O Executivo
Municipal deliberou aprovar, na última reunião camarária, a adesão
do Município de Cantanhede à Rede Nacional para as Cidades e
Comunidades Amigas das Pessoas Idosas. Esta adesão permitirá ao
Município valorizar e reforçar o trabalho já desenvolvido na
promoção do envelhecimento saudável, integrando uma estratégia
colaborativa de âmbito nacional e internacional.
Recorde-se que
o trabalho desenvolvido no concelho de Cantanhede, neste domínio, é
particularmente relevante, o que vem reforçar a importância da
presença na Rede, permitindo a integração de iniciativas já
existentes – como o Projeto Philarmonia; Projeto CLDS Cantanhede
5G; Gabinete Municipal de Apoio ao Cuidador Informal; Projeto
VirtuALL; Tardes Comunitárias; Encontros Sénior; Projeto “Gente
da Nossa Terra”; Sit Flexi; Universidade dos Tempos Livres do
Concelho de Cantanhede; Piscinas; Banco de Voluntariado de
Cantanhede, entre outros - num modelo reconhecido internacionalmente,
facilitando a avaliação e a cooperação.
Para o
vice-presidente da Câmara Municipal, Pedro Cardoso, esta adesão
“representa uma oportunidade de
partilha, reflexão conjunta, cooperação, e um reforço da visão
integrada fundamental para continuarmos a desenvolver políticas e
estratégias mais próximas das pessoas, valorizando o envelhecimento
como uma fase da vida com direitos, capacidades e potencial de
participação”. “Trata-se
de um compromisso com a construção de uma comunidade mais inclusiva
e amiga de todas as idades”,
enfatiza.
Já a vereadora
da Ação Social e Saúde, Célia Simões, entende que “esta
adesão é muito mais do que um reconhecimento institucional”.
“É a confirmação de um
compromisso sólido e que reconhece o trabalho desenvolvido pelo
Município de Cantanhede na promoção de um envelhecimento ativo,
saudável e digno”, explica,
reforçando que o compromisso diário é o de que
Cantanhede seja
“um concelho onde todas as pessoas possam envelhecer com qualidade
de vida, autonomia, respeito e orgulho”.
Em termos
históricos, a Rede Nacional representa a passagem de uma lógica de
respostas setoriais dirigidas aos idosos para uma abordagem
territorial integrada, centrada na construção de comunidades
capazes de promover autonomia, participação e qualidade de vida ao
longo de todo o processo de envelhecimento.
De acordo com a
informação da Direção-Geral de Saúde, a participação na Rede
facilita o acesso a conhecimento, metodologias, boas práticas e
oportunidades de cooperação, promovendo a melhoria contínua das
políticas e respostas locais. Simultaneamente, fomenta a articulação
entre diferentes setores, contribuindo para intervenções mais
integradas, eficazes e sustentáveis.
A Rede reforça
ainda a visibilidade das iniciativas municipais, reconhece o
compromisso dos territórios com a inclusão e o bem-estar das
pessoas idosas e incentiva a partilha de experiências entre
comunidades empenhadas na construção de ambientes mais amigos de
todas as idades.





