quarta-feira, 15 de maio de 2019

Governo prolonga proibição de queimadas até quinta-feira em 10 distritos

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O Governo prolongou hoje a proibição de queimadas até quinta-feira nos distritos de Beja, Bragança, Castelo Branco, Évora, Faro, Guarda, Lisboa, Portalegre, Santarém e Setúbal devido ao elevado risco de incêndio.
Os ministros da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, assinaram hoje um despacho conjunto que determina o prolongamento da proibição de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração até quinta-feira naqueles 10 distritos de Portugal Continental.
Um comunicado conjunto dos dois ministérios refere que esta decisão resulta das recentes informações disponibilizadas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMAI), que apontam para a manutenção do elevado risco de incêndio rural, decorrente do quadro meteorológico previsto para as próximas 48 horas para a globalidade do Continente.
Segundo o Governo, esta decisão decorre também do aviso à população da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) sobre o perigo de incêndio rural e do comunicado técnico-operacional da ANEPC, que determina o prolongamento do Estado de Alerta Especial Amarelo do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais naqueles distritos até às 23:59 do dia 16 de maio.
Na sexta-feira, o Governo tinha assinado um despacho que proibia a realização de queimadas naqueles 10 distritos até hoje.
Lusa

Rota das Cerejas do Fundão com a CP

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A Rota das Cerejas do Fundão vai regressar aos comboios da CP - Comboios de Portugal, aos sábados 25 de maio, 1, 8, 15, 22 e 29 de junho e ainda às quartas-feiras, 29 de maio, 5, 12, 19 e 26 de junho.
O programa inicia-se em Lisboa Santa Apolónia, com partida às 8h15, em comboio Intercidades e destino a Castelo Branco.
Após a receção nesta estação, os participantes seguem em autocarro, para uma visita guiada à Queijaria Tradicional Quinta do Pomar onde os aguarda uma prova do queijo da Soalheira.
Um passeio pela Serra da Gardunha e apreciar o panorama da Cova da Beira são propostas para o final da manhã, antes do almoço, no restaurante “Dom Vicente”, no Fundão.
As atividades terminam no Pomar de Cerejeiras, na Quinta do Pombal, em Aldeia Nova do Cabo, com a prova e a oferta de cerejas e a compra de fruta e de licores da região.
Antes da partida do Fundão, às 19h07, há ainda a possibilidade para uma visita ao centro histórico da cidade.
O preço do programa varia entre os 49 e os 54 euros, para adultos, enquanto para as crianças varia entre 34 e 38 euros.
Informações mais detalhadas em cp.pt ou através do telefone 707 210 220.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Presidente da Câmara recebe comitiva de cluster de moldes e plásticos do México


A presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, recebeu, na manhã desta terça-feira, 14 de maio, uma comitiva do cluster de moldes eplásticos de Monterrey, no México. 

Esta comitiva está de visita à Marinha Grande no âmbito da assinatura de um protocolo entre este cluster de Moldes e Plásticos Mexicano e aPool-net, cluster de Moldes e Plásticos Português, sediado na Zona Industrial da Marinha Grande.

Nas palavras da presidente da Câmara, Cidália Ferreira, "São estes intercâmbios empresariais que ajudam a desenvolver a nossa economia e fazem da Marinha Grande líder distrital destacada no que toca às exportações."

A visita vai decorrer ao longo da semana e será também uma oportunidade para a partilha de conhecimento e experiência entre os dois clusters.

Em fevereiro deste ano uma outra comitiva do México, esteve de visita à Marinha Grande, tendo elogiado a capacidade científica e tecnológica do concelho e deixando em aberto o reforço dos laços empresariais, fundamentais para o estreitamento de relações comerciais em benefício de todos.

