quinta-feira, 3 de junho de 2021

Ciclaveiro apresenta a “Casa da Bicicleta - Ciclaveiro” no “Congresso Ibérico” em Barcelos, no dia 04 de junho


A “Casa da Bicicleta - Ciclaveiro” vai ser uma das apresentações do “Congresso Ibérico - A Bicicleta e a Cidade” que este ano vai decorrer em Barcelos sob o tema “A Era da Infraestrutura”, nos dias 03, 04 e 05 de junho, organizada pela FPCUB.

Braços … em exposição


A Bicicleta Tricot “Malha no Pedal”, está em exposição na Casa da Cultura de Ílhavo, até ao dia 5 de Setembro na Exposição “Braços” organizada pela Associação AGIL.

Este projecto que evoluirá com a participação do público na construção de uma bicicleta que faz tricot, numa parceria entre a Ciclaveiro e a Tricot’Aveiro, estando neste momento na fase de construção da máquina de tricot e de recolha de lã pela comunidade. Para que este projeto possa crescer, precisa de doações de fio (no máximo, fio correspondente a agulha nº 4) que pode ser entregue no Centro Cultural de Ílhavo ou na Casa da Bicicleta.

Rota Segura para a Escola fecha rua em frente à escola como medida experimental

Com o objetivo de testar soluções para melhorar a segurança e conforto nas entradas escolares, a Escola João Afonso embarcou numa experiência pioneira em Aveiro criando, de forma provisória, um perímetro escolar sem carros no acesso à entrada principal da escola, a Rua de Santiago. Esta foi uma iniciativa do projeto Rota Segura para a Escola em conjunto com a Comissão de mobilidade escolar da Escola João Afonso para testar um espaço envolvente à escola mais amigável e seguro ajudando a alterar hábitos de mobilidade.

Academia Mini Rodas ganha mentoria do Instituto AroMeiaZero de São Paulo, Brasil


A Academia Mini Rodas, um projeto Ciclaveiro que quer ajudar a ensinar crianças a pedalar e a reparar a bicicleta, foi submetido no programa de formação “Jornadas para Multiplicadores Rodinha Zero” do Instituto AroMeiaZero, tendo ganho a mentoria especial que irá orientar e ajudar a executar o projeto em Aveiro, criando uma rede colaborativa entre projetos da Ciclaveiro e do AroMeiaZero.

Passeios em Bicicleta Ciclaveiro/Veolia no EcoAventura 2021

A Ciclaveiro, em parceria com a Veolia, vai realizar 2 percursos em bicicleta, no âmbito do evento EcoAventura 2021: no dia 03 de junho, Dia Mundial da Bicicleta, um percurso urbano pela Parque da Cidade; no dia 05 de junho, Dia Mundial do Ambiente, um percurso natural pelas Salinas de Aveiro ( inscrições limitadas).

A Casa da Bicicleta e a Academia Mini Rodas no Ecoaventura 2021

A Casa da Bicicleta Ciclaveiro vai ao Parque da Cidade nos dias 03, 05 e 06 de junho, no âmbito do EcoAventura 2021, onde será lançada a Academia Mini Rodas, funcionarão as cicloficinas, haverá bicicletas de carga e acessórios da Veloteca para experimentar e um mapa do percurso do parque para fazer de bicicleta. Haverá ainda uma novidade de Histórias em Bicicleta, um novo projeto com o Ivo Prata numa bicicleta que será personalizada pelas mãos dos mais novos numa parceria com o projeto Casulo.

Dia Mundial da Bicicleta dia 3 de junho


O Dia Mundial da Bicicleta comemora-se no próximo dia 3 de junho e a Ciclaveiro vai levar a Casa da Bicicleta ao Parque da Cidade de Aveiro, onde se realizarão um conjunto de iniciativas. Para nos acompanhar com o melhor café do mundo, estará a Biciklô! Venham conhecer, que o café dos nossos associados e dos que se associarem fica por nossa conta!

Ansião | Comemoração do Dia Mundial da Criança


“Serei o que me deres, que seja amor”. Este foi o lema de abril, é o lema de junho e é o lema de todos os meses, na esperança de que seja mesmo o lema de todos os dias.
Embora não tenha ainda sido possível celebrar o Dia Mundial da Criança como é habitual em Ansião, a autarquia, reconhecendo a importância desta data, quis deixar, neste dia especial, uma marca na vida das crianças do concelho.

Tendo-lhes proporcionado momentos de diversão e algumas surpresas, possibilitou que o dia tenha sido vivido com muita intensidade em cada estabelecimento de ensino. Foram muitos os mimos que as crianças receberam de todos os envolvidos na organização e realização desta iniciativa, passando por quem confecionou a ementa especial e assegurou que a mesma chegasse "quentinha", pelos professores e animadores que prepararam e dinamizaram as atividades, pelos docentes que "vestiram" a camisola e, como não podia deixar de ser, pelas assistentes operacionais que, como sempre, depositaram muita dedicação na sua relação com as crianças. O sorriso estampado nos seus rostos faz crer que foi muita a alegria sentida neste dia que lhes é especialmente dedicado.

O município deixa um sentido agradecimento a todos os que contribuíram para que seja amor a melhor prenda de sempre, todos os dias, para todas as crianças, na esperança e com o desejo de que, no próximo ano, seja possível regressar à Mata Municipal para comemorar esta data com o convívio, a confraternização, a festa e a liberdade que a data e as crianças merecem.


Aveiro | Deliberações da Reunião de Câmara – 02 de junho de 2021

 

Apresentamos por este meio a informação sobre as principais deliberações da Reunião do Executivo da Câmara Municipal de Aveiro, realizada ontem, quarta-feira, dia 02 de junho, nos Paços do Concelho.

  1. Adjudicada a conceção, construção e concessão do complexo crematório e casas mortuárias de Aveiro

O Executivo Municipal deliberou adjudicar ao agrupamento de empresas constituído pela Servilusa – Agências Funerárias S.A. e Ressurge – Engenharia e Construções, Lda. a conceção, construção e concessão do primeiro complexo crematório e casas mortuárias de Aveiro, para um período de 30 anos, pelo valor anual de renda de 14.000€, a iniciar no 3.º ano de contrato.

