sábado, 30 de março de 2019

Ciência | Intolerância de evolucionistas

Inexorabilidade da Revolução para com os que deixam de ser “politicamente corretos”
Günter Bechly, ilustre cientista alemão
Günter Bechly, ilustre cientista alemão

Plinio Maria Solimeo
A Revolução gnóstica e igualitária, que desde o fim da Idade Média vem levando de roldão tudo o que representa ainda algum vestígio da Civilização ex-cristã, é inexorável quando se trata daqueles que deixaram de ser para ela “politicamente corretos”, segundo seus padrões. É o que vamos ver no caso de um notável cientista alemão que está sendo perseguido porque abandonou o evolucionismo e se converteu à Religião Católica.

Notáveis feitos no campo da ciência
Günter Bechly [foto] é um ilustre cientista alemão que tem muitos títulos acadêmicos, sendo muito conhecido no campo da História Natural. Estudou biologia ou entomologia, parasitologia e paleontologia na Universidade Eberhard-Karls em Tubingen (Alemanha), diplomando-se em biologia em 1994. Em 1999 terminou seu doutorado em paleontologia com suma cum laude, sendo parte de sua tese realizada na famosa Universidade de Harvard.De 1999 a 2016, Bechly trabalhou como curador de insetos âmbar e fóssil no departamento de paleontologia do Museu de História Natural de Stuttgard. Ele é autor ou co-autor de cerca de 150 publicações científicas, incluindo um livro co-editado publicado pela Cambridge University Press, e um popular livro científico sobre evolução. 

Como paleontólogo, Günter Bechly descobriu e nomeou mais de 160 novas espécies de insetos, e tem 10 grupos biológicos nomeados em sua homenagem. 
Esse cientista também atuou nos conselhos editoriais de duas revistas científicas, e organizou cinco grandes exposições públicas sobre a história e a evolução da Terra. Entrevistado amplamente na mídia alemã, serviu como conselheiro científico de dois documentários de história natural da BBC de Londres. Portanto, é cientista de renome mundial.
Em entrevista ao site Portaluz, ele explica que “nasci e fui formado em uma família secular, agnóstica. Fui um ateu, materialista e naturalista durante a maior parte de minha vida. Até os trinta e tantos anos, só me interessavam a natureza e as ciências naturais”[i].

No bicentenário do nascimento de Darwin

Por ser um cientista renomado e evolucionista convicto, no ano de 2009 Günter foi convidado a dirigir as celebrações do bicentenário do nascimento de Darwin, no prestigioso Museu Estadual de História Natural em Stuttgart, na Alemanha [foto acima].
Atraindo mais de 100 mil visitantes por dia, essa foi a maior das celebrações do bicentenário no país. A exposição foi por ele pomposamente intitulada de “O fluxo da vida – 150 anos da Teoria da Evolução”. 
Ao mesmo tempo em que exaltava o evolucionismo, Bechly visava também refutar as teorias do chamado Criacionismo e a do Intelligent Design, contrárias ao darwinismo. 
O Criacionismo é bem conhecido, pois está baseado nas Sagradas Escrituras, e mostra Deus como criador de todas as coisas, principalmente da espécie humana. Quanto ao Intelligent Design (“projeto ou criação inteligente”), seus defensores afirmam que “certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, e não por um processo não direcionado, como a seleção natural”. O que acaba por remeter indiretamente a uma Inteligência superior, responsável por elas.
A diferença entre o Intelligent Design e o Criacionismo é que este tem por base essencialmente um fundamento religioso, procurando ver as descobertas da ciência reconciliadas com ele. Quanto ao Intelligent Design, começa com a evidência empírica da natureza, e procura determinar quais inferências podem ser extraídas dessa evidência. Diferentemente do criacionismo, a teoria científica do Intelligent Design não afirma que a biologia moderna possa identificar se a causa inteligente detectada pela ciência é ou não sobrenatural[ii]. 
A verdade se revela

