terça-feira, 8 de novembro de 2022

WSL Challenger Series – Teresa Bonvalot conquista 3.º posto em Saquarema


Rio de Janeiro (07/11/2022) – Teresa Bonvalot conquistou, esta segunda-feira, o 3.º posto no Saquarema Pro, sexta e penúltima etapa do Circuito Challenger Series 2022. Um resultado que deixou a campeã nacional mais próxima de garantir a qualificação para o circuito mundial da World Surf League do próximo ano, uma vez que sai do Brasil no 5.º posto do ranking, dentro do cut que apura as cinco primeiras surfistas para a elite mundial de 2023.

Teresa apenas foi travada nas meias-finais em Saquarema, depois de perder o duelo frente à francesa Tessa Thyssen nos minutos finais e já depois de ter carimbado uma importante vitória frente à australiana e ex-top mundial Bronte Macaulay nos quartos-de-final. Depois de superar Macaulay, a surfista portuguesa aumentou a vantagem no ranking para a experiente surfista e ficou mesmo com a possibilidade matemática de garantir a qualificação de forma antecipada nesta etapa.

Contudo, a derrota sofrida para Thyssen já em cima da buzina final – 10,27 pontos contra 9,33 - acabou por adiar o sonho de Bonvalot, que necessitava de vencer o evento e esperar que a norte-americana Alyssa Spencer não chegasse à final para ficar com a quinta vaga garantida. Além de Teresa não conseguir o triunfo, Spencer carimbou a vitória na etapa, subindo ao 6.º posto do ranking e aproximando-se bastante da surfista portuguesa.

A decisão da qualificação para o circuito mundial de 2023 vai acontecer já no final de Novembro, em Haleiwa, no Havai. Teresa Bonvalot chega a esta etapa a depender apenas de si própria, mas com mais sete surfistas na luta pelas duas vagas ainda em aberto – as australianas Macy Callaghan e Molly Picklum e a norte-americana Caitlin Simmers já carimbaram matematicamente a qualificação. Um triunfo da campeã nacional em Haleiwa não deixa margem para mais contas para as rivais. No entanto, há muitas contas por fazer, sobretudo, em relação à surfista que se segue no ranking.

Alyssa Spencer vai ser, assim, a grande adversária de Teresa na etapa final, precisando apenas de chegar aos oitavos-de-final para ultrapassar virtualmente a surfista portuguesa, devido aos descartes. Contudo, a partir do momento que chegue aos quartos-de-final, Teresa melhora a pontuação atual e precisa somente de fazer igual ou melhor que a norte-americana. As restantes adversárias precisam de chegar à final ou vencer o evento e esperar que Teresa não chegue aos quartos-de-final, o que torna a contas mais complicadas para essas surfistas.

Em relação às restantes portuguesas em prova neste circuito, Kika Veselko terminou no 9.º posto em Saquarema e subiu até ao 31.º posto. Yolanda Hopkins desceu até ao 23.º lugar, enquanto Mafalda Lopes surge na 38.ª posição e Carolina Mendes na 64.ª posição. Todas elas já estão afastadas matematicamente da luta pela qualificação.

Do lado masculino, apesar da descida ao 41.º posto do ranking, Frederico Morais ainda tem uma ténue esperança de conseguir a requalificação no Havai. Embora esteja dependente de terceiros, um triunfo em Haleiwa poderá ser suficiente para Kikas entrar no top 10 masculino, que avança para o World Tour de 2023.

Mais informações em www.ansurfistas.com e em www.worldsurfleague.com

*Foto: Teresa Bonvalot (Crédito: WSL)

Cientistas da Universidade de Coimbra participam em projeto para a criação de um repositório digital de coleções de esqueletos humanos

 

Uma equipa do Laboratório de Antropologia Forense da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) participou no projeto internacional Bakeng se Afrika, que teve como principal objetivo desenvolver um repositório digital de remanescentes ósseos humanos.

