terça-feira, 27 de outubro de 2026

𝗥𝗘𝗗𝗘𝘀𝗰𝗼𝗹𝗮𝘀 𝗔𝗻𝘁𝗶𝗖𝗼𝗿𝗿𝘂𝗽𝗰̧𝗮̃𝗼 | 𝗽𝗼𝘄𝗲𝗿𝗲𝗱 𝗯𝘆 𝗔𝗹𝗹𝟰𝗜𝗻𝘁𝗲𝗴𝗿𝗶𝘁𝘆 - Escolas do distrito que participam na 6.ª edição

 A All4Integrity tem o prazer de informar que as seguintes escolas do distrito de AVEIRO irão participar na 6.ª edição do programa REDEscolas AntiCorrupção, um programa escolar de literacia anticorrupção e promoção da integridade, destinado a alunos do ensino básico e secundário (atualmente entre o 5.º e o 12.º ano), em escolas públicas, privadas e profissionais, tanto em Portugal como no estrangeiro:

  • Agrupamento de Escolas de Águeda Sul
  • Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro
  • Escola Profissional de Aveiro - Pólo Sever do Vouga
  • Escola Profissional de Aveiro
No ano letivo 2026/27, a REDEscolas AntiCorrupção regista um novo máximo de participação, reunindo 108 escolas , o que representa um aumento de mais de seis vezes face às 17 escolas que participaram na primeira edição, em 2021/22. A rede integra atualmente 84 escolas públicas e 24 privadas, refletindo uma crescente mobilização do setor educativo em torno da promoção de uma cultura de integridade.
Os resultados da avaliação da edição anterior evidenciam o impacto positivo do programa nos alunos participantes. De acordo com o Relatório de Avaliação de impacto (2025/26), cujo dashboard partilhamos em anexo, a percentagem de alunos que considera a participação na REDEscolas importante para si aumentou de 54,0% para 67,6%, enquanto a familiaridade com os temas da corrupção e da integridade passou de 5,28 para 6,13 pontos numa escala de 1 a 10. Verificou-se ainda um aumento de 10,7 pontos percentuais no número de alunos que identificam a escola como uma fonte relevante de conhecimento sobre corrupção e integridade.  A avaliação revela igualmente uma evolução positiva nos conhecimentos adquiridos pelos estudantes. O número de alunos que respondeu "não sei" quando questionado sobre instituições de combate à corrupção diminuiu de 36,8% para 29,8%, enquanto aumentou o reconhecimento da importância da transparência, da educação e dos mecanismos de prevenção como fatores essenciais para a redução da corrupção. 
Desde o seu lançamento, a REDEscolas AntiCorrupção tem vindo a afirmar-se como uma das principais iniciativas nacionais de educação para a integridade, envolvendo milhares de alunos e centenas de docentes em atividades pedagógicas que estimulam o pensamento crítico, a participação cívica e a reflexão sobre o papel de cada cidadão na construção de uma sociedade mais íntegra.
A participação das escolas de AVEIRO nesta 6.ª edição constitui um importante contributo para reforçar estes valores junto das novas gerações e para afirmar o papel da educação na prevenção da corrupção.
Acreditamos que a proximidade da imprensa local e regional permitirá dar visibilidade a estes projetos e ampliar o seu impacto junto da comunidade. Agradecemos a melhor divulgação desta informação junto dos vossos leitores, ouvintes e espectadores e convidamos os órgãos de comunicação social do distrito a acompanharem, ao longo do ano letivo 2026/27, o trabalho que será desenvolvido pelas escolas participantes no âmbito da REDEscolas AntiCorrupção. Para facilitar a eventual divulgação da iniciativa, remetemos em anexo os respetivos materiais gráficos, adaptados a diferentes formatos de comunicação e media respeitante aos números da 6.ª edição do programa REDEscolas e os resultados da avaliação de impacto.
A All4Integrity encontra-se disponível para facilitar o contacto com as escolas participantes, prestar informações adicionais e apoiar a realização de reportagens ou entrevistas relacionadas com as atividades desenvolvidas no âmbito da 6.ª edição da REDEscolas AntiCorrupção.
*Ângela Malheiro
Diretora Executiva
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Comunicado | Alfarrobeira pode estar a ganhar espaço no Alentejo: Universidade de Évora procura variedades capazes de resistir à geada e às alterações climáticas

 
Tradicionalmente associada ao Algarve, a alfarrobeira pode estar a caminho de ganhar novos territórios em Portugal.

