terça-feira, 28 de julho de 2026

FREGUESIA DE PEDORIDO PROMOVEU EVENTO NO CHOUPAL FOI UM SUCESSO A 1ª EDIÇÃO DA FESTA MINEIRA


Numa organização da Junta de Freguesia de Pedorido, realizou-se no passado fim de semana, a 1ª edição da Festa Mineira, um evento cultural que se traduziu num grande sucesso, gizado para honrar a história, celebrar as raízes e tradições locais, e trazer muita animação a esta zona ribeirinha do território de Castelo de Paiva. 
A iniciativa, que contou com o apoio da CM de Castelo de Paiva, realizou-se no espaço da Zona de Lazer do Choupal, e celebrou a história, a identidade e as tradições ligadas ao património mineiro da freguesia, proporcionando três dias de saudável convívio, animação e valorização da cultura local. 
Ao longo do evento, que acolheu duas dezenas de expositores, , entre colectividades, comissões de festas e participantes individuais, o programa reuniu momentos de música, gastronomia, actividades tradicionais e animação para todas as idades, afirmando-se como um espaço de encontro da comunidade e de promoção das raízes que fazem parte da identidade de Pedorido. 
Ricardo Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva presidiu à cerimónia de abertura do certame e enalteceu a bonita iniciativa da Junta de Freguesia de Pedorido pela organização desta primeira edição, dirigindo uma palavra de reconhecimento e agradecimento a todos os expositores, associações, artistas, voluntários e participantes que, com o seu empenho e dedicação, contribuíram para o êxito desta iniciativa, enriquecendo o certame com propostas de gastronomia, artesanato, coleccionismo, produtos locais e animação, valorizando o património mineiro e reforçando a dinâmica cultural e comunitária do concelho. 
Segundo o presidente da Junta de Freguesia, Nuno Santos, o balanço final é extremamente positivo, mostrando-se agradado com a adesão conseguida, destacando que esta festa nasce no coração de Pedorido, junto aos rios Douro e Arda, com o objectivo principal de celebrar o que de melhor a terra mineira tem para oferecer e unir gerações através da música, da gastronomia e da saudável convivialidade. 
A abertura do certame contou com a participação do grupo Colectivo Capela e a sua música tradicional, seguindo-se uma apresentação dos Postas de Bacalhau com animação de rua, e mais tarde uma actuação do Ard Holivs e pela noite dentro Os Lobo Mau & Alcateia.
Já no Sábado, dia 25, a festa começou com a actuação do Côro dos Mineiros do Pejão, seguindo-se um concerto musical com a Banda dos Mineiros do Pejão, enquanto a noitada à beira rio contou com a participação do Grupo de Concertinas da Casa do Povo da Raiva, e um grande baile popular animado com o Duo Musical Karisma, com a animação a prolongar-se com a presença do DJ Bruno Falcão. 
No Domingo, a Festa Mineira de Pedorido, teve uma tarde especial com insufláveis para os mais novos e uma Festa da Espuma para as crianças, com a realização de diversos Jogos Tradicionais que animaram o resto da tarde, com o encerramento a acontecer ao final do dia, com a Junta de Freguesia de Pedorido a fazer o agradecimento final a todos os que colaboraram e participaram nesta iniciativa, que terá continuidade garantida no próximo ano.






*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações-Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa

PROJECTO “ MICAS “PROMOVEU CONVÍVIO INTERGERACIONAL DIA DOS AVÓS FOI CELEBRADO EM CASTELO DE PAIVA

No âmbito do Projecto Micas, o Município de Castelo de Paiva sinalizou o Dia dos Avós na passada Sexta-Feira e promoveu um encontro intergeracional que reuniu crianças e séniores num dia repleto de partilha, sorrisos e momentos de convívio, reforçando assim, os laços entre gerações e valorizando o papel fundamental dos avós na família e na comunidade, uma iniciativa que antecipou a celebração de uma data dedicada ao carinho, à sabedoria e às memórias que atravessam gerações. 
No acolhedor espaço da Esplanada do Arda, junto ao rio, a edilidade paivense gizou uma bonita iniciativa onde participaram os utentes de várias IPSS do concelho, nomeadamente o Centro Social de Sardoura, Centro Social do Couto Mineiro do Pejão, ACUP Castelo de Paiva e a Santa Casa da Misericórdia de Castelo de Paiva, juntos numa jornada de salutar convivialidade, oração e animação musical.
Sob o lema da partilha e da solidariedade, o programa da jornada contemplou uma cerimónia religiosa, celebrada pelos Reverendos das diversas paróquias concelhias, os padres Fernando Sérgio, Tiago Santos e Hugo Cunha, um almoço de confraternização junto ao Rio Arda, bem como apresentações por parte das instituições presentes, com o resto da tarde a ser reservado para as cantigas e danças, sessão de Risoterapia, com a participação especial das crianças que integram o programa Bibférias de Verão da Biblioteca Municipal, bem como um lanche convívio com partilha de bolo entre os participantes, destacando-se a entrega de certificados e lembranças às instituições presentes, entre outras actividades lúdicas e recreativas.
Foi um dia de partilha, alegria e emoções, marcado por um convívio intergeracional muito especial, onde as crianças e os seniores se encontraram para criar sorrisos, afectos e novas memórias. 
Na sua intervenção, a Vereadora da Acção Social da Câmara Municipal, Cristiana Vieira, evidenciou a sua satisfação por organizar esta iniciativa social, agradeceu a presença de todas as instituições e congratulou-se com o entusiasmo que todas demonstraram nesta participação, assinalando este dia tão especial, numa bonita acção traduzida em homenagem a todos aqueles que são a memória viva das nossas famílias e da nossa comunidade.
A Vereadora da Acção Social, sublinhou ainda, o enorme orgulho em ver o Município de Castelo de Paiva a promover iniciativas que valorizam o envelhecimento activo e reforçam os laços entre gerações, com momentos felizes em que percebemos que as gerações não se separam pela idade, mas unem-se pelo carinho, pelo respeito e pela aprendizagem mútua, deixando um profundo agradecimento a todas as IPSS, aos párocos locais, aos parceiros da Rede Social, aos colaboradores municipais, aos voluntários, à gerência da Esplanada Jardim do Arda e a todos que contribuíram para que este dia fosse verdadeiramente memorável. 
Já o presidente da Câmara Municipal, Ricardo Cardoso, mostrou-se agradado com o ambiente de alegria e confraternização que foi possível criar para assinalar este dia dedicado aos avós, ao mesmo tempo que a todos deixou uma mensagem de esperança e o reconhecimento às IPSS de Castelo de Paiva pelo louvável trabalho que têm vindo a desenvolver para que os idosos e os seus utentes tenham uma vida mais preenchida mais dinâmica e mais alegre, no convívio e no contacto entre todos, permitindo uma vivência mais sadia e um convívio salutar entre todos. 
O responsável municipal referiu ainda, que celebrar o Dia dos Avós significa comemorar a experiência da vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas essencialmente no convívio com as pessoas e com a própria natureza, daí enaltecer o gosto por ser possível, uma vez mais, promover este convívio com os utentes das IPSS do concelho, num ambiente de grande alegria e confraternização, deixando a todos os avós, uma palavra muito especial de agradecimento por tudo o ensinaram, pelo exemplo de resiliência, amor e dedicação, também ao serviço das famílias e da comunidade.





*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações-Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa

opinião | "Sidónio Pais, não durmas... senão cais"

