quinta-feira, 14 de maio de 2026

ATLETAS DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA COMPETIRAM NO TRILHOS LUSO BUSSACO


Realizou-se no passado 10 de maio a 8ª edição da prova Trilhos Luso Bussaco, organizado pela equipa Trilhos Luso Bussaco - Associação, com 3 provas competitivas 3 uma caminhada.
Os atletas percorreram trilhos e caminhos florestais da Serra do Bussaco, incluindo a passagem pela Mata Nacional, considerada Monumento Nacional, e por alguns dos locais emblemáticos como o Palace Bussaco Hotel, as Escadas da Fonte Fria e a Cruz Alta, entre cedros, azevinhos, medronheiros, carvalhos, gilbardeiras e adernos.
Participaram 4 atletas da Secção de Ar Livre e Aventura da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, participaram nas provas de 31km e 18km pontuáveis para os Circuitos Nacionais de Trail e Trail Sprint da Associação de Trail Running de Portugal, tendo na distância de 18km
Pedro Cardoso, alcançado o 9º lugar na classificação geral masculino e o 4º lugar no escalão M45.
Na distância de 31km a atleta Otília Costa, alcançou a 11ª posição na classificação final feminina e a 5ªposição no escalão F45.
Percorrendo a mesma distância, Nuno Almeida, alcançou o 33º lugar masculino, e o 9º no escalão M50, e Joselito Marques o 56º masculino, 14º M50.
Coletivamente, a equipa da Sociedade Columbófila classificou-se em 4° lugar na prova de 31km.

Com o apoio:
Óptica Loisas Loisas - Zeiss
Fisioterapeuta Ana Taraio 
Luisa Cabeleireiro 
Mariana Andrade Martins - Nutricionista e Nutricoach 
Fisiobaía-Saúde Global 
Streetsport Animação Turística
Fisio André Viegas 
NH Fitness Athletes - Preparação Física e Alta - Performance (Nelson Heleno)



Troféu Nacional de Samba reúne as campeãs em Estarreja

 A “liga das campeãs” do samba está de regresso à cidade de Estarreja. O Troféu Nacional de Samba de 2026 realiza-se no dia 20 de junho, sábado, e reunirá na mesma avenida as melhores escolas de samba dos principais carnavais de Portugal. O desfile começa às 22h, no Parque Municipal do Antuã, com entradas livres para peão.
Na 14.ª edição da iniciativa, as escolas de samba que se sagraram campeãs do Carnaval, em Estarreja (Vai Quem Quer), Ovar (Costa de Prata), Sesimbra (Trepa do Coqueiro), Mealhada (Batuque) e Figueira da Foz (Unidos do Mato Grosso). Nesta edição há uma novidade. A ACE - Associação de Carnaval passará a convidar anualmente uma escola de samba que não participa nos tradicionais concursos. E, nesta edição, é a Unidos De Vila Régia, de Albergaria-a-Velha.
Com organização da Associação do Carnaval de Estarreja e apoio da Câmara Municipal de Estarreja e da CIRA - Comunidade Intermunicipal de Aveiro, numa espécie de “carnaval de verão”, antevê-se um espetáculo de ritmo, cor, alegria, qualidade, criatividade e exuberância, com cerca de oito centenas de figurantes a darem o seu melhor na alameda do parque da cidade, já batizada por muitos de “avenida do carnaval”.
Cada escola de samba integra um conjunto de alas específicas: desde o mestre-sala e porta-bandeira, à comissão de frente, baianas, passistas e bateria. A melhor a desfilar e que tiver melhor pontuação quando conjugados os vários critérios de avaliação - mestre-sala e porta-bandeira com comissão de frente, fantasia e conjunto, bateria e harmonia - receberá o Troféu Nacional de Samba. O júri é nomeado pela ACE – Associação do Carnaval de Estarreja e será composto por seis elementos, em que cada dois júris avaliam os itens correspondentes.
O Carnaval de Estarreja constitui um evento âncora da estratégia da política cultural municipal, sendo um forte fator de atratividade turística que alavanca a dinâmica da economia local, o que se pretende ver refletido não só no período de Carnaval, mas também noutros momentos ao longo do ano.
Após o desfile há um concerto imperdível com a banda Forróbodó que vai aquecer o ambiente do Parque Municipal do Antuã. A entrada é gratuita.
O preço do bilhete de bancada terá o custo de 5€ e pode ser adquirido junto da organização ou no local no dia do desfile. O de peão é gratuito.
 
