sábado, 28 de fevereiro de 2026

“É urgente sensibilizar a população em geral, particularmente os jovens, para as necessidades existentes no âmbito da doação e transplantação de medula óssea”


A maioria das pessoas que precisam de transplante de medula óssea não encontra um irmão compatível. Por isso, cada inscrição no Registo Português de Dadores de Medula Óssea (CEDACE) é crucial. Para aumentar a literacia sobre o tema e potenciar estas mesmas doações, o Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP (IPST) lançou dois cursos online na Plataforma NAU, abertos ao público e a profissionais de saúde, para explicar:
  •  Quem pode ser dador e como funciona o processo;
  • Os métodos de colheita e o impacto de cada dádiva;
  • Como a diversidade e o rejuvenescimento do Registo aumentam as chances de salvar vidas.
Para contextualizar de forma mais aprofundada sobre o desenvolvimento destes cursos e a sua importância, transcrevesse uma entrevista completa, com a Dra Maria Antónia Escoval, Presidente Conselho Diretivo do IPST e com o Prof. Doutor Eduardo Espada, Diretor Médico do CEDACE, publicada no dia 18 de fevereiro em Notícias: FCT/NAU
#1 O que motivou a criação deste curso sobre doação de medula óssea?

Dra. Maria Antónia Escoval (MAE): Para além de promovermos uma literacia digital, é essencial para o IPST divulgar as alterações aos critérios de elegibilidade para a doação de medula óssea, progenitores hematopoiéticos, bem como o início da inscrição online. A divulgação desta informação foi determinante para a criação destes cursos. O manual de triagem dos candidatos ao Registo Português de Dadores de Medula Óssea (CEDACE), sofreu atualização a 2 de janeiro de 2025, bem como o consentimento informado e os questionários para registo/inscrição e ativação. Entre outras alterações a estes critérios, a idade, passou a ser dos 18 aos 35 anos, tendo como objetivo, entre outros, o rejuvenescimento do registo, permanecendo, no entanto, o candidato disponível até aos 55 anos, tal como já acontecia. Em dezembro de 2025 iniciámos a inscrição online no CEDACE.

Prof. Doutor Eduardo Espada (EE): A doação de células progenitoras hematopoiéticas (vulgo, medula óssea) é um passo crítico no processo de transplante alogénico de progenitores hematopoiéticos. Dado que apenas 25 a 30% das pessoas que necessitam de um transplante têm um irmão compatível disponível, para a atividade de transplante corresponder às necessidades dos doentes, existe uma grande dependência de Registos nacionais de dadores, como o CEDACE, integrados na rede internacional WMDA (World Marrow Donor Association; Associação Mundial de Dadores de Medula). O CEDACE existe desde 1995 para suprir as necessidades da população portuguesa e imigrante, bem como de doentes de todo o mundo que sejam compatíveis com os nossos dadores, e é um dos maiores Registos do mundo per capita. Ainda assim, muito do seu crescimento ao longo dos anos dependeu de apelos individuais de doentes, não sendo guiado por um conhecimento consistente sobre os processos de doação e as reais necessidades de dadores, pelo que aproveitámos o atual momento de modernização da inscrição e de alteração de critérios de elegibilidade para contribuir para a formação não só dos profissionais envolvidos no processo, como também da população em geral.

#2 Que lacunas de informação ou sensibilização sentiram que era urgente colmatar?
MAE: É urgente sensibilizar a população em geral, particularmente os jovens, para as necessidades existentes no âmbito da doação e transplantação de medula óssea. Neste âmbito, é importante dar a conhecer a atividade do CEDACE, bem como os critérios de elegibilidade para a dádiva. O objetivo da atividade do CEDACE é encontrar dadores voluntários de células progenitoras hematopoiéticas para doentes nacionais e internacionais. A avaliação da elegibilidade destes potenciais dadores é fundamental no processo de inscrição, registo, ativação e workup. É também um pilar essencial para a qualidade e segurança das células progenitoras hematopoiéticas e para o bem-estar e segurança das pessoas candidatas à dádiva e das pessoas recetoras. Em cada uma destas fases poderá haver situações clínicas que determinam a aprovação ou suspensão (temporário ou definitiva) dos potenciais dadores, sendo que entre o momento da inscrição e registo e uma eventual ativação podem decorrer vários anos.

Os critérios de elegibilidade de dador de células progenitoras hematopoiéticas tinham sido estabelecidos em documento datado de 2 de março de 2015, que constituiu um importante apoio aos profissionais de saúde responsáveis pela seleção, triagem e elegibilidade dos potenciais dadores. A sua recente atualização, no início de 2025, teve em conta as exigências técnicas, a evidência científica, a eficiência do registo, a avaliação individual do risco da pessoa dadora, as boas práticas. Também abarcou a necessidade de garantir a quantidade ótima e especificidade da dádiva às necessidades reais e a uma melhor capacidade de resposta do registo às solicitações das unidades de transplante de progenitores hematopoiéticos nacionais e internacionais. Importa, pois, divulgar estas atualizações bem como a alteração dos procedimentos relacionados com a inscrição que agora será online.

EE: Destacaria três aspetos principais relacionados com a doação e o transplante de progenitores hematopoiéticos que desejamos que a população retenha com estes cursos. O primeiro prende-se com a real necessidade de inscrição no CEDACE, esclarecendo que há doenças cujo tratamento depende inteiramente de um transplante alogénico de progenitores hematopoiéticos, e que, na maioria dos casos, esse depende de uma doação anónima, altruísta e benévola. Em segundo lugar, achámos importante esclarecer os métodos de colheita das células, para que seja claro como os processos decorrem, e que, embora possa haver preferência por um dos métodos de colheita por parte da equipa de transplante, a escolha final recai sempre sobre a pessoa dadora. Finalmente, quisemos esclarecer que a probabilidade de obtenção de um dador compatível depende, entre outros parâmetros, da existência de um número suficiente de dadores com um perfil de ancestralidade semelhante ao doente que necessita de um transplante – deste modo, torna-se crítico que haja no CEDACE um número significativo de dadores provenientes de todos os distritos do país, bem como de outros países (que residam em Portugal) e com a maior diversidade de ancestralidade possível, para que ninguém que necessite de um transplante se veja confrontado com a inexistência de dador no Registo.

#3 Quais são os principais objetivos que esperam alcançar com este curso?

MAE: Referidos nas duas respostas acima. Estes cursos permitem disponibilizar conteúdos de literacia em saúde a um público alargado, desde candidatos à dádiva de medula óssea até estudantes e profissionais interessados nas áreas da biomedicina e da solidariedade social.

EE: Se conseguirmos aumentar a literacia em saúde referente a esta problemática, estamos certos que conseguiremos, a seu tempo, melhorar significativamente a probabilidade de obtenção de dadores para os doentes que necessitem de transplante. Também tornaremos os processos de ativação dos potenciais dadores e de colheita mais fluidos, por uma inerente melhor compreensão da real importância não só da inscrição como do compromisso com a colheita quando uma pessoa é identificada como compatível.

#4 A quem se destina prioritariamente este curso: jovens, público em geral, profissionais de saúde?

MAE: Temos duas formações, uma destinada ao público em geral e outra a profissionais de saúde, ambas no âmbito da digitalização do processo de inscrição no CEDACE.

EE: Como referido previamente, um dos cursos é focado nos profissionais envolvidos no processo de inscrição de novos dadores, sendo o segundo aberto ao público em geral. Dado que o sucesso do transplante de progenitores hematopoiéticos é maior quanto mais jovem for a potencial pessoa dadora, e que é menos provável que o processo de doação da mesma seja suspenso por motivos clínicos quanto mais jovem for, optámos por redução da idade para inscrição no CEDACE para entre os 18 e os 35 anos (sendo que os dadores ficam inscritos até aos 55 anos). Esta decisão permitirá rejuvenescer o CEDACE, levando a uma otimização dos processos de obtenção de dador. Assim, apesar de querermos aumentar a literacia em saúde de toda a população, os jovens são o nosso principal foco, porque está nas suas mãos o poder de causar a diferença, com uma inscrição de cada vez.

