O
auditório do Serviço da Unidade de Cuidados Continuados do Centro
de Medicina de Reabilitação da Região Centro - Rovisco Pais, foi
palco na passada terça-feira, 27 de janeiro, da apresentação do
projeto Iberarchivos e respetiva mostra documental.
Trata-se de um
programa de cooperação ibero-americano que promove a proteção,
organização, preservação e difusão do património documental
comum a 16 países e que no caso da unidade de saúde da Tocha - cuja
candidatura foi aprovada -, visa a salvaguarda e tratamento do
arquivo histórico do Hospital Colónia Rovisco Pais, última
leprosaria portuguesa.
A sessão
contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de
Cantanhede e da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra,
Helena Teodósio, do presidente do Conselho de Administração da
Unidade Local de Saúde de Coimbra, Francisco Matos, do diretor-geral
do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, Luís Filipe Santos, dos
vereadores da Câmara Fernando Pais Alves e Célia Simões, do
presidente da Junta de Freguesia da Tocha, José Manuel Cruz, entre
outros.
Ao intervir na
sessão, Helena Teodósio destacou a importância da recuperação,
valorização e preservação das memórias de “uma
comunidade terapêutica absolutamente singular em Portugal”.
“A
integração do arquivo do Hospital Colónia Rovisco Pais no universo
de projetos apoiados pelo Iberarchivos coloca-o no mapa internacional
do património documental e abre novas possibilidades de
investigação, cooperação científica e difusão do conhecimento”,
enfatizou, agradecendo à Unidade Local de Saúde de Coimbra, que
tutela a unidade hospitalar, o facto de “reconhecer
o valor deste património e continuar apostado em dar-lhe nova vida,
dignificando e honrando um legado que efetivamente não podia
permanecer ignorado”.
Seguiu-se uma visita ao Arquivo Histórico e Núcleo Museológico do Hospital Colónia Rovisco Pais.



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