terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Região de Aveiro dinamiza ações online para a Comunidade Educativa de promoção do sucesso escolar

 Combate à Pandemia Covid-19/Coronavirus 

Face às mais recentes medidas de combate à pandemia Covid-19 no nosso País, a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, reforça as estratégias até agora implementadas na promoção do sucesso e combate ao abandono escolar.

Desde 2019 que todas as crianças do Ensino Pré-Escolar e do 1.ºCiclo do Ensino Básico da Região de Aveiro têm acesso a uma plataforma digital – a Plataforma Educ@RA, implementada no âmbito do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar, financiado pelos Fundos Comunitários do Centro 2020.

Esta Plataforma de Aprendizagem, Colaboração e Partilha proporciona um ambiente de aprendizagem rico em tecnologia, facilitador da aprendizagem, do trabalho colaborativo e da partilha de ideias.

De forma a incentivar a utilização desta ferramenta, a Comunidade Intermunicipal está a trabalhar no sentido de fazer chegar a todos os Encarregados de Educação, a informação necessária de forma a facilitar o acesso a um recurso que une Professores, Pais e Alunos, disponibilizando e reforçando a utilização de materiais e atividades diversificadas.

Entre estas atividades é disponibilizado o módulo “Ensinar e Aprender Português”, orientado especificamente para o ensino da leitura e da escrita, com atividades relacionadas com o currículo do Português para o 1º ciclo do Ensino Básico, atendendo aos princípios que enquadram os Modelos Multinível consagrados no Decreto-Lei nº 54, de 8 de julho de 2018.

Também no âmbito do Programa Educ@RA foram delineadas e divulgadas três “oficinas” dirigidas aos mais pequenos engenheiros da Região, a frequentar o 3.º e 4.º ano de escolaridade.

Neste sentido a «Atividade Espaço Maker: Aprender Fazendo» propõe a dinamização de 3 Oficinas distintas em regime online, a realizar nas duas próximas semanas: Scratch, Desenho 3D e Eletrónica. Desta forma, as crianças poderão experienciar e aprender ainda mais, sendo fomentado o interesse pelas áreas de Programação e Robótica.

As provas de rastreio dirigidas aos alunos do 1.º e 2.º ano de escolaridade são um conjunto de provas que visam apurar o nível de desenvolvimento de competências relacionadas com a aprendizagem da leitura e escrita nos Alunos das Escolas da Região de Aveiro. Nesta fase, no caso de ser necessária a sua aplicação à distância, estas serão também disponibilizadas em formato digital.

A já habitual realização de Grupos de Foco, versa, desta vez, o tema “Comportamento Agressivo em Contexto Escolar”, sendo uma sessão à distância, realizada no dia 26 pelas 17.00 horas, dirigida aos Professores do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário.

Este é um espaço seguro de aprendizagem, colaboração e partilha, destinada à Comunidade Educativa, que inclui todos os Alunos, Professores, Coordenadores e Encarregados de Educação.

Esta plataforma é um ótimo instrumento de aprendizagem. Através da publicação de atividades e desafios dinâmicos e lúdicos, relacionados com as temáticas de Currículo Local, Educação para a Cidadania e Conteúdos Curriculares, tornar-se simultaneamente num programa lúdico e de entretenimento para as nossas Crianças.

Aceda à Plataforma em http://educara.regiaodeaveiro.pt.

Para solicitar o apoio técnico utilize uma das seguintes formas:

- Serviço de Apoio Online disponível na Plataforma;

- Contacto telefónico 938 111886

(dias úteis, das 9h às 12h30 e das 14h às 18h)

Contamos com Todos os Cidadãos para Vencermos esta Luta, o melhor e o mais rápido possível. Conte connosco, nós contamos consigo! Estamos Juntos.

Proteja-se. A Si e aos Outros!

Agradecemos toda a atenção dispensada e apresentamos os nossos melhores cumprimentos,

José Ribau Esteves,

Presidente da CI Região de Aveiro.


FC Porto vence Farense, deixa Benfica para trás e pressiona Sporting


Dragões ficam a um ponto dos leões, que amanhã enfrentam o Boavista.

O FC Porto derrotou esta noite o Farense, por 0-1, em jogo realizado no Estádio de São Luís, em Faro, para a 15.ª jornada da I Liga.

Mehdi Taremi apontou o golo que deu os três pontos aos azuis e brancos, aos 15 minutos da partida.

Com o triunfo, o FC Porto isolou-se no segundo lugar, aproveitando o empate do Benfica com o Nacional, esta tarde, e ficou a um ponto do líder Sporting, que só joga amanhã, em casa do Boavista.

Bancada.pt


Da lixeira à reciclagem, plástico ajuda a estudar e matar a fome


Madalena Júlio, de 16 anos, apanha à mão plásticos na maior lixeira de Moçambique para sustentar a família, num negócio em que entrou há três anos.
“Comecei a apanhar porque a minha mãe não tinha dinheiro para pagar a escola. Eu apanhava o lixo para vender e comprar cadernos”, conta à Lusa, enquanto aguarda na fila de pagamento do plástico vendido a uma empresa de reciclagem nos arredores da lixeira de Hulene, Maputo.

O pai é deficiente e a mãe está desempregada.

A lixeira é a fonte de sobrevivência da família de 11 pessoas que vive a poucos metros.

Madalena aventurou-se no meio do lixo durante o quinto ano de escolaridade e hoje, no oitavo, intercala os dias de apanha de plásticos com os dois irmãos.

“Temos uma esquina [na lixeira] onde acumulamos o plástico até que seja suficiente para vender”, explica Madalena.

A recolha de plástico em Maputo, um negócio dominado maioritariamente por jovens e mulheres, tem sido a base de rendimento de muitas famílias, principalmente das que vivem nos arredores da lixeira.

Ali ao lado, Lisete Boavida, 57 anos, entrou na mesma lide em 2000 para sustentar cinco filhos, depois de ter sido abandonada pelo marido.

"Comecei e a minha vida está a andar até hoje”, sublinha.

“Consegui criar os meus filhos e tenho netos. Através do trabalho ali [na lixeira], construi uma casa", que embora precária, tem "energia e água”, refere.

Lisete e Madalena cruzam-se sempre quando entregam os fardos de plástico no ponto de recolha da empresa que o separa e lava.

“Temos uma máquina que tritura e lava ao mesmo tempo. O resultado é um plástico limpo, pronto para ir a uma fábrica, para ser derretido e transformado”, detalha Luís Stramota, diretor executivo da Valor Plástico, uma empresa de reciclagem em Maputo.

O lixo plástico ali vendido já foi usado em garrafas, sacos, bacias, tigelas, bidões e recipientes de cosméticos, chega embrulhado em redes mosquiteiras de combate à malária, é pesado e vendido a 10 meticais (11 cêntimos de euro) cada quilo.

A manhã é agitada na empresa, a cada instante chegam novos catadores carregados de plásticos, à cabeça ou em carros de mão ('tchovas'), as máquinas “roncam” sem parar e o espaço para circular fica mais apertado.

A Valor Plástico tem cerca de 800 catadores registados e processa, por dia, cerca de 12 a 14 toneladas de plástico.

Segundo Stramota, a lixeira de Hulene recebe diariamente cerca de 1.000 toneladas de resíduos, dos quais aproximadamente 120 a 160 toneladas são de plástico, referindo que “há uma grande operação de coleta e muitas famílias têm a sua base de sustento lá”.

“Nos últimos meses processámos cerca de 800 toneladas. O facto de se ter atribuído um valor ao plástico faz com que as pessoas o procurem e façam a recolha”, acrescenta Luís Stramota.

Da Valor Plástico, o lixo que já virou matéria-prima segue para a Topack, uma das raras empresas em Moçambique a transformar o lixo plástico noutros utensílios, dando-lhes uma nova vida, completando um ciclo.

“A reciclagem permite-nos reutilizar os mesmos produtos por um determinado número de vezes, diminuindo assim o impacto no nosso meio ambiente”, refere Jaime Lima, diretor geral da Topack.

