terça-feira, 20 de outubro de 2026

Investimento municipal ascende os 300 mil euros. Núcleo dos palheiros da Praia da Tocha está a ser requalificado

 
A obra de requalificação do núcleo de palheiros da Praia da Tocha já se encontra em curso. Com um investimento de 33 3122 euros, a empreitada foi adjudicada à empresa Soudias – Carpintaria e Serralharia Sousa Dias, Lda., e tem um prazo de execução de 240 dias.
A intervenção incide em dois edifícios tradicionais e um de apoio, onde funcionavam os fornos comunitários, bem como a respetiva zona envolvente.
A empreitada permitirá melhorias ao nível do conforto térmico, através da substituição da cobertura, da aplicação de uma subtelha e isolamento térmico e acústico, da substituição de portas e janelas por outras com as mesmas caraterísticas estéticas, mas com melhores caraterísticas térmicas e acústicas, assim como a melhoria da rede elétrica e telecomunicações.
No edifício onde existem os fornos comunitários, pretende-se criar uma zona de apoio à confeção dos pratos típicos da Praia da Tocha, aquando da utilização dos fornos, e da preparação da batata na areia, pelo que a ampliação do edifício contempla um telheiro, uma cozinha, um bar e um espaço de armazém, de modo que possa ser utilizado durante todo o ano.
Estas construções irão depois ser ligadas através de uma "praça" em madeira, que irá fazer a ligação entre os vários edifícios, para pessoas com mobilidade condicionada, para que o espaço amplo possa receber vários eventos, num contexto de envolvência com os palheiros.
Assim, a envolvente paisagística irá recriar, num primeiro momento as dunas, no espaço adjacente aos palheiros, permitindo desta forma criar uma imagem o mais aproximada possível ao enquadramento original dos palheiros e, num segundo momento, uma zona relvada e ajardinada que nos remete para os campos agrícolas, donde eram provenientes os seus donos.

ANEPC PARTICIPA NO SEGUREX 2026 COM EXPOSIÇÃO DE MEIOS E CONFERÊNCIA SOBRE OS DESAFIOS DA EMERGÊNCIA E O RISCO SÍSMICO

 A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) está presente no SEGUREX 2026 – Salão Internacional da Proteção, Segurança e Defesa, que decorre de 20 a 22 de outubro, no Pavilhão 4 da Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, com uma exposição de meios e equipamentos de proteção e socorro e a realização de uma conferência dedicada aos desafios da emergência e à preparação para o risco sísmico.

No espaço expositivo, a ANEPC apresenta veículos e equipamentos representativos das diferentes valências da Força Especial de Proteção Civil (FEPC), proporcionando ao público e aos profissionais do setor um contacto direto com os meios utilizados nas operações de proteção e socorro. A participação permite dar a conhecer as capacidades operacionais da FEPC e reforçar a divulgação da missão da ANEPC no âmbito do sistema de proteção civil.

Conferência aborda os desafios da emergência e preparação para o risco sísmico

No dia 21 de outubro, às 14h00, no auditório do Pavilhão 4 da FIL, a ANEPC promove uma conferência que reúne especialistas e responsáveis institucionais para debater os desafios atuais da emergência e a importância da preparação perante o risco sísmico

A primeira sessão, subordinada ao tema “Os Novos Desafios da Emergência”, conta com a participação de José Manuel Moura, Presidente da ANEPC, e de José Luís Zêzere, Geógrafo e Professor Catedrático do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-UL).

A segunda sessão, dedicada ao tema “Sismos: A Preparação”, reúne Carina Coelho, do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve, e Cláudia Pinto, Geóloga e Coordenadora do Programa ReSist, da Câmara Municipal de Lisboa.

A sessão de encerramento será presidida por Sua Excelência, o Secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha.

Com esta participação no SEGUREX 2026, a ANEPC reforça a divulgação da sua missão e das capacidades operacionais do sistema de proteção civil, promovendo simultaneamente a partilha de conhecimento e a reflexão sobre os desafios da emergência e a importância da preparação da sociedade para fazer face ao risco sísmico.

