sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Moçambique | “O sector açucareiro não está em crise” afirma ministro da Indústria e Comércio que sugere existência de “má gestão”

O ministro da Indústria e Comércio enfatizou semana finda que “o sector açucareiro não está em crise, tem outros problemas” como por exemplo “má gestão”. Ragendra de Sousa disse “Mafambisse e Maragra são fábricas a operar, é um problema de mudar o que está errado para o que está bem” e problematizou a protecção que o sector beneficia do Estado “isso é política de infant industry, jovem com 18 anos é infantil”.

A açucareira de Mafambisse, na Província de Sofala, está a despedir milhares de trabalhadores na sequência dos artífices financeiros em que o principal accionista, a Tongaat Hulett, envolveu-se na África do Sul e está a contagiar a açucareira de Xinavane. A açucareira da Maragra, na Província de Maputo, vive em constantes greves diante da intransigência do acionista maioritário, o grupo sul-africano Illovo sugar África, em melhorar os salários dos seus trabalhadores. No Búzi a açucareira continua parada pelo 28 ano consecutivo.

Na perspectiva do ministro Ragendra de Sousa “o sector açucareiro não está em crise, tem outros problemas” tendo indicado a construção de uma nova fábrica na Província de Maputo assim como a conclusão da fábrica de açúcar orgânico que foi edificada na Província de Cabo Delgado como exemplos de como “o sector açucareiro está bem e está saudável”.

Falando em conferencia de imprensa, no passado dia 15, o titular da Indústria e Comércio sugeriu que a crise de que se fala “pode ser má gestão, portanto é algo corrigível. A crise também pode ser trazida como uma forma de não confessar coisas mal feitas”.

“A Maragra é um problema de gestão, então faça a pergunta aos gestores, não faça ao ministro. Falem com o sindicato e o outro sócio da Maragra para perceber (...) Maragra é um assunto com solução, o que precisa é competência técnica e científica”, explicou Ragendra de Sousa.

Na óptica do ministro as açucareiras de “Mafambisse e Maragra são fábricas a operar, é um problema de mudar o que está errado para o que está bem. Custa dinheiro, por isso provocamos investidores. No caso do Búzi temos de procurar alguém que tenha vontade e paciência de comprar e montar uma fábrica nova, porque a que lá está é para deitar fora”.

“Há quantos anos o Estado entregou Búzi a privados, que são motores da economia, no entanto na zona do Búzi temos alto desemprego, temos migração campo cidade pelo desemprego e a açucareira está lá, a drenagem está, a fábrica é lixo”, declarou o titular da Indústria e Comércio.

Açúcar beneficia de “política de infant industry, jovem com 18 anos é infantil”

Ragendra de Sousa, que é professor de economia, quis dar uma aula aos gestores do Açúcar: “o sector açucareiro só lá dentro tem um processo de diversificação, o açúcar é um produto final mas há produtos intermediários que aumentam a rentabilidade de uma açucareira como a produção de álcool, bagaço, energia, gado, porque pelo bagaço de alimenta o gado, isto é o que deve fazer um gestor competente”.

“Pelo esforço do Governo a China está pronta a comprar 200 mil toneladas de açúcar, vocês como jornalistas vão lá saber a produção da Maragra e de Xinavane, talvez podem produzir e vai tudo para a Índia, onde há falta de mercado? Nós sabemos a causa da crise e porque sabemos estamos atentos. Compete ao Governo fazer tudo para que a produção não pare, para que não haja desemprego e isso nós fizemos durante o Fórum e temos manifestação de interesse de vários investidores sul-africanos, da Arábia Saudita, do Médio Oriente, há vários que mostraram interesse no sector açucareiro”, revelou o governante.

O ministro da Indústria e Comércio problematizou a protecção que sector beneficia, sendo o único dentre os agrícolas com esse privilégio. “O Governo durante 18 anos protegeu o açúcar, dizem que isso é política de infant industry, jovem com 18 anos é infantil? Infantil é aquele bebé que é preciso dar chucha e leite, com 18 anos ainda quer chucha? Se quer chucha essa pessoas não está boa de saúde”.

