quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Oliveira de Frades inaugura três habitações e Creche de Arcozelo das Maias


O Município de Oliveira de Frades assinala, no próximo dia 27 de agosto, quinta-feira, dois momentos importantes para o concelho, com a inauguração de novos equipamentos e respostas à comunidade.
Às 17h30, em Oliveira de Frades, será inaugurado o Edifício Habitacional, na Rua Luís de Camões, que disponibiliza três habitações no âmbito do 1.º Direito - Programa de Apoio ao Acesso à Habitação. 
Às 18h00, em Arcozelo das Maias, terá lugar a inauguração da Creche de Arcozelo das Maias, reforçando a resposta social e educativa do concelho e o apoio às famílias. 
Dois investimentos nas áreas da habitação, educação e intervenção social, que contribuem para melhorar a qualidade de vida da população e reforçam o compromisso do Município com um concelho mais inclusivo, próximo e preparado para o futuro.

*Sara Carvalho
Assessora de Comunicação - Gabinete de Comunicação e Imagem


Marinha Grande | FESTA DO EMIGRANTE ENCERRA 100 FILTRO NA PRAIA DA VIEIRA


Ao longo de três dias, 10, 11 e 12 de agosto, o Largo dos Pescadores na Praia da Vieira foi palco de mais uma edição da Festa do Emigrante. Integrada na programação da Época Balnear 2026, a iniciativa, organizada pela Associação para o Desenvolvimento da Praia da Vieira (ADPV) e pelo Município da Marinha Grande, com o apoio da Junta de Freguesia de Vieira de Leiria, celebra os laços de quem regressa às origens durante o verão, promovendo o convívio entre emigrantes, residentes e visitantes.
O programa musical contou com as atuações de Isidro Alves Organista e de Fábio Tacho, teclista e vocalista, culminando com o espetáculo do Duo Sem Filtro, que encerrou o evento com grande animação e participação do público.
Além da componente musical, a Festa do Emigrante disponibilizou um espaço de gastronomia e convívio, permitindo aos visitantes saborear especialidades locais enquanto acompanhavam os concertos e participavam nas diversas atividades promovidas ao longo do evento.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

NERC defende acesso direto da Zona Industrial de Vila Nova de Poiares ao IP3

Associação Empresarial da Região de Coimbra considera que a melhoria das acessibilidades às zonas empresariais e industriais é determinante para reforçar a competitividade, a coesão territorial e a capacidade de atração de investimento para a Região de Coimbra. 
A NERC – Associação Empresarial da Região de Coimbra, em articulação com outras associações empresariais regionais, considera prioritária a criação de um nó de acesso direto e dedicado ao IP3 ao serviço da Zona Industrial de Vila Nova de Poiares, defendendo que esta infraestrutura representa uma oportunidade estratégica para melhorar as condições de mobilidade das empresas e reforçar a competitividade económica do território. 
A reivindicação está atualmente materializada numa petição pública dirigida à Assembleia da República, que solicita que a criação deste acesso seja reconhecida como prioritária no âmbito da requalificação e duplicação do IP3 e da futura variante à EN17. 
A Zona Industrial de Vila Nova de Poiares integra um tecido empresarial com relevância para a economia local e regional, pelo que uma ligação mais eficiente à principal rede rodoviária poderá contribuir para melhorar as condições de funcionamento das empresas instaladas, favorecer novos investimentos e reforçar a ligação deste território aos principais eixos económicos da Região de Coimbra e do país. 
Neste contexto, a NERC defende que o investimento a realizar deve assegurar uma solução que responda efetivamente às necessidades do tecido empresarial, garantindo um acesso funcional e dedicado à Zona Industrial de Vila Nova de Poiares, e não apenas uma ligação rodoviária de caráter genérico. 
Petição pública disponível para subscrição A petição “Por um nó de acesso direto ao IP3 ao serviço da Zona Industrial de Vila Nova de Poiares” encontra-se disponível para subscrição através da plataforma de Participação da Assembleia da República: 
A NERC apela às empresas, empresários, trabalhadores e população da Região de Coimbra para que conheçam esta iniciativa e participem no debate sobre uma infraestrutura que poderá contribuir para melhorar as condições de competitividade e desenvolvimento económico deste território. 
Em articulação com outras associações empresariais regionais e locais, a NERC continuará a acompanhar este processo e a defender junto das entidades competentes soluções de mobilidade e infraestruturação que respondam às necessidades concretas das empresas e contribuam para um desenvolvimento regional mais competitivo, equilibrado e sustentável.

*NERC –ACIC- Associação Empresarial da Região da Coimbra
e-mail: geral@nerc.pt | https://www.facebook.com/nerc.coimbra



Opinião - O armamento escondido pelos "Freitas do Amaral" em Guimarães que permitiu a "Monarquia do norte" (1919)

 Há histórias que permanecem durante décadas dentro das famílias e que, quando são recuperadas através dos documentos, permitem olhar para a História de Portugal a partir de uma perspectiva muito diferente daquela que encontramos nos manuais escolares. Em Janeiro de 1919, quando a Monarquia do Norte procurava restaurar a Monarquia em Portugal, um carregamento de armamento apreendido nas Caldas das Taipas acabaria por conduzir as autoridades até à casa de uma família de Guimarães: os Freitas do Amaral.
A casa era a Casa do Barreiro, em Santa Maria do Souto, pertencente a Fernando Freitas do Amaral, e o armamento, segundo se apurou na altura, tinha permanecido ali escondido durante alguns dias.
O episódio aconteceu num dos períodos mais turbulentos da Primeira República. A implantação da República, em 1910, não tinha eliminado a questão monárquica e, nos anos seguintes, os conflitos políticos, as revoltas militares e a instabilidade governativa foram-se sucedendo. O assassinato de Sidónio Pais, em Dezembro de 1918, agravou ainda mais a situação e abriu uma oportunidade para os sectores monárquicos que pretendiam aproveitar a fragilidade do regime republicano.
Em Janeiro de 1919, Paiva Couceiro atravessou a fronteira e iniciou a tentativa de restauração monárquica no Norte. No Porto foi instalada uma Junta Governativa do Reino e, em várias localidades, os partidários da Monarquia procuraram ocupar edifícios públicos e substituir as autoridades republicanas.
Guimarães viveu directamente esses acontecimentos.
A cidade assistiu à mobilização de homens, à circulação de armas e à ocupação de edifícios públicos, enquanto entre os militares e a população existiam posições políticas muito diferentes. Os monárquicos chegaram a conseguir importantes apoios e, durante alguns dias, a situação pareceu suficientemente favorável para que muitos acreditassem que a República poderia efectivamente ser substituída.
Mas a tentativa de restauração não se limitava aos grandes movimentos de tropas. Havia também uma dimensão clandestina, constituída por pessoas que apoiavam a causa monárquica e por casas particulares onde homens e armas podiam encontrar abrigo.
Foi nesse contexto que surgiu a Casa do Barreiro.
O armamento que viria a ser apreendido nas Caldas das Taipas esteve, segundo se apurou, escondido durante alguns dias na casa de Fernando Freitas do Amaral. O documento é particularmente claro neste ponto: foi precisamente essa descoberta que levou à sua incriminação por alegada participação num “complot monárquico”. E Fernando não foi o único membro da família atingido pelas suspeitas, porque também o seu irmão António Freitas do Amaral foi considerado suspeito de participar no mesmo movimento.
A partir desse momento, a situação deixou de ser apenas uma questão política e passou a representar um perigo concreto para os dois irmãos.
As autoridades procuravam prendê-los. Fernando não se encontrava em casa e começou então uma procura que demonstra bem o ambiente vivido naquela época. As autoridades de Guimarães chegaram a comunicar com as autoridades de Felgueiras, solicitando que fosse feita uma busca à Casa da Eira, em Vila Fria, onde suspeitavam que Fernando pudesse estar refugiado.
Mas Fernando já tinha conseguido escapar.
Encontrava-se na Galiza, a caminho do Brasil.
A informação chegou a Duarte do Amaral, que conseguiu avisar a proprietária da Casa da Eira, a tia Emília, de que a residência seria cercada e revistada na manhã seguinte. O aviso permitiu que a busca fosse recebida sem o sobressalto que poderia ter provocado numa mulher idosa, embora os agentes acabassem por desistir da revista, convencidos de que ela não seria necessária.
A fuga de Fernando não significou, contudo, o fim do processo.
O Tribunal Marcial de Braga viria a condená-lo à revelia, isto é, sem que estivesse presente no julgamento, numa pena de alguns anos de prisão. O documento não especifica quantos anos, pelo que não é possível afirmar uma duração exacta sem recorrer a outra fonte.
A circunstância de a condenação ter sido feita à revelia é particularmente importante. Fernando encontrava-se fora de Portugal e, portanto, não estava presente para responder pessoalmente às acusações que lhe eram feitas. A condenação produzia, ainda assim, consequências concretas sobre a sua situação jurídica e sobre a possibilidade de regressar ao país.
O próprio julgamento é apresentado de forma muito crítica no relato, que considera que os juízes daquele tribunal tinham sido escolhidos entre oficiais subalternos do Exército com forte hostilidade política e descreve o seu critério de julgamento através de uma comparação extremamente violenta, dizendo que julgavam como uma metralhadora a disparar em tiro contínuo.
É uma apreciação particularmente dura, mas ajuda a perceber o clima político em que os processos contra os monárquicos decorreram.
E aqui entra novamente António Freitas do Amaral.
Ao contrário de Fernando, António também se encontrava refugiado na Galiza, mas o seu percurso judicial teve outro desfecho. Duarte do Amaral conseguiu que o processo contra António fosse arquivado, embora reconheça que isso aconteceu tardiamente. Até esse momento, António tinha sofrido consequências muito concretas: a impossibilidade de exercer a advocacia e uma ausência prolongada da sua casa.
É um pormenor que merece atenção porque mostra que a perseguição política não precisava necessariamente de terminar numa condenação para destruir temporariamente a vida de uma pessoa. O simples facto de ser considerado suspeito podia impedir alguém de trabalhar, obrigá-lo a abandonar a sua casa e a refugiar-se fora do país.
António acabou por escapar a esse destino judicial. O processo foi arquivado, mas não antes de ter sofrido os prejuízos decorrentes da impossibilidade de trabalhar como advogado e da sua ausência prolongada de casa.
Fernando teve uma sorte diferente.
A condenação à revelia pelo Tribunal Marcial de Braga tornou-se a consequência judicial mais grave do episódio do armamento escondido no Barreiro. A diferença entre os dois irmãos é significativa: ambos foram associados ao mesmo complot monárquico, ambos foram procurados e ambos tiveram de abandonar Portugal, mas Fernando acabou condenado enquanto António conseguiu posteriormente o arquivamento do processo.
O caso dos irmãos Freitas do Amaral mostra também como a acusação de conspiração podia atingir pessoas que não estavam necessariamente nas primeiras linhas da actividade política. A apreensão de armas nas Caldas das Taipas levou as autoridades a procurar saber onde o armamento tinha estado anteriormente e essa investigação conduziu à Casa do Barreiro.
Uma casa particular transformava-se assim numa peça de um processo político e judicial muito maior.
A situação tornou-se ainda mais delicada para Duarte do Amaral, irmão de Fernando e António. Embora se declarasse comprometido com o cumprimento da República, passou também a ser visto com desconfiança por causa das ligações familiares. O próprio relata que era acusado, entre outras coisas, de ser irmão de dois conspiradores.
Esta circunstância é talvez uma das partes mais reveladoras de toda a história.
A suspeita política não ficava necessariamente confinada ao indivíduo acusado. Podia atingir a família, as relações profissionais e a reputação social. Duarte, apesar de afirmar que tinha cumprido honradamente o compromisso de acatar a República, viu-se colocado sob suspeita precisamente pelas relações com os irmãos.
E a questão não terminou com o processo de Fernando e António.
No mesmo Tribunal Marcial de Braga, Duarte participou num júri especial destinado a julgar outros indivíduos acusados de conspirarem contra a República, alguns presentes e muitos ausentes. Segundo o relato, nada teria sido provado contra eles além daquilo que considerava ser uma vontade de os vexar e incomodar.
No dia seguinte, o jornal Mundo publicou uma ironia particularmente reveladora sobre o julgamento dos couceiristas, escrevendo que tinham respondido no Tribunal Marcial de Braga 130 couceiristas e tinham sido “generosamente absolvidos 131”.
A frase, naturalmente satírica, mostra a forma como aqueles processos eram recebidos no debate político da época.
Mas por detrás da política e da ironia dos jornais estavam pessoas concretas.
Estava Fernando Freitas do Amaral, que viu a sua casa ficar associada à descoberta de armamento monárquico, teve de fugir para a Galiza e depois para o Brasil e acabou condenado à revelia pelo Tribunal Marcial de Braga.
Estava António Freitas do Amaral, também suspeito do mesmo complot, refugiado na Galiza e impedido durante algum tempo de exercer a sua profissão de advogado, até que o processo acabou por ser arquivado.
E estava Duarte do Amaral, militar, que viu a própria família ficar sob suspeita e que, apesar de afirmar o seu compromisso com a República, não deixou de manter relações pessoais com pessoas de diferentes posições políticas.
A história do armamento escondido na Casa do Barreiro permite-nos, por isso, olhar para a Monarquia do Norte de uma maneira diferente. A tentativa de restauração não aconteceu apenas nas ruas, nos quartéis ou nos edifícios públicos. Também aconteceu dentro das casas particulares, onde as armas podiam ser escondidas e onde uma família podia, de um momento para o outro, ficar associada a uma conspiração contra o regime.
A Casa do Barreiro, em Santa Maria do Souto, tornou-se assim uma pequena peça de uma grande crise nacional.
O armamento que ali esteve escondido acabaria por ser apreendido nas Caldas das Taipas. A partir dessa apreensão, as autoridades chegaram a Fernando Freitas do Amaral, que passou a ser considerado suspeito de integrar um complot monárquico. A suspeita atingiu também António. Fernando fugiu e acabou condenado à revelia; António refugiou-se na Galiza e viu o seu processo posteriormente arquivado.
Mais do que uma história sobre armas, este é um episódio sobre as consequências de uma tentativa falhada de mudança de regime. Em 1919, a política podia entrar dentro de uma casa através de uma arma escondida, transformar irmãos em suspeitos e obrigar um homem a abandonar o país, enquanto outro via a sua profissão interrompida e outro ainda tinha de justificar a sua própria lealdade política.
A Casa do Barreiro guarda, por isso, uma pequena história dentro da grande História da Monarquia do Norte. Uma história de armas escondidas, de acusações de conspiração, de tribunais militares e de uma família de Guimarães apanhada no meio de uma luta pelo poder que atravessou Portugal.
E talvez seja precisamente essa dimensão familiar que torna este episódio tão importante: porque a História de Portugal não se fez apenas nos palácios, nos quartéis e nas ruas. Também se fez dentro das casas onde, por vezes, era preciso esconder aquilo que podia comprometer uma família inteira.
Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor

Oliveira de Frades | Mercado Local do Produtor realiza-se esta sexta-feira no Jardim Dr. Francisco Sá Carneiro


O Mercado Local do Produtor realiza-se, excecionalmente esta semana, na próxima sexta-feira, dia 14 de agosto, no Jardim Dr. Francisco Sá Carneiro, em Oliveira de Frades. 
A iniciativa reúne produtores locais e disponibiliza uma variedade de produtos frescos, de qualidade e de produção local, proporcionando à comunidade a oportunidade de adquirir diretamente aos produtores os sabores e produtos da região. 
O Município convida a população a marcar na agenda e visitar o Mercado Local do Produtor, contribuindo, desta forma, para a valorização da produção local e para o apoio aos produtores da região.

*Sara Carvalho
Assessora de Comunicação - Gabinete de Comunicação e Imagem

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Oliveira de Frades, | Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas

Município promove programa de Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas (VJNF), na sequência da aprovação de candidatura submetida ao Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). 
Ao longo desta iniciativa, os jovens voluntários têm a oportunidade de contribuir para a proteção e valorização da natureza e das florestas, participando em ações de sensibilização, preservação e cuidado do território. 
Este programa promove não só a defesa do património natural, mas também a participação cívica, o espírito de responsabilidade e o envolvimento dos jovens na comunidade.

*Sara Carvalho
Assessora de Comunicação - Gabinete de Comunicação e Imagem

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE DEFENDE ADAPTAÇÃO DAS ZONAS DE ACELERAÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS À REALIDADE DO CONCELHO

 A Câmara Municipal da Marinha Grande tomou conhecimento, na reunião realizada no dia 10 de agosto, da pronúncia enviada à Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis 2030 (EMER 2030), no âmbito da preparação do Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis (PSZAER), remetendo-a, igualmente, para conhecimento da Assembleia Municipal.
Na posição assumida pelo Município, é reconhecida a importância estratégica da transição energética, da descarbonização da economia e do reforço da produção de energia a partir de fontes renováveis. Contudo, a autarquia defende que a implementação destas políticas deve atender às especificidades territoriais e às opções de desenvolvimento económico e urbanístico do concelho.
Após análise técnica do território, o Município propõe a definição de uma área destinada à instalação de energia solar correspondente a 1% do território concelhio, o equivalente a 187,25 hectares, solicitando simultaneamente a exclusão das restantes áreas ZAER anteriormente delimitadas em sede de discussão pública.
Segundo a informação técnica que fundamenta esta posição, várias das áreas identificadas no programa setorial sobrepõem-se a servidões administrativas e restrições de utilidade pública, perímetros urbanos, áreas de expansão urbana, zonas empresariais e logísticas, áreas de proteção ambiental e corredores de infraestruturas existentes ou previstas, situações consideradas incompatíveis com o modelo de desenvolvimento definido para o concelho.
O documento destaca ainda que a Marinha Grande apresenta características territoriais muito próprias, designadamente um forte tecido industrial e uma significativa área sob gestão do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), circunstâncias que condicionam a disponibilidade de solo para este tipo de projetos.
O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, considera que “a transição energética é um desígnio nacional e europeu, que o Município acompanha e valoriza. No entanto, é fundamental garantir que a instalação de novas infraestruturas para produção de energia renovável seja compatível com a estratégia de desenvolvimento do concelho e salvaguarde o nosso potencial industrial, ambiental e territorial”.
Paulo Vicente acrescenta que “a posição defendida pelo Município é equilibrada e responsável, procurando conciliar os objetivos de descarbonização com a proteção dos interesses locais. Defendemos uma solução que permita contribuir para as metas energéticas nacionais sem comprometer áreas estratégicas para o crescimento económico, a habitação, a mobilidade e a qualidade de vida da população”.
A pronúncia municipal integra, também, contributos da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, nomeadamente a necessidade de garantir maior flexibilidade nos prazos de adaptação dos planos municipais, apoio técnico e financeiro do Estado aos municípios e a obrigatoriedade de parecer prévio municipal nos processos de licenciamento de projetos localizados em ZAER.
A proposta municipal identifica três áreas potenciais para integração como ZAER solar, totalizando os 187,25 hectares correspondentes a 1% do território do concelho.

*Gabinete de Comunicação e Imagem