Programa

 

14h00 | 1.ª SESSÃO — OS NOVOS DESAFIOS DA EMERGÊNCIA

Debate — Convidados:

  • José Manuel Moura, Presidente da ANEPC
  • José Luís Zêzere, Geógrafo e Professor Catedrático do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-UL)

14h45 | 2.ª SESSÃO — SISMOS: A PREPARAÇÃO

Debate — Convidados:

  • Carina Coelho, Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve
  • Cláudia Pinto, Geóloga e Coordenadora do programa ReSist, da Câmara Municipal de Lisboa

 

Moderação dos painéis:
Celso Paiva Sol, Técnico Especialista do Gabinete do Presidente da ANEPC

 

15h45 | Sessão de encerramento

Sua Excelência o Secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha

Juliana Garbayo lança “Neutralidades que matam” em Aveiro, Lisboa e Porto

 Um livro entre a poesia, a prosa e a experiência do corpo em trânsito. A mudança para Portugal teve um papel importante no percurso literário de Juliana. Foi em Aveiro, cidade onde vive atualmente, que começou a escrever. “Acho que imigrar provocou minha escrita. O imigrante meio que volta a ser criança, olha tudo com olhos de novidade, tudo é interessante, cada planta no caminho, cada flor, cada padaria. Não sabemos como fazer nada, até pra subir no ônibus é preciso observar e descobrir se se sobe pela frente ou por trás. Isso desperta a observação e a curiosidade”, diz Juliana Garbayo. 

A psiquiatra e escritora apresenta seu novo livro Neutralidades que matam em Aveiro (dia 5 de novembro), Lisboa, na livraria Saudade (dia 7 de novembro) e Porto (14 de novembro). O livro da editora Urutau (Portugal,Brasil e Galícia), tem edição de Wladimir Waz. 

"Neutralidades que matam" surgiu de maneira espontânea, sem um projeto temático previamente definido. Durante o mestrado em Psiquiatria e Psicoterapia Psicodinâmica na Universidade do Porto, Juliana fazia regularmente o percurso de comboio. Se as viagens de ida eram dedicadas à leitura, as de regresso tornavam-se momentos de observação e elaboração. 

A formação em psiquiatria ajuda a compreender a sensibilidade que atravessa a escrita. Para Juliana, a psiquiatria e a literatura partilham o interesse pela palavra e pelo que existe para além do que é imediatamente dito: o subterrâneo, o subtexto, aquilo que permanece oculto e aguarda ser desvendado. É nesse espaço de aproximação entre o visível e o invisível que a autora encontra uma das ligações mais profundas entre as duas áreas a que se dedica.

Essa experiência da imigração está presente também na linguagem do livro. Entre o português do brasil e o português europeu, a autora encontrou uma voz própria, um idioma híbrido que já não é inteiramente o de onde veio, nem o do lugar onde vive. Em vez de resistir a essa transformação, decidiu acolhê-la. É uma escrita marcada pela condição de estar entre lugares, referências e modos de sentir uma experiência que não se limita à geografia, mas se estende à própria forma literária.

“mas eu não/eu não beijo a lona/eu não esculpo verdades amargas/eu não defendo inocentes/eu nunca me deito de costas na areia quente antes de o sol se pôr.”

Entre o Rio de Janeiro e Aveiro, entre o pensamento clínico e a criação literária, Juliana Garbayo transforma a condição de estar entre mundos numa forma de escrita. Neutralidades que matam chega assim aos leitores como um convite à observação, à escuta e à descoberta das zonas menos visíveis da experiência humana.

Além da escrita, Juliana Garbayo dedica-se à mediação de leitura, integra e conduz  o Leia Mulheres Porto. A experiência dos clubes de leitura reforçou a sua convicção de que ler é também um exercício de escuta, confronto e abertura ao outro. “Partilhar interpretações, acolher perspetivas diferentes e aprender a discordar com respeito são gestos que ultrapassam a literatura e ganham particular importância num tempo marcado pelas redes sociais e  pela valorização constante do individual”, completa a autora. 

O livro tem prefácio do compositor e cantor brasileiro Nei Lopes, amigo do pai da escritora, Joel  Rufino dos Santos, escritor e historiador brasileiro. A orelha do livro é escrita pela poeta portuguesa Francisca Camelo. 

Sobre a autora
Juliana Garbayo é carioca, psiquiatra e mestra em psicoterapia psicodinâmica. Seu livro de estreia, Coisas difíceis de ressuscitar, venceu o Prêmio Paraná de Literatura 2021 (categoria contos) e foi publicado em 2023 pela editora Caos e Letras. Atualmente vive em Portugal e é mediadora do Leia Mulheres Porto. 
 
Fotos:
 
Lançamento Neutralidades que matam
com a presença da autora Juliana Garbayo

AVEIRO

dia 5/1, quinta feira, às 19h 
Local: Livraria Ror de livros,  Rua Sr. dos Aflitos, 9, AVEIRO
conversa com Rui Almeida, escritor e editor 

LISBOA
dia 7/11, sábado, às 16h
Local: Saudade Livraria 
conversa com a escritora Déa Paulino 

PORTO
dia 14/11, sábado, às 16h 
Local: Livraria Essência do Livro, Rua da Alegria, 390, PORTO
conversa com a mediadora do Leia Mulheres Porto, Natalia Mingotti

PROJETO DE EXECUÇÃO PARA RECONSTRUÇÃO DO CENTRO DE ACOLHIMENTO TEMPORÁRIO GIRASSOL APROVADO

 
A Câmara Municipal da Marinha Grande aprovou, na reunião realizada no dia 19 de outubro de 2026, o projeto de execução para a reconstrução do edifício do Centro de Acolhimento Temporário Girassol, danificado pela passagem da tempestade Kristin.
A intervenção representa um investimento estimado de 1.153.370,12 euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, procurando-se assegurar um espaço seguro, acessível e adequado às necessidades das crianças e dos jovens acolhidos.
Situado no Largo de Nossa Senhora do Rosário/Largo 5 de Outubro, na Marinha Grande, o edifício sofreu danos provocados pela tempestade Kristin, na noite de 28 de janeiro de 2026. A avaliação realizada concluiu que a estrutura resistente não reúne condições para ser recuperada, pelo que será construída uma estrutura interior totalmente nova, mantendo-se as paredes exteriores, a imagem urbana e os elementos exteriores de interesse do imóvel.
A solução projetada prevê a requalificação do edifício com dois pisos, organizado para proporcionar condições adequadas de acolhimento, privacidade, convivência e acompanhamento das crianças e dos jovens. No piso térreo ficarão concentradas as áreas sociais, de convívio e de apoio, incluindo salas de estar e de refeições, sala de visitas, gabinetes para as equipas técnicas, educativas e de apoio, sala de estudo, cozinha, despensa, lavandaria e instalações destinadas ao pessoal.
O primeiro piso corresponderá à área mais reservada da casa e contará com oito quartos, seis duplos e dois individuais, quatro instalações sanitárias, uma copa de apoio e uma sala para a equipa educativa. Cada quarto terá uma zona de estudo individual, estando igualmente prevista a adaptação de um quarto e de uma instalação sanitária a pessoas com mobilidade condicionada.
A intervenção inclui ainda a instalação de um equipamento de elevação para garantir a acessibilidade ao piso superior, bem como novas redes hidráulicas, elétricas e de telecomunicações, sistemas de segurança contra incêndios e soluções destinadas a melhorar o desempenho energético, o conforto térmico e a qualidade do ar interior.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Concentração Pela Habitação + solidariedade acampadas hoje em Coimbra


O país enfrenta uma crise habitacional sem precedentes. As manifestações e as acampadas que têm ocorrido mostram que é urgente mobilizar e reivindicar as respostas que o governo não tem sido capaz de dar. Pelo contrário, a via tem sido a da força, como ocorreu de novo ontem em Lisboa e no Porto. 
Hoje, em Coimbra, às 19 horas, na Praça 8 de maio, saímos à rua. Apelamos a todas as pessoas que se juntem a nós, numa concentração pacífica de solidariedade com as acampadas de Lisboa e do Porto e para reivindicar medidas que respondam efetivamente à grave crise habitacional que afeta o país.

Movimento Não Dá Mais Para Viver Assim - Coimbra

CTCV promove capacitação em "Designing the Future: do Conceito à Demonstração Tecnológica" para o Ecossistema de Inovação da Região Centro INOVC+

 No passado dia 16 de outubro, o ecossistema de inovação da Região Centro, INOV C+, voltou a reunir investigadores, técnicos de transferência de conhecimento e tecnologia e gestores de inovação das diferentes entidades numa ação de capacitação dedicada à transferência de conhecimento e à demonstração de tecnologias emergentes. A iniciativa "Designing the Future: do Conceito à Demonstração Tecnológica", foi promovida pelo CTCV, no âmbito da dinamização do ecossistema e proporcionou aos participantes uma experiência imersiva pelos principais ativos científicos e tecnológicos da entidade. 
A ação proporcionou aos participantes a possibilidade de explorarem temas estratégicos para a competitividade das empresas de base industrial e tecnológica, como o ecodesign, a economia circular, a sustentabilidade, tecnologia de fabrico aditivo e inovação reconhecidos como pilares fundamentais para o desenvolvimento de novos produtos, serviços e modelos de negócio. 
O dia começou nas instalações do CTCV em Coimbra, no espaço Lufapo Hub, que se dedica ao empreendedorismo criativo e tecnológico e que acolhe nas suas instalações mais de 55 projetos entre startups e scaleups. Os participantes puderam participar num desafio que os levou a descobrir os diferentes projetos e empreendedores ao qual se seguiu uma apresentação sobre "Ecodesign, Economia Circular e Sustentabilidade como Motores de Inovação".
Após um almoço networking e já nas instalações do CTCV no iparque em Antanhol, o destaque foi para a apresentação "Manufatura Aditiva em Cerâmica: Tecnologias Emergentes e Aplicações de Elevado Valor Acrescentado", onde foram apresentadas algumas das mais recentes soluções e competências disponíveis para apoio à inovação empresarial. 
Os participantes tiveram ainda oportunidade de integrar uma expedição tecnológica, visitando as diferentes infraestruturas laboratoriais e de demonstração tecnológica do CTCV, e de participar num Sprint de Inovação, exercício colaborativo orientado para a geração de ideias e identificação de oportunidades de valorização de conhecimento e tecnologia. 
A iniciativa reforçou a missão do INOVC+ de aproximar as entidades do sistema científico e tecnológico das empresas e da sociedade, promovendo ambientes de colaboração, aprendizagem e experimentação, capazes de acelerar a transferência de conhecimento para o mercado. 
 
Sobre o INOVC+
O INOVC+ – Ecossistema de Inovação da Região Centro promove a valorização e a transferência de conhecimento produzido pelas entidades do sistema científico e tecnológico para o tecido empresarial e para a sociedade, contribuindo para o reforço da competitividade, da sustentabilidade e da inovação na Região Centro.
Fotos em anexo
 
*Sandra Carvalho
Responsável Academia & Comunicação

Convite - DECORHOTEL 9ª Feira profissional de projeto, construção, decoração, equipamentos, produtos e serviços para hotelaria.

 A DECORHOTEL é a única feira realizada em Portugal dedicada em exclusivo ao setor da hotelaria e afins, reunindo centenas de empresas que fornecem e suportam este importante segmento da economia nacional.
A feira contempla todas as áreas necessárias para a construção, requalificação, remodelação e decoração de unidades hoteleiras e afins que vão desde a construção, arquitetura e design de interiores, decoração, têxteis, equipamento, gestão e tecnologia, amenities e produtos de higiene e limpeza, mobiliário, iluminação e equipamentos para o exterior.
Faça parte deste evento! Participe na DECORHOTEL
Aos Associados da APCMC foi atribuído um código de convite para preenchimento na Credenciação - 061.
 
 
 

*Ismael Libório: