segunda-feira, 20 de julho de 2026

Marinha Grande | CAMINHADA “DA FALÉSIA AO CORAÇÃO DO RIBEIRO DE SÃO PEDRO” CONVIDA A DESCOBRIR A NATUREZA DE SÃO PEDRO DE MOEL


O Município da Marinha Grande promove uma caminhada gratuita pelos trilhos naturais de São Pedro de Moel, no próximo domingo, 26 de julho, às 09h00, proporcionando uma experiência única de contacto com a paisagem costeira, o pinhal e os ecossistemas locais.
Sob o tema “Da Falésia ao Coração do Ribeiro de São Pedro”, o percurso convida os participantes a percorrer alguns dos locais mais emblemáticos deste território, numa viagem que conjuga património natural, paisagem e bem-estar.
A caminhada tem início junto ao Miradouro de São Pedro de Moel, de onde é possível contemplar a vista panorâmica sobre o Farol do Penedo da Saudade e o Oceano Atlântico. O percurso segue pela faixa costeira até à praia de Água de Madeiros, atravessando falésias, recortes rochosos e pequenas enseadas que caracterizam esta zona do litoral.
A partir daí, os participantes entram no ambiente verdejante do Pinhal de Leiria, acompanhando a Ciclovia da Estrada Atlântica, uma das maiores do país, passando ainda pelo histórico Ponto Novo e terminando junto à Ponte Nova, no Ribeiro de São Pedro de Moel, um espaço de elevada riqueza ecológica onde as águas doces se preparam para encontrar o mar.
O ponto de encontro está marcado para as 09h00, junto ao Arquivo Municipal, para transporte gratuito (de ida e volta) dos participantes assegurado pelo Município.

Detalhes do percurso:
- Distância aproximada: 10 km
- Duração estimada: 2 horas
- Grau de dificuldade: moderada/alta
- Tipo de piso: asfalto e areia.

Os participantes deverão levar:
Chapéu;
Água;
Reforço alimentar;
Calçado confortável e adequado à caminhada.
A participação é gratuita.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Nasce a Rede Nacional dos Missionários Digitais de Portugal


Inspirada pelo apelo do Papa Leão XIV sobre a urgência da evangelização digital, a Fundação Cónego Manuel Joaquim Ochôa acaba de criar a Rede Nacional dos Missionários Digitais de Portugal. O anúncio serve de rampa de lançamento para o 1.º Encontro Nacional da Rede, agendado para 26 de setembro de 2026, em Alfândega da Fé – um dia dedicado, em exclusivo, à missão cristã nos ambientes digitais, que terá como um dos grandes pontos altos um concerto protagonizado pelo padre Guilherme Peixoto, conhecido como o "padre DJ”.
A Igreja, em Portugal, dá hoje, 20 de julho de 2026, um novo passo na sua presença evangelizadora no ambiente digital, com a constituição da Rede Nacional dos Missionários Digitais de Portugal. A iniciativa destina-se a aproximar dioceses, paróquias, movimentos, instituições, comunidades e pessoas que anunciam o Evangelho através das redes sociais e das diferentes plataformas digitais.
O 1.º Encontro Nacional dos Missionários Digitais realiza-se, no Recinto da Feira de Alfândega da Fé, coorganizado pela Fundação Cónego Manuel Joaquim Ochôa, com o Santuário do Imaculado Coração de Maria — Cerejais, o Secretariado Diocesano da Pastoral da Cultura e do Turismo de Bragança-Miranda e a Câmara Municipal de Alfândega da Fé. O programa reúne formação, diálogo, oração, apresentação de projetos, convívio e cultura – incluindo uma conferência magna sobre a Igreja no continente digital, testemunhos de projetos e comunicadores, uma conversa sobre a humanização das redes, uma oração ecuménica pela paz e um envio missionário – culminando com a atuação ao vivo do padre Guilherme Peixoto, conhecido como o "padre DJ”.

A participação no 1.º Encontro Nacional dos Missionários Digitais está sujeita a inscrição prévia no site oficial www.missionariosdigitais.pt e à aquisição de bilhete de ingresso na plataforma Ticketline, com um preço de lançamento de 15 €. A data de abertura da venda dos bilhetes será anunciada no site e nas páginas oficiais da Rede dos Missionários Digitais nas redes sociais – Instagram, Facebook e TikTok.

A Rede nasce do apelo dirigido pelo Papa Leão XIV aos Missionários Digitais, em julho de 2025, e parte do reconhecimento de que o digital deixou de ser apenas um instrumento de comunicação, para se tornar um ambiente onde se constroem relações, identidades, opiniões e comunidades. Não pretende substituir estruturas existentes, nem controlar os projetos digitais católicos: o objetivo é funcionar como plataforma de encontro e serviço, promovendo comunhão, formação, acompanhamento e colaboração, no respeito pela autonomia, identidade e carisma de cada iniciativa.

A iniciativa tem também uma finalidade solidária: as receitas do encontro revertem, integralmente, a favor das obras de requalificação do Santuário do Imaculado Coração de Maria Cerejais, associando a missão digital a uma intervenção concreta de preservação e valorização do património religioso regional.

Canais digitais oficiais
• Site oficial: www.missionariosdigitais.pt

*Marco Barbosa

**Atelier do Caractere 

Pardilhó convida a comunidade a viver a Ria num dia de experiências únicas


• 26 de julho na Ribeira da Aldeia, com atividades gratuitas para todas as idades
• Bota-abaixo da embarcação PARDA marca a edição 2026

A Ribeira da Aldeia, em Pardilhó, recebe no dia 26 de julho a edição 2026 do “Descobrir e Experienciar a Ria” e convida a comunidade a participar num dia dedicado à valorização da Ria de Aveiro, com um programa gratuito que reúne experiências culturais, ambientais, lúdicas e náuticas.

Promovida pela Câmara Municipal de Estarreja, através da Estação Náutica (EN) de Estarreja, esta iniciativa regressa com o envolvimento de vários parceiros e destaca, nesta edição, um momento de particular significado: o bota-abaixo da embarcação PARDA, construída no âmbito da primeira edição do Curso de Construção Naval Tradicional, um projeto pioneiro em Portugal promovido pelo Município.
Isabel Simões Pinto explica que “esta iniciativa surge da vontade e da necessidade de defesa da arte de se construírem os barcos tradicionais em madeira e assim preservar um património representativo do território.” E que este momento simbólico, da entrada da embarcação na água, assinalará “o culminar de um projeto que contribui para a preservação e valorização dos saberes ligados à construção naval tradicional da Ria de Aveiro, e que tem em Pardilhó uma histórica ligação.”

Um convite para viver a Ria em família
O programa do “Descobrir e Experienciar a Ria” foi pensado para diferentes públicos e convida a conhecer o território através de experiências para todas as idades. Caminhadas interpretativas, passeios de barco moliceiro, experiências de air bungee, stand up paddle (SUP): são alguns dos motivos para reunir a família e amigos para criar memórias e observar, sentir e viver o território de uma forma diferente.

O programa de 2026 do “Descobrir e Experienciar a Ria” arrancou no passado dia 22, e foi dedicado ao desporto adaptado e inclusivo, que reuniu 150 participantes de seis instituições. As atividades foram desenhadas em articulação com a ANDDI – Associação Nacional de Desporto para Desenvolvimento Intelectual, conferindo a esta iniciativa uma chancela nacional no âmbito da promoção da inclusão, através do desporto e do lazer.

A autarca destaca o trabalho desenvolvido pela EN de Estarreja na estratégia municipal. “Temos trilhado um caminho sólido na promoção e na qualificação de uma oferta turística integrada no município, valorizando o património natural e cultural, particularmente todas as tradições e atividades ligadas à Ria”, refere, acrescentando que este evento sustentável e inclusivo “é mais um passo na consolidação deste caminho”.