Apesar das divisas que gera com a exportação representa o paradoxo que é a Agricultura em Moçambique. O sector do açúcar empresa directamente dezenas de milhares de moçambicanos e indirectamente outros centenas de milhares, porém paga salários abaixo do mínimo aprovado pelo Governo. Não fosse a proibição da importação de açúcar e os consumidores nacionais pagariam menos pelo quilo deste produto alimentar.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Moçambique | França reconhece vitória de Nyusi apesar das “irregularidades e más práticas” detectadas pelos observadores europeus

Arquivo
A França, país envolvido nas dívidas ilegais e que agora vai participar na exploração do gás na Bacia do Rovuma, reconheceu nesta quarta-feira (20) a vitória de Filipe Nyusi e do partido Frelimo nas Eleições Gerais de 15 de Outubro apesar da Missão de Observação Eleitoral da União Europeia ter detectado “um número de irregularidades e más práticas no dia eleitoral e durante o processo de apuramento de resultados”.

Através de uma mensagem enviada pelo Presidente Emmanuel Macron a França tornou-se no primeiro país ocidental relevante a reconhecer a vitória de Filipe Nyusi e do partido Frelimo nas Eleições Presidenciais, Legislativas e Provinciais.

“O seu país regista um forte crescimento e a França e os seus operadores estão interessados em contribuírem para o alcance dos seus objectivos económicos e sociais. Eles estão ao seu lado para acompanhar o desenvolvimento do seu país. Da mesma forma, as empresas francesas presentes em Moçambique mobilizam-se para contribuírem para o crescimento sustentável do país”, pode-se ler na mensagem de Emmanuel Macron, segundo um comunicado da Presidência da República de Moçambique.

Para a França parecem ter sido indiferentes as constatações da Missão de Observação Eleitoral da União Europeia que detectou “um número de irregularidades e más práticas no dia eleitoral e durante o processo de apuramento de resultados. As irregularidades incluíram enchimento de urnas, voto múltiplo, invalidação intencional de votos da oposição, e alteração de resultados de mesas de assembleia de voto com adição fraudulenta de votos extra”.

“Os observadores da UE notaram também dados improváveis de participação, grandes desvios de resultados entre mesas da mesma assembleia de voto, e em muitos casos membros de mesa, funcionários públicos e eleitores encontrados com boletins de voto fora das assembleias de voto. As irregularidades foram observadas em todas as províncias”, divulgou a Missão em comunicado no início de Novembro.

Depois de ter sido o país onde foram construídos os barcos para a Proindicus e EMATUM e pagos a preços sobrefacturados com dinheiro dos empréstimos contraídos violando a Constituição e leis orçamentais a França está agora envolvida na exploração do gás natural existente na Bacia do Rovuma através da petrolífera Total que passou a controlar a Área 1.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Mundo | Novo sistema de pagamentos interbancários em Moçambique vai ter “interoperabilidade”


O Governador do Banco de Moçambique (BM) anunciou nesta quarta-feira (20) que novo sistema informático para os pagamentos electrónicos interbancários em Moçambique vai entrar em funcionamento em 2020, tal como o @Verdade havia previsto, e permitirá não só transacções de banco para banco mas também “de banco para instituições de moeda electrónica”.

Rogério Zandamela fez o anúncio na Cidade do Xai-xai, onde decorre o Conselho Consultivo do BM. “Queremos chegar a um ponto onde vamos ter interoperabilidade, é um palavrão que esses que trabalham na inclusão financeira gostam”.

“Quer dizer que um cliente pode fazer transacções de banco para banco, de banco para instituições de moeda electrónica, entre todas: mpesa, mkesh, emola. Poder fazer transacções porque tem um sistema com capacidade para fazer, outros países fazem isso então não é milagre, pode ser feito”, acrescentou.

O novo sistema informático foi adquirido pelo banco central em Dezembro de 2018 a empresa norte-americana Euronet depois do provedor do software que ainda esta a ser usado, a empresa portuguesa BizFirst, ter enganado a Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO), em cumplicidade com o Banco Comercial e de Investimentos, exigindo valores monetários para além do que fora contratualmente acordado.

Em Novembro do ano passado os moçambicanos estiveram quase uma semana sem poder usar os seus cartões bancários nas POS (Point of Sale) e ATM (Automatic Teller Machine) num acto de chantagem da empresa portuguesa BizFirst.

Zandamela recordou o drama que viveu e as pressões que sofreu tendo afirmado que “o importante é termos a coragem, termos a paciência, corrigirmos o que está errado. Se está errado temos que ter a humildade de dizer erramos e tentarmos resolver o problema”.