Financiado pelo Programa Erasmus+ da União Europeia, este projeto, que teve inicio em 2019 e concluído agora, reuniu seis instituições de ensino superior (Universidade de Pretória, Universidade de Ciências da Saúde Sefako Makgatho; Universidade Stellenbosch, Universidade de Coimbra, Universidade de Bordéus, Katholieke Universiteit Leuven) e a South African Nuclear Energy Corporation (Necsa).

O Bakeng se Afrika, explica Maria Teresa Ferreira, investigadora e docente da FCTUC, foi «impulsionado pela necessidade crescente de ferramentas online nas áreas das ciências da saúde e da vida. O projeto teve como objetivo estabelecer um repositório digital de coleções osteológicas sul-africanas identificadas, estabelecer procedimentos padronizados para aquisição de imagens, armazenamento e análise, e refletir e debater sobre as aplicações éticas de dados digitais de remanescentes ósseos humanos».

No âmbito do projeto, o Laboratório de Antropologia Forense da FCTUC desenvolveu um guia prático para simplificar a recolha de dados 3D de espécimes ósseos para ensino e investigação. Este guia prático, diz a investigadora, vai permitir «uma curva de aprendizagem mais rápida para o manuseamento de equipamentos disponíveis no nosso laboratório, assim como facilitar a implementação destas técnicas por investigadores e alunos que estejam a realizar trabalhos com ossos humanos».

Cristina Pinto
Assessora de Imprensa
Universidade de Coimbra• Faculdade de Ciências e Tecnologia

NELSON HELENO DA COLUMBÓFILA DE CANTANHEDE COMPETIU NO CAMPEONATO DISTRITAL DE ULTRA TRAIL

 

Com o foco principal dirigido às provas integradas no Circuito Distrital de Trail Running de Coimbra (CDTRC), promovido pela ADAC - Associação Distrital Atletismo de Coimbra e clubes seus associados, na vertente de Trail Ultra, a Secção de Ar Livre e Aventura da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, participou com 1 atleta na única prova realizada, nomeadamente no Campeonato Distrital de Trail Ultra, que integrou a prova Louzan Trail, que se realizou em 5 de março.

Nelson Heleno terminou a sua prova alcançando o 34º lugar da Classificação geral individual e o 7º lugar no escalão MSenior.

EXERCÍCIO A TERRA TREME – AÇÃO DE PREPARAÇÃO PARA O RISCO SÍSMICO

 A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) promove amanhã, dia 9 de novembro, às 11:09 horas, a 10.ª edição do Exercício Público de Sensibilização para o Risco Sísmico, denominado A TERRA TREME (www.aterratreme.pt ).

Trata-se de um exercício nacional organizado todos os anos pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em colaboração com diversas entidades públicas e privadas, e que visa capacitar a população a saber como agir em caso de sismo.

Saber  o que fazer ANTES, DURANTE e DEPOIS de um sismo, nomeadamente conhecer as medidas preventivas e os comportamentos de autoproteção a adotar, é a finalidade desta jornada que propomos a todos os cidadãos.

O exercício compreende a realização de 3 gestos simples que podem fazer a diferença a quem os praticar perante a ocorrência de um sismo.

A ação desenrola-se durante um (1) minuto, no qual os participantes, a título individual ou coletivo (famílias, escolas, empresas, instituições públicas, privadas ou associativas), são convidados a executar os 3 gestos de autoproteção: Baixar, Proteger e Aguardar.

Com esta iniciativa, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil tem procurado alargar a reflexão e o debate em torno da temática do risco sísmico e a participação neste Exercício a todos os sectores da sociedade civil.

Assim, por todo o país, os Comandos Regionais de Emergência e Proteção Civil (CREPC) e os Comandos Distritais de Operações de Socorro (CDOS) da ANEPC irão, em parceria com as comunidades educativas locais, Corpos de Bombeiros, Serviços Municipais de Proteção Civil e os demais agentes de proteção civil, promover ações de sensibilização sobre a temática do risco sísmico e as medidas de autoproteção para fazer face ao mesmo, assim como a realização do exercício A TERRA TREME, na data e hora convencionadas.

