segunda-feira, 20 de abril de 2026

COLUMBÓFILIA: Paulo Santos vence concurso de CHESTE décima prova da Campanha Desportiva 2026, continuando a liderar a classificação geral de concorrentes José Rossa Ribeiro


Com a realização da solta de Cheste, decorreu no passado dia 18 de abril, a décima prova do Campeonato 2026, promovido e organizado pela Secção de Columbofilia da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que nesta prova contou com a participação de 22 associados concorrentes.

Integrando o calendário oficial da Associação Columbófila do Distrito de Coimbra, este concurso, na especialidade de fundo foi ganho por Paulo Santos, continuando a assumir José Rossa Ribeiro, a liderança da Classificação Geral de Concorrentes, com 3955 pontos, conforme se pode aferir nas seguintes tabelas:
Prova – CHESTE – (Fundo)
1º lugar – Libério Branco – 217 pontos; 2º - Nuno & Filho - 217; 3º - Manuel Barreto - 212; 4º - Paulo Santos - 211; 5º - Humberto Carvalho – 201; 6º - António Santos - 200; 7º - Fernando Ramos – 199; 8º - Horácio Oliveira /B - 196; 9º - Fábio Cruz - 194; 10º - Carlos Branco – 191; 11º - José Rossa Ribeiro – 190; 12º - João Regalado - 187; 13º - Jorge Santos – 178; 14º - Marco Ferreira – 144; 15º - Jorge Teixeira – 140; 16º - Lusitano Espinhal & Irmão – 129; 17º - Horácio Oliveira – 123; 18º - Ernesto Costa – 104; 19º - José Vinagreiro – 102 – 20º -Fernando Sequeira – 87; 21º -Joaquim Mendes – 78; 22º - Carlos Pereira – 29.

Geral de Concorrentes
1º lugar – José Rossa Ribeiro – 4371 pontos; 2º - Paulo Santos - 4242; 3º - Nuno & Filho - 4240; 4º - Lusitano Espinhal & Irmão - 4089; 5º - Humberto Carvalho - 4087; 6º - António Santos – 4029; 7º - João Regalado – 3876; 8º - Ernesto Costa – 3752; 9º - Jorge Teixeira - 3643; 10º Eugénio Claro – 3623; 11º - Jorge Santos – 3515; 12º - Manuel Barreto - 3425; 13º - Fábio Cruz – 3400; 14º - José Vinagreiro – 3381; 15º - Libério Branco – 3263; 16º - Fernando Ramos – 3249; 17º - Marco Ferreira – 3216; 18º - Joaquim Mendes – 3139; 19º - Horácio Oliveira – 2826; 20º - Rodrigo Rainho – 2786 – 1569; 21º - José Santos – 2706; 22º - Carlos Branco – 2656; 23º - Vitoria Rico – 2648; 24º - Fernando Sequeira – 2640; 25º - Diana Kostiv – 2620; 26º - Horácio Oliveira /B – 2610; 27º - Manuel Frade - 2502; 28º - Euclides Pimenta – 2334; 29º - Mário Rumor – 2041; 30º - Igor Santos - 2024; 31º - Paulo Ferreira – 2020; 32º - Carlos Santos – 1635; 33º - Franisana Pombos – 1630; 34º - Gonçalo Paião – 1560; 35º- Cidálio Salvador - 1521; 36º - Fernando Tavares – 1094; 37º - Francisco Vinagreiro - 925; 38º - Fernando Cruz – 763; 39º Carlos Pereira – 325; 40º– Vitor Patarra - 278. 41º - Joaquim Melo – 205.

 Troféu -
1º lugar – José Rossa Ribeiro – 3955; 2º - Paulo Santos – 3732 pontos; 3º - Humberto Carvalho – 3578.