“Nós adquirimos e recolhemos plástico oriundo de outras indústrias e de catadores. Fazemos a seleção por tipo e depois há o processo de transformação”, explica.

Há um ruído ensurdecedor na fábrica: grandes máquinas estão em funcionamento para dar uma “nova vida” ao lixo plástico, uma atividade que emprega cerca de 200 pessoas.

"Convertemos matéria-prima e reciclada de plástico em produtos que podem ser usados em casa, noutras indústrias, assim como na área da logística”, explica Lima.

Tudo acontece como num toque de magia: bocados de plástico entram numa máquina e em 30 segundos sai uma bacia pronta a ser usada ou outro utensílio, de acordo com o molde: cabides, tigelas, açucareiros, reservatórios de água, cadeiras, mesas ou grades para a indústria de bebidas.

“O grande prazer que dá ao trabalhar nesta indústria é poder ajudar o próximo, ver a reação das 'mamanas' e jovens quando nos vendem o plástico e sabem que têm garantida pelo menos a refeição do dia”, conclui Luís Stramota, da Valor Plástico.

Lusa

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Chuva de críticas contra atraso no fornecimento das vacinas da Pfizer


"A União Europeia devia ter comprado as vacinas contra a COVID-19 mais cedo". A crítica parte da Associação Austríaca de Médicos e segue os recentes atrasos da entrega das doses da Pfizer-BioNTech. Mas a empresa garante as entregas deverão ficar restabelecidas esta semana.

Thomas Szekeres, Presidente da Associação de Médicos austríaca, diz que "a União devia ter ordenado mais vacinas antes, então teríamos recebido as doses mais cedo e isto não teria acontecido, assim temos que viver dentro dos nossos limites. Falei ao telefone com o presidente da Pfizer esta manhã e a Pfizer mantém o acordo, e assume a entrega de 900 mil doses à Áustria nos primeiros três meses".

Mas de Itália surge a ameaça de um processo contra a Pfizer e a AstraZeneca senão forem mantidos os prazos e a quantidade de doses, com salientou o primeiro-ministro Giuseppe Conte no Facebook. Afirma que se houver falhas irão receber apenas 3.4 milhões de doses no primeiro trimestre em vez de oito milhões de doses.

O ministro das Relações Exteriores, Luigi di Maio, afirma estarem a "trabalhar no sentido de garantir que o plano de vacinação não sofre alterações. Nos próximos dias, através do nosso embaixador em Bruxelas, estamos a ativar todos os mecanismos para que, em conjunto com outros países e a Comissão Europeia, seja feito tudo para que os contratos com estes senhores sejam cumpridos".

Os fornecimentos do centro de produção de vacinas em Puurs na Bélgica registaram problemas devido a questões de técnicas mas a Pfizer-BioNTech garante ter ampliado o processo para poder entregar duas mil milhões de doses este ano.

Euronews /  Mary Altaffer/AP

Portugal continua o país com mais novos casos e novas mortes a sete dias


Portugal era hoje o país em pior situação de novos casos e novas mortes por milhão de habitantes na média dos últimos sete dias, de acordo com sites que recolhem informação estatística sobre a pandemia da covid-19.

No site ourworldindata.org, Portugal surge como o país que teve nos últimos sete dias mais casos confirmados (1.142) por milhão de habitantes de contágio pelo novo coronavírus, de acordo com os dados compilados pela universidade norte-americana Johns Hopkins.

A seguir a Portugal, tirando pequenos territórios como Andorra (647) e Montenegro (616), surge o Reino Unido (443), Líbano (441), Estónia (401) e Estados Unidos (400).

Segundo a mesma fonte, Portugal está também no topo da tabela de mortes por milhão de habitantes, com 27 por milhão nos últimos sete dias, seguido da Eslováquia (18,9) e Eslovénia (14,9).

Na proporção de casos totais desde o início da pandemia, Portugal tem 62 por milhão de habitantes (o 13.º número mais alto) e figura em 24.º lugar na lista dos países com mais mortes por milhão de habitantes

A plataforma de dados portuguesa Eyedata coloca também Portugal como o país com mais novos casos por milhão de habitante na média de sete dias (1.366) e com mais novas mortes por milhão (23).

