segunda-feira, 27 de maio de 2024

NADADORES DA COLUMBÓFILA DE CANTANHEDE ALCANÇARAM O 4º LUGAR COLECTIVO NO VI – TORNEIO DE CONIMBRIGA


A Secção de Natação da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense esteve a convite do Condeixa Aqua Clube na 6ª edição do Torneio de Conímbriga.
A edição de 2024 do evento contou com a presença de 180 atletas em representação de 14 clubes.

A comitiva da ASSSCC teve 8 atletas que aproveitaram as 2 sessões do evento para fazer nova avaliação das últimas semanas de treino, avaliação essa muito importante para a preparação do Campeonato Interdistrital das várias categorias que se avizinham.

Em termos coletivos a coletividade de Cantanhede ficou em 4º lugar sendo que no pódio estiveram os seguintes clubes: Clube de Natação de Leiria (3º), Clube Náutico de Alcobaça (2º) e o vencedor do torneio, o clube organizador o CAQC.

Bohdan Zaporozhets sagra-se bicampeão regional no Campeonato Regional de Natação Adaptada da ANC

A Secção de Natação da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, esteve presente na edição do Campeonato Regional de Natação Adaptada da Associação de Natação de Coimbra.
A edição de 2024 do evento contou com a presença de 37 atletas em representação de 7 clubes.
O representante da SCC Bohdan Zaporozhets viria a sagrar-se Campeão Regional nos 100 Bruços na categoria de SB9 , repetindo o feito nos 100 Livres na categoria de S10.

ATLETAS DA SECÇÃO DE AR LIVRE E AVENTURA COMPETIRAM NA PÓVOA DA LOMBA


Numa organização da equipa de Trail / Atletismo S. C. Povoense - Caracóis de Corrida, na aldeia da Póvoa da Lomba / Cantanhede, realizou-se na manhã de domingo 26 de maio o VII Trail Barracas de Pedra, com 2 distâncias competitivas de 20km, 11km e uma caminhada.
Participaram 7 atletas da Secção de Ar Livre e Aventura da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, na prova de 11km, prova pontuável para o Circuito Distrital de Trail Running de Coimbra da ADAC na vertente de Trail Sprint, tendo no sector feminino, Catarina Marques, alcançado a 3ª posição na classificação geral feminina e o1º lugar no escalão F40, Carla Henriques, 17ª feminina, 4ª F40, Sandra Ângelo, 25ª feminina, 9ª F45 e Luísa Santos, 59ª feminina, 6ª F50.

No sector masculino, José Machado, alcançou o 22º lugar na classificação geral masculino e o 5º lugar no M40, José Mendes, 67º masculino,12º M35 e Brian Ferreira, 68º masculino, 13º MSen

Coletivamente a equipa da Sociedade Columbófila alcançou a 3ª posição, entre as equipas femininas.

Destaque para o pódio coletivo e para os resultados individuais da atleta Catarina Marques na classificação geral e individual.

Com o apoio:
Streetsport Animação Turística
NH Fitness Athletes - Preparação Física e Alta - Performance (Nelson Heleno)

Proença-a-Nova | Escola Pedro da Fonseca participa em intercâmbio através do Programa Partilha com Energia

 
A Escola Pedro da Fonseca, em Proença-a-Nova, recebeu, entre os dias 23 e 25 de maio, a 2ª parte do intercâmbio entre os alunos do 2º ano do Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos, e os alunos dos Cursos Profissionais de Comunicação e Serviço Digital e Mecatrónica Automóvel, do Agrupamento de Escolas de Constância, no âmbito do Programa Partilha com Energia.
O programa Partilha com Energia dinamiza a realização de três dias de intercâmbio entre escolas de regiões do país onde a EDP possui centrais de produção de energia. Professores e alunos do ensino secundário (entre os 15 e os 19 anos) são desafiados a definir e programar um conjunto de atividades que divulguem a sua região, as suas potencialidades, espaços e atividades. As equipas participantes assumem, com o apoio da EDP, a responsabilidade por todo o planeamento do intercâmbio, contactos e parcerias com entidades locais, gestão do orçamento e questões logísticas.
Os alunos foram recebidos na escola pelo adjunto do Diretor, Carlos Salvado, que deu as boas-vindas em nome da direção da escola e do Agrupamento. Seguiu-se a apresentação do programa e do desafio energético lançado pela EDP, liderada pelos alunos José Baltazar e Nuno Gonçalves.
À tarde, a comitiva foi recebida na Câmara Municipal pelo Prof. João Manso, Vice-Presidente do Município de Proença-a-Nova, que apresentou o concelho e as suas atrações para os dias quentes que se avizinham. Posteriormente, realizou-se um eco trilho de 4,8 km junto à praia fluvial da Fróia, onde os alunos exploraram a fauna, a paisagem e a história local, promovendo a entreajuda e a orientação apesar do calor.
O segundo dia de atividades começou com um tour turístico por Proença-a-Nova, passando pela Aldeia da Figueira, Montes da Senhora e Sobreira Formosa, onde conheceram aspetos florestais, gastronómicos e culturais do concelho.
À tarde, realizaram-se dois workshops: um sobre a tigelada de Proença-a-Nova, dinamizado por Maria João Barata, e outro sobre a produção tradicional de pão, conduzido pela Prof. Marta Teixeira. Ambos os workshops foram bastante participativos, com a confeção dos produtos finais no Restaurante Pedagógico da escola e no forno comunitário junto à Igreja Matriz de Proença-a-Nova.
Os alunos visitaram os Bombeiros Voluntários, o Seminário do Preciosíssimo Sangue e a Santa Casa da Misericórdia, onde doaram bens alimentares recolhidos durante a preparação do intercâmbio.
O último dia de atividades incluiu uma visita ao Centro de Ciência Viva da Floresta, onde aprenderam sobre a importância da gestão ambiental e a valorização da floresta como elemento central da cultura científica contemporânea.

*Andreia Gonçalves
Comunicação, Turismo e Eventos

Marinha Grande | TRABALHO VIDREIRO DEBATIDO EM CONFERÊNCIA

 “Estudar o Trabalho Vidreiro: para uma História à Boca do Forno” foi o tema da conferência proferida pela investigadora Emília Margarida Marques, que teve lugar no passado sábado,  25 de maio, no Foyer do Museu do Vidro, na Marinha Grande.
A iniciativa contou com a presença do presidente da Câmara, Aurélio Ferreira, e do investigador Jorge Custódio, para além do público que foi interagindo com a oradora, durante a apresentação.

O presidente da Câmara lembrou que aquela foi a última conferência do ciclo de encontros mensais de debates promovido pelo Município, que decorreu desde dezembro, no âmbito do 25.º aniversário do Museu do Vidro. Aurélio Ferreira esclareceu que o ciclo de conferências pretendeu divulgar e promover reflexões em torno do património material e imaterial vidreiro, que o Museu do Vidro preserva e divulga e que é tão importante para a identidade local.
Na sua comunicação, Emília Margarida Marques reconheceu o valor cultural, histórico e artístico dos vidreiros e explicou o âmbito do seu estudo, que documenta as técnicas e os processos que transformam a matéria bruta em obras de arte translúcidas, bem como narra as histórias de vida dos vidreiros, cujas mãos moldam e dão forma ao vidro incandescente. A apresentação percorreu alguns exemplos de investigações, em história e em antropologia, abordando a indústria, a técnica e o trabalho vidreiros, com especial foco no contexto da Marinha Grande. 

Emília Margarida Marques é investigadora no Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA-Iscte / IN2PAST) e no Instituto de História Contemporânea (IHC-NOVA FSCH / IN2PAST). Tem investigado e publicado, incidindo frequentemente na indústria vidreira e nos vidreiros e/ou no contexto marinhense, sobre temas como trabalho e técnica em contexto industrial; memórias do trabalho; trabalho, consumo, reprodução social e desigualdade; usos do filme industrial nas décadas intermédias do século XX em contexto português; memórias, identidades.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Estudo revela que menos 36% de portugueses com deficiência utilizam a Internet, um resultado pior do que a média da UE

 A utilização da Internet entre os residentes da UE com dificuldades de acessibilidade é 17% inferior à dos que não a têm, revela um estudo recente da Surfshark: https://surfshark.com/research/chart/internet-usage-gap-in-people-with-disabilities-eu  

Sou a Vaiva e trabalho no centro de investigação da Surfshark. Neste centro, dedicamo-nos a investigações baseadas em dados sobre o bem-estar, a privacidade e a cibersegurança digitais, entre outros temas que ajudam as pessoas a compreender o mundo digital. 