16 grupos de teatro amador protagonizaram 32 peças ao longo de três meses. XXVI Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede terminou com humor em palco


Foi com a peça de teatro intitulada “Piolhos & Atores”, do dramaturgo espanhol José Sanchis Sinisterra, com encenação de Guilherme de Bastos Lima e desempenhos de Vítor Emanuel e de Guilherme de Bastos Lima, numa produção da companhia Teatro do Bigode, que baixou o pano do XXVI Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede.
A sessão de encerramento decorreu este domingo, 19 de abril, no Multiusos de Febres. Para trás ficaram quase três meses de espetáculos, por 16 grupos de teatro amador, que envolveram centenas de atores e outros intervenientes, com apresentações em múltiplas freguesias do concelho, numa clara aposta na diversidade de géneros, na descentralização cultural e no acesso à cultura.

Ao intervir na sessão, a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, manifestou o desejo de que as peças de teatro que subiram ao palco nestes últimos três meses possam chegar a outros locais do concelho. “Gostaria de ver reconhecido em todas as freguesias o trabalho destes grupos de teatro”, salientou.
De acordo com a autarca, a arte é fundamental no nosso quotidiano. “[A arte] não é apenas entretenimento — é uma parte essencial da nossa vida, pois influencia a forma como pensamos, sentimos e nos relacionamos com o mundo”, sublinhou, lembrando que “o Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede não é só um momento cultural, é o resultado do muito trabalho e entusiasmo de centenas de pessoas que, não sendo profissionais do teatro, abraçam esta arte de corpo e alma”.

Já o vice-presidente com o pelouro da Cultura, Pedro Cardoso, destacou “a reafirmação do Ciclo de Teatro como uma iniciativa cultural de grande relevância para a dinamização do movimento associativo e teatral do concelho”.

“Trata-se do maior ciclo de teatro da região, envolvendo centenas de atores e outros intervenientes, numa clara aposta na diversidade de géneros, na descentralização cultural, no intercâmbio artístico e partilha de experiências, e no acesso à cultura. Acresce que tem merecido uma crescente aposta na formação”, complementou.

A sessão de encerramento do Ciclo de Teatro Amador levou à cena a peça humorística “Piolhos & Atores”, que conta a história de Rios e Solano, dois atores, saltimbancos e bufões, que estão perdidos no tempo, pois sempre que saem de um teatro, entram “por magia” noutro, dando sempre de caras com o público, já sentado, à espera, a olhar… Sentem-se na obrigação de começar o espetáculo e trazem consigo uma velha arca de madeira, um pano remendado e alguns adereços.

No final da sessão, decorreu a entrega dos certificados de participação aos 16 grupos que participaram no XXVI Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede.


DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS DEDICADO À RESPOSTA DE EMERGÊNCIA DO PATRIMÓNIO

 A Marinha Grande foi, no dia 18 de abril de 2026, palco da sessão nacional do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS) 2026, que decorreu no Auditório do Centro Empresarial da Marinha Grande, reunindo especialistas, investigadores, técnicos e responsáveis institucionais para refletir sobre o papel do património cultural em contextos de conflitos, alterações climáticas e desastres naturais.

Sob o tema “Património vivo: resposta de emergência em contextos de conflitos e desastres”, definido pelo ICOMOS Internacional, a iniciativa assumiu especial relevância na Marinha Grande, concelho recentemente afetado por fenómenos meteorológicos extremos que causaram impactos significativos no património cultural, edificado e paisagístico.

A sessão foi promovida pelo Património Cultural – Instituto Público e pelo ICOMOS Portugal, com o apoio do Município da Marinha Grande
Na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, deu as boas‑vindas aos participantes e referiu-se diretamente aos impactos da tempestade Kristin no concelho, destacando os danos sofridos por vários equipamentos culturais e pelo Pinhal do Rei, enquanto elemento estruturante da paisagem e da identidade local, alertando para a fragilidade do património face aos eventos extremos.
“A resposta rápida das equipas no terreno, o envolvimento das instituições e a solidariedade entre cidadãos demonstram que o património vive através das pessoas — e é por elas que deve ser protegido.”, acrescentou.

Paulo Vicente reforçou que “proteger o património é, hoje, também preparar o futuro. É investir em planeamento, prevenção e cooperação, garantindo que as próximas gerações herdam não apenas memória, mas também a capacidade de a preservar.”