“É uma área delicada, há muitos interesses, daqueles que beneficiavam dos status quo e nós temos de lidar com isso, somos reguladores, temos que nivelar as oportunidades. Não nos podemos dar ao luxo de que uma ou duas instituições podem estar em controlo com a infra-estrutura que é o coração do nosso sistema” deixou claro o Governador do banco central.

Entretanto o Banco de Moçambique não revela quanto custou o novo sistema informático para os pagamentos electrónicos interbancários. O @Verdade revelou que o software da empresa portuguesa BizFirst custou 1,1 bilião de meticais.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

México | ‘INTERNET PARA TODOS’ Y LOON FIRMAN ACUERDO PARA LLEVAR INTERNET MÓVIL CON GLOBOS AÉREOS A CLIENTES DE MOVISTAR EN ZONAS ALEJADAS DEL PERÚ

● El acuerdo tiene como objetivo proporcionar acceso a internet móvil en áreas de difícil acceso en la región de Loreto en el año 2020.
● Perú se convertirá en el primer país en América Latina que trabajará con esta solución innovadora de Loon, previo cumplimiento de requisitos regulatorios.
● Loon utiliza una red de globos que funcionan a 20 km sobre el nivel del mar como torres flotantes que transmiten la señal de operadores móviles directamente a los smartphones en áreas con baja densidad de población.

Internet Para Todos Perú (IpT) y Loon han llegado a un acuerdo para utilizar los globos a gran altitud de Loon para expandir el acceso a internet móvil a los clientes de Movistar en la Amazonía peruana en 2020. Loon es una subsidiaria de Alphabet, la compañía matriz de Google. IpT es un operador de infraestructura móvil rural mayorista de acceso abierto creado por Telefónica, Facebook, BID Invest y CAF que busca contribuir en cerrar la brecha digital en el Perú, permitiendo brindar acceso a internet móvil de alta velocidad en comunidades rurales donde el despliegue de infraestructura de telecomunicaciones convencional ha estado limitado.
Loon e IpT trabajarán juntos para atender zonas de Loreto, una de las regiones más grandes del país, llevando acceso a internet móvil a los clientes de Movistar. Según datos del regulador OSIPTEL, la penetración de Internet en Loreto es 100 veces menor que en Lima.
Inicialmente, Loon e IpT tendrán como objetivo proporcionar servicios en ciertas áreas que representan cerca del 15% de la superficie de Loreto, donde viven casi 200.000 personas. Alrededor de una cuarta parte de esta población carece de un servicio 3G o superior, y muchos otros carecen de cualquier tipo de servicio móvil fuera de las áreas pobladas. El despliegue de Loon en Perú lo convertirá en el primer país de América Latina en utilizar esta innovadora solución de conectividad de manera sostenida y no solo en situaciones de emergencias.
En Perú, Loon y Telefónica comenzaron a colaborar en el 2014 tras iniciar las primeras pruebas de esta tecnología. En 2017, tras las inundaciones del fenómeno El Niño que devastaron localidades del norte del país, Loon y Telefónica proporcionaron conectividad a los más necesitados en un área de 40.000 km². A principios de este 2019, ambas empresas trabajaron en conjunto para brindar conectividad tras un terremoto de magnitud 8.0 que azotó la selva del Perú. Este acuerdo marca un hito importante en su colaboración y es resultado del extenso trabajo realizado por los equipos de Loon, Telefónica del Perú e IpT en los últimos años.
Internet para Todos (IpT) inició sus operaciones en mayo de 2019 como un Operador de Infraestructura Móvil Rural (OIMR), por lo que a través de un modelo mayorista que ofrece acceso a cualquier operador móvil que quieran utilizar su infraestructura para proporcionar servicios de comunicación en zonas rurales. Con un sólido enfoque en la innovación para proporcionar un servicio sostenible, IpT aprovechará la tecnología de Loon para llegar a áreas de difícil acceso, complementando su red terrestre e, inicialmente, administrando el servicio para Movistar, primer operador móvil en utilizar esta tecnología de forma comercial en América Latina.
Hasta el momento IpT, ha conectado al servicio de internet móvil de alta velocidad a más de 800.000 personas que viven en unas 5.300 comunidades rurales a nivel nacional. El objetivo es conectar más de 30.000 comunidades para el 2021, año del bicentenario del Perú.
Extendiendo la penetración de internet móvil
La tecnología de Loon permite extender la penetración de internet móvil en áreas con baja densidad de población utilizando una red de globos de gran altitud que operan a 20 km. sobre el nivel del mar, muy por encima del tráfico aéreo, la vida silvestre y los eventos climáticos. Loon proporciona una red completa como servicio, y los globos actúan como torres de telefonía flotantes que transmiten el servicio de un proveedor directamente al dispositivo 4G/LTE de un usuario.