Para parecer imparcial em sua exposição, ao lado dos livros do fundador do evolucionismo, Günter quis apresentar também alguns sobre o Criacionismo e o Intelligent Design. Para refutá-los melhor e conhecer suas teorias, ele começou a ler também livros a respeito. 
Ocorreu então que “O que eu reconheci, para minha surpresa, é que os argumentos que encontrei nesses livros eram totalmente diferentes do que ouvia dos colegas [evolucionistas], ou de quando você assiste a vídeos do YouTube, onde a discussão gira em torno do Intelligente Design versus neo-darwinismo e a evolução. E tive a impressão de que, de um lado, essas pessoas [partidárias do Intelligent Design e do Criacionismo] são maltratadas, sua posição é deturpada; e, por outro lado, que seus argumentos não estão realmente recebendo uma resposta apropriada e têm mérito”[iii].


Por razões científicas, começa a combater o evolucionismo

Cientista coerente e honesto, Bechly quis aprofundar-se no estudo do Intelligent Design e do Criacionismo. Para isso entrou em contacto com os líderes dessas duas correntes e, durante vários anos aprofundou-se em suas teorias. O que teve como resultado na mudança de suas anteriores visões. O cientista ficou tão convicto da validade delas, que passou a considerá-las as únicas válidas. O que o levou a fazer uma declaração pública de apoio ao Intelligent Design em seu site em 2015, dizendo: “Eu sou cético com relação à teoria Neo-Darwiniana da macro-evolução, e apóio a teoria do Intelligent Design por puras razões científicas”.

Günter afirmou também em vídeo recente (deutsch sprache) que “os dogmáticos não estão exclusivamente no lado religioso, mas também muito fortemente no lado dos materialistas e biólogos evolucionistas, os quais definitivamente evitam tornar transarente a discussão”.

Com efeito, acrescenta ele que os partidários do evolucionismo não davam respostas às suas dúvidas, ou estas eram insuficientes com relação às interrogações que começou a plantear: “Como seria possível para os seres vivos, como afirmam os evolucionistas, dar passos evolutivos gigantescos em períodos de tempo muito curtos?” E argumentava: “Matematicamente estes períodos não podiam conciliar-se com os postulados da genética evolutiva. Ademais, não existem descobertas de fósseis de supostas transição entre os grupos que evolutivamente descenderiam uns dos outros”[iv].

Encontra a verdade na Igreja Católica

Sendo Günter muito coerente, isso o levou também à conversão ao catolicismo, fazendo esta profissão de fé: “Sou um convertido tardio ao catolicismo, e agora rejeito fortemente o ateísmo, o naturalismo, o materialismo, o reducionismo e o cientificismo. Eu não me tornei um teísta cristão, apesar de ser um cientista, mas por causa disso, baseado em uma avaliação cuidadosa e crítica de dados empíricos e argumentos racionais, seguindo as evidências onde quer que elas levem. Estou convencido de que o planejador inteligente é Deus”[v].

A perseguição

“Bechly enfrentou intensa perseguição em seu museu, onde servia como um dos curadores. Apesar de sua carreira exemplar de 17 anos no museu, os colegas [todos partidários da evolução] agora o viam como um ‘criacionista’. Uma posição de apoio que ele precisava, ficou sem ser preenchida. Também uma grande exposição do museu que ele projetou, foi entregue a outras pessoas que não tinham conhecimento sobre o assunto. O chefe do departamento de entomologia pediu a Bechly para renunciar como o ombudsman para um grupo de financiamento de pesquisa. Após declarar sua conversão ao catolicismo e repúdio ao evolucionismo, Günter Bechly foi exonerado da Universidade de Stuttigart”[vi].

Mas não ficou só nisso: em 2017 a Wikipedia, que traz a biografia e feitos de qualquer “João Ninguém”, apagou sua página de longa data para a língua inglesa sobre Günter Bechly, alegando que ele não era suficientemente famoso para nela constar…

Isso provocou uma controvérsia internacional contra a Wikipedia por sua parcialidade. Mas seus dirigentes permaneceram inexoráveis, e não perdoaram a Bechly o ter deixado de ser evolucionista e abraçado a causa do Criacionismo, e sobretudo o ter-se convertido à Igreja Católica.