Apesar do exercício ter expressão nacional, a iniciativa tem tido uma adesão expressiva por parte da população escolar, graças também ao envolvimento da Direção-Geral da Educação (DGE) e da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEsTE). Assim, em articulação com estes parceiros, a ANEPC promove um evento principal na Escola Secundária de Caneças, sita na Rua da Escola Secundária, 1685-105 Caneças.

No website dedicado à iniciativa encontra-se disponível diverso material da campanha deste ano (spot promocional do Exercício; o cartaz alusivo à 10.ª edição do Exercício A TERRA TREME, entre outros).

Foi também criada a hashtag #AterraTreme  destinada a identificar nas redes sociais as publicações pessoais/institucionais relacionadas com a iniciativa.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil  convida os cidadãos e as entidades a inscreverem-se em www.aterratreme.pt  e a participarem como demonstração do seu compromisso pessoal/institucional para com a causa da proteção e segurança, e como forma de apoio e expressão pública do seu envolvimento nesta ação de cidadania.

TODOS SOMOS PROTEÇÃO CIVIL!



Águeda | Percurso do Ameal inaugurado com caminhada solidária contra a Pólio

 Iniciativa juntou dezenas de participantes percorrendo os cerca de 10 quilómetros do percurso, assinalando, ao mesmo tempo, os 30 anos sem Pólio.
 

O Percurso do Ameal, uma intervenção feita pelo Município de Águeda num total de 10 quilómetros, foi ontem inaugurado, com uma caminhada solidária contra a Pólio, numa ação realizada em parceria com o Rotary Club de Águeda.
Trata-se de um percurso pedestre circular, na zona da Várzea de Águeda, que inclui alguns passadiços, ligando as duas margens da Ribeira do Ameal. A par do percurso propriamente dito e dos passadiços em madeira, a intervenção incluiu a reabilitação das margens ribeirinhas, à imagem do que tem sido feito pelo Município de Águeda por todo o concelho.
Jorge Almeida, Presidente da Câmara de Águeda, salientou que a reabilitação de rios e ribeiras é uma política estratégica para o Município assumida desde há alguns anos e que se reflete na “recuperação das linhas de água e dos espaços ribeirinhos, mantendo os seus ecossistemas, numa lógica de respeito pela biodiversidade e sustentabilidade ambiental”, disse, acrescentando que o intenso trabalho que tem sido realizado “é apontado, por diferentes organismos, como referência no que se deve fazer a este nível”.
O Município, com mais de 1.500 quilómetros de linhas de água, tem desenvolvido por todo o concelho ações de requalificação destas zonas com recurso a soluções de base natural e para as quais tem conseguido apoio financeiro europeu. Esta em concreto da Ribeira do Ameal, em conjunto com a uma intervenção realizada na Ribeira da Aguieira e Rio Marnel, contou com financiamento do Fundo Ambiental de cerca de 100 mil euros.
Esta intervenção, que acontece numa numa zona mais próxima do centro da cidade e que evidencia este trabalho que está em curso pelo concelho, é um apontamento de transformação de um troço que até aqui era pouco visitado num percurso pedestre curto, acessível a pessoas com mobilidade reduzida e que premeia o contacto com a Natureza.
O Presidente da Câmara Municipal, que convida a população a usufruir deste espaço, aproveitou a ocasião para avançar que este percurso “é o prenúncio do que poderá vir a ser o parque natural urbano de Águeda, um espaço de lazer e que demonstrará um respeito muito grande pela natureza e pela sustentabilidade ambiental”. Um projeto que está a ser desenvolvido e que será apresentado em breve.
“Neste dia, em que fazemos esta caminhada, enaltecemos também o papel do Rotary na erradicação da Pólio, lembrando que pequenos contributos são muito relevantes para construirmos um mundo melhor, com mais saúde, principalmente em geografias mais complicadas e desfavorecidas do que a nossa”, disse ainda Jorge Almeida.

