sexta-feira, 19 de junho de 2020

Casa da Calçada reabre portas amanhã com estreia nacional da exposição “PÚBLICO – 30 anos de fotografia”

Viseu: Casa da Calçada reabre com a maior exposição de ...
O Presidente da Câmara Municipal de Viseu, António Almeida Henriques, o Vereador da Cultura e Património do Município, Jorge Sobrado, e o Diretor do jornal PÚBLICO, Manuel Carvalho, participam na sexta-feira, dia 19 de junho, de um momento de especial relevância patrimonial e cultural para Viseu: a inauguração das obras de reabilitação da Casa da Calçada e a estreia nacional da maior exposição de fotojornalismo do país, em 2020, intitulada “PÚBLICO – 30 anos de fotografia”.

O evento terá lugar a partir das 17H30, na Casa da Calçada, em pleno Centro Histórico, na Calçada da Vigia, e será transmitido em direto para o público através das redes sociais do Município de Viseu e do Jornal PÚBLICO.

Concluídas as obras de reabilitação do edifício, a Casa da Calçada, datada do século XVIII e classificada como “Imóvel de Interesse Público” desde 2006, vê, cerca de seis anos depois, serem abertas as suas portas, devolvendo à comunidade um edifício de elevado valor histórico e arquitetónico, cujo investimento ascendeu a meio milhão de euros, numa obra a cargo da Sociedade de Reabilitação Urbana VISEU NOVO. Num futuro próximo, será esta a Casa que acolherá o oitavo Museu Municipal de Viseu: o Museu Keil Amaral.

Simultaneamente, e no ano em que Viseu coloca em destaque o cinema e a fotografia, esta tão aguardada reabertura é acompanhada de outra importante inauguração e acolhimento: uma exposição de fotojornalismo, pelas mãos do Jornal PÚBLICO, que aqui se instala, pela primeira vez, até 21 de setembro, dando a conhecer alguns dos melhores trabalhos fotográficos das últimas três décadas, considerados verdadeiros registos históricos e marcantes de vários acontecimentos e gerações do país.  A VISEU MARCA e a Movecho são parceiras do PÚBLICO da organização da exposição e da publicação “PÚBLICO, 30 anos de fotografia”.

Na inauguração, e antes de uma visita guiada à exposição, terá lugar uma conversa sobre o tema “Pode uma boa imagem salvar-nos?”, em torno do papel do fotojornalismo no mundo de hoje, com a participação de Manuel Roberto e Miguel Manso, editores de fotografia do PÚBLICO, Alfredo Cunha e Luís Vasconcelos, primeiros editores de fotografia do jornal, Fátima Lopes Cardoso, investigadora, e Nuno André Ferreira, fotojornalista e Embaixador de Viseu para a Fotografia, com a moderação de David Pontes, subdiretor do PÚBLICO.

O público poderá visitar esta exposição a partir do próximo sábado, 20 de junho, sem necessidade de marcação prévia. Entre as terças e sextas-feiras, das 14H00 às 18H00; sábados e domingos, entre as 10H00 e as 13H00, e as 14H00 e as 18H00. 
  

Algumas frases para meditação neste dia 19 de junho, no qual a Santa Igreja celebra o Sagrado Coração de Jesus

“Vistes o inferno para onde vão as almas dos pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Coração Imaculado”.
(Revelação de Nossa Senhora de Fátima)
“Deus concede-nos as graças por meio do Coração Imaculado de Maria; que as peçam a Ela; o Coração de Jesus quer que, a Seu lado, se venere o Coração Imaculado de Maria”.
(Santa Jacinta de Fátima)
“A Igreja e a sociedade não têm outra esperança senão no Sagrado Coração de Jesus; é Ele quem curará todos os nossos males. Pregai e difundi por todas as partes a devoção ao Sagrado Coração, ela será a salvação para o mundo”.
(Pio IX)
“Nossa Senhora saberá conseguir para nós tudo quanto nossa fraqueza pede para a grande tarefa de nosso reerguimento moral. Com o Coração de Maria, todos os terrores se dissipam, todos os desânimos se esvaem, todas as incertezas se desanuviam. O Coração Imaculado de Maria é a Porta do Céu, aberta de par em par aos homens de nosso tempo, tão extremamente fracos. E esta porta, ninguém a poderá fechar — nem o demônio, nem o mundo, nem a carne”.
(Plinio Corrêa de Oliveira)
ABIM

Médico morre com covid-19 no Hospital de São José

Médico infetado morre no Hospital São José em Lisboa
Um médico que estava infetado pelo novo coronavírus morreu na quinta-feira na unidade de cuidados intensivos do Hospital de São José, em Lisboa, confirmou hoje à agência Lusa o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM). Este é o primeiro caso conhecido da morte de um médico por covid-19 desde o início do surto em Portugal.
"Confirmo a informação do falecimento de um médico, nos cuidados intensivos do Hospital de São José, ao qual endereço à família os pêsames", disse Jorge Roque da Cunha.
A notícia foi avançada inicialmente pelo jornal Público, que também dá conta de que o médico que morreu terá sido infetado por um colega e que este é o primeiro caso de uma morte associada ao SARS-CoV-2 neste grupo profissional.
O diário acrescenta que o médico tinha 68 anos, “estava internado há mais de 40 dias”, era especializado em medicina geral e familiar e colaborava com a equipa de gastroenterologia do Hospital Curry Cabral, que, assim como o São José, pertence ao Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC).
O Público refere ainda que este profissional de saúde “não teria fatores de risco associados”.
O secretário-geral do SIM reiterou à Lusa a “necessidade de um grande cuidado pela parte dos profissionais de saúde e das pessoas, no sentido de não baixar a guarda em relação às medidas de proteção”, para mitigar a propagação da pandemia.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 450 mil mortos e infetou mais de 8,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 1.524 pessoas das 38.089 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
Lusa

Brasil com mais 1.238 mortos e 22.765 infetados nas últimas 24 horas

Brasil com mais 1.238 mortos e 22.765 infetados nas últimas 24 ...
O Brasil contabilizou 1.238 mortos e 22.765 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, totalizando 47.748 óbitos e 978.142 casos de infeção desde o início da pandemia, informou hoje o Ministério da Saúde.
Segundo a tutela, está ainda a ser investigada uma eventual relação de 3.982 vítimas mortais com a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.
O executivo brasileiro informou ainda que 503 das 1.238 mortes ocorreram nos últimos três dias, mas foram incluídas nos dados de hoje.
A letalidade da covid-19 no Brasil, segundo país do mundo com mais mortes e também com mais casos confirmados, mantém-se nos 4,9%.
O país sul-americano tem uma incidência de 22,7 mortes e 465,5 casos da doença por cada 100 mil habitantes, numa nação com uma população estimada de 210 milhões de pessoas.
No total, o Brasil já registou a recuperação de 482.102 pacientes infetados, sendo que 448.292 doentes continuam sob acompanhamento.
O estado de São Paulo (sudeste) concentra hoje 192.628 pessoas diagnosticadas e 11.846 mortes, sendo o foco da pandemia no país.
Seguem-se as unidades federativas do Rio de Janeiro (sudeste), que acumula 87.317 infetados e 8.412 vítimas mortais, o Ceará (nordeste), que tem 87.273 casos confirmados e 5.377 mortes, e o Pará (norte), que contabiliza oficialmente 76.623 contágios e 4.395 óbitos devido à covid-19.
Lusa

Presidente da UEFA apoia o regresso dos jogos das seleções em setembro

SIC Notícias | Presidente da UEFA apoia regresso dos jogos das ...
O presidente da UEFA, o esloveno Aleksander Ceferin, disse hoje que a decisão do Comité Executivo de manter a 'janela' internacional de setembro para o regresso dos jogos de seleções evitou que o futebol "sofresse mais prejuízos".
Ceferin considerou que a decisão de adiar o Euro2020 teve um custo significativo para o futebol das seleções nacionais e para as federações membros do organismo, mas ressalvou que a mesma permitiu que as competições em cada um dos países da Europa prossigam até ao fim, o que foi muito benéfico para os clubes e para o futebol internacional.
"As alterações introduzidas no calendário do futebol europeu por acordo entre a UEFA, a Associação de Clubes Europeus (ECA) e as Ligas europeias também permitiram manter os jogos internacionais num período muito importante para o calendário", disse Ceferin.
O executivo da UEFA, reunido por vídeo conferência na quarta e quinta-feira para definir o programa das competições internacionais de clubes e seleções, entre outras questões, decidiu que os jogos da fase de grupos da Liga das Nações 2020/21 comecem a disputar-se em setembro, com duas jornadas, uma nos dias 03, 04 e 05 e outra nos dias 06, 07 e 08.
Lusa

Iniciativa Liberal pede calendário para reabertura das escolas

Iniciativa Liberal pede calendário para reabertura das escolas ...
A Iniciativa Liberal (IL) recomendou hoje ao Governo a apresentação "com caráter de urgência" do calendário de abertura das escolas para o próximo ano letivo e o desenvolvimento de um plano de "recuperação da aprendizagem", por causa da pandemia.
De acordo com um projeto de resolução entregue hoje na Assembleia da República, o deputado único da IL, João Cotrim Figueiredo, considera que "o fecho das escolas e o recurso extensivo ao ensino à distância", na sequência da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, tiveram um "impacto muito negativo nos alunos com dificuldades" de aprendizagem, e também nos estudantes "mais desfavorecidos".
O eleito destacou também a "falta de condições" de algumas habitações e "a impossibilidade de haver apoio familiar adequado" como entraves ao ensino à distância, medida que foi implementada em todo o país aquando do fecho das escolas, a meio de março, para mitigar a propagação do SARS-CoV-2.
Por isso o deputado único da IL, que também é o presidente do partido, recomenda ao executivo liderado por António Costa (PS), que "apresente, com caráter de urgência, o calendário de abertura das escolas para o próximo ano letivo, expondo cenários de acordo quer com a atividade normal, quer com a possibilidade de novos surtos".
O eleito também considera ser necessário elaborar e implementar "um plano de recuperação da aprendizagem, a partir do início do ano letivo 2020/2021", ou antes.
O desenvolvimento de um estudo "de impacto do confinamento na aprendizagem", com o intuito de "aferir medidas urgentes de curto prazo para corrigir as necessidades" encontradas, também é uma das recomendações da IL, assim como a garantia de que há meios e recursos humanos necessários nas escolas para implementar "as medidas "do plano de recuperação" da aprendizagem.
Lusa

Líderes da UE iniciam negociações difíceis sobre plano de recuperação

Líderes da UE iniciam hoje negociações difíceis sobre plano de ...
Os líderes europeus iniciam hoje as negociações em torno do Fundo de Recuperação e orçamento plurianual da UE propostos pela Comissão Europeia, numa cimeira por videoconferência que, seguramente, não será conclusiva.
Na carta-convite dirigida aos chefes de Estado e de Governo dos 27, entre os quais o primeiro-ministro António Costa, o próprio presidente do Conselho Europeu assume que esta primeira cimeira para discutir as propostas apresentadas em 27 de maio passado pelo executivo comunitário visa apenas desbravar caminho com vista a um acordo numa posterior cimeira, já em julho, se possível presencial.
"Penso que todos estamos conscientes da complexidade das propostas e do tempo necessário para lidar com elas. A nossa reunião de sexta-feira deverá ser um passo decisivo para um acordo numa reunião física posterior", indica Charles Michel.
Na missiva, o presidente do Conselho Europeu, que tem procedido a consultas com os 27 nas últimas semanas, assume que ainda não há consenso em diversas matérias, que enumera, e que basicamente são todas as questões-chave do pacote: "o tamanho e duração dos diversos elementos do Plano de Recuperação", "as melhoras formas de alocar a assistência e a questão dos empréstimos e subvenções", "questões relacionadas com a condicionalidade e a governação" e, por fim, "a dimensão e o conteúdo do Quadro Financeiro Plurianual [2021-2027], incluindo os recursos próprios e os 'rebates'", os descontos de que beneficiam alguns Estados-membros nas suas contribuições para o orçamento comunitário.
Sobre a mesa, os líderes europeus têm as propostas de um Fundo de Recuperação da economia europeia no pós-pandemia, no montante global de 750 mil milhões de euros -- 500 mil milhões em subvenções e 250 mil milhões em empréstimos -, e de um Quadro Financeiro Plurianual revisto para 2021-2027, no valor de 1,1 biliões de euros.
Portugal poderá vir a arrecadar um total de 26,3 mil milhões de euros, 15,5 mil milhões dos quais em subvenções e os restantes 10,8 milhões sob a forma de empréstimos (voluntários) em condições muito favoráveis.
Como sucedeu em fevereiro, numa anterior tentativa de chegar a acordo sobre o orçamento plurianual da União, deverá registar-se um 'choque' entre os chamados países 'frugais' [Holanda, Áustria, Dinamarca e Suécia] e um conjunto bem mais vasto de Estados-membros intitulados 'amigos da coesão', embora a crise da covid-19 tenha provocado novas alianças, já que os interesses dos Estados-membros divergem em função dos apoios que lhes podem vir a caber no quadro do Fundo de Recuperação.
Inalterada é a posição dos 'frugais', que, além de não quererem aumentar as contribuições para os cofres comunitários, defendem que os apoios de recuperação aos países mais fragilizados sejam na forma de empréstimos e sob condições estritas, e aqui reside o principal obstáculo a ultrapassar nas negociações.
Fontes diplomáticas congratularam-se por, pelo menos, o "tom" das intervenções dos diversos Estados-membros nas reações às propostas já não ser tão 'bélico' como em fevereiro passado.
Pela parte de Portugal, o primeiro-ministro, António Costa, considerando "ambiciosa" a proposta avançada por Bruxelas, já disse esperar "que agora não seja o Conselho a frustrar a esperança que a Comissão Europeia abriu", numa alusão aos quatro países que se têm oposto à existência de subvenções a Estados-membros, ou ao recurso a mecanismos de mutualização da dívida, os chamados 'frugais'.
O Conselho Europeu de hoje realiza-se ainda por videoconferência devido à pandemia da covid-19, a partir das 09:00 de Lisboa, e não serão adotadas conclusões formais, já que se tratará de um "debate de orientação", explicaram hoje fontes diplomáticas.
Lusa