quinta-feira, 6 de agosto de 2026

18% das crianças estão conectadas mais de 5 horas por dia durante pausas letivas


  • Seja durante os fins-de-semana, feriados ou pausas letivas, pais reportam que as crianças aumentam o consumo de ecrãs
  • 68 % afirmam que os filhos estão mais de 2 horas conectados
  • O verão pode ser a melhor altura para criar novos hábitos digitais entre os mais novos
  • Alternativas como os relógios inteligentes podem ajudar a reduzir o tempo online, criar sentido de responsabilidade digital e a crescer de forma mais equilibrada com a tecnologia
Com o verão vêm as férias grandes, e com estas, o aumento do tempo livre para os mais pequenos. A juntar às horas sem nada para fazer, muitas vezes os pais estão a trabalhar, o que deixa os mais pequenos muitas vezes sem saber como ocupar os seus tempos livres, e sem qualquer supervisão dos pais.

Naturalmente, muitas crianças acabam por se distrair online, com os dados do Observatório digital da SaveFamily a revelar que 18% dos pais reconhece que em dias de férias, feriados ou pausas letivas, muitas crianças chegam a estar mais de 5 horas conectadas. Um valor que atinge os 68% de crianças que estão online entre 2 a 4 horas diariamente. Apesar do bom tempo lá fora é, até, bastante comum, que estes padrões de comportamento se mantenham e muitas crianças não apenas estejam online mais tempo, como aumentem o número de horas conectadas e percam a verdadeira noção de quanto tempo estão ligadas.

Mas, apesar do verão ser sinónimo de tempo livre, isso não quer necessariamente dizer que seja uma altura em que os pequenos tenham que estar mais conectados. Na verdade, esta é a altura ideal para criar novos hábitos e uma relação mais saudável com a tecnologia.
Apesar de que durante todo o ano letivo o uso dos telemóveis tenha sido vastamente restringido em ambiente escolar, e que estejam a ser criadas cada vez mais medidas para limitar o acesso dos mais novos às redes sociais, o ideal para o dia-a-dia dos pequenos, assim como para o seu crescimento, é criar hábitos mais saudáveis e ensina-los a serem responsáveis com o seu tempo e com o uso da tecnologia.

“No mundo atual é praticamente impossível que as crianças não cresçam com a tecnologia. Mas podemos educá-las para o uso da tecnologia de forma mais consciente e equilibrada. Seja atrasando a introdução de equipamentos como os telemóveis, seja ensinando a fazer um uso adequado dos mesmos, com tempos definidos, conteúdos controlados, e sempre com o seu bem-estar físico e emocional em primeiro lugar”, refere Jorge Álvarez, CEO da SaveFamily.

Ainda que mais tempo livre possa ser sinónimo de maior aborrecimento e, como tal as crianças possam cair no exagero dos ecrãs, é contudo o momento adequado para criar novos hábitos digitais.

Em crianças cujo uso seja já problemático, é possível, criar pequenos desafios que os leve de forma consciente a irem reduzindo o seu tempo online. Não é apenas proibir, mas fazê-los serem conscientes de quantas horas passam por dia online. Por exemplo, um dos primeiros reflexos ao acordar é, muitas vezes, agarrar logo o telemóvel. Porque não incentivar a criança a dormir com os equipamentos fora do quarto? Sem terem horas fixas para estar na escola, é mais fácil de excluir a ideia do despertador do telemóvel. E com o tempo, quem sabe, substituir o despertador por um mais tradicional com música. Assim, elimina-se aquele primeiro contacto ao acordar com o equipamento, ao mesmo tempo que leva a criança a ir deitar-se longe do telemóvel.

Por outro lado, é sempre possível criar, por exemplo, diários digitais. No final do dia, levar a criança a apontar num caderno que tipo de conteúdos consumiu, quantas horas esteve online, que plataformas usou. Mais do que as ferramentas de utilização já incorporadas nos equipamentos, é tornar a criança consciente do que fez realmente online. E juntos, refletir um pouco sobre que tipo de conteúdos estão os mais novos expostos. Esta pode também ser uma porta aberta para que, no futuro, as crianças conversem com os pais quando estão em situações desconfortáveis online.

Estratégias que ajudem os mais novos a serem hoje mesmo conscientes dos seus comportamentos online fazem com que estes sejam também mais responsáveis hoje e no futuro do seu comportamento online e da sua relação com a tecnologia.

O verão corresponde, também, a uma época em que os mais novos se preparam para o próximo ano letivo. E com a proibição do uso de telemóveis nas escolas portuguesas até ao 9ºano no próximo ano letivo, e o surgimento de cada vez mais legislação para a proibição completa das redes sociais nos mais novos, é fundamental criar já estratégias em que os pequenos compreendam que as medidas são a pensar no seu bem-estar e que a tecnologia pode ser uma aliada, sempre que usada de forma responsável.

Como elemento intermédio que permite um contacto com a tecnologia sem a imposição dos telemóveis, os relógios inteligentes são, também, excelentes aliados de crianças e jovens, e dos seus encarregados de educação, para a criação de relações com a tecnologia mais equilibradas. Com a vantagem do contacto constante através de chamadas, videochamadas e mensagens, assim como a localização com GPS e botão SOS, os mais novos estão sempre contatáveis. Por outro lado, com aplicações direcionadas a cada faixa etária e controlo parental, os pequenos aprendem a navegar online, mas os pais estão também mais descansados porque sabem ao que é que os pequenos têm acesso, e sabem que não o farão de forma excessiva.

Se por um lado o verão pode ser um período de excesso de uso da tecnologia por aborrecimento dos mais novos, por outro, este é o momento ideal para criar novas estratégias e soluções para que a dependência digital dos mais pequenos não seja tão elevada, e para que estes aprendam a crescer de forma equilibrada com a tecnologia.

Acerca de SaveFamily

A SaveFamily é uma empresa espanhola líder no desenvolvimento de smartwatches com GPS para crianças e idosos. Desde 2017 trabalha para aproximar a tecnologia às famílias com dispositivos pensados para melhorar a comunicação, a segurança e a autonomia dos utilizadores.

A empresa está presente em mais de 43 países e serve a mais de um milhão de famílias através de uma ampla gama de dispositivos tecnológicos orientados para a segurança e o bem-estar.

*Newsline Agência de Comunicação

Região Centro reforça protagonismo na Volta a Portugal em Bicicleta


Região acolhe três etapas da 87.ª da prova, entre a costa atlântica e a Serra da Estrela.

O Centro de Portugal volta a ter um papel de destaque na maior competição do ciclismo nacional. A 87.ª Volta a Portugal em Bicicleta está na estrada entre 5 e 16 de agosto e atravessa a região Centro em três etapas, atraindo milhares de adeptos e projetando alguns dos territórios mais emblemáticos junto de um vasto público nacional e internacional.

A passagem pelo Centro de Portugal começa logo na 1.ª etapa, a 6 de agosto, pelos municípios da Lourinhã, Peniche e Torres Vedras. A 9 de agosto, a exigente 4.ª etapa liga Figueiró dos Vinhos à Torre, na Serra da Estrela, atravessando também Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Góis, Pampilhosa da Serra, Oleiros, Fundão, Covilhã e Manteigas, até culminar no ponto mais alto de Portugal continental — uma das chegadas mais míticas e decisivas da história da prova. No dia seguinte, 10 de agosto, o contrarrelógio individual da 5.ª etapa liga o Velódromo Nacional, em Anadia, a Águeda, passando igualmente por Oliveira do Bairro.

Ao longo destas etapas, a Volta percorre cenários muito distintos do território, desde a costa atlântica às montanhas da Serra da Estrela, passando por aldeias, vilas e cidades que refletem a diversidade paisagística, patrimonial e cultural da região.
Para Rui Ventura, Presidente da Turismo Centro de Portugal, "a Volta a Portugal ocupa um lugar muito especial no imaginário dos portugueses. É um dos maiores acontecimentos do calendário nacional e uma oportunidade extraordinária para mostrar a milhões de pessoas a diversidade, autenticidade e beleza do Centro de Portugal. As imagens transmitidas pela televisão são um convite para regressar mais tarde, com tempo, e descobrir os nossos territórios, a nossa gastronomia, o património e a hospitalidade das nossas comunidades".

"A ligação do Centro de Portugal ao ciclismo é histórica, mas é também uma aposta no futuro. Com a marca MOVE Centro Portugal – The Sports Region, estamos a consolidar o posicionamento da região como o grande destino nacional do turismo desportivo, reunindo sob uma mesma identidade os maiores eventos desportivos que acolhemos ao longo do ano. A Volta a Portugal é um dos melhores exemplos dessa visão e uma excelente oportunidade para mostrar a milhões de pessoas que o Centro de Portugal é um território feito para viver o desporto", acrescenta.

A etapa com chegada à Torre volta a colocar a Serra da Estrela no centro das atenções, recuperando uma das ascensões mais míticas do ciclismo português. Já o contrarrelógio entre Anadia e Águeda dá destaque a outro dos grandes polos nacionais da modalidade: o Velódromo Nacional de Sangalhos, em Anadia, uma referência incontornável na formação e preparação de atletas.

A 87.ª edição da prova reúne 17 equipas, portuguesas e internacionais, e percorre cerca de 1.430 quilómetros entre Lisboa e Porto, consolidando-se como o maior evento velocipédico do país.

Sobre a Turismo Centro de Portugal:
A Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

*Cátia Aldeagas
Diretora do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas
Turismo Centro de Portugal

**Luís Miguel Nunes
Consultor de comunicação


Stand visitável até 9 de agosto, durante a Expofacic. Obras de Juan Domingues refletem a identidade do concelho de Cantanhede no stand do Município na Expofacic

 
O Município de Cantanhede apresenta, no seu stand na Expofacic, uma exposição do artista plástico Juan Domingues, composta por seis obras de grande formato inspiradas na identidade, na memória e na diversidade do concelho.
A mostra resulta de um desafio lançado pela autarquia, com o objetivo de promover uma interpretação artística do território e do seu património, traduzida numa coleção que passará a integrar o património cultural municipal.
Para construir esta coleção, Juan Domingues inspirou-se em temas e áreas de interesse que o Município tem vindo a potenciar ao longo dos anos, como a sustentabilidade ambiental, o património cultural, a inovação, a coesão social, a tradição e a gastronomia.
Esta exposição representa uma forma singular de olhar para Cantanhede. Estou certa de que esta exposição despertará a curiosidade de quem a visita e incentivará muitos a descobrir melhor a história, as tradições e as paisagens do concelho”, sublinhou a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio.
Mais do que ilustrar lugares ou acontecimentos específicos, cada obra procura sintetizar ideias, símbolos e características que definem Cantanhede, estabelecendo um diálogo entre si e desafiando cada visitante a construir a sua própria interpretação.
"O que é o Município de Cantanhede?" é a questão que serve de fio condutor à exposição.
A partir dessa pergunta, o artista convida o público a refletir sobre diferentes dimensões do território: será Cantanhede a paisagem vinícola da Bairrada? Será a história ligada ao mar, às nascentes de água de Ançã, aos Olhos da Fervença, às Sete Fontes ou à Praia da Tocha? Será o seu património histórico e cultural?
A inovação tecnológica e industrial? As suas raízes familiares e geracionais? Ou a diáspora, formada por quem partiu e por quem encontrou em Cantanhede um lugar para viver?
De acordo com o artista, todas estas leituras coexistem nas obras, mas o verdadeiro tema da exposição são as pessoas.
O fio condutor da exposição é um percurso que culmina nas pessoas, verdadeiras protagonistas da identidade do concelho. Das freguesias que dão forma ao território às comunidades da diáspora, que levam Cantanhede consigo pelo mundo ao longo de gerações, a narrativa estende-se também a quem escolheu o concelho para viver, encontrando aqui um lugar de pertença e novas oportunidades”, sublinhou Juan Domingues.
O pintor recorreu a materiais como o carvão, sanguínea e tinta a óleo sobre tela de algodão.
Quanto à mensagem que pretende transmitir, Juan Domingues evita impor uma leitura única das obras. Assume antes uma postura discreta, procurando despertar a curiosidade e provocar reflexão.
É como apresentar um puzzle. Cada pessoa é convidada a construir a sua própria narrativa”, afirmou o artista que espera inspirar as pessoas a conhecer mais sobre as gentes, a história, tradições e costumes do concelho.
Que leiam, visitem e que sejam bastante curiosos do concelho de Cantanhede”, concluiu.

Sobre Juan Domingues
Natural de Puerto Cabello, na Venezuela, Juan Domingues vive em Cantanhede desde os seis anos, altura em que regressou com a família a Portugal. O interesse pelas artes manifestou-se desde cedo e conduziu-o a um percurso académico ligado às artes plásticas, culminando com a licenciatura em Pintura na Escola Superior de Artes de Coimbra e uma pós-graduação em Desenho na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto.
Embora reconheça que o desenho sempre tenha sido o ponto de partida da sua expressão artística, foi após concluir a licenciatura, em 2007, que passou a dedicar-se de forma mais intensa à pintura, desenvolvendo uma linguagem própria que tem vindo a aplicar em diversos projetos culturais realizados em vários municípios portugueses desde 2021.