COVILHÃ HOMENAGEOU MANUEL CARGALEIRO

 


No passado sábado, a Câmara Municipal da Covilhã e a Casa da Cultura José Marmelo e Silva (CCJMS) prestou merecida homenagem ao Mestre Manuel Cargaleiro, ilustre ceramista e pintor português com enorme prestígio nacional e internacional. As cerimónias tiveram início na CCJMS, no Paul, com acompanhamento musical pelas Adufeiras da Casa do Povo do Paul. 

Seguiram-se os Paços do Concelho, onde Manuel Cargaleiro assinou o livro de honra. No Salão Nobre e após intervenção de Fernando Paulouro, usou da palavra o Presidente do Município, Vítor Pereira, que saudou "uma figura ímpar do panorama artístico mundial, como é Manuel Cargaleiro". Para o autarca, “é um privilégio poder homenagear o Mestre e poder ter a sua obra em exposição na Covilhã”. Este momento emotivo contou com a participação do Coro do Orfeão da Covilhã. 

Após a receção na Câmara Municipal, a comitiva dirigiu-se à Tinturaria - Galeria de Exposições. Manuel Cargaleiro confidenciava sentir a Covilhã como sua terra e emocionou-se na chegada à Tinturaria onde o esperava o fado “Covilhã Cidade Neve” de Amália Rodrigues, interpretado pela fadista Celina Gonçalves, acompanhada por Hugo Ramos na guitarra portuguesa. Todos os presentes tiveram o privilégio de visitar a exposição "A Essência da Cor" guiados pelo autor das obras de arte: o Mestre Manuel Cargaleiro.

Reguengos de Monsaraz | Festa Ibérica da Olaria e do Barro comemora 25 anos em S. Pedro do Corval



A Festa Ibérica da Olaria e do Barro celebra 25 anos entre os dias 23 e 26 de maio em S. Pedro do Corval, no concelho de Reguengos de Monsaraz. Um quarto de século depois da primeira edição, os centros oleiros de S. Pedro do Corval e de Salvatierra de los Barros, na província de Badajoz (Espanha), continuam a juntar-se anualmente para mostrar a sua arte neste evento transfronteiriço de promoção cultural e turística da olaria.

A 25ª Festa Ibérica da Olaria e do Barro vai ter a participação de 66 olarias e ceramistas de Portugal e de Espanha. O Centro Oleiro de S. Pedro do Corval terá 21 olarias no certame e o de Salvatierra de los Barros contará com 10 expositores.

Participam também nesta edição comemorativa olarias de Algés, Condeixa-a-Velha, Aveiras de Cima, Mourão, Assafora, Valongo do Vouga, Beringel, Loures, Queluz (3), Galegos Santa Maria, Odivelas, Évora, Guimarães, Redondo, Ermesinde, Ponte de Sor, Barcelos (2), Coimbra, Estremoz, Beja, Mafra (2), Baixa da Banheira, Albufeira, Vila Nova de Famalicão, Amares, Vila Nova de Milfontes, Trofa e Sabugal. De Espanha, vão estar igualmente no certame olarias de Badajoz (2) e de Mérida.

A Festa Ibérica da Olaria e do Barro é uma homenagem viva à arte da olaria através de exposições, demonstrações ao vivo, jornadas ibéricas e música tradicional, pretendendo-se valorizar a olaria, chamar a atenção para o seu valor artesanal e artístico e apontar estratégias para o seu desenvolvimento económico e profissional. Este evento transfronteiriço é organizado em anos alternados em cada município.

O programa da 25ª Festa Ibérica da Olaria e do Barro abre no dia 23 de maio, às 18h, com a cerimónia oficial e a visita aos expositores. A primeira noite do Festival de Música ibérica vai receber pelas 22h a atuação do grupo Roda Pé.

