O secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, deslocou‑se ao final dia de hoje, 12 de fevereiro, à Marinha Grande para acompanhar a evolução da situação, após a passagem da tempestade Kristin, que afetou gravemente o concelho.
A visita contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Vicente; dos vereadores Armando Constâncio e Carla Santana; do coordenador municipal de Proteção Civil, Pedro Borges; e da chefe de gabinete, Helena Godinho.
O presidente da Câmara, Paulo Vicente, assinalou que o principal problema continua a ser a falta de eletricidade, reconhecendo o impacto diário sentido pelas populações e empresas. Foram referidas dificuldades significativas para empresas locais, que enfrentam quebras na atividade devido às falhas prolongadas.
O autarca elogiou o facto do concelho contar com o apoio das Forças Armadas em várias frentes de trabalho, facto que tem sido um grande contributo para a reconstrução.
O secretário de Estado esclareceu que “a E‑Redes continua sem conseguir garantir estabilidade na rede, devido aos danos extensos provocados pela tempestade”. “Apesar da dimensão dos estragos, com cerca de 6 mil kms de linhas danificadas”, foi sublinhada a necessidade de manter atenção às populações que continuam sem fornecimento elétrico.
Além disso, continuam a verificar‑se constrangimentos nas redes de comunicações móveis, dificultando o normal funcionamento das operações de socorro e o apoio às populações, continuou, acrescentou Rui Rocha.
Na reunião, foi reforçada a importância de mobilizar o maior número possível de meios e recursos para apoiar a reposição da normalidade no concelho. O governante destacou que “as autarquias são parceiros fundamentais no processo de proteção civil, sendo necessária uma ligação estreita entre municípios, forças de segurança, equipamentos de socorro, entidades gestoras de infraestruturas e administração central”.
*Gabinete de Comunicação e Imagem
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