*Gabinete de Comunicação, Relações Públicas e Protocolo

Universidade de Aveiro - Novo modelo de ação social: UA e AAUAv anteveem caos e aconselham Governo a adiar reforma para 27/28


Ainda sem estar devidamente testada a plataforma informática e sem ter sido articulada a relação entre Ministério e Serviços de Ação Social (SAS) das Instituições de Ensino Superior (IES), prevê-se que, em menos de um mês, comecem as candidaturas a bolsas de ação social de acordo com a nova reforma do Governo. Em entrevista à Ria, Artur Silva, reitor da UA, e Joana Regadas, presidente da direção da AAUAv, dizem-se “assustados” com a mudança e defendem que o processo deve ser adiado para 2027/2028 – algo que o próprio Ministério do Ensino, da Ciência e da Inovação já admitiu como possibilidade.

Inicialmente, estava previsto que o calendário para candidaturas a bolsas de estudo tivesse início a 25 de junho, mas acabou por ser adiado para 14 de agosto de forma a “garantir a efetiva disponibilização das ferramentas de candidatura”. A questão prende-se com a entrada em vigor do novo modelo de ação social, publicado em Diário da República esta segunda-feira, dia 20, que previsivelmente entraria em vigor já no próximo ano letivo – o novo sistema fará com que a bolsa média aumente mais de 50% e, segundo uma estimativa preliminar da UA, cerca de 20% dos estudantes bolseiros podem perder o acesso à bolsa.
Interrogado pelo Público, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, disse, na passada quinta-feira, dia 16, que ainda não sabe se o modelo vai avançar já neste ano letivo: “Não tendo ainda sido tomada uma decisão final, estão a ser ponderados vários fatores, entre os quais: a divulgação atempada aos estudantes e às famílias de informação sobre as novas regras (incluindo um simulador), permitindo conhecerem em concreto os apoios a que teriam direito e, assim, tomar decisões plenamente informadas no momento da candidatura.”

Na sequência de uma reunião entre o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e a equipa liderada por Fernando Alexandre, ministro da Educação, Ciência e Inovação, Luís Ferreira, presidente do CRUP, disse ao Público que “o presidente do Instituto para o Ensino [Superior] [Joaquim Mourato] disse na reunião que a plataforma está pronta, mas que propôs ao senhor ministro que não entrasse em funcionamento este ano para que possa ser testada”.
No mesmo sentido, o Ministério confirma que foi solicitado ao Instituto um parecer sobre a entrada em vigor, em 2026/2027, do novo sistema de apoio aos estudantes. Na mesma resposta, o órgão governativo adiantou que é preciso realizar “testes de stress” mais exaustivos e que também tem de ser ponderada a necessidade de “dotar os Serviços de Ação Social das instituições de ensino superior de toda a informação necessária para poderem esclarecer estudantes e respetivas famílias e assimilar atempadamente o novo regulamento, bem como realizar atempadamente formação aos técnicos de Ação Social das instituições”.

É neste contexto que Artur Silva, reitor da Universidade de Aveiro (UA), se mostra contra o avanço da reforma no imediato: “Seria avisado que colocássemos isto para o próximo ano letivo […] Se usarem a plataforma do ano passado e se fizermos tudo à luz do ano passado, os estudantes terão um período mais curto, mas pelo menos têm conhecimento das regras […] A plataforma já estava testada, já se conhecia. Por isso, se eu tivesse de dar um conselho a alguém, iria por aí”.

Joana Regadas, presidente da direção da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), é da mesma opinião. Segundo crê, “não é prudente” implementar o sistema ainda neste ano letivo, uma vez que ainda há muitas questões do foro logístico e tecnológico por esclarecer e é preciso “testar o sistema, informar os futuros estudantes, os atuais estudantes e os serviços das IES”.

“As famílias de estudantes que vão passar agora por este processo de ingresso no Ensino Superior não sabem qual é que é o modelo de apoio que vão ter. Obviamente, isto tem um impacto no orçamento familiar. Se estamos a falar de um perfil destes 20% de estudantes que ficam sem acesso à bolsa, terá um impacto […] durante os próximos meses e até anos”, argumenta a dirigente estudantil.

A incerteza atual pode ter consequências no Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, no entender de Joana Regadas, que soma a estas questões toda a problemática em torno dos exames nacionais. Recordando que o novo modelo permite a que cada estudante escolha a Instituição de Ensino Superior em que quer ingressar, adequando o apoio a essa escolha, a presidente aponta que tem “impacto” saber qual o sistema que vai vigorar.

Para Artur Silva, o acumular de “complicações” vai colocar estudantes e famílias “sob stress” e pode “dissuadir” vários possíveis candidatos de procurar o Ensino Superior. O reitor nota que antes os novos estudantes “sabiam se tinham bolsa quando recebiam os resultados da candidatura” e que agora “vão entrar no Ensino Superior sem saber se têm bolsas ou se deixam de ter”.

A situação, “que já poderia estar resolvida de início”, também poderá vir a atrapalhar os Serviços da Universidade, acredita o reitor, que recorda que, com o adiamento dos prazos já anunciado em junho, a Instituição vai “começar o ano letivo a processar tudo”.

É importante de referir que, de acordo com a resposta do Ministério ao Público, há coisas que vão mudar independentemente do avançar ou não da reforma. Mantém-se a “bolsa incentivo” - de 1045 euros -, que prevê que todos os estudantes de primeiro ano do Ensino Superior que beneficiaram de Escalão A da Ação Social Escolar (ASE), e, segundo o presidente do CRUP, também deve ser reforçado o apoio às IES para “aliviar o peso dos custos com o alojamento estudantil.

Numa avaliação geral ao diploma, Artur Silva afirma que, quando foi apresentado o novo modelo, o Ministério falou em “pequenas consequências” e “regras mais justas”, mas que agora “o que se verifica não é bem isso”. Tendo em consideração os constrangimentos que o diploma pode causar e o número de estudantes que pode perder acesso à bolsa, o reitor refere que “era avisado meditar mais sobre esta situação”.

Fonte: Universidade de Aveiro (UA)

NOTA DE ESCLARECIMENTO - FORÇA ESPECIAL DE PROTEÇÃO CIVIL


Na sequência das notícias divulgadas hoje, 20 de junho, sobre a greve anunciada por trabalhadores da Força Especial de Proteção Civil (FEPC), a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) esclarece o seguinte:

Até ao momento, não foi registado qualquer impacto operacional decorrente da greve anunciada, mantendo-se integralmente garantidas todas as missões atribuídas à FEPC e decorrendo a atividade operacional com total normalidade, sem qualquer perturbação da capacidade de resposta.

Relativamente aos valores reclamados por trabalhadores da FEPC, respeitantes a trabalho suplementar prestado no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) e de outras operações de proteção e socorro, importa esclarecer que a ANEPC está vinculada ao estrito cumprimento do regime jurídico aplicável à Administração Pública.

Os montantes em causa reporta-se, em parte, a trabalho suplementar que ultrapassa os limites legalmente previstos, não dispondo a ANEPC de competência para autorizar ou processar pagamentos sem o devido enquadramento legal e as autorizações legalmente exigidas.

A ANEPC reconhece e valoriza o profissionalismo, a dedicação e o elevado espírito de missão dos operacionais da FEPC, cujo contributo é essencial para o cumprimento da missão de proteção civil e para a salvaguarda de pessoas, bens e do ambiente. Neste contexto, a mantém uma postura de proximidade, disponibilidade e diálogo permanente com os seus trabalhadores, procurando, em articulação com as entidades competentes, identificar soluções que permitam responder às questões existentes, sempre no respeito pelo quadro legal em vigor.

A ANEPC continuará a desenvolver todas as diligências legalmente admissíveis com vista à apreciação das situações pendentes e à identificação das soluções que permitam a sua regularização, reiterando o seu compromisso com os seus trabalhadores, com a transparência da sua atuação e com a garantia de uma resposta permanente, eficaz e de elevada qualidade ao serviço do País.

*Alcina Coutinho
Chefe de Divisão
Divisão de Comunicação e Sensibilização
Presidência

Proença-a-Nova | Município reforça Proteção Civil com novos contratos interadministrativos com as freguesias


O Município de Proença‑a‑Nova reforçou a sua capacidade de atuação no âmbito da proteção civil com a celebração de contratos interadministrativos de delegação de competências com a União de Freguesias de Proença‑a‑Nova e Peral, a Freguesia de Montes da Senhora e a União de Freguesias de Sobreira Formosa e Alvito da Beira.

Estes contratos, aprovados pela Câmara Municipal e pelas respetivas Assembleias de Freguesia, permitem uma resposta mais próxima, rápida e eficaz às necessidades do território, especialmente no que respeita à vigilância, prevenção e primeira intervenção em situações de risco relacionadas com fogos rurais.

Com esta delegação de competências, as freguesias passam a assegurar ações de vigilância e deteção de incêndios, apoio logístico à primeira intervenção e às operações de socorro, bem como a comunicação de alertas e informação às populações. A atuação será desenvolvida em articulação com o Gabinete Florestal do Município, garantindo uma coordenação permanente e uma gestão integrada dos meios disponíveis.
Para além das responsabilidades operacionais, os contratos incluem também a celebração de seguros destinados a proteger as equipas envolvidas nas tarefas de vigilância e prevenção.

A execução destas competências é acompanhada por um conjunto de recursos financeiros e patrimoniais afetos pelo Município, ajustados às necessidades de cada freguesia e destinados exclusivamente ao cumprimento das ações previstas. A transferência de montantes será realizada mediante apresentação e aprovação dos relatórios de execução física e financeira.

*Gabriel Reis
Comunicação, Turismo e Eventos

Proença-a-Nova recebe Campeonato Nacional da Hipertensão


Proença‑a‑Nova vai receber o Campeonato Nacional da Hipertensão já no próximo dia 21 de julho, trazendo ao concelho uma iniciativa nacional de literacia em saúde dedicada ao controlo da hipertensão arterial, a principal causa evitável de AVC em Portugal.

O programa inicia‑se às 17h00, no espaço multiusos do Município, e prossegue às 18h00, no Campo de Futebol da Escola Básica do 1.º Ciclo, onde terá lugar o momento simbólico do jogo.
A proposta para que Proença‑a‑Nova integrasse o mapa nacional do campeonato partiu do Dr. André Silva, médico e vencedor do Prémio Missão 70/26 da Sociedade Portuguesa de Hipertensão, que assume a responsabilidade científico‑educativa do projeto.

O Campeonato Nacional da Hipertensão é uma iniciativa educativa, concebida para envolver cidadãos hipertensos na adoção de hábitos diários de controlo da tensão arterial. Cada município forma uma equipa de dez participantes, acompanhados por tutores de proximidade, num modelo que combina um workshop prático com um jogo de futebol, seguido de 30 dias de acompanhamento do hábito de auto‑medição.

O programa não substitui cuidados clínicos nem consultas médicas. Não realiza diagnóstico, rastreio, prescrição ou monitorização ativa. A iniciativa centra‑se exclusivamente na literacia em saúde e na capacitação dos participantes.

Ao acolher esta etapa, Proença‑a‑Nova junta‑se aos municípios que, ao longo de 2026, estão a receber esta ação de sensibilização. O Campeonato Nacional da Hipertensão é uma iniciativa dos vencedores do Prémio Missão 70/26 da Sociedade Portuguesa de Hipertensão. O responsável científico‑educativo é o Dr. André Silva (andre@medicinup.com ). A coordenação é assegurada por Sara Pereira (sara@medicinup.com · 961 926 527). Mais informações em https://medicinup.com/

*Gabriel Reis
Comunicação, Turismo e Eventos