Na sexta-feira, dia 24 de maio, na Sociedade União e Progresso Aldematense, decorrem a partir das 10h as Jornadas Ibéricas de Olaria e Cerâmica sobre “A sustentabilidade económica do setor”. A primeira apresentação será sobre “A olaria no quadro da Convenção para a Salvaguarda do Património Imaterial da UNESCO”, por Ana Paula Amendoeira, Diretora da Direção Regional de Cultura do Alentejo, seguindo-se “Emprego e empreendedorismo no artesanato”, por Paula Caeiro, Diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Évora. Ainda durante a manhã haverá intervenções de Vitor Dordio, da ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, sobre “Oportunidades de investimento para o setor oleiro”, e de Jose Angel Calero, técnico do Museu de Alfareria de Salvatierra de los Barros, sobre “A evolução da olaria de Salvatierra de los Barros nos últimos 25 anos”, seguindo-se um debate.

As jornadas prosseguem a partir das 15h com as comunicações “Da tradição ao futuro”, por José Luís Almeida e Silva, Diretor da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas Cerâmicas, “Tradição e internacionalização” pela ceramista Sónia Borga, e “Diferenças e semelhanças entre a cerâmica espanhola e portuguesa. Projetos do Agrupamento Europeu de Cidades Cerâmicas”, por Oriol Calvo, da Associação Espanhola de Cidades da Cerâmica. A fechar haverá a apresentação “Memórias para memória futura”, por Antónia Conde, do CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora, e o debate.

A Festa Ibérica da Olaria e do Barro prossegue às 17h30 com workshops de vientos andinos, tambores batá e ritmos afro-latinos com o projeto MICA. Este projeto argentino atua à noite, pelas 22h, no Festival de Música Ibérica.

No sábado, à mesma hora, o festival terá um concerto com a Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense com o cantor lírico Carlos Guilherme e a soprano Filipa Lopes. O último dia da Festa Ibérica da Olaria e do Barro vai ter um espetáculo de homenagem a Manuel Conde (26/09/1938 - 25/5/2005), natural de S. Pedro do Corval, que tendo aprendido o habitual ofício de oleiro, desde muito jovem revelou apetência e interesse pela música.

A aprendizagem amadora junto de filarmónicas do concelho, em particular com o Maestro Silva Domingues que durante cerca de trinta anos dirigiu a Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, viria a ser consolidada com o seu ingresso na Banda Militar de Évora, à época uma das principais estruturas de aprendizagem e desenvolvimento musical do sul do país. Possuidor de uma invulgar paixão e interesse pela execução instrumental, tocou um vasto e diversificado naipe de instrumentos (trompa de harmonia, trompete, guitarra acústica e elétrica, violino, piano, órgão eletrónico, entre outros), mas foi como compositor que o seu trabalho viria a ser reconhecido e valorizado, com mais de quatro dezenas de originais da sua autoria.

O espetáculo de homenagem a Manuel Conde inicia-se às 17h30 e terá em palco Celina da Piedade, Pedro Mestre, Mário Moita, Jorge Roque, Jaime Varela, Leila Silva, Ana Tareco, o poeta Manuel Sérgio, a Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense, o grupo musical Newma, o Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica Corvalense, o Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz e o Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz. Os músicos de palco vão ser Sérgio Galante (guitarra), Der Medinas (contrabaixo), Hélio Ramalho (trompete), André Conde (trombone), Kajó Soares (guitarra portuguesa), Catarina Silva (flauta), Jorge Conde (guitarra), Vasco Ramalho (percussão), Raul Gouveia (saxofone), José Miguel Conde (clarinetes), Vanessa Gaspar (clarinetes), Francisco Rato (violino), Nelson Conde (guitarras), Ricardo Ramos (fagote) e Valter Marrafa (violoncelo).

Este certame transfronteiriço terá ainda a exposição “25 anos da Festa Ibérica da Olaria e do Barro”, composta por cartazes das edições anteriores e peças de todas as olarias dos centros oleiros de S. Pedro do Corval e de Salvatierra de los Barros, a mostra itinerante “Cerâmica Portuguesa”, da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas Cerâmicas, que conta com duas peças de cada um dos 14 municípios fundadores da associação, e “Alfarerias Extinguidas”, uma exposição que apresenta peças antigas da coleção de José Luis Naharro e do Museu de Alfareria de Salvatierra de los Barros.

Sobre o Centro Oleiro de S. Pedro do Corval
O Centro Oleiro de S. Pedro do Corval é considerado o maior de Portugal com 22 olarias em atividade que continuam a pintar os motivos típicos do Alentejo, como por exemplo o pastor, a apanha da azeitona e a vindima. Por entre potes, rodas de oleiros e fornos descobrem-se peças utilitárias tradicionais, de quando o barro se moldava às necessidades dos trabalhos dos campos e das vidas humildes no Alentejo.

No concelho de Reguengos de Monsaraz foram encontrados vestígios de olaria desde os tempos pré-históricos, como por exemplo fragmentos de peças e depósitos de argilas com características para a atividade. Em 1276, D. Afonso III, no foral Afonsino de Monsaraz, reconhece privilégios aos oleiros do seu termo que poderiam assim ter livremente fornos de olaria. No foral Manuelino, de 1512, também há referência à olaria do concelho, e já em 1905 S. Pedro do Corval teria cerca de 30 oficinas em funcionamento, havendo a distinção entre as de louça miúda, as de talha para o vinho (seriam quatro) e as de tarefas para a aguardente (seis), o que demonstra também a importância da localidade na produção vinícola.

A olaria de S. Pedro do Corval é uma marca registada pois o Município de Reguengos de Monsaraz registou em 2008 no Instituto Nacional da Propriedade Industrial as marcas nacionais “Olaria de São Pedro do Corval”, “Rota da Olaria”, “Rota dos Oleiros” e “Olaria”. Em 2015 foi inaugurada a Casa do Barro, um centro interpretativo que visa preservar, promover e assegurar a sustentabilidade da olaria de São Pedro do Corval, proporcionando a todos os visitantes o conhecimento e a aprendizagem sobre a arte oleira e o barro através de oficinas, palestras e outras atividades.

A Casa do Barro resulta da reabilitação de uma antiga olaria, envolta em história e tradição, com dois fornos a lenha que serviam para cozer a louça, um tino onde se coava o barro e rodas de oleiro com as suas imponentes arquinas. A recuperação deste local permitiu recriar o ciclo do barro, desde a terra ao produto final.

O centro interpretativo tem à disposição do público o Espaço Atividade, onde se realizam iniciativas com oleiros e ceramistas e os visitantes podem aprender a manusear o barro e a produzir uma peça numa roda de oleiro. A Área Expositiva tem informação sobre todas as olarias em atividade e no Espaço Memória os visitantes encontram objetos e documentos sobre a história do centro oleiro, incluindo peças de barro antigas, dois fornos tradicionais a lenha, um tino, um tanque e rodas de oleiro. No Espaço Mostra podem ser apreciadas as peças produzidas pelas olarias atualmente em atividade.

Gonçalo Jordão, especialista em pintura decorativa que integrou a equipa de arte do filme “The Grand Budapest Hotel”, de Wes Anderson, vencedora do Óscar de Melhor Direção de Arte em 2015, pintou cinco painéis na Casa do Barro. Um painel é sobre os diferentes tipos de barro e os restantes são alusivos aos quatro elementos da natureza: terra, água, ar e fogo.

Carlos Manuel Barão 

Operação “Smartphone, Smartdrive”: 646 condutores detetados a utilizar indevidamente o telemóvel