*Gabinete de Comunicação, Relações Públicas e Protocolo

Escola Superior Agrária de Coimbra acolhe evento final do projeto B-READY4FUTURE: Programa de formação dedicado à gestão integrada da floresta e do fogo

 Primeiro Programa de Formação Nacional dedicado à gestão integrada da floresta e do fogo encerra com evento nacional onde serão apresentados os resultados e perspetivas futuras e o Plano Nacional de Qualificação do SGIFR.

Escola Superior Agrária de Coimbra acolhe evento final do projeto B-READY4FUTURE


Realiza-se no próximo dia 19 de maio de 2026, no auditório principal da Escola Superior Agrária do Politécnico de Coimbra (ESAC-IPC), com início às 14h30, o evento final do projeto B-READY4FUTURE. O evento assinala o encerramento deste Programa de Formação, que contou com a colaboração inédita de oito Instituições de Ensino Superior e com a participação de mais de 200 técnicos superiores de Organizações de Produtores Florestais e de entidades da Administração Pública ligadas ao Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR).
A sessão contará com a participação de José Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura e Mar, estando também prevista a presença de Fernando Alexandre, Ministro da Educação, Ciência e Inovação, reforçando a relevância estratégica da qualificação no contexto da gestão integrada da floresta e do fogo.
Tendo como objetivo apresentar os principais resultados do Programa de Formação B-READY4FUTURE, a sessão conta igualmente com a participação da AGIF para apresentar o Plano Nacional de Qualificação do SGIFR, que define estratégias e processos de qualificação dos agentes do SGIFR e de acreditação de qualificações para um período de 10 anos, e o papel do conhecimento e da capacitação na transformação do setor.
O programa do evento incluirá também a entrega de certificados aos formandos que completaram o Programa de Formação e uma sessão dedicada ao Plano Nacional de Qualificação e às perspetivas de internacionalização de conceitos e de promoção de conhecimento e cooperação europeia .
O B-READY4FUTURE assenta em Microcredenciais de nível superior, algumas das quais identificadas no Plano Nacional de Qualificação do SGIFR, nas áreas da prevenção, comportamento, comunicação de risco, gestão de fogos rurais e supressão de incêndios, incluindo outras áreas como os serviços de ecossistema e biodiversidade, fitossanidade e certificação, planeamento florestal, oferecendo uma oportunidade única de atualização e especialização para profissionais e técnicos superiores que atuam no setor. O acesso a formação de alta qualidade, fornecida por mais de 30 docentes especializados em diversas áreas de conhecimento, e a obtenção de certificações reconhecidas por Instituições de Ensino Superior e pelas entidades SGIFR na área dos fogos rurais, que valorizam a carreira profissional dos formandos, são algumas das vantagens desta iniciativa que privilegia uma formação de excelência.
 
Para confirmação de presença ou mais informações: gabinetecomunicacao@forestwise.pt
 
Sobre o CoLAB ForestWISE®
O CoLAB ForestWISE® - Laboratório Colaborativo para Gestão Integrada da Floresta e do Fogo é uma Associação de direito privado, sem fins lucrativos, dotada de personalidade jurídica. Tem como objetivo promover a gestão integrada da floresta e do fogo através de atividades de (co)investigação, inovação e transferência de conhecimento e de tecnologia com vista a contribuir para uma gestão florestal mais sustentável em Portugal, a valorização dos produtos e serviços florestais, a redução das consequências negativas dos grandes incêndios rurais, o aumento da competitividade do setor florestal português, a dinamização do desenvolvimento sustentável nos territórios de baixa densidade e a promoção do emprego científico. O CoLAB ForestWISE atua como elemento aglutinador entre a indústria, a academia e administração pública, alavancando o conhecimento existente nos centros de saber e aplicando-o na resolução de problemas concretos, atuais e emergentes das empresas e dos domínios da floresta e do fogo, indo ao encontro dos grandes desafios societais.
 
