sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Alvaiázere | Piscinas municipais encerram para iniciar obras


As Piscinas municipais descobertas de Alvaiázere vão encerrar ao público a partir do próximo dia 2 de setembro, de forma a dar-se início às obras de requalificação e modernização dos respetivos tanques e demais espaços exteriores deste equipamento municipal, inaugurado no início dos anos 90, e que se assume como uma das infraestruturas com maior taxa de utilização do concelho, usufruída por milhares de pessoas durante a época balnear.
A empreitada vai assim permitir fazer face a um conjunto de deficiências diagnosticadas há vários anos, anualmente minimizadas, mas que agora, com esta intervenção de carácter estrutural, poderão ser definitivamente resolvidas. As obras incidirão fundamentalmente sobre a renovação de canalizações e equipamentos relacionados com a circulação e tratamento das águas, incluindo a reformulação das características dos tanques e das zonas de estadia.
A intervenção, que terá uma duração previsível de quatro meses, está orçada em €331.584,39, sendo que o Município de Alvaiázere conseguiu que o projeto fosse financiado a fundo perdido num montante que ascende a €179.129,90, no âmbito do denominado Programa BEM.
De forma a dar cumprimento às obrigações do respetivo contrato de financiamento, que estipula que as obras tenham que estar concluídas até ao final do corrente ano de 2019, a autarquia teve que mover esforços junto da tutela para viabilizar a abertura das piscinas municipais durante o período de maior afluência, ou seja, nos meses de julho e de agosto, acautelando, desta forma, um prolongamento eventual da empreitada, pelo facto de ir decorrer em meses de maior probabilidade de chuva.
Numa segunda fase, o Município de Alvaiázere pretende requalificar os edifícios das Piscinas Municipais, estando neste momento a decorrer o procedimento de contratação de projetista para este efeito.






Estarreja | Novo ginásio ao ar livre no Parque do Antuã

A Câmara Municipal de Estarreja assinalou a finalização da empreitada de colocação de equipamentos fitness no Parque Municipal do Antuã. Um investimento municipal de 27.198,54€.

O novo circuito, agora localizado junto ao Café do Parque, e que veio substituir o equipamento (já com 14 anos e com visíveis sinais de degradação) retirado da avenida central do parque por se concluir também que a localização não era a ideal. A medida pretende estimular a prática regular de atividade física e sensibilizar os cidadãos para a aquisição de hábitos de vida ativa e saudável, bem como sensibilizar para os seus benefícios para a saúde.

Os estarrejenses podem agora fazer exercício físico, em equipamentos próprios instalados junto às margens do Rio Antuã.

O Município instalou 12 equipamentos de fitness neste ginásio ao ar livre que está agora disponível para ser utilizado pela população. Uma maneira fácil e acessível de fazer exercício físico, desfrutando ao mesmo tempo do contacto com a natureza.

Vocacionado para adultos, o ginásio de manutenção física é de utilização gratuita. Todos os equipamentos são fáceis de usar e vêm acompanhados de uma breve descrição.

A intervenção veio ainda requalificar o espaço onde se encontrava o circuito de sinalização, que já não cumpria os objetivos para o qual foi criado há 14 anos, abrindo-o à zona sul do parque onde se encontram os circuitos pedestres de manutenção.

Revitaliza-se um espaço central do Parque Municipal do Antuã, ao mesmo tempo que se reforça a promoção da atividade desportiva no local e potencia o parque verde da cidade.

Sabendo-se que apenas 26% dos portugueses fazem exercício físico ou desporto com alguma ou muita regularidade e que a mensagem da importância do desporto e da atividade física para a saúde e bem-estar individual ainda não chega a todos os segmentos da população (estudo Eurobarómetro), esta medida da autarquia estarrejense ganha especial relevância na tarefa de promover a atividade física junto de toda a população.

Para correr, treinar e manter-se em forma, utilize o Parque Municipal do Antuã, agora com novo ginásio ao ar livre, para além do já existente trilho pedestre de manutenção.

