http://litoralcentro-comunicacaoeimagem.pt/
sábado, 4 de junho de 2022
1 Graciano Saga no aqui portugal da rtp em ponta da barca com o tema q...
http://litoralcentro-comunicacaoeimagem.pt/
Demis Roussos - Goodbye My Love (Moscow, 1tv, 24-11-2012)
http://litoralcentro-comunicacaoeimagem.pt/
Amnistia Internacional resgata refugiadas ucranianas exploradas em Portugal
Uma das mulheres aceitou vir para Portugal, acompanhada pela filha e pelo neto bebé, num autocarro a partir da Polónia, numa tentativa de escapar à guerra.
A Amnistia Internacional resgatou refugiadas ucranianas que estariam a ser sujeitas a exploração laboral em Portugal. Aconteceu no centro do país e a Amnistia acredita que não será caso único.
Uma das mulheres aceitou vir para Portugal, acompanhada pela filha e pelo neto bebé, num autocarro a partir da Polónia, numa tentativa de escapar à guerra. Quando a família chegou ao país, disseram-lhe que lhes arranjavam um trabalho fácil e habitação gratuita durante os primeiros meses, mas não foi nada disso que aconteceu.
Segundo o jornal Público, as mulheres tinham de fazer trabalho árduo e mais horas semanais do que aquelas que são permitidas por lei. Além disso, a renda da casa onde ficaram era-lhes descontada diretamente no ordenado.
Pedro Neto, diretor executivo da Amnistia Internacional em Portugal, conta que, se as mulheres desistissem do trabalho, eram expulsas de casa.
As pessoas eram submetidas a uma enorme pressão para cumprir certos horários, para fazerem todos os trabalhos que eram impostos. Pessoas que não conhecem nada, não falam a língua e ficaram com bastantes receios", explicou à TSF Pedro Neto.
Depois da intervenção da Amnistia, as refugiadas foram resgatadas do local, mas Pedro Neto não duvida que existam mais situações idênticas.
"Conseguimos localizar as senhoras e encaminhámos também este caso às autoridades para que possam fazer a investigação necessária, uma vez que nos pareceu que podem existir mais casos. Cabe às autoridades fazer essa investigação", revelou o diretor da Amnistia Internacional em Portugal.
O responsável sublinha que o tráfico humano e a exploração laboral são um fenómeno dramático e que os refugiados estão mais vulneráveis a este tipo de situações. Por isso, apela à denúncia sempre que existam suspeitas fundamentadas.
"Todas as pessoas que conheçam casos de exploração laboral, potencial exploração laboral ou tráfico de seres humanos não devem deixar de alertar as autoridades", acrescentou Pedro Neto.
Os maiores focos de exploração laboral no país, de acordo com a Amnistia Internacional, são os trabalhos agrícolas e sazonais, mas também acontecem em contexto empresarial. A Polícia Judiciária está a investigar casos de exploração laboral e sexual, avança ainda o Público.
O SEF também confirmou ao jornal que recebeu 22 denúncias por alegados crimes de tráfico de pessoas. Já a autoridade para as condições do trabalho garante não ter conhecimento de qualquer caso de exploração de refugiados ucranianos.
Rita Carvalho Pereira com Cátia Carmo / TSF
Reativada medida de apoio aos Recursos Humanos nos lares
O Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social reativou a Medida de Apoio ao Reforço de Emergência em Equipamentos Sociais e de Saúde (MAREESS) reafirmando o seu compromisso de alcançar uma boa resposta social, mais precisamente no combate ao isolamento, principalmente junto dos mais idosos. A medida já entrou em vigor e as candidaturas aos apoios previstos podem ser submetidas até ao dia 31 de julho.
Criada em abril de 2020, no âmbito da pandemia por Covid-19, esta medida vem contribuir para assegurar a capacidade de resposta das instituições públicas e do setor solidário com atividade na área social e da saúde, nomeadamente serviços de saúde, hospitais, lares ou estruturas residenciais para pessoas idosas e pessoas com deficiência e incapacidade, assim como contribuir para a promoção da empregabilidade de pessoas em situação de desemprego.
A medida já permitiu a integração de 30 mil pessoas em mais de 2 mil entidades e, até ao momento, foram pagos 66 milhões de euros.
Com a prorrogação desta medida, continuará a ser atribuída uma bolsa mensal de 443,20 euros para desempregados que recebem prestações de desemprego, ou de 664,80 euros para os restantes, existindo uma majoração de 30% para profissionais mais qualificados.
As entidades que contratem sem termo os participantes colocados ao abrigo desta medida têm direito a um prémio-emprego. O apoio será de 7091,20 euros, majorado em 30% para contratação do género sub-representado na profissão.
Estão abrangidas pela MAREESS pessoas desempregadas, trabalhadores com contrato suspenso ou horário de trabalho reduzido, trabalhadores independentes e também trabalhadores com contratos de trabalho a tempo parcial. São ainda abrangidos estudantes ou formandos, desde que com pelo menos 18 anos e refugiados e beneficiários de proteção temporária.
As candidaturas aos apoios previstos na MAREESS decorrem até 31 de julho e podem ser efetuadas através de formulário disponível no portal iefponline e as condições de acesso, direitos e obrigações consultadas em regulamento.
Assinar:
Postagens (Atom)