Para habilitar el servicio, los globos de Loon reciben una señal desde la superficie, que luego se comparte a través de múltiples globos y finalmente se extiende a los usuarios conectados al LTE. Cuando un globo está listo para ser puesto fuera de servicio, se libera el gas de elevación que lo mantiene en alto y un paracaídas se despliega automáticamente para controlar el aterrizaje. Los descensos se coordinan estrechamente con el control del tráfico aéreo local, y los globos se aterrizan en un área escasamente poblada. Una vez en el suelo, los equipos de recuperación recogen el globo y su equipamiento para reciclarlos. Loon ha aterrizado cientos de globos en Perú durante años de pruebas en el país.
Debido a que este es el primer despliegue de un servicio sostenido a través de globos estratosféricos en Perú, Loon, IpT y Telefónica deberán asegurar el cumplimiento de los requisitos regulatorios por parte del Ministerio de Transporte y Comunicaciones (MTC) de Perú antes de lanzar el servicio.
De esta manera, Perú se une a Kenia como el segundo país donde Loon ha firmado un contrato para expandir el servicio de operadores móviles a través de globos estratosféricos. En Kenia, Loon está esperando la aprobación regulatoria para comenzar a volar y llevar a cabo las etapas finales de integración de la red con Telkom Kenya.

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JOÃO SANTIAGO ArQUITECTO


NOTA INTRODUTÓRIA
No Quem é Quem de hoje, revelamos o percurso de uma personalidade ligada à Arquitectura ou Engenharia. Nesta edição vamos ficar a conhecer Quem é João Santiago, arquitecto.

O Arq. João Santiago deu início à sua actividade Independente em Lisboa, em Janeiro de 2009, onde está sediado desde então.

Antes trabalhou em Hong Kong, estagiando e praticando em Projetos de construção em altura (arranha-céus) e no segmento de grande escala (planeamento urbano e masterplans). Trabalhou para as empresas Dennis Lau & Ng Chun Man e AEDAS Architects, a quarta maior empresa de Arquitectura Mundial, onde ganhou uma exposição global e grande responsabilidade.
Desde que estabeleceu actividade foi acrescentando sucessivamente aos seus serviços, know-how em várias áreas actuação, da consultoria ao Projeto.
Numa primeira fase dirigiu serviços às necessidades do mercado português, tendo depois explorado valências que lhe têm permitido ascender a Projetos e Clientes à escala Global. Os seus serviços destacam-se nos campos seguintes:
Ao longo dos anos a JOAO SANTIAGO – SERVIÇOS DE ARQUITECTURA LDA, estabeleceu relações de longo termo com clientes Globais de referência.
Serviços diferenciados em que foram sendo adicionadas mais-valias consideráveis aos negócios dos seus clientes.
No sector residencial, o Gabinete acalenta um portfolio de Moradias unifamiliares, construídas nos 4 continentes: Casa na Rua dos Prazeres; Albufeira Villas; Walters Insomnia Residence; Casa Karuna; Fritschen Vineyard House; Casa Cowling; The Teardrop House; Warburton House.

GABINETE:

Fonte: Anteprojectos

México | LA LABOR DE LOS REPARTIDORES: ESLABÓN FUNDAMENTAL PARA LAS PLATAFORMAS DE ENTREGA DE COMIDA A DOMICILIO

Todos hemos ordenado comida a domicilio al menos una vez, y ahora, con mayor facilidad gracias a la popularización de aplicaciones como Postmates para hacerlo de forma más sencilla desde nuestros dispositivos móviles.
Sólo basta una tarjeta de crédito o débito, conexión a internet y en nuestras manos está el poder de tomar el teléfono y abandonarnos al antojo, pues estas plataformas albergan una gran variedad de opciones para cualquier capricho: comida mexicana, sushi, pizza, comida china, tacos, hot dogs, hamburguesas, bebidas frías o calientes y muchas más.
Para que los alimentos lleguen a salvo desde el restaurante hasta su destino, existe una cadena de valor a veces invisible. Hasta ahora se habla sólo de la labor de los cocineros, pero, en el caso de las aplicaciones de entrega de comida a domicilio, hay un eslabón fundamental que toca a nuestra puerta siempre, con deliciosas noticias: los repartidores.
La flotilla de repartidores de Postmates nos cuenta algunas anécdotas
Detrás de cada reparto hay una historia que contar
Primer reparto
Para todos hay una primera vez. Aunque su historia comienza con un curso de capacitación, el primer reparto siempre se vive con mucha intensidad. Las emociones van desde alegría y entusiasmo, hasta preocupación y cuidado para que los alimentos llegaran en perfectas condiciones hasta su destinatario.

