sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
LIDL REFORÇA PRESENÇA NO DISTRITO DE AVEIRO COM ABERTURA DE DUAS NOVAS LOJAS
O Lidl Portugal prossegue a sua estratégia de expansão na região de Aveiro com a inauguração simultânea de duas lojas em Albergaria-a-Velha e em Águeda, no dia 13 de fevereiro. Este investimento conjunto, de cerca de 14 milhões de euros, reforça o compromisso da insígnia com a proximidade, a modernização e o desenvolvimento sustentável dos territórios onde atua.
Atualmente, a marca consolida a sua pegada económica no distrito de Aveiro, onde conta com um total de 18 lojas e é responsável pela criação de mais de 340 postos de trabalho diretos, afirmando-se como um importante motor de dinamismo regional.
Em Albergaria-a-Velha, a nova loja localizada na Variante do Sobreiro representa um investimento de cerca de 6 milhões de euros. Com uma área superior a 1.200 m², o projeto contemplou a criação de um novo arruamento municipal, facilitando a futura expansão da Zona Industrial local e gerando 11 novos postos de trabalho no concelho, num total de 18 colaboradores.
Simultaneamente, em Águeda, o Lidl investiu cerca de 8 milhões de euros na relocalização da sua loja para a Avenida 25 de Abril. Este novo espaço, com mais de 1.500 m², substitui a antiga unidade da Rua Travessa 1 e apresenta uma imagem renovada, tendo o projeto contribuído ainda para a melhoria da mobilidade urbana através do alargamento da Rua dos Comerciantes. Com esta abertura, a nova loja cria 6 novos postos de trabalho, aos quais se juntam 16 colaboradores que transitam da unidade anterior, passando o concelho de Águeda a contar com uma equipa reforçada de 22 colaboradores.
Ambas as lojas foram desenhadas sob o mais recente conceito da marca, privilegiando a luminosidade e a eficiência através de fachadas em vidro e tetos altos. A experiência de compra é pautada pela conveniência, estando os espaços abertos ao público diariamente entre as 8h e as 21h. No interior, os clientes encontram zonas de frescos à entrada, máquinas de corte de pão e caixas de pagamento rápido para uma visita mais ágil. No âmbito da sustentabilidade, estas unidades estão equipadas com iluminação 100% LED e postos de carregamento para veículos elétricos, oferecendo ainda serviços adicionais como lavandaria self-service e cacifos para recolha de encomendas.
Estas inaugurações inserem-se no plano de crescimento do Lidl Portugal, que investiu 160 milhões de euros em 2025. Com o objetivo de atingir as 300 lojas até 2027 — ano em que prevê também o lançamento do seu canal de vendas online — a marca reafirma a sua ambição de estar cada vez mais próxima de todos os portugueses, adaptando-se continuamente às necessidades de cada comunidade.
Acesso ao media center aqui.
Sobre o Lidl:
A completar este ano 30 anos em Portugal, o Lidl tem mais de 8000 colaboradores, distribuídos por mais de 280 lojas, de Norte a Sul do país e, para além da sede, 4 direções regionais e entrepostos: Santo Tirso (Norte), Torres Novas (Oeste), Loures (Centro) e Palmela (Sul).
Segundo o Estudo de Impacto realizado pela consultora independente Forvis Mazars, ao longo dos últimos 30 anos, o Lidl Portugal contribuiu com 44 mil milhões de euros para a criação de valor para o país, permitindo criar e manter cerca de 90.000 postos de trabalho.
Em 2025, o Lidl Portugal recebeu pela quarta vez consecutiva, a certificação Top Employer, atribuída pelo Top Employers Institute, pelas suas Boas Práticas de Gestão de Recursos Humanos.
O Lidl pertence ao Grupo Schwarz e é um dos maiores retalhistas de produtos alimentares na Europa. O Lidl Internacional conta com cerca de 12.350 lojas, mais de 220 centros de distribuição e entrepostos em 31 países e com cerca de 375.000 colaboradores, apostando na disponibilização de produtos de máxima qualidade ao melhor preço e pautando-se pela simplicidade e proximidade com os seus clientes.