Águeda | Passagem inferior do novo viaduto da ligação do PEC ao IC2 aberta ao trânsito


Nova fase da empreitada melhora a fluidez da circulação e assinala mais um avanço numa infraestrutura estratégica para a mobilidade e o desenvolvimento económico de Águeda

A passagem inferior do novo viaduto integrada na empreitada de ligação do Parque Empresarial do Casarão (PEC) ao IC2 entrou hoje em funcionamento, permitindo a circulação rodoviária no nó na antiga EN1, junto à Cerâmica do Alto, e representando mais um passo na execução na execução daquela que é uma das mais importantes obras em curso no concelho de Águeda.
“A abertura ao trânsito desta passagem melhora, desde já, a circulação nesta zona e demonstra que a empreitada continua a avançar a bom ritmo. Este investimento reforçará a competitividade das nossas empresas, melhorará as condições de mobilidade e aumentará a atratividade do concelho para novos investimentos. É uma obra transformadora para Águeda e para toda a região”, afirma Jorge Almeida, presidente da Câmara Municipal de Águeda.

Este momento constitui, assim, mais uma etapa cumprida na execução desta empreitada, permitindo melhorias na circulação, enquanto prosseguem os restantes trabalhos, nomeadamente a rotunda superior.
Trata-se de um dos pontos de maior intensidade de tráfego do concelho e com a criação deste cruzamento desnivelado, a circulação na EN1 passará a ser prioritária, enquanto uma rotunda superior assegurará as ligações entre a zona do Parque Empresarial do Casarão, a Zona Industrial de Barrô e os restantes eixos rodoviários, contribuindo para uma circulação mais fluida, segura e eficiente.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem

Crónica . Quando as palavras antecedem as decisões

 Ao longo dos anos, escrevi muitos artigos de opinião sobre temas ligados à educação, à cultura e às políticas públicas. Uns geraram debate, outros passaram quase despercebidos. Mas há momentos que nos fazem acreditar que vale sempre a pena escrever quando se está convicto de uma causa.
Recordo-me particularmente de um artigo em que denunciei o absurdo de um passe que custava cerca de 300 euros. Não se tratava apenas de um número. Tratava-se da vida de pessoas que viam uma parte significativa do seu rendimento absorvida por um custo que limitava a mobilidade, o acesso ao trabalho, ao ensino e até à participação na vida social.
Na altura, procurei demonstrar que aquela realidade era desproporcionada e que um país que pretende promover a utilização dos transportes públicos não podia manter preços que afastavam precisamente quem mais deles necessitava.
Pouco tempo depois, surgiu uma das maiores transformações de sempre na política tarifária dos transportes públicos, com a criação dos passes de baixo custo, que reduziram o preço para cerca de 20 euros em muitas áreas metropolitanas.
Seria intelectualmente desonesto afirmar que essa decisão resultou do meu artigo. Não disponho de qualquer elemento que o prove. Mas também seria ingénuo pensar que os decisores políticos vivem isolados da opinião publicada, dos jornais, das redes sociais e das inúmeras vozes que, diariamente, chamam a atenção para problemas concretos.
As grandes decisões raramente nascem de um único texto. Nascem da convergência de estudos, reivindicações, movimentos cívicos, associações e também de artigos de opinião que ajudam a colocar determinados assuntos na agenda pública.
Foi isso que senti naquele momento. Um problema que considerei importante mereceu, pouco tempo depois, uma resposta política que alterou profundamente a vida de milhares de portugueses.
Esta experiência reforçou uma convicção que mantenho até hoje: escrever continua a ser um ato de cidadania. Um artigo não muda um país sozinho. Mas pode contribuir para que uma injustiça deixe de ser invisível. Pode levar mais pessoas a refletir. Pode acrescentar um argumento a um debate. E, por vezes, pode até anteceder uma decisão política.
É precisamente por acreditar nisso que continuo a escrever. Não para reclamar méritos que não me pertencem, mas porque acredito que uma democracia saudável precisa de cidadãos que observem, estudem, critiquem e proponham soluções.
Quando um problema é identificado de forma séria e fundamentada, a sua resolução deixa de parecer impossível. E, mesmo quando nunca saberemos quem influenciou quem, fica a certeza de que as ideias têm importância.
Talvez seja essa a maior recompensa de quem escreve: perceber que uma reflexão publicada no momento certo pode fazer parte de um movimento mais amplo que contribui para melhorar a vida das pessoas.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor

Cantanhede | Está patente na Biblioteca Municipal até final de setembro. Exposição permite recordar Cantanhede de outrora

 
A exposição Memórias de Cantanhede Antiga – pinturas inspiradas em fotografias e postais antigos está patente na Biblioteca Municipal até 30 de setembro.
Na mostra estão patentes 26 trabalhos de pintura e escultura de 18 pintores, que retratam edifícios antigos, alguns já desaparecidos, paisagens e outros temas alusivos a Cantanhede e região, com base em postais e fotografias antigos.

Os artistas com trabalhos expostos são Alice Cardoso, Antonina Leshenko, Beatriz Lourenço, Carlos Garcia, Carlos Seabra, Christine Francisco, Conceição Mendes, Fátima Maia, Fátima Negrão, Isabel Várzeas, Jorge Rocha; Josefa Reis, Mário Marques, Mónica Salvador, Natália Procopovich, Olesya Mohosh, Paula Azeiteiro e Selma Araújo.
A iniciativa original nasceu de um convite endereçado pela Associação FotografARTE a vários artistas, propondo-lhes a criação de um trabalho de pintura inspirado num postal ou fotografia antigos de Cantanhede, que resultou numa exposição de pintura que esteve patente no Freixial Shopping, em Cantanhede, em setembro de 2025, no âmbito do PhotoFest 2025.
O intuito de unir a fotografia à pintura, eternizado numa peça de arte demonstrativa da beleza de edifícios, paisagens e gentes de Cantanhede, de outros tempos, suscitou o interesse da Biblioteca Municipal pela oportunidade de repetir o projeto e dar a conhecer às gerações atuais cenários do património humano e arquitetónico de Cantanhede, algum já desaparecido e, simultaneamente, o talento de artistas locais.
A exposição Memórias de Cantanhede – Pinturas inspiradas em fotografias, acolhida na Biblioteca Municipal de Cantanhede nos meses de agosto e setembro, proporciona aos visitantes da instituição uma oportunidade de recordar Cantanhede de outrora, retratada pelas mãos de artistas contemporâneos.



Bacalhau da Noruega On Tour marca presença no Festival do Bacalhau

 O Bacalhau da Noruega On Tour vai marcar presença no Festival do Bacalhau, na Gafanha da Nazaré, entre os dias 12 e 16 de agosto, levando ao certame uma experiência gastronómica que convida os visitantes a descobrir a qualidade, a versatilidade e o sabor do Bacalhau da Noruega.
A food truck da terceira edição da iniciativa vai integrar a programação de um dos maiores eventos nacionais dedicados ao "fiel amigo" e ao longo dos cinco dias do festival, os visitantes poderão desfrutar de degustações gratuitas e várias surpresas e prémios.
Um dos momentos altos da participação será a presença do criador de conteúdos gastronómicos A Pitada do Pai, nos dias 12 e 13 de agosto. Em dois momentos especiais, o influenciador digital irá preparar algumas das suas receitas com Bacalhau da Noruega, partilhar sugestões de confeção e oferecer degustações ao público.
Promovida pelo Conselho Norueguês das Pescas (Norwegian Seafood Council), esta atividade, que vai percorrer Portugal durante o verão, tem como objetivo aproximar o “fiel amigo” dos consumidores e também dar a conhecer a versatilidade do Bacalhau da Noruega, mostrando que, além das receitas tradicionais, este pode ser preparado de forma leve, criativa e adaptada aos dias mais quentes.
No Festival do Bacalhau, os visitantes poderão provar diferentes especialidades confecionadas com Bacalhau da Noruega, entre as quais bacalhau à Brás com pó de azeitonas; tosta com lascas de bacalhau e molho verde, bacalhau confitado com pó de espinafres, mini pastéis de bacalhau com maionese de alho e bacalhau frito com chutney de manga. Haverá ainda oportunidade para conhecer algumas dicas de preparação das receitas diretamente com a chef presente na food truck.
Após a passagem pelo Festival do Bacalhau, o Bacalhau da Noruega On Tour continuará a sua viagem em direção a Coimbra e Mealhada.
Todas as informações sobre o calendário, horários e próximas paragens estão disponíveis nas páginas de Instagram e Facebook do Bacalhau da Noruega: Instagram e Facebook.
 
Horário da Ação no Festival do Bacalhau
12 de agosto: das 16:00 às 02:00
13 a 16 de agosto: das 12:00 às 02:00
 
*Anabela Martinho – R2 Comunicação