Proença-a-Nova | Exposição 'Raízes' patente no CCV Floresta até ao fim do ano

 


A exposição de Tapeçaria contemporânea ‘Raízes’, da autoria da artista plástica Helena Fernandes, estará patente no Centro Ciência Viva da Floresta até ao dia 31 de dezembro, com entrada gratuita.

Helena Fernandes refere-se a esta exposição como o resultado das práticas e hábitos do seu dia-a-dia: “a tapeçaria está relacionada com aquilo que vejo à minha volta, no Sobral Fernando e na Serra das Talhadas, com todas as cores que vou observando”. Para a artista a tapeçaria não é algo novo, afirmando mesmo tratar-se de algo que faz desde sempre como “forma de realização a nível pessoal”.

Neste sentido, como corrobora Helena Fernandes, a paisagem que a rodeia todos os dias foi a premissa que lhe permitiu construir todo este trabalho e projeto agora em exposição no CCV Floresta. “Nas minhas caminhadas vou olhando e ‘roubando’ as imagens à minha volta, que depois originam a construção das peças”, explica. A nível pessoal a artista plástica não esconde o sentimento que nutre pela região onde nasceu e vive ainda aos 70 anos de idade: “eu sou natureza e pertenço ao Sobral Fernando. Quem viveu aqui sente tudo isto, até a minha própria casa, o meu palheiro, vejo como um verdadeiro quadro vivo”.

Nesta exposição, predominantemente inspirada na natureza, podem encontrar-se representações de percursos, serras e rios da Beira Baixa, bem como de todos os diferentes elementos naturais que a compõem, como os rosmaninhos, as giestas, as estevas e os diversos tipos de rochas.

Helena Fernandes vai, já neste mês de novembro, em parceria com o Centro Ciência Viva da Floresta e no âmbito do Projeto BioAromas LIIS, promover Oficinas de Tinturaria e Tapeçaria, nos dias 12, 19, 20, 26 e 27, estando neste momento as inscrições já totalmente esgotadas. Nestas oficinas pretende-se que os alunos aprendam as técnicas básicas da tapeçaria, necessárias para a criação de uma peça de parede em tear.

Exercício decorre na próxima quarta-feira. Proteção Civil realiza simulacro de sismo na Escola Secundária Lima-de-Faria

 

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil promove na próxima quarta-feira, 9 de novembro, às 11h09, a 10.ª edição do exercício público nacional de sensibilização para o risco sísmico, denominado A Terra Treme.

No distrito de Coimbra, o exercício é dinamizado na Escola Secundária Lima-de-Faria, ao qual se segue um Mass Training de Suporte Básico de Vida, numa organização conjunta do Comando Distrital de Operações de Socorro de Coimbra e do Serviço Municipal de Proteção Civil do Município de Cantanhede, com a colaboração do Instituto Nacional de Emergência Médica e dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede.

Esta atividade decorre da estratégia nacional para uma proteção civil preventiva e tem como objetivo capacitar a população para saber como agir em caso de sismo, sensibilizando o cidadão para o facto de viver numa sociedade de riscos e desafiando-o a envolver-se no processo de construção de comunidades mais seguras e resilientes.

O exercício compreende três gestos simples que podem fazer a diferença a quem os praticar perante a ocorrência de um sismo. A ação desenrola-se durante um minuto, no qual os participantes, individual ou coletivamente, são convidados a executar os três gestos de autoproteção – baixar, proteger e aguardar.

Além da população em idade escolar, cuja adesão à iniciativa tem sido significativa ao longo das sucessivas edições, a ANEPC tem o objetivo de ir alargando sucessivamente, ano após ano, a reflexão e o debate em torno da temática do risco sísmico e a participação neste exercício a outros setores da sociedade civil.