segunda-feira, 21 de junho de 2021

Estamos muito longe dos números do tempo do estado de emergência, diz Marcelo

O Presidente da República considerou hoje que a situação da covid-19 em Portugal está "muito longe" dos números do tempo do estado de emergência e recusou comentar um eventual recuo no desconfinamento na região de Lisboa.

À saída de uma exposição no Museu Nacional de Arte Contemporânea, no Chiado, em Lisboa, questionado se, face à evolução da covid-19, sobretudo na região de Lisboa, equaciona um regresso ao estado de emergência, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que "cabe ao Governo fazer a avaliação" da situação, mas defendeu que "não é essa a questão", relativizando os números dos últimos dias.

O chefe de Estado disse que se verifica "um número elevado de casos" de infeção, "mais elevado nuns dias, acima de mil, mais acima ou menos acima, noutros dias abaixo de mil", mas com "um número de mortes estável, baixo, sem comparação com o que se passava nem há meses nem há um ano".

"Estamos a ter um número de cuidados intensivos que neste momento está estabilizado: estava em 97, portanto, bastante aquém daquele limite de que se falou na altura, e que apontava para 200 ou 245. Estamos a ter um número de internados que está nos 400 e tal: o número que se chama linha vermelha estava entre 1250 e 1500", apontou.

Segundo o Presidente da República, "portanto, não é essa a questão - a questão é: o Governo em função dos critérios que são adotados virá dizer concelho a concelho aquilo que acontece".

Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que a sua posição, contrária a um regresso ao estado de emergência, "não se altera" e que os números que apontou como balizas quando esse quadro legal estava em vigor "são os que valem hoje".

Interrogado sobre o que fará se o Governo propuser que se recorra de novo ao estado de emergência, o chefe de Estado respondeu: "Eu tive ocasião de dizer que estamos quanto a estado de emergência muito longe dos números de que eu falava na altura em que renovei o estado de emergência".

O chefe de Estado argumentou que atualmente o número de novos casos de infeção com o novo coronavírus "não tem consequências na mortalidade, ao contrário do que se passava quando o número era não só mais elevado como tão elevado como agora" e também "não tem consequências no sentido de estrangulamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS)".

O estado de emergência vigorou entre março e maio do ano passado, para permitir medidas de contenção da covid-19 restritivas de direitos e liberdades fundamentais, e após um intervalo de seis meses foi decretado novamente em novembro, até ao fim de abril deste ano.

Marcelo Rebelo de Sousa colocou-se de fora do debate sobre a legalidade das medidas restritivas aplicadas sem este quadro legal, com a justificação de que "a questão está em tribunal e, portanto, são os tribunais que decidem", e de que, por princípio, não se pronuncia sobre "processos pendentes em tribunais".

Quanto às medidas a adotar na Área Metropolitana de Lisboa, remeteu essa matéria para o Governo e declarou que "vai ser decidida dentro de dias" e que "o senhor primeiro-ministro, como tem feito sempre, informa o Presidente da República antes de ser tomada a decisão".

Questionado se não deviam já ter sido adotadas medidas adicionais nesta região, o chefe de Estado contrapôs que "o Governo tem acompanhado a situação e decidido em conformidade".

O Presidente da República recusou comentar um eventual recuo no processo de desconfinamento na região de Lisboa, alegando não querer "estar a cenarizar o que vai acontecer, em que termos vai acontecer".

"Os regimes são definidos caso a caso para circunstâncias concretas. Portanto, olhando para os regimes, temos de esperar pela avaliação que quem pode fazer é o Governo, e a solução que encontrará", acrescentou.

Lusa

Câmara Municipal apoia Clube de Ténis de Águeda

 O apoio visou a melhoria das condições de prática desportiva e a substituição da iluminação, promovendo a eficiência energética.

A Câmara Municipal de Águeda apoiou o Clube de Ténis de Águeda com 20.526,74 euros para a realização de obras de beneficiação das suas instalações. Tratou-se de uma intervenção que, na sua globalidade, se enquadra no âmbito da estratégia de eficiência energética que tem vindo a ser promovida pela Autarquia, bem como no apoio à regularização do licenciamento de instalações e das condições de prática desportiva das coletividades do concelho.

O investimento possibilitou substituir todo o sistema de iluminação dos campos de ténis e do pavilhão, permitindo implementar um sistema energético mais sustentável e uma economia futura nos custos da energia, bem como a instalação de portas corta-fogo para dar cumprimento às normas de segurança contra incêndios, e ainda a reparação, lavagem e pintura dos campos de ténis.

“Temos implementado medidas e ações que evidenciam uma aposta estratégica na área do desporto concelhio e tudo o que isso envolve, desde os eventos que acolhemos às infraestruturas dos nossos clubes e associações”, salientou Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, acrescentando que o Município “está sempre disponível para ouvir e apoiar os clubes naquilo que é a melhoria das condições que oferecem aos praticantes de desporto do nosso concelho”.

