quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Reguengos de Monsaraz assinala centenário do nascimento do poeta Gabriel Raminhos

O Município de Reguengos de Monsaraz vai assinalar durante o próximo fim-de-semana o centenário do nascimento do poeta reguenguense Gabriel Raminhos (1924-2020). O autor nasceu no dia 8 de dezembro de 1924 em Reguengos de Monsaraz e destacou-se na cultura do concelho, tendo publicado vários livros, nomeadamente “Do Sonho à Realidade”, “Lembranças do Alentejo”, “Quadras que ficam”, “As palavras depois dos oitenta”, “No Ensaio dos Sentimentos” e quatro volumes intitulados “Reflexos da Vida”. Gabriel Raminhos recebeu mais de duas centenas de prémios e menções honrosas em concursos e jogos florais e os seus poemas foram publicados em jornais de Reguengos de Monsaraz e de Carcavelos, onde estabeleceu residência.
O programa comemorativo abre no dia 7 de dezembro, a partir das 16h, no Auditório António Marcelino da Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz, com a inauguração da exposição biobibliográfica sobre a vida e as obras do autor e um recital de poesia com Manuel Sérgio, acompanhado à viola por José Farinha. Nesta cerimónia, a Junta de Freguesia de Reguengos de Monsaraz vai apresentar o Prémio de Poesia Gabriel Raminhos.

No domingo, dia 8 de dezembro, pelas 16h, vai ser descerrada a placa da Rua Gabriel Raminhos, localizada no Loteamento da Junqueira.

*Carlos Manuel Barão
Técnico Superior de Comunicação Social
Gabinete de Comunicação e Imagem

MUNICÍPIO DE ÉVORA CANDIDATA 63 MILHÕES DE EUROS PARA GARANTIR HABITAÇÃO DIGNA PARA MAIS DE 400 FAMÍLIAS CARENCIADAS

O Plano Local de Habitação de Évora está já em execução garantindo o apoio a diversas entidades, para além de beneficiários diretos que, sendo proprietários residentes, necessitam de apoio na reabilitação das suas habitações e se encontram em situação de carência financeira. Até 31 de março de 2024, o Município submeteu ao Programa de Recuperação e Resiliência - PRR mais de 70 candidaturas para apoiar 439 famílias do Concelho, no valor previsional de 63 milhões de euros nos próximos anos, dos quais 10 milhões já estão aprovados e em execução, aguardando-se a aprovação das candidaturas correspondentes ao restante, que deverá envolver perto de 300 famílias, em localizações dispersas por 14 bairros e freguesias rurais. 
Ontem (04/12/2024) foi dia de visita técnica do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana – IHRU, com oportunidade para constatar o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido: quatro habitações já reabilitadas no Centro Histórico, propriedade da Santa Casa da Misericórdia, uma outra privada na freguesia rural da Graça do Divor, e ainda a obra principal deste conjunto, a cargo da empresa municipal HABEVORA EM, que está a reabilitar um bloco de 12 habitações no Bairro da Malagueira, antes em ruínas, e que irão ser disponibilizadas, para arrendamento a preços acessíveis, no âmbito do arrendamento condicionado. 
Esta obra teve também a visita do Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, a fim de se inteirar do andamento dos trabalhos. No local, registou o esforço que o Município tem feito, ao nível do Concelho, no sentido de atenuar os efeitos da crise no setor da habitação que se tem vindo a agravar à dimensão nacional e até da Europa. Destacou o empenho do Município na captação dos recursos financeiros do PRR para construir e reabilitar habitação, e que já vai tendo efeitos práticos, evidenciados na obra agora em visita. 
Deixou ainda Carlos Pinto de Sá a nota de que está a ser proposto ao Governo que se encare a necessidade de prever a oferta de habitação a custos adequados para profissionais e técnicos que pretendam fixar-se em Évora, acompanhando a recente instalação de empresas, ou até o próprio Hospital Central do Alentejo, em construção. Por último a garantia de que o Município sempre estará disponível e aberto à colaboração institucional, sempre com o objetivo de minimizar os efeitos sociais negativos decorrentes da falta de habitação acessível para as famílias.

*Henrique Oliveira

CTCV debate potencial do país para a circularidade de materiais


Paula Vilarinho, professora e investigadora na Universidade de Aveiro, afirma que Portugal ainda está longe de atingir a circularidade efetiva e que “o papel da indústria é fundamental neste desígnio”. Na intervenção de encerramento no seminário temático "O Impacte da Circularidade dos Materiais nas Cadeias de Valor, realizado no iParque, em Coimbra, promovido pelo CTCV e pela Sociedade Portuguesa de Materiais (SPM), a também vice-presidente da Federação das Sociedades Europeias de Materiais (FEMs) perguntou "porque é que não fazemos mais? O que nos falta?"
“Num país democrático, a indústria deve fazer pressão para reduzir a desburocratização na aplicação das leis para potenciar a circularidade de materiais”, afirmou Paula Vilarinho.
Este seminário foi uma oportunidade para profissionais, investigadores e estudantes que procuraram compreender melhor o impacto da economia circular nas indústrias modernas e como a implementação de cadeias de valor sustentáveis pode ser um catalisador para a inovação e a competitividade.
Na mesma ocasião, António Silva, geólogo e investigador em recursos minerais no CTCV, defendeu que o Critical Raw Materials Act (CRM Act), “representa uma oportunidade única para Portugal consolidar o seu papel como fornecedor estratégico de matérias-primas críticas na Europa, desde que consiga superar desafios relacionados à aceitação local, burocracia e infraestrutura de processamento”.
“Com uma abordagem focada na sustentabilidade, inovação e na criação de valor local, Portugal pode transformar a sua riqueza mineral num motor de crescimento económico e contribuir para a autonomia estratégica da União Europeia”, defendeu.
António Silva lembrou que Portugal possui “riqueza geológica, localização estratégica e, com a promoção de parcerias público-privadas, pode ultrapassar o que, à partida, seria uma capacidade industrial limitada”.
“Temos reservas significativas de lítio, particularmente na região do Norte, o que lhe confere um papel estratégico no fornecimento de matérias-primas críticas, como o lítio, mas possui potencial para outros minerais como estanho, tungsténio e terras raras, que podem ser mais valorizados com investimentos adequados em prospeção e tecnologia”, disse António Silva.
Neste seminário participaram ainda Sophie Patrício (CCDRC), que apresentou a estratégia do Centro para a Economia Circular e foi apresentado um pitch de iniciativas e case studies de economia circular de materiais de José Silva (MCS), Nelson Marques (RECER), Regina Santos (CTCV), Marisa Almeida (CTCV), Beatriz Freitas (AIVE), Nuno Vieira (BA Glass), Giulia Resta (Cluster Mineral Resources), Pedro Roseiro (INOV), Bernardo Pacheco (INOV) e Paula Vilarinho (Universidade de Aveiro). Nesta iniciativa promovida pelo CTCV enquanto Centro de Tecnologia e Inovação, foram vários os exemplos de projetos que estão a ser desenvolvidos no âmbito da agenda mobilizadora Ecocerâmica e Cristalaria de Portugal, apoiada pelo PRR, que culminou com a visita dos participantes ao laboratório hipocarbónico do CTCV, onde estão a ser realizados ensaios de produto em ambientes de queima híbridos (eletricidade, gás natural e gases renováveis como o hidrogénio).