Investigadores da Universidade de Évora estão a testar dez variedades portuguesas de alfarrobeira para perceber quais conseguem adaptar-se às condições do Alentejo. Algumas já revelaram elevada tolerância à geada. Em paralelo, uma spin-off da Universidade desenvolveu uma técnica de propagação clonal que permite produzir, em laboratório, plantas geneticamente uniformes, abrindo caminho a futuros pomares mais previsíveis.

É essa possibilidade que uma equipa de investigadores da Universidade de Évora está a estudar, no âmbito do projeto ALCAROB – “Aplicabilidade da cultura da alfarrobeira na sustentabilidade da agricultura no Alentejo”, coordenado por Hélia Cardoso, investigadora do MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento da Universidade de Évora.
Num campo experimental no concelho de Évora, estão atualmente a ser avaliadas dez variedades portuguesas de alfarrobeira, com o objetivo de perceber como respondem às condições edafoclimáticas do Alentejo.
E há já um resultado que pode ter particular interesse para a expansão da cultura: as variedades não respondem todas da mesma forma ao frio e aos episódios de geada. Resultados preliminares, obtidos no âmbito de uma tese de doutoramento financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, mostram que algumas variedades apresentam níveis elevados de tolerância à geada.
A descoberta pode ser particularmente relevante num contexto em que os agricultores procuram culturas capazes de suportar condições ambientais cada vez mais exigentes.
A questão não é apenas saber se a alfarrobeira consegue crescer fora do Algarve, mas perceber que variedades devem ser plantadas em cada região e que material vegetal poderá garantir pomares mais produtivos, homogéneos e previsíveis.
“Não basta expandir a cultura. É necessário saber qual o material vegetal mais adaptado a cada território” — é esta a lógica subjacente ao trabalho desenvolvido pela equipa.
A resposta poderá permitir identificar os genótipos mais adequados a diferentes condições e criar uma base científica para uma eventual expansão da cultura para o Alentejo e, em determinadas zonas, também para outras regiões de Portugal.
Existe, contudo, um obstáculo importante à propagação vegetativa (forma de propagação que permite manter as características agronómicas de variedades de elite) e que corresponde à reduzida capacidade de formação de raízes adventícias quando o material é propagado por estacaria. Devido a esta limitação, estas plantas são frequentemente propagadas por enxertia sobre porta-enxertos obtidos a partir de semente.
No entanto, por resultarem de reprodução seminal, estes porta-enxertos apresentam variabilidade genética entre indivíduos, o que pode traduzir-se em diferenças no vigor, na eficiência de absorção de água e nutrientes e na capacidade de tolerar condições de stress edáfico, como défice hídrico, salinidade ou outras limitações do solo. Consequentemente, esta heterogeneidade pode introduzir variabilidade no comportamento agronómico das plantas enxertadas, dificultando a obtenção de pomares mais uniformes e previsíveis.
Essa variabilidade pode influenciar o sucesso da enxertia devido a questões de incompatibilidade enxerto vs. Porta-enxerto, traduzindo-se na necessidade de proceder a múltiplas tentativas de enxertia encarecendo o custo do estabelecimento do pomar. É aqui que entra a Microplant Lda., spin-off da Universidade de Évora especializada na propagação de plantas.
A empresa desenvolveu um protocolo de propagação in vitro que permite produzir clones de genótipos masculinos de alfarrobeira com potencial utilização como porta-enxertos.
Na prática, a técnica permite multiplicar plantas geneticamente uniformes. O objetivo é simples, mas pode ter consequências importantes para a agricultura, como reduzir a variabilidade entre árvores e tornar o comportamento de um pomar mais previsível.
Uma mesma planta pode ter duas funções
O trabalho desenvolvido pela Microplant tem ainda outra particularidade: os genótipos masculinos clonados poderão ser utilizados como porta-enxertos, mas as plantas masculinas têm também um papel essencial no próprio pomar: produzir pólen para assegurar a polinização das variedades femininas.
A escolha das plantas masculinas, a sua proporção e a forma como são distribuídas no pomar podem, por isso, ser determinantes para garantir uma polinização eficaz.
Ao mesmo tempo, a Microplant está numa fase avançada do desenvolvimento de procedimentos para a produção clonal de plantas femininas, selecionadas a partir de árvores produtivas identificadas no Alentejo.
Esta abordagem abre uma possibilidade particularmente interessante: em vez de depender apenas de material vegetal genérico, poderão ser selecionadas árvores que já demonstraram interesse agronómico nas condições da região e, posteriormente, multiplicadas por propagação clonal em laboratório.
O processo começa no terreno, com a identificação e recolha de material vegetal de árvores com características de interesse. Depois, esse material entra num processo de propagação in vitro, permitindo obter plantas geneticamente uniformes, que poderão posteriormente ser utilizadas na produção de plantas destinadas a novos pomares.
É uma abordagem que junta agricultura de campo, genética, fisiologia vegetal, biotecnologia e produção comercial de plantas.
Uma nova fileira agrícola para o Alentejo?
A investigação poderá contribuir para responder a uma questão cada vez mais relevante para a agricultura portuguesa: que culturas podem ocupar um lugar num território mediterrânico sujeito às alterações climáticas, à necessidade de diversificação agrícola e à procura crescente por produtos naturais e sustentáveis?
A alfarrobeira apresenta algumas características que a tornam particularmente interessante nesse contexto. Mas os investigadores alertam, na prática, para a necessidade de evitar uma expansão baseada apenas na expectativa de que “a árvore aguenta”.
O desafio passa por selecionar variedades adaptadas, produzir material vegetal de qualidade, planear corretamente os pomares e garantir que a produção responde às necessidades do mercado.
O Algarve pode ter sido o território histórico da alfarrobeira em Portugal. O Alentejo pode vir a ser o próximo laboratório para perceber até onde esta cultura consegue chegar.
O projeto ALCAROB é financiado pelo Programa Promove da Fundação “la Caixa”, em parceria com a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, no âmbito dos Projetos I&D Mobilizadores 2024.

Divisão de Comunicação da Universidade de Évora
*Andreia Rosa [Coordenação] 
**Marco Cardoso [Ciência e Investigação] 
**Pedro Conceição [Institucional]
Universidade de Évora, 27 de outubro de 2027

ASSINADO AUTO DE CONSI GNAÇ ÃO EM CASTELO DE PAIVA. EMPREITADA DE EFICIÊNCIA HÍDRICA CUSTA 3,7 MILHÕES DE EUROS E VAI PERMITIR COMBATER AS PERDAS NO ABASTECIMENTO PÚBLICO

Em cerimónia pública realizada no espaço do Centro de Interpretação da Cultura Local, foi recentemente assinado o Auto de Consignação da Empreitada de Eficiência Hídrica de Castelo de Paiva com a empresa AQUALEVEL, formalizando assim, o avanço de um investimento de 3,7 milhões de euros destinado a combater as perdas de água e a melhorar a eficiência da rede de abastecimento público.
A assinatura do Auto de Consignação marca o avanço de um projecto destinado a reduzir as perdas de água, que atingem os 70% na rede de abastecimento do concelho, e com esta intervenção, o Município de Castelo de Paiva estima poupar dois milhões de euros em cinco anos, sendo que, a intervenção pretende dar resposta a um dos principais problemas estruturais do concelho, depois de um estudo técnico ter identificado perdas reais de água na ordem dos 70%.
Numa cerimónia abrilhantada com um momento musical protagonizado pela Academia de Música de Castelo de Paiva, usaram da palavra o presidente da Assembleia Municipal, Victor Moreira, , o gestor da empresa Águas do Douro e Paiva, Fernando Vasconcelos, o administrador da empresa Aqualevel, Eduardo Barbot, o director da empresa Paulo Nunes, que apresentou este projecto de eficiência hídrica a realizar em Castelo de Paiva, o vice-presidente da CCDR – Norte, Pedro Machado e ainda, o edil paivense Ricardo Cardoso.
Na sua intervenção na apresentação do projecto, o presidente da Câmara Municipal, Ricardo Cardoso, recordou que, “ no tempo actual, mais de metade da água que entra na rede de abastecimento público em Castelo de Paiva perde-se pelo caminho, um custo exagerado que todos pagamos e um desperdício que temos de rapidamente travar. Num exemplo de cada 100 litros de água que se compra, só 30 é que são pagos, porque os outros 70 litros perdem-se pelo caminho, em roturas e outros problemas na rede “.
O edil paivense sublinhou que, desde que assumiu funções na autarquia, este foi um compromisso imediato, resolver o problema nos próximos anos num investimento forte para reduzir as perdas, reparar a rede e garantir uma facturação mais justa para todos, tendo promovido um estudo para avaliar a situação da rede e encontrar o modelo de intervenção mais adequado.
Ricardo Cardoso estima que, a redução do desperdício permita uma poupança de dois milhões de euros em cinco anos, além dos benefícios ambientais associados à preservação dos recursos hídricos, e garantiu nesta apresentação, que a melhoria conseguida em termos de eficiência da rede, não deverá traduzir-se num agravamento dos encargos para a população.
«O município não pretende que em Castelo de Paiva a água seja cara, porque é essencial e sabemos as dificuldades económicas da nossa população», sublinhou ainda o presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva.
A empreitada, agora consignada, prevê a monitorização de fugas, o controlo de pressões, a instalação de válvulas redutoras, a substituição de contadores, a renovação de condutas e a formação dos trabalhadores municipais, sendo que, ao município de Castelo de Paiva caberá manter a responsabilidade pela gestão da água, contando com o apoio de uma empresa especializada na monitorização e melhoria do sistema.
A assinatura do auto de consignação representa, assim, uma etapa decisiva na concretização do projecto de eficiência hídrica, com o objectivo de reduzir significativamente as perdas de água e melhorar a sustentabilidade do abastecimento público no território de Castelo de Paiva.



*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa

Porto recebe a ECO-ONE e especialistas do setor hoteleiro para debater o turismo sustentável


Entre os presentes estarão os responsáveis de sustentabilidade dos principais grupos hoteleiros do Porto.
O encontro fica marcado pelo tema “Porto 2030: Hotéis que impulsionam um destino mais sustentável”

27 de outubro de 2026.

A empresa ECO-ONE, referência europeia em sustentabilidade hoteleira, reúne no Porto no dia 29 de outubro, quinta-feira, os responsáveis dos principais grupos hoteleiros da cidade invicta para debater o crescimento turístico, a pressão sobre os destinos, assim como as operações hoteleiras mais sustentáveis e circulares e o impacto social no setor. Marcam presença diretores, gestores e consultores de sustentabilidade dos grandes grupos hoteleiros.

O encontro tem lugar no Hotel Altis Porto, junto aos Jardim do Palácio de Cristal. Os trabalhos terão início às 17h, seguindo-se um Porto de Honra até perto das 20h.

Os diferentes temas a debate estão focados em três eixos temáticos: o crescimento turístico e pressão sobre o destino; as operações hoteleiras sustentáveis e a circularidade; e o impacto social. Numa reflexão sobre o futuro da hotelaria em Portugal e a sustentabilidade, as intervenções terão uma clara incidência sobre a energia, água, resíduos, compras responsáveis, amenidades ecológicas, formação de equipas, assim como a utilização de fornecedores locais, circularidade económica e ligação às comunidades locais.

Entre os participantes estarão:
  • Ana Rosário – Altis Porto, Responsável de Sustentabilidade
  • Avelino Sousa, Gestor e Consultor de Sustentabilidade
  • Ana Luísa Oliveira – AHM / Mercan Properties, Directora de Sustentabilidade
  • Francisco Santos – Highgate, Director de Sustentabilidade
  • Telma Rio – Minor Hotel Group, Directora de Sustentabilidade
  • Fernando Cunha – Kodawari Residences, Country Manager
  • Vânia Araújo – Vincci Ponte de Ferro, Directora do Hotel
  • Hélder Sousa – Eurostars Hotel Company, Responsável pelo departamento de manutenção e SST
A empresa ECO-ONE pretende com este encontro dar continuidade ao debate já realizado em Lisboa, reforçando o seu compromisso com a sustentabilidade e a inovação no setor hoteleiro e turístico, apoiando as empresas do setor na sua transformação eficiente e benéfica. A ECO-ONE, financiada pelo fundo português 3XP Global, abriu este ano a sua sede em Portugal.

Os meios que queiram assistir ao evento deverão contactar através do email: taciani@eco-one.pt para realizarem a devida gestão de acreditação.
 a ECO-ONE:

A ECO-ONE é uma empresa especializada em ajudar os hotéis a implementar a sustentabilidade, desenvolvendo a única plataforma existente para ligar o hotel com todas as soluções necessárias para implementar as melhorias através da eficiência energética, a economia circular, as compras sustentáveis ou a formação de colaboradores.

A ECO-ONE tem já anos de presença em Espanha e França e iniciou recentemente a sua presença em Portugal a sua presença com o apoio do fundo luso 3XP Global.

ANEPC PROMOVE 14.ª EDIÇÃO DO EXERCÍCIO PÚBLICO DE SENSIBILIZAÇÃO PARA O RISCO SÍSMICO “A TERRA TREME” A 5 DE NOVEMBRO


A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) promove no próximo dia 5 de novembro, às 11h05, a 14.ª edição do exercício público de sensibilização para o risco sísmico “A TERRA TREME”, convidando toda a população a participar nesta iniciativa nacional de preparação e prevenção.

O exercício visa sensibilizar os cidadãos para o risco sísmico e dar a conhecer os comportamentos de autoproteção a adotar antes, durante e depois de um sismo, contribuindo para uma sociedade mais informada, preparada e resiliente.

Durante um minuto, os participantes são desafiados a praticar os três gestos de autoproteção — Baixar, Proteger e Aguardar — que podem fazer a diferença na proteção da vida em caso de sismo.

A participação pode ser individual ou coletiva, envolvendo famílias, escolas, empresas, instituições públicas e privadas, associações e outras organizações da sociedade civil.

Em todo o território nacional, a ANEPC, através dos seus Comandos Regionais e Sub-regionais de Emergência e Proteção Civil, em articulação com comunidades educativas, corpos de bombeiros, serviços municipais de proteção civil e outros agentes e entidades, promoverá ações de sensibilização e iniciativas destinadas a reforçar o conhecimento sobre o risco sísmico e as medidas de autoproteção.

A iniciativa tem tido uma adesão expressiva por parte da população escolar, graças ao envolvimento do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, I.P. (EduQA) e da Agência para a Gestão do Sistema Educativo, I.P. (AGSE). Assim, em articulação com estes parceiros, a ANEPC promove a ação principal desta edição na Escola Secundária Sebastião da Gama, em Setúbal, no âmbito da mobilização nacional para a preparação face ao risco sísmico.

Para além da realização do exercício, as entidades participantes são incentivadas a promover ações de informação e sensibilização, divulgar medidas preventivas, rever os procedimentos de emergência e envolver trabalhadores, alunos, famílias e comunidades na preparação para situações de emergência.

