domingo, 19 de abril de 2026

CARTA ABERTA AOS MUNÍCIPES E AO EXECUTIVO MUNICIPAL DE COIMBRA

Assunto: A alienação do ITAP e o abandono do tecido associativo e empresarial do concelho de Coimbra 

A NERC – Associação Empresarial da Região de Coimbra, em representação dos empresários e das entidades que diariamente sustentam a economia do nosso concelho, vem por este meio manifestar publicamente o seu mais profundo repúdio e indignação perante a proposta de decisão da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) de ceder a autorização, com a justificação jurídica "a título gracioso", de funcionamento do ITAP à associação ADEPTOLIVA. 
Assistimos, com perplexidade, a um negócio que desafia qualquer lógica de transparência, de gestão pública e de defesa dos interesses locais. Sejamos claros: o que a CMC apresenta como uma "opção estratégica" é, na verdade, uma operação de entrega, a título gracioso, de património imaterial e pedagógico da cidade onde, em vez de se valorizar o ativo, a salvaguarda do Município se dispõe a pagar uma quota anual de 15.000 euros para que uma entidade externa, mesmo sendo da região, fique com a escola de Coimbra "ITAP”, fundada pela CMCoimbra e ACIC há vários anos. Ou seja, Coimbra não só abdica da sua escola profissional, a título gracioso, como paga para que outros a venham gerir de longe. 
Esta decisão é um insulto às diferentes associações sediadas em Coimbra que, há décadas, gerem escolas profissionais e tecnológicas com provas dadas. Por que razão estas entidades não foram consultadas? Por que razão não se seguiu o exemplo de transparência de Leiria, onde as associações locais são parceiras fundamentais e onde se equacionou a hasta pública para garantir o melhor projeto para a região? 
A missão do ITAP é, ou deveria ser, preparar trabalhadores técnicos especializados para o comércio, os serviços, as indústrias e empresas de Coimbra. A falta de mão de obra qualificada para quadros técnicos e intermédios atingiu níveis críticos. As nossas empresas estão desesperadas por profissionais competentes que conheçam a realidade local. Ao entregar o ITAP a uma associação cujos centros de decisão e prioridades estão em Tábua, Oliveira do Hospital e Arganil, a Câmara está a assinar um divórcio entre a formação profissional e as necessidades reais do empresariado conimbricense.
 Como se pode acautelar o futuro do nosso comércio e indústria se quem desenha a oferta formativa está geograficamente e estrategicamente distante do nosso ecossistema? A educação e formação profissional só é eficaz quando existe proximidade e diálogo constante com quem emprega, que não vai ser o caso. 
A NERC e os empresários de Coimbra não podem aceitar que um ativo estratégico como o ITAP seja alienado sem um debate sério com as associações do concelho e com os agentes de formação, como os trabalhadores, os professores e formadores. Exigimos que esta decisão seja repensada e que se abra um processo de diálogo que envolva os empresários e as associações locais do setor da educação e formação. Coimbra não pode continuar a exportar as suas valências e a pagar para que outras entidades e pessoas façam o que nós, aqui, temos competência e vontade de fazer melhor. 
Pela defesa das nossas empresas, pela qualificação dos nossos jovens e pelo futuro económico de Coimbra. 

*A Direção da NERC

Proteção de dados - O RGPD mantém a direção da associação do meu bairro há 10 anos no poder