Hora pico
Las horas que transcurren entre el almuerzo y la hora de la comida son una gran oportunidad para la mayoría, pues, de acuerdo con su experiencia, es entre 11:00 am y 4:00 pm cuando más usuarios realizan pedidos.

Pedidos a la medida
Como muestra de que para estas aplicaciones es posible cumplir con cualquier expectativa del usuario, existe una casilla en la que pueden introducir instrucciones especiales para la preparación de sus alimentos. “Sin cebolla” o “mandar salsas extra” son algunas de las más comunes, pero otras indicaciones son tan inusuales como pedir una hamburguesa “sin pan”. Su deber es preguntar a quienes les entregan la comida en el establecimiento si el pedido cumple con las especificaciones del cliente.

Rodando por la ciudad
Algunas rutas son más concurridas que otras cuando conducir una bicicleta o moto se convierte también en paseo. Para la mayoría resulta bastante cómodo recorrer la ciclovía de avenida Paseo de la Reforma bajo la sombra de los árboles de los camellones.

Sus recorridos requieren buena condición física si se realizan en bicicleta y muchas habilidades cuando se hace en moto. Algunos ciclistas nos cuentan que además de un ingreso, buscaban un trabajo que los alejara de un estilo de vida sedentario. Gracias a los repartos, recorren desde 40 hasta 70 kilómetros en bici y hasta 200 kilómetros en moto.
Pequeños antojos y grandes pedidos
El uso de las plataformas de entrega de comida a domicilio satisface cualquier capricho comestible del usuario. Algunos optan por no salir de casa para ordenar un único producto como unas donas espolvoreadas cuyo valor puede ser más pequeño que el valor de la entrega y de la propina entregada al repartidor. Muchas veces es usada para hacer del usuario un anfitrión que pueda proveer un gran almuerzo para todos sus invitados.

Los repartidores consultados hablaron de los pedidos más grandes que han entregado: 8 cajas de pizza grande; 8 combos de quesadillas con un vaso de jugo y otro de fruta, respectivamente; 6 charolas de chilaquiles y 6 litros de agua fresca, son algunos.
El pedido más épico fue de un usuario que ordenó 30 paquetes de pollo rostizado. Para asegurarse de que todo llegara en perfectas condiciones, el repartidor que conducía una moto, prefirió hacerlo en dos viajes, pues la entrega incluía además, 30 paquetes de papas fritas, aproximadamente 20 kilos de tortillas, salsas y complementos. Una gran anécdota para contar.
La labor que realizan diariamente hombres y mujeres en vehículos de dos ruedas para llevar tu desayuno, comida o cena es tan importante como el trabajo de quien prepara los alimentos. La próxima vez que ordenes comida a domicilio no verás con los mismos ojos al personaje que toque a tu puerta para entregarte un delicioso paquete.
“Enchúlame la bicla” de Postmates, cuidando las bicicletas de quienes aman rodar
Recientemente concluyó la iniciativa más reciente de Postmates México: “Enchulame la bicla”, un taller exclusivo para que repartidores de comida a domicilio y usuarios en general pudieran dar mantenimiento básico y enchular sus bicicletas de forma gratuita.
Entre el 17 de octubre y el 5 de noviembre de 2019, Postmates hizo felices a más de 150 usuarios de este medio de transporte tan eficiente y ecológico con los siguientes resultados:
• 165 bicicletas enchuladas
• 280 stickers reflejantes colocados
• 30 portabultos instalados
• 30 soportes para celular entregados
• 30 luces traseras recargables colocadas
• 30 kits básicos de herramientas para reparación obsequiados
• 30 pares de luces para rines instaladas