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Região Sul
Entre os dias 6 e 12 de maio, a GNR intensificou a fiscalização ao uso indevido do telemóvel durante a condução, de modo a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores, tendo registado os seguintes dados operacionais, em resultado das ações desencadeadas pelos militares dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito que, diariamente, estiveram empenhados no patrulhamento rodoviário:
Cerca de 29 mil condutores fiscalizados, e detetou 9 947 contraordenações rodoviárias, das quais se destacam:
-646 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
-2 522 por excesso de velocidade;
-603 por falta de inspeção periódica obrigatória;
-538 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
-441 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
-243 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
Neste período foram ainda detetados 427 condutores com excesso de álcool, dos quais 191 foram detidos por condução com uma taxa de álcool superior a 1.2g/l, e 51 por falta de habilitação legal para conduzir.
A GNR relembra que a utilização incorreta e o manuseamento de telemóveis, tablets, ou dispositivos similares, para a realização de chamadas, envio de mensagens escritas ou consulta de redes sociais, durante a condução acarreta riscos associados, designadamente:  
-Distração visual (tira os olhos da estrada);
-Limitação motora (tira as mãos do volante);
-Condicionamento cognitivo (distração na condução).
A GNR avisa que "durante o ano de 2019, a GNR vai continuar a exercer uma fiscalização intensiva e terá uma especial preocupação com os comportamentos de risco dos condutores, sobretudo os que ponham em causa a sua segurança e a de terceiros".

Novos imigrantes estão “aumentar significativamente”, sobretudo brasileiros

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SAPO 24
Os novos imigrantes estão a “aumentar significativamente” em Portugal, principalmente os oriundos do Brasil, que nos primeiros quatro meses do ano somaram 17.000 com nova autorização de residência, anunciou hoje o ministro da Administração Interna.

Na sessão de abertura do congresso do Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SCIF-SEF), que representa a maior parte destes profissionais, Eduardo Cabrita destacou “o crescimento do fluxo de turistas” no país, bem como “o aumento significativo” das novas Autorizações de Residência (AR) em 2018 e nos primeiros quatro meses deste ano.
“Portugal tem hoje uma economia em grande crescimento, isso faz com que só nestes quatro meses tenham sido dadas tantas AR como todo o ano de 2014. Faz com que tínhamos passado de 44 milhões de passageiros controlados nos aeroportos em 2016 para 55 milhões em 2018”, disse o ministro.
Segundo Eduardo Cabrita, em 2014 foram concedidas 35.000 novas AR e, no ano passado, foram 62.000.
O ministro indicou também que, entre Janeiro e abril deste ano, foram 30.000 as novas AR, ou seja, foram dadas quase tantas novas AR este ano como em 2014.
Entre os novos imigrantes que estão a chegar a Portugal, Eduardo Cabrita destacou o grande afluxo de cidadãos oriundos do Brasil, que são “a principal nacionalidade de novos migrantes”.
“A estabilidade social e económica e política do Brasil tem aqui justificado que este seja o país com maior afluxo de novos residentes. Foram 28.000 novas AR para cidadãos brasileiros em 2018 e foram 17.000 só nestes primeiros quatro meses de 2019. É, por isso, que tem pouco sentido falar nas recusas de entrada que são 0,02%, isto é, um em cada cinco mil pedidos de entrada”, precisou.
Segundo o ministro, as recusas de entrada são pontuais e visam garantir a segurança, abrangendo todas as nacionalidades.
Eduardo Cabrita deu também conta que os imigrantes que já residem em Portugal querem continuar a viver no país, tendo as renovações das AR passado das 17.000 em 2014 para quase 86.000 em 2018.
Além “do crescimento exponencial do afluxo” de imigrantes, o ministro adiantou que este ano vai continuar a aumentar o número de passageiros no aeroporto de Lisboa, devendo “certamente ultrapassar” os 30 milhões de passageiros.
De acordo com Eduardo Cabrita, entraram nos aeroportos portugueses 44 milhões de passageiros em 2016 e, no ano passado, foram 55 milhões.
Já entre janeiro e abril, o número de passageiros controlados pelo SEF no aeroporto de Lisboa voltou a crescer 10%, passando dos 2,5 milhões para cerca de 2,8.
“Significa isto que Portugal é hoje um pais novamente atrativo“, sustentou.
O congresso do sindicato que representa os inspetores do SEF realiza-se ao longo do dia de hoje com o tema “Preparar Portugal para a Imigração do Século XXI; Uma Escola para o SEF – Caminhos para a Formação Específica e a Qualificação”.
Lusa