 Há ironias difíceis de ignorar numa democracia. Uma delas é ver um instrumento criado para proteger os cidadãos, o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, ser usado, na prática, como escudo para perpetuar opacidades e bloquear o escrutínio.
Na associação do meu bairro, a direção mantém-se no poder há uma década. Não por mérito necessariamente incontestado, mas por ausência de condições reais para uma alternativa democrática. Sempre que um sócio tenta apresentar um projeto alternativo e precisa de contactar outros membros, seja através de telemóvel ou morada, para expor ideias, debater propostas ou simplesmente reunir apoios, esbarra numa recusa sistemática: “RGPD”. Como se a proteção de dados pessoais impedisse qualquer forma de comunicação legítima entre associados e inviabilizasse, na prática, a construção de alternativas.
O problema não está no princípio da proteção de dados, esse é legítimo e necessário. O problema está no uso abusivo e instrumental desse princípio para impedir o acesso a informação essencial. Sem dados, não há fiscalização. Sem fiscalização, não há escolha informada. E sem escolha informada, a democracia torna-se uma formalidade.
Este fenómeno não se limita às pequenas associações locais. Em Portugal, têm surgido propostas que apontam no sentido de reduzir a transparência no financiamento partidário, limitando a divulgação de informações sobre quem financia quem. Ainda que apresentadas sob o argumento da proteção da privacidade, tais propostas levantam preocupações sérias: ao dificultar o acesso a estes dados, torna-se mais complexo o escrutínio público e enfraquecem-se mecanismos essenciais de combate à corrupção.
A opacidade, neste contexto, não protege cidadãos, protege estruturas de poder. E quando o acesso à informação é restringido, a confiança nas instituições degrada-se inevitavelmente.
Criou-se assim um paradoxo perigoso: leis pensadas para defender direitos individuais acabam, em certos contextos, por proteger instituições da responsabilidade pública. Do bairro aos partidos políticos, o resultado tende a ser o mesmo, menor transparência, menor participação e maior distância entre eleitos e eleitores.
A democracia não vive apenas de eleições. Vive de acesso à informação, de debate esclarecido e da possibilidade real de alternância. Sempre que um desses elementos é comprometido, mesmo que sob a forma de propostas e não de alterações efetivas, o risco é evidente.
O RGPD não deve ser descartado, mas precisa de ser aplicado com equilíbrio. Quando a proteção de dados é usada para bloquear o escrutínio em vez de proteger cidadãos, deixa de ser um instrumento de cidadania e passa a ser, em certos casos, um entrave à própria democracia e ao combate à corrupção.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor

Centro de Portugal reforça posicionamento nos Caminhos de Santiago


Turismo Centro de Portugal participa no 1.º Encontro dos Caminhos de Santiago em Portugal e destaca a importância estratégica destes itinerários para a região.
A Turismo Centro de Portugal (TCP) está a participar no 1.º Encontro dos Caminhos de Santiago em Portugal, que decorre hoje e amanhã no Mosteiro de São Martinho de Tibães, em Braga. O evento, que se realiza pela primeira vez, tem como objetivo reafirmar o compromisso com a valorização de um dos produtos turísticos mais distintivos e em crescimento no país.

A iniciativa é organizada pela Comissão de Certificação do Caminho de Santiago em Portugal e pelas entidades gestoras dos caminhos certificados. Durante os dois dias, especialistas, entidades públicas e agentes do setor analisam o percurso feito desde 2019, ano de arranque da certificação dos Caminhos, e projetam o futuro dos itinerários jacobeus em Portugal.
No dia de hoje, a Turismo Centro de Portugal, através de Sílvia Ribau, diretora do Departamento de Estratégia e Operação, participou numa mesa-redonda com o tema “Certificar para valorizar: os desafios da governança dos caminhos certificados”.

“Estamos perante um produto turístico com enorme potencial, que congrega a oferta ao nível do património, da natureza e da espiritualidade. Os Caminhos de Santiago são um ativo estratégico do Centro de Portugal, capaz de atrair novos públicos e de gerar desenvolvimento ao longo de todo o território – e de todo o ano – de forma equilibrada e sustentável”, considera Sílvia Ribau.
A diretora da TCP sublinha ainda que a certificação dos itinerários tem sido determinante para elevar padrões de qualidade e confiança: “Hoje temos caminhos mais estruturados, mais seguros e mais preparados para responder às expectativas de quem nos visita. O objetivo é continuar a qualificar esta oferta e afirmar o Centro de Portugal como uma referência incontornável nos Caminhos de Santiago”.

O programa do Encontro inclui, durante o dia de hoje, sessões dedicadas ao balanço do processo de certificação dos Caminhos de Santiago em Portugal, bem como mesas-redondas sobre os desafios da governança e sobre o futuro destes itinerários. Destaque ainda para intervenções de especialistas e investigadores, que abordam a importância da preservação da rede de caminhos e o seu valor histórico e cultural.

A iniciativa integra também momentos de partilha de experiências no terreno, com testemunhos de entidades gestoras, operadores turísticos e peregrinos, proporcionando uma visão abrangente sobre o impacto destes percursos.
No segundo dia, o programa assinala o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com a realização de um percurso no Caminho Português de Santiago – Caminho de Torres, com o objetivo de promover o contacto direto com o território.