Atualmente Günter Bechly é cientista sênior do Instituto de Biologia em Redmond, no Estado de Washington e membro sênior do Centro de Ciência e Cultura do Discovery Institute, em Seattle, também nos Estados Unidos[vii].

ABIM

[i] www.portaluz.org/laureado-cientifico-gnter-bechly-es-perseguido-tras-reconocer-que-ya-no-2504.htm

Alpalhão | 33 dadores de sangue na freguesia de António Joaquim Eustáquio





Na terra que, em boa hora, viu nascer e crescer o fundador da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP – materializou-se mais uma brigada. Em Alpalhão concentraram-se, na sede do Grupo Ciclo Alpalhoense, 33 voluntários, sendo 11 mulheres.
Por motivos de saúde, nem todos puderam sair dali com a dádiva concretizada. Mas sempre foram 27 as douradas unidades de sangue angariadas nesta freguesia que tanto dizia a António Joaquim Eustáquio.
Dois jovens estrearam-se como dadores de sangue e o Registo Português de Dadores de Medula Óssea angariou uma nova inscrição.
A Junta de Freguesia de Alpalhão apoiou a realização do almoço que foi servido num restaurante local. Nele participaram elementos da ADBSP, equipa da ULSNA ligada ao serviço de imunohematologia e os generosos dadores.

Arronches a 06 de abril
As próximas colheitas da ADBSP têm lugar em: Arronches, na sede do rancho folclórico, a 06 de abril; Sousel, nos bombeiros, a 13 de abril; Recordamos que as nossas brigadas são aos sábados, na parte da manhã.
https://www.facebook.com/AssociacaoDadoresBenevolosSanguePortalegre/ é muito concorrida. Passe por lá antes, durante ou depois de doar sangue!
JR

Violência Doméstica: Arquivados mais de dois terços dos inquéritos em 2018

Cerca de dois terços dos inquéritos de crimes de violência doméstica em 2018 foram arquivados, segundo dados do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2018.
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Notícias da SIC
O RASI, hoje entregue no parlamento, refere que em 2018 terminaram 32.042 inquéritos e 20.990 (65,5 %) foram arquivados
Do total de inquéritos, 4.613 (14,4%) resultaram em acusação.
A 31 de dezembro de 2018 encontravam-se no sistema prisional 153 reclusos preventivos pelo crime de violência doméstica, dos quais 119 (três mulheres e 116 homens) a aguardar julgamento e 35 (todos homens) a aguardar trânsito em julgado da decisão.
Na mesma data, segundo o relatório, encontravam-se 708 condenados (oito mulheres e 700 homens) e 44 inimputáveis (cinco mulheres e 39 homens) dos quais 20 estavam internados em instituição psiquiátrica prisional e 24 em instituição psiquiátrica não prisional.
Durante o ano de 2018 foram detidos pelas forças de segurança 803 suspeitos, o que corresponde a mais de cem detenções (mais 14,2%) face ao ano anterior.
O número de detenções de suspeitos aumentou 274% entre 2009 e 2018.
Segundo o relatório, a violência doméstica contra cônjuge registou uma diminuição de 0,8% com 22.423 casos registados nas forças de segurança em 2018, menos 176 casos.
Relativamente à avaliação de risco, foram efetuadas 26.107 avaliações de risco e 19.723 reavaliações, através da ficha de avaliação de risco em violência doméstica.
No que se refere ao nível de risco atribuído na avaliação inicial, 21,4% foram classificados de risco elevado, 51,4% de risco médio e 27,2% de risco baixo.
O relatório apresenta ainda dados sobre o sistema de queixa eletrónica, onde são disponibilizadas informações e orientações que visam a promoção da segurança das vítimas de violência doméstica.
Desde 2008 e até 31 de dezembro de 2018 foram registadas 854 ocorrências no âmbito da violência doméstica correspondendo a cerca de 8% do total de queixas efetuadas via Sistema de Queixa Eletrónica.
Durante o ano de 2018, a GNR dispôs de um total de 534 militares (437 homens e 95 mulheres) ligados ao Projeto de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas além dos 352 militares que desempenham funções nas secções de prevenção criminal e policiamento comunitário.
Já a PSP dispôs de 553 efetivos (461 homens e 93 mulheres) com responsabilidade especifica no âmbito da violência doméstica.
Segundo o relatório, 458 elementos estiveram afetos em exclusividade às equipas de proximidade e de apoio à vítima, distribuídos pelos diversos comandos da PSP e 96 elementos afetos às Equipas Especiais de violência doméstica.
O relatório dá conta de uma diminuição de 8,6% da criminalidade violenta e grave no ano passado, em relação a 2017, e de uma descida de 2,6% dos crimes gerais, apesar de se ter registado um aumento de 34,1% dos homicídios e de 46,4% dos crimes de extorsão.
Os crimes que contribuíram para a diminuição da criminalidade violenta e grave no ano passado foram o roubo por esticão, que desceu 18,6%, o roubo na via pública sem ser por esticão, que baixou 9,4%, menos 552.
Lusa

