sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Benfica de “mão cheia” a começar o campeonato

Waldschmidt bisou, Everton, Grimaldo e Rafa também marcaram. Guga reduziu para a equipa da casa.

O Benfica entrou hoje da melhor maneira na edição 2020/21 da I Liga, ao golear em Famalicão por 5-1, em jogo marcado pelo bis do alemão Luca Waldschmidt, que se estreou oficialmente pelos encarnados.

Inesperadamente já pressionado neste arraque de prova, depois da eliminação a meio da semana da Liga dos Campeões, o Benfica cedo afastou o cenário de crise e, no espaço de dois minutos, colocou-se a vencer por 2-0, com golos do alemão Waldschmidt, aos 19 minutos, e do brasileiro Everton 'Cebolinha', aos 21. O espanhol Grimaldo levou a sua equipa vencer por 3-0 ao intervalo, com um golo marcado na cobrança de um livre direto, aos 42.

Os vice-campeões nacionais não abrandaram na etapa complementar e Rafa, aos 52, e Waldschmidt, aos 66, que assim bisou na partida, deram expressão à goleada, tendo Guga, aos 67, ainda reduzido para a formação famalicense, uma das equipas sensação na temporada passada, que concluiu no sexto posto.

O Benfica torna-se assim no primeiro líder da prova, com três pontos, numa ronda que está ainda marcada pelo adiamento do encontro Sporting-Gil Vicente, agendado inicialmente para sábado, devido a surtos de covid-19 nos dois emblemas.

Com Bancada.pt

México | 5 Preguntas Que Las Empresas Deben Responder A Sus Colaboradores Durante La Pandemia


por Yesica Flores

A lo largo de los últimos meses hemos sido testigos de algunos cambios en los modelos de trabajo. Con la llegada del COVID-19 el estilo de vida y laboral de las personas se ha modificado.

En la vida laboral, muchas empresas se han visto impactadas por la pandemia en temas de ingreso, formas de operación y nuevas políticas internas. Un ejemplo de estas afectaciones es el estimado que la CEPAL hace al respecto de las empresas mexicanas formales: de acuerdo con este organismo, 500,000 compañías cerrarán completamente, lo que generará desempleo para 1 millón 573,000 personas.

Respecto a formas de operación, la medida más común que han tomado las empresas ha sido optar por el home office. En este sentido, la firma Atento encontró que el 79% de las empresas en México consideran mantener este esquema de trabajo aún después de la pandemia.

Pero, ¿qué hay de los colaboradores? ¿En qué punto de esta nueva normalidad, la opinión del colaborador entra en juego? De acuerdo con Runa HR, plataforma de servicios de nómina y RRHH, estas son las preguntas básicas que todas las empresas deben responder a sus trabajadores durante la pandemia:

  1. ¿Qué tan expuestos pueden estar los colaboradores al virus? Cada uno de los colaboradores vive situaciones diferentes, por lo que es lógico asumir que el riesgo de contraer el virus varía conforme cada uno; sin embargo, es necesario que las empresas estén al tanto sobre estas probabilidades, para así poder diseñar planes de retorno a las oficinas, listado de prioridad sobre quién se reintegra pronto y quién no y otras políticas internas. 
  1. ¿De qué forma se puede apoyar a los empleados en su trabajo remoto? Seguramente no todos los colaboradores contarán con los medios óptimos para poder hacer un home office efectivo. Esto incluye software, equipo de cómputo portátil y hasta una buena conexión de internet. Otra verdad es que seguramente las empresas no podrán satisfacer todas las demandas de los colaboradores para un trabajo remoto exitoso, pero al menos sí pueden llegar a un punto medio en cuanto peticiones. Conocer las necesidades de los colaboradores también ayudará a tener en cuenta la calidad y los resultados que se pueden esperar del equipo dadas las circunstancias actuales.
  1. ¿Cómo la empresa puede apoyar a aquellos que se encuentran en mayor riesgo? Aquellos colaboradores que se encuentren en los grupos de riesgo serán los que demanden mayor atención por parte de la empresa. Por eso, es importante que la compañía hable con ellos sobre de qué forma puede apoyarlos para evitar exponerlos al virus.
  1. ¿Bajo qué medidas se sentirían seguros de volver a trabajar como antes? Es válido que las compañías pidan la opinión de los colaboradores para poder crear un plan con las medidas preventivas necesarias, el cual debe incluir el protocolo de seguridad sanitaria, la forma del regreso total a actividades y los detalles que sobre cómo actuará la empresa en caso de que se presente un posible contagio.
  1. ¿Qué tan oportuna es la comunicación que la empresa aporta?: Es sabido que toda buena relación tiene una excelente comunicación como pilar, y este caso no es la excepción. Tal vez el área de RRHH de la empresa considere que ha sido muy clara en los comunicados respecto a la situación de la pandemia, pero quizá para los colaboradores ha sido insuficiente. En esta situación se va a necesitar de la retroalimentación constante del equipo para que toda la organización esté en la misma página sobre los siguientes pasos a tomar.