A Eyedata, que compila informação recolhida de várias fontes 'online', coloca Portugal como o 32.º país com mais mortes associadas à covid-19 por milhão de habitantes e 27.º com mais casos de infeção com o novo coronavírus por milhão de habitantes.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 2.129.368 mortos resultantes de mais de 99,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 10.721 pessoas dos 643.113 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Lusa

Espanha com maior aumento de casos num fim de semana


A Espanha registou desde sexta-feira 93.822 novos casos de covid-19, o maior incremento num fim de semana, elevando para 2.593.382 o total de infetados até agora no país, segundo números divulgados pelo Ministério da Saúde espanhol.

As autoridades sanitárias também contabilizaram mais 767 mortes desde sexta-feira atribuídas à covid-19, passando o total de óbitos para 56.208.

O nível de incidência acumulada (pessoas contagiadas) em Espanha continua a aumentar, passando de sexta para segunda-feira de 829 para 885 casos diagnosticados por 100.000 habitantes nos 14 dias anteriores.

As regiões com os níveis mais elevados são as da Extremadura (1.381), Múrcia (1.372), Comunidade Valenciana (1.340), Castela e Leão (1.352), La Rioja (1.266) e Castela-Mancha (1.248).

O diretor do Centro de Coordenação de Alertas e Emergências Sanitárias, Fernando Simón, indicou hoje que o ritmo de progressão da doença começou a descer há alguns dias", mas que continua a ser preocupante o aumento da ocupação hospitalar devido à doença.

Nas últimas 24 horas, deram entrada nos hospitais 2.842 pessoas com a doença, das quais 583 na Comunidade Valenciana, 488 na Andaluzia, 445 em Madrid e 321 na Catalunha.

Em todo o país há 30.483 pessoas hospitalizadas com a covid-19, o que corresponde a 24% das camas, das quais 4.284 pacientes em unidades de cuidados intensivos, 40% das camas desse serviço.

O avanço da pandemia tem levado as comunidades autónomas espanholas, que têm autonomia em questões de saúde, a tomar novas medidas de luta contra a doença.

A Comunidade de Madrid antecipa, a partir de hoje, o recolher obrigatório das atuais 23:00 para as 22:00, o que implica o encerramento às 21:00 dos restaurantes e similares, assim como do comércio em geral, com exceção dos estabelecimentos que prestam serviços considerados essenciais.
Por outro lado, as reuniões em locais públicos são limitadas a um máximo de quatro pessoas e as que tiverem lugar em casa são proibidas, com exceção para coabitantes.

A partir de terça-feira à noite e durante três semanas, a região da Galiza apenas permite que se reúnam as pessoas que vivem debaixo do mesmo teto, proíbe a saída do município em que se habita, encerra completamente os restaurantes e similares, os centros comerciais só podem abrir no fim de semana e adianta o fecho do comércio não essencial para as 18:00.

Lusa

Tomada de posse do novo Comandante Operacional Distrital de Beja


A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) realizou esta segunda-feira, dia 25 de janeiro, a cerimónia de designação do novo Comandante Operacional Distrital (CODIS) de Beja.

Para efeitos do disposto no artigo 20.º e nos termos dos n.os 1 e 3 do artigo 22.º, ambos do Decreto-Lei n.º 73/2013, de 31 de maio, na sua atual redação, em articulação com o n.º 2 do artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 45/2019, de 1 de abril, foi designado, em regime de substituição, o licenciado Carlos Alberto Elvira Pica, para o cargo de Comandante Operacional Distrital (CODIS) do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Carlos Pica detém comprovada experiência e adequada formação para o desempenho das suas novas funções, até à data ocupava o cargo de Coordenador Municipal de Proteção Civil da Câmara Municipal de Barrancos. Tem experiência no exercício de funções de comando em corpo de bombeiros. De 2006 a 2014 exerceu o cargo de 2.º Comandante Operacional Distrital no CDOS de Beja, da ANEPC.

Local: Sede da ANEPC em Carnaxide