quinta-feira, 26 de setembro de 2019

REGIÃO CENTRO | Penela em festa entre 26 e 29 de setembro

As Festas anuais de S. Miguel 2019 são, por excelência, as festas do Concelho de Penela e, incluem este ano, as ancestrais Feira de S. Miguel, criada no longínquo ano de 1433; a Feira das Nozes e a Feira das Cebolas e, ainda, as contemporâneas FAGRIP – Feira Agrícola, Comercial e Industrial, Feira da Gastronomia.
As festividades vão decorrer no período compreendido entre 26 e 29 setembro, gerando um momento único de afirmação da vitalidade social, económica e cultural do território de Penela.
Para os visitantes desta feira, que se afirma como um elemento de sedimentação das sociabilidades regionais e simultaneamente fator de desenvolvimento do potencial económico da região, a autarquia propõe um cartaz onde irão passar pelo palco principal nomes sonantes da música popular portuguesa, como o grupo Anjos.

Também ficará a conhecer não só os recursos naturais, culturais e económicos da região e desfrutar dos sabores do Sicó e do Pinhal Interior Norte, tais como o cabrito, o Azeite do Sicó, o vinho Terras de Sicó, o queijo DOP Rabaçal, o Mel DOP Serra da Lousã, a Broa da Cumieira, o Chícharo, a Chanfana, entre outros, além das óbvias e tradicionais cebolas e da omnipresente noz. 
Este evento representa ainda uma oportunidade única para os agentes económicos promoverem a sua imagem, marcas e produtos, realizarem negócios e, consequentemente, contribuírem para o desenvolvimento da região do Sicó e da zona do Pinhal.
O Dia do Município que se realiza no último dia das festas, 29 de setembro, constitui um momento único de afirmação e consciencialização do papel fundamental desenvolvido pelo Poder Local para a melhoria da qualidade de vida das populações.
E esta premissa é tão mais evidente quanto maior for a necessidade de intervenção das instituições públicas na sua função reguladora de atenuação dos desequilíbrios que a livre iniciativa das sociedades sempre gera.
Conscientes de que as populações beneficiam de forma significativa da ação de proximidade desenvolvida pelos órgãos de Freguesias junto de cada uma das suas comunidades, o Município de Penela irá homenagear, no Dia do Município, os autarcas de freguesia atribuindo a medalha de Mérito Concelhio aos Presidentes de Junta que desempenharam funções durante três ou mais mandatos.
26 SETEMBRO. QUINTA-FEIRA
20h00 – Inauguração das Tasquinhas
21h30 – Noite das Associações 2Penela EmCanto2
Kumytuna . Tu-Cá-Tu-Lá . Vai ou Racha . Caspirros . Grupo de Cavaquinhos “Asas do Tempo”
27 SETEMBRO. SEXTA-FEIRA
19h00 – Inauguração da FAGRIP
19h30 – Abertura das Tasquinhas de São Miguel
22h00 – Desfile de Moda: Penela Fashion 2019 com participação especial de Luís Garcia e Raquel Sampaio com apresentação de Catarina Miranda
23h30 – Banda RED
Tenda DJ’s: HeartLess&Holympo | Luís da Silva | Peter Ferrer
28 SETEMBRO. SÁBADO
11h00 – Apresentação do Livro “Mosaicos da Villa romana do Rabaçal, formas e cores: percurso geométrico”, coordenação de Miguel Pessoa e Bernard Parzysz
14h00 – Torneio de Futebol Veteranos
Penelense; Mirandense; Gil Vicente e G.D.Chaves
15h00 – Reabertura da FAGRIP
15h30 – Animação Infantil com o palhaço Palhatiko
16h30 – Co(m)Tradição – Magia Cómica por Rui Cruz
19h30 – Abertura das Tasquinhas São Miguel
23h00 – XX Raid Noturno TT S. Miguel 2019
23h30 – Concerto ANJOS
01h00 – Baile BANDAZONA
Tenda DJ’s: Chinelos com Vida | Luís da Silva | Peter Ferrer
29 SETEMBRO. DOMINGO
06h00 – Início da Centenária Feira das Nozes
08h00 – Arruada de Gaiteiros
09h00 – Reabertura da FAGRIP
11h00 – SESSÃO SOLENE DO DIA DO MUNICÍPIO
> Salão Nobre dos Paços do Concelho
12h00 – Reabertura das Tasquinhas São Miguel
15h00 – Animação de Rua
15h30 – Festival de Folclore
21h00 – Espetáculo Ballet: Espaço da Dança
22h00 – Stand Up Comedy com FRANCISCO MENEZES
23h00 – Baile SÓ RITMO
Tenda DJ’s: Usados com Garantia
Fonte: NDC

