crédito Agrícola de Vagos.
Para mais informações consulte o regulamento em www.cm-vagos.pt ou em www.facebook.com/municipiovagos



João Gil quer fazer “maior concerto do mundo” para ajudar Moçambique

O músico João Gil, em conjunto com a Cruz Vermelha Portuguesa, lançou hoje o desafio a todos os artistas lusófonos para participarem no “maior concerto do mundo” e, assim, angariarem fundos destinados a Moçambique, país afetado pelo ciclone Idai.
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“Nós queremos mobilizar os povos da língua portuguesa. Queremos mobilizar o povo do Brasil, o povo de Angola, todos os músicos angolanos”, anunciou João Gil numa conferência de imprensa na sede da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), em Lisboa.
O músico disse ainda que se pretende mobilizar Moçambique, Cabo Verde, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau.
“Podem enviar os seus conteúdos (…) e, a partir de 18 de abril, nós começamos um concerto interminável”, declarou o músico português.
A iniciativa, dinamizada também com Rui Veloso, pretende angariar fundos destinados a ajudar as vítimas do ciclone Idai em Moçambique, país que já contabiliza 242 vítimas mortais, e irá funcionar de uma forma diferente de outros concertos solidários realizados até agora.
Em vez de uma transmissão televisiva, a emissão da “Operação Imbondeiro – O Maior Concerto do Mundo” seria feita através do portal ‘on-line’ da Cruz Vermelha Portuguesa, podendo então ser partilhada pelas várias estações de rádio e canais televisivos.
Uma vez no portal da Cruz Vermelha Portuguesa, as estações podem fazer a ligação e podem transmitir os concertos “de uma forma absolutamente aberta” e no seu rodapé constará uma linha da Altice para a recolha de fundos diretamente para o fundo de emergência da CVP, explicou o presidente da instituição, Francisco George.
A iniciativa hoje anunciada consiste, de acordo com João Gil, numa alternativa mais “democrática” e permite a participação de todos os artistas interessados, assinalando que os moldes anteriores conduziam à limitação do número de participantes.
“Quando nós fizemos o concerto de Pedrógão [Grande], não demos vazão a todos os artistas que queriam trabalhar, que queriam colaborar, e desta vez não há limites”, afirmou João Gil, acrescentando que este “pode ser o maior concerto do mundo”.
O músico referiu também os “fantasmas que estão no ar acerca da distribuição” dos valores recolhidos em concertos anteriores, mas assegura que “há uma auditoria constante das verbas que vão entrando”.
Durante a conferência de imprensa, a Cruz Vermelha Portuguesa anunciou já ter angariado 394.000 euros e que utilizará parte deste valor para fretar um avião com rumo à cidade moçambicana da Beira que transportará 30 toneladas de ajuda humanitária.
O número de mortos confirmados na sequência do ciclone Idai subiu para 242 em Moçambique e 259 no Zimbabué.
As únicas estimativas conhecidas do Maláui continuam inalteradas, em 56 mortos e 177 feridos.
O chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, decretou o estado de emergência nacional na terça-feira e disse que 350 mil pessoas “estão em situação de risco”.
Moçambique cumpre hoje o segundo de três dias de luto nacional.
A Cruz Vermelha Internacional indicou que pelo menos 400.000 pessoas estão desalojadas na Beira, considerando que se trata da “pior crise” do género em Moçambique.
O Idai, com fortes chuvas e ventos de até 170 quilómetros por hora, atingiu a Beira (centro de Moçambique) na quinta-feira à noite, deixando os cerca de 500 mil residentes na quarta maior cidade do país sem energia e linhas de comunicação.
Lusa

GNR de Coimbra recebe visitas de alunos

O Comando Territorial de Coimbra, nos dias 8 e 18 de Março, recebeu a visita do Agrupamento de Escolas Martim de Freitas e da Escola Básica 1 de Penacova.
Esta visita enquadrou-se numa perspetiva de fortalecer a proximidade entre a Instituição e a comunidade escolar, proporcionado aos alunos um maior conhecimento das valências da Guarda Nacional Republicana, nomeadamente, territorial, trânsito, proteção da natureza e ambiente e intervenção, assim como das atividades por si desenvolvidas.
Durante estas iniciativas, os alunos foram sensibilizados para as questões de segurança rodoviária, efetuando um circuito rodoviário, com sinalização vertical, utilizando bicicletas para o efeito; para a necessidade de  proteger a natureza e o ambiente, sendo relembrados da importância de se efetuar a separação dos resíduos domésticos, de prevenir os incêndios florestais e de proteger os animais domésticos e selvagens. No âmbito da prevenção, foram ainda alertados para os cuidados a ter quando se deslocam na via pública e para os perigos da internet.
As criança tiveram a oportunidade de interagir com os cavalos da GNR, praticando uma sessão de volteio.
Nestas iniciativas estiveram presentes 107 crianças, seis professores e dois auxiliares de ação educativa.

CDS quer saber se autarquias do distrito de Coimbra têm sinalizados idosos a viver sozinhos e/ou isolados

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NAM
Os deputados do CDS-PP Pedro Mota Soares, Ana Rita Bessa e Filipe Anacoreta Correia querem saber se as câmaras municipais do distrito de Coimbra sabem quantos idosos vivem isolados e/ou sozinhos nos seus concelhos.
Em requerimentos dirigidos a cada uma das autarquias do distrito, os deputados do CDS-PP questionam:
  1. Estão os idosos residentes no seu concelho, e que vivem sozinhos e/ou isolados, sinalizados pela autarquia? Se sim:
1.1. Quantos idosos moram sozinhos? E, destes, quantos estão isolados?
1.2. Quantos idosos moram acompanhados por outros idosos? E, destes, quantos estão isolados?
  1. Tem a autarquia algum tipo de apoio aos idosos que vivem sozinhos?
  2. Tem a autarquia algum protocolo com as IPSS ou Misericórdias para o apoio aos idosos?
  3. Há falta de residências e lares da terceira idade no seu concelho? Os que existem são acessíveis à maioria dos idosos?
  4. Desenvolveu, ou tenciona desenvolver, ações de sensibilização para que os idosos do seu concelho adotem comportamentos de segurança que permitam reduzir o risco de se tornarem vítimas de crimes?
  5. Caso a autarquia não tenha sinalizados os idosos a viver sozinhos e/ou isolados, qual é a razão? Tenciona efetuar essa sinalização? Se sim, quando?
As alterações registadas nas sociedades modernas e o seu reflexo nos contextos europeus e mundiais, onde prevalecem conceitos de otimização da economia, obrigam-nos a dar especial atenção ao impacto que estes fenómenos produzem nas famílias, bem como nos grupos mais vulneráveis, nomeadamente os idosos.
O envelhecimento demográfico traduz alterações na distribuição etária de uma população, expressando uma maior proporção de população em idades mais avançadas. Esta dinâmica é entendida internacionalmente como uma das mais importantes tendências demográficas da atualidade.
Em conformidade com o estudo do INE – Instituto Nacional de Estatística publicado em julho de 2015, as alterações na composição etária da população residente em Portugal e para o conjunto da União Europeia a 28 são reveladoras do envelhecimento demográfico da última década.
Em resultado da queda da natalidade e do aumento da longevidade nos últimos anos, verificou-se em Portugal o decréscimo da população jovem (0 a 14 anos de idade) e da população em idade ativa (15 a 64 anos de idade), em simultâneo com o aumento da população idosa (65 e mais anos de idade).
O número de idosos ultrapassou o número de jovens pela primeira vez, em Portugal, em 2000, tendo o índice de envelhecimento, que traduz a relação entre o número de idosos e o número de jovens, atingindo os 141 idosos por cada 100 jovens em 2014. Em 2017 este número subiu para 156.
Por outro lado, o índice de dependência de idosos que, como referido, relaciona a população idosa com a população em idade ativa, continua a aumentar: em 2003, por cada 100 pessoas em idade ativa residiam em Portugal 25 idosos, valor que passou para 31 em 2014 (30 em 2013).
Neste cenário, há cada vez mais idosos a viver sozinhos ou isolados. No último Censos Sénior, a GNR sinalizou 45.563 idosos que vivem sozinhos e/ou isolados, ou em situação de vulnerabilidade, devido à sua condição física, psicológica, ou outra que possa colocar a sua segurança em causa. São quase mais meia centena do que no ano anterior e mais de dois mil em relação a 2016, ano que já tinha contabilizado mais do triplo do registado em 2011.
Muitos destes idosos são pessoas que, devido à sua especial suscetibilidade, necessitam de uma proteção especial e reforçada, quer seja em termos sociais, económicos, de saúde ou de justiça.
Em novembro, uma mulher de 100 anos morreu num incêndio no prédio onde morava, na Porto. A idosa era a única habitante do edifício e o fogo começou no quarto onde dormia. Há um mês outra mulher, de 81 anos, morreu num incêndio em casa, também no Porto.
Em Janeiro, um casal de idosos foi encontrado morto em casa, no Dafundo, Oeiras, distrito de Lisboa.
Esta semana, um casal de octogenários apareceu morto numa casa em Sernancelhe, Viseu.
Casos de isolamento e solidão muitas vezes acabam em tragédia.
O Grupo Parlamentar do CDS-PP defende que importa garantir a existência de mecanismos efetivos de proteção que salvaguardem e atendam às particularidades, riscos e fragilidades dos mais idosos.

