quinta-feira, 29 de abril de 2021

Prémio Bial distingue trabalho sobre a “doença dos pezinhos” em Portugal


O Prémio Bial de Medicina Clínica 2020 é entregue hoje aos especialistas do Porto e de Lisboa que realizaram o estudo "A Paramiloidose em Portugal e no mundo: de doença fatal a doença crónica com qualidade de vida preservada".
Em declarações à agência Lusa, a coordenadora da equipa que realizou este estudo destacou a importância do diagnóstico atempado e do tratamento de uma patologia conhecida como “doença dos pezinhos” que “ainda é associada por muitos à forma como foi inicialmente descrita: uma doença de adultos jovens centrada no Norte Litoral”.

“Com este trabalho evidenciamos que a doença está espalhada pelo território todo e não afeta apenas adultos jovens (…). O não diagnosticar impede o tratamento dos doentes. Muitas vezes os doentes chegam ao diagnóstico numa fase muito avançada da doença e quando os tratamentos já não são de grande utilidade”, referiu Teresa Coelho.

A diretora do serviço de neurofisiologia do Centro Hospitalar Universitário do Porto (CHUP), no qual se integra o Hospital de Santo António, sublinhou que a paramiloidose “é uma doença que neste momento tem tratamento” e que “quanto mais cedo for o diagnóstico, mais resultados tem o tratamento”.

Com sintomas como alterações de sensibilidade e de força nos membros inferiores, a paramiloidose foi identificada pelo neurologista português Mário Corino de Andrade na década de 50, a partir do estudo clínico e patológico de um grupo de doentes oriundo predominantemente da região da Póvoa do Varzim e de Vila do Conde.

“Muitas vezes os doentes não são diagnosticados porque temos a imagem da doença tal como foi descrita [adultos jovens do Norte Litoral], mas na região Centro, por exemplo, encontramos muitos doentes com 70 e 80 anos”, exemplificou Teresa Coelho.

Além do CHUP, este estudo foi realizado por especialistas do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN), do qual faz parte o Hospital de Santa Maria.

Foram utilizados os registos históricos de doentes que existem nos dois hospitais que são centros de referência para uma patologia neurodegenerativa rara e de transmissão genética que, segundo se estima, afeta cerca de 10.000 pessoas em todo o mundo.

Portugal lidera as estimativas mundiais com cerca de 20% do total global de doentes.

Analisados os registos de doentes observados quando não havia medicamentos nem tratamentos para a doença e de doentes que tiveram acesso a medicamentos e tratamentos entretanto descobertos é possível concluir que “se passou de uma sobrevida de 10 anos depois de adoecer para uma sobrevida média de 24 anos”, disse à Lusa Teresa Coelho.

“A Paramiloidose em Portugal e no mundo: de doença fatal a doença crónica com qualidade de vida preservada”, de Isabel Conceição do CHULN, Mónica Inês, docente de Econometria da Saúde no Instituto Superior Economia e Gestão e de Farmacoeconomia na Universidade Lusófona, Mamede de Carvalho, subdiretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, e João Costa, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, com coordenação de Teresa Coelho, do CHUP, ganhou o prémio da Fundação BIAL que atribui a esta iniciativa 100 mil euros.

Numa declaração enviada à Lusa, o presidente do júri do prémio, Sobrinho Simões, considerou que “o trabalho vencedor conta uma história que diz muito aos portugueses”, uma história que “se espera venha a ter um final feliz”.

“Um diagnóstico de paramiloidose equivalia a uma sentença de morte. A descoberta de novos medicamentos permitiu salvar muitas vidas e diminuir os impactos negativos da doença que, apesar dos progressos registados, ainda hoje são enormes”, referiu.

Foram, ainda, atribuídas duas Menções Honrosas no valor de 10 mil euros cada uma.

“O júri distinguiu dois trabalhos que evidenciam a pertinência e urgência da investigação em medicina, por um lado o cancro e as novas terapias personalizadas que marcam a pesquisa que se está a fazer neste campo e, por outro lado, a pandemia que marcou o ano de 2020″, acrescentou Sobrinho Simões.

Em causa está “Zebrafish Avatars, Towards Personalized Cancer Treatment, a multidisciplinary venture”, um trabalho coordenado por Rita Fior, da Fundação Champalimaud, que se traduz numa investigação que recorre a peixes-zebra para tentar desenvolver um teste que determine a melhor opção terapêutica para cada paciente de cancro.

Soma-se o estudo “Abordagem do doente crítico com covid-19″, coordenado pelo médico João João Mendes, do Hospital Fernando da Fonseca, que analisa a resposta da medicina intensiva à primeira vaga da pandemia do novo coronavírus.

A cerimónia “estrita e online” de entrega de prémios é presidida hoje pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no auditório da Ordem dos Médicos, em Lisboa, às 12:00.