O Município de Estarreja apela aos cidadãos que cumpram as regras de utilização dos equipamentos, para que possam tirar o máximo proveito da sua utilização, bem como garantir a preservação do circuito.

Carla Miranda


O nobre da Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo que marcou a História portuguesa serve de mote para três dias de festa

"Cristóvão de Moura Herói ou Vilão" é o tema da festa do Ciclo "12 em Rede" na Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo, que decorre de 6 a 8 de Setembro. A história do controverso nobre de Castelo Rodrigo é recordada em três dias repletos de alegria e animação.
Filho de Luís de Moura, Alcaide-mor da Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo, e de sua esposa, Brites de Távora, Cristóvão de Moura foi um dos apoiantes do domínio espanhol em Portugal, durante a Dinastia Filipina. A proximidade com a coroa valeu-lhe o título de Conde de Castelo Rodrigo, atribuído por D. Filipe I, em 1594, e de Marquês de Castelo Rodrigo, por D. Filipe II, por carta de 29 de Janeiro de 1600.
Vice-rei de Portugal de 1600 a 1603, e de 1608 a 1612, mandou edificar o palácio de Castelo Rodrigo, hoje em ruínas, o ex-libris daquela Aldeia Histórica.
Se por um lado é considerado um traidor por apoiar o soberano espanhol, por outro foi quem garantiu que Portugal mantivesse a autonomia institucional (respeito pelos usos e costumes, privilégios e liberdades concedidas por anteriores reis portugueses; criação de um Conselho de Portugal e convocação de cortes em território português e o uso da língua portuguesa em documentos oficiais), autonomia económico-financeira (manter o comércio nos moldes em que decorria com territórios descobertos e a descobrir; cunhar moeda e abolição de “portos secos” e livre circulação de bens entre Castela e Portugal) e autonomia de representação honorífica (governo próprio com representação por vice-rei e representação das armas reais portuguesas no estandarte da coroa).
É a sua herança, e a forma como marcou a História do nosso país e de Castelo Rodrigo, que vai inspirar a festa do Ciclo "12 em Rede" naquela Aldeia Histórica, que decorre de 6 a 8 de setembro, com o tema "Cristóvão de Moura Herói ou Vilão".
Com um programa repleto de teatros de rua, jogos em família, visitas guiadas, workshops gastronómicos e provas de vinho, a festa "Cristóvão de Moura Herói ou Vilão" promete levar habitantes e visitantes numa inesquecível viagem no tempo pela História portuguesa.
A festa "Cristóvão de Moura Herói ou Vilão" é ainda uma excelente oportunidade para conhecer a Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo em todo o seu esplendor, assim como as suas tradições, produtos regionais e as suas gentes, que também participarão nos vários momentos do evento.
Participe nesta grande festa e viva grandes emoções na Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo!
Este evento é promovido pela Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal, numa organização do Município de Figueira de Castelo Rodrigo, Junta de Freguesia de Castelo Rodrigo, Associações e Agentes económicos locais. Uma iniciativa apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, através do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE).
Para mais informações e inscrição, consideram-se os seguintes contactos:
Telef: 271 319 007