Principais resultados:
  • Portugal ocupa o 22.º lugar entre os 25 países analisados da UE. As pessoas com limitações de atividade em Portugal utilizam a Internet 36% menos, o que indica que a diferença na utilização da Internet é inferior à média da UE de 17%. Em Portugal, 56% dos residentes com limitações de atividade utilizam a Internet regularmente, em comparação com 88% dos residentes sem essas limitações.

  • Em comparação com Espanha, que ocupa o 11.º lugar, com uma diferença de utilização da Internet (diferença percentual de utilização da Internet entre pessoas com e sem limitações de atividade) de -15,6%, Portugal tem uma diferença maior (-36,4%). Quando comparado com França, que ocupa o 7.º lugar, com uma diferença de utilização da Internet de -11,9%, Portugal tem uma diferença mais acentuada (-36,4%).

  • Em média, mais de 91% das pessoas sem limitações de atividade na UE utilizam a Internet regularmente. No entanto, menos de 76% das pessoas com diferentes deficiências utilizam a Internet. A diferença entre as pessoas com limitações de atividade e as pessoas sem excede os 15 pontos percentuais, o que representa 18,9 milhões de pessoas com deficiência que são excluídas.

  • Os países com a menor disparidade entre pessoas com e sem deficiência que acedem à Internet são a Irlanda, os Países Baixos e a Finlândia, cada um com uma diferença inferior a 10% na utilização regular da Internet. Em contrapartida, os países que apresentam a maior disparidade são a Bulgária, a Grécia e a Polónia, onde a diferença na utilização regular da Internet é de aproximadamente 40%.

  • A inclusão não é uma realidade nos países menos ricos. Existe uma forte correlação (0,94) entre a riqueza de um país (traduzida no PIB per capita) e a diferença da utilização da Internet entre pessoas com e sem limitações de atividade. 

Daniel Casas, Responsável pela Acessibilidade no Fórum Europeu das Pessoas com Deficiência, afirma que "há três obstáculos principais que contribuem para esta diferença na utilização da Internet na UE. Em primeiro lugar, a inacessibilidade generalizada das plataformas digitais, com um número significativo de sites e aplicações que ainda não estão totalmente acessíveis às pessoas com deficiência. Em segundo, a falta de apoios públicos e o fator da disparidade económica desempenham um papel crucial, dado que as pessoas com deficiência têm frequentemente níveis de rendimento mais baixos, o que limita o seu acesso à Internet de alta velocidade, a tecnologias de assistência avançadas e aos mais recentes dispositivos de TIC. Em terceiro lugar, a taxa de desemprego superior entre as pessoas com deficiência não só afeta o estatuto económico, como também reduz o seu envolvimento diário com as tecnologias digitais utilizadas frequentemente no local de trabalho."

"É fundamental reconhecer o fosso digital e compreender que a verdadeira acessibilidade vai para além da simples conetividade. Os nossos conhecimentos sublinham que ter um PIB elevado nem sempre equivale a um acesso igual à Internet para as pessoas com deficiência. Embora haja ainda muito trabalho a fazer, hoje defendemos a consciencialização e o diálogo como passos essenciais para um mundo digital inclusivo para todos", afirma Lina Survila, porta-voz da Surfshark.

*Vaiva Norkunaite
Public Relations

Empreendedorismo nas Escolas 2023/2024 – Concurso Intermunicipal da CIMRL destinado ao 3.º ciclo é em Figueiró dos Vinhos

 No âmbito do projeto de “Empreendedorismo nas Escolas 2023/2024” decorre, no próximo dia 29 de maio, pelas 16h30, na Casa da Cultura, a apresentação dos projetos dos alunos do 3.º ciclo do Concurso Intermunicipal de Ideias Empreendedorismo nas Escolas 2023/2024 da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria.
Neste evento, participam as 10 escolas da CIMRL com os alunos vencedores das edições municipais, que agora vêm apresentar e defender os seus projetos, representando a sua escola e o seu concelho.
Esta iniciativa é promovida pela CIM Região de Leiria, em articulação com os 10 municípios que a integram e os respetivos agrupamentos de escolas. O objetivo principal passa por promover as competências empreendedoras dos alunos, num processo apoiado por técnicos da área e pela própria comunidade escolar.