O agrupamento de empresas a quem o concurso é adjudicado, assume a responsabilidade e os custos da elaboração do projeto do edifício (que a Câmara Municipal de Aveiro aprovará), da construção do edifício e da gestão do seu funcionamento com as regras base e o tarifário dos serviços a prestar (a sua receita) definido no concurso e no contrato que agora se vai formalizar. O edifício será propriedade da Câmara Municipal Aveiro

Este é um investimento importante, considerando que a opção pela cremação no nosso Município regista uma procura crescente e sendo que na Região de Aveiro não existem crematórios, obrigando muitas das vezes as agências funerárias da região a recorrerem aos equipamentos de São João da Madeira, Figueira da Foz e do Porto, com os inconvenientes de deslocação e lista de espera, que as mesmas acarretam para os nossos concidadãos.

Demolição dos imóveis em curso

Neste momento e no âmbito de outro contrato, está já em curso a demolição dos imóveis no local onde o edifício de crematório e casas mortuárias vai ser edificado, na Rua Aires Barbosa, à frente da entrada do Cemitério Sul. Os terrenos em causa foram adquiridos pela Câmara Municipal de Aveiro em julho 2020, com a área total de 1.494,90m2, pelo valor de 552.000€.

  1. Campanha “Compre no Comércio Local” já distribuiu 3.000 vouchers de 25€

Na primeira fase de adesão dos comerciantes à campanha “Compre no Comércio Local” foram aprovadas 98 candidaturas, pelo que o Executivo Municipal deliberou autorizar a transferência para já de 588.000€ aos estabelecimentos aderentes.

O primeiro sorteio, realizado no dia 01 de junho sorteou 3.000 vouchers de 25€, que podem agora ser descontados pelos Cidadãos em toda a rede de comerciantes inscritos, disponíveis para consulta em https://voucher.cm-aveiro.pt/ .

Neste sentido e tendo em conta o balanço crescente e muito positivo desta Campanha junto dos comerciantes locais, o Executivo Municipal deliberou também a criação de uma última fase de adesão dos comerciantes, que ainda o não fizeram, à campanha “Compre no Comércio Local” entre o dia 04 e 14 de junho, com o objetivo de permitir a mais agentes económicos do nosso Município terem a oportunidade de aderir a esta ação da Câmara Municipal de Aveiro.

Apoio de 1 Milhão de Euros

A campanha “Compre no Comércio Local” irá sortear até 40.000 vouchers de compras, cada um no valor de 25€, perfazendo um total de investimento de apoio de 1 Milhão de Euros.

A CMA irá atribuir automaticamente 20.000 vouchers no valor de 25€ às famílias carenciadas do Município, beneficiando quase 1.500 pessoas, cumprindo assim o definido na Ação 9 do PAAASE 2021. Os restantes 20.000 vouchers são destinados à população em geral.

Os participantes premiados com os vouchers de compras serão contactados por SMS e/ou email (consoante a forma de registo de cupões, identificado no artigo 10.º) a informar do prémio, da validade para usufruir do voucher e do código da carteira virtual que deverá apresentar sempre que pretender utilizar o seu saldo nos estabelecimentos aderentes.

  1. Câmara acorda com o Banco Montepio aquisição do Pavilhão de São Bernardo

O Executivo Municipal deliberou aprovar a celebração do Memorando de Entendimento entre a Câmara Municipal de Aveiro e o Banco Montepio Geral, Caixa Económica Bancária S.A., que vai permitir à CMA a posse do Pavilhão Gimnodesportivo de São Bernardo, mediante a permuta do Lote 14 do Plano de Pormenor do Centro, com a área total de 894 m2, situado na Rua José Afonso, em Aveiro, avaliado no valor de 1.093.400€.

No acordo de permuta a celebrar, fica definido que o Banco Montepio Geral irá proceder às necessárias obras de requalificação da infraestrutura, para licenciamento do edifício, o que é necessário estar formalizado antes da receção do edifício pela CMA. Após este passo, a Câmara Municipal de Aveiro celebrará um protocolo de cedência e gestão do Pavilhão ao Centro Desportivo de São Bernardo (CDSB).

Este Pavilhão, construído há 33 anos, tem assumido uma relevante função social e desportiva junto da comunidade local, sendo utilizado desde sempre pelo CDSB para prática das suas atividades desportivas.

Este processo segue para deliberação da Assembleia Municipal.

  1. Protocolo entre a Câmara e a Bosch para construção de uma nova via

O Executivo Municipal deliberou aprovar a celebração de um protocolo entre a Câmara Municipal de Aveiro (CMA) e a Bosch Termotecnologia S.A., tendo em vista a cedência de uma parcela de terreno da Bosch à CMA com uma área de 2.222m2, necessária à construção de uma rotunda no cruzamento da via de acesso à Bosch com a Rua Vale Caseiro (obra esta já adjudicada).

Neste protocolo a CMA assume também o compromisso de executar uma nova via a sul da Bosch com ligação à Rua da Junqueira (junto à passagem superior da Linha do Norte) num prazo de 3 anos, sendo esta via relevante para resolver um problema antigo desta zona industrial ao nível da drenagem das águas pluviais, ao mesmo tempo que irá melhorar as acessibilidades e a gestão do tráfego pesado nesta zona da Área de Atividades Económicas – Aveiro Norte, conhecida como Zona Industrial de Taboeira.

O Protocolo segue agora para a Assembleia Municipal.

  1. Protocolo entre a Câmara e empresa Encobarra Engenharia Lda. para construção de CDH / Habitação a Custos Controlados

A Câmara Municipal de Aveiro (CMA) e a empresa Encobarra Engenharia Lda, apresentaram publicamente no dia 24 de maio, no Museu de Aveiro / Santa Joana, o projeto de CDH / Habitação a Custos Controlados, a construir na Quinta da Pinheira.

Trata-se de um investimento privado, assumido pela Encobarra, de cerca de 40 milhões de euros para construção de 288 apartamentos, em 10 blocos de quatro pisos, sendo 28 apartamentos T1, 116 apartamentos T2 e 144 apartamentos T3.

Neste sentido, o Executivo Municipal deliberou aprovar o Protocolo de Acordo de Colaboração entre a CMA e a Encobarra Engenharia Lda., que define a isenção de taxas de licenciamento desta obra, com a contrapartida de execução das infraestruturas, rodovias, passeios, baias de estacionamento, espaços verdes, espaços desportivos e parques infantis.

O Protocolo define também que 50% dos fogos a edificar serão vendidos com base num normativo a aprovar pelo Executivo Municipal, que assume desde já a prioridade a pessoas naturais de Aveiro, residentes ou a trabalhar em Aveiro há pelo menos dois anos, num processo que será devidamente formalizado e publicamente lançado em devido tempo.

Este protocolo assume particular relevância para a certificação formal de CDH pelo Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana / IHRU.

O processo agora segue para a Assembleia Municipal.

  1. Apoios e complementos educativos para 2021/2022

O Executivo Municipal deliberou aprovar o conjunto de orientações que constam do documento de “Apoios e Complementos Educativos para o ano letivo 2021/2022”, onde se definem os vários mecanismos e procedimentos no âmbito dos Apoios e Complementos Educativos, prestados pela Câmara Municipal de Aveiro (CMA), para próximo ano letivo, tendo por base as competências exercidas na área da Educação, nomeadamente as assumidas a 1 de setembro de 2020, através do processo de Descentralização na área da Educação.

Nesse sentido, encontram-se definidas no documento as cinco áreas de atuação, nomeadamente no que diz respeito à Ação Social Escolar, às Refeições Escolares, os Transportes Escolares, às Atividades de Animação e Apoio à Família e o Programa de Leite Escolar.

Todas estas áreas têm procedimentos diferenciados consoante o nível de Ensino dos Alunos (do Pré-Escolar ao Ensino Secundário), estando o documento estruturado por títulos para fácil consulta, o qual será complementado pelos respetivos suportes técnicos que poderão encontrar no website da Câmara Municipal de Aveiro, em www.cm-aveiro.pt.

Com a consulta deste documento será possível aos Encarregados de Educação conhecerem os vários serviços de apoio disponibilizados pela CMA, bem como a forma como se podem candidatar e usufruir dos mesmos, tendo todo o processo de gestão mais facilitado através do uso da Plataforma SIGA, bem como com a introdução de novas formas de pagamento, mais ágeis e sem custos para os utilizadores.

  1. Renovação da prestação de serviços para fornecimento de refeições escolares em 2021/2022

Em matéria de Educação, o Executivo Municipal deliberou também ratificar a renovação a abertura da prestação de serviços de fornecimento de refeições nos estabelecimentos de educação do Pré-Escolar ao Ensino Secundário, para o ano letivo 2021/2022, pelo valor de 2.599.563,64 €.

Importa à Câmara Municipal de Aveiro (CMA) assegurar o fornecimento das cerca de 400 mil refeições previstas logo a partir do dia 1 de setembro, em todos os estabelecimentos, e que vai abranger todos os níveis de ensino, desde a Educação Pré-Escolar, passando pelo 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário da rede pública.

Trata-se de um serviço de vital importância, destinado a crianças e jovens com idades compreendidas maioritariamente entre os 3 e os 18 anos de idade, sendo cerca de 25% das refeições são fornecidas a alunos subsidiados com Escalão A e B, para os quais a CMA garante a isenção do pagamento (Escalão A) e a redução de 50% no pagamento do valor definido para as refeições escolares aos Alunos do Escalão B, ou seja 0,73€.

  1. Relatório sobre o Estado de Ordenamento do Território

Na Reunião de Câmara desta quarta-feira, 02 de junho, o Executivo Municipal teve conhecimento do fim do período de consulta pública do Relatório sobre o Estado de Ordenamento do Território do Município de Aveiro (REOT), que terminou sem qualquer contributo adicional ao documento.

Este relatório traduz a avaliação que a Câmara Municipal de Aveiro (CMA) realiza permanentemente sobre a concretização da sua política de ordenamento do território e urbanismo, bem como as dinâmicas sociodemográficas e económicas do Município.

A presente avaliação, que incorpora já as alterações promovidas pela revisão do PDM de Aveiro, evidencia uma maior intensidade na reabilitação urbana, não só decorrente da forte dinâmica do setor do turismo como também dos incentivos fiscais que surgiram neste período e do esforço que tem sido feito através da reabilitação do espaço público, com obras e investimento da CMA por todo o Município.

Destaque também para a análise que é feita ao nível de execução do plano de investimentos definido no PDM (a 10 anos) que apresenta já um elevado nível de desenvolvimento no que respeita à sua execução.

O processo agora segue para a Assembleia Municipal.

  1. PAAASE 2021: Câmara entrega 34 mil euros de apoios entre janeiro e maio

O Executivo Municipal deliberou aprovar apoios económicos a mais duas famílias residentes em Aveiro correspondendo a mais oito Cidadãos ajudados no valor global de 1.170,16€, no âmbito dos “Apoios Sociais a Cidadãos e Famílias Carenciadas”, do Fundo de Apoio a Famílias.

Ativação do PAAASE em 2020 fundamental na resposta à crise social

Nos primeiros cinco meses de 2021, a CMA apoiou 71 Famílias e 181 Cidadãos, no valor global de apoio de 34.018,25€, o que significa uma necessidade de apoio de menos 56%, quando comparado com igual período de 2020, sublinhando desta forma a importância e pertinência que teve a opção política de ativação do PAAASE nos meses de início da pandemia no Município, entre abril e maio de 2020.

Recordamos assim que, entre janeiro e maio de 2020 a CMA apoiou 95 famílias, correspondendo a um apoio financeiro de 76.320,52€, mais 42.302,27€ que em 2021.

No entanto, na comparação com o período compreendido entre janeiro e maio de 2019, a necessidade de apoio aumentou, fixando-se este ano em mais 43 Famílias (28 de JAN19 a MAI19) e mais 122 Cidadãos (59 de JAN19 a ABR19) apoiados, o que significou também um aumento do apoio financeiro em 144,9% (13.889,60€ de JAN19 a MAI19).

Para dar resposta a estas situações, a CMA utiliza o Fundo de Apoio a Famílias, que tem para 2021 uma verba total de 150.000€, um valor superior em 50% ao de definido para mesmo Programa em 2020, mas que será dotado do valor que se verificar necessário.

Os apoios do PAAASE 2021, que integram a área social e muitas outras, estão disponíveis em: https://covid19.cm-aveiro.pt/ .


Fernando Pimenta com apuramento direto para final de K1 1.000 dos Europeus


O canoísta Fernando Pimenta apurou-se hoje diretamente para a final de K1 1.000 dos Europeus da Polónia, após ganhar, confortavelmente, a sua eliminatória em Poznan.
Pimenta cumpriu a prova em 3.51,647 minutos, batendo o espanhol Roi Rodriguez por 4,797 segundos e o italiano Andrea Schera por 5,227.

A série do português foi, ainda assim, a mais lenta das três, uma vez que o húngaro Balint Kopasz ganhou a sua em 3.45,526 e o alemão Martin Hiller em 3.49,302.

A final disputa-se sábado às 10:16, horas de Lisboa.

Fernando Pimenta, de 31 anos, foi campeão da Europa em 2016, 2017 e 2018.

Na Taça do Mundo da Hungria, há três semanas, Pimenta foi medalha de bronze em K1 1.000 e K1 5.000.

Lusa

Jovens continuam a pensar em emigrar, mas só com garantias

Os jovens portugueses continuam a ver na emigração uma solução face à dificuldade de arranjar emprego, como aconteceu na anterior crise financeira, mas desta vez só abandonam o país com uma oportunidade garantida.

A covid-19, e consequentes confinamentos que o país enfrentou, mexeram nas contas de todos os portugueses, causando o fecho temporal ou mesmo o encerramento definitivo de inúmeros negócios, o que levou muitas pessoas para a situação de desemprego.

Ritha El Fakir, de 27 anos, foi uma das várias funcionárias do Aeroporto de Lisboa que ficou sem emprego em 2020 e, desde então, não conseguiu obter resposta a qualquer candidatura que tenha feito para empregos na área do turismo, na qual é licenciada. Não descarta a possibilidade de mudar de país.

"Se arranjasse um trabalho na minha área, que fosse bem remunerado, provavelmente ia [para fora], mas acho que só se estivesse na situação de ter uma proposta concreta", explica.

Raquel Varela, historiadora, investigadora e professora universitária, lembra que após as medidas resultantes da crise financeira de 2008, "houve uma vaga de emigração de cerca de meio milhão, a maioria jovens", situação que nunca foi revertida depois das melhorias no país a nível financeiro, ainda que uma parte tenha caráter sazonal.

"Dos cerca de 100 mil ou 120 mil emigrantes que saem anualmente, metade regressam ou vão trabalhar durante curtos períodos", explica Raquel Varela.

Cátia Vieira, de 30 anos, deixou Portugal em 2013 para trabalhar em barcos de cruzeiro e, desde 2015, depois de uma tentativa de regresso ao país de origem onde voltou a encontrar portas fechadas a nível profissional, vive permanentemente em França.

Quando chegou a França, deixando para trás uma crise que não era mundial, não levava nenhum emprego garantido, mas demorou apenas um mês a encontrar trabalho e dois meses depois já tinha passado a efetiva na empresa.

Eu acho que se um português quiser vir para França nesta altura nenhuma porta vai ser fechada. A facilidade não vai ser tanta como na altura em que eu vim e ainda mais no meu setor [hotelaria], que está bastante afetado neste momento", diz Cátia Vieira.

Uma das áreas que foi mais afetada pela pandemia em Portugal foi a da cultura, área em que Jéssica Ferreira é licenciada - Gestão Artística e Cultural -, o que a leva a pensar na possibilidade de emigrar, ainda que concorde em deixar de fora a possibilidade de ir sem garantias, atrás do desconhecido.

"Ou vais com tudo tratado, já para entrar, e acredito que haja muitas empresas que estão a contratar, ou se fores a pensar ir para depois, lá, procurar emprego, acho mesmo muito complicado. Neste momento, e é também o que sinto cá, [as empresas] pensam primeiro em preservar o emprego das pessoas que lá estão", afirma Jéssica Ferreira.

Hoje com 26 anos, Jéssica trabalha numa loja e, mais do que a falta de oportunidades de emprego, o que a leva a pensar em sair do país é a falta de "formação mais específica" na sua área e a forma como considera que o universo das artes funciona: "Acho que é muito por cunhas. Ao nível das artes, acho que acaba por funcionar um bocadinho assim, infelizmente".

Quando Cátia Vieira mudou de país, a forma como o mercado de trabalho funcionava em Portugal passava por "qualificações a mais, ou experiência a menos", explica, mas nessa altura os outros países tinham capacidade para reter trabalhadores portugueses, algo que ainda não se consegue saber se vai acontecer ao longo desta crise.

"Não é possível para já comparar, até porque a emigração não aumenta só em função da crise em Portugal, mas da capacidade dos outros países de absorverem força de trabalho portuguesa. Nós não sabemos se a crise nos outros países não vai ela própria impedir esta válvula de escape histórica que é a emigração portuguesa", explica Raquel Varela.

O último relatório da Emigração, divulgado em dezembro de 2020, relativo a dados de 2019, mostra que o Reino Unido foi o país para onde emigraram mais portugueses naquele ano, cerca de 25.000 das 80.000 saídas de Portugal nesse período, seguindo-se a Espanha e a Suíça.

Elaborado pelo Observatório da Emigração, um centro de investigação do ISCTE -Instituto Universitário de Lisboa, o documento dá conta de uma "estabilização do volume da emigração portuguesa", indicando que em 2019 terão saído de Portugal cerca de 80.000 portugueses, número semelhante ao ano anterior e ligeiramente inferior aos 85.000 que saíram em 2017.

Lusa

Adeptos vão colorir os 11 estádios das 11 cidades, apesar da pandemia

A 16.ª edição do Europeu de futebol vai realizar-se pela primeira vez em 11 cidades de 11 países e com adeptos a preencherem parte dos estádios, uma exigência imposta pela UEFA, apesar da pandemia da covid-19.

A ideia surgiu da 'cabeça' de Michel Platini, antigo presidente da UEFA, como forma de festejar os 60 anos de Europeus, num plano múltiplo e inédito, apelidado de "romântico" pelo próprio e declarado um dia antes da final do Euro2012, entre Espanha e Itália (4-0).

Até que fosse oficializada pelo Comité Executivo da UEFA, em dezembro desse ano, a ideia ganhou força e, por outro lado, sobreviveu as algumas críticas, muito por culpa de eventuais problemas logísticos e financeiros.

No último ano, a pandemia de covid-19 levou ao adiamento do torneio para 2021, chegando mesmo a ponderar-se a realização em apenas um país.

Amesterdão, Baku, Budapeste, Bucareste, Bilbau, Bruxelas, Londres, Munique, Glasgow, Roma, São Petersburgo, Copenhaga e Dublin foram as 13 cidades inicialmente selecionadas, sendo que a capital belga acabou por 'cair', em 2017, por culpa do atraso das obras de um novo estádio, com Londres a ser 'premiada' com mais encontros.

Depois da exigência crucial da UEFA, de apenas aceitar cidades-sede que recebessem espetadores nos seus estádios, Dublin e Bilbau - o último substituído por Sevilha - deixaram de ser anfitriões, passando, então, a 11 palcos finais, equipados com a tecnologia do videoárbitro (VAR), uma estreia na 16.ª edição.

O Estádio Ferenc Puskás, em Budapeste, que vai acolher a estreia de Portugal no Grupo F, em 15 de junho, precisamente contra a anfitriã Hungria, e depois o encontro com a França, atual campeã do Mundo e vice-campeã, em 23, poderá ser o único dos 11 a aproveitar a lotação máxima (67.000 espetadores).

A seleção portuguesa, que defende o título conquistado em 2016, tem boas memórias da capital húngara, pois venceu os três embates oficiais disputados com a Hungria em Budapeste, nos apuramentos para o Euro2000 (3-1) e para os Mundiais de 2010 e 2018 (ambos por 1-0).

Confirmados com 50% da capacidade estão dois palcos, o Estádio Krestovsky (30.500 de 68.000), em São Petersburgo, na Rússia, que vai acolher as partidas que estavam agendadas para Dublin, e o Olímpico de Baku (31.000 de 69.000), no Azerbaijão.

A Arena Johan Cruyff, em Amesterdão, a Arena Nacional, em Bucareste, o Estádio Parken, em Copenhaga, o Hampden Park, em Glasgow, e o Olímpico de Roma, na capital italiana, onde a prova vai arrancar, em 11 de junho, permitiram um número de cadeiras ocupadas entre os 25 e os 45%.

O Estádio de Wembley, em Londres, o maior recinto do evento, tem confirmada uma ocupação mínima de 25%, correspondente a 22.500 adeptos.

O Estádio La Cartuja, em Sevilha, foi o último palco confirmado, em detrimento do Estádio San Mamés, em Bilbau, e tem previsto uma ocupação a rondar os 30% da lotação, ou seja, 18.000 lugares sentados.

A Arena de Munique, em Munique, onde a equipa das 'quinas' vai defrontar a Alemanha, três vezes campeã da Europa, no segundo encontro da 'poule' F, em 19 de junho, será o recinto da prova que deverá contar com menos espetadores nas bancadas, concretamente 14.500 de 75.000, correspondente a 22% da lotação.

Londres e São Petersburgo serão as cidades que vão receber mais desafios da competição, com a capital londrina a acolher três jogos da fase de grupos, dois dos oitavos de final, as meias-finais e a final, enquanto na Rússia são sete os desafios agendados: seis das 'poules' e um dos 'quartos'.

Os restantes nove palcos vão receber quatro partidas cada, sendo que três são referentes aos grupos e outra aos 'oitavos' e 'quartos'. As seleções que tenham cidades organizadoras irão jogar, pelo menos, duas vezes em casa.

A fase final do Euro2020 realiza-se de 11 de junho a 11 de julho, em 11 cidades de 11 países, depois ter sido adiada por um ano devido à pandemia de covid-19.

Portugal integra o Grupo F e vai defrontar a Hungria (15 de junho, em Budapeste), Alemanha (19, em Munique) e França (23, em Budapeste).

- Quadro dos palcos dos Euro2020:
País           Cidade              Estádio                  Capacidade total    Capacidade prevista
Hungria        Budapeste           Ferenc Puskás            68.000              67.000
Azerbaijão          Baku                Olímpico de Baku         69.000              31.000
Rússia              São Petersburgo     Krestovsky               68.000              30.500
Inglaterra          Londres             Wembley                  90.000              22.500
Espanha        Sevilha             Estádio La Cartuja       60.000              18.000
Itália              Roma                Olímpico de Roma         73.000              16.000
Alemanha       Munique             Arena de Munique         75.000              14.500
Roménia        Bucareste           Arena Nacional           56.000              13.000
Países Baixos  Amesterdão          Arena Johan Cruyff       55.000              12.000
Escócia        Glasgow             Hampden Park             52.000              12.000
Dinamarca      Copenhaga           Parken                   38.000              11.250


Lusa

 

Pandemia aumentou dificuldades antigas dos jovens

A covid-19 contribuiu para uma crise financeira que aumentou os números do desemprego, mas para os jovens portugueses, a situação já era complicada muito antes da pandemia aparecer.

Ivânia Cardoso, 23 anos, terminou uma licenciatura em Ciências da Comunicação, em 2018, e ainda conseguiu realizar dois estágios como jornalista num jornal local, em que apenas um foi remunerado, antes de optar por mudar para a área do Direito.

"Por gosto, porque percebi que queria fazer aquilo [Direito], mas também por desilusão tanto pela experiência que tive no estágio, como por perceber que era quase impossível arranjar trabalho na área, a não ser que, como em muitos casos, conheças alguém que já esteja dentro dessa área", explica Ivânia em relação ao que a levou a abandonar o jornalismo.

Atualmente estuda e trabalha num supermercado ao mesmo tempo, mas quando olha para o futuro e para o mercado de trabalho em Portugal confessa que não retira de cima da mesa a opção de emigrar, uma vez que continua a considerar vantajoso mesmo com a pandemia a afetar o mundo inteiro.

"O nosso país, por mais que seja minimamente desenvolvido, ainda não é desenvolvido ao ponto de os jovens conseguirem, como os nossos pais faziam, com 21 ou 22 anos começar a construir uma vida. Isso para nós é quase impossível, nessa idade", diz.

A historiadora, investigadora e professora universitária Raquel Varela considera que é o próprio país, através da "estratégia escolhida pelos governos, quer o PS quer o PSD", que continua a levar os jovens a emigrar.

"Exportações com base em baixos salários, turismo e baixa qualificação, incapacidade do sistema científico para reter quadros e não haver um desenvolvimento industrial próprio" são questões que se têm acentuado e que Raquel Varela considera que arrastam "o país para o declínio e uma das formas mais óbvias de declínio é a emigração".

Maria Laranjo, de 24 anos, terminou o curso - Mestrado Integrado em Psicologia - no início de 2021 e, desde então, descreve o mercado de trabalho em Portugal como "horrível", principalmente na sua área, uma vez que necessita de realizar um estágio remunerado para entrar na Ordem dos Psicólogos portuguesa. "Eu sei que só estou à procura há cerca de três ou quatro meses, mas tem sido mesmo impossível ao ponto de eu já estar a procurar trabalho noutras coisas para ter estabilidade financeira e poder procurar estágio para a Ordem na mesma", diz Maria.

Esta é uma realidade que se agravou com a pandemia, mas não é nova para os jovens recém licenciados em psicologia, chegando a haver casos em que acabam por desistir da área.

"Daquilo que sei, por causa da pandemia tem sido ainda mais difícil, mas para nós, psicólogos, é sempre super difícil. Conheço pessoas que decidiram parar de procurar estágio para a Ordem dos Psicólogos e que ficaram a trabalhar em lojas de roupa porque já estavam há uns dois ou três anos à procura e não conseguiram encontrar nada", conta Maria Laranjo.

Raquel Varela considera que o país precisa da força de trabalho destes jovens e por isso não faltam motivos para que eles fiquem, ainda assim "era precisa uma política pública de emprego, desenvolver o sistema científico nacional, as qualificações. Era precisa outra estratégia que não está a ser levada a cabo pelos governos".

Ainda que Ivânia e Maria representem uma realidade em que quem pensa vir a emigrar, ou chega mesmo a fazê-lo, tem qualificação superior, nem todos os casos são assim.

"Outro problema é a fuga de cérebros e não é só de cérebros, porque nós já temos escassez de trabalhadores manuais qualificados", explica Raquel Varela, que defende que "devemos pensar numa economia política da felicidade, não é a economia que dá mais lucro e que vende a força de trabalho".

Lusa

Escolas de Coimbra recebem projeto de Literacia Mediática

As escolas de Coimbra começam a receber na segunda-feira a 'Escolinha dos Media', um projeto de Literacia Mediática promovido pelo Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), que quer sensibilizar alunos e docentes para a importância da educação para os media.

A iniciativa é organizada pela Licenciatura em Jornalismo do Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), em Coimbra.

A primeira atividade é destinada aos alunos do 2.º B e do 4.º B da Escola Básica de Solum Sul, do Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro.

"Um dos membros da equipa docente do ISMT, também jornalista, tratará de sensibilizar crianças e docentes para a importância da educação para os media", refere uma nota de imprensa enviada à agência Lusa.

O projeto é dirigido a crianças e jovens dos três Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário e tem como objetivo melhorar os seus "níveis de literacia mediática".

"É nossa intenção ajudar os estudantes a assumirem um olhar crítico sobre as novas formas de conectividade, os novos modelos de comunicação, sem esquecer aquilo que os jornais, rádios e televisão todos os dias nos oferecem", referiu à Lusa o coordenador do projeto, Dinis Manuel Alves.

A 'Escolinha Dos Media' surgiu da "necessidade, há muito sentida, de suprir, no público-alvo referido, lacunas gritantes no que reporta à literacia mediática, conhecimentos considerados fundamentais para uma esclarecida e salutar vivência numa sociedade democrática", explica a nota de imprensa.

As temáticas a abordar vão muito para além do combate às notícias falsas.

As aulas abertas nas escolas vão iniciar-se em Coimbra, alargando-se no próximo ano letivo aos restantes concelhos que integram a Comunidade Intermunicipal de Coimbra (CIM-RC), 19, no total.

Estas aulas vão ser gravadas para depois estarem disponíveis no canal "Youtorga" e nas redes sociais da iniciativa.

A Licenciatura em Jornalismo do ISMT realizou recentemente um conjunto de 'e-lessons' com profissionais do setor. Os vídeos destas aulas virtuais estão igualmente disponíveis nas redes sociais da 'Escolinha dos Media'.

Para além das aulas abertas nas escolas da região de Coimbra, o projeto tem alimentado as suas redes sociais, contando com mais de mil seguidores no Facebook e com mais de 400 vídeos no Youtube.

Além disso, está também presente no Instagram.

Esta iniciativa conta com outras facetas e uma delas é a possibilidade de estudantes e professores formularem perguntas a serem respondidas por docentes do ISMT ou por profissionais do setor, havendo já alguns vídeos publicados com as primeiras perguntas e respostas.

O projeto vai ainda disponibilizar documentos relacionados com o universo da comunicação, destacando-se as versões integrais de jornais portugueses publicados nos finais do século XIX e início do século XX.

Lusa

Município de Silves colabora com ARS no agendamento de vacinação à covid-19


O Município de Silves está a apoiar o agendamento da vacinação COVID-19, contactando os utentes no âmbito da marcação da vacinação, de acordo com as solicitações da ARS.

O contacto é efetuado, em articulação com os contactos fornecidos pela entidade de saúde local, sendo solicitado, para efeitos de agendamento, o número de utente SNS / cartão de cidadão. Adicionalmente, desde março de 2021, o Município tem vindo a apoiar, também, na disponibilização de transporte para deslocação até ao local de vacinação, a todos aqueles que manifestem essa necessidade.

Importa salientar que o contacto estabelecido pelos serviços municipais tem como objetivo principal o agendamento da data de vacinação, não estando vocacionado para o esclarecimento de dúvidas sobre medicação que o utente esteja a tomar ou efeitos secundários da vacina, questões estas que deverão ser colocadas aos serviços de saúde.

Candidaturas ao premio Nacional João de Deus decorrem até 2 de julho

 

O período de candidaturas ao Prémio Nacional João de Deus decorre até ao próximo dia 2 de julho. A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Silves, pretende honrar a memória deste insigne escritor nascido em São Bartolomeu de Messines, cuja obra representa um património da mais elevada importância para a cultura nacional e regional, assim como distinguir e divulgar a criação literária de autores com obra publicada em língua portuguesa.

 

Com periodicidade bienal, o prémio destina-se a autores com idade superior a 18 anos, nacionais ou estrangeiros, a residir em Portugal, que apresentem obra editada em livro, em língua portuguesa,  e cuja primeira edição tenha ocorrido nos dois anos civis anteriores ao ano em que ocorre o concurso. Esta primeira edição, dedicada à poesia, distinguirá apenas uma obra a concurso e não admite menções honrosas.

 

O júri é composto pelo Prof. Doutor João Pedro Mésseder (escritor, investigador e professor do ensino superior português), Prof. Doutora Violante Magalhães (Professora Coordenadora na Escola Superior de Educação de João de Deus) e Prof Doutora Catherine Dumas (professora emérita de língua e literatura portuguesas na universidade da Sorbonne Nouvelle Paris 3). Ao vencedor será atribuído o valor pecuniário de dez mil euros.

 

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis para consulta e download no portal Município de Silves em https://www.cm-silves.pt/pt/destaques/7663/candidaturas-ao-premio-nacional-literario-joao-de-deus-decorrem-ate-2-de-julho.aspx

 

 

JÚRI CONCURSO

Professor Doutor José António Gomes

José António Gomes, Pseud. João Pedro Mésseder (n. Vila Nova de Gaia, 1956) é um escritor, investigador e professor do ensino superior português. José António Gomes tem assinado algumas das suas obras com o nome literário de João Pedro Mésseder. Licenciado em Filologia Germânica e doutorado em Literatura Portuguesa do século XX pela Universidade Nova de Lisboa, é professor de literatura na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto.