*Sofia Martins Santos
Consultora de Comunicação
Marinha Grande | ESPAÇO DE APOIO AO CIDADÃO AJUDA NO PREENCHIMENTO DE FORMULÁRIOS
O Município da Marinha Grande instalou, a partir de hoje, 13 de fevereiro, um Espaço de Apoio ao Cidadão, no rés‑do‑chão do Núcleo de Arte Contemporânea, situado no edifício da Resinagem (com entrada pela Rua Pereira Crespo), com o objetivo de reforçar a proximidade à população e ao tecido económico local, num momento particularmente exigente, na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin.
O atendimento funciona todos os dias, das 09h00 às 17h00, incluindo o próximo fim-de-semana e dia de Carnaval, garantindo uma resposta contínua às necessidades da população.
Este espaço foi criado para apoiar os cidadãos no preenchimento dos formulários
de reporte e inventariação de prejuízo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), prestar esclarecimentos, fazer o encaminhamento de situações urgentes ou específicas, bem como assegurar o acesso a apoio psicossocial sempre que necessário.
O espaço tem um posto de atendimento assegurado pela Associação Comercial e Industrial da Marinha Grande (ACIMG), para apoio a comerciantes e pequenos empresários.
O funcionamento do Espaço de Apoio à População está a ser assegurado por trabalhadores do Município, com o apoio da Junta de Freguesia de Benfica.
Documentação necessária para apoio no preenchimento do formulário da CCDRC
Para que o apoio ao preenchimento do formulário seja realizado com eficácia, os munícipes devem comparecer munidos dos seguintes elementos:
Dados / Documentos obrigatórios
Nome completo e morada completa
Documento de identificação
Número de Identificação Fiscal (NIF)
Acesso ativo ao Portal das Finanças e à Segurança Social Direta
Telemóvel com capacidade para receber SMS
Comprovativo de IBAN titulado pelo beneficiário
Orçamentos necessários à instrução do pedido
Registo fotográfico atualizado dos danos verificáveis
Documentos complementares
Caderneta predial
Certidão de registo predial atualizada
Endereço de email válido
Em caso de existência de seguro
Se o imóvel tiver cobertura por contrato de seguro que inclua despesas ou projetos elegíveis, é obrigatório apresentar:
Cópia da apólice de seguro
Comprovativo de participação do sinistro à seguradora
*Gabinete de Comunicação e Imagem
SECRETÁRIO DE ESTADO DA PROTEÇÃO CIVIL VISITA A MARINHA GRANDE
O secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, deslocou‑se ao final dia de hoje, 12 de fevereiro, à Marinha Grande para acompanhar a evolução da situação, após a passagem da tempestade Kristin, que afetou gravemente o concelho.
A visita contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Vicente; dos vereadores Armando Constâncio e Carla Santana; do coordenador municipal de Proteção Civil, Pedro Borges; e da chefe de gabinete, Helena Godinho.
O presidente da Câmara, Paulo Vicente, assinalou que o principal problema continua a ser a falta de eletricidade, reconhecendo o impacto diário sentido pelas populações e empresas. Foram referidas dificuldades significativas para empresas locais, que enfrentam quebras na atividade devido às falhas prolongadas.
O autarca elogiou o facto do concelho contar com o apoio das Forças Armadas em várias frentes de trabalho, facto que tem sido um grande contributo para a reconstrução.
O secretário de Estado esclareceu que “a E‑Redes continua sem conseguir garantir estabilidade na rede, devido aos danos extensos provocados pela tempestade”. “Apesar da dimensão dos estragos, com cerca de 6 mil kms de linhas danificadas”, foi sublinhada a necessidade de manter atenção às populações que continuam sem fornecimento elétrico.
Além disso, continuam a verificar‑se constrangimentos nas redes de comunicações móveis, dificultando o normal funcionamento das operações de socorro e o apoio às populações, continuou, acrescentou Rui Rocha.
Na reunião, foi reforçada a importância de mobilizar o maior número possível de meios e recursos para apoiar a reposição da normalidade no concelho. O governante destacou que “as autarquias são parceiros fundamentais no processo de proteção civil, sendo necessária uma ligação estreita entre municípios, forças de segurança, equipamentos de socorro, entidades gestoras de infraestruturas e administração central”.
*Gabinete de Comunicação e Imagem
INTERVENÇÃO DE EMERGÊNCIA NA CASA-MUSEU AFONSO LOPES VIEIRA
A Câmara Municipal da Marinha Grande realizou hoje, 12 de fevereiro, uma intervenção de emergência na Casa‑Museu Afonso Lopes Vieira, em São Pedro de Moel, com o objetivo de evitar a derrocada da varanda e de parte edifício.