Mundo | La Presencia De Mujeres En Puestos Directivos: El Principal Factor De Igualdad A Mejorar Según El 37% De Los Españoles


por Yesica Flores
· El 35% de los españoles piensa que para conseguir la igualdad de género en nuestro país sería necesario una mayor presencia de mujeres en los 
· La poca implicación por parte de las empresas en igualar los sueldos entre hombres y mujeres es considerado el factor que más ralentiza la igualdad según el 26% de los españoles

El debate sobre la igualdad de género está más de actualidad que nunca ya que cada vez son más los actores sociales que trabajan por conseguir una mayor igualdad entre hombres y mujeres, sin embargo, es un arduo trabajo en el que un sin fin de condicionantes entran en juego.
Con el fin de conocer la percepción sobre los factores que ayudan y frenan a conseguir la igualdad de género, así como detectar las áreas que deben establecerse como prioritarias para alcanzar la igualdad real, Ipsos junto al Policy Institute de King’s College London y el Global Institute for Women’s Leadership, ha llevado a cabo un estudio en 27 países donde han realizado más de 20.000 entrevistas
¿Qué ha mejorado y qué falta por hacer?
Una de las áreas de este estudio se centra en esos factores considerados como los más importantes a tratar para poder avanzar en la igualdad entre hombres y mujeres. La media global sitúa, con un 39%, una mayor representación de mujeres en los Gobiernos como el aspecto más importante para conseguir esta igualdad. En España, este factor ocupa el segundo puesto, con un 35% de los españoles que lo consideran clave, y siendo Gran Bretaña e Italia los países europeos más interesados en la mejora de este tema con un 36% en ambos. A su vez este factor es considerado por los encuestados como aquel en el que se ha vivido una mayor mejora en los últimos 25 años, mejora que el 41% de los españoles consideran que se ha dado de manera significativa, siendo el país europeo que más valor le da a este avance.
Tras la representación femenina en gobiernos, los siguientes factores a nivel mundial que se consideran los más necesarios a mejorar corresponden al mundo laboral, en concreto a la necesidad de contar con mujeres en puestos más senior (36%), un aspecto que los españoles sitúan en cuarta posición (22%). En el siguiente puesto en el ranking global encontramos el reclamo a que las mujeres accedan a puestos de CEO en las compañías (32%), un factor que el 37% de los españoles consideran el primero a mejorar para conseguir la igualdad. En España, el tercer área más importante para lograr la igualdad de género, encontramos el acceso de las mujeres a trabajos en el ámbito de la ciencia y tecnología (26%). Las tres áreas citadas como claves a nivel global, se posicionan también entre los primeros puestos del ranking de aquellos factores que han sufrido una importante mejora en el último cuarto de siglo según los españoles, con un 12%, 23% y 23%, respectivamente. Por tanto, la conclusión que arrojan estos datos es que el empoderamiento femenino a nivel laboral y de vida pública (política y educación) es la clave para conseguir la igualdad de género en España.
El tiempo que se dedica al cuidado de los hijos y el hogar es el quinto factor que los españoles, con un 18%, consideran que hay que mejorar. Un factor en el que según el 10% de los españoles se ha logrado avanzar en los últimos 25 años, a diferencia del acceso de las mujeres a la educación, segundo factor (32%) en el que más se ha avanzado en los últimos 25 años según los españoles.

Los elementos que entorpecen el camino a la igualdad
La poca implicación por parte de las empresas a la hora de abordar las diferencias salariales entre hombres y mujeres se posiciona en el primer puesto como elemento que entorpece el camino hacia la igualdad a nivel mundial, coincidiendo con la opinión del 26% de los españoles que también lo sitúan como lo más importante. Porcentaje muy igualado al de otros países europeos como Francia y Reino unido con un 28% y 27% respectivamente.
El siguiente indicador que le sigue a nivel global es el de la poca ayuda que las mujeres reciben por parte de las empresas para permitir la conciliación entre la vida laboral y la familiar. Sin embargo, este aspecto solo es importante para el 17% de los españoles, en contraposición a algunos países vecinos como Italia, donde el 33% de sus ciudadanos lo consideran importante para lograr la igualdad.
En definitiva, los avances en términos de igualdad han sido notorios y así ha quedado reflejado en este estudio realizado por Ipsos, sin embargo, a pesar de la diferencia de percepciones entre países, la igualdad es un camino por el que, según la mayoría de encuestados, aún queda un largo camino que recorrer, pero donde se tienen claras las áreas de mejora y en quién recae esta responsabilidad.