Centro de Portugal com itinerários certificados desde 2021
Recorde-se que o Caminho Português de Santiago Central – Região Centro foi certificado em julho de 2023, ao abrigo da Portaria n.º 216/2023, na sequência de uma candidatura apresentada pela Turismo Centro de Portugal, enquanto entidade gestora do Caminho.

Esta certificação reconhece o valor histórico, cultural e patrimonial do itinerário, bem como o cumprimento de critérios exigentes ao nível da autenticidade, continuidade, segurança, conforto e qualidade da experiência do peregrino.

Com uma extensão de 191,6 quilómetros na região Centro, o Caminho Português de Santiago Central – Região Centro atravessa 12 municípios da região: de sul para norte, Vila Nova da Barquinha, Tomar, Ferreira do Zêzere, Alvaiázere, Ansião, Penela, Condeixa-a-Nova, Coimbra, Mealhada, Anadia, Águeda e Albergaria-a-Velha. O percurso continua depois para norte, até Santiago de Compostela.

Já antes, em outubro de 2021, tinha sido certificado o Caminho Português de Santiago Interior, que tem uma extensão de 214 quilómetros e começa na região Centro. Este Caminho, gerido pela Federação Portuguesa dos Caminhos de Santiago, está dividido em 11 etapas, entre Viseu e Chaves, atravessando depois a fronteira com Espanha em Vilarelho da Raia.

Para um itinerário ser certificado, tem de obedecer a um conjunto de requisitos, nomeadamente a fundamentação do uso consistente do itinerário de peregrinação, comprovado por fontes históricas, vestígios materiais ou tradição documentalmente registada. Outros critérios exigíveis são a disponibilização de equipamentos de apoio aos peregrinos, incluindo pontos de descanso com sombra dotados de água potável, locais para preparar ou servir refeições e locais para dormir e tomar banho.

“Roteiro dos Caminhos de Santiago no Centro de Portugal”
Recentemente, a Turismo Centro de Portugal apresentou o “Roteiro dos Caminhos de Santiago no Centro de Portugal”. A publicação, produzida pela TCP em parceria com a Federação Portuguesa dos Caminhos de Santiago, reúne os sete Caminhos que atravessam o território – o Caminho Central, o Caminho Português do Interior, o Caminho de Torres, o Caminho Portugal Nascente, o Caminho Marítimo, o Caminho do Ocidente e a Via da Estrela – os dois primeiros já certificados e os restantes em processo de certificação ou desenvolvimento.

O Roteiro, disponível para consulta em https://shorturl.at/5rj1M, conjuga história, espiritualidade e informação prática, incluindo descrições detalhadas, mapas, altimetrias, distâncias, curiosidades e códigos QR para descarregar os percursos. É uma ferramenta essencial para peregrinos e viajantes que procuram fazer os Caminhos de Santiago pelo Centro de Portugal com autenticidade, segurança e sentido de descoberta.

Sobre a Turismo Centro de Portugal:
A Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

*Cátia Aldeagas
Diretora do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas
Turismo Centro de Portugal

**Luís Miguel Nunes
Consultor de comunicação


COLUMBÓFILIA :José Santos vence concurso de LOULÉ nona prova da Campanha Desportiva 2026, assumindo a classificação geral de concorrentes José Rossa Ribeiro