A participação no exercício “A TERRA TREME” é gratuita e pode ser registada na página oficial www.aterratreme.pt. A inscrição não é obrigatória, mas permite acompanhar a adesão à iniciativa e avaliar a evolução da participação ao longo das sucessivas edições. O portal disponibiliza também materiais de divulgação e informação de apoio à participação.

A ANEPC apela à participação de todos os cidadãos e entidades, sublinhando que conhecer e praticar antecipadamente os comportamentos de autoproteção é fundamental para reduzir a vulnerabilidade e aumentar a segurança em caso de sismo.

No dia 5 de novembro, às 11h05, pare um minuto e pratique os três gestos: BAIXAR, PROTEGER E AGUARDAR.

Saber como agir pode fazer a diferença. Participe e ajude a divulgar esta iniciativa!
Mais informações em www.aterratreme.pt.

TODOS SOMOS PROTEÇÃO CIVIL !

27 de outubro de 2026
Alcina Coutinho
Chefe de Divisão
Divisão de Comunicação e Sensibilização
Presidência

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

IPO de Coimbra reconhecido pela ESMO


O Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil, E.P.E. foi reconhecido pela Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO) como "ESMO Designated Centre of Integrated Oncology and Palliative Care", para o período de 2027–2029.

O programa ESMO Designated Centres promove a integração entre os cuidados oncológicos e os cuidados paliativos, valorizando a continuidade assistencial, o apoio aos doentes e às suas famílias, a formação e a investigação. Existem, atualmente, mais de 260 centros acreditados, em 58 países, que se constituem como uma rede colaborativa internacional.

Para o IPO de Coimbra, esta conquista constitui motivo de orgulho e valoriza o trabalho dos profissionais envolvidos em todo o percurso do doente na Instituição. Reforça também o compromisso institucional com uma resposta centrada na pessoa, que associa o tratamento da doença à atenção às suas necessidades e à sua qualidade de vida.

O IPO de Coimbra agradece o empenho de todos os profissionais que contribuíram ativamente para o sucesso desta candidatura institucional.

*João Pereira Belo
Assessor de Imprensa
Gabinete de Comunicação

Cantanhede | VOTO DE PESAR

 
O Município de Cantanhede partilha o sentimento de enorme consternação pelo falecimento de Humberto Oliveira, ex-presidente da Câmara Municipal de Penacova. Gestor, consultor e professor do ensino superior, desempenhava atualmente o cargo de vice-presidente do Instituto Superior Miguel Torga.
Natural de Penacova, Humberto José Baptista Oliveira, de 53 anos, era licenciado em Economia pela Universidade de Coimbra e tinha uma pós-graduação em Contabilidade e Auditoria pela Universidade de Aveiro.
A atividade político-partidária foi um exercício que abraçou com entusiasmo, tendo desempenhado diversos cargos no poder local, destacando-se a presidência da Câmara Municipal de Penacova, durante três mandatos consecutivos, entre 2009 e 2021, eleito pelo Partido Socialista.
Desempenhou também as funções de presidente da Assembleia Municipal entre 2021 e 2025 e, pela mesma força política, integrava no atual mandato o cargo de deputado neste mesmo órgão autárquico.
Em julho de 2026, recebeu a Medalha de Honra do Município de Penacova, em reconhecimento pelo seu percurso autárquico.
O seu percurso enquanto autarca faz parte da história da vida política e institucional do Município de Penacova, merecendo ser recordado com respeito e consideração.
Desta forma, proponho a aprovação de um voto de profundo pesar pelo falecimento de Humberto Oliveira, manifestando o nosso reconhecimento pelo contributo prestado ao Município de Penacova, à comunidade penacovense e à Região de Coimbra.

Cantanhede, 26 de outubro de 2026
A Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede,
(Maria Helena Rosa de Teodósio e Cruz Gomes de Oliveira)