O passe sanitário vai entrar em vigor em França já no dia 9 de junho, altura que começa uma nova fase do desconfinamento, com este certificado a servir para entrar em todos os lugares cobertos com mais de 1000 pessoas.
Este passe sanitário é só válido para França e deve ser apresentado em grandes espetáculos, conferências, salões, festivais ou casinos. As três maneiras de ter este passe válido são através da vacinação com as duas doses, um teste PCR com menos de 72 horas ou um teste antigénico de menos de 48 horas.
Quando o passe sanitário europeu entrar em vigor a 1 de julho, os dois passes vão fundir-se, já que o passe instaurado em França a partir de junho não vai servir para viajar para fora do país.
Os números da pandemia no país continuam a regredir, estando agora hospitalizadas 18.593 pessoas, menos 837 do que na véspera. Há atualmente 3.330 pacientes internados nos cuidados intensivos.
Morreram desde terça-feira 144 pessoas devido à covid-19 e foram detetados 12.646 novos casos positivos.
O Arouca venceu ontem à noite na receção ao Rio Ave por 3-0, na primeira mão do 'play-off' de acesso à I Liga de futebol, e está em boa posição para garantir um lugar no escalão máximo do futebol português.
A jogar em casa, o Arouca, terceiro classificado da II Liga, adiantou-se no marcador aos 43 minutos, com um golo de Pité, e ampliou a vantagem na segunda parte, com tentos de Sema Velázquez (58) e André Silva (74), com o Rio Ave, 16.º na I Liga, a não conseguir responder.
A segunda mão do 'play-off' entre as duas equipas está agendada para domingo, às 19:00, em Vila do Conde, com o Rio Ave a necessitar de recuperar da desvantagem de três golos para continuar na I Liga.
As autoridades chinesas anunciaram hoje a suspensão da ligação aérea entre Portugal e a China, por um período de duas semanas, após detetarem sete casos de covid-19, em 14 de maio, num voo oriundo de Lisboa.
Em comunicado difundido no seu portal oficial, a Administração de Aviação Civil da China informou que o voo entre Lisboa e a cidade chinesa de Xi'an, operado pela companhia aérea Beijing Capital Airlines, passa a estar suspenso a partir de 31 de maio.
"Após o período de suspensão, a operação pode ser retomada, com a frequência de um voo por semana", lê-se na mesma nota.
O país asiático, onde a covid-19 surgiu em dezembro, foi o primeiro a conter o surto, pelo que passou a temer uma ressurgência devido aos casos oriundos do exterior, sobretudo chineses que tentam regressar ao país.
As autoridades chinesas reduziram as ligações aéreas com o exterior, no final de março do ano passado, à medida que o novo coronavírus se alastrou pelo mundo.
A Beijing Capital Airlines retomou, no final de agosto passado, o voo entre Portugal e a China.
Com enorme participação popular, transcorreu na Cidade Eterna no último sábado, 22 de maio, a “10ª Marcha pela Vida”. Superando a expectativa, surpreendeu a mídia e aos organizadores observar a Via dei Fori Imperiali repleta de famílias inteiras com suas crianças e diversas associações que lutam contra a prática abortiva na Itália.
Eduard Habsburg, Janusz Kotanski e Virginia Coda Nunziante
Segundo o Corriere della Sera, o maior diário de Milão, mais de cinco mil pessoas estiveram presentes, apesar dos receios próprios à pandemia do coronavírus. O evento, cuja primeira edição foi realizada em 2011, teve início com a recitação do Santo Rosário presidido pelo Cardeal Raymond Burke e diversos outros prelados e personalidades, como os embaixadores da Polônia e da Hungria junto à Santa Sé, Janusz Kotanski e Eduard Habsburg [foto ao lado].
A presidente da “Marcha pela Vida”, Virginia Coda Nunziante [foto ao lado e abaixo ], agradeceu a presença das eminentes personalidades. “Precisamos de nossos políticos, para revogar o 194 e mudar essas leis de nosso país, que se opõem ao direito natural”. Ela afirmou também que todos precisavam denunciar essa lei 194, tão injusta que legalizou o assassinato de bebês e que “já executou, em 43 anos, mais de seis milhões de inocentes”.