*Nuno Nossa

AAIPCA recebe ENDA em Barcelos


A Associação Académica do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (AAIPCA) será anfitriã do Encontro Nacional de Direções Associativas (ENDA), o maior fórum de discussão sobre o Ensino Superior em Portugal, que se realizará em Barcelos, no Auditório São Bento Menni (Casa São João de Deus), nos dias 7 e 8 de dezembro. 
O evento reunirá mais de 300 dirigentes de estruturas estudantis de norte a sul do país, promovendo o debate sobre os principais desafios e oportunidades no Ensino Superior. Durante o encontro, serão aprovadas propostas em temas estruturantes como RJIES, Ação Social, Acesso, Inovação Pedagógica e inclusão. As decisões tomadas serão posteriormente entregues a ministérios, conselhos coordenadores e outras entidades competentes, com o objetivo de influenciar as políticas públicas e reforçar a voz dos estudantes no processo de decisão. 
Para o Presidente da AAIPCA, João Salazar, “acolher o ENDA é um privilégio e uma responsabilidade, pois é aqui que se delineiam as prioridades do movimento associativo estudantil e se promove uma reflexão conjunta sobre o futuro do Ensino Superior”. O ENDA apresenta a seguinte ordem de trabalhos:

O ENDA apresenta a seguinte ordem de trabalhos: 
• Plenário A: Plenário Inicial; 
• Plenário B: Ação Social e Abandono Escolar; 
• Plenário C: Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior; 
• Plenário D: Acesso ao Ensino Superior; 
• Plenário E: Inovação Pedagógica; 
• Plenário F: Medidas Conjuntas; 
• Plenário G: Órgãos Nacionais; 
• Plenário H: Plenário Final. Barcelos, 5 de dezembro de 2024 

*O Presidente da Direção da AAIPCA

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE INSTALA OLEÕES NO CONCELHO

 O Município da Marinha Grande instalou, esta semana, 25 óleos em todo o concelho, para a recolha de óleos alimentares usados (OAU), como forma de evitar a contaminação das águas e solos e facilitar o seu reaproveitamento.
Os óleos alimentares quando eliminados para o solo ou para a rede de saneamento constitui um potencial perigo de contaminação quer ao nível de aquíferos, ribeiras, águas do mar ou até mesmo dos solos. A título de exemplo, 1 litro de óleo doméstico eliminado através do esgoto, chega a contaminar, de uma só vez, 1 000 000 de litros de água.
A recolha seletiva de OAU permite o aproveitamento de uma matéria-prima, já que possui um elevado potencial de recuperação, podendo ser aproveitado para a produção de sabão ou de biodiesel.
Para o respetivo acondicionamento, deve ter-se em conta que:

Terminado o ciclo de utilização do óleo alimentar (óleo de fritura, azeite, óleo de conservas), deixe-o arrefecer, remova os restos de comida, coloque-o numa garrafa de plástico e feche bem (escolha uma garrafa de plástico usada, pois não deve utilizar garrafas de vidro ou garrafões);
De seguida basta procurar um ponto de entrega de óleos - oleão e depositar a sua garrafa dentro do mesmo. Não deixe a garrafa fora do oleão!
- Nunca deve despejar o óleo diretamente no oleão.

Os oleões encontram-se instalados nos seguintes locais:
Freguesia da Marinha Grande 
- Rua Fernando Pessoa – Escola Nery Capucho - Marinha Grande 
- Rua Quinta das Nespereiras – Ao Lado da Leiria International School – Marinha Grande. 
- Rua Central – Perto capela Garcia Marinha Grande
- Rua de Francos c/ Rua da Capela – Amieira - Marinha Grande 
- Praceta Alípio Reis – Ordem - Marinha Grande
- Av. Vítor Gallo c/ Rua das Piscinas – Marinha Grande
- Rua Amílcar Paulo Grilo – Frente a Igreja – Pilado Marinha Grande
- Rotunda das Portas Verdes (Atrium) – Marinha Grande
- R.32 c/ Rua Álvaro Ferreira Da Silva – Casal Galego - Marinha Grande
- Rua da Juventude – Picassinos - Marinha Grande
- Rua da Covinha c/ Rua António Maria Da Silva – Comeira - Marinha Grande
- Estaleiros Municipais da Marinha Grande – Rua do Matadouro, Nº4 – Marinha Grande 
- Rua das Laranjeiras à Garcia – Escola do Engenho Marinha Grande 
- Rua Gen. Humberto Delgado – Casal do Malta - Marinha Grande
- Av. Do Farol c/ Rua dos Naturais – São Pedro Moel 
- Largo das Antigas Serrações – São Pedro de Moel 

Freguesia de Vieira de Leiria 
- Largo 1º de maio. Rua da Boavista Praia da Vieira
- Av. dos Pescadores – Praia Vieira
- Av. Marginal – Praia Vieira 
- Rua José Moreira – Vieira de Leiria
- Rua 25 de Abil – Vieira de Leiria
- Largo República - Vieira de Leiria
- Rua Principal do Boco c/Rua da Cerca – Vieira de Leiria

Freguesia da Moita 
- Rua 1.º Dezembro c/ TV. Padre Franklin – Moita
- N242 – Nº58 - Junta de Freguesia da Moita – Moita.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Aveiro | Parque Infante D. Pedro com nova ponte e espaço lúdico para os mais novos; Início das obras de reabilitação da Rua de Santa Eufémia; Câmara de Aveiro investe 150 mil euros em obra de qualificação da Reserva em São Jacinto


I – Parque Infante D. Pedro com nova ponte e espaço lúdico para os mais novos
 A Câmara Municipal de Aveiro (CMA) informa que está concluída a obra de instalação de uma ponte nova junto à Casa de Chá e de requalificação do espaço lúdico a nascente do Parque da Cidade de Aveiro / Parque Infante D. Pedro, a que correspondeu um investimento no valor de 246 mil euros, executado pelo empresa Empribuild, Lda..
Tal como definido no projeto, a empreitada permitiu reabilitar e adicionar novos equipamentos infantis, melhorando o conforto, a acessibilidade e a qualidade da oferta neste Parque. No âmbito da requalificação, foram consolidados os caminhos, com a reorganização das circulações e dos espaços lúdicos, reforçada a iluminação pública e valorizados os locais de acesso às crianças.
Outra das ações relevantes tratou-se da substituição de uma antiga ponte em madeira ( que tinha sido encerrada ao público por falta de condições de segurança), por uma nova ponte em madeira, semelhante à anterior.
Em todo o espaço foi feita a plantação de novas árvores, dando continuidade às existentes no Parque Infante Dom Pedro e no Parque dos Amores, diminuindo com isso a clareira existente na zona e prosseguindo com a opção e estratégia política da CMA de reflorestação e cuidado permanente das áreas verdes por todo o Município.
II – Início das obras de reabilitação da Rua Direita de Vilar, Rua de Santa Rita e Rua de Santa Eufémia
A Câmara Municipal de Aveiro (CMA) informa que teve início a obra de reabilitação da Rua Direita de Vilar, Rua de Santa Rita e Rua de Santa Eufémia, União de Freguesias da Glória e Vera Cruz, a que corresponde um novo investimento no valor de 784.400€ à Urbiplantec - Urbanizações e Terraplanagens, Lda..
No quadro da estratégia e opção política de prioridade à qualificação urbana por todo o Município, a Câmara de Aveiro considera premente renovação deste conjunto de arruamentos que totalizam uma extensão de 1,45 km.
De acordo com o projeto, a obra vai melhorar a qualidade visual e de arranjo urbanístico do circuito, aumentar a segurança e o conforto na utilização da infraestrutura viária e pedonal, qualificar as redes de águas pluviais, incentivar o comportamento adequado dos utilizadores e aumentar a qualidade de vida das populações que serve.
Tratam-se de arruamentos bastante desgastados pela intensidade de tráfego muito significativa que suportam, nomeadamente a circulação entre a Estrada de São Bernardo e a rotunda junto ao Parque de Exposições de Aveiro.
Prossegue assim o investimento regular distribuído por todo o Município, devidamente planificado e com sustentabilidade financeira, visando a conservação e qualificação do espaço público, gerindo bem a opção de cumprirmos os compromissos que assumimos.

