domingo, 8 de março de 2020

Coimbra vai aumentar as boxes do canil/gatil e “continuar a apostar nas esterilizações” e “alargar o serviço às famílias carenciadas”

Campanhas de adoção, esterilizações, protocolos com associações e obras de construção ou expansão de canis são medidas dos municípios para gerir a recolha de animais, mas em várias zonas subsistem queixas sobre falta de espaço e custos elevados.
Segundo uma ronda feita pela Lusa junto de capitais de distrito entre o final de 2019 e o início deste ano, são vários os casos de autarquias com canis lotados e aumentos de custos.
Coimbra vai aumentar as boxes do canil/gatil e “continuar a apostar nas esterilizações” e “alargar o serviço às famílias carenciadas”. Por 30,75 (cão) e 12,30 euros (gato), os animais adotados são desparasitados, vacinados e esterilizados. Em 2019, 35% dos animais entrados estavam adotados em outubro, depois de taxas de 40,68% em 2017 e 37,64% em 2018).
Em Setúbal, segundo o município, a lei que impede o abate de animais (aplicada no continente desde 2018) provocou um acréscimo significativo dos custos anuais, que aumentaram em cerca de 66.000 euros com a contratação de mais quatro funcionários, incluindo uma médica veterinária. Registaram-se ainda aumentos de 4.000 euros em despesas com alimentos e de 4.000 euros em medicação e material cirúrgico.
Em outubro de 2019, quando já passava mais de um ano após a aplicação da lei, a câmara referiu que a proibição do abate “não encontrou os municípios devidamente preparados para fazer face às novas obrigações” e que se verificou também um aumento do abandono de cães.
A autarquia recorreu ao apoio disponibilizado pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) para esterilização de cães e gatos, definiu protocolos com clínicas para cirurgias e tem em curso um investimento de 120 mil euros para aumentar a capacidade do centro de recolha em mais 80 canídeos, previsivelmente no segundo semestre deste ano.
Passado o primeiro ano da aplicação da lei, o canil intermunicipal da Terra Fria Transmontana, que serve Vimioso, Bragança, Mogadouro e Miranda do Douro e resultou de um investimento autárquico de 600.000 euros, já estava sem capacidade para acolher mais animais: em outubro, o presidente da Câmara de Vimioso, Jorge Fidalgo, disse que as despesas já ultrapassavam os 10.000 euros/mês, quando antes rondavam 6.000 a 7.000 euros.
“Temos as pessoas a dizer que andam muitos mais cães na rua […]. Ou mudam a lei ou os cães vão andar na rua”, afirmou, reclamando apoio do Estado para alargar o centro de recolha.
Já este ano, a Câmara do Porto referiu que a nova lei “está a fazer colapsar os canis” e que se está a “concorrer para um aumento exponencial de animais errantes no espaço público – cenário que potencia a dispersão de agentes infecciosos e eventualmente zoonóticos, aumentando assim o risco de saúde pública”.
O novo centro de recolha (em substituição do atual canil, com mais de 80 anos) abre portas neste mês, aumentando o número de boxes de 94 para 220. Com a ampliação surge um aumento de custos: sem contabilizar recursos humanos, neste ano as despesas com rações, fármacos, esterilizações e areia deverão chegar aos 55.000 euros.
O fim do abate levou também a um aumento “significativo” de animais no Canil/Gatil Intermunicipal da empresa Resialentejo (CAGIA), lotado desde novembro de 2018 e que serve Almodôvar, Aljustrel, Alvito, Beja, Castro Verde, Cuba, Serpa, Moura, Ourique, Vidigueira e Reguengos de Monsaraz. Quando o espaço não tem vagas, os animais ficam “por recolher ou em locais provisórios” até haver lugar.
Os custos de funcionamento têm aumentado nos últimos anos: foram de 67.809 euros em 2016, de 68.748 euros em 2017 e de 78.660 euros em 2018, ascendendo a 46.403 euros em 30 de setembro de 2019. O aumento de 2018 refere-se sobretudo à subida de fornecimento de serviços externos (que inclui, entre outros, a alimentação).
O CAGIA esteriliza gratuitamente os animais adotados nas usas instalações e realizou campanhas em que comparticipou esterilizações nos dois últimos anos.
A falta de espaço, com a consequente lista de espera, é também um problema no Canil e Gatil Municipal de Portalegre. No final de outubro, fonte do município indicou que nos últimos anos são recebidos, em média, 100 animais novos por ano, mas desde a entrada em vigor da nova legislação só se conseguiu receber até então 61.
Tem havido sensibilização para a adoção, no âmbito da visita de crianças e nas redes sociais, mas “verifica-se que estas medidas não têm um impacto significativo e direto” – o número anual de adoções tem-se mantido em cerca de 50. Antes da entrega aos novos donos, a câmara vacina, desparasita e põe identificação eletrónica.
O presidente da Câmara de Viana do Castelo, onde em fevereiro mais de 30 cabras e ovelhas foram mortas por uma matilha de cães vadios, exige a reavaliação da lei: “Se abrirmos um novo canil para 100 animais, dentro de três a quatro meses está completamente esgotado. Isto está a passar-se no país todo”, disse José Maria Costa.
O Canil Intermunicipal do Alto Minho serve 11 concelhos: Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira e Esposende.
Segundo informação de novembro, o canil tinha registado, no último ano, uma “diminuição considerável” na capacidade, com 300 animais em lista de espera: “O canil tem funcionado, regra geral, no limiar da capacidade de carga, isto é, entre 90 e 100 cães”.
Em janeiro, o Conselho Intermunicipal da Região de Aveiro – crítico da “entrada em vigor da nova legislação sem prévia preparação” – decidiu abrir concurso público três polos do centro de recolha (Águeda, Aveiro e Ovar, que se juntam ao de Ílhavo), por quase três milhões. Entretanto, vão valendo as associações, mas também estas têm canis lotados.
Em 2018, a Câmara de Aveiro acordou com a Ordem dos Veterinários a atribuição de cheques veterinários para animais capturados ou de famílias carenciadas.
A lotação dos canis não é, porém, associada à nova lei em todos os casos. Em Leiria, onde a gestão é “feita com muito esforço” e o município recorre muitas vezes às associações que apoia, os abates terminaram em 2016. Foram também “implementados programas de esterilização de todos os animais que se encontram no canil”, onde os custos com ração, mão de obra e material de limpeza foram de 21.892 euros em 2018.
O concelho já tem terrenos para um novo centro de recolha (obra de 450 mil euros) e vai ter um regulamento do regime especial de esterilização para animais de famílias carenciadas.
Em Évora, a nova lei “não teve qualquer efeito” no canil, com uma política de não abate desde 2012. De acordo com o município, por ano gastam-se 12.000 euros em alimentação, 10.000 em medicação e 9.000 na campanha de esterilização, castração de gatos de rua e projeto de adoção.
A autarquia tem apostado em alojamentos mais duradouros e na esterilização de animais alojados e de munícipes carenciados.
Faro, Santarém, Viseu ou Lisboa também já não praticavam abates. O primeiro, onde o investimento anual ronda os 33.000 euros, tem protocolo com o canil de Loulé e aprovou em janeiro um concurso de 1,2 milhões para edificar até 2021 o centro de recolha. No ano passado, foram esterilizados cerca de 500 cães e gatos.
Em Santarém, a câmara atribui 1.500 euros mensais à Associação Scalabitana de Proteção Animal para gerir o centro e prevê expandir a atual capacidade (300 animais). Pretende-se criar uma parceria para serviços como tosquias e adestramento, permitindo a profissionalização do canil.
Em Viseu, sem canil municipal, o protocolo com o Cantinho dos Animais Abandonados teve no ano passado uma verba de 70.000 euros para acolhimento, tratamento e adoção de animais capturados.
Lisboa tem uma “permanência média quotidiana aproximada de 200 cães e 130 gatos” na Casa dos Animais e tem feito perto de 2.000 esterilizações por ano, tendo uma “campanha permanente de esterilização, em particular dos gatos”.
“Na impossibilidade de atualmente realizar esterilizações no Centro de Recolha Oficial da Guarda, realizou-se um protocolo com quatro centros de atendimento veterinário que realizam as esterilizações necessárias”, referiu, por seu turno, a autarquia da cidade mais alta do país, onde há campanhas de adoção dirigidas ao público em geral e a alunos desde a creche ao secundário, com “um resultado bastante favorável (em 2019, 127 adoções até final de outubro).
O município vai aumentar e melhorar as instalações, num investimento de 200 mil euros.
Em Braga, onde foram esterilizados perto de 400 animais no ano passado e 293 há dois anos, foram adotados 365 animais em 2018 e outros 416 até outubro de 2019.
NDC

Coimbra | Workshops para estudantes de Enfermagem

A Secção Regional do Centro (SRCentro) da Ordem dos Enfermeiros organiza anualmente vários workshops para alunos das oito instituições de ensino superior de enfermagem da sua área de abrangência.

Desde o início do ano, Valter Amorim, Presidente do Conselho Jurisdicional Regional da SRCentro, tem vindo a dinamizar workshops de ética e deontologia para os alunos do 1º ano, e de integração à vida profissional para os estudantes finalistas da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Escola Superior de Saúde de Viseu, Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa, Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias de Castelo Branco, Escola Superior de Saúde do Instituto Piaget de Viseu, Escola Superior de Saúde do Politécnico de Leiria, Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro, da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico da Guarda.

A organização destes workshops resulta dos protocolos de cooperação estabelecidos entre a SRCentro e as oito instituições superiores de ensino de enfermagem, uma meta atingida pelo Presidente do Conselho Directivo da SRCentro, Ricardo Correia de Matos, em 2018 (mandato anterior).

Universidade do Minho suspende as atividades pedagógicas no campus de Gualtar após infeção de estudante

A Universidade do Minho decidiu suspender todas as atividades pedagógicas no 'campus' de Gualtar, em Braga, após a confirmação de que um estudante está infetado com o novo coronavírus, responsável pela doença Covid-19.
Num despacho deste sábado, a Universidade do Minho (UMINHO) determinou a suspensão das "atividades pedagógicas no campus de Gualtar", dos "eventos e atividades desportivas", e o encerramento dos "serviços de bibliotecas e as unidades alimentares" no campus de Gualtar. Para além disso, é também suspensa "a realização de conferências, seminários, cerimónias e eventos de natureza similar" naquele local.
Já o edifício do Instituto de Ciências Sociais — Edifício 15 do campus de Gualtar — será mesmo encerrado.
Estas são algumas das medidas anunciadas após a confirmação de um caso de Covid-19 na comunidade universitária deste campus.
No despacho, a instituição sublinha "a necessidade de a Universidade assumir uma posição que contribua ativamente para
a prevenção e o controlo da COVID-19" para justificar as medidas, que incluem determinam ainda que "não são autorizadas, a partir de hoje, deslocações em serviço;​ são suspensas as deslocações em serviço que tenham sido previamente autorizadas".​​

Já os "professores, investigadores, trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão e estudantes oriundos de países com casos confirmados de Covid-19 devem voluntariamente submeter-se a um período de quarentena, de 14 dias, após a sua chegada ao país", diz o despacho, divulgado na página online daquela academia.​
Após a revisão em alta do número de infetados em Portugal com o novo coronavírus — SARS-CoV-2  —, responsável pela doença Covid-19, a ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou o encerramento de uma escola de Idães, em Felgueiras, do edifício do curso de História da Universidade do Minho, e dos edifícios do complexo onde funcionam o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) e da Faculdade de Farmácia (FFUP), ambos da Universidade do Porto.
“Identificámos que casos recentemente confirmados como Covid-19 estiveram em instituições de ensino, elevando o risco de transmissão nessas instituições", disse a ministra da Saúde, Marta Temido, numa conferência de imprensa conjunta com a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.
"Assim, a autoridade nacional e as autoridades regionais de saúde recomendaram tecnicamente o encerramento da Escola Básica e Secundária de Idães em Felgueiras, da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, do ICBAS [Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, também da Universidade do Porto], e do edifício onde funciona o curso de História da Universidade do Minho”, precisou Marta Temido.
A ministra acrescentou que as autoridades de saúde estão neste momento a avaliar “se outras medidas serão necessárias”.
Estas medidas foram anunciadas depois de ter sido divulgada a confirmação de 21 casos de infeção com o novo coronavírus em Portugal.
Para além dos impactos pedagógicos, a Universidade do Minho vai também mudar "o modo de funcionamento das unidades de serviços da Universidade, dos Serviços de Ação Social e dos serviços das unidades orgânicas, com atividade no campus de Gualtar". As mudanças serão anunciadas ainda antes desta segunda-feira.
"Até que se encontrem disponíveis soluções de desinfeção para colocação ao lado dos terminais de leitura biométrica para controlo de assiduidade, está suspensa a utilização destes equipamentos. O controlo e validação de assiduidade no período em que estiver suspensa a utilização dos referidos terminais será feita pelo respetivo superior hierárquico direto" esclarece ainda a instituição.
Lusa /Madremedia

Sismo de magnitude 5.3 sentido na Madeira sem fazer feridos ou danos materiais

Um sismo de 5.3 na escala de Richter foi esta noite sentido na Madeira, avança o 'Diário de Notícias da Madeira'. Segundo o IPMA, o abalo ocorreu dois minutos antes das 21:00 deste sábado, e “não causou danos pessoais ou materiais”.
Um sismo de magnitude 5,3 na escala de Richter foi sentido hoje pelas 20:58 de hoje a sudoeste da Deserta Grande, na Região Autónoma da Madeira, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O sismo “foi sentido com intensidade máxima IV/V, na escola de Mercalli, na região de São Martinho, no Funchal”, refere o IPMA em comunicado, salientando que “não causou danos pessoais ou materiais”.
A RTP da Madeira diz que "a situação vivida na Região é, neste momento, de relativa acalmia depois do susto do sismo".
O 'Diário de Notícias da Madeira' conta que "o abalo provocou a apreensão de milhares de pessoas, muitas das quais abandonaram as casas e prédios onde se encontravam, aguardando na rua por indicações das autoridades, temendo o surgimento de eventuais réplicas".
O 'Público' diz também que a Proteção Civil diz não haver por enquanto registo de danos. Segundo o jornal 'Expresso', a "há relatos de queda de objetos".

Hotel que servia de quarentena colapsou na China. Dezenas de pessoas sob os escombros

Dezenas de pessoas estão sob os escombros de um hotel que colapsou hoje na cidade de Quanzhou, província de Fujian, na China, informaram as autoridades locais.
De acordo com um comunicado do governo local de Fujian, citado pela agência France-Presse, o hotel “Xinjia” desabou por volta das 19:30 locais (11:30 em Lisboa).
Este hotel, com 80 quartos, de acordo com o South China Morning Post, funcionava como centro de acolhimento e de quarentena para pessoas que tivessem tido contacto com pacientes infetados com o novo coronavírus.
O mesmo jornal adianta que já foram retiradas dos escombros 34 das 70 pessoas que se suspeitam que estariam no seu interior na altura do colapso.
Ainda não são conhecidas as causas que levaram ao seu desabamento, segundo a agência Reuters.
O balanço da AFP mostra que a China, à exceção dos territórios de Hong Kong e Macau, conta com 80.651 casos confirmados de Covid-19, dos quais 3.070 morreram.
A AFP diz que, entre o final da tarde de sexta-feira e a manhã de hoje, surgiram 99 novas contaminações e 28 mortos na China. No resto do mundo, registaram-se 1.047 novos casos desde as 17:00 de sexta-feira.
Depois da China, os países mais afetados são a Coreia do Sul (6.767 casos, dos quais 483 são novos), Irão (4.747 casos, com 124 mortes), Itália (4.636 casos, 197 mortes) e Alemanha (684 casos, sem registo de casos mortais).
O balanço da AFP foi elaborado com dados recolhidos junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Lusa

145 milhões de passageiros na CP. Mais 19 milhões do que em 2018

Em 2019, a CP–Comboios de Portugal transportou cerca de 145 milhões de passageiros, confirmando a tendência de crescimento já verificada em anos anteriores e que, em 2019, foi transversal a todos os serviços da Empresa.
Comparativamente com o ano de 2018, este crescimento correspondeu a mais cerca de 19 milhões de passageiros transportados e a um aumento da ordem de 15%.
De igual modo, as receitas de tráfego acompanharam a tendência, atingindo cerca de 274 milhões de euros, um incremento de 5,7%, face a 2018.
Os comboios Urbanos de Lisboa e Porto registaram o maior crescimento, com 103 milhões (+18,4%) de passageiros em Lisboa e 24 milhões (+7,7%) no Porto.
Nos serviços de Longo Curso viajaram cerca de 6,7 milhões de passageiros, (+4,9%) enquanto no serviço Regional, optaram por viajar ao longo do ano, cerca de 11 milhões de passageiros, traduzindo um aumento de 5,2% face a 2018.

Coimbra | APCC já está a aceitar encomendas de flores para o cortejo da Queima das Fitas

Instituição aceita encomendas até 15 de abril. 


A Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra (APCC) já está a aceitar encomendas de flores para os carros do cortejo da Queima das Fitas, uma atividade que envolve os utentes do Centro de Atividades Ocupacionais da instituição.
As primeiras flores começaram já a ser feitas, mas a APCC ainda vai aceitar pedidos até ao dia 15 de abril. Os preços vão dos 8 aos 9 euros por saco (cada um com 200 flores) e variam de acordo com a data em que as encomendas são realizadas. Nos casos em que a Associação tenha de fornecer o material para a produção das flores (papel e arame), o preço por saco aumenta 1 euro.
As flores poderão posteriormente ser levantadas no Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral (Vale das Flores) ou na Quinta da Conraria (Castelo Viegas). Para encomendar, os estudantes interessados só precisam de ligar para os números de telefone 239 802 820, 239 156 100 ou 239 792 120, podendo obter mais informações através destes mesmo contactos, ou no site www.apc-coimbra.org.pt.
Trata-se do décimo sétimo ano consecutivo que a APCC leva a cabo esta iniciativa, com vantagens para todos os envolvidos: os alunos conseguem uma preciosa ajuda numa altura do ano em que todos os minutos contam e os utentes da instituição são justamente compensados pelo seu esforço, além de realizarem um trabalho com visibilidade pública e alargada. E, em conjunto, todos ajudam a combater os estigmas que ainda possam existir sobre as pessoas com deficiência.
Esta é, portanto, mais uma forma de a APCC cumprir a sua missão de promover a inclusão social de pessoas em situação de desvantagem – com especial incidência nas que têm deficiência ou incapacidade – mostrando que se tratam de pessoas com capacidade para realizar trabalho social e até economicamente útil.