A operação foi possível graças a uma melhoria temporária das condições meteorológicas, permitindo que as equipas atuassem com segurança.
Procedeu-se à injeção gravítica de cimento, para reforço estrutural; estabilização do solo e do muro adjacente ao edifício; e vedação das fendas existentes no muro de suporte, garantindo maior contenção e segurança.
A intervenção insere‑se nas ações urgentes desencadeadas pelo Município para proteger o património local e minimizar os riscos associados à instabilidade provocada pelos recentes eventos climatéricos.
+Gabinete de Comunicação e Imagem
CIM Viseu Dão Lafões recebeu reunião de arranque da rede europeia de mobilidade “Commings and Goings”
Encontro juntou representantes de sete cidades e regiões europeias e marcou o arranque do trabalho em rede para a adaptação internacional do modelo de transporte flexível e a pedido “Ir e Vir”.
A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões acolheu, nos dias 11 e 12 de fevereiro, em Viseu, a 1.ª Reunião Transnacional da rede europeia URBACT “Comings and Goings”, da qual é a entidade líder. O encontro juntou representantes de cidades e regiões europeias parceiras do projeto que, recorde-se, visa a adaptação a nível internacional do modelo de transporte flexível e a pedido “Ir e Vir”, desenvolvido e operado pela CIM Viseu Dão Lafões.
Durante os dois dias de trabalhos, os parceiros europeus conheceram no terreno o sistema desenvolvido em Viseu Dão Lafões, participaram em sessões técnicas, workshops e visitas de estudo, e definiram os próximos passos da rede. O programa incluiu ainda momentos de partilha sobre governança, comunicação, financiamento e envolvimento das comunidades locais, pilares centrais do programa URBACT.
Para João Azevedo, Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, “acolher a primeira reunião desta rede europeia confirma o reconhecimento do trabalho que tem vindo a ser feito na região ao nível da mobilidade sustentável. O ‘Ir e Vir’ mostrou que é possível garantir soluções eficazes de transporte em territórios urbanos e rurais, promovendo a coesão social, a qualidade de vida e a igualdade no acesso aos serviços”.
O Secretário Executivo da CIM, Nuno Martinho, sublinha que “liderar uma rede europeia URBACT é uma oportunidade estratégica para Viseu Dão Lafões afirmar-se, em definitivo, como território de inovação, capaz de partilhar conhecimento e boas práticas com parceiros europeus”.
Nuno Martinho, destaca, ainda, a dimensão prática do encontro: “Esta reunião foi determinante para alinhar expectativas, metodologias e resultados a alcançar ao longo do projeto. Os parceiros puderam conhecer de perto o funcionamento do ‘Ir e Vir’ e perceber como uma solução desenvolvida à escala intermunicipal pode ser transferida e adaptada a outros contextos europeus com desafios semelhantes”.
Além da CIM Viseu Dão Lafões, entidade líder a rede de transferência “Comings and Goings” integra os seguintes parceiros: Município de Kimi-Aliveri (Grécia), Município do Distrito de Jurbarkas (Lituânia), Instituto de Ordenamento do Território do Condado de Šibenik-Knin (Croácia), Município de Harju Ocidental (Estónia), Câmara Municipal de El Vendrell (Espanha), Organização de Turismo da Cidade de Subotica (Sérvia) e Câmara Municipal de Tysmenytsya (Ucrânia). O projeto é cofinanciado pela União Europeia, no âmbito do programa URBACT IV.
O objetivo do projeto é transferir e adaptar o modelo “Ir e Vir”, um sistema de transporte flexível e a pedido, implementado com sucesso nos 14 municípios de Viseu Dão Lafões, a outras regiões europeias com características semelhantes, que manifestam dificuldades de garantir a mobilidade urbano-rural da população residente.
Sobre a CIM Viseu Dão Lafões:
A CIM Viseu Dão Lafões é uma associação de municípios, denominada como Comunidade Intermunicipal, sendo constituída pelos municípios de Aguiar da Beira, Carregal do Sal, Castro Daire, Mangualde, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sátão, Tondela, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela.