A História portuguesa guarda expressões que atravessam gerações porque encerram em poucas palavras o espírito de uma época. "Sidónio Pais, não durmas... senão cais" foi uma delas. Muito mais do que um simples estribilho popular, traduzia a consciência de que Portugal vivia dias perigosos e de que o homem que então presidia à República caminhava sobre um terreno onde a violência política continuava a ser uma realidade.
Mais de um século depois, a figura de Sidónio Pais continua a suscitar paixões e divisões. Talvez porque tenha governado num dos períodos mais conturbados da nossa História contemporânea.
A I República nascera, em 1910, envolta em enormes expectativas. Prometia modernizar o país, combater o atraso, regenerar a vida política e construir um Portugal mais livre e mais justo. Contudo, rapidamente se viu mergulhada numa sucessão de governos efémeros, crises parlamentares, revoltas militares, dificuldades económicas e uma crescente radicalização política. A instabilidade tornou-se quase uma imagem de marca do regime e muitos portugueses começaram a olhar para os partidos mais como parte do problema do que da solução.
Foi neste ambiente que surgiu Sidónio Pais.
Oficial do Exército, professor de Matemática da Universidade de Coimbra, antigo ministro e representante diplomático de Portugal em Berlim, reunia qualidades pouco vulgares na classe dirigente da época. Os contemporâneos descreviam-no como um homem reservado, inteligente e metódico. Ainda jovem, na Escola do Exército, era conhecido pelo talento invulgar e pela postura discreta, aguardando frequentemente o início das aulas sentado, isolado e mergulhado nos seus pensamentos.
Quando liderou o movimento de dezembro de 1917, muitos portugueses viram nele uma oportunidade para devolver estabilidade a um país cansado das intermináveis lutas partidárias. Procurou reconciliar a República com setores da sociedade que se tinham sentido afastados durante os primeiros anos do regime, aproximou-se da Igreja Católica, reforçou o princípio da autoridade do Estado e tentou construir uma governação menos dependente das disputas entre facções políticas.
O entusiasmo popular que despertava era evidente. Durante uma visita ao Minho, quando atravessava as Taipas em direção a Guimarães, uma mulher do povo, impressionada com a sua presença, exclamou espontaneamente: "Viva Sidónio! Viva a Santa Religião! Viva a Monarquia!". Sidónio levantou-se no automóvel, sorriu e respondeu com serenidade: "Viva a Santa Religião, sim; mas viva a monarquia, isso não, mulherzinha."
A resposta diz muito sobre o homem. Era republicano convicto, mas compreendia que governar significava falar para todos os portugueses, mesmo para aqueles que não partilhavam as suas convicções.
Em Guimarães, a receção foi calorosa. As ruas encheram-se de populares apesar da chuva persistente, e, no final da visita, Sidónio despediu-se confessando ter ficado satisfeitíssimo com a forma como fora recebido, elogiando a gentileza dos vimaranenses.
Mas o país permanecia profundamente dividido.
Apesar da popularidade que granjeava junto de largos setores da população, os seus adversários políticos nunca deixaram de o combater. A tensão acumulava-se e o ambiente tornava-se cada vez mais explosivo. Nas ruas repetia-se um aviso que acabaria por ganhar lugar na memória coletiva: "Sidónio Pais, não durmas... senão cais."
A advertência revelava que muitos acreditavam que a sua vida corria perigo. Infelizmente, a História dar-lhes-ia razão.
Na noite de 14 de dezembro de 1918, Sidónio Pais foi assassinado na estação do Rossio, quando se preparava para seguir de comboio para o Porto. O país ficou profundamente abalado. O funeral transformou-se numa das maiores manifestações de pesar da História contemporânea portuguesa, testemunhando que a sua figura ultrapassava largamente as fronteiras dos partidos.
Naturalmente, Portugal de hoje nada tem de comparável com a realidade da I República. Vivemos numa democracia consolidada, com instituições estáveis, eleições livres e um quadro constitucional que não admite comparações simplistas.
Mas a História não serve apenas para recordar factos; serve para compreender mecanismos.
A I República não entrou em crise porque os portugueses deixaram de acreditar na ideia republicana. Entrou em crise porque muitos deixaram de acreditar na forma como ela estava a ser governada. É uma distinção essencial.
Também hoje se sente, em muitos setores da sociedade, um crescente afastamento entre governantes e governados. Multiplicam-se os sinais de desconfiança relativamente aos partidos, aumenta a perceção de que o debate político se perde demasiadas vezes em cálculos eleitorais e diminui a convicção de que os grandes problemas nacionais encontram respostas à altura.
A História ensina que, quando isso acontece, surgem inevitavelmente líderes que prometem restaurar a autoridade, aproximar o Estado dos cidadãos e devolver eficácia à governação. Uns triunfam, outros fracassam. Mas todos encontram espaço quando as instituições deixam de inspirar confiança.
A maior lição de Sidónio Pais talvez seja precisamente essa.
Nenhum regime político vive apenas das leis que o fundaram ou da legitimidade conquistada nas urnas. Vive, acima de tudo, da confiança quotidiana dos cidadãos. Essa confiança demora anos a construir, mas pode perder-se em muito pouco tempo.
É por isso que o velho estribilho continua a merecer reflexão. Não como uma ameaça dirigida a um homem, mas como um aviso permanente dirigido a qualquer democracia.
Porque nenhum regime pode adormecer sobre as suas próprias certezas.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor

Cantanhede | Programa Adota+ iguala em poucos meses o número de adoções de quase todo o ano anterior

 
O programa Adota+, promovido pela Câmara Municipal de Cantanhede, já permitiu a adoção de 70 animais de companhia desde o início deste ano, um número que praticamente iguala o total de 78 adoções registadas durante todo o ano anterior, confirmando o impacto crescente da iniciativa na promoção da adoção responsável dos animais acolhidos no Centro de Recolha Animal de Cantanhede (CRAC).
Desde o início do ano foram adotados 70 animais, 42 cães e 28 gatos, estando neste momento para adoção 60 cães e 24 gatos.
A divulgação dos animais disponíveis para adoção é feita através do Facebook do CRAC, de visitas a este Centro pelos adotantes, ou pela sua abertura em períodos fora do horário normal, por exemplo ‘open days’ e algumas visitas agendadas.
Os titulares de animais adotados têm um conjunto de vantagens, nomeadamente descontos e ofertas, mediante a apresentação do documento comprovativo no momento da compra.
Os interessados em adotar têm de preencher um questionário informal sobre o alojamento do animal e ainda assinar um termo de responsabilidade.
Estas etapas visam garantir que os animais sejam entregues a famílias preparadas e conscientes.
O Adota + permite um acompanhamento contínuo dos animais adotados, facilitando a atualização de dados no sistema de identificação eletrónica (SIAC) e incentivando a adoção responsável e duradoura.

Aveiro | Palestra «Eclipses do Sol: Viagens e Descobertas»

 Esta quarta-feira, 29 de julho, às 18h00, acontece na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro a palestra " Eclipses do Sol: Viagens e Descobertas ", com Luís Crispino, Professor da Universidade Federal do Pará (Brasil). Antes da palestra, a partir das 17h00, decorrerá uma observação do Sol com telescópio. A entrada é livre.
A palestra conta a moderação de Carlos Herdeiro, astrofísico e investigador da Universidade de Aveiro

Os eclipses sempre fascinaram a humanidade. Previsíveis há séculos, os eclipses do Sol foram muito importantes, não só para o desenvolvimento da Astronomia, como para a nossa compreensão do Universo.

A pensar no próximo eclipse de 12 de agosto de 2026, Luís Crispino apresentará um histórico destes eventos e de astrónomos que percorreram o planeta Terra em busca dos melhores locais de observação. Destacará ainda o eclipse que permitiu a confirmação da Teoria da Relatividade Geral, de Albert Einstein, a 29 de maio de 1919, no Brasil e na Ilha do Príncipe.
Antes da apresentação, a partir das 17h00, decorrerá uma observação do Sol com telescópio, com a colaboração da FISUA – Associação de Física da Universidade de Aveiro, sendo ainda oferecidos aos participantes óculos para observação do eclipse solar.

Esta iniciativa acontece no âmbito do projeto Ciência ao Centro! – Promoção da Cultura Científica e Tecnológica, apoiado pelo programa PESSOAS 2030, pelo PORTUGAL 2030 e cofinanciado pela União Europeia.

*Teresa Pereira
Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro
Rua dos Santos Mártires, 3810-171 Aveiro
Tel. +351 234 427 053 (chamada para a rede fixa nacional)

Fundação Gulbenkian apoiou 21 projetos em municípios afetados pela tempestade Kristin

 Seis meses depois do comboio de tempestades que assolou o país, o apoio da Fundação chegou a Leiria, Marinha Grande, Batalha, Alcácer do Sal, Ourém, Pombal e Fundão. Apoio ascende a 5M€.

Em solidariedade com as pessoas afetadas pela tempestade Kirstin, que assolou o país na madrugada de 28 de janeiro deste ano, a Fundação Calouste Gulbenkian criou um Fundo de Apoio Extraordinário, no valor de cinco milhões de euros (5M€), para apoiar projetos com impacto real e duradouro nos territórios afetados.

 

Trabalhando em estreita articulação com a Estrutura de Missão para a Reconstrução da região Centro do País e com as entidades locais, a Fundação Calouste Gulbenkian tem vindo a apoiar, ao longo dos últimos meses, 21 projetos (selecionados através da Plataforma criada para reporte de prejuízos) nos municípios de Leiria, Marinha Grande, Batalha, Alcácer do Sal, Ourém e Fundão.