A seguir, transcrevemos as palavras pronunciadas no evento pelo embaixador austríaco, o Arquiduque da Casa d´Áustria, Eduard Habsburg. Trata-se da tradução, que gentilmente nos foi concedida pelo site Dies Irae (Portugal), do texto publicado originalmente em italiano no portal Corrispondenza Romana.
“Urge uma mudança de atitude”
Sou Eduard Habsburg, Embaixador da Hungria junto da Santa Sé. Mas, acima de tudo, sou um homem, pai de família com uma belíssima esposa e seis lindos filhos (alguns deles estão aqui hoje). Antes do cargo diplomático, trabalhei, durante cinco anos, em questões relativas à família para a Conferência Episcopal Austríaca. Podeis acreditar que os temas de família e da vida, aborto, eutanásia, são-me muito caros. Parabéns a todos que, apesar dos tempos difíceis em que vivemos, viestes dar testemunho pela vida. Porque o compromisso com a vida e com a família faz a diferença em todas as sociedades do mundo.
Quero contar-vos uma pequena história. Estou em Roma há cinco anos. Já conheço muitos caminhos porque gosto imenso de andar a pé e de carro. Bem, há dois anos, depois de três anos em Roma, paro num sinal vermelho e vejo uma senhora, que estava visivelmente grávida, a atravessar a rua. Que lindo! — pensava eu. Uma mulher grávida! Depois, pensei um pouco mais e apercebi-me que, nesses três anos, era a primeira vez que via uma mulher grávida na rua. E pensei: esta é a Itália! A Itália deveria ser o país das crianças! E era até há poucos anos atrás — de fato, vendo o filme La Strada, de Fellini, podemos ter uma última visão de aldeias cheias de crianças.
Mas, posteriormente, aconteceu algo que, de forma semelhante, também aconteceu em muitos países europeus. E, hoje, as aldeias, as ruas estão vazias e vêem-se poucas mulheres grávidas. Mas não deve ser assim! Trago-vos uma bela mensagem da Hungria. A mensagem central é esta: é possível encorajar as famílias a dizerem sim à vida! O governo húngaro trabalha, desde há nove anos, com uma política familiar ativa para esse fim e temos alcançado resultados belíssimos. Aconteceram: um aumento dos matrimônios de 40%, uma queda nos divórcios de 25%, uma diminuição dos abortos de 30%. Só em 2019 tivemos um crescimento de 9,4% nos nascimentos e um crescimento de 100% nos matrimônios.
O que é necessário para tal mudança? A vontade do governo de trabalhar pela família. Para ajudar as famílias e transmitir a mensagem de que muitas crianças são um presente para a sociedade, é preciso ajudar economicamente as famílias: com empréstimos a fundo perdido, com redução ou abolição de impostos, com auxílios financeiros para o lar ou para um novo family van.
Mas as medidas não param por aqui. Urge uma mudança de atitude. Precisamos da visibilidade da família no cenário público. Políticos, celebridades, atores com famílias e filhos que também se apresentam ao vivo.
E, para concluir, é sempre uma grande ajuda se os principais membros do governo não são apenas Cristãos, mas se falam e agem como Cristãos. Porque a fé cristã e a família caminham juntas! Coragem para as vossas famílias! Obrigado pelo vosso testemunho pela vida! Rezemos por uma Itália novamente cheia de crianças!
Triunfo da formação espanhola no desempate por grandes penalidades.
O Villarreal derrotou esta noite o Manchester United, por 11-10, na decisão por penáltis, após o 1-1 no final do prolongamento, e venceu a Liga Europa, numa final realizada no Stadion Energa, em Gdansk, na Polónia.
Gerard Moreno colocou a formação espanhola em vantage, aos 29 minutos, com Edinson Cavani a restabelecer a igualdade, aos 55.
