quarta-feira, 2 de junho de 2021

Task force pondera alargar vacina da Janssen a todas as faixas etárias do sexo masculino

Henrique Gouveia e Melo admite que esta vacina, agora apenas administrada a maiores de 50 anos, pode vir a ser alargada a todos os homens.

A vacina da Janssen, atualmente, está a ser apenas administrada a maiores de 50 anos, mas Henrique Gouveia e Melo, coordenador da task force admitiu, esta quarta-feira, a possibilidade de alargar esta vacina a todas as faixas etárias do sexo masculino.

"Se tudo correr bem, se as vacinas que estão previstas no plano chegarem a território nacional e com as boas notícias que vêm da DGS, no sentido de abrir [o leque de idades de vacinação com] a Janssen, pelo menos para todas as faixas etárias dentro do sexo masculino, isto permite-nos aproveitar muito mais vacinas e trazer ao plano muito mais vacinas, o que vai fazer com que o ritmo de vacinação não só se mantenha como possa ser acelerado", explicou o vice-almirante Gouveia e Melo.

Questionado pela agência Lusa, Henrique Gouveia e Melo referiu que as decisões deverão estar operacionalizadas dentro de "uma semana e meia", pelo que vão a tempo, por ainda estar a decorrer a vacinação da população acima dos 50 anos e que não é afetada por essa limitação.

De acordo com o responsável, o ritmo de vacinação "está só dependente das vacinas que chegam a Portugal", tendo neste momento capacidade de vacinar 100 mil pessoas por dias.

Caso seja necessário e com mais horas de trabalho diárias, o país poderá ter capacidade de vacinar 120 a 140 mil pessoas por dia, referiu.

"Conseguimos vacinar 100 mil portugueses com seis horas de trabalho diárias nestes centros de vacinação. Se aumentarmos para 10 horas diárias, aumentamos o ritmo", esclareceu.

Durante o Congresso Nacional da Ordem dos Médicos, Gouveia e Melo realçou que o combate à pandemia tem que ser encarado como uma guerra, notando que já houve mais óbitos provocados pela Covid-19 em Portugal do que os soldados portugueses que morreram durante os 13 anos de Guerra Colonial.

Na sua intervenção, o coordenador da task force chamou ainda a atenção para o egoísmo, realçando a necessidade de os países ricos apoiarem a vacinação dos países mais pobres.

"Se os países ricos não vacinarem e não ajudarem os países pobres, o efeito 'boomerang' pode voltar a atingir os países ricos. Temos que fazer isso o mais rapidamente possível", defendeu.

Esta possibilidade surge no mesmo dia em que a task force anunciou que as pessoas com mais de 20 anos vão começar a ser vacinadas em agosto.

Vamos acabar a vacinação das pessoas acima de 30 anos entre fim de julho e início de agosto e nessa altura vão começar a vacinar-se as pessoas com 20 anos", disse o coordenador da task force aos jornalistas à margem do evento eHealth Summit.

A pandemia de Covid-19 provocou, pelo menos, 3 681 985 mortos no mundo, resultantes de mais de 171 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Cátia Carmo / TSF com Lusa

CONFAGRI e FENADEGAS debatem “O Sector do Vinho no Pós-Covid”


A CONFAGRI e a FENADEGAS vão realizar um Webinar no próximo dia 8 de junho, pelas 10h30, para analisar os desafios que se impõem ao mercado vitivinícola para o período pós-covid, bem como as perspetivas de evolução do setor, um dos mais afetados pela pandemia em virtude do encerramento de muitos dos seus canais de escoamento.

Este encontro, que terá dois painéis, o primeiro dedicado às Perspetivas do Mercado Interno e o segundo aos Desafios do Mercado Externo, contará com a presença de alguns dos principais representantes deste setor, de diversas áreas da cadeia de valor, entre os quais Casimiro Alves da VERCOOPE, Francisco Mateus, da ANDOVI e CVR Alentejo, Jaime Quendera da Cooperativa Agrícola de St.º Isidro de Pegões e Sónia Vieira, Diretora de Marketing da VINIPORTUGAL.

Embora a procura de vinhos no mercado nacional tenha sofrido, no último ano, uma quebra de valor superior a 236 milhões de euros (-22,5% em relação ao período homólogo) e que corresponde a uma perda de volume de cerca de 228 milhões de litros, as exportações cresceram mais de 3% em valor, atingindo quase 850 milhões de euros, o que acabou por equilibrar as contas do setor. Mas esse equilíbrio não foi uniforme em todos os agentes económicos. Consoante o principal canal de venda e o tipo de vinho mais comercializado, assim cada operador teve um maior ou menor impacto no seu negócio.

Neste momento, em que o país se prepara para reabrir em pleno a atividade económica, é importante pensar no escoamento que ficou por fazer e que tipo de soluções poderão ser criadas para retomar a dinâmica comercial.

Os produtores carecem de apoios específicos do Estado porque não podem sofrer mais prejuízos, sob pena de se estarem a criar condições para o abandono da atividade e, consequentemente, o êxodo rural e a desertificação.

Ainda esta semana a região do Douro voltou a ser vítima de uma forte queda de granizo que destruiu cerca de 700 hectares de vinha, deitando por terra todo um ano de trabalho.

É importante lembrar o papel fundamental destas empresas, explorações vitivinícolas e das Cooperativas Agrícolas na criação de riqueza, na fixação da população e na coesão territorial. É deveras importante a adoção de medidas de apoio urgentes, que ajudem a colmatar os prejuízos destes profissionais.

Preocupadas com este impacto, a CONFAGRI e FENADEGAS decidiram realizar este Webinar com responsáveis do setor no mercado nacional e internacional, assim como responsáveis de vendas de duas adegas cooperativas associadas, para uma análise do mercado e sua evolução, cuja inscrição é gratuita mas com número limitado de participantes, pelo que para assistir a este evento deverá inscrever-se em https://forms.gle/bhVTm6EXD4wkr5yy7 e ser-lhe-á enviado o respetivo link de acesso.