Reino Unido regista 4.322 novas infeções e 27 mortes

 O Reino Unido registou 4.322 novas infeções e 27 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o ministério da Saúde britânico, que hoje anunciou mais restrições em parte de Inglaterra

Na quinta-feira tinham sido contabilizadas 3.395 novas infeções e 21 mortes.

O total acumulado desde o início da pandemia da covid-19 no Reino Unido passou hoje para 385.936 um de casos de contágio confirmados e para 41.732 óbitos num período de 28 dias após um teste positivo.

A direção geral de Saúde de Inglaterra estima que o índice de transmissibilidade efetivo (Rt) se encontre entre 1,1 e 1,4, acima do nível máximo de 1 considerado seguro.

Isto levou ao anúncio de restrições mais apertadas para as regiões de Lancashire, Merseyside e West Yorkshire, no norte de Inglaterra, e partes do centro do país devido ao aumento significativo de casos.

Esta manhã o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, admitiu que o Governo conservador não descarta decretar um segundo confinamento nacional para conter a pandemia covid-19, embora considere esta opção um "último recurso".

"Não quero que isso aconteça", e para evitá-lo é importante que "as pessoas se unam e reconheçam que estamos diante de um desafio sério", afirmou à BBC.

A estação pública  noticiou hoje que o Executivo britânico está a avaliar a imposição de novas restrições em toda a Inglaterra na próxima semana, que incluiriam o encerramento de bares e restaurantes, mas mantendo escolas e locais de trabalho continuem abertos, devido ao aumento exponencial de infecções nos últimos dias.

Segundo a BBC, o diretor geral de saúde e o principal assessor científico do governo alertaram, numa reunião na quarta-feira, para o risco de um agravamento da situação epidémica e um número significativo de mortes até o final de outubro se não forem feitas mais intervenções.

O jornal Financial Times adianta que uma hipótese sugerida por cientistas que aconselham o governo é decretar um confinamento mais curto para coincidir com as férias escolares intercalares da última semana de outubro, limitando assim o impacto no ensino.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 946.727 mortos e mais de 30,2 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Lusa

Bispo de Viana do Castelo morre em despiste na A2 em Almodôvar

O bispo de Viana do Castelo, Anacleto Oliveira, de 74 anos, morreu hoje na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, no distrito de Beja, disse à Lusa fonte da diocese.

A mesma fonte lamentou à morte inesperada de bispo e adiantou que em breve vai ser emitida uma nota à imprensa.

Anacleto Oliveira celebrou, em agosto, 50 anos de ordenação e 10 anos como bispo de Viana do Castelo.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja disse à Lusa que o alerta para o acidente foi dado às 11:29.

Fonte da GNR indicou que o óbito foi declarado no local, tendo o corpo sido encaminhado para o serviço de Medicina Legal do hospital de Beja, e que o homem era o único ocupante do veículo ligeiro de passageiros.

Segundo a mesma fonte, o acidente ocorreu ao quilómetro 200 da A2, no sentido sul-norte, entre São Bartolomeu de Messines e Almodôvar.

Foram mobilizados, de acordo com o CDOS, bombeiros e veículos das corporações de Almodôvar e São Bartolomeu de Messines, uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER) de Albufeira e elementos da Brisa, além da GNR, num total de 16 elementos, apoiados por seis viaturas.

O acidente já havia sido referido à Lusa pela GNR, mas sem aludir ao facto de a vítima mortal ser o clérigo.
Lusa
Foto: Agência Ecclesia

Câmara de Cantanhede mantém reduções no IMI e na Derrama

 

O Município de Cantanhede vai manter em 2021 a taxa de IMI em 0,38%, o que representa um desconto de 15,6% relativamente à taxa máxima de 0,45% que poderia ser cobrada aos proprietários de prédios urbanos. Aprovada em 17 de setembro pela Assembleia Municipal, num plenário realizado no salão dos Bombeiros Voluntários para prevenir os riscos de contágio de Covid-19, a proposta contempla ainda a aplicação do designado IMI Familiar, traduzido na maior redução permitida por lei para os agregados familiares com dependentes a cargo, prescindindo assim a autarquia de cobrar no próximo ano um valor superior a 80 mil euros, em benefício das famílias com maiores encargos.

O desconto é de 20 euros para as famílias com um dependente a seu encargo, 40 euros para as que têm dois dependentes e 70 euros para as que têm três ou mais dependentes. Segundo o que consta na proposta submetida ao plenário do órgão deliberativo municipal pela líder do executivo camarário, Helena Teodósio, as reduções resultam “numa menor arrecadação de receita relativamente àquilo que a lei permite”, e ainda que o executivo camarário não esconda que gostaria de poder reduzir ainda mais a taxa de IMI, “não é possível fazê-lo face à progressiva diminuição das receitas dos municípios e, por outro lado, ao aumento dos encargos inerentes à crescente assunção de competências transferidas pela Administração Central, sem esquecer a realização de despesa para atender às exigências e necessidades causadas pela pandemia de Covid-19”. Além disso, pode ler-se no documento “é preciso garantir um autofinanciamento que permita apresentar candidaturas à obtenção de fundos comunitários para novos projetos, quer no âmbito do quadro comunitário “Portugal 2020”, cujos programas estão em fase de encerramento, quer do “Portugal 2030”, que irá ter início no próximo ano”.

A autarca considera que “o modelo de financiamento dos municípios não facilita nada a obtenção de receitas compatíveis com o nível de atividade que a Câmara de Cantanhede desenvolve e com as competências que tem de cumprir, pelo que se torna impraticável baixar ainda mais as taxas a que tem direito. Fazê-lo na conjuntura que o país está a viver significaria pôr em causa essa atividade e diminuir bastante a capacidade de resposta da autarquia em vários domínios, entre os quais o apoio às famílias em situação de maior fragilidade social que têm vindo a acorrer em número crescente aos nossos serviços de Ação Social devido aos efeitos da pandemia de Covid-19”.

Helena Teodósio adianta que “as reduções do IMI foram estabelecidas com base em critérios de equidade e reforço da coesão social, beneficiando as famílias com maiores encargos, em articulação com outros programas de carácter social, nomeadamente o apoio à natalidade ou o apoio à empregabilidade”.

Taxa de derrama reduzida para pequenas empresas também se mantém em 2021

Além das reduções do IMI, o Município de Cantanhede continua a isentar de Derrama as empresas com um volume de negócios que, no ano anterior, não ultrapasse 150.000 euros. Também aprovada pela Assembleia Municipal em 17 de setembro, esta taxa sobre o lucro tributável sujeito e não isento do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) beneficia os agentes económicos que não superem o referido valor de faturação, mantendo-se a taxa de 1,5% para as restantes.

Trata-se de um benefício bastante apreciável e que pode ser interpretado como um incentivo para as empresas beneficiárias superarem as dificuldades resultantes da difícil conjuntura económica que o país atravessa.

Enfatizando “o alcance económico e social desta medida bastante favorável para os pequenos negócios, muitos deles de cariz familiar”, Helena Teodósio lembra que “a receita da Derrama se destina a ser aplicada exclusivamente na ampliação e valorização das zonas industriais, ou seja, na expansão da base produtiva e no reforço da competitividade da nossa economia, com todos os benefícios sociais daí decorrentes”.



MUNICÍPIO DE SILVES ADQUIRIU VIATURA PESADA PARA APOIAR REPARAÇÃO DE ROTURAS NAS REDES DE ÁGUA E SANEAMENTO


O Município de Silves adquiriu viatura pesada tribasculante com grua para intervenção nas roturas nas redes de abastecimento de água e saneamento, e na rede viária, cujo investimento ascendeu a 83 mil euros. A nova viatura possui características especiais que permitem o acesso a locais mais diminutos e de acessibilidade mais complicada, devido à sua dimensão, capacidade de carga e ao acessório grua.

O investimento municipal integra-se na linha de orientação estratégica de renovação e reforço do vasto parque de máquinas e viaturas que tem vindo a ser implementado de forma permanente e gradual pela autarquia, procurando desta forma melhorar a eficácia e a eficiência do serviço público, incutindo maior capacidade de resposta aos problemas das populações e do território.


Águeda recebe 5.ª etapa da Volta a Portugal em Bicicleta



Percurso desta etapa, no Concelho, passa pela chamada “rotunda da bicicleta” em direção ao centro da cidade, terminando na Av. Calouste Gulbenkian 

Águeda torna a receber uma etapa da Volta a Portugal em Bicicleta, o que já não acontecia há 19 anos. A 5.ª etapa, marcada para o dia 2 de outubro, começará em Oliveira do Hospital para terminar, 176,3 quilómetros depois, no centro da cidade de Águeda, mais concretamente na Av. Calouste Gulbenkian. 

A chegada para sprinters a Águeda, um Concelho com fortes ligações à bicicleta, é uma oportunidade para homenagear todos quantos trabalham no setor, bem como todos os amantes do ciclismo. É uma oportunidade para promover o Concelho e a sua aposta nesta área, para dinamizar os circuitos turísticos e de lazer e que podem ser usufruídos de bicicleta. 

“É com grande satisfação que temos a Volta a Portugal de regresso a Águeda”, disse Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, reiterando que esta “é uma oportunidade para prestar homenagem a todos quantos trabalham no setor das bicicletas e do ciclismo no Concelho”. 

Para além da indústria das bicicletas (produção de componentes e fabricação da própria bicicleta), Águeda tem um percurso de referência na criação de condições para a prática desportiva e de lazer usando a bicicleta. São disso mesmo exemplo os trilhos cicláveis, que permitem conhecer o Concelho, apreciar a Natureza e praticar desporto, sem esquecer o Águeda Bike Park, o primeiro do país, ou ainda as beÁgueda (bicicletas elétricas de uso partilhado de Águeda). 

A 5.ª etapa da Volta a Portugal em Bicicleta (que iniciará, como referido, em Oliveira do Hospital, às 13h05), deverá chegar à chamada “rotunda da bicicleta” de Águeda às 17h22 e terminará na Av. Calouste Gulbenkian, às 17h29. 

Refira-se que Águeda foi partida e chegada de etapas da “Volta” por 13 vezes, a última das quais aconteceu em 2001. Em 1978, a cidade acolheu a final da competição, a primeira vez que tal ocorreu fora das grandes metrópoles de Lisboa e Porto; já em 1987, o arranque da prova rainha do ciclismo português aconteceu em Águeda.