quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Évora | Instalação de monoblocos permite arranque das aulas em segurança na Escola Básica do Chafariz d’El Rei


A Câmara Municipal de Évora está a proceder à instalação de 16 monoblocos pré-fabricados no parque de estacionamento junto ao Hospital do Patrocínio, nas traseiras da Escola do Chafariz D’El Rei, com o objetivo de garantir o início do ano letivo em condições de segurança e funcionalidade para toda a comunidade educativa. Esta solução, de caráter temporário, surge enquanto se aguarda a realização da empreitada de reabilitação do edifício escolar. Durante este período, o parque de estacionamento continuará a poder ser utilizado pelos automobilistas, ainda que com os necessários condicionamentos decorrentes da intervenção. 
A medida agora adotada resulta da articulação entre o Município de Évora, o Agrupamento de Escolas Gabriel Pereira e os representantes da Associação de Pais e Encarregados de Educação, tendo sido considerada a melhor solução possível para assegurar o acolhimento temporário dos alunos. Desta forma, fica garantida a continuidade das atividades letivas, salvaguardando a segurança dos alunos e procurando preservar, tanto quanto possível, as suas rotinas diárias e a ligação à escola. 
A vereadora da Câmara Municipal de Évora, Carmen Carvalheira, visitou hoje, 27 de agosto, os trabalhos de instalação das estruturas pré-fabricadas, os quais estarão concluídos muito em breve. Esta solução contempla a instalação de monoblocos destinados às salas de aula do 1.º Ciclo, ligados por um corredor de circulação que permitirá o acesso às diferentes salas. Para assegurar a ligação direta às instalações escolares, foi ainda aberta uma passagem no muro confinante com a escola. 
A intervenção permitirá, assim, manter o funcionamento da escola durante a execução da empreitada de reabilitação do edifício, minimizando os constrangimentos resultantes da realização dos trabalhos e garantindo condições adequadas para o desenvolvimento das atividades letivas. 
A Câmara Municipal de Évora está a mobilizar todos os meios disponíveis e a desenvolver todos os esforços necessários para acelerar o processo de intervenção, com o objetivo de criar as condições para que os alunos possam regressar ao edifício da sua escola antes do final do ano letivo 2026/2027, logo que estejam concluídos os trabalhos necessários e reunidas todas as condições de segurança para a sua utilização.
Recorde-se que a Escola do Chafariz D’El Rei se encontra encerrada desde novembro do ano passado, altura em que foram identificados problemas estruturais no edifício, entretanto agravados na sequência das intempéries.

Crianças e uso de telemóveis: como atrasar a entrega do primeiro smartphone

 
  • Liderar pelo exemplo e lutar contra a inércia de tomar medidas de atraso na entrega do primeiro smartphone são duas das mais  importantes medidas
  • Smartwatch para crianças e telemóveis que só permitem fazer chamadas são algumas das alternativas ao smartphone
O Observatório Digital realizado pela SaveFamily revela que 42% das crianças até aos 8 anos de idade já têm acesso a um telemóvel. Estudos internacionais alertam para o impacto que o uso excessivo de ecrãs por parte dos menores contribui para o aumento da depressão e mau estar mental, alterações no comportamento do sono, mais isolamento, piores resultados cognitivos e maior perigo de exposição a comportamentos de risco online. Com todas estas consequências, a questão não cabeça de muitos pais permanece: como atrasar a introdução do primeiro telemóvel na vida dos menores?
“Em Portugal as restrições ao uso do telemóvel em contexto escolar logo no primeiro ciclo ajuda muito a atrasar a compra de um smartphone aos mais pequenos. Contudo, sabemos que será apenas e sempre pelo exemplo dos pais, pela perseverança destes em cumprir com as decisões sem ceder à pressão externa, assim como a existência de alternativas que será possível realmente atrasar a introdução do primeiro telemóvel no dia-a-dia dos menores”, afirma Pedro Costa Chaves, diretor de vendas em Portugal da SaveFamily.
Naquele que é um desafio cada vez maior para pais e encarregados de educação, atrasar a introdução do telemóvel no dia-a-dia dos menores passa, muitas vezes, por lutar contra a inércia, ser perseverante e consistente com a decisão tomada. O mais simples será sempre ceder à pressão exterior e entregar um telemóvel a um menor quando estão mais irritados, quando pedem ou quando os pais estão mais ocupados. Cumprir com a decisão exige esforço familiar e alguma disciplina.
Algumas estratégias passam por ter equipamentos que na verdade pertencem à família, como por exemplo, o computador. Que este esteja em espaços familiares, em que exista um verdadeiro controlo por parte dos pais, quer do conteúdo consultado, quer das horas e tempo despendido com o equipamento e, sobretudo, online. Por outro lado, se os adultos têm equipamentos pessoais ou de trabalho, que os utilizem em horas específicas e em lugares determinados, como escritórios, e não que percorram a casa toda com estes, os utilizem em locais como a mesa de refeições, ou que estejam ligados durante horas a fio. E se os equipamentos forem telemóveis, evitar ao máximo utilizá-los em frente dos menores, fazendo-a apenas para atender chamadas urgentes e de familiares.
Mais tempo em família, com atividades que não exijam o uso de computadores, telemóveis ou tablets é, também, outra forma de reduzir a tentação de entregar um telemóvel aos menores. Com mais tempo de qualidade, a ler, com jogos de tabuleiro, ou até apenas em conversa com a família e passeios, os mais pequenos terão usufruído de tempo de qualidade em família, ao mesmo tempo que resistem à tentação de pegar no telemóvel para se distraírem.
Alternativas: dos telemóveis simples aos relógios inteligentes
Atualmente, e de forma a ajudar os pais a fazerem frente à pressão, mas também como estratégia para introduzir de forma faseada a tecnologia no dia-a-dia dos mais novos, existem no mercado algumas alternativas. Os telemóveis simples, semelhantes aos dos inícios dos anos 2000, e que permitem apenas realizar e receber chamadas simples, são uma das apostas de alguns pais.
Mas, para os que querem ajudar os pequenos a desenvolver uma relação mais saudável com a tecnologia e a inovação e, ao mesmo tempo, garantir que estão seguros, os smartwatches infantis são, atualmente, a alternativa mais indicada logo a partir dos 4 anos quando se prepararam para entrar no pré-escolar.
Os relógios inteligentes são gadgets que imitam também os dos adultos, mas que ajudam a manter os pequenos mais seguros, com localização GPS e botão SOS, mas também entretidos, com ferramentas e aplicações desenvolvidas de acordo com a idade dos pequenos. Por um lado, com serviços de música como Spotify, por outro com Inteligência Artificial desenvolvida especificamente para os pequenos, com total controlo parental e que, em caso de tentativa de acesso a conteúdos indevidos, encaminha os pequenos para abordarem o tema com um adulto.
Com soluções cada vez mais avançadas e mais amigas do desenvolvimento dos menores, e que os mantém sempre seguros, as alternativas ao telemóvel já não são um mito, e contribuem para as estratégias familiares de atraso da introdução dos telemóveis na vida dos mais pequenos.
Acerca de SaveFamily
A SaveFamily é uma empresa espanhola líder no desenvolvimento de smartwatches com GPS para crianças e idosos. Desde 2017 trabalha para aproximar a tecnologia às famílias com dispositivos pensados para melhorar a comunicação, a segurança e a autonomia dos utilizadores. 
A empresa está presente em mais de 43 países e serve a mais de um milhão de famílias através de uma ampla gama de dispositivos tecnológicos orientados para a segurança e o bem-estar.

*Newsline Agência de Comunicação
ifernandes

De 28 a 30 de agosto. Festival da Sardinha Assada na Telha e da Batata Assada na Areia anima a Praia da Tocha

 
De sexta-feira a domingo, os jardins da Associação de Moradores da Praia da Tocha recebem o Festival da Sardinha Assada na Telha e da Batata Assada na Areia.
O evento vai dar a conhecer as potencialidades gastronómicas da região da Gândara, promovendo em particular estas iguarias gastronómicas com os seus sabores de terra e mar.
A programação paralela inclui animação musical, nos dias 28 e 29, a partir das 20h00, com as atuações de Ritmo Popular e Bruno Pato, respetivamente.
A sardinha assada na telha e a batata assada na areia são duas tradições enraizadas na região da Gândara. Herdadas dos tempos em que pescadores e camponeses aproveitavam os recursos disponíveis, estas iguarias resultavam da criatividade popular: a sardinha era preparada em telhas de barro e assadas nos fornos de lenha, enquanto as batatas eram enterradas em covas de areia aquecida por uma fogueira. Assim, surgiram pratos simples, mas únicos, que mantêm vivo o sabor da memória coletiva.
Associadas às fainas da xávega e às festas populares, estas práticas foram transmitidas de geração em geração, tornando-se hoje símbolos identitários da Praia da Tocha e da região. O festival recupera este património gastronómico e cultural, transformando-o num momento de celebração que une tradição, convívio e autenticidade.