Proença-a-Nova | Solidariedade foi destacada no Dia Mundial da Criança


O Dia Mundial da Criança, a 1 de junho, foi assinalado no concelho com a realização de diversas atividades que envolveram os mais pequenos. Para as crianças do pré-escolar e os alunos do primeiro ciclo, de Proença-a-Nova e Sobreira Formosa, o Grupo de Desporto preparou um conjunto de jogos que apelavam ao espírito de cooperação entre os diversos grupos formados. No caso do pré-escolar, o tema dos direitos das crianças já tinha sido abordado durante as aulas, juntamente com os direitos dos animais, das plantas, fazer reciclagem, ajudar os mais idosos, ajudar na horta ou ajudar o próximo. Durante a tarde, os alunos assistiram ao teatro “Robertices”, pelos Atrapalharte (online), uma peça que se baseia na obra de Luísa Dacosta e que recorda a tradição popular dos espetáculos de rua com os toscos robertos que tanto maravilharam crianças e os adultos “no tempo em que havia tempo para ter tempo e um dia sem escola podia ser uma eternidade”.

Para assinalar a data, cada criança recebeu uma caneca com história, de um conjunto de quatro, resultantes de um concurso de desenho que a Associação Acreditar realizou junto das crianças residentes nas suas Casas. Foram os voluntários deste projeto a escolher as propostas vencedoras: as canecas Estrada, Flores, Praia e Papagaio. “Neste dia especial, oferecemos-te uma caneca da Associação Acreditar, contribuindo para que esta instituição continue a apoiar crianças e jovens com doenças cancerígenas. É também uma lembrança para que cada um de nós encontre forma de ser solidário com os outros nos pequenos gestos que se traduzem em grandes atitudes”: esta foi a mensagem deixada pelo presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, João Lobo. “Feliz Dia da Criança, hoje e sempre”.


Festas populares continuam suspensas em julho e agosto

As festas e romarias populares vão continuar suspensas no continente português durante os meses de julho e agosto, disse hoje o primeiro-ministro, António Costa, justificando a medida com a elevada concentração de pessoas que estes eventos implicam.

Após uma reunião do Conselho de Ministros, em Lisboa, para atualizar as medidas do processo de desconfinamento, no contexto da pandemia de covid-19, o primeiro-ministro lamentou que a proibição de realização das tradicionais festas populares se mantenha, mas sublinhou que "suscitam sempre grande movimentação, grande concentração de pessoas".

Estamos certos de que os primeiros a agradecer ao Governo tomar o ónus desta decisão serão os autarcas, que assim são poupados de terem de tomar as medidas que teriam inevitavelmente de tomar para a proteção das suas populações", afirmou.

Questionado sobre a criação de zonas de diversão no Porto para assinalar o São João, António Costa referiu que o Governo falou com o município e sublinhou que não estão previstas festividades tradicionais, "mas a realização de três eventos, em três espaços ao ar livre devidamente limitados e concertados entre a Câmara Municipal do Porto e as autoridades de saúde", pelo que serão seguidas "as regras próprias dos eventos" atualmente aplicadas.

"Quanto às situações de incumprimento das normas de afastamento, compete naturalmente às forças de segurança assegurar o cumprimento das normas", acrescentou.

Lusa

Vagos em Cena@ continua a promover a arte e os artistas Vaguenses

A arte e os artistas vaguenses continuam em destaque, semanalmente na página de facebook do Município através da iniciativa Vagos em Cen@.

O projeto Vagos em Cen@ traz, no mês de junho, mais um cartaz repleto de grandes momentos tendo como pano de fundo o auditório do Centro de Educação e Recreio de Vagos e lugares emblemáticos do concelho de Vagos.

Esta iniciativa apresenta, através da página do facebook do Município de Vagos, espetáculos e entrevistas semanalmente, aos sábados, pelas 21h30, com duração de cerca de 30 minutos, que pretendem refletir o trabalho dos artistas de Vagos ou que tenham frequentemente interagido com o concelho, nomeadamente nas áreas de Poesia, Música, Literatura, Dança, Stand-Up Comedy, Artes Plásticas e Teatro.

Desta forma, pretende-se dar visibilidade e apoio ao setor das artes e espetáculos que tão severamente foram atingidos, devido ao impacto da pandemia de COVID-19, que tem afetado de forma particularmente intensa este setor.

Em junho apresentam-se mais quatro momentos culturais de grande qualidade. Começando no dia 5 com a entrevista da artista Sandra Ferro que irá falar sobre os seus projetos artísticos. No dia 12 segue-se a atuação do músico Nuno Cipriano, no dia 19 a música continua com a atuação de Samuel Silva e João Seco, finalizando o cartaz de junho com a atuação de dança da 1ª Posição Academia de Artes.

 

Recintos desportivos poderão ter um terço da lotação em 14 de junho


António Costa confirmou que esta medida também se aplica aos estádios de futebol.

Os recintos desportivos de todas as modalidades poderão preencher até um terço da sua lotação para espetadores a partir de 14 de junho, anunciou esta quarta-feira o Governo, podendo ser exigido um teste negativo à Covid-19.

"No que diz respeito à atividade desportiva, deixa de haver restrições nos escalões de formação e modalidades amadoras, devendo ter lugares marcados e regras de distanciamento definidas pela Direção-Geral da Saúde sempre que se realizem fora de recintos desportivos, e 33% quando se verifiquem em recintos desportivos", explicou o primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa.

Na fase seguinte de desconfinamento, a partir de 28 de junho, a presença de espetadores nos recintos desportivos de "escalões profissionais ou equiparados" vai ocorrer "com outras regras a definir pela DGS", segundo o sítio covid19estamoson.gov.pt.

Segundo o governante, a DGS poderá "impor regras específicas de acesso, designadamente a obrigatoriedade de testagem se considerar adequado".

Questionado sobre se esta medida também se aplica aos estádios de futebol, o primeiro-ministro confirmou que "sim, a lotação será de 33%, como qualquer outro recinto desportivo".

Lusa

Teletrabalho, comércio, cultura. Saiba tudo o que muda a partir de 14 de junho


O primeiro-ministro anunciou esta tarde as novas regras que entram em vigor no dia 14 de junho. O teletrabalho deixa de ser obrigatório. Os bares e as discotecas vão continuar fechados.

Muda consideração para territórios de baixa densidade

António Costa afirmou que vai passar a ser clara a distinção entre os territórios de baixa densidade e as restantes áreas do território continental. Duas razões fundamentam esta diferenciação.

"A pandemia é, em primeiro lugar, difundida pelo contacto humano. Quanto maior é a densidade, maior é o risco. Só serão aplicadas as restrições quando nos territórios de baixa densidade se exceda o dobro dos limiares para os demais territórios", explicou.

Teletrabalho deixa de ser obrigatório a partir de 14 de junho

Novas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro:

- A partir de 14 de junho, o teletrabalho deixa de ser obrigatório e passa a ser simplesmente recomendado;

- Os restaurantes mantêm-se com as regras de lotação atuais. Além dos restaurantes, cafés e pastelarias passam a poder estar abertos até à 1h;

- Transportes públicos em que há lugares sentados e de pé com 2/3 da lotação;

- Salas de espetáculo com lotação de 50%. No exterior: lugares marcados e regras de distanciamento que sejam definidas pela DGS;

- Nas modalidades desportivas deixa de haver restrições nas modalidades amadoras. Os recintos desportivos ficam com 33% da lotação. Fora dos recintos aplicam-se as regras a definir pela DGS;

- Bares e discotecas continuam fechados;

- Comércio sem limite de horário.

Concelhos com taxa de incidência superior a 240

Nestes concelhos, o teletrabalho mantém-se obrigatório, os restaurantes mantêm a limitação até às 22h30 e, durante o fim de semana, até às 15h30.

Batizados, casamentos e outras festividades desta natureza ficam com lotação máxima de 25%.

Bares e discotecas "não devem reabrir até ao final de agosto"

Quanto aos bares e discotecas, António Costa diz que "infelizmente não há condições para reabrirem, pelo menos, até ao final de agosto".

Sobre o incumprimento das regras de distanciamento, o primeiro-ministro reforça que "compete às forças de segurança assegurar o cumprimento das normas".

São João no Porto terá três eventos em espaços ao ar livre

António Costa já falou com Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, e esclareceu que o que está previsto na cidade, para comemorar o São João, são três eventos em três espaços ao ar livre, devidamente limitados.

"Lamentamos que as festividades não se possam realizar, mas suscitam sempre grande concentração de pessoas e os primeiros a agradecer que o Governo tome esta decisão são os autarcas", explicou.

As regras de apoio vão manter-se para as atividades que continuam encerradas, nomeadamente nas áreas de bar e restauração.

Situação de calamidade deverá ser prolongada depois de 14 de junho 

A situação de calamidade vai continuar depois de 14 de junho. António Costa pede "empenho" para manter a pandemia "sob controlo" e apela à testagem.

"Todos devem empenhar-se em ser testados, mesmo que não tenham sintomas", afirma.

"Procurem proteger-se a si próprios, como aos seus amigos, realizando testes sempre que possível", acrescenta.

Testes passam a ser registados na morada de residência. "Obviamente que, relativamente aos estrangeiros, isso já é distinto"

O Governo vai aplicar algumas alterações nos concelhos de baixa densidade.

"Essa situação está, neste momento, sensivelmente corrigida. Qualquer não residente no Algarve que tenha a infelicidade de testar positivo, esse teste é registado não no Algarve mas na morada de residência da pessoa infetada. Obviamente que, relativamente aos estrangeiros, isso já é distinto. Podem penalizar a taxa de incidência no Algarve", clarificou António Costa.

Sobre o uso de máscara, o primeiro-ministro afirmou que as normas atualmente em vigor relativamente ao uso da máscara só a tornam obrigatória nos locais fechados.

"Na via pública é sempre que não for possível manter a distância", sublinha.

Já quando questionado sobre a suspensão da disciplina orçamental, que "deverá ser desativada a partir de 2023", Costa considera que é uma decisão muito positiva.

"O nosso entendimento é que no outono se possa avançar na reflexão sobre o estudo destas regras. Há hoje um consenso bastante alargado, agora é tempo de proceder à sua reavaliação", acrescenta Costa.

TSF / Carolina Quaresma / Cátia Carmo

Centro de Atividades realiza desfile de moda na piscina praia


O Centro de atividades (CAI) da Covilhã promove amanhã, dia 3 de junho, às 17h30, um desfile de moda com a participação especial dos seus utentes. O evento decorre na Piscina Praia e abre com um momento musical por Rúben de Matos, seguido do desfile.
Esta iniciativa tem como objetivo dinamizar a atuação do CAI, estimular as relações interpessoais e fomentar a socialização dos utentes, após largos meses de encerramento daquele espaço devido à situação pandémica.

Recordamos que o CAI reabriu as suas portas no passado dia 3 de maio. Embora ainda com poucas atividades presenciais, devido às normas de higiene e segurança estabelecidas pelo Gabinete de Proteção Civil da Câmara Municipal e pela DGS, os utentes do CAI contam já com aulas de Estimulação Cognitiva, a caminhada semanal Giravolta pela Cidade (quartas-feiras de manhã), Laboratório de Artes Cénicas (pela Quarta Parede), Atelier de Rendas, Malhas e Bordados, Aulas de Informática, Aulas de Alfabetização e Língua Portuguesa para Estrangeiros. Realizam-se também atividades pontuais atualizadas mensalmente, sendo necessária inscrição prévia para a frequência das mesmas, devido ao número de utentes permitido em cada espaço.

Para mais informações e para integrar os programas do Centro de Ativ’Idades, os utentes interessados devem contactar através do telefone 275 315 137 ou dirigir-se diretamente às instalações, no Sporting Shopping Center, no centro da cidade da Covilhã.