#5 Porquê a aposta na NAU?

MAE: No quadro da missão de promoção da dádiva e de sensibilização para a importância do sangue e dos componentes sanguíneos, tinha sido desenvolvido o curso online “Critérios de elegibilidade para Pessoas candidatas à dádiva de sangue”, em formato MOOC (Massive Open Online Course - Curso Aberto e Massivo Online) na plataforma NAU, pioneiro em Portugal na área da literacia em saúde e da educação para a cidadania. O curso esteve disponível de 15 de fevereiro a 13 de setembro de 2022, registando 2 060 inscrições.

Este projeto constituiu um marco no compromisso do IPST com a inovação digital e a capacitação dos cidadãos, integrando-se nas políticas públicas de transformação digital da Administração Pública e de promoção da literacia em saúde, em alinhamento com o Plano de Ação para a Transição Digital e com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, e foi considerado um êxito para o IPST. O formato MOOC da plataforma NAU, baseado em princípios de aprendizagem aberta, acessível e interativa, permite disponibilizar conteúdos de literacia em saúde a um público alargado, desde candidatos à dádiva de sangue e de medula óssea até estudantes e profissionais interessados nas áreas da biomedicina e da solidariedade social, como já foi referido. Foram, então, criados estes dois cursos neste formato para a área do Registo Português de Dadores de Medula Óssea, um para o público em geral e outro destinado a profissionais de saúde. Os três cursos desenvolvidos garantem a convergência entre inovação tecnológica, responsabilidade social e missão pública, posicionando o IPST como instituição de referência na criação de recursos educativos digitais em saúde, e contribuindo ativamente para o aumento da literacia, da autonomia e da consciência solidária dos cidadãos.

#6 Que próximos passos gostariam de dar na área da sensibilização para a doação de medula?

EE: Embora vejamos a produção e divulgação destes cursos como uma excelente plataforma de lançamento para aumentar a visibilidade da missão do CEDACE junto da população, permitindo o rejuvenescimento e otimização do Registo, pretendemos que este seja apenas um dos pilares de comunicação contínua, de modo a eliminar falsas conceções sobre a doação de medula e chegar às pessoas de modo sustentado. Assim, pretendemos planear ações de divulgação consistentes nas redes sociais, colaborando também com parceiros estratégicos que queiram ajudar a suportar esta causa de tão grande importância.

#7 Alguma mensagem ou informação que queiram acrescentar?

EE: O transplante de medula óssea é uma terapêutica de elevado risco, mas com um potencial enorme para curar ou prevenir a recidiva de doenças que de outro modo não seriam tão adequadamente tratadas. Sabemos que o impacto mediático que advém da ausência de identificação de dador para um doente tende a ser muito grande, mas acreditamos que a informação sobre a doação e transplante deve ser sustentada ao longo do tempo, para que quem se inscreve o faça com a plena consciência da importância desse louvável gesto, reduzindo a carga emocional associada a apelos esporádicos. Esta foi a principal motivação que nos levou a criar a formação dirigida ao público, que esperamos tenha uma divulgação e adesão em massa, para que o nosso Registo, que já tem uma dimensão e importância considerável tanto em Portugal como no mundo, consiga chegar a ainda mais pessoas, tornando os infelizes casos de pessoas que não encontram um dador cada vez mais infrequentes.

Fonte: https://www.ipst.pt/index.php/pt/comunicacao/newsletter-ipst-ip/1155

Novo modelo do Cartão Nacional de Dador de Sangue


Publicada, no Diário da República nº 32, Série I de 16 de fevereiro, a Portaria n.º 80/2026/1, que, procede à primeira alteração à Portaria n.º 124-A/2013, de 27 de março, e aprova o novo modelo do Cartão Nacional de Dador de Sangue.
A presente Portaria entra em vigor 90 dias após a sua publicação.

Para uma informação mais completa consulte:

Portaria n.º 80/2026/1, de 16 de fevereiro - Procede à primeira alteração à Portaria n.º 124-A/2013, de 27 de março, e aprova o novo modelo do Cartão Nacional de Dador de Sangue.

Novos Critérios na Seleção de Dadores de Sangue


Na sequência da atualização do Manual de Triagem de Pessoas Candidatas à Dádiva de Sangue, tiveram lugar várias alterações em relação aos critérios de seleção de dadores. Estas alterações seguem as orientações europeias e visam reforçar a sustentabilidade dos serviços de sangue do país.
Assim, o limite de idade para a primeira dádiva que até agora era de 60 anos, deixa de existir, passando a aprovação para a dádiva a depender de critério do médico do serviço de sangue. Os Dadores regulares e saudáveis poderão continuar a dar sangue até aos 70 anos de idade, desde que sejam submetidos a avaliação médica individual.
No âmbito das suspensões temporárias, deixa de existir o período de suspensão para o Vírus do Nilo Ocidental (WNV), pela disponibilização de TAN (Teste de Ácidos Nucleicos) individual por parte do IPST, e sempre que realizado este teste de sangue que deteta diretamente o material genético (RNA) do vírus.
Mantém-se a necessidade de o dador não estar em jejum quando dá sangue, mas deixa de ser impeditivo para a dádiva, a ingestão de qualquer refeição leve, não sendo obrigatório aguardar a digestão, desde que não exista sensação de enfartamento após a refeição.
Há ainda alterações substanciais em relação a várias situações que impediam definitivamente a dádiva, nomeadamente: ter sido submetido a sleeve ou by-pass, ter residido no Reino Unido entre 1980 e 1996 e ter recebido uma transfusão sanguínea depois de 1980.
Fonte: https://www.ipst.pt/index.php/pt/comunicacao/newsletter-ipst-ip/1151




68º Aniversário do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP


O IPST,IP comemora mais um ano de vida.
Em nome dos doentes, agradecemos a todos os que colaboram connosco nesta nobre missão, mas sobretudo àqueles que partilham o melhor de si e nos ajudam a salvar vidas. Agradecemos a todos os que ao longo de 68 anos contribuíram e contribuem para construir esta instituição e a alcançar importantes conquistas: aos seus profissionais, aos que tutelaram e tutelam esta área e a inúmeras organizações públicas e privadas. Mas a história do IPST não seria possível, sem o contributo inestimável de cada dador (de sangue, células, tecidos e órgãos).
Face às contingências decorrentes das diversas tempestades, o IPST é um exemplo, na manutenção da sua atividade, mas sobretudo por dar relevo à contínua e ininterrupta importância da solidariedade e resiliência das comunidades.

Nos momentos mais importantes das nossas vidas, gostamos de ser acompanhados por todos os que connosco caminham e nos acarinham. Saudações solidárias, saúde e longa vida para todos!

Conselho Diretivo do IPST,IP
Lisboa, 16 de fevereiro de 2026

Tradições vivas e sustentabilidade marcam terceiro dia do Centro de Portugal na BTL


Da transumância aos cantares tradicionais, o Centro de Portugal mostra que o futuro constrói-se com raízes

As tradições, a cultura viva e a sustentabilidade estiveram no centro da programação do terceiro dia da Turismo Centro de Portugal na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, numa jornada que evidenciou a força identitária do território e a forma como a região transforma a herança em futuro.
Um dos destaques do dia foi a evocação da Transumância no Ano Internacional das Pastagens e dos Pastores. Esta tradição está profundamente enraizada nas zonas montanhosas da região e reforça a ligação entre território, comunidades e paisagem, com a particularidade de contribuir para a preservação ambiental. Neste contexto, foi apresentada a candidatura da Rota da Transumância ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, numa iniciativa conjunta dos municípios de Castro Daire, Fundão, Gouveia e Seia, que a deram a conhecer na BTL.
Também os Cantares de Manhouce, de São Pedro do Sul, trouxeram ao stand a força da tradição oral, num momento que evidenciou a importância do património imaterial na construção da identidade regional.

A dimensão internacional da sustentabilidade esteve também em destaque com a apresentação do I Fórum de Geoparques Mundiais da UNESCO da CPLP, reforçando o papel do Centro de Portugal no debate global sobre valorização do património natural.
A manhã abriu com a Região de Coimbra em destaque, através da apresentação dos Sabores da Chanfana, pela Confraria da Chanfana, de Vila Nova de Poiares. Um dos pratos mais emblemáticos do território foi apresentado como ativo turístico diferenciador e símbolo de autenticidade regional. Seguiu-se o showcooking do Chef Luís Lavrador, embaixador da Região de Coimbra no projeto “Sabores ao Centro”, que deu a provar iguarias representativas deste território a um stand repleto de visitantes.
O Município de Cantanhede apresentou a Expofacic 2026, um dos maiores eventos anuais do país, sublinhando a capacidade da região para organizar iniciativas de grande dimensão, com impacto económico e cultural relevante.
O PROVERE Aldeias do Xisto levou ao palco o XJAZZ – Encontros do Jazz nas Aldeias do Xisto, iniciativa que promove residências artísticas e concertos em contexto de imersão nas aldeias, convidando artistas nacionais e internacionais a dialogar com o território.
A inovação marcou igualmente presença com a apresentação da J. Gomes – Reciclagem Têxtil, exemplo de economia circular aplicada à indústria regional. A programação integrou ainda a apresentação “MCoutinho no Caminho de Santiago”, pelo Escape Livre, sublinhando a relevância dos caminhos históricos e espirituais na estruturação da oferta turística.

A sub-região Médio Tejo promoveu algumas iniciativas que vão decorrer no território, bem como um momento gastronómico com o Chef Sérgio Fernandes, embaixador regional no projeto “Sabores ao Centro”, enquanto a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo apresentou o novo Terroir Serras e a Rota dos Vinhos do Tejo.

O Oeste esteve representado pelo showcooking da Chef Patrícia Borges, no âmbito do “Sabores ao Centro”, e pela apresentação do WTA Caldas da Rainha Ladies Open.

Paralelamente à programação do stand, a Turismo Centro de Portugal participou em dois eventos em que é parceira, no espaço da Turismo do Porto e Norte de Portugal. O presidente Rui Ventura marcou presença na apresentação do I Encontro dos Caminhos de Santiago em Portugal, enquanto a vice-presidente Anabela Freitas participou no lançamento da 5.ª edição da iniciativa “À Descoberta do Turismo Industrial”, promovida pela Rede Portuguesa do Turismo Industrial.

Se os primeiros dias da BTL foram marcados pela apresentação de estratégia e pelo lançamento de novas marcas e projetos, o terceiro confirmou que o Centro de Portugal cresce quando honra as suas raízes e transforma a tradição em vantagem competitiva, afirmando-se como um território onde cultura, sustentabilidade e identidade caminham lado a lado.

Sobre a Turismo Centro de Portugal:
A Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

*Cátia Aldeagas
Diretora do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas
Turismo Centro de Portugal

**Luís Miguel Nunes
Consultor de comunicação


Apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR 2026) – Dia 2 de março


A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) realiza na próxima segunda-feira dia 2 de março, pelas 12h00, no edifício da Câmara Municipal de Ponte da Barca, a cerimónia pública de apresentação oficial do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais para 2026 (DECIR 2026).

A cerimónia será presidido por Sua Excelência o Primeiro Ministro, Luís Montenegro, e contará com a presença de altos dignitários das mais diversas entidades que integram o sistema nacional de proteção civil.
No final da sessão, será possível visitar uma exposição estática de meios e recursos operacionais utilizados pelos diversos Agentes de Proteção Civil no âmbito do DECIR 2026.

Programa | 2 de março
11h45 – Receção aos convidados
12h00 – Chegada de S.Exa. o Primeiro-Ministro
12h05 – Início da cerimónia
– Boas-vindas do Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca
– Alocução de S.Exa. o Ministro da Administração Interna
– Apresentação do DECIR 2026 - Comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil
– Alocução de S.Exa. o Primeiro-Ministro
– Visita à exposição estática de meios e demonstração de capacidades operacionais de combate a incêndios rurais
13h00 – Encerramento da cerimónia

Local: Câmara Municipal de Ponte da Barca

*Alcina Coutinho
Chefe de Divisão
Divisão de Comunicação e Sensibilização
Presidência