Sobre o B-READY4FUTURE:
O B-READY4FUTURE é uma iniciativa dedicada à capacitação e qualificação de profissionais no âmbito do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR), com o objetivo de reforçar competências técnicas, promover a transferência de conhecimento e contribuir para uma resposta mais eficaz aos desafios da gestão da floresta e do fogo em Portugal. Assente num programa estruturado de formação, que inclui mais de 684 horas de formação, promove a articulação entre conhecimento científico, necessidades operacionais e políticas públicas, apoiando a implementação do Plano Nacional de Qualificação (PNQ). É dinamizado pelo CoLAB ForestWISE em parceria com oito instituições de ensino superior nomeadamente, a Escola Superior Agrária de Coimbra, a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, o Instituto Politécnico de Bragança, o Instituto Superior de Agronomia, a Universidade de Aveiro, a Universidade de Coimbra, a Universidade de Évora e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, assegurando assim uma abordagem multidisciplinar e alinhada com os desafios atuais e futuros do setor. O Projeto B-READY4FUTURE é financiado pelo Fundo Ambiental, através da C08 – Florestas (AAC N.º 04/C08-i05.02/2023), dos Fundos Europeus atribuídos a Portugal pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR); no âmbito do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (MRR) da União Europeia (UE), enquadrado no Next Generation EU para o período 2021-2026.
 
Sobre o Plano Nacional de Qualificação do SGIFR
O Plano Nacional de Qualificação do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (PNQ_SGIFR) define a estratégia e os processos de qualificação dos agentes do Sistema de Gestão Integrada dos Fogos Rurais (SGIFR), que contribuam para melhorar a capacidade de intervenção. Com base na seriação das funções e atividades chave a desenvolver em cada uma das seis fases da cadeia de processos do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR), procedeu-se à identificação das competências e dos referenciais de formação existentes, ou a desenvolver, necessários ao seu desempenho. O Plano sistematiza a oferta formativa especializada para o desempenho de 62 funções e a execução de 154 atividades chave dos agentes do SGIFR, para o exercício das quais são definidas:  46 unidades formativas de nível não superior (formação profissional intermédia, das quais grande maioria já existe); 19 microcredenciais de nível superior (universitária ou politécnico, das quais a grande maioria a desenvolver); sistemas de certificação setorial SGIFR, a implementar para o reconhecimento das qualificações pelas entidades do sistema.
 

*Isabel Silva
 

 

 

CASA MUSEU JOÃO DE DEUS ACOLHE APRESENTAÇÃO DO LIVRO “O ADVENTO DO QUINTO IMPÉRIO”, DE ANTÓNIO DE ABREU FREIRE

 A Casa Museu João de Deus recebe, no próximo dia 14 de maio, pelas 18h00, a apresentação do livro "O Advento do Quinto Império", da autoria de António de Abreu Freire.
 
Natural do Bunheiro, concelho da Murtosa, António de Abreu Freire possui um percurso académico singular, marcado pela conjugação entre as Ciências Humanas — área em que se doutorou em Paris — e a Física, área na qual concluiu igualmente um doutoramento no Canadá. Esta formação multidisciplinar reflete-se na diversidade da sua obra, que abrange áreas como a História, a Antropologia, a divulgação científica e a literatura de cordel.
 
No seu mais recente livro, "O Advento do Quinto Império", o autor revisita um dos temas mais emblemáticos e complexos da cultura portuguesa: o mito do Quinto Império. A obra propõe uma reflexão aprofundada sobre o messianismo português, cuja origem remonta às profecias bíblicas do Livro de Daniel e que ganhou expressão maior através do pensamento do Padre António Vieira, no século XVII.
 
Reconhecido especialista na vida e obra de Vieira, António de Abreu Freire analisa a evolução desta ideia ao longo do tempo, desde a visão de um império espiritual e religioso liderado por Portugal até à sua transformação, na modernidade, num ideal de império cultural, de paz e de língua.
 
Mais do que uma análise histórica e filosófica, o livro convida o leitor a refletir sobre o destino de Portugal e sobre a pertinência de um pensamento messiânico num contexto global contemporâneo.
 
A sessão terá lugar na Casa Museu João de Deus, em São Bartolomeu de Messines, e contará com entrada livre.
 