Castelo de Paiva | Medalha de Prata para o Arinto Branco de 2020

Vinho Verde “ Quinta de Valetruto “ distinguido no concurso Vinhos de Portugal. Gonçalo Rocha sublinhou que é uma honra para a Sub Região de Paiva.
A somar a outros prémios conquistados ao longo dos últimos anos, o vinho verde Branco Arinto “ Quinta de Valetruto 2020 “, foi recentemente distinguido ao mais alto nível, sendo premiado com a Medalha de Prata na 8ª edição do concurso Vinhos de Portugal 20121, um evento de prestígio realizado nas instalações do CNEMA, em Santarém, da responsabilidade da ViniPortugal, que teve um Conselho de Coordenação, presidido pelo Instituto da Vinha e do Vinho e constituído pela ViniPortugal, CNEMA, IVDP, IVBAM e também da revista Vinhos-Grandes Escolhas.
Foram mais de 1.400 vinhos na corrida ao Melhor Vinho de Portugal, em avaliação na 1ª fase da 8ª edição do Concurso Vinhos de Portugal, e ao longo de três dias, os vinhos inscritos foram avaliados por 134 jurados nacionais e internacionais, composto por especialistas em vinhos portugueses e internacionais, entre os quais enólogos, sommeliers, jornalistas, wine educators e outras profissões ligadas ao sector.
Entre os especialistas internacionais que integraram o painel de avaliação do Júri Regular, responsável por avaliar os vinhos na primeira fase do Concurso, destacaram-se o estónio Rain Veskimae, a britânica Emily Rowe, a canadiana Élyse Lambert MS, o americano Erik Segelbaum e a mexicana Claudia Treviño.
O Concurso Vinhos de Portugal é uma iniciativa da ViniPortugal que pretende ser um ponto de encontro e de troca de experiências entre produtores e especialistas de todo o mundo, reafirmando a aposta na produção nacional de vinho de qualidade com o intuito de se afirmarem enquanto produtos de excelência nos mercados de exportação.
Estimular a produção de vinhos de qualidade, valorizar o nível técnico e comercial dos vinhos portugueses, projectar no plano internacional a imagem de marca Vinhos de Portugal, dar a conhecer aos consumidores os melhores vinhos produzidos com direito a diversas DOP e Indicações Geográficas – IGP e os vinhos de casta e colheita, incentivar o espírito do programa “ Wine in Moderation, e contribuir para a expansão da cultura do vinho em geral, através de iniciativas ligadas aos programas de turismo e gastronomia, foram os grande desígnios deste concirso de Santarém.
Para o produtor paivense, José Manuel Oliveira Bernardes, a conquista deste prémio nacional é mais um reconhecimento do trabalho e do grande esforço que esta marca tem vindo a desenvolver para apresentar vinhos de alta qualidade na Sub Região do Paiva, deixando uma palavra de apreço à equipa de enólogos da WineLords, Lda, que tem realizado um trabalho notável para projectar esta marca de Castelo de Paiva.
Este concurso nacional teve um painel de 134 jurados reconhecidos internacionalmente que provaram e avaliaram vinhos oriundos de várias regiões do país, tendo o verde branco Arinto da Quinta de Valetruto obtido uma Medalha de Prata e o presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Gonçalo Rocha, já se congratulou com esta merecida distinção, referindo que é uma honra para a Sub Região de Paiva poder apresentar vinhos de grande qualidade e excelência, apreciados por exigentes especialistas e também reconhecidos no panorama internacional. Para o edil paivense o prémio agora atribuído projecta a marca para os grandes mercados internacionais, contribuindo decisivamente para a promoção e visibilidade da Sub Região de Paiva, e vaticina que outras distinções possam acontecer, e que sejam reveladoras da competência e dedicação evidenciadas pelo arrojo do empresário José Manuel Oliveira Bernardes no sector vitícola em Castelo de Paiva.

Carlos Oliveira

Escola Profissional Jean Piaget de Viseu abre pré-inscrições para dois cursos profissionais gratuitos


A Escola Profissional Jean Piaget de Viseu (EPJP) acaba de abrir pré-inscrições para dois cursos profissionais gratuitos para o ano letivo de 2021/2022: técnico de proteção civil e técnico de controlo de qualidade alimentar.

Trata-se de duas áreas em que a procura de profissionais especializados tem vindo a aumentar ano após ano. Atenta às necessidades de formação na região, o polo de Viseu da EPJP procura assim adaptar a sua oferta formativa de forma a corresponder tanto às aspirações dos jovens estudantes como à procura do mercado de trabalho.
No caso dos técnicos de proteção civil, o curso permite preparar os futuros profissionais que atuarão na prevenção de riscos coletivos em situação de acidente grave ou catástrofe, bem como nas atividades de proteção, socorro e assistência às pessoas e bens em perigo.

Os técnicos de controlo de qualidade alimentar, por seu turno, são profissionais que realizam análises e ensaios físico-químicos e microbiológicos em produtos alimentares, de acordo com as normas de segurança, higiene, saúde e proteção ambiental.

Os cursos profissionais são cursos de nível secundário, com uma forte ligação ao mundo do trabalho. Com a duração de três anos, destinam-se a alunos com o 9º ano de escolaridade ou frequência do ensino secundário (sem conclusão) e idade inferior a 20 anos. Além de o ensino ser gratuito, os alunos dispõem de apoios de alimentação, alojamento e transporte, entre outros.

“O ensino profissional é hoje uma das melhores formas de qualificação dos nossos jovens estudantes num futuro cada vez mais rodeado de incertezas. Falamos de cursos que poderão revelar grandes taxas de sucesso, seja ao nível da própria conclusão do curso, com taxas de abandono escolar mais baixas, da empregabilidade ou até da satisfação dos empregadores”, afirma Marie Françoise Cruz, responsável pedagógica do polo de Viseu da EPJP.

Entre as vantagens deste cursos está o facto de prepararem os jovens estudantes para uma profissão, em articulação com o setor empresarial local, permitindo simultaneamente o prosseguimento dos estudos para o ensino superior, sendo constituídos por uma forte vertente prática. Os cursos conferem uma dupla certificação: diploma do ensino secundário (equivalência ao 12º ano de escolaridade) e uma certificação profissional de nível 4 (de acordo com o Quadro Nacional de Qualificações).

No final deste ciclo, caso os alunos queiram prosseguir estudos superiores na região de Viseu várias escolhas serão possíveis.

Prémio Manuel António da Mota - 12ª Edição (2021) Portugal Resiste


O Prémio Manuel António da Mota foi criado em 2010 pela Fundação Manuel António da Mota com o objetivo de reconhecer anualmente organizações que se destaquem nos vários domínios de atividade da Fundação.