*Miguel Fernandes
Gabinete de Comunicação CIM Viseu Dão Lafões
AVISO À POPULAÇÃO : PRECIPITAÇÃO, VENTO E AGITAÇÃO MARÍTIMA - MEDIDAS PREVENTIVAS
1. SITUAÇÃO
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um agravamento do estado do tempo em Portugal continental, devido à influência da Depressão ORIANA, com precipitação, vento forte e agitação marítima forte, destacando-se:
– Períodos de chuva, por vezes forte e persistente, a partir da tarde de hoje, 12 de fevereiro, em especial no litoral das regiões Norte e Centro e Lisboa e Vale do Tejo;
– Vento forte, com rajadas até 80 km/h e até 100 km/h nas terras altas;
– Agitação marítima forte na costa ocidental, com ondas de oeste/noroeste até 6 metros, podendo atingir os 11 metros de altura máxima.
Informação meteorológica em
www.ipma.pt
Informação Hidrológica
De acordo com a informação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) prevê-se, nos próximos dias, risco significativo de inundações nas seguintes bacias/municípios:
– Rio Mondego: Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Soure;
– Rio Tejo: Abrantes, Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Constância, Coruche, Entroncamento, Gavião, Golegã, Mação, Salvaterra de Magos, Santarém, Vila Franca de Xira, Vila Nova da Barquinha;
– Rio Sorraia: Coruche, Benavente;
– Rio Vouga: Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Mira, Murtosa, Ovar, Vagos e Cantanhede;
– Rio Águeda: Águeda;
– Rio Sado: Alcácer do Sal. Risco de inundações nas seguintes bacias/municípios:
– Rio Minho: Monção, Valença
– Rio Coura: Caminha
– Rio Lima: Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima;
– Rio Cávado: Braga; Barcelos; Vila Verde; Esposende;
– Rio Ave: Santo Tirso, Trofa; Vila Nova de Famalicão;
– Rio Douro: Gondomar, Porto; Vila Nova de Gaia; Lamego; Peso da Régua;
– Rio Tâmega: Chaves, Amarante
– Rio Sousa: Lousada, Paredes
– Rio Lis: Leiria
– Rio Nabão: Tomar
– Rio Guadiana: Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António Informação hidrológica em
https://apambiente.pt
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Este quadro meteorológico deverá ser mais gravoso entre a tarde de hoje, 12 de fevereiro, e o dia de amanhã, 13 de fevereiro, na região de Lisboa e Vale do Tejo. A precipitação intensa e persistente registada nos últimos dias, associada ao seu efeito acumulado, conduziu à saturação hídrica dos solos, à fragilização das estruturas marginais dos rios e à subida dos caudais, prevendo-se que se mantenham elevados nos próximos dias. A continuação da precipitação aumenta o risco de inundações e cheias, sendo expectável:
– A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;
– A ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento; – Solos saturados, o que resultará numa descida lenta da água que, neste momento, afeta as vias rodoviárias;
– A instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal;
– Piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água;
– Interdição de algumas de algumas vias rodoviárias por submersão; – Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de cheias e inundações, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública. – Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;
– Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;
– Desconforto térmico na população devido ao aumento da intensidade do vento.
3. MEDIDAS PREVENTIVAS
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
– Garanta a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
– Evite qualquer tipo de atividade próxima de linhas de água, em especial nas zonas com histórico de inundações;
– Evite o estacionamento de veículos em zonas historicamente inundáveis;
– Não atravesse zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou veículos para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
– Retire das zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e/ou outros bens para locais seguros;
– Restrinja ao máximo possível os movimentos de veículos e pessoas apeadas nas áreas potencialmente afetadas por cheias;
– Tenha especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas próximas de linhas de água, devido ao risco de queda de ramos e/ou árvores arrastados pelas águas;
– Garanta a adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
– Tenha especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
– Evite o estacionamento de veículos em áreas arborizadas;
– Feche e reforce estores e janelas, em especial os que estão virados na direção do vento;
– Recolha estruturas exteriores para evitar que sejam arrastados;
– Fixe objetos no exterior e de varandas e parapeitos, como vasos, mobiliário de jardim ou outros;
– Tenha especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;
– Não pratique atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
– Adote uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tomando especial atenção à eventual formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;
– Esteja atento às informações da meteorologia, da Agência Portuguesa do Ambiente e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.
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