É autor de algumas obras como: Contos do Quarto Minguante  (2014) e, no campo da poesia e textos afins, A Cidade Incurável  (1999),  Fissura  (2000), Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética (2006), Meridionais (2007), Guias Sonoras e Outras Abrasivas (2010), Lá longe, o Fogo (2015), Clube Mediterrâneo – Doze Fotogramas e Uma Devoração (2017) (edição trilingue Português / Francês / Inglês) e O que Mata a Sede do Mar (2018). É também autor de vários livros de poesia e narrativa para a infância e a juventude.

 

Professora Doutora Violante Magalhães

Maria Violante Carraço Ferreira Canejo Pereira de Magalhães. Doutorada em Estudos Literários pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Mestre em Literatura e Cultura Portuguesas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses e Ingleses pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É Professora Coordenadora na Escola Superior de Educação de João de Deus, onde é Membro do Conselho Técnico-Científico e do Conselho Pedagógico. Faz parte da direção da Associação de Críticos Literários. Publicou 20 artigos em revistas especializadas. Editou 13 capítulos de livros e 4 livros. Organizou 58 eventos. Orientou 32 dissertações de mestrado e coorientou 2. Recebeu 1 prémio. Participou como Investigador em 2 projetos. Atua nas áreas de Humanidades com ênfase em Línguas e Literaturas, sendo a pedagogia, a poesia e Literatura portuguesa, assim como a Crítica literária, algumas das grandes áreas de trabalho onde se movimenta.

 

Professora Doutora Catherine Dumas

Catherine Dumas é professora emérita de língua e literatura portuguesas na universidade da Sorbonne Nouvelle Paris 3. É autora da primeira tese de doutoramento em França sobre a obra da romancista portuguesa Agustina Bessa-Luís e de um livro sobre a mesma autora, Estética e Personagens (Campo das Letras, 2001). Interessa-se em especial no cruzamento das escritas do íntimo e do discurso poético, nas questões de género, no diálogo inter-artes e no diálogo entre os textos literários e a filosofia no âmbito da literatura-mundo. Publicou numerosos livros coletivos e artigos sobre a ficção contemporânea e a poesia de língua portuguesa. Traduziu do português para o francês poesia, ficção, teatro e diários. É membro de vários centros de pesquisa nas universidades francesas, portuguesas e brasileiras. Colabora, entre outras, na revista portuguesa Colóquio Letras.

Solenidade de Corpus Christi

 

Em Orvieto, no final da belíssima procissão de Corpus Christi, a benção do Santíssimo Sacramento, no dia 2 de junho de 2013 [Foto PRC].

  • Paulo Roberto Campos

Afestividade de Corpus Christi (ou Corpus Domini) foi estabelecida para publicamente honrar e adorar o Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo realmente presente na Sagrada Eucaristia.

A primeira cidade na História a comemorar em ruas e praças públicas essa festa eucarística foi Orvieto, na região italiana da Úmbria, conhecida como a Cidade do Corpus Christi”. Até nos presentes dias, nela se transcorrem as mais belas procissões portando num magnífico andor o célebre “Milagre de Bolsena” [na foto ao lado, atrás do ostensório], que está na origem da primeira procissão pública de Corpus Christi. Para essa ocasião os citadinos se vestem com riquíssimos trajes, como os usados no século XIII.

Em 11 de agosto de 1264, com a bula Transiturus de hoc mundo, o Papa Urbano IV estendeu a todo o Orbe católico a Festa de Corpus Christi. Ela é realizada na quinta-feira — em lembrança da celebração, na Quinta-Feira Santa, da primeira Missa, quando Nosso Senhor instituiu o Sacramento da Eucaristia.

Infelizmente, nesta quinta-feira de Corpus Christi deste ano, poucas solenidades ocorrerão. Tudo em nome do falso pretexto da pandemia. Mesmo assim, não deixemos nós de adorar o Santíssimo Sacramento de modo especial. Para esse momento de adoração seguem alguns evocativos pensamentos que poderão nos auxiliar.

“Isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por vós e por muitos em remissão dos pecados”.

(Jesus Cristo, em Mt 26, 28)

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“A devoção à Eucaristia é a mais nobre de todas as devoções, porque tem o próprio Deus por objeto; é a mais salutar, porque nos dá o próprio autor da graça; é a mais suave, pois suave é o Senhor. Se os anjos pudessem sentir inveja, nos invejariam porque podemos comungar”.

(Papa São Pio X)

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“É uma graça (a Eucaristia) de heroísmo na luta; seu efeito próprio é não só o de amortecer em nós o fogo das paixões, como o de tornar-nos invencíveis contra todas as potências infernais”.

(Santo Tomás de Aquino)

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“Deus, como ser infinitamente sábio e infinitamente poderoso, não poderia e nem saberia dar-nos mais precioso mimo do que o da Eucaristia; visto que, neste dom, se nos dava a Si mesmo”.

(Santo Agostinho)

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“Se acreditamos que Deus pode criar do nada todos os seres, devemos crer mais facilmente que possa permutar uma substância por outra. Se todos os dias, por virtude natural e não menos incompreensível, o pão e o vinho se transformam no corpo e no sangue daqueles a quem servem de alimento, por que não haveremos de crer que, por divina virtude, os mesmos objetos se transformem no corpo e no sangue de Jesus Cristo?”.

(Santo Ambrósio)

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“Ninguém cônscio de pecado mortal, por mais contrito que se julgue, se aproxime da Sagrada Eucaristia sem ter recebido antes o Sacramento da penitência”.

(Concílio de Trento)

ABIM

Limpar Ansião 2021


O Município de Ansião, com o apoio do Conselho Municipal de Juventude, do Agrupamento de Escolas de Ansião e das Juntas de Freguesia, levou a cabo mais uma edição da iniciativa Limpar Ansião, que decorreu nos passados dias 22 e 29 de maio nas seis freguesias do concelho.
Com o objetivo de preservar a natureza e defender o meio ambiente, esta ação de cariz ambiental consistiu na recolha de resíduos indevidamente depositados no território. Contou com a participação de cerca de 90 voluntários que se quiseram juntar a esta causa, sendo de destacar a Academia de Bombeiros dos Bombeiros Voluntários de Ansião.

Vidro, plástico, metal, papel, monstros/ monos e material indiferenciado totalizaram cerca de três toneladas de lixo removido de ruas e espaços verdes, a que acresce um contentor com capacidade para 3m3 de pneus e fibras automóveis que carecem de tratamento especializado, o que se traduz num decréscimo, relativamente a anos anteriores, de resíduos e lixo recolhidos.

Mais do que a quantidade obtida, a autarquia pretendeu com esta ação promover a sensibilização da população para a necessidade de cuidar do planeta e da terra onde vivemos, tornando-os mais limpos e mais saudáveis.

Pelas contingências vividas atualmente, houve o cuidado de não se criarem aglomerados de participantes, tendo decorrido no cumprimento das medidas de segurança necessárias.

O município agradece o espírito voluntarioso e solidário e a proatividade dos ansianenses nesta ação e volta a relembrar que a Câmara Municipal suporta os custos do depósito de monstros na estação de transferência (ecocentro) do Camporês e disponibiliza a todos os munícipes um serviço de recolha, por marcação, deste mesmo tipo de resíduos.

COLUMBÓFILIA: Humberto Carvalho venceu concurso de Figueira de Cavaleiros - 2


José Rossa Ribeiro continua líder da Classificação Geral de Concorrentes e Nuno & Filho do Troféu Crédito Agrícola.
Com a realização da prova nacional de Figueira de Cavaleiros 2, decorreu a décima quarta prova do Campeonato 2021 da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que nesta campanha conta com a participação de 49 equipas.

Integrando o calendário oficial da Associação Columbófila do Distrito de Coimbra, este concurso foi ganho por Humberto Carvalho, continuando José Rossa Ribeiro a liderar a Classificação Geral, tendo a equipa Nuno & Filho conquistado a liderança do Troféu Crédito Agrícola, conforme se pode aferir nas seguintes tabelas:

Prova – Figueira Cavaleiros - (Velocidade)

1º lugar – Gonçalo Paião – 637 pontos; 2º - Humberto Carvalho – 631; 3º - Nuno & Filho 629; 4º - Manuel Barreto - 610; 5º - José Oliveira - 610; 6º - Nuno & Filho - 607; 7º - Cidálio Salvador– 603; 8º - José Catarino - 593; 9º - José Catarino - 581; 10º - Manuel Barreto - 571.

Classificação Geral de Concorrentes

1º lugar – José Rossa Ribeiro – 8602 pontos; 2º - Nuno & Filho - 8592; 3º - Emanuel Ventura – 8324 ; 4º - Gonçalo Paião - 8004; 5º - Lusitano Espinhal 7942; 6º - Humberto Carvalho - 7645; 7º - Fábio Cruz -7637; 8º - Nuno & Filho - 7381; 9º - Nelson Rainho - 7331; 10º - Emanuel Ventura - 7302; 11º - Manuel Barreto - 7297; 12º - Fernando Pereira - 7287; 13º - José Santos – 7165; 14º - Vitor Ferreira - 7048; 15º - António Oliveira - 7021; 16º - José Oliveira – 6782’; 17º - José Rossa Ribeiro – 6744; 18º - Marco Ferreira - 6422; 19º - António Santos - 5773; 20º - Manuel Frade – 5690; 21º - Asas de Lemede - 5665; 22º -- Jorge Monteiro - 5530 23º - Avelino Soares - 5362; 24º Francisco Santos - 5147; 25º - Lusitano Espinhal - 5144; 26º - José Catarino - 5069; 27º - José Vinagreiro 4756; 28º - Euclides Pimenta - 4738; 29º - Fábio Cruz - 4468; 30º - Nelson Rainho - 4440; 31º Cidálio Salvador - 4262; 32º - Humberto Carvalho – 3812; 33º - Emanuel Ventura - 3796; 34º - Manuel Barreto – 3696; 35º - António Santos – 3677; 36º - Lusitano Espinhal – 3555; 37º - Vitor Oliveira - 3500; 38º - Fernando Pereira - 3275; 39º - Nuno & Filho - 2834; 40º - Marco Ferreira - 2788; 41º - Avelino Soares /B -2719; 42º - Francisco Santos – 2663; 43º - José Oliveira – 2633; 44º - Manuel Frade – 2591; 45º - César Rainho – 2483; 46º - José Catarino – 2306; 47º - Gonçalo Paião - 1918; 48º Carlos Pereira – 1909; 49º - Euclides Pimenta - 1852; 50º António Oliveira - 1429; 51º - José Vinagreiro - 1418; 52º - Fábio Cruz – 1313; 53º César Rainho - 670; 54º - Fernando Pereira – 486; 55º - Fernando Cruz – 401.

Troféu Crédito Agrícola

1º - Nuno & Filho – 2317 pontos; 2º - Nuno & Filho – 2130; 3º - Gonçalo Paião – 2121.

Câmara de Cantanhede assinalou Dia Mundial da Criança com a oferta de livros


A Câmara Municipal de Cantanhede assinalou ontem, 1 de junho, o Dia Mundial da Criança com a oferta de livros a todas as crianças do concelho que frequentam o pré-escolar e do 1.º ciclo e a presidente esteve envolvida na entrega da prenda. Acompanhada pelo vice-presidente da autarquia, Pedro Cardoso, Helena Teodósio esteve envolvida na entrega dos livros que continham um separador de leitura com uma mensagem a dizer que “a leitura abre portas para o conhecimento, mas também para a fantasia. Por isso se diz que ler é viver sonhos e levar mais longe a imaginação na descoberta de novos mundos”, escreveu a autarca, acrescentando que é isso que “justifica esta oferta singela que assinala o Dia Mundial da Criança: um livro para te levar a outros lugares e a outras realidades”.
A distribuição dos livros infantis estendeu-se a todos os estabelecimentos de ensino o do pré-escolar e do 1.º ciclo e “esta foi a solução encontrada pela Câmara de Cantanhede para celebrar a efeméride, uma vez que, mais uma vez este ano, se viu obrigada a cancelar o grande evento que estava a ser organizado para esse efeito. Tínhamos tudo a postos para a habitual realização do grande encontro das famílias no Parque de S. Mateus, com várias atividades lúdicas e pedagógicas para os mais novos, mas infelizmente as limitações a que estamos sujeitos por causa da pandemia de Covid-19 obrigou-nos a suspender tudo”, refere o vice-presidente da autarquia, responsável pelo pelouro da educação. Pedro Cardoso diz que, “ainda assim, os serviços educativos dinamizaram a evocação do Dia Mundial da Criança nas escolas e houve outras iniciativas em contextos mais restritos que o habitual, como o “Levamos livros perto de si”, no âmbito do qual a Biblioteca Municipal preparou dois vídeos com a leitura de contos infantis que estão disponíveis no portal do Município” (https://www.cm-cantanhede.pt/mcsite/pagina/969/levamos-a-biblioteca-ate-si). Uma “Hora do Conto” à medida deste tempo marcado pelas limitações da pandemia de Covid-19 mas FEITA para cumprir o desígnio de promover o livro e a leitura, fator essencial ao crescimento e desenvolvimento intelectual das crianças.