quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Circuito de Rampas terminou na freguesia de Real. ANDRÉ VALENTE FEZ O PLENO AO TRIUNFAR NA RAMPA DE SANTO ADRIÃO EM CASTELO DE PAIVA


Caiu o pano sobre o Circuito de Rampas no município de Castelo de Paiva, com o atleta paivense André Valente, do Grupo Desportivo e Cultural a fazer o pleno ao triunfar de forma categórica na Rampa de Santo Adrião, disputada no passado Domingo, na freguesia de Real.
O atleta paivense, que já tinha vencido a Rampa de S. Domingos, S. Gens e Sobrado, continua a denotar capacidades acima do normal nesta vertente do atletismo, uma história recente a prometer a continuidade de resultados positivos.
Com um tempo de 09.40 para 1900 metros, André Valente venceu os seniores masculinos e deixou para trás Tiago Pereira e Ricardo Moreira, do FC de Penafiel, com 10.00 e 10.07 respectivamente, e os colegas de equipa Edgar Ortiz e Gonçalo Silva nos cinco primeiros lugares.
Já nos veteranos masculinos, o triunfo foi para Victor Barbosa, do GDC de Castelo de Paiva, enquanto na prova feminina, a vitória pertenceu a Sandra Teixeira, do GDC de Castelo de Paiva.
Na prova de seniores femininos, foi Sandra Ferreira, do GDC Guilhovai, que voltou a brilhar em Castelo de Paiva, com um triunfo incontestável em Santo Adrião, com o registo de 13,15, enquanto a paivense Amélia Vieira, do GDC de Castelo de Paiva garantiu a segunda posição, com a marca de 14.57, e Ana Sousa, do ADCCJ Clark.
O Vereador Rui Gomes, do Pelouro do Desporto da edilidade paivense, acompanhou a prova, ao lado do presidente da Assembleia Municipal, Victor Moreira, e participou na cerimónia de entrega de prémios e lembranças aos melhores atletas, destacando o interesse desta jornada desportiva, o salutar convívio entre todos e, ao mesmo tempo, enaltecendo o sucesso deste Circuito Municipal de Rampas, iniciativa que ajudou a incentivar a prática desportiva no concelho e valorizar o território também em termos do turismo de natureza.
O atractivo Monte de Santo Adrião foi assim palco de uma jornada especial, que contou com dezenas de atletas, proporcionando momentos de desporto, convívio e muita adrenalina.
Também o autarca João Quintas, da Junta de Freguesia de Real agradeceu a todos os que participaram e contribuíram para o sucesso desta primeira edição, desejando que, esta seja a primeira de muitas edições, dando continuidade a uma iniciativa que ajuda a valorizar a freguesia, promove o turismo de natureza e dinamiza a comunidade local.
A competição, organizada pela Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Junta de Freguesia de Real, Grupo Desportivo e Cultural de Castelo de Paiva, ADCCJ Clark e Terras de Aventura, reuniu vários participantes numa corrida de 1,9 quilómetros, marcada pelo acentuado desnível do percurso.

*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa

Festival ART&TUR arranca em Ovar e reforça aposta do Centro de Portugal na atração de produções cinematográficas


19.ª edição do Festival Internacional de Cinema de Turismo decorre até sexta-feira, com a exibição de 51 filmes de 25 países. Na sessão de abertura, foi revelado que produtores internacionais estiveram recentemente na região à procura de locais para futuras filmagens.
Começou hoje na cidade de Ovar o ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo, um evento que posiciona a região Centro de Portugal durante quatro dias como a capital internacional dos filmes de promoção turística. A 19.ª edição do festival decorre até à próxima sexta-feira, dia 30, com a exibição de dezenas de filmes de todo o mundo, além de debates, masterclasses, encontros com realizadores e experiências de descoberta do território.
A sessão de abertura decorreu na Escola de Artes e Ofícios de Ovar e contou com intervenções de Domingos Silva, presidente da Câmara Municipal de Ovar, Anabela Freitas, vice-presidente da Turismo Centro de Portugal, Francisco Dias, presidente da Centro de Portugal Film Commission e fundador do ART&TUR, e Mariana Calaça Baptista, diretora do festival.
Organizado pela Centro de Portugal Film Commission, em parceria com a Turismo Centro de Portugal e o Município de Ovar, o ART&TUR recebeu este ano 247 filmes de 45 países a concurso, com imagens captadas em 68 países dos cinco continentes. Dos filmes submetidos, 51 produções de 25 países foram selecionadas para exibição durante o festival.
Na sessão inaugural, Anabela Freitas salientou a importância do audiovisual para diferenciar os destinos num mercado turístico cada vez mais competitivo. “Nós competimos, sobretudo no mercado externo, com todo o mundo, e precisamos de uma promoção que demonstre aquilo que é a nossa identidade e aquilo que nos diferencia de outros destinos internacionais”, afirmou.

A vice-presidente da Turismo Centro de Portugal destacou também a dimensão económica associada à relação entre cinema e turismo: “Temos nesta região locais muito interessantes para filmagens e isso traz pessoas ao território, traz desenvolvimento da economia. Aquilo que pretendemos é que quem nos visita tenha experiências enriquecedoras na região e que, ao mesmo tempo, as comunidades que recebem os visitantes beneficiem da atividade turística”.

Antes, o presidente da Câmara Municipal de Ovar, Domingos Silva, considerou que receber o ART&TUR constitui um reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo município na valorização do território e da sua identidade. “A escolha de Ovar honra-nos e confirma o reconhecimento nacional e internacional do trabalho que temos vindo a desenvolver na valorização do nosso território, da nossa identidade e da nossa capacidade inovadora”, afirmou.

Centro de Portugal ganha expressão como destino de filmagens

O Presidente da Centro de Portugal Film Commission recordou o percurso itinerante do ART&TUR e a decisão, tomada em 2017, de associar o festival à criação da Centro de Portugal Film Commission. Desde então, explicou, o objetivo tem passado não apenas pela promoção do cinema de turismo, mas também pela afirmação da região como território competitivo para acolher produções audiovisuais.

Francisco Dias revelou que, ainda na semana passada, a Centro de Portugal Film Commission acompanhou produtores internacionais numa visita à região para identificar potenciais locais de filmagem. “É fantástico, porque estamos a falar de produtores que pretendem incluir a região Centro no seu portefólio de locais de filmagens para grandes produções cinematográficas”, salientou.

A diretora do ART&TUR, Mariana Calaça Baptista, confirmou que Ovar já faz parte deste esforço de promoção internacional. O concelho integrou uma recente visita de produtores internacionais à Região de Aveiro e está já identificado como potencial cenário para futuras produções cinematográficas.

Mariana Calaça Baptista destacou também a capacidade de adaptação do ART&TUR aos desafios de um setor em constante transformação, nomeadamente no domínio digital. “Continuamos, passo a passo, ano após ano, de uma forma consistente e continuada, a promover a região Centro através do cinema e do audiovisual”, afirmou. A diretora salientou ainda a importância de reforçar a presença internacional da região, através da participação em feiras e do contacto com especialistas do setor, e recordou que o programa desta edição inclui masterclasses e sessões de bastidores com profissionais do audiovisual de turismo.

Para Rui Ventura, presidente da Turismo Centro de Portugal, a realização do ART&TUR em Ovar reforça o papel do cinema e do audiovisual na promoção internacional da região. “O ART&TUR tem uma característica que valorizamos muito: a capacidade de, a cada edição, descobrir e dar a conhecer um território diferente do Centro de Portugal. É um projeto que traz o mundo à nossa região e, ao mesmo tempo, ajuda a levar o Centro de Portugal ao mundo”, destaca.

Um festival que todos os anos descobre um novo território

A itinerância continua a ser uma das características distintivas do ART&TUR. Desde que se fixou no Centro de Portugal, o festival passou sucessivamente por Leiria, Torres Vedras, Viseu, Aveiro, Ourém, Caldas da Rainha, Lousã e Fundão, chegando este ano a Ovar.

Francisco Dias realçou que a itinerância permite que cada edição se adapte à identidade do território anfitrião e evita que os benefícios do festival fiquem concentrados num único município.

Em Ovar, essa ligação ao território está presente na própria identidade visual da edição, inspirada no azul, na ria e no mar, e num programa que leva os participantes a conhecer o património, a cultura, as tradições e as paisagens do concelho.

Quatro dias de cinema, debate e descoberta

O programa da 19.ª edição inclui oito sessões de exibição de filmes, mesas-redondas, masterclasses, um workshop de storytelling audiovisual, conversas com realizadores e atividades culturais.

Durante os primeiros três dias, a programação organiza-se em torno dos eixos “Narrativa, História e Território”, “Sustentabilidade, Tempo e Comunidade” e “Audiovisual, Mapeamento e Identidade”. Entre as iniciativas previstas encontram-se conversas com realizadores e especialistas internacionais, uma masterclass sobre indústrias culturais e criativas, o “Concerto para Olhos Vendados”, de Luís Antero, e um workshop de storytelling audiovisual.

O festival integra igualmente as competições ART&FACTORY e ART&StoryTelling, que desafiam equipas e jovens talentos a criar novas produções audiovisuais sobre Ovar, bem como uma competição de blogging dedicada ao território.

Na sexta-feira, último dia do ART&TUR, os participantes são convidados a descobrir alguns dos principais elementos patrimoniais e identitários do concelho, entre os quais o Museu Vivo do Azulejo, a Igreja de Válega, a produção de Pão-de-Ló de Ovar, a Tanoaria Josafer e o Parque Ambiental do Buçaquinho.

A 19.ª edição termina na sexta-feira, às 16h30, no Centro de Arte de Ovar, com a cerimónia de entrega dos Prémios ART&TUR.

A entrada nas sessões do festival é gratuita, mediante inscrição.

Programa completo e mais informações em www.tourfilm-festival.com.

*Cátia Aldeagas
Diretora do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas
Turismo Centro de Portugal

**Luís Miguel Nunes
Consultor de comunicação


Alunos de Gafanha da Nazaré apresentam no App Start Up uma solução de comunicação inclusiva

  • O App Start Up é uma iniciativa do CDI Portugal que procura criar oportunidades para apoiar o desenvolvimento de projetos desenvolvidos por jovens no âmbito da Apps for Good.
  • Depois de conquistar o 3.º prémio na categoria Ensino Secundário da 12.ª Edição do Apps for Good, a equipa da Escola Secundária de Gafanha da Nazaré apresenta o projeto Black Glove na 8.ª Edição do App Start Up, a 29 de outubro, em Lisboa.
Lisboa, 28 de outubro – O Black Glove, projeto desenvolvido por alunos da Escola Secundária de Gafanha da Nazaré, vai ser apresentado na 8.ª Edição do App Start Up, que se realiza amanhã, dia 29 de outubro, às 15h00, na Kyndryl, empresa global de serviços tecnológicos e entidade parceira do Apps for Good.

Alinhado com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 10 — Redução das desigualdades, o Black Glove propõe uma solução para facilitar a comunicação de pessoas surdas, cegas e surdocegas. Recorrendo a luvas, o projeto procura traduzir Braille e língua gestual, e vice-versa, contribuindo para a inclusão, a autonomia e a igualdade de oportunidades.

O App Start Up é uma iniciativa do Apps for Good, programa educativo do CDI Portugal que desafia os alunos a criar soluções tecnológicas para problemas reais. O evento aproxima equipas que já participaram no programa de empresas, incubadoras e investidores, criando oportunidades para apresentar as suas ideias e explorar formas de as desenvolver profissionalmente, através de mentoria, formação ou apoio financeiro.

Para João Baracho, diretor-executivo do CDI Portugal, “o App Start Up ajuda os alunos a dar o próximo passo: apresentar as suas soluções a profissionais, testar as ideias e perceber que apoios podem ter para transformá-las em projetos mais robustos. O contacto com empresas, incubadoras e investidores pode abrir caminhos concretos para que estas ideias continuem a crescer e a responder a necessidades reais”.

*Sónia Matos
Client Manager 



 


Travessia a pé dos Lençóis Maranhenses, com Filipe Morato Gomes

 Olá Litoral,

Tenho uma novidade muito bonita para contar — vou voltar a ser líder de viagens. Não estava nos meus planos, mas a vida tem destas surpresas bonitas. Eu explico.

​Há 25 anos visitei os Lençóis Maranhenses pela primeira vez e, desde então, tenho frequentemente afirmado que é o lugar mais bonito onde já estive. Pois bem, no passado mês de julho regressei ao Maranhão para cumprir um sonho antigo: atravessar a pé os Lençóis Maranhenses e conhecer o Parque Nacional de forma mais intimista, passo a passo, ficando a dormir em casa das comunidades que habitam os oásis no interior do parque; e fiquei ainda mais fascinado com a magia daquela paisagem.

Enquanto pisava as areias dos Lençóis Maranhenses, senti que o lugar é tão especial que eu devia partilhá-lo — da mesma forma que fiz com o meu querido Irão durante anos. Foi um apelo tão forte que, pela primeira vez, me ocorreu algo de que me afastei voluntariamente há muito tempo: “e se eu trouxesse aqui pequenos grupos de viajantes?”, pensei.

E assim, depois de tanto tempo afastado da atividade de líder de viagens, falei com o meu quase irmão Bernardo Conde e decidi voltar. O mais curioso é que, ao longo dos últimos anos, tenho recusado todos os convites para voltar à profissão, só que desta vez foi diferente — a ideia partiu de mim, lá das entranhas, de forma espontânea. E isso fez-me toda a diferença.

Assim, venho anunciar o lançamento de uma viagem liderada por mim para fazer a travessia a pé dos Lençóis Maranhenses, ao longo de 40 km entre dunas e lagoas de puro deleite visual, com uma descida de rio em caiaque para finalizar em grande estilo. Claro que vamos visitar São Luís do Maranhão, Alcântara, Atins, Mandacaru e os Pequenos Lençóis, mas o ponto alto será feito a pé nas areias dos Lençóis Maranhenses.

Fica o desafio. O programa completo e todos os detalhes da viagem estão no Trilhos da Terra — as inscrições abriram agora mesmo e há apenas 10 vagas. Antes que me perguntem, não sei se é edição única ou se voltarei mais vezes. Isso logo se verá.

Travessia a pé dos Lençóis Maranhenses, com Filipe Morato Gomes

A terminar, deixo o habitual pedido para utilizar estes links ao planear as suas viagens. Para si não faz diferença mas para mim é uma grande ajuda. Muito obrigado.

Grande abraço e boas viagens,

Filipe Morato Gomes

Porto de Mós | Castelo Assombrado regressa a Porto de Mós a 31 de outubro

 O Castelo de Porto de Mós prepara-se para receber uma noite de mistério, música e diversão com mais uma edição do Castelo Assombrado, no próximo dia 31 de outubro, com entrada livre.

A iniciativa promete transformar o monumento num cenário misterioso, convidando todos a viver uma experiência diferente, marcada por ambientes arrepiantes e momentos de animação.

A programação começa às 20h30, na Praça da República, com um concerto do grupo Serrabecos. Pelas 21h00, terá início o Cortejo Real, que seguirá até ao Castelo, onde os visitantes poderão encontrar um bar com assombrosos comes e bebes.
Às 21h15, abrem-se as portas do Castelo, dando início a uma experiência que promete surpreender os participantes.

A última entrada está prevista para as 23h30, estando o encerramento marcado para a meia-noite.

A 31 de outubro, o desafio está lançado: atreve-se a entrar no Castelo Assombrado?
 
 *Patrícia Alves
Técnica Superior de Comunicação Organizacional
Gabinete de Comunicação

Marinha Grande | PARQUE DE RESÍDUOS EM FUNCIONAMENTO

 O Parque de Resíduos, instalado temporariamente no recinto do Parque Municipal de Exposições, na Marinha Grande, encontra-se disponível para receber resíduos de particulares, passando a contemplar também o período da manhã de sábado, de forma a facilitar a sua entrega por parte dos munícipes.

O espaço funciona nos seguintes horários:
  • Segundas, quartas e sextas-feiras: das 14h00 às 16h00;
  • Sábados: das 9h00 às 12h30.
Os munícipes podem entregar gratuitamente neste espaço os seguintes tipos de resíduos:
  • Monos ou monstros: objetos volumosos, como móveis e outros artigos domésticos;
  • Resíduos verdes: resultantes da manutenção e limpeza de jardins;
  • Resíduos de construção e demolição: provenientes de pequenas obras de bricolage, até ao limite de 1 m³ ou 1 tonelada.
Esta solução pretende facilitar o encaminhamento adequado destes resíduos, contribuindo para a limpeza do espaço público e para a proteção do ambiente.
Relembra-se que o abandono de monos, resíduos verdes e resíduos de construção e demolição na via pública, junto aos contentores do lixo ou noutros locais não autorizados é proibido por lei e constitui uma infração suscetível de sanções legais.
*Gabinete de Comunicação e Imagem

Dados relativos à atividade empresarial do concelho em 2025. Exportações de Cantanhede representam 22,6% da região de Coimbra

 
O tecido empresarial sediado no concelho de Cantanhede alcançou, em 2025, um volume de negócios de 1.368 milhões de euros, mais 6% que em 2024, tendo as exportações no último ano económico totalizado 522,4 milhões de euros, o que se traduz num saldo positivo de 313,7 milhões de euros na balança comercial.
Ainda no que respeita às exportações, elas representam 22,6% do valor total de bens e serviços exportados pelo tecido empresarial de toda a Região Metropolitana de Coimbra.
Estes dados constam de um relatório que o Departamento de Desenvolvimento Económico e Social da Câmara Municipal apresentou na última reunião camarária, documento que caracteriza a atividade económica no concelho em 2025.
Dos indicadores apresentados destaca-se ainda o facto de, entre 2014 e 2025, o saldo da balança comercial ter sido sempre positivo, totalizando, ao longo deste período, um valor acumulado de 2.073 milhões de euros.
Segundo o estudo, o Valor Acrescentado Bruto (VAB) – valor da riqueza criada por uma empresa através da produção de bens e serviços, descontando o valor dos bens e serviços utilizados para produzir – ascendeu a 325,9 milhões de euros. De referir, de resto, que no período entre 2013 e 2025, o VAB gerado pelas empresas sediadas no concelho quase duplicou, passando de 163,6 milhões de euros, em 2014, para 325,9 milhões de euros, em 2025.
A expressão económica de Cantanhede evidencia-se também no desempenho das suas empresas nos mercados internacionais. De acordo com dados da Iberinform, divulgados em 2025 e relativos às 500 maiores empresas exportadoras do distrito de Coimbra, o concelho contava com 62 empresas neste universo, responsáveis por um volume de negócios de 752 milhões de euros e 3.161 trabalhadores - a par disso, no universo das 1.267 empresas em atividade sediadas no concelho de Cantanhede, 202 desenvolvem atividade exportadora, o que corresponde a cerca de 16% do total.
Em 2025, as exportações tiveram como principal destino o mercado comunitário, que absorveu cerca de 72% do valor total exportado.
Segundo a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, “o concelho de Cantanhede afirma-se como um território de significativa relevância económica no contexto da Região de Coimbra”, pela “diversidade do tecido empresarial, dinâmica da atividade industrial, capacidade exportadora das empresas e pela aposta na inovação e no desenvolvimento tecnológico”.
“Cantanhede apresenta uma trajetória de crescimento e afirmação económica, sustentada na capacidade de atrair investimento, na presença de empresas competitivas nos mercados internacionais e na valorização crescente da inovação e do conhecimento”, complementou.
O dinamismo económico do concelho reflete-se igualmente na sua capacidade de atrair e fixar investimento empresarial. Entre 2021 e 2025, foram transacionados 60 lotes nas zonas industriais, correspondentes a uma área de cerca de 65,10 ha. A este resultado acresce uma carteira de procura potencial composta por 31 manifestações formais de interesse de empresas que pretendem instalar-se no concelho, representando uma necessidade bruta de terreno de aproximadamente 32,7 ha.