quarta-feira, 4 de março de 2026

Prosolia Energy e Grupel apresentam projeto híbrido com energia solar e armazenamento de baterias.

 A Prosolia Energy e a Grupel anunciam a implementação do seu primeiro projeto híbrido em Portugal, uma solução energética inovadora que combina produção fotovoltaica com armazenamento em baterias (BESS). O sistema foi instalado na unidade industrial da Grupel, em Vagos, reforçando o compromisso de ambas as empresas com a inovação, eficiência e sustentabilidade.
Embora a produção de energia solar seja um elemento essencial para a indústria na busca pela descarbonização e eficiência económica, a hibridização vem combater a sua natureza intermitente. O projeto integra uma instalação solar fotovoltaica de 500 kWp, composta por 813 módulos solares e um sistema de armazenamento de energia com 645 kWh de capacidade global e potência máxima de 300 kW que permitindo uma melhoria estratégica na gestão dos recursos.
Pedro Silva, Country Manager da Prosolia Energy em Portugal, destaca: “Este é um marco importante na atuação da Prosolia em Portugal. A combinação de energia solar com sistemas de armazenamento permite-nos oferecer soluções mais completas, inteligentes e resilientes para a indústria portuguesa. Estamos muito orgulhosos de desenvolver este nosso primeiro projeto híbrido com um parceiro como a Grupel, que partilha da nossa visão de inovação e sustentabilidade.”

Inovação para a indústria: um sistema híbrido completo
O sistema híbrido foi concebido para maximizar a produção e utilização eficiente de energia, permitindo armazenar o excedente gerado e utilizá-lo posteriormente em períodos de maior consumo ou menor produção solar.
Entre as principais funcionalidades, destaca-se um sistema inteligente de controlo e monitorização em tempo real, que assegura a gestão otimizada de potência, deteção de falhas e inclui ainda um sistema de extinção de fogo, garantindo elevados níveis de segurança operacional.

Impacto energético e ambiental
A nível energético e ambiental, o projeto permitirá à unidade industrial da Grupel alcançar 665,6 MWh de energia limpa produzida por ano, reduzir 314 toneladas de CO₂ por ano (equivalente à plantação de 1.945 árvores), aumentar significativamente a autonomia energética e a resiliência e continuidade operacional, mesmo em cenários de instabilidade da rede elétrica.
André Coutinho, Responsável de Engenharia e Inovação da Grupel, afirma: “Esta solução constitui uma resposta estratégica aos desafios de competitividade do setor industrial, permitindo aumentar a autonomia energética e otimizar a gestão dos recursos energéticos. A integração de produção renovável com armazenamento reforça o autoconsumo, reduz a exposição a custos energéticos e contribui de forma direta para os objetivos de descarbonização nacionais e europeus.”
Com foco no setor industrial, esta solução posiciona-se como uma resposta estratégica aos desafios atuais de competitividade, autonomia energética e gestão inteligente de recursos, mesmo em cenários de instabilidade da rede. Além disso, é também uma contribuição significativa para as metas de descarbonização nacionais e europeias.

*Inês Teixeira
Consultora Senior | Corporativo

Comunicado | PS contra ensino universitário em Viseu


A Comissão Política de Secção do PSD Viseu manifesta profunda preocupação com a posição pública assumida pela Concelhia de Viseu do Partido Socialista, liderada pelo Vereador Miguel Pipa, por revelar um preocupante desconhecimento dos trâmites legais necessários à transformação de uma instituição do ensino politécnico para ensino universitário, no atual Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), bem como das exigências previstas para a criação de uma universidade pública.

O Partido Socialista perdeu, uma vez mais, uma oportunidade para demonstrar sentido de responsabilidade. A sua pegada política em matéria de ensino universitário público em Viseu permanece bem viva na memória dos viseenses, designadamente quando a Faculdade de Medicina foi instalada na Covilhã, decisão que frustrou legítimas expectativas da região, como à época foi reconhecido pelo próprio Correia de Campos.
Relativamente às situações de transformação dos Institutos Politécnicos de Leiria e do Porto, para a respetiva Universidade, importa esclarecer que estamos perante processos que decorrem há vários anos, submetidos à tutela em 2025, preparados e assumidos pelas próprias instituições, em virtude de, no atual quadro legal, reunirem as condições para essa transformação. Não resultam de decisões conjunturais nem de iniciativas governamentais ocasionais. As exigências são muitas. São processos da exclusiva responsabilidade das instituições que, reunindo as condições técnicas e legais exigidas, no atual Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, decidiram construir e avançar com uma proposta de transformação de Instituto para Universidade.

