sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Macroscópio – O último fim-de-semana

Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!

É já na próxima terça-feira, dia 8, que os americanos vão escolher o próximo presidente dos Estados Unidos. Estamos por isso a entrar no último fim-de-semana de campanha, a altura em que se esgotam os últimos cartuchos. Inevitavelmente o Macroscópio tem de regressar a esta campanha, até para ajudar os leitores a perceberem até que ponto a corrida ainda está em aberto – ou, por outras palavras, até que ponto ainda é possível que Donald Trump venha a ser eleito.
 
Em Portugal é muito comum vermos títulos sobre sondagens onde se dramatiza este ou aquele resultado, isolando a sondagem que, por ter saído num órgão de informação importante, mais atenção concentra naquele momento. Na verdade a realidade é muito mais complexa, como os leitores desta newsletter sabem, pois todos os dias são conhecidas dezenas de novas sondagens, umas nacionais, outras realizadas nos Estados onde o resultado das eleições se pode decidir, da Florida ao Ohio passando pela Pensilvânia ou pela Carolina do Norte. Por isso Nuno Martins fez hoje no Observador um apanhado do que tem vindo a ser publicado, em que procura responder à questão Com tanta sondagem, quem é que tem razão? É um trabalho onde se explica a diferença entre o significado das sondagens nacionais – onde, em media, Hillary continua a liderar – e as sondagens estatuais – onde a vantagem da candidate em alguns estados decisivos tem vindo a diminuir ou mesmo a desaparecer. Citam-se em especial as contas do Politicosobre o “swing states” e o barómetro do nosso conhecidoFiveThirtyEight.
 
Quanto a este site, à hora a que escrevo a sua estimative é que Trump tem 34,9% de probabilidade de ganhar (mais do dobro do que tinha há uma semana) e Hillary tem 65,1%, como mostra o mapa que reproduzo a seguir:
 
 
A estimativa do New York Times era mais favorável a Hillary (84% contra 16%). Quanto a sondagens nacionais, no RealClearPolitics a média das mais recentes apontava para uma vantagem de 1,6% de Hillary Clinton, sendo que nesse site a estimativa de votos eleitorais dizia-nos que a democrata ainda só tinha 216 seguros (são necessários 270 para se ser eleito), sendo que haverá ainda 158 votos eleitorais em disputa nos estados que tanto podem cair para o lado da candidata democrata como do candidato republicano. Já projecção do Wall Strett Journal, mesmo usando a mesma base, é mais favorável a Hillary, considerando que esta está a caminho de garantir 278 votos eleitorais. Ou seja, há ainda grande variação nas estimativas mesmo usando os mesmos números, apenas diferendo os modelos estatísticos.

Quanto a comentários, o nosso conhecido Nate Silver procurava ontem explicar Why Clinton’s Position Is Worse Than Obama’s. O seu argumento é que a democrata poderá vir a ter mais votos do que Obama em estados onde a eleição está decidida à partida (como a Califórnia, que votará Hillary, ou o Texas, que não deverá deixar de votar Trump) e vir a perder votos que lhe fazem imensa falta em estados como o Ohio ou a Florida, onde a vitória se deverá decidir por uma margem escassa. Ora, como ele notava, “if she’s trading voters in Ohio and Iowa for those in Texas and Maryland, she’s not getting the better side of the deal.”
 
Já hoje o mesmo Nate Silve escrevia que National Polls Show Clinton’s Lead Stabilizing — State Polls, Not So Much. Em concreto: “National polls tend to suggest that Donald Trump’s momentum has halted, and that Clinton may even be regaining ground. But Trump is getting his share of good results in state polls, which both show competitive races in some of Clinton’s “firewall” states and favorable trend lines for Trump.” Ou ainda: “It’s not clear that things are getting any worse for Clinton, but it’s also not clear that they’re getting better — and we’re at the point where even a 1-point swing in either direction would be a big deal, since a 4-point lead for Clinton would be quite a bit safer than a 2-point one.”
 