+ sobre “O Advento do Quinto Império” Pelos 400 anos da canonização da Rainha Santa Isabel:
 
 A utopia da Era do Espírito Santo, criada no século XII pelo monge calabrês Joaquim de Fiore, era uma antevisão do futuro da Igreja, o desejo de uma renovação da comunidade cristã: um projeto ambicioso para a civilização ocidental e latina, mas que não contemplava as outras civilizações, não se estendia ao resto da humanidade. O Quinto Império do padre António Vieira é uma visão profética do futuro da humanidade inteira, a maior utopia jamais saída da mente de um génio e ela é portuguesa. Patriótica até à loucura, certamente, mas uma visão moderna da sociedade e da história humana, inspirada nas virtudes de um povo cristão: uma “feira universal” de fraternidade, onde “ninguém fica indiferente a ninguém, nem mesmo à ideia de um Criador”. 
A ideia de uma cidadania mundial tinha surgido no começo do século Vº da nossa era na mente do berbere Agostinho Aurélio quando o Império Romano se fragmentava, invadido por povos bárbaros que criavam dentro das suas fronteiras novos espaços rebeldes de liberdade. Como no tempo d’A Cidade de Deus, confrontamo-nos hoje com uma realidade nova e emergente, instável e dramática, a de uma civilização em declínio que provoca um sentimento de compaixão pelos excluídos, com uma variante: o bispo de Hipona ignorava a dimensão do mundo e a diversidade das civilizações que o pisavam. As ideias reformadoras de Joaquim de Fiore encontraram acolhimento junto dos soberanos mais poderosos da Europa medieval e chegaram a Portugal com Isabel de Aragão, a esposa de D. Dinis que criou, após a extinção da Ordem dos Templários (1312), um extraordinário movimento popular para continuar e alargar a prática das Obras de Misericórdia: as Irmandades do Espírito Santo, a primeira ação social comunitária e solidária de combate à exclusão, cujos rituais já se praticavam em Alenquer em 1320. A Ordem da Milícia de Cristo, criada por D. Dinis um ano antes, em 1319, dava continuidade e absorvia a função militar e administrativa dos Cavaleiros do Templo; as Irmandades recriaram os rituais da compaixão e da justiça como prenúncios proféticos de um futuro de paz e de felicidade – qual Jerusalém Celeste do Apocalipse.
 
A dinastia de Aviz endossou o projeto fabuloso de um grande Império cristão e universal, onde a nova Ordem de Cristo desempenharia um papel fundamental. D. Afonso V encomendou ao erudito veneziano Fra Mauro um mapa-mundi; foi-lhe entregue em 1459 e mostrava que, pelos oceanos, se podiam contactar todos os povos de todos os climas da Terra. O papa Nicolau V concedera ao rei português autorização para conquistar uma boa parcela do mundo e submeter todos os infiéis dessas terras à escravidão (bulas Dum Diversas (1452) e Romanus Pontifex (1455). O Império sonhado não se realizou de maneira duradoura, mas foi um dos maiores desafios da humanidade: tão rápido e violento quanto sublime, o projeto pareceu eterno enquanto durou. Como na saga de Ourique, onde se enraizou a Utopia portuguesa do Império, o Divino todo-poderoso não esmagou com palavras nem gestos o poderio dos inimigos; antes exigiu dos crentes o combate para assegurar a vitória e para que acontecesse o milagre. Na hora das lutas, cada qual fez-se predador, as mãos sujas de sangue, para sair vivo da peleja e com o seu quinhão de saque. O Império – Deus o quis - far-se-ia com armas e valores, e só com vitórias e virtudes ressuscitaria. Era necessário reconquistar Jerusalém! Graças a tamanho e tão ousado desafio, contam-se hoje uns 250 milhões de criaturas que falam todos os dias a língua mátria portuguesa.
 
No tempo da utopia do Vº Império de Vieira, no século XVII, já não restava nenhum pedaço de mundo nem nenhuma civilização por encontrar, mas o sonho imperial português tinha-se desfeito. No nosso tempo, a quantidade de humanos excluídos da cidadania é assustadora e ninguém mais ignora a dimensão do planeta e a diversidade das criaturas que o povoam. Arquitetos, obreiros e artesãos do futuro, enfrentam desafios inéditos, jamais imaginados, para alcançar uma nova era de paz, de liberdade e de fraternidade, qual novo Império do Divino, na versão encantadora e quase romântica da diáspora portuguesa que preserva os rituais do movimento criado em Portugal há mais de 700 anos pela Rainha Santa Isabel: o advento de um mundo novo.
 