Aveiro | Cadáver encontrado a boiar na Ria de Aveiro

Litoral Centro - Comunicação e Imagem
O corpo de um homem com cerca de 60 anos foi encontrado hoje de manhã num dos canais urbanos da Ria de Aveiro, disse fonte dos Bombeiros à Lusa.

O alerta foi dado cerca das 07h00 por populares que avistaram o cadáver a boiar no canal central da Ria de Aveiro.

"Trata-se de um indivíduo do sexo masculino, aparenta ter cerca de 60 anos e não tem identificação com ele", disse o comandante dos Bombeiros Novos, Ricardo Fradique, à Lusa.

Segundo o mesmo responsável, o cadáver já foi retirado da água pelos Bombeiros Novos, desconhecendo-se ainda as causas que originaram a morte.

No local estão ainda a PSP e a Polícia Marítima.

NAM

Mundo | A modernidade reverenciando a Idade Média

Evangelho da corte de Carlos Magno
Paulo Henrique Américo de Araújo

AIdade Média exerce uma atração inegável sobre a mentalidade moderna, por mais que isso pareça estranho… aos modernistas. A todo momento, livros, filmes, seriados, novelas, desenhos animados, histórias em quadrinhos se voltam para aqueles tempos, aludindo a um mundo que já não existe, um ideal ou sonho fascinante.

Uma ressalva necessária é que a indústria do entretenimento apresenta castelos, reis, príncipes, princesas e cavaleiros medievais sempre carregados de deturpações, como bruxaria, esoterismo, degradações morais, exagerado romantismo e incontáveis outros desvios, muito distantes da Idade Média real; mas relegam a um seletivo esquecimento os aspectos reais mais atraentes, sobretudo o fato de que a civilização medieval nasceu do Sangue precioso de Nosso Senhor Jesus Cristo derramado na Cruz e da ação benemérita da Santa Igreja Católica. Não obstante, é forçoso constatar que vez por outra o mundo contemporâneo se inclina diante dos verdadeiros legados medievais, e em certas ocasiões o faz sem perceber.
São Alcuíno de Iorque apresenta um manuscrito a Carlos Magno (afresco) – Victor Schnetz, séc. XIX. Museu do Louvre, Paris.

Para demonstrar esta afirmação, recorro a um artigo de Antônio Prata na “Folha de S. Paulo”, em 21-4-19.1 O autor relata como desde jovem havia se acostumado a escrever seus trabalhos usando no computador a fonte Arial, mas em certa ocasião um problema técnico o obrigou a usar a fonte Times New Roman. Após o desagrado inicial com esses caracteres que lhe pareciam antiquados, confessa que passou a simpatizar com as serifas (pequenos traços e prolongamentos ornamentais acrescentados nas extremidades das letras), pois constatou a firmeza e solidez que o estilo Times transmitia. Consequentemente, a fonte Arial começou a lhe parecer um amontoado de “palitos de fósforo”, e reconheceu que suas crônicas, escritas ao longo de muitos anos, teriam ganhado em qualidade e beleza utilizando o Times New Roman.

Remontando aos tempos de Carlos Magno
Os milagres de Notre-Dame – Jean Miélot, séc. XV. Coleção Philippe “le Bon”, Biblioteca Nacional da França, Paris.

Qual a origem desse estilo de escrita? A resposta envolve uma curiosa descoberta e uma reverência que a modernidade presta à Idade Média, sem o perceber. Não se engane o leitor, a denominação Times New Roman não quer dizer “novos tempos romanos” ou “tempos do novo romano”. Nada mais equivocado. Primeiramente, o termo “Times” se refere ao jornal “Times” de Londres, que na década de 1930 estabeleceu como padrão de impressão a tão conhecida fonte.