Lusa

Imagem: Sapo24

Dilacerações familiares criadas pelo aborto na Argentina

 

  • Marcos Antônio Machado Costa

“Um abismo atrai outro abismo” – diz a Escritura (Sl 41, 8). A agenda pró-aborto é causa próxima também de dilacerações familiares, que a mídia esquerdista e os padres progressistas preferem silenciar.

Pai quer salvar seu filho do aborto

“SAN JUAN, Argentina, 27 de abril de 2021 (LifeSiteNews) – Franco Spadding, um jovem de San Juan, Argentina, está implorando nos tribunais argentinos pela vida de seu filho ainda não nascido, depois que sua esposa decidiu pedir um aborto legal”.

O casal se dividiu sobre o direito entre a vida e a morte. “A mulher está com mais de 12 semanas de gravidez e se recusou a manter seu bebê até o nascimento, embora o pai de seu filho esteja disposto a cuidar do bebê logo após o nascimento, permitindo que a mãe      ‘toque a sua vida’”.

Morre jovem mãe que optou pelo aborto

19 de abril de 2021 (LifeSiteNews) – “María del Valle González López, de 23 anos, foi a líder do grupo abortista ‘Radical Youth’ em La Paz, em Mendoza, na Argentina, e lutou na linha de frente da recente batalha de seu país para legalizar o aborto.

Também foi presidente da ‘Unión Cívica Radical’, um histórico partido argentino de esquerda pró-aborto, associado à Internacional Socialista. Ela estudava Serviço Social na Universidade de Cuyo quando foi ao hospital Arturo Illia para fazer um aborto”.

Em consequência dessa falsa opção, morreram essa líder e seu bebê.

Lei de aborto discrimina o pai

Continua LifeSiteNews: “No domingo, uma ‘marcha massiva’ aconteceu em San Juan em apoio ao pai. Eduardo Cáceres, deputado à Assembleia Nacional da Argentina, juntou-se à marcha pelos direitos de Spadding, pedindo a aprovação de um atual projeto de lei de sua autoria que ‘buscaria a igualdade entre homens e mulheres e acabaria com as guerras dos sexos’.”

A imprensa argentina tem comentado amplamente os processos judiciais de Franco Spadding, caracterizando-os como um caso-teste dos direitos dos “milhares e milhares” de homens que não se manifestam quando a parceira opta pelo aborto — que desde o início de 2021é gratuito e legal no país — por solicitação única da mulher, até 14 semanas de gestação, sendo os médicos obrigados a praticar o ato em até 10 dias após a solicitação, ou encaminhar a mulher a um colega que não discorde. Qualquer tentativa por parte do médico de atrasar ou impedir um aborto legal constitui crime e pode fazer com que o infrator perca a sua licença médica.

Recordando o ensinamento católico

O casamento é a união entre homem e mulher, elevado por Nosso Senhor Jesus Cristo à condição de Sacramento.

Ensina o Evangelho de São Marcos (10, 6-9): “No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher; e os dois não serão senão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne. Não separe, pois, o homem o que Deus uniu.”

Portanto, no casamento católico, não há como separar o “direito” da mulher sobre seu corpo como fanaticamente defendem movimentos pró-aborto, progressistas e TL.

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O clamor do jovem pai, Franco Spadding, para salvar seu filho, foi respaldado por Eduardo Cáceres, deputado à Assembleia Nacional da Argentina. Ele se juntou à marcha pelos direitos de Spadding, pedindo a aprovação de um atual projeto de lei de sua autoria que “buscaria a igualdade entre homens e mulheres e acabaria com as guerras dos sexos”.

Seria a lógica da igualdade — tão defendida pelas esquerdas — negada a um jovem pai desejoso de salvar seu filho? Por que somente a mulher teria o direito de decidir?

Afirma o jovem pai: “Eu sei dos direitos de minha ex-parceira, mas só lhe peço para ficar com [o bebê] e dar pra mim”.

“Estou fazendo todo o possível para defender a vida do meu filho […]. Não vou deixar que lhe falte nada” – acrescentou.

São dilacerações familiares que a lei de aborto promove e que a mídia silencia. — Um jovem pai não pode salvar o seu filho?

ABIM

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Fonte: https://www.lifesitenews.com/news/argentinian-father-pleads-for-the-life-of-his-unborn-baby-while-mother-wants-abortion

Marinha Grande | CÂMARA ENTREGA TESTES RÁPIDOS A CLUBES

A vereadora do Desporto da Câmara Municipal da Marinha Grande, Célia Guerra, entregou esta quarta-feira, 28 de abril, no Auditório da Resinagem, testes rápidos antigénicos de deteção de SARS-COV – 2 aos representantes de associações e clubes do concelho de desporto federado.
Na retoma faseada da prática desportiva, em contexto de treino e competição, a Câmara Municipal deliberou disponibilizar os testes rápidos antigénicos às associações e clubes que promovem desporto federado e que respeitam os critérios de atribuição de apoios pelo Município.