O apoio atribuído ao Clube de Ténis de Águeda, ao abrigo do Programa de Apoio às Associações Desportivas do Concelho, surge no âmbito da aposta sustentada que tem vindo a ser efetuada pelo Município de Águeda em termos desportivos no concelho, tanto na vertente competitiva como no âmbito da saúde e bem-estar da população em geral, proporcionando as melhores condições para aumentar o número de praticantes de desporto de todas as idades e, simultaneamente, fomentando o gosto pelo bem-estar físico e pela convivência.

Maiores de 37 anos já podem fazer o autoagendamento da vacina

Saiba como agendar a sua vacina contra a Covid-19 através do portal da DGS.


As pessoas com idade igual ou superior a 37 anos já podem fazer o autoagendamento da vacina contra a Covid-19. O link disponibilizado pela Direção-Geral da Saúde já está ativo e basta escolher o local e o dia da vacinação.

O autoagendamento é realizado no portal da DGS. Aceda aqui

Segundo o último relatório da DGS, mais de 4,3 milhões de pessoas em Portugal já receberam a primeira dose da vacina, o equivalente a 42% da população, e quase 2,6 milhões (25%) têm a vacinação completa.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, já morreram em Portugal 17.061 pessoas dos 862.926 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

TSF

“Está clinicamente bem.” Noah teve alta esta segunda-feira

Médica Eugénia André disse que o pequeno Noah "está clinicamente bem para ter alta" e que no domingo e sábado "brincou e nunca esteve deitado".

A criança de dois anos e meio que esteve desaparecida mais de 30 horas em Proença-a-Velha, concelho de Idanha-a-Nova, teve alta esta segunda-feira do Hospital Amato Lusitano, disse a diretora clínica daquela unidade hospitalar de Castelo Branco.

Numa declaração aos jornalistas, depois das 14h30, a médica Eugénia André disse que o pequeno Noah "está clinicamente bem para ter alta" e que no domingo e sábado "brincou e nunca esteve deitado".

"Uma equipa multidisciplinar, com pediatra, assistente social e psicólogas reuniram hoje com os pais e o planeamento da alta foi feito", disse.

Segundo a diretora clínica, "nos períodos em que não esteve a fazer soro e a dormitar, a criança andou pela enfermaria, efetuou jogos, brincou e comportou-se de forma muito normal e muito feliz".

Eugénia André disse que criança "já leva todas as suas consultas para o acompanhamento futuro" e destacou ainda o ótimo relacionamento do pequeno Noah com os pais e a irmã.

A criança deu entrada no Hospital Amato Lusitano na quinta-feira à noite "consciente, lúcida e bem-disposta", apresentando um quadro de desidratação, devido ao longo período em que esteve sozinha.

Terá desaparecido na quarta-feira da casa dos pais, situada a cerca de 1,5 quilómetros do núcleo central da localidade de Proença-a-Velha, concelho de Idanha-a-Nova, e esteve desaparecido durante mais de 30 horas.

Depois de uma operação de busca em larga escala, o menino foi encontrado na quinta-feira, pouco antes das 20h00, num "setor de busca que foi alargado", a quatro quilómetros de casa (em linha reta), ainda na zona de Proença-a-Velha, mas muito próximo da povoação de Medelim.

"Existe a possibilidade de ter percorrido uma distância de 10 quilómetros", disse o responsável das operações de busca, numa declaração aos jornalistas.


As buscas foram iniciadas ainda na manhã de quarta-feira e os meios foram sendo reforçados, sendo que, durante a tarde de quinta-feira, chegaram a envolver centena e meia de elementos.

Nas operações participaram militares da GNR, bombeiros, proteção civil municipal, sapadores florestais e voluntários, com apoio de equipas cinotécnicas, drones e mergulhadores, que estiveram a vistoriar poços e linhas de água.

Dezenas de voluntários, muitos deles estrangeiros, também participaram nas buscas. A PJ da Guarda também teve equipas no local.

Em declarações à Lusa, ao início da noite de quinta-feira, o coordenador daquela unidade policial, José Monteiro, explicou que o desaparecimento do menino "deverá ser considerado espontâneo".

Lusa / TSF

Casal encontrado morto em garagem de Aveiro

Homem estava enforcado e a mulher apresentava sinais de estrangulamento.
Foram encontrados esta segunda-feira os cadáveres de um casal, um homem e uma mulher, numa garagem no bairro de Santiago, em Aveiro.
Ao que o CM apurou, o homem estava enforcado e a mulher apresentava sinais de estrangulamento.

O alerta foi dado por um popular cerca das 17h36. A Polícia Judiciária foi chamada para assumir a investigação.