Até aqui, portanto, nada parece haver de medieval. Mas de onde vem o termo New Roman? Na realidade, o padrão adotado pelo jornal “Times” fizera pequenas alterações em um padrão tipográfico existente há mais de 500 anos; o qual, por sua vez, remonta a uma época ainda mais distante, levando-nos aos tempos de Carlos Magno. Quem nos relata as origens da tipologia New Roman (“novo romano”) é o Prof. Thomas F. Madden,2 da Universidade de Saint Louis, nos Estados Unidos.

Em fins do século VIII, Carlos Magno chamou a si a restauração do antigo Império Romano, e o projeto se consolidou no ano 800, quando de sua coroação como Imperador pelo Papa São Leão III, em Roma. Carlos Magno estabeleceu sua capital em Aix-la-Chapelle, também chamada “New Rome”, ou seja, “Nova Roma”.

Tornava-se necessário preservar a cultura romana, que ia definhando após tantos anos de decadência. O Renascimento Carolíngio foi propulsionado por um grupo de intelectuais, tendo como líder o famoso monge Alcuíno de Iorque. Além de muitos outros legados, ele nos deixou a escrita dita “romana”. Vem dessa época também a “minúscula carolíngia”, isto é, a diferenciação que nos parece hoje tão banal entre as letras maiúsculas e minúsculas, até então desconhecida.

Representação de Gutenberg revisando as primeiras provas da impressão da Bíblia
Com Alcuíno à frente, iniciou-se um árduo trabalho de pesquisa e cópia dos antigos escritos e documentos romanos. Nessa época já se conhecia na Cristandade a importância dos monges copistas na reprodução e conservação de escritos religiosos e litúrgicos dos séculos passados. Mas esse trabalho não abrangia os manuscritos sobre assuntos temporais, que eram simplesmente ignorados pelos copistas em geral. Carlos Magno e Alcuíno notaram essa lacuna, e contrataram copistas para esses importantes documentos, pagando-os com rendas do próprio Reino.

A empreitada não era simples. O Imperador e Alcuíno exigiram que as cópias fossem feitas usando um tipo de letra de fácil leitura, para favorecer estudos das gerações futuras; e os espaços entre as letras, principalmente entre as palavras, deveriam ser bem definidos, para melhor legibilidade; tudo isso sem esquecer o ornato — as serifas, mencionadas acima.

Geralmente se usava para documentos escritos, naquela época, o pergaminho (pele de animais), material caro e de confecção difícil. Mas as novas exigências traziam como consequência o pouco aproveitamento dos espaços nos pergaminhos. E também contrariavam a tendência da época, que por motivo de economia e melhor utilização dos pergaminhos forçava os copistas a escrever letras muito próximas umas das outras e com estilo verticalizado, dificultando em boa medida a leitura e o entendimento.3

Carlos Magno proporcionou a verba para que todos esses obstáculos fossem superados. O projeto rendeu frutos incontestáveis, pois mais de cem mil documentos não religiosos da Antiguidade foram copiados, dos quais sete mil chegaram até os nossos dias.4

A tipologia “clássica” passou a dominar

Infelizmente, com a morte do grande Carlos e o período caótico que se seguiu, o método de cópia criado por Alcuíno foi deixado de lado; e as letras nítidas embelezadas com serifas, da época carolíngia, ficaram esquecidas por 600 anos. Então algo surpreendente aconteceu, fazendo-as voltar à luz. Que surpresa foi essa?

Em 1450, Gutenberg apresentou ao mundo uma das mais importantes invenções da História: a imprensa de tipos móveis, uma máquina para reprodução de documentos escritos. O difícil trabalho dos copistas tornou-se assim desnecessário, mas os homens envolvidos na utilização do invento se depararam com um problema: encontrar um padrão tipográfico ideal para a máquina de imprensa.5

Não nos esqueçamos de que esses eram homens da Renascença, por isso rejeitavam tudo o que dizia respeito àquela “época de trevas” medieval. Queriam desencravar um tipo de letra proveniente da Antiguidade clássica, romana, pois aí estava a “verdadeira civilização”, segundo eles.