O presidente do Conselho Diretivo do Património Cultural, I.P., João Soalheiro, alertou que "as alterações climáticas colocam desafios concretos à nossa capacidade de atuação e, para agir, é preciso pensar e conhecer o território. O património cultural não divide, agrega, e só faz sentido se for vivido no terreno.”
João Soalheiro revelou ainda que "o nosso património ainda não é resiliente. Precisamos de uma verdadeira cultura de planeamento, manutenção e proximidade, que envolva todos os agentes — do poder local às comunidades.”

Por sua vez, o presidente do ICOMOS Portugal, Orlando Sousa, enquadrou a reflexão no contexto internacional, sublinhando que o património cultural está hoje particularmente exposto a conflitos e eventos climáticos extremos, o que exige uma articulação permanente entre proteção, planeamento e ação.

“Este é um caminho que tem de ser feito em paralelo, envolvendo museus, monumentos, sítios arqueológicos e o território. A execução do PRR no património cultural, que se encontra numa fase muito avançada, foi uma tarefa hercúlea, mas essencial para discutir o que deve ser a administração pública do futuro: mais resiliente, mais preparada e mais próxima.”, continuou.

O programa integrou uma visita ao Museu do Vidro / Palácio Stephens, seguida de conferências e painéis temáticos dedicados à recuperação do património afetado por desastres, aos cenários climáticos e impactos esperados em Portugal, aos riscos para o património arqueológico e ao contributo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para a resiliência do património cultural.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Porto de Mós | Comemorações 25 de Abril - 50 anos do Poder Autárquico

 O Município de Porto de Mós assinala, no próximo dia 25 de abril de 2026, as Comemorações dos 50 anos do Poder Autárquico, com um programa que conjuga momentos solenes, evocativos e culturais, celebrando o percurso democrático e o papel determinante do poder local ao longo das últimas décadas.
 
As celebrações têm início às 09h00, na Praça da República, com o tradicional hastear da bandeira, seguido de arruada pela Banda Recreativa Portomosense.
Durante a tarde, pelas 15h00, terá lugar a Sessão Solene, na tenda instalada no Parque Almirante Vítor Trigueiros Crespo, que contará com a presença da oradora convidada D.ª Maria Clara dos Santos, Juíza do Juízo Central do Núcleo Criminal de Leiria.
 
Este momento incluirá ainda uma homenagem aos Presidentes de Junta de Freguesia e Presidentes do Município (1976–2026), com a entrega de medalhas comemorativas, reconhecendo o contributo de todos quantos desempenharam funções autárquicas ao serviço da comunidade.
 
A cerimónia terminará com a interpretação do Hino Nacional pelos Coros do Concelho.
 
O programa culmina pelas 17h00 com o concerto “Ode aos trovadores de Abril”, pela Banda Companhia Limitada.
 
O Município convida toda a população a associar-se a esta data de grande significado coletivo, celebrando os valores de Abril e o papel fundamental do poder local na construção de uma sociedade mais justa, próxima e participativa.
 
*Patrícia Alves
Gabinete de Comunicação

Coro juvenil da Roménia atua no Centro de Interpretação do Românico


O Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, acolhe na próxima quarta-feira, 22 de abril, pelas 21h30, um concerto do coro de Székely Mikó. A entrada é livre.
O coro é constituído por 20 alunos do ensino secundário do Colégio de Székely Mikó, localizado em Sfântu Gheorghe, na Roménia.
Os alunos permanecerão durante uma semana no nosso país, com passagem por Lousada, Amarante, Braga e Porto, ao abrigo do Erasmus+, um programa da União Europeia de apoio à educação, formação, juventude e desporto.
A associação cultural Pátio Bravo é a parceira nacional deste programa de mobilidade com o Colégio de Székely Mikó, que conta também com o apoio do Município de Lousada e da União das Freguesias de Silvares, Pias, Nogueira e Alvarenga.
A Rota do Românico é um projeto turístico-cultural, que reúne 58 monumentos e três centros de interpretação, distribuídos por 12 municípios: Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende.
As principais áreas de intervenção da Rota do Românico abrangem a investigação científica, a conservação do património, a dinamização cultural, a educação patrimonial e a promoção turística.