Fonte: Correio da Manhã

O Social Abraça Anadia

 

O Município de Anadia vai inaugurar, no próximo dia 25 de junho, pelas 14h30, a 2ª edição de “O Social Abraça Anadia”. Uma exposição ao ar livre subordinada ao tema “Anadia vive afetos com esperança”, envolvendo todas as instituições sociais do concelho. A atividade é parte integrante do plano de ação de 2021 da Rede Social de Anadia.

À semelhança do que aconteceu, em 2019, pretende-se com esta iniciativa dar a conhecer o trabalho das Instituições de Solidariedade Social à comunidade e proporcionar uma atividade lúdica com visibilidade aos seus clientes, designadamente crianças, idosos e pessoas com dificuldade intelectual e desenvolvimental.

Uma das novidades deste ano foi o alargamento à comunidade, contando com a participação do Agrupamento de Escolas de Anadia; Colégio Salesiano São João Bosco de Mogofores; Projeto “Anadia Maior” – Espaço Sénior; Projeto “Ser+ em Anadia!”; e UMAA – Unidade Móvel de Atendimento de Anadia.

Se há dois anos, apenas a principal avenida de Anadia (José Luciano de Castro e 25 de Abril) foi alvo de decoração, este ano, as decorações vão estender-se às várias rotundas existentes nas principais artérias da cidade. Ao todo serão embelezadas 11 rotundas: Pastelaria Doce Flor, Cemitério de Anadia, Centro de Saúde de Anadia, em frente ao Agrupamento de Escolas de Anadia, Pinheiro, Avenida das Laranjeiras (4), Bombeiros Voluntários de Anadia/Rodoviária de Anadia e EN 235 na Moita. A fachada dos Paços do Município e as Praças Visconde Seabra e do Município também serão alvo de decoração.

Nesta iniciativa tomam parte as seguintes Instituições de Solidariedade Social: APPACDM de Anadia; Associação Social de Avelãs de Caminho; Bem-Me-Quer, Lda; Casa do Povo de Amoreira da Gândara; Centro Social de Anadia; Centro de Apoio Social de Vila Nova de Monsarros; Centro Social Cultural e Recreativo da Poutena; Centro Social Maria Auxiliadora de Mogofores; Centro Social e Cultural Nossa Sra. do Ó de Aguim; Centro Social Cultural e Recreativo da Freguesia de Avelãs de Cima; Centro Social Cultural e Recreativo de Paredes do Bairro; Centro Social e Paroquial da Moita; Centro Social Recreativo e Cultural da Pedralva; Centro Social São José de Cluny; Clinica Ibervita; Club de Ancas; Misericórdia da Freguesia de Sangalhos; Obra de Promoção Social da Sagrada Família (Casa Imaculada Conceição); e Santa Casa da Misericórdia de Anadia.


Protesto de polícias desloca-se para o MAI e PSP faz queixa ao Ministério Público

A manifestação de elementos das forças de segurança pertencentes ao Movimento Zero deslocou-se hoje á tarde do parlamento, em Lisboa, para o Ministério da Administração Interna, onde se encontrava um forte dispositivo policial e proteções com grades.

O protesto saiu do parlamento cerca das 16:30, passando pela avenida 24 de julho, onde a polícia cortou o trânsito, e chegou ao Ministério da Administração Interna, na praça do Comércio, 45 minutos mais tarde.

Fonte da PSP disse à Lusa que o Comando Metropolitano de Lisboa vai apresentar uma queixa ao Ministério Público, uma vez que a manifestação estava apenas autorizada para ser realizada junto do parlamento.

Ao longo do percurso, gritaram palavras de ordem como "Zero", "Cabrita rua", referindo-se ao ministro da Administração Interna, a quem também foram dirigidos vários insultos.

A manifestação já tinha abandonado uma primeira vez a concentração junto do parlamento, ao início da tarde, alegadamente em direção ao Ministério da Administração Interna, mas a meio do percurso voltou para trás.

No regresso ao parlamento, o protesto ainda tentou subir a calçada da Estrela, mas foi barrado por elementos do Corpo de Intervenção pelas equipas de intervenção permanente.

Os manifestantes que tinham vestido polos de serviço já os retiraram, voltando a usar as camisolas pretas ou brancas do Movimento Zero.

A escadaria do parlamento e zonas laterais da Assembleia da República foram protegidas com gradeamentos de metal e blocos.

Centenas de polícias pertencentes ao Movimento Zero concentraram-se hoje em frente à Assembleia da República para exigir a atribuição do subsídio de risco e a atualização salarial.

Com o lema "hora de agir - unidos somos a tempestade que os atormenta!" a concentração é organizada pelo movimento inorgânico Zero, que surgiu nas redes sociais, e que congrega elementos da PSP e da GNR.

Entre os principais problemas que os elementos das forças de segurança está a atribuição do subsídio de risco que o Governo prometeu até ao final do mês de junho e a atualização dos índices remuneratórios das tabelas salariais.

Nesta concentração estão ainda presentes alguns dirigentes dos sindicatos menos representativos da PSP.

Fonte e Imagem: Lusa