Mas deixemos agora os números e passemos a algumas análises. No meu mais recente Macroscópio referi-vos uma reportagem que eu próprio fiz nos Estados Unidos – As duas Américas já nem falam entre si – onde vos referia as conversas que tive em vários think tanks de Washington (aonde estive no quadro de uma parceriado Observador com a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento) e traçava o quadro de um país profundamente dividido. Recordo esse texto porque John Cassidy escreveu na New Yorker um texto com exactamente o mesmo ponto de partida: Two Americas: Why Donald Trump Still Has a Lot Of Support. Ao lê-lo encontrei uma citação de um grande primeiro-ministro inglês do século XIX, Benjamin Disraeli, que a propósito das clivagens que a industrialização criara na Grâ-Bretanha escreveu uma frase que se aplica como uma luva à realidade americana: agora temos “two nations between whom there is no intercourse and no sympathy; who are as ignorant of each other’s habits, thoughts, and feelings, as if they were dwellers in different zones, or inhabitants of different planets.”
 
Um outro texto da New Yorker, uma grande reportagem de George Packer, Hillary Clinton And The Populist Revolt, abordava também o mesmo problema, agora pelo ângulo do que se está a passar com o eleitorado branco das classes trabalhadoras e chegando a conclusões muito semelhantes sobre a tribalização da política nos Estados Unidos: “More and more, we live as tribes. It’s easier and more satisfying to hunker down with your cohort on social media than to take up Obama’s challenge and get in someone else’s head. What’s striking is the widespread feeling that liberal values are no longer even valuable—a feeling shared by many people who think of themselves as liberals.”
 
 
Isto leva-me directamente ao ensaio desta semana do Wall Street Journal, How to Get Beyond Our Tribal Politics - Whether Hillary Clinton or Donald Trump wins Tuesday, understanding the psychological causes of our national rift can help us bridge it. Neste interessante texto, Jonathan Haidt e Ravi Iyer recordam um provérbio beduíno – “Me against my brother, my brothers and me against my cousins, then my cousins and me against strangers.” – para sublinharem o carácter tribal da natureza humana. Depois de analizarem a forma como a luta política tende a explorar essa nossa forma de ser, sublinhavam como se está a ir longe demais e é necessário encontrar formas de voltar a cerzir uma sociedade deslassada: “This has been a frightening year for many Americans. Questions about the durability, legitimacy and wisdom of our democracy have been raised, both here and abroad. But the true test of our democracy—and our love of country—will come on the day after the election. Starting next Wednesday, each of us must decide what kind of person we want to be and what kind of relationship we want to have with our politically estranged cousins.”
 
Como não quero começar já a sugerir-vos guias para compreender e seguir do resultados eleitorais – vou deixar isso para o último Macroscópio antes da noite eleitoral – vou acabar por hoje com uma sugestão obrigatória e um brinde especial.
 
A sugestão obrigatória é o editorial da The Economist, que como sempre deu a sua indicação de voto e fê-lo para apoiar Hillary Clinton, de uma forma até mais afirmativa do que alguns poderiam esperar e concebendo uma capa poderosa com base na imagem que ilustra esta newsletter. Em America’s best hopeescreve-se, por exemplo, que “Mrs Clinton is a better candidate than she seems and better suited to cope with the awful, broken state of Washington politics than her critics will admit. She also deserves to prevail on her own merits.” Ou seja, merece vencer, não apenas tem de vencer para que Trump não possa ser eleito. A velha revista britânica manifesta mesmo algum entusiasmo pela personalidade de Hillary, considerando que apesar da retórica da sua campanha, “In Britain her ideological home would be the mainstream of the Conservative Party; in Germany she would be a Christian Democrat.”
 
O brined é o primeiro texto no Observador de Germano Almeida, um jornalista especializado em temas norte-americanos - é autor dos livros “Hillary Clinton – Nunca é Tarde para Ganhar” (novembro 2016), “Por Dentro da Reeleição” (abril 2013) e “Histórias da Casa Branca” (maio 2010) – que convidámos para escrever um conjunto de especiais que publicaremos nos próximos dias. Hoje saiu o primeiro, Os americanos estão numa relação com Michelle — e não é complicado, e nele se conta como os eleitores estão apaixonados pela Primeira Dama, um encantamento tardio mas ainda a tempo de tornar Michelle Obama na verdadeira estrela da campanha mais feia, tensa e bizarra dos últimos anos. Pequeno extracto: “Inspiradora, Michelle Obama consegue tocar o coração dos eleitores. É, nesse aspeto, muito mais eficaz em campanha do que tem sido Hillary, que apesar da extrema preparação nos assuntos, não tem o dom da persuasão. Um pouco como fazia Barack em 2008 (menos em 2012, depois de quatro anos de choque da realidade com o poder), Michelle é capaz de pôr o dedo na ferida sem magoar. De falar diretamente ao bom senso das pessoas, algo cada vez mais difícil no clima dividido e maniqueísta que se vive na política e na sociedade americana.”
 
E por hoje é tudo. Tenham um bom fim-de-semana e preparem-se para uma semana de emoções fortes, com eleições americanas na terça-feira e um Web Summit toda a semana reunido em Lisboa. 

 
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XXXIII Festa do Castanheiro - Feira da Castanha de Marvão


O Município de Marvão promove, nos dias 12 e 13 de novembro, a 33ª edição da Festa do Castanheiro - Feira da Castanha. Este ano, com mais de dois mil litros de vinho da região e cinco toneladas de castanha à disposição dos visitantes, em quatro tradicionais magustos.
 
Para as 10h00 de sábado, na Tenda dos Produtores Locais (Largo do Terreiro), está agendada a Bênção da Castanha e a inauguração oficial da XXXIII Festa do Castanheiro - Feira da Castanha de Marvão.
 
O certame conta ainda com uma exposição temática dedicada à castanha e ao castanheiro, artesãos a trabalhar ao vivo, dezenas de pontos de venda, uma tenda de produtores locais, onde os visitantes poderão encontrar produtos hortícolas, frutos secos, enchidos, queijos, vinhos, licores, azeite, compotas, ou doces caseiros, e uma área de restauração.
 
Neste fim-de-semana, os nossos visitantes podem assistir a diversos espetáculos de animação circense e música popular portuguesa, com as atuações de José Malhoa, Kumpania Algazarra, Cabra Cega e Cant’Areias.
 
A Quinta Pedagógica das Avelãs (situada na Portagem) associa-se também à 33ª edição da Feira da Castanha e promove, no sábado e domingo, às 11h e 16h, magustos no forno para os seus visitantes. Já em Marvão, mediante a apresentação do bilhete da Quinta Pedagógica, estes visitantes terão entrada gratuita no certame.
 
Ainda na Portagem, mais concretamente no Moinho da Cova, entre as 11h e as 17h (de sábado e domingo), poderão degustar-se os produtos típicos da Terrius.
 
Durante a Feira da Castanha, a entrada no Castelo de Marvão (Monumento Nacional) é gratuita, para que os visitantes possam apreciar este património histórico e contemplar paisagens fantásticas, com uma visão de 360º, desde a Torre de Menagem, ou da Torre da Bandeira.
 

No âmbito deste evento decorre, entre 12 e 27 de novembro, em 14 restaurantes aderentes do concelho, a Quinzena Gastronómica da Castanha. Durante estes dias, as ementas dos restaurantes são valorizadas com pratos confecionados à base de castanha. Uma ocasião única para saborear as melhores e mais variadas receitas, feitas à base do fruto, classificado como produto de Denominação de Origem Protegida (DOP).


Dr. António Ascenção recebe Medalha de Mérito da Ordem dos Médicos

O Conselho Nacional da Ordem dos Médicos vai atribuir a Medalha de Mérito ao Médico Pediatra, António Madeira Ascenção, por ter contribuído de forma relevante com a sua atividade e mérito pessoal para a dignificação da profissão médica, bem como da Medicina Portuguesa.

Esta homenagem terá lugar hoje, dia 4 de Novembro pelas 17h30 no decurso do 19º Congresso Nacional de Medicina, que se realiza em Coimbra e contará com a presença do Bastonário da Ordem dos Médicos, Prof. Doutor José Manuel Silva, do Presidente do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos, Dr. Jaime Mendes e do Presidente da Sub-região de Portalegre da Ordem dos Médicos, Dr. Jaime Azedo.


Cláudia Azedo
Sub-região de Portalegre da Ordem dos Médicos
Rua de São Bernardo loja 2
7300-074 Portalegre


Sismo de magnitude 6,4 atinge região centro do Chile

Resultado de imagem para Sismo de magnitude 6,4 atinge região centro do Chile
As autoridades adiantam que não há perigo de tsunami. Não há, até ao momento, relato de danos pessoais ou materiais.
Um sismo de magnitude 6,4 na escala de Richter atingiu esta sexta-feira a região centro do Chile, não existindo até ao momento relatos de danos pessoais ou materiais, segundo o Centro Nacional de Sismos (CSM).
O tremor de terra, registado ao início da tarde, foi sentido na capital Santiago do Chile e provocou o pânico entre os moradores, relataram jornalistas da agência noticiosa francesa AFP.
De acordo com o centro de sismologia norte-americano, o epicentro ocorreu a 72,42 quilómetros da cidade de Talca, a sudeste da capital chilena, a uma profundidade de 90,12 quilómetros.
Segundo a Marinha do Chile, o tremor de terra não apresenta as características capazes de gerar um tsunami.
Situado no círculo de fogo do Pacífico, o Chile está geograficamente localizado numa zona de grande atividade sísmica. É, aliás, um dos países mais propensos do planeta a ser afetado por tremores de terra. Em 1960, o país sul-americano foi afetado por um sismo de magnitude 9,5, o maior alguma vez registado.
Em 2010, o país registou um dos maiores sismos dos últimos anos, com o tremor de terra a atingir uma magnitude de 8,8, o que causou a morte a mais de 500 pessoas e desencadeou um tsunami.
Uma das maiores preocupações deste país são as minas de cobre, até porque o Chile é o maior exportador mundial deste metal. A maioria das minas está localizada a norte do país, uma zona que, segundo a agência Reuters, não foi afetada pelo abalo desta sexta-feira.
A principal exceção é a mina El Teniente, da Coldeco, que está localizada na região onde se sentiu o tremor de terra. Um porta-voz da Coldeco adiantou à Reuters que os trabalhos não foram afetados
TSF

Organização Florestal Atlantis promove ação de formação sobre “Podas e Desbastes Florestais”

Cartaz OFA Formação Podas 2016.cdr
“Podas e Desbastes Florestais” é o tema da ação de formação que vai decorrer na Praça Marquês de Marialva, no próximo dia 12 de Novembro, das 9h30 às 18h00. Promovida pela Organização Florestal Atlantis (OFA) - Associação de Desenvolvimento Florestal, a iniciativa é dirigida aos proprietários florestais da região, que para participarem têm obrigatoriamente que se inscrever previamente através junto da entidade promotora (tlm: 926141000 ou email: geral@ofatlantis.org). No final serão entregues aos intervenientes os respetivos certificados de formação.
Este curso surge na sequência de outro também promovida pela OFA sobre “Enxertia de Pinheiro Manso”, durante a qual foi detetada a carência da generalidade dos produtores relativamente a conhecimentos técnicos específicos em algumas áreas da gestão florestal.
É precisamente esse diagnóstico que está na origem da formação sobre “Podas e Desbastes Florestais, tanto mais que a região apresenta um considerável potencial para a produção de espécies destinadas à serração, além de que, a correta condução dos povoamentos desde a sua origem, nomeadamente através da realização de podas e desbastes, favorece a valorização da madeira.
Com coordenação pedagógica da Fly-Form, entidade com ampla experiência no sector da formação, este curso de formação será orientado por Francisco Caetano, engenheiro de recursos florestais especializado na área da silvicultura e arboricultura florestal, nomeadamente em podas e desbastes, tendo já ministrado mais de 100 cursos nesta área.
A OFA - Organização Florestal Atlantis é uma associação de desenvolvimento florestal, sem fins lucrativos, com intervenção nos concelhos de Anadia, Cantanhede, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Oliveira do Bairro e Vagos. A ação da OFA é transversal a toda a fileira e visa apoiar, representar e integrar todos os intervenientes da dloresta, desde o proprietário privado até à Industria, passando pelos centros de conhecimento e investigação e pelas entidades públicas com ação no domínio florestal.
Mira Online | Novembro 4, 2016 às 6:07 pm

Menina atropelada no Areal

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Uma menina de 12 anos de idade, residente em Carromeu de Cima, foi atropelada esta tarde no cruzamento entre a Rua do Areal e a Rua do Salão, em Mira.
Ela descia a Rua do Salão quando, talvez devido à chuva que se fazia sentir, acabou por embater numa viatura de dois lugares que seguia no sentido Areal - Mira.
Como consequência, teve de ser transportada para o Hospital Pediátrico de Coimbra, tendo sido considerada como "ferido leve" , sendo diagnosticada uma possível fratura no membro inferior esquerdo na região do tornozelo. Para além disto, também teve escoriações nesse mesmo membro e na região do frontal, onde houve cortes superficiais, devido ao embate com o parabrisas do veículo.
Foi prontamente assistida pelos Bombeiros de Mira que para lá seguiram, com 1 ambulância SIV 2 elementos e também pelos enfermeiros que vieram de Cantanhede e que ministraram a medicação para evitar as dores.
Os Bombeiros receberam o alerta pelas 14:16 horas. Também estiveram presentes a GNR com 2 elementos que tomaram conta da ocorrência
Mira Online
Mira Online | Novembro 4, 2016 às 5:49 pm

Hora de Fecho: Com tanta sondagem, quem é que tem razão?

Hora de fecho

As principais notícias do dia
Boa tarde!
Nos últimos dias há sondagens para todos os gostos: numas vence Trump, noutras continua Hillary na frente. Em que ficamos? Bem... é complicado. Mas aqui vão algumas explicações.
É o segundo dia de discussão na generalidade do Orçamento do Estado. Depois de na quinta-feira ter sido Mário Centeno a fazer a defesa do Orçamento, é a vez de António Costa entrar em campo.
Um sismo de magnitude 6,4 na escala de Richter abalou esta sexta-feira a região de Talca, no centro do Chile. A marinha chilena informou que é improvável que o abalo provoque um tsunami.
O grupo terrorista poderá estar a planear atentados nos estados de Nova Iorque, Texas e Virgínia. A ameaça, ainda por confirmar, levou as agências federais norte-americanas a emitirem um alerta.
Os preços dos combustíveis vão descer a partir da próxima segunda-feira nos postos de abastecimento em Portugal, refletindo a forte desvalorização do petróleo nos mercados internacionais.
Tire as dúvidas com a ajuda destas 11 perguntas e respostas sobre o programa especial que vai permitir aos contribuintes regularizarem as suas dívidas ao Fisco e à Segurança Social.
A empresária que pôs o Brexit em tribunal tem recebido insultos e ameaças de morte. Diz que não quer reverter o resultado do referendo, apenas apurar os fundamentos legais. "Fiz o que tinha de fazer."
Theresa May quer acionar processo de saída da UE em março de 2017, para em meados de 2019 Reino Unido já estar fora da União. Mas decisão do tribunal londrino pode alterar os planos. Como fica?
A cidade italiana de Florença sofreu um dos maiores desastres naturais do país em 1966. Dezenas de pessoas morreram e milhares de obras de arte foram destruídas. Veja aqui as imagens.
Acaba a época no baseball com a épica vitória dos Cubs e é hora de balanço. Para Zack, a contabilidade é de 842 bolas em 27 estádios. No total de uma carreira de 26 anos, 9.475 bolas. Catrabolas!
Noah de apenas três anos foi diagnosticado com cancro. Michael Buble e a mulher já cancelaram vários compromissos profissionais para poderem apoiar o filho na recuperação. 
Opinião

Rui Ramos
O governo espera controlar o país através de um “clientelismo de massa”, que compreende o funcionalismo público, os pensionistas de maiores rendimentos e os banqueiros do Estado -- um "chavismo rico".

Maria João Avillez
Acenarem com graciosas novas praças ou tapetes de relva não me comove por aí além se o resto ou grande parte dele – o real dia a dia, a rotina quotidiana, o “viver aqui” – permanecer uma luta desigual

Miguel Tamen
Não é claro que poder sentir as mesmas coisas que os outros, sobretudo se esses sentimentos forem de aflição, dependa de um esforço que possamos fazer. E também não é claro que o devamos fazer sempre 

Luis Carvalho Rodrigues
Quem trabalha nos hospitais já sabe há algum tempo que o dinheiro para compras escasseia e que o serviço começa a ressentir-se. Todos sabem que isso resulta da reposição acelerada dos cortes salariais

Pedro Afonso
Vivem-se tempos de decadência. Só assim se compreende que existam personagens políticas, com comportamentos patológicos, nomeadamente de mentira compulsiva, que continuam a ocupar o espaço público.

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