 
Com a realização da solta de, decorreu no passado dia 12 de abril, a nona prova do Campeonato 2026, promovido e organizado pela Secção de Columbofilia da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que nesta prova contou com a participação de 35 associados concorrentes.
Integrando o calendário oficial da Associação Columbófila do Distrito de Coimbra, este concurso, na especialidade de meio-fundo foi ganho pelo veterano José Santos, continuando a assumir José Rossa Ribeiro, a liderança da Classificação Geral de Concorrentes, com 3497 pontos, conforme se pode aferir nas seguintes tabelas:
Prova – LOULÉ – (Meio Fundo)
1º lugar – José Rossa Ribeiro – 506 pontos; 2º - José Santos - 501; 3º - Lusitano Espinhal & Irmão - 486; 4º - Rodrigo Rainho - 485; 5º - Jorge Monteiro – 456; 6º - Fábio Cruz - 198; 7º - Vitória Rico – 446; 8º - Paulo Santos - 443; 9º - Euclides Pimenta - 442; 10º - Eugénio Claro – 441; 11º - Nuno & Filho – 437; 12º - João Regalado - 429; 13º - Ernesto Costa – 427; 14º - António Santos – 426; 15º - Carlos Branco – 407; 16º - Fernando Ramos – 405; 17º - Manuel Frade – 399; 18º - Gonçalo Paião – 397; 19º - José Vinagreiro – 395 – 20º - Humberto Carvalho – 370; 21º - Jorge Santos – 364; 22º - Marco Ferreira – 360; 23º - Libério Branco – 352; 24º - Joaquim Mendes - 350; 25º - Francisco Vinagreiro – 345; 26º - Manuel Barreto – 317; 27º - Horácio Oliveira – 256; 28º - Cidálio Salvador – 252; 29º - Horácio Oliveira/B - 245; 30º - Diana Kostiv – 236; 31º - Carlos Santos – 234; 32º - Fernando Tavares – 195; 33º- Mário Rumor – 186; 34º - Fernando Sequeira – 166; 35º - Fernando Cruz – 77.
Geral de Concorrentes
1º lugar – José Rossa Ribeiro – 3497 pontos; 2º - Paulo Santos - 3313; 3º - Lusitano Espinhal & Irmão - 2358; 4º - Humberto Carvalho - 3095; 5º - João Regalado – 2784; 6º - António Santos – 2773; 7º - Eugénio Claro – 2461; 8º - Rodrigo Rainho - 2411; 9º - Nuno & Filho - 2402; 10º - Jorge Teixeira – 2381; 11º - Manuel Barreto – 2165; 12º - José Santos - 2140; 13º - Fábio Cruz – 2068; 14º - José Vinagreiro – 2066; 15º - Joaquim Mendes – 1990; 16º - Fernando Ramos – 1870; 17º - Manuel Frade – 1759; 18º - Vitoria Rico – 1710; 19º - Horácio Oliveira /B – 1588; 20º - Marco Ferreira – 1569; 21º - Jorge Santos – 1538; 22º - Libério Branco – 1523; 23º - Carlos Branco – 1451; 24º - Euclides Pimenta – 1410; 25º - Horácio Oliveira – 1400; 26º - Diana Kostiv – 1378; 27º - Ernesto Costa – 1346; 28º - Fernando Sequeira – 11292; 29º - Igor Santos – 1252; 30º - Paulo Ferreira - 1082; 31º - Gonçalo Paião – 811; 32º - Cidálio Salvador – 810; 33º - Francisco Vinagreiro – 581; 34º - Fernando Tavares – 540; 35º- Carlos Santos - 480; 36º - Mário Rumor – 447; 37º - Franisana Pombos - 442; 38º - Fernando Cruz – 405; 39º Joaquim Melo – 205; 40º Carlos Pereira – 155. 41º - Vitor Patarra – 36.

Troféu -
1º lugar – Lusitano Espinhal & Irmão – 2203; 2º - José Rossa Ribeiro – 2046 pontos; 3º - Paulo Santos – 2013.

Águeda celebra Abril com desfile associativo, cerimónias oficiais e arte pública

Comemorações dos 52 anos do 25 de Abril incluem participação do movimento associativo, cerimónias oficiais e inauguração de escultura evocativa de São Sebastião

A Câmara Municipal de Águeda assinala, no próximo dia 25 de abril, o 52.º aniversário da “Revolução dos Cravos” com um programa que integra momentos institucionais, culturais e de participação do movimento associativo do concelho.

As comemorações terão início às 15 horas, com a concentração junto à Escola Secundária Marques de Castilho, de onde partirá a terceira edição do Desfile do Associativismo Municipal pela Liberdade e Democracia. A iniciativa, que será acompanhada pela Filarmónica de Óis da Ribeira, reunirá associações de todo o concelho, numa expressão expressão viva da participação cívica e do papel do associativismo na construção e consolidação dos valores de Abril, simbolizando uma comunidade ativa, plural e comprometida com a Democracia.
O percurso seguirá até à Praça do Município, onde está prevista a deposição de flores no Monumento de Homenagem aos Combatentes de Águeda Mortos na Guerra do Ultramar, seguida da cerimónia do hastear da bandeira, com Guarda de Honra pelos Bombeiros Voluntários de Águeda.