O marcador não sofreu mais alterações, com a partida a seguir para prolongamento, findo o qual se mantinha o 1-1. No desempate por grandes penalidades, foi melhor o Villarreal, tendo o internacional português Bruno Fernandes cobrado com sucesso o terceiro penálti para o United.
A Provedora da Justiça, Maria Lúcia Amaral, alertou hoje o Governo para a "aplicação indevida" de medidas de proteção social na doença e parentalidade, bem como para as dificuldades dos trabalhadores independentes no cumprimento da obrigação contributiva.
"A Provedora da Justiça chamou à atenção do secretário de Estado da Segurança Social [Gabriel Bastos] para duas medidas de proteção social na doença e na parentalidade em situação de isolamento profilático que não estão a ser devidamente aplicadas pelo Instituto da Segurança Social [ISS], bem como para as dificuldades que os trabalhadores independentes enfrentam presentemente no cumprimento da obrigação contributiva", lê-se num comunicado do gabinete de Maria Lúcia Amaral.
A Provedora já recebeu cerca de uma centena de queixas sobre estes assuntos, sendo que as que dizem respeito à proteção social em situação de isolamento profilático apontam que vários cidadãos "não viram subsidiado pelo ISS a totalidade do(s) período(s) em que esse isolamento lhes foi imposto pela autoridade de saúde".
Verificaram-se ainda falhas no pagamento do subsídio a partir do 15.º dia, bem como falta de "uniformidade na atuação dos centros distritais do ISS".
Maria Lúcia Amaral defendeu que estas situações devem ser corrigidas com efeitos retroativos, tendo em conta que o Estado deve ser responsabilizado pelo "prejuízo imposto" aos cidadãos proibidos de trabalhar por razões preventivas.
Relativamente aos trabalhadores independentes, a provedora disse que os respetivos descendentes em isolamento estão também a ser prejudicados no acesso a subsídios de assistência a filho e neto.
"O ISS indefere estes subsídios por entender que não está expressamente prevista na lei a respetiva atribuição a estes trabalhadores", notou, vincando que esta proteção social não pode ser negada, sendo que, desde 2018, os trabalhadores independentes passaram a poder beneficiar dos subsídios para assistência a filho e a neto do sistema previdencial.
"[...] Excluí-los deste beneficio, numa situação de emergência social como a que vivemos no âmbito da pandemia por covid-19, não faz qualquer sentido", vincou.
A Provedora chamou também à atenção do secretário de Estado da Segurança Social para a "situação dramática" em que estão muitos trabalhadores independentes, sobretudo, os beneficiários do apoio extraordinário à proteção social, lembrando que, em janeiro, já tinha sido enviado um ofício "com uma chamada de atenção para algumas questões relacionadas com este apoio".
Conforme apontou, estes trabalhadores estão agora obrigados a pagar contribuições num valor que não reflete o seu atual rendimento.
De acordo com a mesma nota, grande parte destes trabalhadores perspetivava retomar a sua atividade no início do corrente ano, mas, face ao confinamento, teve que voltar a recorrer a apoios extraordinários, "encontrando-se, presentemente, muitos deles, a subsistir com base no valor mínimo de apoio extraordinário ao rendimento do trabalhador (50 euros) e a ser obrigados ao pagamento de 65,75 euros de contribuições".
Assim, a Provedora da Justiça garantiu serem necessárias novas medidas para evitar o endividamento e comprometimento do "percurso profissional e pessoal no futuro".
Continua líder da Classificação Geral de Concorrentes, José Rossa Ribeiro e do Troféu Crédito Agrícola.
Com a realização da prova nacional de Valencia, decorreu a décima primeira prova do Campeonato 2021 da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que nesta campanha conta com a participação de 49 equipas.
Integrando o calendário oficial da Associação Columbófila do Distrito de Coimbra, este concurso foi ganho por Concorrentes José Rossa Ribeiro, continuando líder da Classificação Geral e do Troféu Crédito Agrícola, conforme se pode aferir nas seguintes tabelas: