segunda-feira, 27 de abril de 2026

Câmara de Águeda fecha 2025 com contas positivas e dívida quase nula

Relatório de Gestão, aprovado por unanimidade, destaca solidez financeira, investimento reforçado e pagamentos em 14 dias

A Câmara Municipal de Águeda encerrou o ano de 2025 com um resultado líquido positivo de mais de 1,02 milhões de euros (1 023 968,69 euros) e um endividamento bancário de 33 mil euros (33 176,54 euros), valores que revelam um gestão municipal “rigorosa, capaz, equilibrada e muito positiva”, declarou Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda. Estes são os principais indicadores do Relatório de Gestão e Prestação de Contas, aprovado por unanimidade na reunião extraordinária do Executivo, realizada na quinta-feira, dia 23 de abril.
Os dados revelam uma situação financeira equilibrada, sustentada por rácios positivos de autonomia financeira e liquidez geral, bem como por uma gestão de tesouraria eficaz. O prazo médio de pagamento a fornecedores fixou-se nos 14 dias, um desempenho “de referência”.
Jorge Almeida destaca as “boas contas municipais, que nos permite continuar a investir e a responder às necessidades da nossa população”, salientando a estratégia de controlo do endividamento que é “verdadeiramente extraordinária” e que demonstra “o cuidado que temos na gestão”.
O Presidente da Câmara Municipal destaca também o equilíbrio entre contas certas e o apoio que é prestado às famílias do concelho. “Importa lembrar que alcançamos estes resultados mantendo uma política fiscal favorável, abdicando de receita de IRS e aplicando a taxa mínima de IMI, em benefício direto dos nossos munícipes”, declarou.
Também Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda e responsável pelo pelouro da Gestão Económica e Financeira, sublinha a consistência dos resultados alcançados. “Este relatório confirma uma trajetória de rigor e sustentabilidade na gestão do Município. Conseguimos reforçar a receita, controlar o endividamento e, simultaneamente, aumentar o investimento em áreas estratégicas”.
De facto, a Câmara Municipal de Águeda manteve uma trajetória de crescimento e uma capacidade de endividamento de 16,8 milhões de euros, reforçando a margem confortável de atuação do Município no cumprimento das suas responsabilidades e na concretização de projetos futuros.
Edson Santos destaca precisamente esta margem de manobra financeira. “A confortável capacidade de endividamento disponível, aliada a uma dívida efetiva muito reduzida, coloca o Município numa posição sólida para enfrentar desafios futuros e aproveitar oportunidades de financiamento, nomeadamente no âmbito de fundos europeus”.

Investimentos e execução orçamental
No plano do investimento, o Município registou um aumento de 5,9 milhões de euros em relação a 2024, refletindo a aposta em projetos estruturantes, nomeadamente, e entre muitas outras, em obras de pavimentações e repavimentações por todo o concelho, obras nas freguesias e na requalificação do edificado das escolas.
A execução orçamental situou-se nos 72,69% na receita e 73,05% na despesa, valores que correspondem a um aumento dos montantes efetivamente executados, traduzindo uma maior dimensão da atividade municipal.
Sobre o aumento da despesa, Jorge Almeida aponta causas estruturais. “Houve um acréscimo significativo nos custos com bens e serviços, muito associado ao aumento dos preços dos materiais, à descentralização de competências na área da Saúde e aos encargos com resíduos”. Não obstante, reforça, “isso não comprometeu o equilíbrio financeiro nem a capacidade de investimento do Município”.
O Presidente da Câmara de Águeda reconhece também dificuldades na execução de obras. “Existem constrangimentos relevantes, como a falta de mão-de-obra qualificada e a volatilidade dos preços, que têm provocado atrasos nas empreitadas. É uma realidade que se verifica em todo o país”, frisou. Ainda assim, conclui, “Águeda mantém contas saudáveis e uma gestão equilibrada, o que é fundamental para continuar a desenvolver o concelho”.
O relatório conclui que o Município apresenta “solidez e sustentabilidade financeira”, consolidando-se como uma Câmara Municipal com elevada autonomia, capacidade de investimento e preparada para enfrentar os desafios futuros.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem


 

Águeda saiu à rua para celebrar Abril numa afirmação coletiva de Liberdade

 População, associações e instituições unidas numa celebração da Liberdade, da Democracia e dos valores de Abril
 
Águeda celebrou o 25 de Abril com uma das mais expressivas e participadas comemorações dos últimos anos, levando a liberdade para a rua e mobilizando toda a comunidade em torno dos valores que marcaram a “Revolução dos Cravos”.
Num ambiente vibrante, colorido e profundamente simbólico, o Desfile da Liberdade e da Democracia reuniu o movimento associativo do concelho, acompanhado pela Filarmónica de Óis da Ribeira, partindo do Largo António Breda (junto à Escola Secundária Marques de Castilho), percorrendo a Avenida Eugénio Ribeiro até à Praça do Município e terminando na Casa do Adro.
As ruas encheram-se de cor, energia, envolvimento social e participação cívica num verdadeiro testemunho de cidadania e celebração dos valores de Abril.
As comemorações ficaram também marcadas por momentos de elevado significado institucional e simbólico. A deposição de flores no Monumento de Homenagem aos Antigos Combatentes do Ultramar evocou a memória, o respeito e a responsabilidade histórica, enquanto o hastear das bandeiras, na Praça do Município, acompanhado pelo Hino Nacional e com guarda de honra dos Bombeiros Voluntários de Águeda, reforçou este sentido evocativo.
Num gesto carregado de simbolismo, a sessão extraordinária da Assembleia Municipal decorreu na Casa do Adro, num formato aberto, quase “na rua”, refletindo a ideia de uma sociedade que se quer também aberta, acessível, participativa, transparente e que aproxima os eleitos dos cidadãos.
Na sessão, que contou com momentos culturais a cargo do Grupo de Danças e Cantares de Vale Domingos, do Quarteto “Cantigas de Abril” (com um coro criado especialmente para esta celebração) e da Filarmónica de Óis da Ribeira, intervieram representantes de todas as forças políticas com assento neste órgão, bem como do Presidente da Assembleia Municipal, refletindo o pluralismo democrático.
Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, deixou uma mensagem forte e mobilizadora, sublinhando que “não basta não fazer o mal, é preciso não o permitir”, alertando para o perigo da indiferença e da passividade. “Celebrar o 25 de Abril é, precisamente, recusar essa indiferença”, afirmou, defendendo que os valores de Abril exigem compromisso diário.
Num discurso profundamente marcado por uma visão humanista, destacou que “a liberdade não é abstrata nem meramente formal” e que “só é plena quando se traduz em paz, dentro de nós, entre nós e à nossa volta”. Reforçou ainda que uma sociedade verdadeiramente livre “não é apenas a que derrubou muros, mas aquela que aprendeu a não voltar a erguê-los, nem com armas, nem com palavras”.
Perante os desafios do mundo atual, deixou um alerta claro contra a banalização da guerra e da violência. “A guerra, estejamos nós de que lado for, é sempre uma estupidez. Ninguém ganha, todos perdemos, vidas, futuro, humanidade”, disse. Criticou ainda a crescente indiferença face ao sofrimento global e a valorização excessiva dos conflitos, defendendo a necessidade de “dar mais espaço ao que constrói” e combater as “guerras silenciosas” do quotidiano, como o julgamento fácil e a divisão.
Dirigindo-se diretamente à comunidade, Jorge Almeida apelou à responsabilidade individual e coletiva. “Aquilo que está ao nosso alcance é muito. Está ao nosso alcance escolher a paz todos os dias, ouvir mais, construir mais, educar melhor”, disse, reforçando que “Abril não terminou. Abril acontece sempre que escolhemos o diálogo em vez do confronto, a construção em vez da crítica vazia, a esperança em vez do cinismo”.
O Edil destacou ainda o percurso de desenvolvimento de Águeda, apontando o concelho como exemplo de ação e de concretização, com investimentos estruturantes em curso, forte dinamismo associativo e reconhecimento nacional e internacional. Para Jorge Almeida, este caminho só faz sentido “se for profundamente humano”, lembrando que “nenhuma obra se faz sem pessoas”.
Filipe de Almeida, Presidente da Assembleia Municipal, realçou o facto de esta sessão decorrer no espaço exterior da Casa do Adro, sublinhando a importância de aproximar os cidadãos das instituições e de reforçar uma democracia participativa, assente no respeito entre diferentes visões políticas.
As intervenções dos grupos parlamentares refletiram diferentes perspetivas, mas convergiram na valorização do 25 de Abril como marco fundamental da Liberdade. Houve referências à necessidade de reforçar a transparência e a exigência na vida pública, à importância de preservar a memória histórica e transmitir os valores de Abril às novas gerações, bem como ao papel do poder local no desenvolvimento das comunidades e na promoção de uma sociedade mais justa, inclusiva e equilibrada.
 