(Fica assim claro que este caminho depende do cumprimento rigoroso dos requisitos legais e institucionais por parte de cada entidade, e não de proclamações políticas.

No caso de Viseu, importa destacar o trabalho sério e estruturado que tem vindo a ser desenvolvido pela atual direção do Instituto Politécnico de Viseu, que herdou uma situação marcada pela ausência de estratégia e amorfismo do anterior líder socialista. A atual direção há muito que iniciou o processo de construção do caminho para a transição para Universidade Politécnica, nos termos do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), atualmente em apreciação na especialidade na Assembleia da República, demonstrando visão, preparação e compromisso com o futuro do ensino superior em Viseu. No momento que entenda oportuna, fruto do seu desenvolvimento institucional e concretização dos requisitos exigidos, conseguidos nos últimos três anos, apresentará à tutela o seu de pedido de transformação. Atualmente, nunca em algum momento o IPV foi preterido ou excluído pelo governo em exercício de funções.

É igualmente inaceitável que o Partido Socialista, numa clara lógica de controlo e condicionamento das instituições, procure desvalorizar e fragilizar o Instituto Politécnico de Viseu. A opção deliberada de não contratar o IPV para a realização de projetos que possui competência técnica para desenvolver não é inocente, é política. Trata-se de uma tentativa de menorizar dirigentes, professores e alunos, penalizando a instituição sempre que esta não se submete a conveniências partidárias. O Partido Socialista revela, uma vez mais, dificuldade em conviver com instituições autónomas, livres e independentes do poder político. Caiu a máscara: não está em causa o futuro do ensino superior em Viseu, está em causa o desejo de controlo.

Neste contexto, ao invés de procurar bodes expiatórios no Governo ou no IPV, direção, professores e alunos, desafiamos o Partido Socialista e o Senhor Presidente da Câmara a exercerem o seu magistério de influência junto da direção nacional do partido e da respetiva bancada parlamentar, acompanhando o Governo e a bancada do PSD no sentido de permitir que os institutos politécnicos, como o de Viseu, possam vir a ministrar ensino universitário público. Recorde-se que a iniciativa parlamentar do Partido Socialista impede expressamente que os politécnicos possam conferir esse tipo de ensino.

Os viseenses podem contar com o PSD e com o Governo para que, em breve, possam dispor de uma Universidade Politécnica que permitirá, nos termos da lei, evoluir para ministrar ensino universitário, abrindo caminho à criação da Universidade Pública de Viseu, de acordo com o novo RJIES e com o trabalho consistente que a atual direção do IPV tem vindo a desenvolver, reconhecido por toda a academia, pela nossa comunidade regional, nacional e internacional.

*O Presidente da Comissão Política da Secção de Viseu
Pedro Alves--
A Comissão Política de Secção
PSD Viseu

JOANA JESUS (MAIS CONHECIDA POR PEANUTS) VEM A SILVES FALAR DE LITERACIA FINANCEIRA

 O Município de Silves, através do sector da Juventude, promove no dia 21 de março, entre as 10h00 e as 12h00, um workshop de Literacia Financeira com Joana Jesus, @PEANUTS para os amigos digitais.

A influenciadora digital vem à Biblioteca Municipal de Silves falar de poupança criativa e finanças de uma forma leve, eficaz e divertida. Uma aprendizagem que vai mostrar como o ato de poupar é para todos e como é possível inclui-lo no nosso dia a dia, nunca perdendo de vista a sustentabilidade e a consciencialização ambiental.
Dirigido a jovens maiores de 16 anos, a atividade é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia obrigatória, até ao dia 18 de março, através do seguinte link: https://forms.gle/PNo4ovYw6MzayVPk9
No caso dos jovens com idade inferior a 18 anos, será necessário o preenchimento e envio da declaração de autorização de participação por parte do encarregado de educação.
 