Iniciaram-se as pesquisas. Foram evitados solertemente documentos sobre temas religiosos ou litúrgicos dos monges copistas, facilmente reconhecíveis, pois eram registrados com caracteres comprimidos, apertados, “grotescos” até.

Mais pesquisas, e finalmente encontraram manuscritos com grafia diferenciada, não relacionados com o cristianismo ou a Igreja Católica. Eram mais recentes, inspirados em antigos escritos clássicos “profanos”. Além disso traziam letras espaçadas, bem legíveis – uma padronização distante daquela “época de trevas” e perfeitamente adequada ao desejo dos pesquisadores.

Satisfeitos, aqueles renascentistas implementaram na máquina de imprensa a tal tipologia “romana clássica”. Não suspeitavam que fosse justamente o estilo de letras desenvolvido por Alcuíno e promovido por Carlos Magno, dois homens símbolos da mesma Idade Média que tais renascentistas tanto menosprezavam.

A partir das rudimentares máquinas do século XV, a tipologia “clássica” passou a dominar todas as formas de imprensa e publicações escritas. Mais recentemente foi incorporada aos sistemas de informática, e até nos métodos chamados virtuais os caracteres medievais reinam incontestes.

Os mesmos homens que desprezaram ou desprezam a herança medieval acabaram agindo, sem o saberem, no sentido contrário aos seus próprios preconceitos, uma espécie de revide histórico às avessas!

“E Deus zombará de seus inimigos”, diz a Escritura (Salmos 2-4). Também assim a Idade Média se vingou de seus críticos.

* * *
Como vimos no início, o cronista Antônio Prata, ao destacar a solidez e beleza da fonte Times New Roman, na realidade se curvou ante o gênio medieval. O mundo moderno faz o mesmo a todo momento, sem o saber. Apesar de representarem uma rejeição aos ornatos medievais, mesmo as fontes sem serifas, como a Arial, têm sua origem no estilo dos tempos de Carlos Magno. O leitor que tem diante dos olhos este texto, seja na versão impressa ou eletrônica, o lê no mesmo padrão proveniente da Idade Média. Não há, portanto, como fugir da reverência a essa época histórica. Todos lhe prestam homenagem, mesmo os seus adversários.

ABIM
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Notas
Fonte: Revista Catolicismo, Nº 824, Agosto/2019.
2. The Modern Scholar: The Medieval World, Part II: Society, Economy, and Culture (The Modern Scholar) Audio CD – 2009, Thomas F. Madden, Universidade de Saint Louis.
3. Geralmente designa-se como gótico esse estilo de escrita.
4. Nesse conjunto encontram-se obras de Cícero, Marcial, Estácio, Lucrécio, Terêncio, Júlio César, Boécio, dentre outros.
5. Na Alemanha, as primeiras impressões utilizaram tipos góticos, como a famosa Bíblia de Gutenberg. Na Itália, o mesmo não ocorreu, como se vê mais adiante no mesmo artigo.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Desporto | Na noite do próximo Sábado, CASTELO DE PAIVA VAI ACOLHER II CONVÍVIO DE BTT


Castelo de Paiva vai acolher, na noite do próximo Sábado, dia 28, o II Convívio de BTT, organizado pela Parteraios, uma prova realizada com o objectivo de reunir os amantes desta variante desportiva do ciclismo, em bons momentos de convívio e animação.

Com a temática “Passeio ao Luar”, este evento desportivo está marcado para as 20 horas e promete muita emoção, já que para além de ser disputado durante a noite, vai contemplar um percurso atractivo pelo território municipal, sendo que, toda a sinalização e placas indicativas do percurso está a ser preparada pelos organizadores. As inscrições estão abertas até a data de hoje, 25 de Setembro e os inscritos podem garantir um dorsal personalizado.

Carlos Oliveira

Proprietários têm 10 dias a partir de amanhã, COMISSÃO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL QUER TERRENOS LIMPOS JUNTO ÀS VIAS MUNICIPAIS


O presidente da Comissão Municipal da Protecção Civil, António dos Santos Rodrigues, assinou hoje o aviso que torna público a obrigatoriedade, no território municipal, dos todos os proprietários com terrenos marginais às Vias Municipais, para que, no prazo de 10 dias (úteis), contados a partir do dia seguinte à afixação do edital, procederem ao corte de todas as árvores queimadas/secas, (exceptuando as árvores protegidas, sobreiros e azinheiras) que se encontrem dentro da referida área de 25 metros.

