sábado, 24 de julho de 2021

Acidente com hidroavião em França deixa concelhos de norte a sul de Portugal sem eletricidade

 Há vários concelhos no país sem eletricidade devido a um problema no fornecimento a nível europeu que está a atingir vários países, incluindo Portugal, confirmou à Lusa fonte da EDP. Em causa está um hidroavião que provocou um incidente nas redes de muita alta tensão em França, provocando um apagão em Espanha e Portugal. Em Espanha, o fornecimento de energia já foi restabelecido.

A fonte, sem especificar, deu conta que pelas 17h00 há vários concelhos no país sem acesso a eletricidade. E não tem previsão da hora a que o problema estará resolvido.

Em algumas localidades, as falhas são longas. Em Vila do Conde, por exemplo, nas freguesias de Vila Chã e Mindelo, as casas estiveram sem eletricidade durante mais de meia hora, avança a Renascença (acesso livre) e em Vila Praia de Âncora, Fafe, Famalicão, Guimarães e Braga, Trofa, Caldas da Rainha, Sesimbra, Santo Tirso, Soure, Paços de Ferreira, Felgueiras, Lousada, Parede, Penafiel e em concelhos mais a sul como Setúbal, Sesimbra, Moscavide, Olivais, Lisboa, Sintra, Loures e Lagoa são alguns dos locais que registaram falta de eletricidade, relatam a Renascença e o Correio da Manhã (acesso livre).

“Na sequência de um problema registado hoje na rede elétrica europeia, a rede nacional foi afetada, tendo sido necessário proceder, por indicação da REN a uma interrupção de serviço nalgumas zonas específicas para garantir a estabilidade da rede”, disse fonte oficial da E- Redes, em comunicado enviado às redações. “A E-Redes, em articulação com a REN está a iniciar a reposição progressiva do serviço nas zonas afetadas”, concluiu a empresa.

Contactada pelo Expresso (acesso livre), a gestora da rede de distribuição, explicou que em causa está um “deslastre de frequência na rede europeia”, que consiste numa falha técnica na rede de transporte (em muito alta tensão), com impacto nas redes de média e baixa tensão.

O problema teve origem no sul França, segundo Jordi Martínez, diretor de comunicação da rede elétrica espanhola (RedElectrica), e “devido aos protocolos internacionais a rede catalã foi desligada durante alguns minutes”. Na Catalunha há 640 mil lares afetados. Mas, em Espanha as comunidades autónomas mais afetadas são Madrid, Catalunha, Andaluzia, Aragão, Navarra, País Basco, Castela e Leão, Extremadura e Múrcia.

Mas na Catalunha, o problema já foi solucionado, como explicou a Rede Elétrica, avançando as causas do problema: um hidroavião que deixou a península Ibérica desligada do resto da Europa.

Também em França, a Costa Basca está a ser afetada por cortes de energia ao longo da tarde, de acordo com relatos de meios de comunicação locais, que noticiam apagões desde Hendaye até Bayonne e afetam outras centenas de milhares de pessoas. Na região de Borgonha, cerca de 25.000 casas estão sem energia, depois de fortes tempestades que afetaram a região.

Fonte: ECO

Covid-19. ASAE instaura 38 processos de contraordenação em oito concelhos

Operação da última noite foi direcionada para estabelecimentos de restauração e bebidas, incidindo na fiscalização de 201 operadores económicos.

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) instaurou, na última noite, 38 processos de contraordenação a restaurantes e bares, por incumprimento das regras da pandemia de covid-19, no âmbito de uma operação de fiscalização em oito concelhos.

A operação, denominada “Convívio Seguro VI”, foi direcionada para estabelecimentos de restauração e bebidas, incidindo na fiscalização de 201 operadores económicos, anunciou a ASAE num comunicado em que refere que dos 38 processos de contraordenação instaurados, 23 estão relacionados com incumprimento das regras estabelecidas em contexto de pandemia.

Destes, 18 foram instaurados por “incumprimento das regras de lotação, distanciamento físico, venda de bebidas alcoólicas após as 21 horas, falta de máscara ou viseira e falta de observância da suspensão de atividade”, pode ler-se no comunicado.

Outros três referem-se ao não cumprimento das regras relacionadas com a verificação de certificado digital covid-19 ou teste negativo, ou à permanência no interior do estabelecimento de restauração sem o respetivo certificado.

Foi ainda determinada a suspensão de atividade de 11 estabelecimentos.

As ações de fiscalização decorreram nas cidades de Matosinhos, Guimarães, Chaves, Figueira da Foz, Viseu, Lisboa, Elvas e Albufeira.