A atribuição dos testes obedeceu à caracterização das associações e das respetivas modalidades, em função do fator de risco determinado pela Direção-Geral de Saúde, que estão obrigadas à realização de testes laboratoriais para iniciar a sua atividade.
Os testes rápidos antigénicos para o SARS CoV-2 vão ser aplicados exclusivamente por equipa médica da responsabilidade de cada entidade, devendo ser entregue à Câmara Municipal, no prazo máximo de 5 dias úteis após a sua realização, um relatório sumário de aplicação dos mesmos.

Dado que a atividade física é um instrumento económico de saúde pública e bem-estar, a Câmara Municipal reconhece a importância do trabalho desenvolvido pelos diversos clubes e associações locais em prol da formação humana dos jovens, dinamização e divulgação desportiva do concelho.

A medida pretende que a retoma da atividade das organizações desportivas seja feita com a maior segurança possível.

Homem conduziu o mesmo carro durante 82 anos


O Sr. Allen Swift (Springfield, MA), recebeu este Rolls-Royce Picadilly Roadster ano 1928 P1 de seu pai, como presente de formatura em 1928.
Ele conduziu-o até à sua morte no ano passado, com a idade de 102 anos.
Ele era o proprietário mais antigo de um carro que foi comprado novo.
O carro foi doado a um museu de Springfield depois da morte do Sr. Allen.
Rodou cerca de 1.712.000 km ( 20.878 km por ano) e o motor ainda funciona como um relógio suíço, com baixo ruído em qualquer velocidade e está em perfeitas condições!
Quanto não vale hoje esta preciosidade?
É um Rolls-Royce !
E, em 1928, esta marca selava estes motores e só a própria Fábrica os podia reparar.

Enviado por Alves Ribeiro

 

Ouvidas crianças e jovens do país, surgem como prioridades a saúde mental e o combate ao cyberbullying

 

Documento com os contributos recolhidos está em fase de consulta pública. Versão final vai ser apresentada ao Governo e à Assembleia da República e servirá de base à elaboração do Plano Nacional de Saúde 2021-2030. 

A promoção do bem-estar físico e psicológico, a educação para a sexualidade, a prevenção do tabagismo e do consumo de álcool, a promoção da alimentação saudável e da atividade física, e a prevenção da violência (incluindo o bullying e cyberbullying) são os temas que as crianças e os jovens, auscultados pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) em parceria com a Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ) e a Direção-Geral da Educação (DGE), identificaram como prioritários para a sua saúde, para a próxima década.

O documento Agenda da Juventude para a Saúde na Próxima Década 2020-2030 tem por base um questionário e grupos focais com jovens e a participação de crianças e jovens em idade escolar em debates em meio escolar e webinares, e está aberto, agora, à discussão pública até ao dia 14 de maio. Pode ser consultado AQUI e os jovens podem deixar os seus contributos num formulário disponível no site do CNS. A versão final será apresentada ao Governo e aos deputados da Assembleia da República e constitui um contributo para a elaboração do Plano Nacional de Saúde 2021-2030.

“As crianças e as pessoas jovens são fundamentais na construção da sociedade; substituirão as gerações atualmente em idade ativa, influenciarão os comportamentos das próximas gerações e, também, das gerações mais velhas. São, inequivocamente, as mais ativas defensoras da luta contra as mudanças climáticas e contra as iniquidades vividas na sociedade de hoje, afirma-se no documento onde é sublinhado que “a saúde das crianças e jovens é não só um direito humano como um recurso fundamental para uma sociedade mais saudável e justa - agora e no futuro”.  

A vice-presidente do CNS, Isabel Loureiro, lembra que a pandemia de COVID-19 tem colocado desafios sem precedentes às crianças, aos jovens, e às suas famílias. “Interrupções do ensino presencial e confinamentos prolongados têm vindo a limitar o seu desenvolvimento intelectual, mental, físico e social. A pandemia e as medidas implementadas para a sua contenção têm vindo a afetar todos, mas ainda mais as crianças e jovens que vivem em situações mais vulneráveis, como em casas sobrelotadas, com más condições estruturais, de aquecimento ou ventilação, sem acesso a meios digitais ou a alimentação em quantidade e qualidade adequada, ou expostas a violência doméstica”.

PLANEAMENTO NA PERSPETIVA DA JUVENTUDE 

Isabel Loureiro argumenta que estão demonstradas as vantagens da participação na identificação e resolução dos problemas por quem é afetado por eles: “para além de serem capazes de apontar as soluções mais adequadas à sua situação, ao sentir-se protagonistas do seu próprio destino, as crianças e os jovens poderão tornar-se determinantes na implementação das medidas por eles propostas”.