Nos termos do disposto no artigo 36º do Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de Junho, na sua redacção actual, que estabelece as medidas e acções a desenvolver no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios, em áreas atingidas por incêndios florestais, e de forma a criar condições de circulação rodoviária em segurança, os proprietários devem remover os materiais queimados nos incêndios numa faixa mínima de 25 metros para cada lado das faixas de circulação rodoviária.

Verifica-se no entanto que, em grande parte da área do concelho de Castelo de Paiva, bastante afectado pelo incêndio de Outubro de 2017, os proprietários de terrenos marginais com as vias municipais não cumpriram ainda com essa obrigação, existindo um grande número de árvores (pinheiros e eucaliptos) queimados/secos pelo referido incêndio que se encontram em risco de queda, podendo colocar em causa a segurança de pessoas e bens.

Assim sendo e, atenta tal factualidade e no seguimento da deliberação da Comissão Municipal de Protecção Civil, notificam-se agora todos os proprietários com terrenos marginais às vias Municipais, para, no prazo de 10 dias (úteis), contados a partir do dia seguinte ao do presente edital, procederem ao corte de todas as árvores queimadas/secas, (exceptuando as árvores protegidas, sobreiros e azinheiras) que se encontrem dentro da referida área de 25 metros.

Decorrido o prazo referido, os Serviços Municipais de Protecção Civil, procederão, mediante prévia marcação das árvores, ao abate em falta, ficando as mesmas depositadas nos prédios rústicos respectivos e, por outro lado, informa-se ainda que, o incumprimento destas obrigações decorrentes do referido artigo 36º da Lei 124/2006 consubstancia a prática de uma Contra Ordenação, punível com coima que poderá ir de €280,00 a €10.000,00 no caso de pessoas singulares e de €3.000,00 a €120.000,00 no caso de pessoas colectivas, nos termos do nº 1 do artigo 38º da citada Lei 124/2006, conjugado com o número 2 do artigo 163º da Lei 71/2018 de 31/12.

O Vereador António Rodrigues, que tutela a pasta do ambiente na autarquia paivense, agradece a colaboração de todos os proprietários, realçando o interesse desta acção, por forma a garantir a segurança de pessoas e bens no território concelhio, sendo que mais informações podem ser dadas através da Câmara Municipal, Bombeiros Voluntários ou GNR.

Évora | Autarcas eborenses esclareceram sobre as obras na EB de S. Mamede

Os Vereadores Eduardo Luciano e Sara Dimas Fernandes, acompanhados pelo Presidente da União de Freguesias de Évora, Nuno Cabrita, e por técnicos camarários realizaram uma reunião de esclarecimento sobre as obras de ampliação da Escola Básica de S. Mamede com os pais e encarregados de educação dos alunos, na tarde de 23 de Setembro de 2019.

Uma reunião que serviu para fazer um balanço das obras feitas nos últimos anos nesta escola, mas também, e sobretudo, das que estão em curso ou vão realizar-se ao longo do presente ano lectivo. Foram explicados os aspetos técnicos mais relevantes e resultantes da sua complexidade.

Os autarcas responderam ainda a todas as questões colocadas pelos pais e encarregados de educação, os quais manifestaram a sua preocupação quanto aos constrangimentos causados pelas obras e inquiriram sobre formas de minimizar o impacto destas no funcionamento das aulas.

Foi assumido o compromisso de maior envolvimento da Associação de Pais em todas as decisões que tenham implicações no espaço escolar.

Se a preparação em curso do novo concurso decorrer de acordo com o previsto, a Câmara Municipal prevê que no início do próximo mês de Janeiro seja possível avançar com a obra no terreno, a qual deverá estar concluída no início do próximo ano lectivo. Por seu turno, a União de Freguesias prevê que a obra de melhoria do pátio inferior esteja concluída já no início de Novembro.