Os telefones 282 440 800 / 910 118 277 e o endereço de correio eletrónico juventude@cm-silves.pt são os contactos do sector de Juventude da Câmara Municipal de Silves disponíveis para o esclarecimento e fornecimento de informações adicionais.
 
Não percas esta oportunidade. Faz já a tua inscrição!

 

 

Universidade de Coimbra lidera Experiência GLOSS que regressa à Terra da Estação Espacial Internacional


A experiência científica GLOSS (Gamma-ray Laue Optics and Solid State detectors: Optica para raios gama e sensores de estado sólido), liderada pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), regressou à Terra a bordo da cápsula Cargo Dragon C211 da Space X, tendo amarado no Oceano Pacífico ao largo de San Diego, Califórnia, EUA.

A missão SpX-33 foi liderada por Rui Curado Silva, docente da FCTUC, e por Jorge Maia, da Universidade da Beira Interior (UBI), ambos investigadores do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP) Coimbra.

Durante cerca de um ano, amostras de materiais (CZT: telureto de cádmio e zinco) das câmaras dos futuros telescópios de raios gama estiveram expostas ao ambiente espacial (radiação orbital, amplitudes térmicas extremas e oxidação). «Estes sensores quando em operação no espaço, as suas prestações degradam-se e perdem sensibilidade observacional. Até ao presente, a relação entre o tempo de exposição destes sensores ao ambiente espacial e a degradação das suas prestações nunca foram estudadas com a requerida profundidade», revela Rui Curado Silva.
«Para observarmos o Universo nas bandas dos raios X e dos raios gama (astrofísica de altas energias), é necessário colocar no espaço telescópios equipados de sensores capazes de captar imagens do céu nestas bandas do espectro eletromagnético porque a atmosfera absorve este tipo de radiação antes de chegar à superfície da Terra», explica Jorge Maia.

De acordo com os especialistas, estes sensores estiveram na plataforma Bartolomeo da Estação Espacial Internacional, exposta em permanência ao ambiente exterior de radiação, bem como a variações de temperatura extremas, cerca de -150°C quando a Estação Espacial orbita do lado noturno da Terra, e a temperaturas na ordem dos 120°C quando a Estação se encontra do lado do sol.

Os sensores expostos ao ambiente espacial da Estação Espacial Internacional serão devolvidos a Coimbra dentro de dois meses, onde serão testados para avaliar o nível de degradação operacional quando as suas prestações serão comparadas com as prestações de sensores iguais que permaneceram na Terra.

«A partir desta análise, vamos validar a viabilidade destes sensores serem integrados nos futuros telescópios espaciais para astrofísica de altas energias, bem como perceber de que forma será possível produzir sensores ainda melhores. Desta forma, esperamos contribuir para o desenvolvimento de instrumentação para astrofísica de altas energias e, por consequência, para a sensibilidade de observação, que poderá ter impactos importantes na compreensão da física das ondas gravitacionais, recém-descobertas», concluem.

Além da Universidade de Coimbra, a experiência GLOSS integra equipas do Observatório de Astrofísica e Ciências do Espaço de Bolonha, do Instituto Nacional de Astrofísica de Itália (INAF/OAS-Bologna) e do Instituto de Materiais para Eletrónica e Magnetismo do Conselho Nacional de Investigação de Parma (CNR/IMEM-Parma, Itália). Esta experiência foi financiada pelo programa PRODEX da Agência Espacial Europeia e da Agência Espacial Portuguesa.

*Sara Machado
Assessora de Imprensa
Universidade de Coimbra• Faculdade de Ciências e Tecnologia

MARINHA GRANDE INTEGRA AGENDA NACIONAL DO TURISMO INDUSTRIAL

A Marinha Grande volta a integrar a Agenda Nacional do Turismo Industrial, promovida pela Rede Portuguesa do Turismo Industrial, que reúne centenas de atividades em todo o país, e decorrerá entre 21 de março e 4 de abril de 2026, com experiências dedicadas à história, inovação, saber‑fazer e vivências da indústria portuguesa.
O Município da Marinha Grande esteve representado na sessão oficial de apresentação da programação, que decorreu na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), no passado dia 27 de fevereiro. A sessão contou com a presença da Chefe de Divisão de Cultura, Património Cultural e Turismo, Eleonora Nunes, acompanhada por técnicos municipais.
A Marinha Grande integra a Agenda Nacional do Turismo Industrial, com atividades emblemáticas ligadas à sua tradição vidreira, reforçando a visibilidade do concelho enquanto destino de referência no turismo industrial.