Na ação estiveram envolvidos 80 inspetores da ASAE que contaram com a colaboração da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.139.040 mortos em todo o mundo, entre mais de 192,5 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.264 pessoas e foram registados 947.038 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Lusa

“Linhas Vermelhas”: Ocupação nos cuidados intensivos (UCI) atinge 70% da capacidade

 

A DGS e o INSA divulgaram o relatório das “linhas vermelhas” da pandemia de covid-19 desta semana. Em Portugal Continental 70% das camas destinadas aos cuidados intensivos de doentes Covid estão ocupadas. Rt é superior a 1 e há uma tendência crescente da incidência acumulada.

De acordo com o relatório hoje divulgado, "o número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19 por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 427 casos, com tendência crescente a nível nacional".

Neste sentido, é referido que "Rt apresenta valores superiores a 1 a nível nacional (1,07) e em todas as regiões de saúde, indicando uma tendência crescente da incidência de infeções por SARS-CoV-2. Esta tendência crescente é mais acentuada nas regiões Norte e Alentejo, que apresentam um Rt de 1,16 e 1,11, respetivamente".

Por sua vez, "o limiar de 240 casos/100000 habitantes na taxa de incidência acumulada a 14 dias já foi ultrapassado a nível nacional e nas regiões Norte, LVT e Algarve. A manter-se a taxa de crescimento atual, estima-se que o tempo até que as restantes regiões atinjam este limiar seja inferior a 15 dias".

Já o número diário de casos internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência crescente — correspondendo agora a 70% do valor crítico definido de 255 camas ocupadas.

Destes 178 doentes em cuidados intensivos, 86 estão no grupo etário dos 40 aos 59 anos.

Do total de internados em UCI com covid-19, a região de Lisboa e Vale do Tejo apresentava 97 doentes.

Taxa de incidência elevada entre 20 e 29 anos e a subir nos mais idosos
Segundo o relatório de hoje , "todos os grupos etários apresentam uma tendência crescente da incidência", embora haja duas faixas etárias destacadas: a dos 20 aos 29 anos e a partir dos 80 anos.

"O grupo etário com incidência cumulativa a 14 dias mais elevada correspondeu ao grupo dos 20 aos 29 anos (1.000 casos por 100.000 habitantes)", o que representa um aumento de 14% face à semana anterior.

No caso das pessoas infetadas com mais de 80 anos, a incidência era de 128 casos por 100.000 habitantes, o que significa um crescimento de 54% em relação ao observado na semana anterior.

Segundo a DGS e o INSA, esta subida nas pessoas mais idosas "poderá vir a traduzir-se no aumento de internamentos e mortes nas próximas semanas".

No documento lê-se que há "uma atividade epidémica de SARS-CoV-2 de elevada intensidade e tendência crescente, disseminada em todo o país e que afeta todas as idades, atualmente com maior impacto" nas regiões Algarve (968/100.000), Lisboa e Vale do Tejo (513/100.000) e Norte (425/100.000).

Segundo o relatório, a 21 de julho, quarta-feira, a incidência cumulativa a 14 dias foi de 427 casos por 100.000 habitantes em Portugal.

Na última semana foram realizados 449.570 testes (na semana anterior tinham sido 432.966) e a proporção de testes positivos para SARS-CoV-2 foi de 5,2% (na semana passada era de 4,9%).

Lusa / Madremedia

Governo dá luz verde para criação de nova escola superior do IPB em Chaves

O Governo aprovou hoje a criação de uma nova escola superior do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) em Chaves, no distrito de Vila Real, com licenciaturas dedicadas ao turismo e bem-estar.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, revelou a decisão de homologar a criação da nova escola superior durante a apresentação do projeto, que decorreu hoje no AquaValor, em Chaves, numa cerimónia que contou com a presença da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

"Homologo a inserção da escola numa rede europeia em estreita articulação em atividades de investigação e de inovação no laboratório colaborativo AquaValor assim como em estreita articulação com a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Tâmega, incluindo a inovação e desenvolvimentos de projetos empresariais de valorização de novos produtos e sistemas da água", referiu Manuel Heitor durante a sua intervenção.

Para o governante, esta parceira entre a CIM do Alto Tâmega, que engloba os concelho de Chaves, Valpaços, Boticas, Montalegre, Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena, e o IPB irá permitir criar "mais riqueza local".

"Hoje sabemos ainda mais que a valorização dos recursos endógenos, como a água, precisa de pessoas e conhecimento e isso faz-se atraindo jovens para o ensino superior e fazendo atividades de investigação", destacou, em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia.

A Escola Superior de Hotelaria e Bem-Estar nasce do trabalho que o politécnico tem desenvolvido nos últimos anos na área do potencial ligado ao termalismo e à água na zona do Alto Tâmega, e já tinha sido aprovado pelos órgãos internos do IPB.

A proposta do politécnico de Bragança, agora aprovada, pretende valorizar o cluster da água e termalismo com três licenciaturas, nomeadamente Direção Hoteleira, Fisioterapia e Termalismo e Restauração.

"Vamos de imediato proceder ao pedido de criação das primeiras licenciaturas. Não é possível neste próximo ano letivo, mas no seguinte teremos um conjunto de licenciaturas a funcionar, teremos mais cursos técnicos superiores, investigação e um corpo docente", salientou.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior garantiu ainda que a aposta do IPB e Alto Tâmega terá "todo o apoio" do Governo "sobretudo por um ensino superior de proximidade".

"Hoje já há ensino superior em 30% dos municípios, em 133, e é muito importante continuar este trajeto", frisou Manuel Heitor.

O ensino superior público regressa a Chaves, e ao Alto Tâmega, após o encerramento do Polo da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro em 2015.

O Campus da Água deverá funcionar provisoriamente dividido entre as instalações do Laboratório Colaborativo do AquaValor, nas instalações da Escola Profissional de Chaves, cedidas pela câmara local, e nas instalações do Balneário Pedagógico de Investigação e de Desenvolvimento de Práticas Termais de Vidago.

O IPB tem atualmente cinco escolas superiores, em Bragança e em Mirandela, com nove mil alunos, um terço dos quais internacionais, e oferta formativa dos cursos técnicos aos mestrados.

O IPB que juntar a Escola Superior de Turismo e Bem-estar, em Chaves, à de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela, e de Saúde, Educação, Agrária e Tecnologia e Gestão, em Bragança.

Lusa

Proprietários de armas têm até 31 de julho para instalar cofre em casa

A PSP alertou hoje que termina dia 31 o prazo de entrega do comprovativo da aquisição do cofre para guardar as armas de fogo em casa, recordando que os proprietários são punidos com multas caso não façam essa prova.

Por imposição da lei das armas aprovada em 2019, todos os proprietários de armas de fogo são obrigados a adquirir um cofre ou armário de segurança não portátil para guardar as armas em casa.

Segundo a lei, o cofre é obrigatório logo a partir da aquisição ou detenção da primeira arma de fogo.

Após adquirirem o cofre ou armário não portátil, os detentores das armas têm de submeter na plataforma eletrónica disponibilizada pela PSP o respetivo comprovativo, nomeadamente fatura-recibo ou documento equivalente.

Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública avança que, desde setembro de 2019, recebeu o comprovativo de instalação de 80.225 cofres e armários de segurança não portáteis para guarda das armas.

A PSP sublinha que o prazo para os proprietários de armas de fogo adquirem o cofre ou armário de segurança e remeterem à polícia o respetivo comprovativo, nomeadamente fatura-recibo ou documento, foi prorrogado até 31 de julho de 2021 devido às dificuldades no mercado em satisfazer todas as necessidades, tendo em conta o elevado número de pedidos de aquisição destes equipamentos.

Segundo a legislação, os proprietários de armas de fogo que não entregarem o comprovativo da aquisição do cofre até 31 de julho são punidos com uma multa de 50 euros e advertidos para a obrigação da sua aquisição por mais 30 dias, sob pena de lhes ser aplicada mais uma coima entre 700 ae 7000 euros.

Num balanço feito recentemente à Lusa, a PSP revelou que em Portugal existem cerca de 1,5 milhões de armas legais, sendo a maioria carabinas e espingardas destinadas à caça.

A PSP calcula que mais de 80% das armas legalizadas em Portugal são das classes C e D, nomeadamente carabinas e espingardas que estão nas mãos de caçadores, que só as podem utilizar quando estão a realizar esta atividade.

Segundo a PSP, que tem a competência de controlar e fiscalizar o fabrico, armazenamento, comercialização, uso e transporte de armas de fogo, o número de armas legais em Portugal tem-se mantido estável nos últimos anos.

Lusa

Galerias São Rafael apresentam a exposição MIDSUMMER NIGHT’S

Será apresentada no próximo dia 30 de Julho às 18h00 a exposição virtual MIDSUMMER NIGHT'S, promovida pelas Galerias São Rafael. A exposição será transmitida em directo às 21h00 nas plataformas oficiais das galerias (facebook.com/galeriassaorafael e www.galeriassaorafael.com) e fechará com a apresentação em live-streaming do espectáculo O Evangelho de Van Gogh, pelas Produções D. Mona. A exibição é gratuita e aberta ao público em geral.

As Galerias São Rafael são a primeira galeria virtual portuguesa com um conceito imersivo e multissensorial. Após o confinamento, o online viewing room tornou-se comum no mercado das galerias de arte, permitindo a exibição de fotos digitais diretas das obras em diferentes ângulos. A comum exposição virtual trata-se de uma apresentação em grade, onde os fruidores de arte clicam nas fotografias para ver as obras ao perto, mas para as criadoras deste novo projeto, Mónica Kahlo e Sílvia Raposo, "apesar deste tipo de interação virtual ser uma mais-valia, não permite transmitir ao espectador a experiência multissensorial e acolhedora da exposição física, por esse motivo procurámos por uma alternativa que nos trouxesse a experiência imersiva de uma exposição, com os seus visitantes e o ambiente acolhedor da vernissage". A Midsummer Night's Virtual Exhibition pretende celebrar o verão e a arte de forma acessível ao público, contribuindo ainda com 10% do valor angariado em vendas para filantropia.

A exposição abrirá com obras da artista alemã Lilly Helja Jonasson, reconhecida pela técnica "splittografielage", assente na fragmentação de fotografia de autor em formas geométricas; com obras de desenho do artista chileno, Fabián Caro Román, que retrata expressões corporais metafísicas e mágicas, aludindo à temática do sonho e inconsciente, influenciadas pelo desenho arquitectónico; com a série "Information" do jovem artista algarvio Rodolfo M. Costa, cujas obra captura fragmentos de uma vandalizada dimensão de fantasia e arrasta-os para a nossa realidade, explorando temas como o graffiti, informação, publicidade, multiculturalismo e consumismo, captando o espírito Kunstmeile do Muro de Berlim; e com a série de finearts Golden Edition do projeto Vimoc, dupla de arquitectos e desenhadores que cria e desenvolve ilustrações únicas, com aplicação manual de folha de ouro na intenção de realçar a arquitetura e ir buscar a tradição portuguesa da aplicação da talha dourada.

Ainda em destaque estarão algumas das obras premiadas da artista aveirense Leonor Trindade Sousa, que este ano coleciona 12 prémios de artes entre Itália e França, destacando-se o Prémio Internacional Pierre Auguste Renoir, o Mercúrio de Ouro, o Prémio Internacional de Arte Paul Cezanne, o Prémio Internacional de Arte Michelangelo ou o Prémio "Palma de Ouro" em Cannes. Ao seu lado, estará também o artista plástico angolano João Freire, premiado pelos seus trabalhos em aguarela e escultura que procuram expressar a importância das tradições, aqui transmitida na riqueza das máscaras transmontanas com um cunho inovador nas suas formas; o artista Marco Gomes, cujas obras questionam as relações formais entre cores, linhas e superfícies, com influência do abstracionismo; bem como o artista Abílio Marcos, cuja linguagem pictórica dialoga com o expressionismo geométrico e o simbolismo poético, conjugados em jogos de cores e formas. Ainda ao longo da exposição poder-se-á fruir de obras dos artistas José Antonio Faraco, Carlos Teixeira, Gulnar Sacoor, Luís Liberato, António Azenha, Sara Seabra, Jaime R Ferreira, Amélia Monteiro e Sílvia Raposo. Ao todo a mostra exibirá cerca de 80 obras de artistas portugueses e internacionais.

Apreensão e doação de 540 quilos de sardinha subdimensionada

A Unidade de Controlo Costeiro, através do Subdestacamento de Controlo Costeiro de Aveiro,no dia 22 de julho, apreendeu 540 quilos de sardinha, com o valor estimado de 1 620 euros, no Porto de Pesca de Aveiro.

No âmbito de uma ação de fiscalização destinada ao controlo do cumprimento das regras de descarga, transporte, comercialização e regime de primeira venda de pescado fresco, os militares da Guarda detetaram três dornas que continham no seu interior 540 quilos de sardinha, sem que possuísse a medida regulamentar de 11 centímetros para ser sujeita a venda, resultando na sua apreensão.

Foi elaborado um auto de contraordenação, cuja coima pode chegar aos 37 500 euros.

O pescado apreendido, depois de submetido ao controlo higiossanitário, foi entregue a várias instituições de solidariedade social da região de Aveiro.

A GNR alerta que o cumprimento das medidas mínimas de captura das espécies é fundamental para a conservação da biodiversidade e da natureza, assente no desenvolvimento sustentável dos recursos piscatórios.