 

A maior parte dos projetos apoiados é promovida pela sociedade civil e a sua atividade centra-se no serviço à comunidade. Este são os 21 beneficiários deste apoio de emergência e pós-emergência:

 

  1. Apoio à reconstrução do Rancho dos Soutos – Caranguejeira, Leiria, promovido pela Associação Cultural e Recreativa dos Soutos.
  2. Mais do que Paredes: Reconstruir o SOM, Devolver Cultura e Futuro – Marinha Grande, promovido pelo Sport Operário Marinhense.
  3. Reerguer a Biblioteca Municipal de Alcácer do Sal, promovido pelo Município de Alcácer do Sal.
  4. Centro de Acolhimento e Reabilitação Fénix UAPT – Ourém, promovido pela Ukrainian Refugees UAPT
  5. GARECUS - Mais fortes que a tempestade!- Pombal, promovido pelo Grupo de Acção Recreativa e Cultural de Santiais
  6. Recuperação do Parque de Lazer da Serra, em Cortes do Meio/ Fundão, promovido pela Junta de Freguesia
  7. Mãos Dadas pelo Centro Infantil de Alcácer do Sal – Torrão/Alcácer do Sal
  8. Grupo Desportivo e Recreativo dos Parceiros – Leiria
  9. O Telheiro é a Nossa Casa - Telheiro – Leiria
  10. Renascer Amarense – Batalha
  11. Recuperar a alegria – Coimbra, promovido pela Associação Milvoz
  12. Unidos na Reconstrução — Recuperar o Campo da Lagoa - Leiria, promovido pelo Grupo Cultural e Desportivo Unidos
  13. O Nosso CRO - Canil Municipal Ourém, promovido pelo município
  14. Uma Piscina Mil Memórias - Vamos Reconstruir – Leiria, promovido pela Associação de Solidariedade Académico de Leiria
  15. Resgatar onde mais ninguém chega – Ourém, promovido pela Federação Portuguesa de Espeleologia
  16. Reerguer Aurpicas – Alcácer do Sal
  17. Reerguer o Campo das Lagoas após a Tempestade Kristin – Pombal, promovido pelo Grupo desportivo da Ilha
  18. Vamos reerguer o Teatro dos Sonhos – Leiria, promovido pela Associação Desportiva e Recreativa de Barreiros
  19. Tempestade destruiu o nosso telhado — Mas vamos nos erguer – Leiria, promovido pelo Rancho Folclórico Juventude Amiga de Conqueiros
  20. Reerguer o Clube, Renovar o Futuro – Identidade Juve Lis – Leiria, promovido pela Associação Juventude Desportiva do Lis
  21. Reconstruir o Sporting Clube Marinhese – Marinha Grande, promovido pelo Sporting Clube Marinhense

 

*Maria João Serra

Consultant

Marinha Grande | SESSÃO DE ESCLARECIMENTOS ABORDA PROCEDIMENTOS NO URBANISMO

 O Município da Marinha Grande promove, no próximo dia 4 de agosto de 2026, às 17h00, no Auditório da Resinagem, uma sessão de esclarecimentos destinada a técnicos projetistas, requerentes e demais interessados, sobre a correta instrução, qualificação dos pedidos a submeter.
A sessão pretende sensibilizar os intervenientes para a importância da correta instrução e qualificação dos pedidos urbanísticos submetidos ao Município, reforçando a necessidade de apresentação de processos completos e devidamente conformes com o enquadramento legal em vigor.
A iniciativa surge na sequência da entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 108/2026, de 3 de agosto, que introduz alterações ao Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE). As sucessivas alterações legislativas exigem um esforço permanente de adaptação por parte dos municípios, dos técnicos e dos requerentes, sendo fundamental promover momentos de esclarecimento que contribuam para uma aplicação mais eficaz das novas regras.
Uma correta preparação dos processos beneficia todos os intervenientes, reduzindo notificações, pedidos de elementos adicionais e atrasos na tramitação, permitindo aos serviços municipais concentrar recursos na análise técnica e na apreciação material dos projetos.
A responsabilidade pela correta instrução dos pedidos e pela conformidade dos elementos apresentados pertence aos respetivos requerentes e técnicos subscritores. A Câmara Municipal sublinha que uma submissão organizada e devidamente instruída contribui para uma maior eficiência administrativa, reduzindo erros frequentes e a necessidade de sucessivos aditamentos processuais.

*Gabinete de Comunicação e Imagem