sexta-feira, 10 de maio de 2019

Porto de Mós | Em construção CRO – Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia

Já iniciaram as obras do CRO – Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia, que se localizará na atual Zona Industrial de Porto de Mós.

Estão em fase de execução as fundações e subestrutura sendo, entretanto, betonada a laje.

A obra representa um investimento de €188 596,00 e prevê-se que esteja concluída este ano.

O Centro Municipal de Recolha de Animais de Companhia tem como objetivo promover o bem-estar animal e assegurar a segurança e a tranquilidade das populações, sensibilizando para o respeito dos direitos dos animais.

O centro de recolha permitirá o alojamento dos animais capturados, contribuindo para garantir, do ponto de vista sanitário, a vigilância de zoonoses graves, como é o caso da raiva e o controlo da propagação de outras como leishmaniose, equinococose/hidatidose, sarnas e tinhas.

O edifício desenvolve-se num único piso e é composto pelos seguintes espaços: uma sala de enfermaria, uma sala de cirurgia, uma sala de recobro, um gabinete médico, três instalações sanitárias, incluindo um duche, um gabinete de receção e administração, um armazém de materiais de captura e alimentação, dezassete celas para cães, quinze celas para gatos (em gaiola), dois compartimentos para outras espécies, duas celas para isolamento ou quarentena, uma cela para fêmeas com ninhadas e uma área para higienização dos animais dotada de água quente. Os vários compartimentos que constituem o Centro (CRO) agrupam-se de modo a separar as áreas de serviço das áreas das celas onde se encontram os animais de companhia, bem como a separação em áreas distintas das zonas destinadas ao canil e ao gatil.

O CRO contará, ainda, com diversas área exteriores que permitirão garantir a existência de condições para melhorar a qualidade de vida animal.

Esta infraestrutura permitirá ao Município dar cumprimento ao disposto na legislação, no controlo de animais errantes, que será complementado com a criação de um programa de adoções responsáveis.

Leiria recebe segunda prova da OCR Police Challenge

Resultado de imagem para Leiria recebe segunda prova da OCR Police Challenge
OCR | Police Challenge

Leiria vai ser, no dia 9 de Junho, o palco da segunda etapa do Trichallenge Police 2019, da OCR Police Challenge, evento nacional em que os participantes ultrapassam diversos obstáculos ao longo de um percurso.
A prova, com uma distância cerca de dez quilómetros, tem início no Parque do Avião e termina no Skate Park, em São Romão, passando pelo rio, escadas do Estádio Municipal, muralhas do Castelo, zona do Polis e a Nossa Senhora de Encarnação.
O percurso é semelhante ao da edição de 2018, sendo que a novidade deste ano passa pela aposta e criação de novos obstáculos, que serão um total de 32, numa prova em que as inscrições têm um custo de 16€ e estão limitadas a 1.500 atletas.
Para Carlos Palheira, vereador do Desporto da Câmara Municipal, o regresso da iniciativa a Leiria deve-se à “forma contagiante com que fizeram a prova, muito no respeito pelo património” e, apesar de alguma desconfiança inicial por parte das pessoas, reconheceu o responsável, “a cidade recebeu de braços abertos e com muito fervor, num ambiente simbiótico”.
Por outro lado, o Trichallenge “tem um público específico e essa é também uma das nossas prioridades ao nível do Município, é que todas as pessoas devem ter direito a fazer as atividades com que se identificam e nós nisso temos um ecletismo grande”, acrescentou Carlos Palheira, na conferência de imprensa de apresentação do evento.
O autarca destacou ainda o número de participantes de fora do concelho na edição do ano passado, bem como a atratividade do rio Lis neste tipo de eventos, levando “o nome de Leiria bem longe”.
Segundo Nelson Correia, presidente da OCR Police Challenge, este será um fim de semana de ambiente desportivo, onde o objetivo é elevar os níveis de organização, dada a “responsabilidade acrescida, uma vez que, no ano passado, fomos eleitos o evento desportivo do ano [na Gala do Desporto] e não queremos defraudar as expectativas”.
Vítor Marques, da organização, explicou que a prova destina-se a todo o tipo de desportistas, mesmo os que pretendam participar de forma lúdica, já que a iniciativa também se caracteriza pelo espírito de equipa e de entreajuda.
Para além da corrida de obstáculos, o Trichallenge terá atividades gratuitas para crianças dos 6 aos 11 anos e a novidade da realização de um momento de animação musical na véspera do evento, no Jardim da Vala Real.
O Trichallenge Police é uma competição nacional de corrida de obstáculos que se divide em quatro provas a realizar em Viseu, Leiria, Oeiras e Portimão, e, pela primeira vez, irá apurar atletas para o Campeonato do Mundo da modalidade.

Leiria quer pôr em prática plano de adaptação às alterações climáticas


Resultado de imagem para Leiria quer pôr em prática plano de adaptação às alterações climáticas
O presidente da Câmara Municipal de Leiria, Raul Castro, manifestou esta sexta-feira o desejo de colocar em prática as medidas de ação propostas no Plano Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas no sentido de tornar o concelho de Leiria mais resiliente e preparado para enfrentar as consequências do aquecimento global.
Raul Castro falava na sessão de abertura do seminário de apresentação final do Plano Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas no concelho de Leiria, que está decorrer no Estádio Municipal de Leiria.
“Com este plano está dado o primeiro passo para afirmarmos Leiria como um concelho de vanguarda no que diz respeito à adaptação às alterações climáticas, mas este trabalho de nada valerá se não formos capazes de dar o passo seguinte, que é o mais importante, o de passar da teoria à prática”, disse o presidente da Câmara Municipal de Leiria, acrescentado que “no que diz respeito à salvaguarda do nosso território, vivemos um tempo em que não basta apregoar boas intenções duas ou três vezes por ano, quando se comemora o dia da árvore, da água, ou outra efeméride ambiental. Esta é uma luta diária”.
Raul Castro realçou que no concelho de Leiria estão identificados oito territórios vulneráveis, para os quais foram delineadas mais de duas dezenas de medidas de ação, mais de uma centena de linhas de intervenção e mais de 50 ações prioritárias, que será necessário colocar em prática para inverter o “rumo de delapidação dos recursos naturais através de uma política de pequenos passos”, apelando à participação empenhada de todos.
“Por si só, este Plano Municipal não resolve nada, mas constitui um mapa que nos pode conduzir num trabalho que não pode ser menorizado nem adiado”, disse, manifestando o propósito de dar início a um conjunto de ações planeadas de forma integrada, de forma a tornar o concelho mais resiliente às cada vez mais frequentes ameaças resultantes no aquecimento global.
“Face à complexidade deste fenómeno e às consequências desastrosas que o aquecimento global pode ter no nosso futuro, é imperioso envolver o melhor da ciência no desenvolvimento de soluções que nos ajudem a reverter este processo”, disse, acrescentando que, para além das medidas a implementar, o mais importante dos trabalhos deve ser efetuado ao nível da educação e sensibilização.
“Só teremos um futuro sustentável se alterarmos drasticamente a forma como delapidamos os recursos disponíveis, uma mudança que apenas será possível se começarmos desde já a educar os nossos filhos nesse sentido”, concluiu.
O Plano
O Plano Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas de Leiria foi desenhado tendo por base o conhecimento climático do concelho, nomeadamente da sua diversidade climática, a análise das vulnerabilidades atuais e futuras, a análise da vulnerabilidade territorial e a identificação dos territórios vulneráveis prioritários, de que resulta a definição de medidas de adaptação tanto de nível geral, setorial e territorial, como de carácter específico para os territórios vulneráveis prioritários.

O PMAAC-L identifica as principais ameaças que o nosso concelho enfrenta, como o aumento da média da temperatura do ar, a diminuição do nível de precipitação, em especial no Outono, Primavera e Verão com fenómenos extremos associados, e ainda secas mais frequentes e severas e subida do nível do mar.

Neste documento foi desenvolvida uma visão adaptativa do concelho às alterações climáticas, foram definidos objetivos estratégicos e identificadas vulnerabilidades climáticas prioritárias.

Participaram no processo os vários setores/parceiros do desenvolvimento local através da realização de workshops para disseminação de informação e recolha de contributos.

A partir da identificação e priorização das atuais vulnerabilidades e riscos climáticos e da sua projeção até ao final do século para o território concelhio, o município de Leiria dispõe assim de um conjunto integrado de opções para responder ao clima futuro.

Link para o Plano:


Ciência | Centro de investigação europeu distingue estudo da FCTUC que visa desenvolver novos fármacos para o tratamento de cancro



Um estudo que, pela primeira vez, avaliou o impacto de fármacos anticancerígenos na água do interior das células foi distinguido com o “Society Impact Award” 2019, prémio atribuído pelo “ISIS Neutron and Muon Source”, laboratório que possui um dos mais potentes feixes de neutrões e muões do mundo, localizado no Reino Unido.

Lançado em 2018, o “ISIS Impact Award” reconhece o impacto científico, social e económico do trabalho desenvolvido pela comunidade de utilizadores das instalações do centro – cerca de um milhar de cientistas de todo o mundo por ano.

O estudo agora premiado, liderado por Maria Paula Marques e Luís Batista de Carvalho, da Unidade de I & D “Química-Física Molecular” (QFM) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), visa o desenvolvimento de novos fármacos antitumorais com múltiplos locais de ação, a designada quimioterapia multialvo, que permite aumentar a eficácia do tratamento de doentes com cancro, principalmente em casos de prognóstico muito baixo.

Geralmente, explicam os investigadores, «os medicamentos de combate ao cancro têm um único alvo (uma molécula recetora, que pode ser o ADN, uma proteína específica, a membrana da célula, etc.). Mas se conseguirmos um fármaco que atue simultaneamente em vários locais da célula, a eficácia do tratamento será maior, e terá menos efeitos tóxicos para o paciente».

Sabendo-se que a água, a substância mais abundante dentro da célula, é essencial para o seu bom funcionamento, estes investigadores decidiram estudar o comportamento dos diferentes tipos de água intracelular na presença de fármacos anticancerígenos.

«Só conhecendo todas as mudanças que os medicamentos desencadeiam na estrutura da água no interior da célula é possível avaliar de que forma esta água pode ser usada como um alvo terapêutico. É a primeira vez que se tenta perceber o efeito de fármacos na água intracelular», notam os investigadores que trabalham no desenvolvimento de novos fármacos contra o cancro há cerca de duas décadas.

A equipa inovou também na realização das experiências, já que foi a primeira vez que se colocaram células cancerígenas humanas sob a ação de um feixe de neutrões. Para tal ser possível, foi necessário cultivar e incubar com o fármaco um número extremamente elevado de células cancerígenas humanas imediatamente antes da aquisição dos dados. «São experiências muito complexas, que exigem a utilização de milhões de células vivas», contam Maria Paula Marques e Luís Batista de Carvalho.

Foram testados dois fármacos, em dois tipos de cancro muito agressivos: carcinoma de mama metastático (triplo-negativo) e osteossarcoma (cancro de osso, que afeta particularmente crianças e adolescentes). Primeiro foi avaliado o efeito de um medicamento conhecido – a cisplatina - e, numa segunda fase, foi testado um fármaco desenvolvido por estes investigadores da QFM-UC. Ambos os compostos têm como alvo principal o ADN da célula.

Os resultados foram bastante promissores, revelam os coordenadores do estudo. «No seu conjunto, verificou-se que os dois fármacos afetam a água intracelular nos tipos de cancro agora estudados. Mais, observaram-se diferenças significativas no modo de ação dos dois medicamentos, dependentes ainda do tipo de cancro».

Por outro lado, observou-se um duplo efeito dos fármacos na dinâmica da água intracelular. A água do citoplasma tornou-se mais rígida enquanto a água de hidratação das biomoléculas que se encontram no interior da célula (que funciona como uma capa protetora) tornou-se mais flexível. Segundo os investigadores, este efeito duplo é «muito positivo porque significa que provavelmente as biomoléculas não irão funcionar normalmente, levando à morte celular, que é o que se pretende numa célula doente».

Sobre o prémio “Society Impact Award”, Maria Paula Marques e Luís Batista de Carvalho afirmam que foi com «surpresa e satisfação que recebemos a notícia, já que concorremos com centenas de cientistas de todo o mundo. É uma honra muito grande ver reconhecida a qualidade do trabalho desenvolvido na nossa unidade de investigação».

Cristina Pinto

Opinião | O gigante chinês tem pés de barro

  • Marcos Machado
Ao contrário do que a mídia brasileira costuma veicular, a economia da China continua em queda. Por outro lado, melhoram as posições da Índia, Vietnã, Malásia, Camboja e Filipinas.
Vamos diretamente aos fatos.
Cerca de 200 empresas dos EUA estudam transferir a produção que vêm mantendo na China para a Índia, informa Nicole Hao de The Epoch Times (29-4-19). Com efeito, esses empresários visam estabelecer uma base de manufatura alternativa na Índia.
Em recente entrevista concedida à Press Trustof India, a maior agência de notícias do país, MukeshAghi, presidente e CEO do Fórum Estratégico de Parceria EUA-Índia, disse que nos últimos meses ele recebeu um número de consultas de empresas norte-americanas bem maior do que de costume.
A disputa comercial entre os Estados Unidos e a China — com tarifas norte-americanas sobre produtos fabricados na China — já levou muitos fabricantes com bases de produção na China a retirar suas fábricas do país a fim de evitar perdas.
Em dezembro de 2018, surgiram notícias de que a Foxconn, conhecida por fabricar produtos da Apple, começaria a montar seus iPhones na Índia. Vários outros fornecedores da Apple também anunciaram que construiriam novas fábricas ou aumentariam a capacidade de produção nesse país.
Mesmo antes do início da guerra comercial EUA-China, a Samsung, Intel, LG, Nokia, Nike e Adidas já haviam começado a abandonar a China em razão do aumento dos custos de produção. Com efeito, o futuro incerto da guerra tarifária China x EUA abriu oportunidades para outros países asiáticos.
O presidente e CEO do Fórum Estratégico de Parceria EUA-Índia disse esperar que o próximo governo indiano acelere as reformas econômicas e torne o processo de tomada de decisão mais transparente, a fim de atrair mais empresas no país.
A Índia, com 900 milhões de eleitores, está para realizar eleições. Tanto o Bharatiya Janata, liderado pelo atual Primeiro Ministro, quanto o partido Congresso Nacional Indiano já manifestaram desejo de receber mais investimentos estrangeiros. 
De acordo com o Mizuho Research Institutedo Japão, o Vietnã vem sendo o maior beneficiário da guerra comercial EUA-China até o momento. Capitalizando interesses das empresas que deixam a China, países como o Camboja, Filipinas, Malásia, México e Taiwan têm impulsionado políticas no sentido de atrair investimentos estrangeiros.
Analistas internacionais chamam a atenção para o fato de nós ocidentais analisarmos erroneamente o que vem se passando com a China, como se ela mantivesse um regime democrático transparente, com liberdade de imprensa e de religião. Isto está longe de ser verdade.
A China continua sendo um regime autoritário, ditatorial, em que as determinações do PC se impõem a todo o país. Não há oposição. Para os descontentes há os 200 milhões de câmeras a policiá-los, pontuá-los e depois reprimi-los duramente. Até internet é censurada.
Quer fazer carreira na China? Baixe o aplicativo do governo, acesse-o com frequência, faça comentários elogiosos ao ditador Xi Jinping. Quer desgraça para si e para os seus? Tente fazer alguma crítica… Essa é a China que ameaçou o Brasil caso se alinhasse aos EUA.
Na medida em que alguns incautos dizem que a China poderá fazer grandes investimentos no Brasil, ela agradece e, muito feliz, muda de diapasão… Sejamos cautos e desconfiados! O “gigante” chinês, além de muito midiático, tem pés de barro!
ABIM