Pelas 16h20, no Largo da Venda Nova, será inaugurada a obra escultórica “Perpetuar a Árvore, Celebrar São Sebastião”, da autoria do escultor Paulo Neves. A peça evoca a memória da antiga Capela de São Sebastião, outrora existente naquele exato local, bem como a importância simbólica da fonte pública e de uma olaia que marcaram, durante décadas, a vivência da comunidade local.

A escultura, concebida a partir de fragmentos da árvore original, apresenta a forma de um tronco oco, no interior do qual surge a figura de São Sebastião, estabelecendo uma ligação entre natureza, memória e devoção. A intervenção pretende preservar a identidade histórica do espaço e reforçar o seu valor simbólico para a população local.

Reconhecido pela utilização da madeira como matéria-prima e pela forte ligação à natureza, Paulo Neves é um dos escultores portugueses com maior projeção internacional, com obras expostas em diversos países.

Após a inauguração, o desfile prosseguirá até ao exterior da Casa do Adro, onde terá lugar a Sessão Extraordinária Comemorativa da Assembleia Municipal. A sessão incluirá momentos musicais “Cantigas de Abril” e encerrará com a atuação da Filarmónica de Óis da Ribeira.

A Câmara Municipal de Águeda convida toda a população a associar-se a estas comemorações, celebrando os valores de liberdade, democracia e participação cívica que o 25 de Abril simboliza.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem



INFORMAÇÃO À POPULAÇÃO – VESPA VELUTINA (ASIÁTICA)

 Foi recentemente confirmada a presença da vespa asiática (vespa velutina) na região do Algarve, com maior incidência no Barlavento.
 
No concelho de Silves foram identificados e destruídos dois ninhos primários, na freguesia de Alcantarilha e de São Bartolomeu de Messines. Face à confirmação de casos no concelho de Silves, o Município incrementou a rede de armadilhas em locais suscetíveis à sua ocorrência, para efeitos de deteção e monitorização.
A vespa velutina, originária do sudeste asiático, é uma espécie invasora e predadora da abelha europeia. Esta espécie, de dimensões consideráveis, é semelhante à espécie crabro existente na região e no concelho. Com uma dimensão aproximada de 3 cm, a vespa velutina apresenta abdómem escuro, com uma fina faixa amarela e uma banda larga alaranjada no final, cabeça preta com face amarela/alaranjada e patas amarelas. 
 
Nesta altura do ano, podem surgir ninhos primários, geralmente de pequena dimensão, com forma esférica, similar a uma bola de ténis, localizados, principalmente, em estruturas e locais abrigados (beirais, anexos, armazéns e arbustos).
 
O avistamento suspeito de vespas asiáticas ou ninhos deverá ser reportado, através do portal https://stopvespa.icnf.pt/ ou, em alternativa, junto do Serviço de Proteção Civil e Florestas do Município de Silves (SPCF).
De referir que o Município de Silves dispõe de equipas de sapadores florestais, capacitadas para validação, monitorização e intervenção no terreno.
 
Em caso de avistamento, não se aproxime nem tente remover o ninho, contacte os serviços municipais de Proteção Civil.

 

Figueiró dos Vinhos distinguido com a Bandeira de Mérito Social pelo 2.º ano consecutivo


O Município de Figueiró dos Vinhos foi distinguido, pelo segundo ano consecutivo, com a Bandeira de Mérito Social, um prestigiado galardão atribuído pela Associação Nacional de Gerontologia Social (ANGES).
O prémio foi entregue na passada quinta-feira, 9 de abril, em Águeda, durante a II Gala Nacional do Mérito Social, reconhecendo o Município como uma referência nacional nas políticas de proximidade e apoio à comunidade.
A referida distinção reflete o compromisso do Município e valida o esforço conjunto de profissionais e instituições parceiras que atuam no terreno. O reconhecimento comprova que o investimento em proximidade e inclusão promove uma comunidade mais resiliente e preparada para os desafios futuros, reafirmando a eficácia de uma estratégia que prioriza o bem-estar dos cidadãos.

Durante a sessão foi referido que “este galardão é o reflexo de um caminho onde a prioridade são as pessoas. É o reconhecimento de que o trabalho invisível do dia-a-dia gera um impacto visível na vida de todos.” O Município de Figueiró dos Vinhos reafirma, assim, o seu compromisso em continuar a promover um concelho mais humano e solidário, através do trabalho conjunto em prol do desenvolvimento social da região.

*Gabinete de Comunicação, Imagem e Organização de Eventos