Perpetuar árvore importante para bairro da “Venda Nova”
As comemorações integraram ainda a inauguração da obra escultórica “Perpetuar a Árvore, Celebrar São Sebastião”, do escultor Paulo Neves, no Bairro da Venda Nova, um momento de forte carga emocional e simbólica.
Jorge Almeida, Presidente da Câmara de Águeda, destacou que a escultura, réplica em bronze da antiga árvore que marcava aquele espaço, representa “uma forma de eternizar esta memória coletiva”. Recordando a história da árvore, referiu que “tal como as pessoas, as árvores nascem, crescem e morrem”, explicando que a sua preservação já não era possível, após anos de resistência que chegaram a ser vistos como “um autêntico milagre”.
A obra integra no seu interior uma escultura de São Sebastião, reforçando o seu significado. “Estamos a perpetuar a árvore e a celebrar São Sebastião. Abril também é cultura, também é memória e também é cidadania”, declarou Jorge Almeida.
Já o artista Paulo Neves sublinhou a dimensão simbólica desta intervenção, considerando que “a árvore não morreu, transformou-se”, numa metáfora que traduz a continuidade da vida, da natureza e da identidade que todos têm daquele espaço.
Num ano particularmente marcante para o concelho, que se afirma como Cidade Verde Europeia 2026, Águeda celebrou Abril com uma mensagem clara de que a liberdade constrói-se todos os dias.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem

Cantanhede | Caminhada Azul: 40 anos de mãos dadas com o Ambiente. Ações de sensibilização ambiental direcionadas para os mais jovens

 
No âmbito da iniciativa Caminhada Azul: 40 anos de mãos dadas com o Ambiente, decorreram em Cantanhede várias ações de sensibilização ambiental, que destacaram a urgência de proteger a natureza e promover práticas sustentáveis, com especial enfoque na reciclagem e na preservação dos recursos naturais.
Desta forma, foram recebidos três grupos de alunos do Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, no quadro do projeto Eco-Escolas, em parceria com o Município de Cantanhede. Estas atividades tiveram como principal objetivo fortalecer a consciência ambiental dos mais jovens, incentivando comportamentos responsáveis e uma cidadania ativa face aos desafios ecológicos atuais, com o enfoque na promoção da prática da agricultura biológica e produção de alimentos saudáveis em modo sustentável.
Orientadas por técnicos da INOVA-EM, as visitas de estudo incluíram o Ecocentro Municipal e a Quinta Agrícola, proporcionando aos alunos uma experiência prática sobre o processo de separação de resíduos, a importância da economia circular e a valorização do património natural.
Segundo o presidente do Conselho de Administração da INOVA-EM, Pedro Cardoso, “num momento em que as questões ambientais assumem um papel central no nosso futuro coletivo, é fundamental apostar na educação ambiental como pilar para a mudança”. “Só através da sensibilização das gerações mais jovens conseguiremos construir uma sociedade mais consciente e verdadeiramente comprometida com a proteção do planeta”, sublinhou.

Imóvel do século XIX vai acolher Casa da Cultura Manuela Reis Camelo. Solar dos Neiva doado ao Município para fins culturais


O Solar dos Neiva, uma das mais imponentes casas brasonadas da freguesia de Ançã, já é propriedade do Município de Cantanhede. A doação por parte de Maria Manuela Braga e Reis Camelo Monteiro foi formalizada no passado sábado, 25 de abril, e nas palavras da presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, constitui “um gesto de rara generosidade e elevado sentido cívico”.
Nos termos do contrato de doação, este imóvel do século XIX vai acolher a futura Casa da Cultura Manuela Reis Camelo. Para o efeito, o Município promoverá uma programação regular e diversificada nas áreas da literatura, música, teatro, exposições, conferências e valorização da história e tradições locais, contribuindo para o enriquecimento cultural de Ançã e do concelho. Paralelamente, será assegurada a conservação permanente do edifício, mantendo-o em bom estado e salvaguardando as suas características essenciais.
Como é evidente, o Município de Cantanhede honrará integralmente o legado que lhe é hoje confiado, respeitando escrupulosamente os termos definidos no contrato de doação e no respeito integral pelas condições estabelecidas quanto à propriedade”, referiu a presidente da autarquia cantanhedense, adiantando que o novo polo cultural pretende afirmar-se como “um espaço dinâmico e aberto à comunidade”.
O Município adotará também uma política de manutenção preventiva e, sempre que necessário, de reabilitação, garantindo que este património se mantém digno da sua função e preparado para servir as gerações futuras.
Mais do que preservar o edifício, trata-se de construir um verdadeiro polo de cultura, memória e identidade, fiel ao espírito da doadora”, adiantou a autarca, reafirmando que o gesto de Maria Manuela Braga e Reis Camelo Monteiro “ficará para sempre inscrito na história do nosso concelho como um exemplo maior de generosidade, cidadania e amor a Ançã”.
Também a Junta de Freguesia de Ançã fez questão de assinalar o gesto benemérito da doadora do imóvel, atribuindo-lhe a distinção “Mérito Público de Excelência”. Nas palavras do presidente da Junta, Cláudio Cardoso, “este ato de generosidade transcende o presente, projetando-se no futuro como um legado duradouro, capaz de enriquecer a comunidade e de perpetuar o acesso à cultura, ao conhecimento e à partilha”. “É de enorme generosidade quem transforma o que é seu em algo de todos”, enfatizou.

INÊS APENAS DINAMIZA CORO IMPROVISADO NA MARINHA GRANDE

 A artista leiriense Inês Apenas dá início do Ciclo à Margem com o projeto “Inês Apenas + Coro Improvisado”, que acontece no próximo 23 de maio, às 14h, no Auditório da Resinagem, na Marinha Grande. 

A iniciativa promovida pelo Município, no âmbito da programação do Teatro Stephens, convida a comunidade a viver uma experiência coletiva de criação musical, onde o ato de cantar em conjunto se transforma num gesto de união, escuta e pertença.
Pensado para participantes maiores de 10 anos, o encontro propõe um desafio simples e inclusivo: aprender, em apenas uma hora, uma única canção, com arranjos e direção de Inês Apenas. 

O resultado é apresentado imediatamente após a oficina, num momento performativo que marca simbolicamente o ponto de partida do Ciclo à Margem. É só uma música, mas cantada por muitas vozes, em grande.
Assente na ideia de fazer em conjunto, de unir e ligar pessoas através da criação artística, este coro improvisado pretende reforçar laços comunitários e aproximar o público de práticas artísticas participativas. Crianças, jovens e adultos são convidados a fazer parte de um coro efémero, sem necessidade de experiência prévia em canto.

Inês Apenas é cantora, compositora, pianista e professora de música, licenciada em Piano Clássico pela ESMAE, no Porto. Com um percurso ligado ao Orfeão de Leiria e ao Coro Ninfas do Lis, integrou, em 2019, os coros de Surma no Festival da Canção, onde iniciou o seu caminho a solo.

Desde então, lançou os primeiros singles em 2021 e editou, em 2022, o EP de estreia um dia destes. Foi finalista do Festival da Canção 2023 com o tema Fim do Mundo e lançou o segundo EP Leve(mente), com presenças destacadas na playlist EQUAL Global do Spotify. O projeto acústico (2023) trouxe versões intimistas e colaborações, incluindo LEIRIA NÃO EXISTE, que entrou no Top 50 do Shazam Portugal e no Top Canções Virais do Spotify.

Enquanto compositora, escreveu para artistas como Aurea, IRMA, Catarina Filipe e Blaya. O seu álbum de estreia, ÉTER (2024) — coproduzido pela própria e com colaborações de IRMA, MALVA, Milhanas, LEFT. e João Tordo — foi considerado um dos melhores álbuns do ano pela Blitz/Expresso.

Informações úteis
Evento: Inês Apenas + Coro Improvisado
Data: 23 de maio de 2026
Hora: 14h00
Hora da atuação do coro: 15h00
Local: Auditório da Resinagem
Público-alvo: Maiores de 10 anos (crianças e adultos)
Lotação: 100 participantes
Participação: Gratuita, mediante inscrição

As inscrições são obrigatórias e podem ser feitas através do formulário online:

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Estarreja | Venha celebrar o Dia Internacional do Jazz numa Jam Session

 A aposta na música jazz é uma realidade inseparável da política cultural do Município de Estarreja e, no âmbito das comemorações do Dia Internacional do Jazz (30 de abril) e do programa formativo da OJE Formação, orientada pelo João Martins, a autarquia propõe um ciclo de três masterclasses com formadores de relevo nacional, nas quais serão explorados de forma integrada três pilares da criação musical neste domínio: melodia, ritmo e harmonia.
De 27 a 30 de abril, o Cine-Teatro de Estarreja transforma-se num espaço de aprendizagem e fruição cultural, com três masterclasses, uma jam session e um concerto, entre formadores, alunos, músicos e público, num conjunto de ações orientadas pelo LAC – Laboratório de Aprendizagem Criativa da Câmara Municipal.
O saxofonista João Martins orienta a masterclass “Melodia: Construção e Narrativa” agendada para esta segunda-feira ao final do dia. Os participantes são conduzidos pelo universo da melodia no jazz, explorando técnicas de construção, desenvolvimento e narrativa musical, procurando criar linhas melódicas que dialoguem com a harmonia e o ritmo.
Amanhã, a iniciativa “Ritmo: Groove e Pulsação” é conduzida pelo baterista Mário Costa. Os participantes vão explorar o groove e o desenvolvimento da pulsação no jazz, abordando divisão rítmica, swing e expressividade, procurando promover maior interação e coesão no contexto coletivo. 
O vibrafonista Eduardo Cardinho desafia os músicos a explorar a harmonia no jazz, desde os fundamentos até técnicas de expansão, abordando progressões, voicings e reharmonizações, aplicando-os na improvisação em função da expressividade e sofisticação musical. A oficina “Harmonia: Fundamentos e Exploração” acontece na quarta-feira, dia 29.
As masterclasses acontecem sempre das 19h às 22h, e são dirigidas a jovens, a partir dos 12 anos, com experiência musical, e estão lotadas.
Todos os amantes do jazz estão convidados a assistir à “jam session”
As celebrações desta efeméride encerram com uma “jam session” orientada pelos formandos e aberta a todos os músicos que queiram juntar-se ao palco, às 21h30, do dia 29 de abril, quarta-feira. Num ambiente informal e de partilha, a sessão convida instrumentistas e improvisadores a experimentar, arriscar e dialogar musicalmente, colocando em prática as ideias exploradas ao longo dos dias anteriores.
 
Com entrada gratuita, esta sessão é aberta também a todos os que quiserem assistir a um momento livre e coletivo que comemora o espírito do jazz.
 
Uma aula ao som do jazz no palco do CTE
 
O Combo de Professores da Universidade de Aveiro (UA) apresenta uma viagem pelo mundo do jazz com o “Concerto Pedagógico da UA” no dia 30, quinta-feira, às 10h30, dirigido aos alunos do 2.º e 3.º ciclos e ensino articulado de música do concelho de Estarreja. Este concerto, com João Martins (saxofone e comentários), Eduardo Cardinho (vibrafone), Carl Minnemann (contrabaixo) e Mário Costa (bateria), promove uma expressiva interação com os participantes, levando-os a descobrir os instrumentos mais comuns desta forma de expressão artística, bem como as suas principais características estilísticas.
 
O Dia Internacional do Jazz foi instituído pela UNESCO, em 2012, e celebra-se globalmente no dia 30 de abril, por ser uma expressão musical que promove a liberdade e o diálogo entre culturas. 
 
Mais informações através do email lac.mediacaocultural@cm-estarreja.pt
 
*Gabinete de Comunicação, Relações Públicas e Protocolo

Na Praça Marquês de Marialva. Feiras da Primavera decorrem de 30 de abril a 3 de maio em Cantanhede

 A Praça Marquês de Marialva acolhe durante quatro dias as Feiras da Primavera, um evento que inclui a realização da Feira de Reduções, da Feira do Mel e Artesanato, bem como da Feira de Antiguidades e Velharias.
A iniciativa é organizada pela AEC - Associação Empresarial de Cantanhede, em parceria com o Município de Cantanhede, contando com o apoio da Junta de Freguesia de Cantanhede.
Este ano o dia de abertura do evento conta com a realização de um concerto musical pela Filarmónica Marialva de Cantanhede, que assinala também o encerramento da exposição intitulada "Inquietações & Emoções de Abril", que estará patente ao público nos Claustros dos Paços do Concelho, de 16 a 30 de abril.
A Feira de Reduções conta com a participação de espaços comerciais, com uma oferta variada de produtos, desde vestuário, a calçado e bijutaria, entre outros. Os artigos apresentam descontos apelativos, pelo que o consumidor tem a possibilidade de os adquirir com excelente relação qualidade/preço. Para os empresários esta constitui também, uma oportunidade para escoarem o stock já depois do período de saldos.
Já a Feira do Mel, que irá decorrer em simultâneo, visa a divulgação e promoção do precioso néctar, bem como de outros produtos elaborados a partir de matérias apícolas, como pólen, velas e licores.
Além da exposição e venda deste género de produtos, irá decorrer a Feira do Artesanato, com artesãos do concelho e da região, certificados pelo sistema nacional de qualificação e certificação de produções artesanais tradicionais (CEARTE - Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património).
A Praça acolhe ainda a Feira de Velharias e Antiguidades, domingo, dia 03 de maio, onde os apaixonados por antiguidades e peças colecionáveis poderão visitar e alargar o seu espólio.
Também outros produtos marcarão presença nestas Feiras como a Quinta do Vale de Igreja, Licor Lifréu, Jeropiga da Muda e doçaria.