Saúde | Centro regista a segunda maior taxa de novos casos de VIH

O Centro é a segunda região de Portugal com maior incidência de novos casos de infeção por VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana), a seguir à área metropolitana de Lisboa, com 8,6 casos por 100 mil habitantes, foi hoje revelado.
A situação é preocupante e vai ser discutida por especialistas nas áreas do VIH e das hepatites víricas na 6.ª edição do Virology Meeting Point, que vai decorrer hoje e sábado na Figueira da Foz, organizado pela Gilead Sciences.
Segundo Filomena Frazão de Aguiar, presidente da Fundação Portuguesa “A Comunidade Contra a Sida”, o Centro “é a região com maior proporção de diagnósticos tardios de infeção, com 60,8% dos casos diagnosticados evidenciando já degradação imunológica”.
“É a terceira região do país com mais casos de diagnóstico de SIDA, correspondente a estádios avançados da infeção por VIH”, sublinhou à agência Lusa a psicóloga clínica, especialista em aconselhamento VIH e SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida).
De acordo com os dados revelados, em 2017, a região Centro registou 192 novos casos, que corresponde a 18% do total de novos casos nacionais, dos quais 42 resultaram em SIDA.
A prevalência de infeção pelo VIH na região atinge 6.044 pessoas (10,4% do dos casos nacionais), sendo que os doentes com SIDA são 399 (1,8% dos casos nacionais).
“São números preocupantes e, mais do que nunca, continuo sempre a reiterar que instituições que têm o dever de apoiar estas organizações deviam estar lado a lado a colaborar e a trabalhar connosco na luta contra a SIDA. E não estão, de maneira alguma”, salientou Filomena Frazão de Aguiar.
Segundo a presidente da Fundação Portuguesa “A Comunidade Contra a Sida”, faltam projetos e informação ao nível da prevenção, situação que, “muito em breve, vai levar a um aumento significativo de casos de infeção”.
O Virology Meeting Point é um seminário que tem como objetivo de debater as perspetivas atuais na terapêutica antirretrovírica no VIH e de discutir a importância do rastreio e da ligação aos cuidados de saúde dos doentes com infeção por VIH e VHC (Vírus Hepatite C).
O evento reúne especialistas nacionais e internacionais, proporcionando a partilha e discussão de projetos nacionais de rastreio e ligação aos cuidados de saúde dos doentes com VHC e VIH, numa dinâmica de grupo.

NDC

Coimbra | Edifício da Plural vence Prémio Nacional de Reabilitação Urbana

Lisboa, Porto e Coimbra são os municípios onde estão localizados os projetos vencedores da sétima edição do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana (PNRU) de 2019, à qual concorreram 80 projetos nacionais distribuídos por 20 concelhos, anunciou a organização.
A cerimónia de atribuição dos prémios decorreu na quinta-feira à noite, no Museu dos Coches, em Lisboa.
O galardão visa “reconhecer, premiar e divulgar a excelência” na renovação das cidades portuguesas, afirmando-se “atualmente como a mais prestigiada distinção” na área da reabilitação do edificado e requalificação dos territórios em Portugal, de acordo com a organização.
O PNRU para o melhor projeto de serviços e comércio foi atribuído à Sede e Centro de Logística da Cooperativa de Farmácias Plural, em Coimbra.
Em Lisboa foram distinguidos os melhores projetos nas áreas de impacto social, residencial, restauro, reabilitação estrutural e eficiência energética.
O PNRU – Residencial e o de Reabilitação Estrutural foram atribuídos ao projeto Sottomayor Residências, em Lisboa.
O galardão Cidade de Lisboa foi atribuído à reabilitação do Teatro Luís de Camões, que também recebe o prémio PNRU – Impacto Social.
No Porto, o prémio na vertente Turismo foi atribuído ao Monumental Palace Hotel e a distinção de Intervenção inferior a 1.000 m2 à Casa António Patrício.
O PNRU Cidade do Porto foi atribuído ao edifício na Rua do Teatro, 134.
O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana é co-organizado pela Vida Imobiliária e pela Promevi.
Este ano concorreram 80 projetos, num total de 213 mil metros quadrados de área de intervenção, distribuída por 20 concelhos.
A habitação, com 48 projetos, foi o tipo de projeto com maior representatividade. Concorreram ainda 12 projetos de impacto social, 11 de turismo e nove de comércio e serviços.
Os vencedores foram eleitos por um júri independente, que inclui o economista João Duque, os arquitetos João Santa-Rita e João Carlos Santos, bem como os engenheiros Manuel Reis Campos e Vasco Peixoto de Freitas.

NDC