*António Coelho
Planeamento e Comunicação
Rota do Românico | Itinerários Culturais
Praça das Pocinhas, 107, 4620-674 Lousada

Câmara de Terras de Bouro premiada na Galiza. Caminho da Geira quer preservar autenticidade e relação com peregrinos


O Município de Terras de Bouro foi distinguido com o “Prémio Abadesa Mariana”, atribuído pela associação galega Codeseda Viva, pelo seu contributo para a preservação do troço da antiga via romana que integra o Caminho de Santiago da Geira e dos Arrieiros, que começa na Sé de Braga.
O prémio foi atribuído “pela excelência da câmara municipal na gestão e conservação do troço da Via Nova, entre as milhas XIV e XXXIV”, explica a organização, adiantando que “se destaca pelo seu magnífico estado de conservação, sinalética renovada e o cuidar constante deste património histórico”.

A distinção foi recebida pelo vereador com o pelouro do Turismo na Câmara de Terras de Bouro, António Manuel da Cunha, numa sessão — no sábado, dia 18, na Sala Abanca, em A Estrada —, em que foi defendida a preservação da autenticidade do Caminho da Geira e dos Arrieiros.
No debate, em que participaram o presidente honorário da Academia Xacobea, Xesús Palmou; o historiador Luís Ferro e o presidente da Federação Galega de Associações de Amigos do Caminho de Santiago, Javier Gómez, entre outras personalidades, foi defendida “a importância de evitar a massificação do Caminho da Geira e dos Arrieiros para preservar a essência da hospitalidade”, numa altura em que apresenta um crescimento homólogo de 145% na atribuição de Compostelas
Os participantes, entre eles também a presidente da Associação Espaço Jacobeus de Portugal, Eulalia Fonseca, e o escritor Luís Ferreira, destacaram ainda que uma das principais características do Caminho da Geira e dos Arrieiros “é o vínculo autêntico que se cria entre as populações e os peregrinos, criando relações que até estão a motivar muitos reencontros posteriores”.

Este itinerário jacobeu justificou a atribuição de 757 Compostelas em 2025 e os participantes no debate consideram que o número ideal de peregrinos deve “rondar os dois mil por ano”, para manter a sua sustentabilidade nos diferentes aspetos.
Para ajudar a compreender este espírito que envolve o Caminho da Geira e dos Arrieiros, as pessoas presentes na cerimónia ouviram o relato de Álvaro Lazaga, um peregrino experiente em rotas ibéricas, que já percorreu por três vezes o itinerário que começa em Braga.

Na iniciativa, organizada pela sétima vez pela Associação Codeseda Viva, presidida por Carlos da Barreira, sob o tema “valorizar o património e a hospitalidade ligada às rotas de peregrinação”, foram entregues outros dois prémios. Xulia Puente, de Santiago de Tabeirós, na Galiza, foi “reconhecida pelo seu trabalho altruísta na manutenção e embelezamento do Caminho”, dedicando-se há anos “a decorar a envolvente da capela da Consolação com flores e elementos artesanais, como pedras e conchas de vieira pintadas à mão”.
O terceiro premiado da sessão, presidida pelo autarca de A Estrada, Gonzalo Louzao, foi a Associação Cultural Virxe da Grela, “pela recuperação da histórica Procissão da Grela, uma tradição ligada ao santuário de Guadalupe, recuperada em 2016 e que se mantém viva”.

Nos últimos nove anos, estima-se que o Caminho da Geira e dos Arrieiros foi percorrido por mais de 7.785 peregrinos, de 5.748 dos quais existe prova fotográfica, e pediram a Compostela 3.176 pessoas, segundo as associações que promovem o itinerário.

Entre eles contam-se pelo menos 50 proveniências, sobretudo de Portugal, Espanha e do resto da Europa, mas também do Japão, México, Azerbaijão, China, Porto Rico, Taiwan, Afeganistão, Bahamas, Palestina, Uruguai, Canadá, Nova Zelândia ou Sri Lanka.

O Caminho da Geira tem 239 quilómetros, começa na Sé de Braga e passa pelos municípios de Amares, Terras de Bouro e Melgaço, entrando na Galiza pela Portela do Homem.

Foi apresentado em 2017, em Ribadavia (Galiza) e Braga, reconhecido pela Igreja em 2019, e em publicações da associação de municípios transfronteiriços Eixo Atlântico (2020) e do Turismo do Porto e Norte de Portugal (2021).

O percurso destaca-se por incluir patrimónios únicos no mundo: a Geira, a via do género mais bem conservada do antigo Império Romano Ocidental, e a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés. Além disso, o seu traçado é um dos poucos que ligam diretamente à Catedral de Santiago de Compostela.

Contactos
*Asociación Codese da Viva
Carlos da Barreira (presidente)
**Associação Transfronteiriça do Caminho da Geira e dos Arrieiros (em instalação)
José Manuel Almeida (presidente da comissão instaladora)
Carlos Ferreira


A mostra estará patente até ao dia 30 de abril. Exposição interativa nos Paços do Concelho de Cantanhede celebra a Revolução de 25 de Abril de 1974

 
A exposição “Emoções e Inquietações de Abril”, que está patente ao público no edifício dos Paços do Concelho do Município de Cantanhede até ao dia 30 de abril, propõe uma abordagem dinâmica e interativa à Revolução de 25 de abril de 1974.
O verdadeiro motor das revoluções é a Educação. Sem uma estrutura educativa que promova o esclarecimento e o conhecimento, torna-se difícil despertar as pessoas para a compreensão daquilo que aconteceu, para o presente e para o futuro. No contexto das comemorações dos 50 anos do poder autárquico, esta exposição, instalada num edifício simbólico, reflete o espírito de serviço à comunidade, reforça a importância da memória e do conhecimento. Só através dessa consciência é possível compreender o presente e preparar o futuro”, sublinhou, na inauguração da exposição, da presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio.
A exposição resulta da parceria estabelecida entre Agrupamento de Escolas Lima de Faria (AELdF), que planeou e organizou os conteúdos expostos em articulação com a Rede de Bibliotecas de Cantanhede (RBC), equipa sob a coordenação da professora Isabel Bernardo, contou ainda com as professoras Ana Costa e Silva, Manuela Fonseca e Sofia Pedro, Serviço das Bibliotecas Escolares AEMM, contando com o apoio e o alto patrocínio do Município de Cantanhede.
A iniciativa pretende aprofundar o conhecimento sobre este período marcante da história de Portugal, incentivando simultaneamente a reflexão cívica e a participação na vida democrática.
Este espaço [Paços do Concelho] respira liberdade, desde logo por quem o habituou e o mandou construir, por quem esteve aqui. Marquês de Marialva foi um paladino da Liberdade. […] Nós na escola pensamos sempre de forma pedagógica trabalhar o tema do 25 de abril. Hoje as gerações mais novas parecem estar a dar a liberdade como um processo adquirido, onde ele de facto não é”, afirmou o diretor do Agrupamento de Escolas Lima-de-Faria, José Soares.
A exposição está organizada em nove estações: três dedicadas ao período anterior à Revolução, três centradas na própria Revolução de 25 de Abril e outras três que abordam o período posterior.
Esta exposição nasce de uma ideia simples, mas profundamente significativa e de grande alcance: celebrar Abril através de duas das suas maiores conquistas — a educação e o poder local democrático, autónomo. Esta exposição, em que vale a pena sublinhar o modelo colaborativo, vai atrair muitas visitas. Os alunos das escolas do concelho vão deslocar-se propositadamente até aqui para explorar este marco histórico”, acrescentou o vice-presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, com o pelouro da Cultura, Pedro Cardoso.
Além dos painéis informativos, a mostra inclui uma componente mais dinâmica e interativa, que permite aos visitantes explorar e interagir com os objetos em exposição.