Nas edições anteriores o Prémio Manuel António da Mota distinguiu instituições que se destacaram nos domínios da luta contra a pobreza e exclusão social (2010), promoção do voluntariado (2011), promoção do envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações (2012), promoção da cidadania europeia (2013), naqueles que foram os Anos Europeus dedicados a estes temas, tendo distinguido em 2014 as instituições que atuam no domínio da valorização, defesa e apoio à família, por ocasião do 20º aniversário do Ano Internacional da Família.

Em 2015 distinguiu as instituições socialmente inovadoras nas respostas aos problemas sociais, tendo em 2016 consagrado instituições que se notabilizaram na apresentação de projetos nos domínios da educação, emprego e combate à pobreza e à exclusão social, retomando em 2017 o tema do combate à pobreza e à exclusão social, com particular enfoque na pobreza infantil, dos jovens e das famílias.

Em 2018 e 2019, na sua 9ª e 10ª edições, o Prémio Manuel António da Mota deu relevo às instituições que contribuíram com os seus projetos para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em 2020, o Prémio Manuel António da Mota, sob o lema “Portugal vence a Covid-19”, premiou as instituições que se distinguiram no combate à crise epidémica e às suas consequências nas áreas do combate à pobreza e exclusão social, saúde, educação, emprego, inovação e empreendedorismo social, inclusão digital e tecnológica e apoio à família.

Em 2021, na sua 12ª edição, o Prémio Manuel António da Mota retoma a agenda do ano anterior e, sob o lema “Portugal Resiste”, premiará as instituições que se distingam no combate às consequências da crise pandémica nas áreas da luta contra a pobreza e exclusão social, saúde, educação, emprego, apoio à família, inovação e empreendedorismo social, inclusão e transição digital e tecnológica e transição climática.

Pelo décimo segundo ano consecutivo, a Fundação Manuel António da Mota e a TSF-Rádio Notícias formalizaram uma parceria para a divulgação do Prémio e das iniciativas que lhe são inerentes.

Podem candidatar-se ao Prémio pessoas coletivas de direito privado sem fins lucrativos, nomeadamente instituições particulares de solidariedade social (IPSSs), fundações, associações, cooperativas, organizações não governamentais (ONGs), incluindo as da área do ambiente, e outras entidades que integrem o setor da economia social e se encontrem regularmente constituídas de acordo com a legislação em vigor.

Podem ainda candidatar-se pessoas coletivas de direito público de âmbito nacional, regional ou local, nomeadamente autarquias, estabelecimentos de ensino básico, secundário ou superior, estruturas de saúde públicas, centros de estudo e de investigação e outros organismos públicos com projetos enquadráveis no âmbito do respetivo regulamento.

Pelo décimo segundo ano consecutivo, a Fundação Manuel António da Mota, promotora do Prémio, renovou com a TSF – Rádio Notícias uma parceria de comunicação para a divulgação do Prémio na antena da rádio e das iniciativas a ele associadas.

Toda a informação poderá ser consultada em www.fmam.pt.

Porto de Mós apresenta a melhor situação financeira das últimas décadas


Foi aprovada, na reunião de câmara do passado dia 31 de maio, a Prestação de Contas do Município de Porto de Mós referente ao ano de 2020.
O principal destaque vai para a saúde financeira do município, que atinge o melhor nível dos últimos 20 anos. Desde o início deste mandato a dívida total da autarquia reduziu mais de 1 milhão e 300 mil euros; a autonomia financeira aumentou mais de 20% e a liquidez imediata, ou seja, a capacidade das disponibilidades financeiras correntes do município responderem ao passivo corrente, disparou, passando de 196,47% em 2017 para 418,90% em 2020. De referir, ainda, que o prazo médio de pagamentos passou de 12 dias, em 2017, para 8 dias em 2020.

Estes indicadores são resultado de uma gestão rigorosa, que permitiu garantir grande dinâmica durante todo o mandato, bem como assegurar o apoio extraordinário necessário durante a pandemia, não desviando, nunca, o foco essencial na gestão da coisa pública.

Inevitavelmente as rubricas com maior destaque estão ligadas à saúde e ação social, que atingiram um montante superior a 302 mil euros em 2020, com um aumento superior a 400% em relação ao ano anterior, pois o município não hesitou em dar uma resposta robusta às adversidades provocadas pela pandemia, garantindo todo o apoio necessário à população.

Ainda em destaque nas contas de 2020 foi o elevado nível de execução em algumas obras, mesmo com todas as limitações que a pandemia representou, como é o caso da Central Termoelétrica, onde se executaram mais de 800 mil euros, permitindo ao Município ser premiado com um reforço de fundos comunitários afetos a essa obra, em mais de 600 mil euros do que o previsto inicialmente.

Destaca-se, ainda, o aumento dos apoios financeiros, para o movimento associativo, corporações de bombeiros e juntas de freguesia, permitindo atingir a execução destes montantes em percentagens muito superiores aos últimos anos.

Patrícia Alves

SAVE THE DATE - Indústria dos Recursos Minerais, da Cerâmica e do Vidro: Que desafios e oportunidades? Quais são os Aceleradores Tecnológicos?

Indústria dos Recursos Minerais, da Cerâmica e do Vidro: Que desafios e oportunidades? Quais são os Aceleradores Tecnológicos?

 

A pandemia por Covid-19 veio trazer incertezas que tenderão a perdurar na economia mundial e na competitividade das empresas, mas veio trazer também uma necessidade de apostar em empresas mais resilientes e capazes de responder às exigências dos mercados, aliando o saber à tecnologia. Não só o contexto de pandemia, mas também os desafios climáticos, ou as exigências dos consumidores, obrigaram as empresas a reinventar-se, a refletir sobre o seu negócio, a ser mais eficientes e a entender que os desafios são grandes, mas as oportunidades existem. E que oportunidades são estas? Que reptos se colocam a estes setores?

 

Descarbonização ● Novas Tecnologias de Fabrico ● Automação e Robótica ● Economia Circular ● Simbioses Industriais ● Inovação ● Mercados ● Pessoas

 

O evento promovido pelo Município de Porto de Mós e o CTCV – Centro de Interface Tecnológica, num programa a disponibilizar brevemente, reúne entre os seus convidados, entidades do sistema cientifico tecnológico, universidades e empresas.