As iniciativas do concelho integradas neste calendário nacional são:
Demonstração e Experiência de Soprar Vidro – Estúdio PoeirasGlass
27 a 31 de março de 2026
Os visitantes podem assistir a demonstrações ao vivo de produção artesanal de vidro e, opcionalmente, experimentar soprar vidro com acompanhamento especializado, vivendo uma experiência única ligada ao ofício tradicional.

Horário: 14h00 às 15h00 | 15h00 às 17h00 Marcação prévia obrigatória (até 21 março)
Gratuito
Atividade acessível a pessoas com necessidades específicas Estacionamento reservado a pessoas com mobilidade condicionada
Local: Estúdio de Vidro – PoeirasGlass Praça Guilherme Stephens, Edifício da Resinagem, Loja 7 2430-522 Marinha Grande
Telefone: (+351) 244573377

Apresentação e Demonstração do Jogo de Tabuleiro “Stephens” – Museu do Vidro da Marinha Grande
4 de abril de 2026
Este jogo de estratégia, inspirado na história local, permite aos participantes descobrir de forma lúdica a evolução industrial da Marinha Grande e a criação da icónica fábrica de vidro Stephens.

Horário: 10h00 às 12h00 | 14h30 às 16h30
Gratuito
Atividade parcialmente acessível a pessoas com necessidades específicas Estacionamento reservado a pessoas com mobilidade condicionada
Local: Museu do Vidro da Marinha Grande Praça Guilherme Stephens
2430 – 028 Marinha Grande
Telefone: (+351) 244573377

*Gabinete de Comunicação e Imagem

ATLETAS DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA PARTICIPARAM NOS 2ºS TESTES DA ASSOCIAÇÃO DE PATINAGEM DE COIMBRA


As patinadoras da Secção de Patinagem Artística da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, participaram nos 2ºs testes promovidos pela Associação de Patinagem de Coimbra, que decorreram no Pavilhão Municipal de Mira, nos passados dias 2 de fevereiro e 1 de março de 2026, fazendo-se representar por 15 atletas, que participaram em 17 provas.

Na disciplina de Iniciação, competiram, Maria Pedro Cordeiro e Leonor Vilar (Nível 1), Sofia Silva e Benedita Diogo (Nível 1), Lara Lameiro (Nível 2), Leonor Vieira e Eva Lavrador (Nível 3), Íris Capucho, Alice Freitas e Júlia Rodrigues (Nível 5).
Prestaram provas na Patinagem Livre, as atletas Luz Estanislau (Nível 2) e Kelly Santos (Nível 4).

Por último e na vertente de Solo Dance, competiram Luz Estanislau (Nível 1), Gabriela Maia Lourenço e Maria Inês Bento (Nível 2), Kelly Maria Santos e Leonor Machado Figueiredo (Nível 3).

A participação das patinadoras da Sociedade Columbófila evidenciou o trabalho técnico desenvolvido ao longo da época e o empenho das atletas nas diferentes disciplinas.

Independentemente dos resultados obtidos, Maria Veloso, treinadora e responsável técnica da Associação, salientou no final da competição, que as atletas demonstraram enorme compromisso e dedicação, nunca baixando os braços perante o desafio, sublinhando que este é apenas mais um passo no percurso de excelentes atletas, para quem o trabalho é a palavra-chave e que melhor as define, referindo por último, ter tido a oportunidade de verificar o empenho e a consistência do grupo, mantendo-se agora o foco na continuidade do trabalho e na preparação dos próximos desafios competitivos.

Águeda recebe evento nacional de Jovens Repórteres para o Ambiente


Seminário JRA 2026 afirma Águeda como palco nacional do jornalismo ambiental e reforça papel de Águeda como Cidade Verde e território de inovação ambiental

“Façam um mundo melhor”. Foi com esta mensagem, inspirada numa das reportagens produzidas durante o encontro, que se encerrou o Seminário Nacional JRA 2026 – Jovens Repórteres para o Ambiente, que decorreu durante três dias (sexta-feira, sábado e domingo) em Águeda, deixando um apelo claro à ação e à responsabilidade coletiva na construção de um futuro mais sustentável.

Esta iniciativa mobilizou cerca de 120 alunos e professores de todo o país, promovendo o jornalismo ambiental e a sustentabilidade. Durante três dias intensos, os jovens assumiram o papel de comunicadores das causas ambientais, dando voz às boas práticas que fazem a diferença no território.
O seminário integrou o programa de atividades que o Município de Águeda está a dinamizar ao longo de 2026, ano em que detém o título de European Green Leaf, distinção atribuída pela Comissão Europeia às cidades europeias de média dimensão que demonstram liderança em políticas ambientais, forte envolvimento comunitário e resultados concretos na transição ecológica.

Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda, sublinhou a importância de acolher esta iniciativa de âmbito nacional, destacando o contributo das novas gerações para a construção de soluções inovadoras. “Estamos habituados a olhar para as mesmas coisas da mesma maneira. Contamos convosco para nos trazerem um olhar diferente, com a vossa máquina e com a vossa mente”, afirmou, incentivando os jovens a exercerem o seu pensamento crítico e criativo.

O Vice-Presidente da Câmara de Águeda reforçou ainda que o reconhecimento de Águeda como Cidade Verde resulta de um percurso consolidado. “Este título é consequência de um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido ao longo do tempo, graças ao empenho de uma equipa dedicada e ao envolvimento da comunidade”, declarou, sublinhando que o Município pretende continuar a evoluir.

“Queremos ser desafiados. Precisamos das vossas ideias para fazermos coisas diferentes”, disse Edson Santos em tom de incentivo aos participantes deste seminário.

Dirigindo-se aos professores e parceiros, deixou também uma palavra de agradecimento pelo empenho na formação cívica e ambiental dos jovens, reforçando a importância da cooperação e da partilha de boas práticas, inclusive com outras comunidades.

O evento contou com as intervenções de Francisco Teixeira, da Agência Portuguesa do Ambiente; Mário Jorge Rodrigues, Diretor da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda; José Archer, Presidente da Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação; e Ana Batista, Vice-Reitora da Universidade de Aveiro, que destacaram a importância da literacia ambiental, da educação para a sustentabilidade e do papel do jornalismo na mobilização das comunidades para a ação climática. Os intervenientes sublinharam igualmente o valor das parcerias institucionais na promoção de uma cidadania mais informada, participativa e comprometida com os desafios ambientais contemporâneos.

Realizado com a parceria da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda (ESTGA), o encontro nacional proporcionou aos participantes uma verdadeira imersão no jornalismo ambiental, através de workshops, trabalho de campo e momentos de partilha de experiências. Os alunos desenvolveram reportagens sobre diversos espaços e iniciativas visitadas, manifestando grande satisfação com a experiência vivida.

Entre os locais explorados destacam-se o Centro de Interpretação do Rio, a Pateira de Fermentelos, a aldeia de Macieira de Alcôba e vários pontos da cidade de Águeda, onde os jovens tiveram contacto direto com projetos e boas práticas de sustentabilidade promovidas pelo Município, como o Laboratório Vivo para a Descarbonização, as beÁgueda e o MobeÁgueda.

O encerramento do seminário ficou marcado pela entrega de prémios aos alunos com melhor desempenho no desafio de criação de posters relacionados com o JRA, valorizando o talento, a criatividade e o compromisso demonstrado ao longo dos três dias. Foram igualmente atribuídas as distinções às melhores reportagens de 2025, reconhecendo o trabalho desenvolvido no âmbito do programa Jovens Repórteres para o Ambiente.

Todas as reportagens e trabalhos desenvolvidos ficarão em breve disponíveis em https://jra.abaae.pt/.

Ao acolher esta iniciativa nacional, Águeda reafirma-se como palco de aprendizagem, inovação e sustentabilidade, colocando a juventude no centro da reflexão e da ação climática. Mais do que um encontro, o Seminário Nacional JRA 2026 foi um espaço de inspiração e responsabilidade partilhada, um convite claro para que todos contribuam para “fazer (deste) um mundo melhor”.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem