quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Aveiro

Informa-se que, devido à aproximação e passagem de ondulação frontal com corrente de oeste, se prevê, de acordo com o IPMA, novo agravamento das condições meteorológicas adversas, com chuva persistente, vento forte e agitação marítima, sobretudo entre o final da tarde de hoje, dia 12/02, e o dia de amanhã, dia 13/02, pelo que se espera a continuidade das situações de cheia/inundação atualmente existentes nos municípios da Região de Aveiro. 
Mantém-se, desta forma, ativo preventivamente o Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil de Aveiro, desde 101800FEV26. Continuam também ativos todos os Planos Municipais de Emergência de Proteção Civil referenciados no comunicado 01/26, de 10 de fevereiro. 
As ocorrências mais relevantes nas últimas horas são sobretudo cortes de via e danos em algumas habitações ou estruturas, por cheia/inundação e, em alguns casos pontuais, movimentos de massa/derrocadas. 
Houve necessidade pontual de apoiar algumas pessoas, nomeadamente através do fornecimento de bens de primeira necessidade, devido à inundação de vias de acesso a habitações, em Albergaria-a-Velha, estando todas as situações a ser acompanhadas pelos Serviços Municipais de Proteção Civil, agentes de proteção civil e organismos de apoio dos vários patamares. 
Mantem-se o Estado de Prontidão Especial (EPE), para o Dispositivo Integrado de Operações de Proteção e Socorro (DIOPS) no nível IV (máximo), até 132359FEV26, para Portugal Continental, no sentido da garantia do permanente acompanhamento das ocorrências, através do respetivos Comandos Sub regionais e de um aumento das ações de monitorização e prontidão. 
Assim sendo, recomenda-se mais uma vez à população que siga as orientações das Autoridades e que evite a circulação e permanência em locais próximos das zonas afetadas pelas inundações/cheias/deslizamentos. 
Atendendo ao corte dinâmico de várias vias rodoviárias na Região de Aveiro, pela evolução da situação hidrológica, continua a apelar-se aos cidadãos para que não circulem nas referidas vias, dado o risco envolvido. 
Pede-se novamente à população especial atenção às medidas de autoproteção já oportunamente divulgadas através dos avisos da ANEPC/SMPC e agentes de proteção civil, e ter em conta as ordens das autoridades territorialmente competentes, mantendo-se atento ao desenvolvimento da situação. 

Data: 12/02/2026 Hora: 17:00
 Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil 
O Comandante Sub-regional 
António Ribeiro (assinado no original)

TÉCNICOS DO PATRIMÓNIO CULTURAL, I.P. AVALIAM DANOS EM EDIFÍCIOS CLASSIFICADOS


Uma equipa de especialistas do Património Cultural, I.P. (PCIP) deslocou‑se ontem, 11 de fevereiro, à Marinha Grande para realizar uma avaliação técnica dos danos provocados pelas recentes condições meteorológicas adversas, nos edifícios municipais classificados do concelho.

A visita decorreu em articulação com os técnicos municipais, que acompanharam o trabalho de inspeção e teve como objetivo reforçar a preservação do património cultural.
Os técnicos visitaram três equipamentos culturais de referência: o Museu do Vidro, o Museu Joaquim Correia e a Casa-Museu Afonso Lopes Vieira. Apesar de todos terem sofrido impactos, os técnicos identificaram a Casa‑Museu Afonso Lopes Vieira como o edifício mais afetado, devido à sua localização próxima ao mar e à forte agitação marítima registada nos últimos dias, que provocou danos na estrutura e o risco de derrocada de parte do imóvel.
A situação da Casa‑Museu, levou a uma nova análise pelos serviços municipais, representantes do Património Cultural, I.P., especialistas do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC ) e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Foram observados, de forma integrada, os riscos estruturais, a erosão costeira e as soluções possíveis para mitigar o avanço do mar, garantindo a salvaguarda do edifício.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Évora | Iniciativa ‘Conversas à volta das Brincas de Carnaval’ juntou os três grupos em atividade. Exposição sobre o tema pode ser visitada até 20 de fevereiro nos Paços do Concelho