 

Público-alvo: Empresários e quadros técnicos dos setores da Cerâmica, Vidro e  Recursos Minerais

 

O evento é gratuito, mas os lugares são limitados e sujeitos a reserva. Não perca esta oportunidade e reserve já o seu lugar: https://bit.ly/3wS6dC4

Figueiró dos Vinhos contemplado com reforço de apoio financeiro de 180.673,32 € em obras de Regeneração Urbana


O Município de Figueiró dos Vinhos foi, recentemente, premiado pela boa execução de duas candidaturas integradas no PARU - PLANO DE AÇÃO DE REGENERAÇÃO URBANA e aprovadas pelo CENTRO 2020. A prestação do Município na implementação destes projetos permitiu receber um reforço de financiamento previsto naquele programa de apoio comunitário.
A execução das intervenções no Jardim Municipal e na zona envolvente ao Estádio Afonso Lacerda (hoje designada Parque do Vale da Pipa), no seu conjunto, representaram um valor de investimento total de 880 804,24 euros e um montante de comparticipação do CENTRO 2020, já obtido, de 653 865,32 euros.

O cumprimento das regras de boa execução física e financeira permitiram ao Município ser contemplado com um prémio de desempenho no valor de 180.673,32 €, através do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional (FEDER).

O valor total atribuído, segundo as regras instituídas pelo CENTRO 2020, irá financiar, em 94.848,29 €, a obra “Requalificação da Envolvente ao Parque Desportivo Municipal” (hoje designada Parque do Vale da Pipa), face ao valor não comparticipado, enquanto que o montante excedente, no valor de 85.825,03 €, ficará disponível para a execução de um novo projeto desta natureza, de acordo com o previsto no PARU - PLANO DE AÇÃO DE REGENERAÇÃO URBANA.

Câmara Municipal colabora com a GNR para utilização das beÁgueda


Militares podem usar as bicicletas elétrica de Águeda nas suas deslocações e nas ações de patrulhamento.
A Câmara Municipal de Águeda disponibilizou ao Destacamento Territorial de Águeda da GNR seis cartões de utilizadores das beÁgueda (Bicicletas Elétricas de uso partilhado de Águeda), numa ação que pretende não só promover a utilização das bicicletas partilhadas como disponibilizar a esta força de segurança a fruição deste equipamento, na perspetiva de uma mobilidade mais sustentável.

Os militares, tanto do posto de Águeda como de Arrancada do Vouga, vão poder usar as bicicletas sempre que entenderem, nomeadamente nas suas deslocações diárias e em ações de patrulhamento, em todo o concelho.

“Esta é a uma ação que se enquadra na política estratégica do Município em promover os meios suaves de mobilidade e em concreto a utilização das beÁgueda, demonstrando que podem ser usadas em vários contextos e funcionalidades”, disse Edson Santos, Vive-Presidente da Câmara de Águeda.

A partir de agora, vai ser possível ver os militares a circular na cidade de bicicleta em ações de patrulhamento, algo que servirá não só para realizar um policiamento de proximidade (que promove um efeito dissuasor de criminalidade) como para sensibilizar a população para a utilização dos meios suaves de mobilidade, ao verem o bom exemplo desta força de segurança a utilizar as beÁgueda.

Segundo a GNR, a utilização das bicicletas elétricas permite, para além de tirar partido de um equipamento que a Câmara de Águeda disponibiliza, patrulhar zonas da cidade e concelho de uma forma mais eficaz.

 

Confederações patronais reclamam fim do teletrabalho obrigatório em 14 de junho

O Conselho Nacional das Confederações Patronais (CNCP) defendeu hoje que a obrigatoriedade do teletrabalho termine em 14 de junho, manifestando a "mais frontal reprovação" face a uma medida considera ser "desproporcional, inconstitucional e errada".


"A imposição de teletrabalho obrigatório é medida desproporcional, inconstitucional e errada e deve cessar assim que terminar o atual período de situação de calamidade", sustenta em comunicado o CNCP, que reúne as confederações dos Agricultores de Portugal (CAP), do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Empresarial de Portugal (CIP), do Turismo de Portugal (CTP) e Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI).

A resolução do Conselho de Ministros n.º 64-A/2021, de 28 de maio, prorrogou a situação de calamidade em todo o território nacional continental até às 23:59 de 13 de junho de 2021, mantendo o teletrabalho obrigatório em todos os concelhos do país até essa data.

Para o CNCP, esta decisão do Governo "merece a mais frontal reprovação", já que este prolongamento do teletrabalho, apesar de justificado com a defesa da saúde pública, "contende com outros direitos, liberdades e garantias constitucionalmente tutelados".

Entre estes, o Conselho destaca "o desenvolvimento da atividade económica, que pressupõe a liberdade de determinar o seu modo de organização e de funcionamento", conforme previsto no artigo 61.º/1 da Constituição da República Portuguesa (CRP).

"Qualquer medida restritiva desta natureza tem de respeitar o princípio da proporcionalidade, previsto no artigo 18.º/2 da CRP, onde se estipula que a lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos", sustenta.

Para o Conselho, fazer "tábua rasa dessa distinção" e impor o teletrabalho "em concelhos onde o risco de transmissão da covid-19 seja moderado, diminuto ou mesmo inexistente, comprime desproporcionalmente os citados direitos ao desenvolvimento da atividade económica e sua organização e funcionamento, num claro exercício discricionário, inadmissível num estado de direito democrático".

Na opinião do CNCP, esta "desproporcionalidade" revela-se "ainda mais acentuada face à evolução do desconfinamento que o Governo - e bem - claramente assume, com a abertura das demais atividades, inclusive de atividades de grupo, como sejam desportos coletivos, espetáculos e outras".

"Acresce que, como tem ficado claramente demonstrado e é reconhecido, os locais de trabalho são seguros e as empresas tomam as medidas adequadas para prevenir contágios e controlar a pandemia", refere.

Por outro lado, acrescenta, "a taxa de vacinação atingida até ao momento, com dois milhões de portugueses vacinados, e a que será conseguida no decurso das próximas duas semanas, tem que ser tida em consideração pelos decisores".

Nessa reunião, diz, "a senhora ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social ouviu os argumentos e adotou um discurso que parecia indicar ter consciência da dimensão do problema".

Salientando que "a concertação social é um instrumento fundamental que exige a todos que nela participam capacidade de negociação e respeito pelas decisões tomadas", o Conselho avisa que a prorrogação da imposição do teletrabalho em todo o território nacional para além de 31 de maio "é uma decisão que, pelo seu impacto operacional tem necessariamente de envolver as empresas e os trabalhadores no processo de decisão".

Lusa

Denúncia da subversão que visa descristianizar o Ocidente e implantar o totalitarismo

 

Na esteira da epidemia do coronavírus, o complô de uma conjuração anti-cristã para o estabelecimento de um governo totalitário mundial

Transcrição do editorial da revista Catolicismo, Nº 846, Junho/2021*

Arevista Catolicismo publicou há um ano o manifesto “Aproveitando o pânico da população e o apoio espiritual do Vaticano: Articula-se a maior operação de engenharia social e baldeação ideológica da História”. Esse documento, do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, denunciava um gigantesco plano verdadeiramente diabólico destinado a mudar o mundo inteiro, sob o pretexto de combater o novo coronavírus oriundo da China comunista.

O manifesto denunciava também a existência de forças poderosas, que visam o domínio das mentes e das nações por meio de um pensamento único; e a implantação de uma ‘nova ordem mundial’ através de um governo totalitário, ditando normas para tudo (os decretos de lockdowns são exemplos disso). Seria despoticamente imposto a todos um regime neocomunista, igualitário e miserabilista, vigiando os cidadãos e controlando os seus passos por meio da tecnologia chinesa de reconhecimento facial.

Esse lance revolucionário de inspiração demoníaca tem em vista extinguir os últimos vestígios da Cristandade hierárquica, fundamentalmente sacral, anti-igualitária e antiliberal, para implantar em seu lugar a ‘nova ordem’ mundial pós-coronavírus (denominação atualizada para Great reset — grande reinício), dentro de um ‘novo normal’ de acordo com os objetivos da Revolução gnóstica e igualitária.

Tendo em vista esse projeto em andamento, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira publicou no dia 13 de maio último uma atualização do que havia divulgado um ano atrás. O tema da matéria de capa da edição junho da revista [foto acima] é um resumo desse importante manifesto, cuja íntegra está disponível no site https://ipco.org.br.

Os leitores da revista Catolicismo poderão ter assim uma noção atualizada de como se encontra avançado o projetado Great reset, elaborado com o objetivo de descristianizar o Ocidente e implantar uma espécie de ‘República Universal’ influenciada pela China vermelha.

Catolicismo sempre aconselhou seus leitores a não se deixarem aterrorizar pelo clima de pânico que está se espalhando, mas sim resistir, rezando e confiando em Deus, que também pode estar permitindo tudo isso para castigo da humanidade pecadora. Mas, como Pai, Ele não quer a perdição dos homens, antes deseja que todos se tornem fiéis à verdadeira Religião Católica, Apostólica, Romana.

ABIM

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* Para fazer uma assinatura da revista Catolicismo envie um e-mail para catolicismo@terra.com.br

Braga recebe III Encontro Nacional de Limpeza Urbana | Autarquias de norte a sul debatem nova era dos serviços públicos

 Autarquias de norte a sul do país, empresas e academia reúnem de 29 de junho a 1 de julho, no Altice Forum Braga, para debater estratégias para uma nova era dos serviços públicos


Braga acolhe de 29 de junho a 1 de julho o III Encontro Nacional de Limpeza Urbana, o único evento dedicado ao tema em Portugal. Numa área vital para o desenvolvimento de cidades saudáveis e sustentáveis, o programa do encontro, a realizar no Altice Forum Braga, procura refletir as grandes preocupações atuais do setor.

 

A pandemia e a limpeza urbana, as boas práticas internacionais e a recolha de biorresíduos serão alguns dos temas em destaque, num encontro por onde passarão também vários exemplos de inovação nacional e internacional no domínio da limpeza urbana.

 

Esta edição, que sucede aos dois primeiros encontros realizados em Cascais, marca também a estreia de um espaço expositivo, o Urban Cleaning Expo, com 5 000 m2, onde será possível conhecer as mais recentes inovações do sector, entre camiões, varredoras, papeleiras e equipamentos de segurança. Existe ainda um espaço exterior onde serão realizadas demonstrações de equipamentos e inovações tecnológicas.

 

O evento reunirá oradores nacionais e internacionais em torno das últimas novidades no setor, numa partilha de informação, experiência e conhecimento. Um dos momentos altos será a apresentação de um estudo de caracterização do setor de limpeza urbana em Portugal. Para o terceiro dia está marcado um painel especial, onde a secretária de Estado do Ambiente, Inês Costa, apresentará os novos documentos estratégicos do PNGR 2030 e PERSU 2030.

 

Num segmento em que a capacidade para mobilizar os cidadãos para comportamentos mais sustentáveis caminha lado a lado com a sua boa integração no desenho das políticas públicas, este terceiro encontro nacional tem como mote “Estratégias para uma nova era dos serviços públicos”.

 

A organização pertence à Associação Limpeza Urbana (ALU) – Parceria Para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis, entidade que agrega municípios de todo o país, empresas e outras entidades motivados para mudar a limpeza urbana em Portugal.

 

“O III Encontro Nacional de Limpeza Urbano será seguramente um espaço privilegiado para os vários players deste segmento, incluindo a rede de municípios e freguesias, entidades prestadoras de serviço à comunidade, fornecedores de equipamentos e a academia partilharem experiências, debaterem modelos de otimização e traçarem perspetivas futuras,” frisa Luís Almeida Capão, presidente da ALU.

 

A inevitável evolução das cidades para smart cities, acrescenta o mesmo responsável, “obriga-nos a encontrar soluções eficientes e úteis que combinem aspetos tão diversos como a gestão dos recursos, o ambiente, as tecnologias de informação, a saúde, a educação, os sistemas de mobilidade ou o tratamento de resíduos. Neste desafio atual de reinvenção das cidades, que cada vez mais são vividas 24 horas por dia, a limpeza urbana é um dos aspetos com maior impacto na qualidade de vida dos cidadãos”.

Fernando Santos: “Portugal entre os favoritos, mas existe uma regra de ouro”

A seleção portuguesa de futebol integra o lote dos principais candidatos a vencer o Euro2020, mas o selecionador nacional Fernando Santos lembrou que existe uma "regra de ouro" no que diz respeito às grandes competições.

"Há uma regra de ouro, que é o facto de só ganhar um e é muito difícil ganhar um Campeonato da Europa ou um Campeonato do Mundo", afirmou Fernando Santos, em entrevista à agência Lusa.

O técnico, de 66 anos, que conduziu Portugal à inédita conquista de um Europeu, em 2016, referiu mesmo que é mais difícil vencer a competição continental do que um Mundial, já que a prova organizada pela FIFA "não tem as melhores equipas, porque deixa de fora algumas europeias que têm melhor nível do que outras que se qualificam de outros continentes".

"É difícil ganhar um Campeonato da Europa e revalidar o título também. Só aconteceu uma vez, com a Espanha [em 2008 e 2012]. Portugal assume-se como sempre se assumiu em todas as provas em que entrou", referiu.

Fernando Santos recordou que, desde que foi escolhido como selecionador, em 2014, Portugal "cumpriu duas competições na perfeição", ao conquistar o Euro2016 e a Liga das Nações, em 2019, "cumpriu muito bem na Taça das Confederações", ficando no terceiro posto, em 2017, e "não cumpriu tão bem no Mundial2018", tendo feito "o mínimo exigível", que foi chegar aos oitavos de final, nos quais foi eliminado pelo Uruguai [1-2].

Face ao estatuto adquirido ao longo dos anos e também pelo facto de ser o detentor do troféu, a seleção lusa faz parte do lote de principais candidatos a vencer o Euro2020, juntamente com França, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Itália e Bélgica.

"Esses são os grandes candidatos, mas há a Croácia, que nunca se sabe. Foi finalista do último Mundial e tem muito potencial. Há várias equipas com muito potencial e há sempre surpresas também. Por exemplo, em 2016, o País de Gales foi quase até ao fim [eliminado por Portugal, nas meias-finais]. Além dessas seleções que se afirmam como candidatas, há mais uma ou duas que, mesmo não se afirmando como tal, acabam por ter essa expectativa e podem fazer coisas muito boas", analisou Fernando Santos à Lusa.

Portugal, que é o detentor do troféu, integra o Grupo F do Euro2020, juntamente com Hungria, Alemanha e França, tendo estreia marcada na competição para 15 de junho, diante dos húngaros, em Budapeste, antes de defrontar os germânicos, em 19, em Munique, e os franceses, em 23, novamente na capital magiar.

Até à partida para Budapeste, marcada para 10 de junho, a seleção nacional vai realizar dois encontros de preparação, com a Espanha, em Madrid, em 4 de junho, e com Israel, cinco dias depois, no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

O Euro2020, que foi adiado para este ano devido à pandemia de covid-19, realiza-se em 11 cidades de 11 países diferentes, entre 11 de junho e 11 de julho.

Fonte e Imagem: Lusa

Dia Mundial da Criança assinalado com diversas ações e em segurança

Celebrado a 1 de Junho, o Dia Internacional da Criança surgiu da necessidade de sensibilizar a comunidade no seu geral para os direitos da criança e garantir o seu pleno desenvolvimento.

Neste sentido, o Município de Mira, o Agrupamento de Escolas de Mira, a CPCJ Mira e as várias instituições do concelho que trabalham com a infância decidiram oferecer e proporcionar a todas as crianças que frequentam os estabelecimentos escolares alguns momentos de alegria e diversão, assinalando, deste modo, a efeméride.

Após as imensas restrições impostas nas habituais rotinas das crianças e das suas famílias, devido à pandemia, procurou encontrar-se uma forma simples mas direta de, em cada estabelecimento escolar, se realizar (sempre salvaguardando as orientações da DGS) alguma atividade lúdica, trazendo alegria aos mais pequenos.

A antecipar o Dia da Criança, a semana de 24 a 28 de Maio foi recheada de atividades relacionadas com o projeto “Mira + Circular”, que incluiu a construção de casas ninho e comedouros para aves e ainda várias oficinas de sensibilização para a reutilização de óleos alimentares. Para além destas atividades, todas as crianças do Pré-escolar e 1.º Ciclo tiveram a animada visita da Tangerina, uma ilusionista muito especial que provocou muitos sorrisos entre as crianças.

Ontem, dia 1 de Junho, um pequeno espetáculo musical (As Caracolas), repartido por duas sessões, animou os alunos dos 5.º e 6.º anos, que interromperam as suas aulas diárias para que, no seu espaço diário, voltassem a ter algum contacto direto com a música.

Fonte: Mira Online

A primeira central solar flutuante do mundo em alta altitude fica na Suíça

 A primeira central solar flutuante em alta altitude do mundo está a ser testada no lago de Toules, em Valais, na Suíça.

Os painéis solares da estação suíça produzem 50% mais energia do que os painéis nas terras baixas.

"Este projeto-piloto produz 800 mil kWh por ano, o que corresponde ao consumo de 220 casas", afirmou Maxime Ramstein, gestor da Romande Energie.

A 1810 metros acima do nível do mar, as condições da montanha tornam a radiação solar mais forte.

"A radiação solar é melhor nas montanhas. As temperaturas são mais baixas, o que é melhor em termos de eficiência. E o coeficiente de reflexão, ou seja, a radiação solar é muito alta no solo, no gelo e na neve", explicou Maxime Ramstein, gestor da Romande Energie.

Medidas de redução do impacto ambiental

Segundo a empressa, a central solar situa-se num reservatório e não num lago natural, o que reduz o impacto ambiental.

"O reservatório é drenado todos os anos. Está cheio porque a neve derreteu durante a primavera e o verão. Há pouca flora e fauna e o impacto ambiental é muito reduzido", sublinhou Maxime Ramstein, gestor da Romande Energie.

Se for bem-sucedido, o projeto piloto será alargado de modo a poder produzir energia para mais de seis mil casas.

"Desenvolvemos uma estrutura com uma vida útil de 50 anos, com dois ciclos de 25 anos para os módulos solares. O nosso plano é alargar o projeto no Lago Toules e aplicar este tipo de tecnologia noutro lago", considerou Guillaume Fuchs, co-diretor do Departamento de Soluções de Energia, da Romande Energie.

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