Brasil: Juíza proíbe governo Bolsonaro de celebrar aniversário do golpe militar

A juíza Ivani Silva da Luz proibiu na sexta-feira o governo de Jair Bolsonaro de comemorar, no próximo domingo, o 55º aniversário do golpe de Estado que em 1964 instaurou uma ditadura militar de 21 anos no Brasil.
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Swissinfo
Segundo a Folha de S. Paulo, a decisão da juíza foi provocada por um apelo da Defensoria Pública dos Direitos do Cidadão, que "que alegou risco de afronta à memória e à verdade, além do emprego irregular de recursos públicos nos eventos", identificando as comemorações do golpe como uma apologia de práticas de atrocidades em massa.
A magistrada de Brasília argumentou na sua decisão, de caráter cautelar, que a iniciativa de Bolsonaro "não é compatível com o processo de reconstrução democrática promovida pela Assembleia Nacional Constituinte de 1987 e pela Constituição Federal de 1988", e que as datas comemorativas devem ser aprovadas pelo Congresso.
"Após anos de combates político-ideológicos de resistência democrática e reconquista do Estado de direito, culminados na promulgação da Constituição Federal de 1998, espera-se concórdia, serenidade e equilíbrio das instituições", escreveu a juíza.
Bolsonaro, um capitão da reserva do Exército que durante a sua carreira como deputado exaltou a ditadura em diversas ocasiões, voltou a reavivar a polémica ao pedir aos quartéis "as comemorações devidas" pelo 55º aniversário do levantamento militar de 31 de março de 1964, que derrubou o presidente João Goulart.
Durante o período em que foi deputado federal, Jair Bolsonaro sempre defendeu que o Brasil não viveu uma ditadura entre 1964 e 1985, mas sim um “regime com autoridade”, segundo o portal de notícias G1.
Bolsonaro chegou ainda a homenagear em plenário o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça de São Paulo como torturador durante o regime militar.
Para o atual chefe de Estado do Brasil, Ustra é um “herói brasileiro”.
Mas perante a polémica, o Presidente do Brasil alterou a sua declaração, destacando que não se trata de "comemorar, mas lembrar" e de "rever o que está errado, o que está certo e usar isso para o bem do Brasil no futuro".
A decisão judicial pode não ter qualquer efeito prático, já que muitas unidades militares anteciparam as suas comemorações, pelo que parece, não há atos previstos nos quartéis no domingo.
Um trecho da ordem do dia lido nesta sexta-feira num ato militar em Brasília destaca que "as Forças Armadas participam na história da nossa gente, sempre alinhadas com as suas legítimas aspirações. O 31 de março de 1964 foi um episódio simbólico dessa identificação".
O Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, também celebrou, na quinta-feira, o aniversário do golpe afirmando que as Forças Armadas responderam ao "clamor" popular para deter a escalada para o "totalitarismo".
O golpe militar que depôs o então Presidente brasileiro João Goulart ocorreu em 31 de março de 1964, iniciando-se depois a ditadura no país que durou 21 anos.
De acordo com um relatório da Comissão Nacional da Verdade publicado em 2014 - a versão oficial do Estado brasileiro sobre o período - os "anos de chumbo" deixaram pelo menos 434 mortos e desaparecidos, um número de vítimas consideravelmente mais baixo do que em outros países latino-americanos, como Chile (3.200) ou Argentina (30.000, segundo organizações da sociedade civil).
Mas ao contrário dos seus vizinhos, o Brasil não levou à Justiça os agentes do Estado acusados de cometer crimes durante a ditadura, devido a uma lei de amnistia de 1979.
MadreMedia / Agências