Portugueses na Beira mostram “desilusão completa” ao Governo por falta de apoio consular

Os portugueses residentes na cidade da Beira, centro de Moçambique, manifestaram na quinta-feira uma "desilusão completa" com o consulado de Portugal, queixando-se de falta de apoio durante a passagem do ciclone Idai.
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SAPO 24
"Em nenhum momento [o Consulado Português da Beira] esteve à altura de qualquer das nossas necessidades mínimas e imediatas e, por isso, a nossa desilusão é completa", referiu Joaquim Vaz, empresário, numa reunião com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro.
Aquele membro do Governo português chegou na quarta-feira à noite à cidade da Beira, onde se encontra, para avaliar o impacto do ciclone Idai, e na quinta reuniu-se com a comunidade que apresentou muitas queixas.
"Não estamos nada orgulhosos do nosso serviço consular. Durante estes oito dias, não tivemos informações, que o senhor teve que vir dar-nos, de Portugal", acrescentou o empresário Joaquim Vaz.
"Estamos completamente desiludidos e por nossa conta", referiu.
Uma carta assinada por 51 cidadãos portugueses, a maior parte empresários que dizem dar emprego a 800 pessoas, inclui vários pedidos e foi lida durante o encontro.
A falta de um telefone satélite, que poderia servir para estabelecer contactos depois de todas as operadoras deixarem de funcionar, foi um dos aspetos focados por mais do que uma vez pelos participantes na reunião.
Se várias empresas dispõem destes aparelhos, que foram cedendo face à emergência, o consulado também devia ter um, referiu Carla Alfredo, portuguesa residente na Beira.
Ausência de informação ou de reforço prévio da equipa consular, quando já se sabia que o ciclone se aproximava, foram outras das queixas, além de um alerta para cinco famílias portuguesas com carências alimentares.
Entre os principais pedidos na carta entregue a José Luís Carneiro está que Portugal indique uma força especial para garantir a proteção dos portugueses na Beira, agora que estão mais vulneráveis numa cidade sem eletricidade, nem outros serviços básicos.
"As pilhagens, assaltos e violência generalizada já começaram", realçou Joaquim Vaz.
A carta pede ainda a criação de uma linha de crédito que possa apoiar a comunidade em casos urgentes e no esforço de reconstrução que se segue.
"Não se pode pensar que Portugal tem autonomia para chegar aqui e designar forças especiais para proteger só os portugueses", respondeu o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro.
"Isso depende das autoridades moçambicanas. Moçambique tem liberdade para pedir apoio em áreas especiais", acrescentou, sublinhando que "Portugal é um parceiro que é chamado a cooperar quando necessário".
José Luís Carneiro classificou como uma boa possibilidade a criação de uma linha de apoio financeiro e garantiu que "o reforço da capacidade de resposta do posto consular ficará salvaguardado com os meios que, até sábado, chegarão".
O governante realçou, durante o encontro, que o próprio serviço consular ficou sem comunicações e sofreu vários prejuízos durante a passagem do ciclone.
A passagem do ciclone Idai em Moçambique, Maláui e Zimbabué provocou pelo menos 557 mortos.
O chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, decretou o estado de emergência nacional na terça-feira e disse que 350 mil pessoas “estão em situação de risco”. Neste país, estão confirmados 242 mortos.
Moçambique cumpre hoje o terceiro de três dias de luto nacional.
A Cruz Vermelha Internacional indicou que pelo menos 400.000 pessoas estão desalojadas na Beira, considerando que se trata da “pior crise” do género em Moçambique.
O Idai, com fortes chuvas e ventos de até 170 quilómetros por hora, atingiu a Beira (centro de Moçambique) na quinta-feira à noite, deixando os cerca de 500 mil residentes na quarta maior cidade do país sem energia e linhas de comunicação.
Lusa

ClimAgir alerta que as árvores minimizam os efeitos das alterações climáticas

A Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra assinalou hoje o Dia Mundial da Árvore com uma sessão de plantação de espécies autóctones no âmbito do projeto ClimAgir.  Os alunos da Escola Secundária Martinho Árias ouviram explicações técnicas sobre a floresta e as alterações climáticas, sobre as quais realizaram um peddy paper, que culminou na plantação de mais de uma centena de árvores.
Com colaboração do município de Soure, através do gabinete técnico florestal e os serviços educativos, a ação ClimAgir teve a participação dos Baldios da Freguesia das Degracias, União de Freguesias das Degracias e Pombalinho, Bombeiros Voluntários de Soure, Agrupamento da Escola Martinho Árias, Saurium Florestal.
O ClimAgir é um projeto da CIM Região de Coimbra no âmbito do “Reforço das Capacidades de Adaptação às Alterações Climáticas – Ações de Comunicação e Sensibilização na CIM Região de Coimbra”, financiado pelo POSEUR, Portugal 2020 e Fundo de Coesão.
O ClimAgir é uma das medidas específicas previstas no Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas (PIAAC), documento estruturante que contempla o conhecimento das especificidades setoriais (Agricultura, Alimentação, Florestas, Biodiversidade, Recursos Hídricos, Estuários e Zonas Costeiras, Infraestruturas e Energia, Turismo e Saúde Humana), avaliação da vulnerabilidade atual e futura às alterações climáticas e identificação, definição e priorização de medidas de adaptação específicas para o território da CIM Região de Coimbra.