Os pais tinham agendada para o final da tarde de 24 de Setembro uma outra reunião com as diversas entidades envolvidas, visando encontrar entre todos as melhores soluções para a situação em causa.


Livros | Alterações Climáticas: Sabemos mesmo quais as Causas do Aquecimento Global?

Uma imagem com natureza

Descrição gerada automaticamente
Judith A. Curry, climatologista norte-americana com 40 anos de investigação e experiência, vários prémios internacionais e colaboração com a NASA, põe em causa a tese de que a acção humana seja o factor dominante para o perigo do aquecimento global. No livro Alterações Climáticas: O Que Sabemos, O Que Não Sabemos, a cientista defende, sem dogmas, a investigação científica isenta de interesses políticos e a necessidade de agir. A obra, publicada pela Guerra e Paz em estreia mundial, numa edição bilingue, em português e inglês, chega às livrarias de todo o país na próxima terça-feira, dia 1 de Outubro.

A cientista do clima Judith A. Curry integrou o IPCC (Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas) até 2010. Há 9 anos, por sentir que o seu trabalho era vítima de um «pensamento de grupo»,  que forçava a construção de um consenso e levava os cientistas a um auto-engano, rompeu com aquela instituição e tem, desde então, vindo a contestar, como prematura e enviesada, a ideia de que acção humana seja a causa dominante do aquecimento global.

Neste livro, com clareza meridiana, Judith Curry afirma que a comunidade científica concorda nos seguintes pontos:

  • A temperatura do planeta aumentou desde 1880
  • A acção humana lança dióxido de carbono para a atmosfera e o dióxido de carbono e os gases com efeito de estufa têm efeito no aquecimento do planeta

Mas Judith Curry afirma também que há entre os cientistas um desacordo sobre os seguintes pontos:

  • Que o aquecimento desde 1950 seja dominado pelo factor humano
  • Que os cientistas possam afirmar quanto é que o planeta aquecerá até final do século XXI
  • Que se possa afirmar que e quanto é “perigoso” o aquecimento futuro
  • Que se possa reduzir drasticamente as emissões de dióxido de carbono
  • Que essa redução melhore o clima.

Rejeitando o negacionismo, Judith A. Curry afirma que o comportamento humano e as emissões de dióxido de carbono associadas contribuem para as alterações climáticas, mas é perigoso e limitativo que, apenas com base nesse quadro, se adoptem soluções para instituir a sustentabilidade, rejeitando factores que não dependem da acção humana, como as incertezas relativas às interacções gravitacionais e magnéticas do sistema solar, aos vulcões subaquáticos e às oscilações oceânicas a longo prazo.

«Teorias prematuras reforçadas por um processo explícito de construção de consenso prejudicam o progresso científico por causa das perguntas que não são respondidas e das investigações que não são realizadas.»

Num momento em que o alarmismo campeia e se gerou uma intensa vaga emocional que quase proíbe o exercício de qualquer pensamento crítico, JAC defende uma única solução: o método científico, a necessidade de lidarmos com a incerteza, o reconhecimento efectivo do que não sabemos. Este é um livro que confia unicamente no método científico e que nos avisa para a perigosidade de uma hipótese excessivamente simplificada monopolizar toda a investigação científica, uma hipótese para a qual há provas observacionais insuficientes e que se baseia em modelos climáticos inadequados para estabelecer as causas do aquecimento recente.

Alterações Climáticas: O Que Sabemos, O Que Não Sabemos é um livro sério, um livro que está do lado da ciência, está escrito numa linguagem acessível a todos. A edição da Guerra e Paz, Editores especialmente autorizada por Judith A. Curry, publica-se em língua portuguesa e inglesa. A tradução portuguesa é de Catarina Horta Salgueiro.

Esta obra, obrigatória para todos os que constroem a sua opinião com base nas evidências científicas, chega às livrarias de todo o país no próximo dia 1 de Outubro, terça-feira. A obra poderá ainda ser adquirida no site oficial da Guerra e Paz, Editores.


Alterações Climáticas: O Que Sabemos, O Que Não Sabemos
Judith A. Curry
Não-Ficção / Ambiente
136 páginas · 15x20,5 · 13,00 €
Nas livrarias a 1 de Outubro