III – Câmara de Aveiro investe 150 mil euros em obra de qualificação da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto
No quadro do processo da cogestão da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, que a Câmara Municipal de Aveiro (CMA) lidera, o seu Presidente, Ribau Esteves, decidiu adjudicar a obra de reabilitação de equipamentos e condições de visitação da Reserva, à empresa Pinusvalue – Valorização recursos Florestais, Lda., pelo valor de 149.998,78€.
De forma global a empreitada irá focar-se na reabilitação dos percursos pedonais de acesso ao cordão dunar, com a reparação das estruturas de madeira, qualificação de caminhos e aplicação de medidas mitigadoras do desgaste, provocado pelas condições climatéricas a que os materiais se encontram sujeitos e melhoria da sinalização de acesso, de serviços e de circulação no interior do Reserva.
Outro dos destaques da obra vai para a construção de um novo observatório de fauna, uma estrutura a ser instalada a dois metros de altura e que vai substituir uma antiga estrutura que devido ao estado avança de degradação não permite restaurar.
Para a CMA esta obra é muito importante para o objetivo assumido de continuar o processo de qualificação e aumento da qualidade da oferta da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, possibilitando o bem-estar e uma experiência diferente no contacto com a natureza aos seus visitantes.

*Simão Santana
Adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Aveiro


Cantanhede | Patente na Biblioteca Municipal até 7 de janeiro. “Nasceu um menino…” mostra presépios feitos por utentes da APPACDM

 
A Biblioteca Municipal de Cantanhede tem patente a exposição de presépios “Nasceu um menino…” até ao dia 7 de janeiro de 2025, resultado do trabalho realizado nas oficinas de cerâmica pelos utentes do Centro de Atividades de Capacitação e Inclusão de São Silvestre (CACI), unidade da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Coimbra.
A inauguração da mostra aconteceu esta terça-feira, dia 3 de dezembro, e contou com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Pedro Cardoso.
Na ocasião, o autarca felicitou as monitoras e os utentes do CACI de São Silvestre, responsáveis pelos trabalhos expostos e reconheceu à instituição convidada “a oportunidade de acolher na Biblioteca uma mostra artística que tão bem espelha a temática natalícia”, elogiando, ainda “a preciosidade e beleza dos presépios expostos”.
Há 21 anos consecutivos, a Biblioteca Municipal de Cantanhede celebra a época natalícia até ao Dia de Reis, a 6 de janeiro, com exposições de trabalhos artísticos dedicados à temática do "presépio".
Nesta mostra é possível apreciar várias dezenas de trabalhos em cerâmica, representando a natividade e as figuras que compõem o tradicional presépio. As peças foram elaboradas em várias cores, com recurso a várias técnicas e apontamentos.
O Centro de Atividades de Capacitação e Inclusão de São Silvestre é um equipamento da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Coimbra, que apoia diariamente 123 pessoas com deficiência intelectual.
O objetivo principal do CACI é promover a autonomia, a inclusão social e a qualidade de vida das pessoas apoiadas pela instituição, preparando-as para uma vida mais independente e participativa na sociedade.
As Atividades Socialmente Úteis são uma componente fundamental dos Centros de Atividades de Capacitação e Inclusão, uma vez que permitem aos seus utentes o desenvolvimento de novas competências de trabalho em variadas áreas de trabalho, nomeadamente na cerâmica, na costura, na doçaria, na pintura, na jardinagem, entre outras.
Relativamente à área da cerâmica, esta unidade integra 15 utentes nas suas atividades, criando peças inovadoras, enquanto exploram novas técnicas e materiais.