Um dos méritos desta Agenda é o garantir, desde o primeiro momento, o planeamento de serviços e de políticas de saúde na perspetiva dos próprios jovens. “Importa conhecer as necessidades de saúde nestes grupos e importa, com eles, definir estratégias adequadas para as mitigar. Estes processos devem incluir os jovens, desde o seu desenho até à sua avaliação, passando pela implementação das estratégias ou a provisão dos serviços”, salienta.

De acordo com a vice-presidente do CNS, os jovens “olham para a escola de forma muito positiva”, mas pedem mudanças. “Acham que existe uma carga letiva excessiva e uma cultura muito centrada nos resultados e no perfil do bom aluno. Por isso pedem um maior equilíbrio e incentivo para o convívio, partilha de experiências e projetos que estimulem o associativismo, e a presença de mais técnicos de saúde na escola, como psicólogos. Também identificam a necessidade de se fiscalizar melhor o cumprimento da legislação em vigor para proteção dos comportamentos de risco – como o a venda de tabaco e álcool a menores”.

A auscultação revelou ainda preocupações relacionadas com a cooperação e o envolvimento das autarquias, por exemplo, na gestão dos transportes para as atividades físicas, desporto e apoio económico aos alunos carenciados. Os jovens sugerem ainda que sejam dinamizados os Conselhos Municipais da Juventude, criados em 2009, mas que não estão a funcionar em pleno no país.

A Agenda da Juventude para a Saúde para a década 2020-2030 que entra agora em fase de consulta pública é o resultado de uma ampla participação das crianças e dos jovens, alcançada através de um conjunto de iniciativas destinadas a identificar as suas preocupações, prioridades e sugestões de resolução. Foram auscultadas centenas de crianças e jovens através de grupos focais, questionários, debates em meio escolar e debates públicos em webinares.

As propostas das várias centenas de crianças e jovens que participaram neste processo foram integrados em quatro níveis de atuação, para uma infância, juventude e sociedade futura mais saudável: (1) o acesso a informação e formação em saúde promotora de comportamentos saudáveis, (2) a garantia de acesso a cuidados de saúde, (3) o fomento de ambientes saudáveis, e (4) a participação das crianças e jovens na definição e avaliação de intervenções em saúde.

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) é um órgão independente, de consulta do Governo, que visa garantir a participação dos cidadãos utilizadores do Serviço Nacional de Saúde na definição de políticas. A sua criação traduz as melhores práticas internacionais e o que estudos de reflexão, na área da saúde, consideram ser importante, procurando estabelecer uma aliança de toda a sociedade para definir uma visão para o futuro e ter uma perspetiva de conjunto do sistema de saúde. 

Apreendidos mais de 300 quilos de pescada na Figueira da Foz e na Nazaré

A Unidade de Controlo Costeiro, através do Destacamento de Controlo Costeiro da Figueira da Foz, ontem, dia 27 de abril, apreendeu 314 quilos de pescada, com o valor estimado de 2 736 euros, no Porto de Abrigo da Nazaré e no Porto da Figueira da Foz.

No âmbito de um conjunto de ações de fiscalização de pescado, os militares detetaram 112 quilos de pescada nas imediações do cais de descarga da Lota da Nazaré, e 202 quilos de pescada no cais de descarga da Lota da Figueira da Foz, sem que a pescada possuísse a medida regulamentar para venda, em ambos os casos, culminando na sua apreensão.

No decorrer da ação foi identificado um homem de 42 anos, e foram elaborados dois autos de contraordenação, cuja coima pode ascender aos 37 500 euros.

O pescado apreendido, depois de submetido ao controlo higiossanitário, foi entregue a várias instituições de solidariedade locais.

A GNR alerta que uma medida de gestão sustentável do pescado é o respeito das medidas mínimas de captura, cujo objetivo é melhorar a rentabilidade potencial do recurso.

Parlamento Europeu aprova acordo comercial pós-Brexit


É o fim definitivo de 47 anos do Reino Unido na União Europeia. O Parlamento Europeu ratificou o acordo comercial e de cooperação entre os 27 e Londres, trâmite que coloca um ponto final em quatro anos de negociações e outros quatro meses de escrutínio parlamentar.

O pacto está pronto para entrar em vigor nos próximos dias e elimina a possibilidade de Brexit sem acordo.

Recorde-se que as equipas lideradas pelos negociadores Michel Barnier e David Frost conseguiram resolver em contrarrelógio questões espinhosas, como as do setor pesqueiro entre os dois lados do canal da mancha.
O primeiro-ministro britânico Boris Johnson reagiu de imediato considerando-o o "passo final de um longo caminho".

Lusa