Nove denúncias de praxes abusivas no ensino superior no ano letivo passado

Resultado de imagem para Nove denúncias de praxes abusivas no ensino superior no ano letivo passado
Observador 
A linha de denúncias de praxes abusivas e violentas recebeu no passado ano letivo nove queixas relativas a agressões entre alunos que aconteceram, na sua maioria, em instituições de ensino superior do norte do país.
A linha foi criada há exatamente cinco anos, em setembro de 2015, e desde então os abusos têm vindo a diminuir: No primeiro ano de existência, a linha recebeu 80 queixas; já no ano letivo que terminou em julho, registaram-se nove casos.
As praxes realizadas pelos alunos da Escola Superior de Administração, Comunicação e Turismo de Mirandela, do Instituto Politécnico de Bragança, motivaram duas queixas, segundo dados relativos ao ano letivo de 2018/2019 avançados à Lusa pelo gabinete do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES).
A atuação dos estudantes da Universidade do Minho e da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto originaram outras duas queixas.
Os serviços da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) foram ainda contactados por causa de praxes no Instituto Superior do Porto, ocorridas na Escola Superior de Hotelaria e Turismo e Escola Superior de Média Artes, assim como no Instituto Superior de Contabilidade e Administração.
A Universidade Beira Interior (UBI) também faz parte do lote das instituições onde terão ocorrido abusos durante as praxes realizadas no ano letivo de 2018/2019, uma situação que já se tinha registado no ano anterior.
No centro do país, registou-se um caso na Escola Superior de Educação do Politécnico de Coimbra e, no Alentejo, uma outra situação motivou uma denúncia contra a atuação de um grupo de alunos da Universidade de Évora.
A linha de denúncia de praxes abusivas foi criada há exatamente cinco anos pelo então ministro da Educação e Ensino Superior Nuno Crato na sequência do caso da praia do Meco, em que um grupo de estudantes morreu afogado, alegadamente na sequência de uma praxe.
Na noite de 15 de dezembro de 2013, quatro raparigas e dois rapazes da Universidade Lusófona de Lisboa foram arrastados por uma onda naquela praia de Sesimbra, tendo os seus corpos sido encontrados nos dias seguintes.
O acidente voltou a chamar a atenção para as praxes violentas que de vez em quando vinham a público, promovendo acesos debates entre quem olha para as praxes como uma forma de integração dos caloiros e quem as vê como meras práticas de humilhação e subserviência.
Em setembro de 2015, o Governo lançou uma linha de denúncias que, no primeiro ano letivo, recebeu 80 queixas de casos em todo o país.
Nos últimos anos, as práticas violentas parecem estar a diminuir, uma vez que os números registados pela DGES mostram cada vez menos denúncias.
Em 2016/2017 registaram-se 18 queixas, em 2017/2018 foram dez e, no passado ano letivo, baixou para nove, segundo dados do ministério.
A maioria das queixas foi feita por email (praxesabusivasges.gov.pt), havendo apenas sete casos que foram denunciados por telefone.
Nos últimos anos, a receção aos caloiros passou a ser vista como uma oportunidade para desenvolver iniciativas positivas de integração de novos estudantes, com projetos solidários ou eventos culturais e desportivos.
Em 2017 foi criado o movimento Exarp, que tem destacado as melhores iniciativas.
No portal “EXARP” estão “mais de 390 atividades organizadas desde o início deste movimento, número demonstrativo da continua preocupação de toda a sociedade, desde associações e movimentos estudantis, passando por entidades ligadas ao desporto, cultura e ciência, até à participação ativa de cidadãos, no estímulo à liberdade e emancipação dos jovens e na sua melhor integração no ensino superior”, sublinhou o gabinete ministerial em declarações à Lusa.
Nos últimos anos, além de espetáculos musicais, os alunos têm sido convidados a participar em atividades de solidariedade e apoio a famílias carenciadas, através de inúmeras iniciativas como a recolha de alimentos.
A Universidade Católica de Lisboa, por exemplo, chegou a levar recentemente os caloiros a uma 'praxe solidária' na Golegã, onde lhes foi pedido que apanhassem batatas que seriam entregues no Banco Alimentar.
A Faculdade de Arquitetura de Lisboa pediu aos novos alunos que participassem em atividades de trabalhos manuais com jovens com deficiência mental, numa das muitas iniciativas que se registaram um pouco por todo o país de ações de sensibilização para a deficiência física ou mental.
Entretanto, a DGES continua a receber e monitorizar todas as denúncias relativas a praxes consideradas abusivas e violentas, que são sempre encaminhadas aos responsáveis das instituições, dando resposta aos autores da denúncia sobre as diligências efetuadas em cada caso.
Lusa
Imagem: Paulo Novais / Lusa

Desporto | Mundiais de Judo: Portugal com o máximo de atletas possível e muita ambição

Resultado de imagem para Mundiais de Judo: Portugal com o máximo de atletas possível e muita ambição
SAPO24
Dezoito judocas portugueses vão estar a competir, já a partir de domingo, nos Mundiais de judo, um número que é recorde para a delegação portuguesa e atinge o máximo permitido pelas regras dos campeonatos.
Em Tóquio, no mesmo palco que vai receber os Jogos Olímpicos, no próximo ano (Budokan), estarão nove homens e nove mulheres pela seleção lusa, com natural destaque para a campeoníssima Telma Monteiro (-57 kg) e o muito experiente Jorge Fonseca (-100 kg), que até foram dispensados do estágio final, em Kaga, a 400 quilómetros da capital nipónica, para desenvolverem trabalho físico específico ainda em Lisboa.
O estágio final foi planeado para ser já no Japão e durante seis dias, para adaptação à mudança de fuso horário - serão menos oito horas que em Lisboa, neste Mundial em que uma seleção ambiciosa e com esperança de medalhas promete fazer boa figura, tendo o apuramento olímpico no horizonte.
Aproveitando em pleno o lote máximo de atletas, Portugal estará representado no setor feminino por Catarina Costa (-48 kg), Joana Diogo (-52 kg), Joana Ramos (-52 kg), Telma Monteiro (-57 kg), Wilsa Gomes (-57 kg), Bárbara Timo (-70 kg), Yahima Ramírez (-78 kg), Patrícia Sampaio (-78 kg), Rochele Nunes (+78 kg).
Número máximo entre os homens, com Miguel Pisco (-60 kg), Rodrigo Lopes (-60 kg), João Crisóstomo (-66 kg), Sergiu Oleinic (-66 kg), Jorge Fernandes (-73 kg), Nuno Saraiva (-73 kg), Anri Egutidze (-81 kg), Carlos Luz (-81 kg) e Jorge Fonseca (-100 kg).
A principal figura do grupo é, mais uma vez, Telma Monteiro, que a partir de hoje se junta aos seus companheiros de seleção - tal como Jorge Fonseca e Carlos Luz -, para o que será, ao que tudo indica, o seu último Mundial.
Telma chega motivada pelo bronze alcançado nos recentes Jogos Europeus de Minsk. Sobre as expectativas que recaem no seu desempenho, a judoca, de 33 anos, garante estar "tranquila" e a encarar de forma positiva a pressão para a prova.
"Em todos os Mundiais em que competi tinha sempre possibilidade de ganhar medalha. Consegui em cinco ocasiões. Embora tenha consciência da dificuldade e do valor das minhas adversárias, também tenho consciência do meu valor e quando entrar para o tapete é isso que vai contar. Estou habituada a grandes momentos e sinto que nasci para isso, para grandesdesafios. Gosto dessa pressão, desses grandes palcos", explica.
Entre os mais pesados do torneio está Jorge Fonseca, que conseguiu em julho a medalha de bronze no Grande Prémio de Zagreb e ocupa atualmente o oitavo lugar no ranking de -100 kg.
"Andava um pouco frustrado e esse resultado ajudou-me bastante. Espero estar muito confiante no Mundial, a minha motivação neste momento é fazer um grande resultado: chegar ao pódio", garante o judoca de 26 anos, que será cabeça de série.
"A minha preparação é sempre a mesma, independentemente do lugar em que estou no ranking. Não estou preocupado por ser ou não cabeça de série. Tenho de chegar ali, 'bater neles' e trazer a minha medalha", reforça.
A experiência é, de resto, uma das imagens de marca desta seleção lusa, em que apenas cinco são estreantes, dos quais três de forma absoluta - são eles Miguel Pisco, Rodrigo Lopes e Wilsa Gomes. Para Rochele Nunes e Bárbara Timo, trata-se em última análise de um regresso, pois já participaram pelo Brasil.
A orientar os atletas vão estar presentes os treinadores Ana Hormigo, Tsuyoshi Tsunoda João Neto e Pedro Soares, com este último a realçar a dupla pressão de ser um Campeonato do Mundo que ocorre a um ano dos Jogos de Tóquio2020 e cujos resultados influenciam de forma decisiva a qualificação.
"É a segunda competição mais importante na carreira de um atleta e é um Mundial que acontece a um ano dos Jogos. Por inerência, o resultado neste campeonato influencia também a qualificação olímpica. Portanto, um bom resultado é um salto muito grande, é 'meio caminho andado' para os Jogos", explica o treinador.
Os Campeonatos do Mundo de Judo decorrem na capital nipónica entre 25 de agosto e 01 de setembro, reunindo um total de 917 atletas de 152 países, que vão disputar as provas individuais masculina e feminina e ainda a prova mista de equipas.
Lusa

Sul | Homem ferido a tiro junto a discoteca no Algarve em estado crítico

Resultado de imagem para Homem ferido a tiro junto a discoteca no Algarve em estado crítico
JORNAL SOL - SAPO
Um homem de 19 anos, que pertence ao 'staff' da discoteca Lick, em Boliqueime, Loulé, foi hoje ferido a tiro, disse à agência Lusa uma fonte do Comando Geral da GNR.
Em declarações à agência Lusa, fonte do comando adiantou que a vítima foi atingida com um tiro na cabeça e encontra-se em estado crítico.
“O alegado autor do disparo pôs-se em fuga num motociclo que, entretanto, já foi recuperado pelas autoridades. Contudo, até ao momento ainda não encontrado”, disse, cerca das 08:00.
A GNR adiantou ainda que a vítima foi transportada ao hospital de Faro.
Anteriormente, uma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro tinha indicado à Lusa que o alerta para a “agressão com arma de fogo”, que ocorreu no exterior da discoteca, foi dado às 03:49.
No local estiveram 14 operacionais, seis viaturas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e Guarda Nacional Republicana (GNR.
A investigação do caso está agora a cargo da Polícia Judiciária.
Lusa

Música | InCantus anima Parque das Termas da Curia

O grupo “InCantus” - Tocares e Cantares de Avelãs de Cima vai animar a noite do próximo dia 24 de Agosto, no Parque das Termas da Curia, no âmbito da animação de verão daquela estância termal, promovida pelo Município de Anadia.
O grupo formou-se em 2014, sendo constituído por uma diversidade de elementos oriundos de vários pontos da Freguesia de Avelãs de Cima, tendo efetuado a sua apresentação pública, em junho de 2015, em Anadia, no decorrer da Feira da Vinha e do Vinho.
A génese deste projeto, teve a sua raiz na Associação Cultural e Recreativa da Cerca - S.Pedro, por via de workshops de música, ministrados por Fernando Guerreiro, a partir de 2010, de onde surgiram a maioria dos músicos que hoje integram o “Incantus”.
O vasto património literário popular existente na Freguesia, funcionou como segundo motor de inspiração, com o “InCantus” a dar voz aos muitos poetas da freguesia, através das suas cantigas e tocares.
Em 2018, foi gravado o seu primeiro disco de originais, onde se cruzam vários estilos musicais, sendo que o denominador comum é tradicional português. Os seus espetáculos repartem-se entre originais, temas tradicionais e música do mundo.
Por outro lado, o grupo vem estabelecendo parcerias com entidades sediadas noutros concelhos a fim de ampliar a divulgação da sua música a nível regional.
Este programa de animação tem como principal objetivo atrair um maior número de turistas à Curia durante a época estival. O programa “Concertos no Parque” teve início, no passado dia 6 de Julho e decorrerá até 7 de Setembro.