Este livro é também uma parábola poética sobre um dos temas mais emblemáticos e complexos da cultura portuguesa: uma abordagem liberal do messianismo português, cuja origem remota se encontra numa narrativa bíblica do livro do profeta Daniel. Abreu Freire, reconhecido especialista na vida e obra do padre António Vieira, explica como esta utopia, inicialmente um projeto de expansão religiosa e espiritual liderado pela coroa portuguesa, evoluiu ao longo dos séculos, desde o tempo da Rainha Santa Isabel até aos nossos dias, exibindo como símbolos pombas, espadas e coroas, monges e cavaleiros. Uma reflexão sobre o destino de Portugal, questionando a relevância da ideia persistente de um futuro messiânico num mundo globalizado.
 
A Rainha Santa Isabel foi canonizada há 400 anos, a 24 de junho de 1625. “Assim, este livro é mais do que um tributo a uma Rainha: é um hino à solidariedade, um testemunho de fé na humanidade e um convite à ação”.  São 140 páginas de uma escrita que revela muito mais para além daquilo que conta. Não tinha só rosas, no avental de Isabel!


Oliveira de Frades | Passeio Sénior a Fátima reúne 750 participantes num dia de alegria e convívio

No dia 10 de maio realizou-se o passeio sénior, com destino a Fátima, um lugar de grande significado espiritual e um dos mais emblemáticos destinos de fé e peregrinação em Portugal. 
Num ambiente de partilha e boa disposição, os 750 participantes tiveram a oportunidade de visitar o Santuário de Fátima, vivendo momentos de serenidade e reflexão. 
O programa incluiu, ainda, um agradável almoço-convívio na Quinta Dom Nuno, marcado pela alegria, diversão e fortalecimento de laços de amizade.



*Sara Carvalho
Assessora de Comunicação - Gabinete de Comunicação e Imagem

Município de Águeda apela a reforço de meios em encontro com bombeiros e Governo

Iniciativa promovida pelo Ministério da Administração Interna reforça diálogo direto entre Governo, operacionais e autarquias na área da proteção civil

O Município de Águeda recebeu, ontem, o “Roteiro de Proximidade com os Bombeiros”, uma iniciativa promovida pelo Ministério da Administração Interna que decorreu no Centro de Artes de Águeda e reuniu representantes das corporações de bombeiros, associações humanitárias e entidades da proteção civil do distrito de Aveiro.
A sessão contou com a presença do Ministro da Administração Interna, Luís Neves, do Secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, bem como dos responsáveis nacionais da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Marcaram ainda presença o Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro e as direções e comandos dos corpos de bombeiros do distrito.
Num ambiente de proximidade institucional, em formato de reunião de trabalho, a iniciativa ficou marcada pelo contacto direto com os agentes no terreno e pela troca de opiniões, permitindo identificar necessidades, reforçar compromissos e consolidar uma atuação baseada na cooperação.
Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda, sublinhou a relevância deste modelo de contacto com os bombeiros. “Este Roteiro tem um significado muito relevante, assente numa lógica de contacto direto com as federações e com os corpos de bombeiros, permitindo um conhecimento real, sem filtros, das dificuldades e necessidades concretas”.
Destacando a especificidade do território, referiu que Águeda “conjuga uma forte componente urbana, uma vasta área industrial e uma exigente mancha florestal, onde predomina a monocultura do eucalipto”, o que implica “maior risco e desafios acrescidos”, exigindo preparação, competência e eficácia.
Neste contexto, defendeu a necessidade de reforço das Equipas de Intervenção Permanente (EIP), alertando para as desigualdades no atual modelo de distribuição de meios, que são atribuídos a corporações, ao invés de ser definido pelo número de população, pela área territorial e pela diferenciação do risco. “A equidade não é tratar de forma igual o que é profundamente diferente”, declarou.
A este propósito, o Vice-Presidente da Câmara de Águeda realçou a necessidade de reforço de viaturas para os bombeiros de Águeda e da região, no âmbito de futuros programas nacionais ou comunitários, e a urgência na concretização do projeto de videovigilância urbana em Águeda, atualmente pendente de autorizações. “A segurança das populações não pode ficar refém de excessos burocráticos”, afirmou, apelando à agilização do processo.
Alertando para a necessidade de intervenção no quartel da GNR da sede do concelho, que apresenta problemas estruturais agravados após episódios recentes de mau tempo, Edson Santos deixou um apelo direto ao Ministério da Administração Interna para apoiar a realização de obras urgentes de beneficiação, garantindo condições adequadas de funcionamento para aquela força de segurança.
Edson Santos evidenciou ainda o investimento contínuo e relevante do Município no reforço dos meios para bombeiros e proteção civil, nomeadamente em equipamentos, viaturas, infraestruturas e formação, bem como a existência de cinco Unidades Locais de Proteção Civil, que mobilizam cerca de uma centena de voluntários.
Na sua intervenção, o Ministro da Administração Interna, Luís Neves, destacou o empenho, dedicação e profissionalismo dos bombeiros, agradecendo o trabalho desenvolvido em prol do país. Sublinhou também a importância de ouvir diretamente os operacionais, garantindo que tomou nota das preocupações e necessidades apresentadas pelas corporações.
O governante reconheceu o contributo do Município de Águeda na área da proteção civil, afirmando que “Águeda tem dado um contributo muito relevante, muitas vezes suprindo a ausência de outras respostas”.
Em resposta ao Município, Luís Neves defendeu a sua concordância com o princípio apontado de que “o que é desigual deve ter tratamento diferenciado e o que é igual deve ter tratamento igual”, reforçando a importância de políticas ajustadas às realidades específicas de cada território.
Refira-se que o “Roteiro de Proximidade com os Bombeiros” é uma iniciativa que pretende reforçar o papel do diálogo contínuo e da articulação institucional na construção de respostas mais eficazes no domínio da proteção e socorro.
O encontro contou ainda com a presença dos vereadores Vasco Oliveira e Carlos Filipe, bem como do Presidente da Assembleia Municipal, Filipe de Almeida.
O Município de Águeda aproveitou a ocasião para reiterar a sua disponibilidade para continuar a colaborar com o Governo e todas as entidades do sistema, reforçando que “proteger Águeda é também proteger toda uma região”.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem


 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Em 2025 o Pingo Doce doou cerca de 745 toneladas de alimentos a instituições de Aveiro


O Pingo Doce doou, no ano passado, cerca de 745 toneladas a instituições do distrito de Aveiro, que apoia de forma regular. Com a implementação do programa Alimenta o Bairro, a insígnia, a nível nacional, doou o equivalente a 12 mil toneladas de géneros alimentares em 2025, reforçando o seu compromisso de proximidade e apoio às comunidades onde está presente.
O apoio a situações de carência alimentar é uma prioridade do Pingo Doce, que colabora regularmente com instituições de solidariedade social nas comunidades envolventes das suas lojas em todo o país. Em 2025, estes donativos chegaram a mais de 550 instituições, sob a forma de géneros alimentares provenientes de excedentes que já não podem ser comercializados por se aproximarem do fim da validade ou terem embalagens danificadas, por exemplo, mas que cumprem integralmente os padrões de segurança alimentar.
“É um orgulho enorme saber que conseguimos estar cada vez mais presentes na vida das nossas comunidades, apoiando quem mais precisa. Ano após ano, procuramos novas formas de levar um bem tão essencial como a alimentação a mais pessoas, contribuindo para aliviar as dificuldades de tantas famílias e fazendo a diferença no seu dia a dia”, sublinha Filipa Pimentel, Diretora de Desenvolvimento Sustentável e Impacto Local do Pingo Doce.
Lançado em 2024, o Alimenta o Bairro veio reforçar a escala e a eficiência do modelo de doações do Pingo Doce, promovendo um papel mais ativo das equipas de loja no combate à fome e uma resposta mais ajustada às necessidades das instituições parceiras. Ao longo de 2025, o programa foi otimizado através do alargamento dos artigos elegíveis para doação, do aumento da frequência das doações em loja e da formação e capacitação de instituições e dos colaboradores das lojas. No âmbito desta iniciativa, o Pingo Doce lançou também um site dedicado ao Alimenta o Bairro, onde as instituições podem consultar informação sobre o programa e submeter pedidos de apoio.
No conjunto dos seus apoios sociais, onde se inclui os donativos realizados no âmbito do Alimenta o Bairro, o Pingo Doce respondeu, em 2025, ao apelo de cerca de 1.330 instituições de cariz social nas zonas de influência das suas lojas. Os apoios em géneros alimentares e em valor monetário ultrapassaram os 30 milhões de euros, o que representa um crescimento de 55% face a 2024.
De destacar, também, a parceria com a Guarda Nacional Republicana (GNR) no apoio a idosos em situação de maior vulnerabilidade. No âmbito desta colaboração, foram entregues mais de 6.100 cabazes com alimentos, produtos de higiene e mantas a cerca de 1.800 idosos.

ATREVIA PORTUGAL
*Ana Mendes 
**Carina Monteiro