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Essa mulher nunca sentiu dor ou ansiedade na vida, e agora os cientistas sabem por quê

Jo Cameron nunca sentiu dor na vida. Ela comparou o parto de seu primeiro filho a "uma cócega". E os cientistas acreditam que agora sabem por quê 
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França fez cópias dos ficheiros de Rui Pinto por medo de que sejam apagados em Portugal

Revista alemã "Der Spiegel" revela que operação para guardar cópias dos ficheiros armazenados pelo denunciante português ocorreu na semana passada em Budapeste. 
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Ardina.news
Os investigadores franceses que seguem o caso do Football Leaks, e das revelações feitas pelo denunciante Rui Pinto, fizeram cópias dos documentos que o "hacker" português armazenou, segundo a revista alemã "Der Siepel".
As autoridades gaulesas temem que, depois da extradição do jovem para Portugal, os documentos pudessem ser destruídos. A revista afirma ainda que este receio se juntam ao de outros países europeus interessados na investigação.
A acção foi feita na semana passada, em Budapeste, e contou com a colaboração das autoridades húngaras.
A informação compilada é gigante, e a revista alemã faz a comparação com o volume que o português passou à "Der Spiegel" e ao Consórcio de Jornalistas de Investigação Europeus, no passado, em que 3,4 terabytes de informação foi equivalente a mais de 70 milhões de documentos.
Até agora, estes documentos deram origem a mais de 800 histórias em toda a Europa, que já levaram à instauração de vários processos e de multas. Um dos casos mais mediáticos foi o que resultou na condenação de Cristiano Ronaldo ao pagamento de 20 milhões de euros ao fisco espanhol e dois anos de pena suspensa.
Detido na Hungria preso em Portugal
O "hacker" foi detido na Hungria, ao abrigo de um mandado de captura internacional, e chegou na semana passada a Lisboa, acompanhado por elementos da Polícia Judiciária.
Na base do mandado estão acessos ilegais aos sistemas informáticos do Sporting e do fundo de investimento Doyen Sports e posterior divulgação de documentos confidenciais, como contratos de futebolistas do clube lisboeta e do então treinador Jorge Jesus, além de outros contratos celebrados entre a Doyen e vários clubes de futebol.
Rui Pinto está indiciado de seis crimes: dois de acesso ilegítimo, dois de violação de segredo, um de ofensa a pessoa coletiva e outro de extorsão na forma tentada.
O colaborador do Football Leaks terá entrado, em setembro de 2015, no sistema informático da Doyen Sports, com sede em Malta, e é também suspeito de aceder ao endereço de correio eletrónico de membros do Conselho de Administração e do departamento jurídico do Sporting e, consequentemente, ao sistema informático da SAD leonina.
No período em que esteve detido na Hungria, Rui Pinto assumiu ser uma das fontes do Football Leaks, plataforma digital que tem denunciado casos de corrupção e fraude fiscal no universo do futebol, no âmbito dos quais estava a colaborar com autoridades de outros países, nomeadamente, França e Bélgica.
Renascença