PARA GARANTIR RESPOSTAS EDUCATIVAS NO PRÓXIMO ANO LECTIVO. MUNICÍPIO DE CASTELO DE PAIVA REFORÇOU PARCERIAS COM IPSS DO CONCELHO


O Município de Castelo de Paiva procedeu recentemente, à assinatura dos Protocolos de Colaboração com as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho. 
Estes acordos visam assegurar o pleno funcionamento das várias componentes educativas ao longo do ano lectivo 2026/2027, nomeadamente as Refeições e Lanche Escolar para as crianças do Pré-Escolar e 1.º Ciclo, as Actividades de Animação e Apoio à Família (AAAF) e as Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC). 
A formalização dos acordos foi efectuada pela Vice-Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Susana Sousa, responsável pelo Pelouro da Educação, em representação da autarquia, e contou com a presença dos representantes das quatro entidades parceiras:
 • Associação de Solidariedade Social de Bairros “Os Cucos” 
• Centro Social de Santa Maria de Sardoura 
• Centro Social de Real 
• Centro Social do Couto Mineiro do Pejão 
Para o Município de Castelo de Paiva, continua a ser uma prioridade estratégica investir no sector da Educação, fortalecendo o trabalho em rede com as instituições locais. A consolidação destas parcerias permite garantir às crianças e respetivas famílias o acesso a respostas educativas de proximidade e de elevada qualidade, fundamentais para a conciliação da vida familiar e profissional, para o desenvolvimento integral dos alunos e para a promoção do sucesso escolar em todo o concelho.
Com a assinatura destes protocolos, a autarquia de Castelo de Paiva reafirma o seu compromisso contínuo com a comunidade educativa, assegurando que o novo ano lectivo arranca com o suporte logístico e pedagógico necessário para responder adequadamente às exigências das famílias paivenses.

*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa

Maratona Fotográfica de Famalicão volta a “invadir” a cidade para uma edição cheia de desafios


A 14.ª edição da Maratona Fotográfica de Famalicão está marcada para 26 de setembro de 2026 e promete voltar a transformar as ruas da cidade num grande palco de criatividade.

Promovida pela Associação Caixa de Imagens (ACI), a iniciativa desafia, uma vez mais, fotógrafos amadores e profissionais a sair da zona de conforto e a olhar para Vila Nova de Famalicão através de uma nova lente. Ao longo do dia, serão lançados oito temas fotográficos, que vão testar a criatividade, a capacidade de observação e a sensibilidade artística dos participantes.

O desafio passa por encontrar imagens onde outros veem apenas lugares, pessoas ou momentos do quotidiano. Captar o inesperado, descobrir novos ângulos e contar histórias através de uma fotografia é a missão.
Mais do que um concurso, a Maratona Fotográfica de Famalicão é uma experiência de descoberta e partilha. Durante um dia, os participantes percorrem ruas, praças e espaços emblemáticos de Famalicão, contactam com a comunidade e descobrem diferentes facetas de um território que ganha uma nova dimensão através da objetiva de cada fotógrafo.

Prémios para os melhores olhares

As inscrições já estão abertas em www.caixadeimagens.pt e têm um custo de 10€ ou 15€, consoante a idade, incluindo kit de boas-vindas.

Além da experiência, há também prémios em jogo:

1.º prémio – 500€
2.º prémio – 300€
3.º prémio – 200€

E porque uma boa fotografia pode valer mais do que mil palavras, esta edição conta ainda com prémios oferecidos pelos parceiros da iniciativa.

O Prémio Metralha atribui vouchers no valor de 125€, 75€ e 50€, respetivamente, aos três primeiros classificados.

Já o Prémio Opticenter oferece um voucher de 49€ ao vencedor da Maratona, além de 10 vouchers que serão sorteados entre os participantes.

O júri poderá ainda atribuir menções honrosas, no valor de 50€, aos trabalhos que se destaquem pela sua qualidade e criatividade.

Uma cidade, oito desafios, infinitos olhares
Ao longo das suas edições, a Maratona Fotográfica de Famalicão tem vindo a afirmar-se como uma referência no panorama fotográfico nacional, atraindo participantes de diferentes pontos do país e criando, todos os anos, novas formas de olhar e descobrir a cidade.

O crescimento da iniciativa resulta do entusiasmo de quem participa, da dedicação da organização e do envolvimento de parceiros que acreditam na importância de promover a cultura, a criatividade e a ligação ao território: Câmara Municipal de Famalicão, Caixa de Crédito Agrícola Médio Ave, Edições Centro Atlântico, Opticenter, Metralha e Chocolataria SIM.

No dia 26 de setembro, Famalicão volta a estar à espera de quem gosta de fotografar. Porque uma cidade pode ser a mesma, mas nunca é vista da mesma forma por duas pessoas.

*Manuel Lima
Associação Caixa de Imagens

Maratona Fotográfica de Famalicão - 14ª edição

A 14.ª edição da Maratona Fotográfica de Famalicão está marcada para 26 de setembro de 2026 e promete voltar a transformar as ruas da cidade num grande palco de criatividade.

Promovida pela Associação Caixa de Imagens (ACI), a iniciativa desafia, uma vez mais, fotógrafos amadores e profissionais a sair da zona de conforto e a olhar para Vila Nova de Famalicão através de uma nova lente. Ao longo do dia, serão lançados oito temas fotográficos, que vão testar a criatividade, a capacidade de observação e a sensibilidade artística dos participantes.
O desafio passa por encontrar imagens onde outros veem apenas lugares, pessoas ou momentos do quotidiano. Captar o inesperado, descobrir novos ângulos e contar histórias através de uma fotografia é a missão.

Mais do que um concurso, a Maratona Fotográfica de Famalicão é uma experiência de descoberta e partilha. Durante um dia, os participantes percorrem ruas, praças e espaços emblemáticos de Famalicão, contactam com a comunidade e descobrem diferentes facetas de um território que ganha uma nova dimensão através da objetiva de cada fotógrafo.

Prémios para os melhores olhares

As inscrições já estão abertas em www.caixadeimagens.pt e têm um custo de 10€ ou 15€, consoante a idade, incluindo kit de boas-vindas.

Além da experiência, há também prémios em jogo:

1.º prémio – 500€
2.º prémio – 300
3.º prémio – 200€

E porque uma boa fotografia pode valer mais do que mil palavras, esta edição conta ainda com prémios oferecidos pelos parceiros da iniciativa.

O Prémio Metralha atribui vouchers no valor de 125€, 75€ e 50€, respetivamente, aos três primeiros classificados.

Já o Prémio Opticenter oferece um voucher de 49€ ao vencedor da Maratona, além de 10 vouchers que serão sorteados entre os participantes.

O júri poderá ainda atribuir menções honrosas, no valor de 50€, aos trabalhos que se destaquem pela sua qualidade e criatividade.

Uma cidade, oito desafios, infinitos olhares

Ao longo das suas edições, a Maratona Fotográfica de Famalicão tem vindo a afirmar-se como uma referência no panorama fotográfico nacional, atraindo participantes de diferentes pontos do país e criando, todos os anos, novas formas de olhar e descobrir a cidade.

O crescimento da iniciativa resulta do entusiasmo de quem participa, da dedicação da organização e do envolvimento de parceiros que acreditam na importância de promover a cultura, a criatividade e a ligação ao território: Câmara Municipal de Famalicão, Caixa de Crédito Agrícola Médio Ave, Edições Centro Atlântico, Opticenter, Metralha e Chocolataria SIM.

No dia 26 de setembro, Famalicão volta a estar à espera de quem gosta de fotografar. Porque uma cidade pode ser a mesma, mas nunca é vista da mesma forma por duas pessoas.

*Manuel Lima
Associação Caixa de Imagens





quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Exposição na Biblioteca que permite recordar Cantanhede antiga está patente até final de setembro

A exposição “Memórias de Cantanhede – pinturas inspiradas em fotografias e postais antigos” continua patente na Biblioteca Municipal até 30 de setembro.
Na mostra estão expostos 26 trabalhos de pintura e escultura de 18 pintores, que retratam edifícios antigos, alguns já desaparecidos, paisagens e outros temas alusivos a Cantanhede e sua região, com base em postais e fotografias antigos.
Os artistas com trabalhos expostos são Alice Cardoso, Antonina Leshchenko, Beatriz Lourenço, Carlos Garcia, Carlos Seabra, Christine Francisco, Conceição Mendes, Fátima Maia, Fátima Negrão, Isabel Várzeas, Jorge Rocha; Josefa Reis, Mário Marques, Mónica Salvador, Natália Procopovich, Olesya Mohosh, Paula Azeiteiro e Selma Araújo.
A iniciativa original nasceu de um convite endereçado pela Associação FotografARTE, a vários artistas, propondo-lhes a criação de um trabalho de pintura inspirado num postal ou fotografia antigos de Cantanhede, que resultou numa exposição de pintura que esteve patente no Freixial Shopping, em Cantanhede, em setembro de 2025, no âmbito do PhotoFest 2025.
O intuito de unir a fotografia à pintura, eternizado numa peça de arte demonstrativa da beleza de edifícios, paisagens e gentes de Cantanhede de outros tempos, suscitou o interesse da Biblioteca Municipal pela oportunidade de repetir o projeto nas suas instalações e dar a conhecer às gerações atuais cenários do património humano e arquitetónico de Cantanhede, algum já desaparecido e, simultaneamente, o talento de artistas locais.
A exposição Memórias de Cantanhede – pinturas inspiradas em fotografias e postais antigos proporciona aos visitantes da instituição uma oportunidade de recordar Cantanhede de outrora, retratada pelas mãos de artistas contemporâneos.