Para dar a conhecer melhor a tradição popular das Brincas de Carnaval, a Câmara de Évora acolheu ontem, dia 11, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a sessão ‘Conversas à volta das Brincas de Carnaval’, com a participação de elementos ligados aos três grupos que mantêm viva esta singular atividade da Cultura popular do nosso concelho. Antecipando os quatros dias de atuações durante o Carnaval, os grupos brindaram o público presente com uma pequena demonstração do seu repertório. 
A conversa contou com a participação de investigadores convidados (Isabel Bezelga e José Barbieri, que participaram por videoconferência) e dos Mestres dos três grupos existentes: Tiago Matias, do Grupo de Brincas dos Canaviais, Pedro Cardoso, do Grupo do Rancho Folclórico Flôr do Alto Alentejo, e Beatriz Velez, Maestrina do Grupo da Escolinha de Brincas da Casa do Povo de Canaviais. A moderação esteve a cargo de Rui Arimateia, que, enquanto técnico do Município, foi responsável pelo Centro de Recursos do Património Oral. 
A abertura coube ao Presidente da Câmara de Évora, Carlos Zorrinho, que, acompanhado pelos vereadores Jerónimo José e Carmen Carvalheira, enfatizou a “importância da Cultura popular e, em particular, das Brincas de Carnaval na nossa identidade como cidade e como território”, e, lembrou que “as Brincas são sinónimo de liberdade.” 
Numa conversa muito participada que contou com transmissão online, os investigadores sublinharam o valor das Brincas enquanto manifestação afetiva e de sentimento de pertença e reforço de laços no seio da comunidade. Alguns elementos das Brincas deram conta da sua experiência de participação e envolvimento nestes grupos de teatro comunitário. 
As Brincas Carnavalescas de Évora são um exclusivo do concelho e uma tradição popular dos bairros periféricos da cidade, contam atualmente com três grupos em atividade. Com a realização da sessão de conversas sobre as Brincas e da exposição, o Município de Évora pretende contribuir para a preservação e salvaguarda desta manifestação cultural imaterial, que se realiza durante o Carnaval, em forma de teatro comunitário. Este ano, os Grupos de Brincas de Carnaval vão atuar pelo concelho nos dias 14, 15, 16 e 17 de fevereiro.

APAV REVELA CAMPANHA DE SENSIBILIZAÇÃO PARA VIOLÊNCIA NO NAMORO_O RELATIONCHIP ERA FALSO, MAS O CONTROLO É REAL



 A Associação de Apoio à Vítima (APAV) revela hoje uma campanha de sensibilização que arrancou no dia 9 de fevereiro com o lançamento de um produto falso, o RelationChip, com dois microchips subcutâneos que prometiam revolucionar as relações amorosas através de monitorização contínua, acesso a passwords e rastreamento de localização. Uma solução tecnológica que desafiava colocar as relações à prova: “Dois chips, um namoro, zero segredos”.

O lançamento gerou reações intensas nas redes sociais, com críticas generalizadas sobre o carácter invasivo e controlador do conceito apresentado. Hoje, a APAV esclarece o propósito real da iniciativa: expor e confrontar a normalização de comportamentos de controlo nos relacionamentos entre jovens.

Segundo dados hoje divulgados, nos últimos 4 anos a APAV apoiou 3 968 vítimas de violência durante e após as relações, sendo que 29% dos casos envolveram jovens menores de 25 anos, que sofreram pelo menos um tipo de violência — incluindo controlo, violência psicológica, perseguição e violência sexual. O controlo tem sido identificado como o tipo de violência mais normalizado e frequentemente interpretado como demonstração de amor e confiança.

De um Chip falso à realidade
Ao apresentar as funcionalidades do RelationChip — localização 24/7, sincronização automática de passwords, monitorização de contactos — a APAV procurou confrontar os jovens com a realidade dos seus próprios comportamentos. O produto falso funcionou como espelho de práticas quotidianas realizadas através de telemóveis e redes sociais.

"A campanha foi lançada com o objetivo de confrontar indiretamente comportamentos normalizados e fomentar a reflexão através de uma inversão de perspetiva. Aquilo que parecia aberrante num chip é, na verdade, o que muitos casais fazem diariamente e normalizam", explica João Lázaro, Presidente da APAV. "Consideramos fundamental clarificar que comportamentos de controlo não são provas de amor, mas sinais de violência no namoro. A campanha em curso visa precisamente alertar para essa realidade e reforçar a importância de relações baseadas no respeito e na autonomia", reforça.

A fase de revelação da campanha segue agora nos mesmos canais de promoção do RelationChip — site, perfil de Instagram, TikTok e em mupis digitais pelo país e display, mas com o reforço de uma nova mensagem: “Muda o chip. Controlo no namoro é violência”.

É importante que todos saibam identificar os sinais de alerta que indicam comportamentos controladores numa relação: rastreamento contínuo de localização, exigência de acesso a passwords, controlo de amizades e movimentos, e monitorização de comunicações. Estes comportamentos não são expressões de amor, são sinais de violência. A APAV está disponível para apoiar jovens e vítimas de violência no namoro através da sua Linha de Apoio à Vítima (116 006), operacional entre as 8h e as 23h dos dias úteis.

A campanha RelationChip é uma parceria da APAV com as agências do Grupo Omnicom - BBDO, OmnicomPRGroup e OMD e produtora LOOKS:GOOD.

*Sónia Matos
Client Manager
Lisboa, 12 de fevereiro de 2026 -

Cantanhede | Concretização do apoio carece da aprovação pela Assembleia Municipal. Câmara Municipal transfere 1,3 milhões para as freguesias

 
O Executivo Municipal deliberou aprovar, por unanimidade, os termos dos acordos a celebrar com as freguesias do concelho, tendo em vista o financiamento de intervenções em diversos domínios. O valor global que a autarquia se propõe transferir nesse âmbito está estimado em 1,3 milhões de euros.
As condições de operacionalização dos apoios a conceder segundo critérios de equilíbrio e equidade foram aprovadas na última reunião camarária, materializando-se na comparticipação financeira das competências próprias das freguesias (caminhos e espaços verdes) e em contratos interadministrativos de delegação de competências (requalificação urbana).
Estes acordos permitem proximidade, eficiência e coesão territorial. Sem meios financeiros adequados, as juntas de freguesias não conseguem cumprir plenamente o seu papel junto das populações”, justifica Helena Teodósio, adiantando que “a intervenção da Câmara Municipal é determinante para reduzir desigualdades e assegurar um desenvolvimento mais harmonioso dentro do concelho”.
Como habitualmente, os acordos de cooperação do Município de Cantanhede com as freguesias foram estabelecidos de acordo com os princípios estabelecidos em anos anteriores e da concordância dos presidentes de Junta.
Por último, a presidente da autarquia cantanhedense diz ser determinante a existência de mecanismos de financiamento adequados, para “garantir uma descentralização efetiva e um desenvolvimento local sustentável”.
A concretização destes apoios carece da aprovação pela Assembleia Municipal bem como dos respetivos órgãos autárquicos das freguesias.

Proibição de acesso a redes sociais a menores: 69% das crianças já tem telemóvel, mas metade revela ansiedade com limitação no uso

  

   Ansiedade, distração e baixo rendimento: 53,3% dos menores sofre de stress quando se lhes limita o uso de telemóvel e quase 38% das famílias alerta para o impacto no rendimento escolar

   Menores hiperconectados desde a infância: 69,6% dos menores de 15 anos já tem smartphone e o acesso à internet começa antes dos 8 anos

   A proibição dos telemóveis em ambiente escolar tem vindo a ajudar a travar comportamentos desajustados e a melhorar o bem-estar digital dos mais novos

   Alternativas ao smartphone: o uso de relógios inteligentes infantis cresce como forma de atrasar o uso de redes sociais sem renunciar à tecnologia

Lisboa, 12 de fevereiro de 2026

Antes mesmo dos 10 anos, muitas crianças já estão conectadas. De acordo com os dados recolhidos pela SaveFamily, 42% das crianças acedem à internet antes dos 8 anos e cerca de sete em cada dez menores de 15 anos já tem o seu próprio smartphone. Aos 12 anos, mais de dois terços navegam online diariamente, e aos 15 anos 96% está permanente online. O resultado é uma infância hiperconectada, com mais de 80% dos menores a passar ao menos uma hora diária frente aos ecrãs e quase 20% a superar as cinco horas aos fins-de-semana, um uso de está já a ter impactos claros: 53,3% dos menores sente stress ou ansiedade quando se lhes limita o uso de telemóvel.

Este cenário ajuda a entender o projeto de lei de um dos grupos parlamentares português entregue  na Assembleia da República de proibir o acesso às redes sociais a menores de 16 anos, e que será aprovado ainda esta semana. Uma medida já em processo de implementação em Espanha, empurrada pela suposta incapacidade dos jovens em desenvolverem-se adequadamente em meios digitais que foram criados para os adultos. A proibição em Portugal soma-se a tendência internacional que procura travar a exposição precoce a plataformas baseadas na hiperconectividade, na validação constante e no consumo ilimitado de conteúdos online.

Famílias, docentes, investigadores e especialistas constatam que o uso intensivo de redes sociais não é neutro no desenvolvimento infantil: “Os números confirmam algo que temos vindo a observar diariamente: os menores acedem demasiado cedo a ambientes para os quais não estão emocionalmente preparados. Não se trata apenas de quanto tempo passam conectados, mas de como e para que usam a tecnologia”, assinala Pedro Chaves Costa, diretor de vendas para Portugal.

Impacto académico negativo em 38% das crianças

Os efeitos começam a refletir-se na saúde emocional e no ambiente educativo. Mais de 80% dos menores passam pelo menos uma hora diária em frente aos ecrãs durante a semana, e quase um de cada cinco supera as cinco horas nos fins-de-semana. Esta hiperconexão traduz-se em dificuldades de concentração, irritabilidade e uma baixa tolerância à frustração. No ambiente escolar, quase 38% das famílias indica um impacto negativo no rendimento escolar associado ao uso de telemóveis e redes sociais.

“Quando o telemóvel e as redes sociais entram em jogo, a atenção fragmenta-se e a aprendizagem ressente-se. O problema não é a tecnologia em si, mas a falta de limites claros, de educação digital e de uma introdução progressiva de acordo com a idade”, explica Pedro Chaves Costa .

Perante esta realidade, o Governo português já tinha proibido  o uso de telemóveis em ambiente escolar. Outros países foram ainda mais longe: a Austrália, por exemplo, aprovou já a lei que proíbe o acesso a determinadas redes sociais a menores de 16 anos. O denominador comum é a necessidade de proteger os menores numa etapa chave do seu desenvolvimento. Contudo, os peritos alertam que as proibições não são uma solução completa: é preciso oferecer alternativas.

Aumenta a procura de relógios infantis

Frente a esta conjuntura, as famílias estão a encontrar soluções mais práticas. A procura de relógios infantis cresceu 40% nos últimos anos, impulsionada pelos pais que procuram atrasar a entrega de telemóveis às crianças, sem renunciar à comunicação e segurança. Estes dispositivos permitem chamadas controladas, geolocalização e funções de emergência, mas limitam o acesso a redes sociais e à internet sem supervisão. Além do mais, novos modelos como o SaveWatch Plus 2 também exercem uma função educativa ao integrar tecnologias como IA infantil para potenciar o ensino e um “modo aula” para evitar distrações quando os menores estão a estudar na escola.

“Os relógios inteligentes permitem uma imersão digital progressiva. O menor começa a familiarizar-se com a tecnologia sem se “desconectar” totalmente do mundo, mas dentro de um ambiente controlado e educativo, sem a pressão constante das redes sociais. A chave está em acompanhar e não em substituir a educação por um ecrã”, explica Costa.

Os especialistas em psicologia infantil concordam que adiar o acesso ao smartphone traz benefícios tanto emocionais como sociais. Menos notificações favorecem a concentração, a socialização «cara a cara» e a autonomia real. Além disso, ajudam a evitar que o telemóvel se torne um regulador emocional: de acordo com o Observatório de Hábitos Digitais em Menores da SaveFamily, 53,3% dos menores reconhecem sentir ansiedade ou stress quando lhes é limitado o uso do telemóvel, um sinal de dependência que preocupa os especialistas.

A conclusão dos psicólogos é clara: o acesso precoce e ilimitado às redes sociais apresenta riscos reais para o bem-estar infantil; por isso, além de regular, é preciso educar. Os especialistas recomendam a adaptação gradual e o uso de tecnologias adaptadas a cada idade, dando-lhes ferramentas e critérios para que, quando chegar a hora, possam usar a tecnologia sem que ela os use.

Acerca de SaveFamily

É a empresa de origem espanhola líder em smartwatches com GPS. Desde os seus escritórios centrais distribui os seus produtos em mais de 43 países.

Criada em 2017, uma equipa multidisciplinar composta por mais de 40 profissionais responde a mais de um milhão de famílias que formam parte da sua carteira de clientes.

*Newsline Agência de Comunicação

AIP visita Seda Ibérica, empresa certificada Great Place to Work


No âmbito da iniciativa “Roteiro pela Indústria Transformadora”, uma delegação da Associação Industrial Portuguesa (AIP) liderada pelo seu presidente, José Eduardo Carvalho, visitou, dia 10 de fevereiro, a empresa Seda Ibérica – Embalagens, associada da AIP desde 1960, localizada em Paço de Arcos, Lisboa.

Enquadrada nas comemorações do 189º aniversário da AIP e de forma a reiterar o compromisso com as empresas associadas e fomentar uma cultura de proximidade, “esta visita é um tributo, um reconhecimento a quem tem um alto desempenho na qualidade de gestão, do qual a vossa empresa é um exemplo claro. Tendo consciência de que o setor da indústria transformadora está muito exposto à concorrência internacional, este tipo de visitas permite também dar a conhecer aos diretores operacionais da AIP os diferentes modelos de gestão, de organização, processos de fabrico, tipo de cultura de gestão, porque consideramos que o conhecimento vem 30 por cento do que se lê e 70 por cento do que se vê. É fundamental para aprendermos, obtermos conhecimento e estarmos muito próximos da realidade empresarial”, assim se dirigiu José Eduardo Carvalho ao anfitrião Anselmo Vilardebó, diretor-geral da Seda Ibérica.
A Seda Ibérica faz parte do Grupo Seda, um Grupo Internacional, fundado em Nápoles, em 1964, líder na conceção, desenvolvimento e produção de embalagens sustentáveis únicas e inovadoras para alimentos e serviços alimentares. Sediado em Itália, o Grupo Seda opera plataformas de produção naquele país, Alemanha, Portugal, Reino Unido e América do Norte.

A Seda Ibérica juntou-se ao Grupo Seda em 1991, na sequência da aquisição da Novembal, empresa fundada em 6 de julho de 1955 por investidores portugueses e estrangeiros, para produzir embalagens para munições destinadas à indústria militar.

Atualmente com 220 colaboradores, a Seda Ibérica apresentou, em 2025, um volume de vendas acima dos 63 milhões de euros, dos quais 75 por cento em exportações.

Entre outras, a Seda Ibérica renovou, no final de 2025, a certificação Great Place to Work. Esta certificação, concedida pela autoridade global em cultura organizacional, reconhece o sucesso da Seda na construção de um ambiente inclusivo que valoriza altos níveis de colaboração em equipe, inovação e desempenho. Nesta última renovação, foi registado um aumento significativo no número de respostas positivas, que agora representam 74% dos colaboradores, em comparação com 70% em 2024. 79% dos colaboradores afirmam que a Seda Ibérica é um excelente lugar para trabalhar, um aumento de oito pontos percentuais em relação ao ano anterior.

Enquanto empresa de embalagens, a Seda Ibérica sempre orientou a sua atividade de acordo com princípios de consciencialização ambiental e mantém-se alinhada com as metas climáticas cada vez mais urgentes. A economia circular e a sustentabilidade são um dos eixos de ação da empresa.

*Departamento de Comunicação