segunda-feira, 20 de abril de 2026

COLUMBÓFILIA: Paulo Santos vence concurso de CHESTE décima prova da Campanha Desportiva 2026, continuando a liderar a classificação geral de concorrentes José Rossa Ribeiro


Com a realização da solta de Cheste, decorreu no passado dia 18 de abril, a décima prova do Campeonato 2026, promovido e organizado pela Secção de Columbofilia da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que nesta prova contou com a participação de 22 associados concorrentes.

Integrando o calendário oficial da Associação Columbófila do Distrito de Coimbra, este concurso, na especialidade de fundo foi ganho por Paulo Santos, continuando a assumir José Rossa Ribeiro, a liderança da Classificação Geral de Concorrentes, com 3955 pontos, conforme se pode aferir nas seguintes tabelas:
Prova – CHESTE – (Fundo)
1º lugar – Libério Branco – 217 pontos; 2º - Nuno & Filho - 217; 3º - Manuel Barreto - 212; 4º - Paulo Santos - 211; 5º - Humberto Carvalho – 201; 6º - António Santos - 200; 7º - Fernando Ramos – 199; 8º - Horácio Oliveira /B - 196; 9º - Fábio Cruz - 194; 10º - Carlos Branco – 191; 11º - José Rossa Ribeiro – 190; 12º - João Regalado - 187; 13º - Jorge Santos – 178; 14º - Marco Ferreira – 144; 15º - Jorge Teixeira – 140; 16º - Lusitano Espinhal & Irmão – 129; 17º - Horácio Oliveira – 123; 18º - Ernesto Costa – 104; 19º - José Vinagreiro – 102 – 20º -Fernando Sequeira – 87; 21º -Joaquim Mendes – 78; 22º - Carlos Pereira – 29.

Geral de Concorrentes
1º lugar – José Rossa Ribeiro – 4371 pontos; 2º - Paulo Santos - 4242; 3º - Nuno & Filho - 4240; 4º - Lusitano Espinhal & Irmão - 4089; 5º - Humberto Carvalho - 4087; 6º - António Santos – 4029; 7º - João Regalado – 3876; 8º - Ernesto Costa – 3752; 9º - Jorge Teixeira - 3643; 10º Eugénio Claro – 3623; 11º - Jorge Santos – 3515; 12º - Manuel Barreto - 3425; 13º - Fábio Cruz – 3400; 14º - José Vinagreiro – 3381; 15º - Libério Branco – 3263; 16º - Fernando Ramos – 3249; 17º - Marco Ferreira – 3216; 18º - Joaquim Mendes – 3139; 19º - Horácio Oliveira – 2826; 20º - Rodrigo Rainho – 2786 – 1569; 21º - José Santos – 2706; 22º - Carlos Branco – 2656; 23º - Vitoria Rico – 2648; 24º - Fernando Sequeira – 2640; 25º - Diana Kostiv – 2620; 26º - Horácio Oliveira /B – 2610; 27º - Manuel Frade - 2502; 28º - Euclides Pimenta – 2334; 29º - Mário Rumor – 2041; 30º - Igor Santos - 2024; 31º - Paulo Ferreira – 2020; 32º - Carlos Santos – 1635; 33º - Franisana Pombos – 1630; 34º - Gonçalo Paião – 1560; 35º- Cidálio Salvador - 1521; 36º - Fernando Tavares – 1094; 37º - Francisco Vinagreiro - 925; 38º - Fernando Cruz – 763; 39º Carlos Pereira – 325; 40º– Vitor Patarra - 278. 41º - Joaquim Melo – 205.

 Troféu -
1º lugar – José Rossa Ribeiro – 3955; 2º - Paulo Santos – 3732 pontos; 3º - Humberto Carvalho – 3578.



16 grupos de teatro amador protagonizaram 32 peças ao longo de três meses. XXVI Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede terminou com humor em palco


Foi com a peça de teatro intitulada “Piolhos & Atores”, do dramaturgo espanhol José Sanchis Sinisterra, com encenação de Guilherme de Bastos Lima e desempenhos de Vítor Emanuel e de Guilherme de Bastos Lima, numa produção da companhia Teatro do Bigode, que baixou o pano do XXVI Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede.
A sessão de encerramento decorreu este domingo, 19 de abril, no Multiusos de Febres. Para trás ficaram quase três meses de espetáculos, por 16 grupos de teatro amador, que envolveram centenas de atores e outros intervenientes, com apresentações em múltiplas freguesias do concelho, numa clara aposta na diversidade de géneros, na descentralização cultural e no acesso à cultura.

Ao intervir na sessão, a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, manifestou o desejo de que as peças de teatro que subiram ao palco nestes últimos três meses possam chegar a outros locais do concelho. “Gostaria de ver reconhecido em todas as freguesias o trabalho destes grupos de teatro”, salientou.
De acordo com a autarca, a arte é fundamental no nosso quotidiano. “[A arte] não é apenas entretenimento — é uma parte essencial da nossa vida, pois influencia a forma como pensamos, sentimos e nos relacionamos com o mundo”, sublinhou, lembrando que “o Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede não é só um momento cultural, é o resultado do muito trabalho e entusiasmo de centenas de pessoas que, não sendo profissionais do teatro, abraçam esta arte de corpo e alma”.

Já o vice-presidente com o pelouro da Cultura, Pedro Cardoso, destacou “a reafirmação do Ciclo de Teatro como uma iniciativa cultural de grande relevância para a dinamização do movimento associativo e teatral do concelho”.

“Trata-se do maior ciclo de teatro da região, envolvendo centenas de atores e outros intervenientes, numa clara aposta na diversidade de géneros, na descentralização cultural, no intercâmbio artístico e partilha de experiências, e no acesso à cultura. Acresce que tem merecido uma crescente aposta na formação”, complementou.

A sessão de encerramento do Ciclo de Teatro Amador levou à cena a peça humorística “Piolhos & Atores”, que conta a história de Rios e Solano, dois atores, saltimbancos e bufões, que estão perdidos no tempo, pois sempre que saem de um teatro, entram “por magia” noutro, dando sempre de caras com o público, já sentado, à espera, a olhar… Sentem-se na obrigação de começar o espetáculo e trazem consigo uma velha arca de madeira, um pano remendado e alguns adereços.

No final da sessão, decorreu a entrega dos certificados de participação aos 16 grupos que participaram no XXVI Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede.


DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS DEDICADO À RESPOSTA DE EMERGÊNCIA DO PATRIMÓNIO

 A Marinha Grande foi, no dia 18 de abril de 2026, palco da sessão nacional do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS) 2026, que decorreu no Auditório do Centro Empresarial da Marinha Grande, reunindo especialistas, investigadores, técnicos e responsáveis institucionais para refletir sobre o papel do património cultural em contextos de conflitos, alterações climáticas e desastres naturais.

Sob o tema “Património vivo: resposta de emergência em contextos de conflitos e desastres”, definido pelo ICOMOS Internacional, a iniciativa assumiu especial relevância na Marinha Grande, concelho recentemente afetado por fenómenos meteorológicos extremos que causaram impactos significativos no património cultural, edificado e paisagístico.

A sessão foi promovida pelo Património Cultural – Instituto Público e pelo ICOMOS Portugal, com o apoio do Município da Marinha Grande
Na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, deu as boas‑vindas aos participantes e referiu-se diretamente aos impactos da tempestade Kristin no concelho, destacando os danos sofridos por vários equipamentos culturais e pelo Pinhal do Rei, enquanto elemento estruturante da paisagem e da identidade local, alertando para a fragilidade do património face aos eventos extremos.
“A resposta rápida das equipas no terreno, o envolvimento das instituições e a solidariedade entre cidadãos demonstram que o património vive através das pessoas — e é por elas que deve ser protegido.”, acrescentou.

Paulo Vicente reforçou que “proteger o património é, hoje, também preparar o futuro. É investir em planeamento, prevenção e cooperação, garantindo que as próximas gerações herdam não apenas memória, mas também a capacidade de a preservar.”

O presidente do Conselho Diretivo do Património Cultural, I.P., João Soalheiro, alertou que "as alterações climáticas colocam desafios concretos à nossa capacidade de atuação e, para agir, é preciso pensar e conhecer o território. O património cultural não divide, agrega, e só faz sentido se for vivido no terreno.”
João Soalheiro revelou ainda que "o nosso património ainda não é resiliente. Precisamos de uma verdadeira cultura de planeamento, manutenção e proximidade, que envolva todos os agentes — do poder local às comunidades.”

Por sua vez, o presidente do ICOMOS Portugal, Orlando Sousa, enquadrou a reflexão no contexto internacional, sublinhando que o património cultural está hoje particularmente exposto a conflitos e eventos climáticos extremos, o que exige uma articulação permanente entre proteção, planeamento e ação.

“Este é um caminho que tem de ser feito em paralelo, envolvendo museus, monumentos, sítios arqueológicos e o território. A execução do PRR no património cultural, que se encontra numa fase muito avançada, foi uma tarefa hercúlea, mas essencial para discutir o que deve ser a administração pública do futuro: mais resiliente, mais preparada e mais próxima.”, continuou.

O programa integrou uma visita ao Museu do Vidro / Palácio Stephens, seguida de conferências e painéis temáticos dedicados à recuperação do património afetado por desastres, aos cenários climáticos e impactos esperados em Portugal, aos riscos para o património arqueológico e ao contributo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para a resiliência do património cultural.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Porto de Mós | Comemorações 25 de Abril - 50 anos do Poder Autárquico

 O Município de Porto de Mós assinala, no próximo dia 25 de abril de 2026, as Comemorações dos 50 anos do Poder Autárquico, com um programa que conjuga momentos solenes, evocativos e culturais, celebrando o percurso democrático e o papel determinante do poder local ao longo das últimas décadas.
 
As celebrações têm início às 09h00, na Praça da República, com o tradicional hastear da bandeira, seguido de arruada pela Banda Recreativa Portomosense.
Durante a tarde, pelas 15h00, terá lugar a Sessão Solene, na tenda instalada no Parque Almirante Vítor Trigueiros Crespo, que contará com a presença da oradora convidada D.ª Maria Clara dos Santos, Juíza do Juízo Central do Núcleo Criminal de Leiria.
 
Este momento incluirá ainda uma homenagem aos Presidentes de Junta de Freguesia e Presidentes do Município (1976–2026), com a entrega de medalhas comemorativas, reconhecendo o contributo de todos quantos desempenharam funções autárquicas ao serviço da comunidade.
 
A cerimónia terminará com a interpretação do Hino Nacional pelos Coros do Concelho.
 
O programa culmina pelas 17h00 com o concerto “Ode aos trovadores de Abril”, pela Banda Companhia Limitada.
 
O Município convida toda a população a associar-se a esta data de grande significado coletivo, celebrando os valores de Abril e o papel fundamental do poder local na construção de uma sociedade mais justa, próxima e participativa.
 
*Patrícia Alves
Gabinete de Comunicação

Coro juvenil da Roménia atua no Centro de Interpretação do Românico


O Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, acolhe na próxima quarta-feira, 22 de abril, pelas 21h30, um concerto do coro de Székely Mikó. A entrada é livre.
O coro é constituído por 20 alunos do ensino secundário do Colégio de Székely Mikó, localizado em Sfântu Gheorghe, na Roménia.
Os alunos permanecerão durante uma semana no nosso país, com passagem por Lousada, Amarante, Braga e Porto, ao abrigo do Erasmus+, um programa da União Europeia de apoio à educação, formação, juventude e desporto.
A associação cultural Pátio Bravo é a parceira nacional deste programa de mobilidade com o Colégio de Székely Mikó, que conta também com o apoio do Município de Lousada e da União das Freguesias de Silvares, Pias, Nogueira e Alvarenga.
A Rota do Românico é um projeto turístico-cultural, que reúne 58 monumentos e três centros de interpretação, distribuídos por 12 municípios: Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende.
As principais áreas de intervenção da Rota do Românico abrangem a investigação científica, a conservação do património, a dinamização cultural, a educação patrimonial e a promoção turística.

*António Coelho
Planeamento e Comunicação
Rota do Românico | Itinerários Culturais
Praça das Pocinhas, 107, 4620-674 Lousada

Câmara de Terras de Bouro premiada na Galiza. Caminho da Geira quer preservar autenticidade e relação com peregrinos


O Município de Terras de Bouro foi distinguido com o “Prémio Abadesa Mariana”, atribuído pela associação galega Codeseda Viva, pelo seu contributo para a preservação do troço da antiga via romana que integra o Caminho de Santiago da Geira e dos Arrieiros, que começa na Sé de Braga.
O prémio foi atribuído “pela excelência da câmara municipal na gestão e conservação do troço da Via Nova, entre as milhas XIV e XXXIV”, explica a organização, adiantando que “se destaca pelo seu magnífico estado de conservação, sinalética renovada e o cuidar constante deste património histórico”.

A distinção foi recebida pelo vereador com o pelouro do Turismo na Câmara de Terras de Bouro, António Manuel da Cunha, numa sessão — no sábado, dia 18, na Sala Abanca, em A Estrada —, em que foi defendida a preservação da autenticidade do Caminho da Geira e dos Arrieiros.
No debate, em que participaram o presidente honorário da Academia Xacobea, Xesús Palmou; o historiador Luís Ferro e o presidente da Federação Galega de Associações de Amigos do Caminho de Santiago, Javier Gómez, entre outras personalidades, foi defendida “a importância de evitar a massificação do Caminho da Geira e dos Arrieiros para preservar a essência da hospitalidade”, numa altura em que apresenta um crescimento homólogo de 145% na atribuição de Compostelas
Os participantes, entre eles também a presidente da Associação Espaço Jacobeus de Portugal, Eulalia Fonseca, e o escritor Luís Ferreira, destacaram ainda que uma das principais características do Caminho da Geira e dos Arrieiros “é o vínculo autêntico que se cria entre as populações e os peregrinos, criando relações que até estão a motivar muitos reencontros posteriores”.

Este itinerário jacobeu justificou a atribuição de 757 Compostelas em 2025 e os participantes no debate consideram que o número ideal de peregrinos deve “rondar os dois mil por ano”, para manter a sua sustentabilidade nos diferentes aspetos.
Para ajudar a compreender este espírito que envolve o Caminho da Geira e dos Arrieiros, as pessoas presentes na cerimónia ouviram o relato de Álvaro Lazaga, um peregrino experiente em rotas ibéricas, que já percorreu por três vezes o itinerário que começa em Braga.

Na iniciativa, organizada pela sétima vez pela Associação Codeseda Viva, presidida por Carlos da Barreira, sob o tema “valorizar o património e a hospitalidade ligada às rotas de peregrinação”, foram entregues outros dois prémios. Xulia Puente, de Santiago de Tabeirós, na Galiza, foi “reconhecida pelo seu trabalho altruísta na manutenção e embelezamento do Caminho”, dedicando-se há anos “a decorar a envolvente da capela da Consolação com flores e elementos artesanais, como pedras e conchas de vieira pintadas à mão”.
O terceiro premiado da sessão, presidida pelo autarca de A Estrada, Gonzalo Louzao, foi a Associação Cultural Virxe da Grela, “pela recuperação da histórica Procissão da Grela, uma tradição ligada ao santuário de Guadalupe, recuperada em 2016 e que se mantém viva”.

Nos últimos nove anos, estima-se que o Caminho da Geira e dos Arrieiros foi percorrido por mais de 7.785 peregrinos, de 5.748 dos quais existe prova fotográfica, e pediram a Compostela 3.176 pessoas, segundo as associações que promovem o itinerário.

Entre eles contam-se pelo menos 50 proveniências, sobretudo de Portugal, Espanha e do resto da Europa, mas também do Japão, México, Azerbaijão, China, Porto Rico, Taiwan, Afeganistão, Bahamas, Palestina, Uruguai, Canadá, Nova Zelândia ou Sri Lanka.

O Caminho da Geira tem 239 quilómetros, começa na Sé de Braga e passa pelos municípios de Amares, Terras de Bouro e Melgaço, entrando na Galiza pela Portela do Homem.

Foi apresentado em 2017, em Ribadavia (Galiza) e Braga, reconhecido pela Igreja em 2019, e em publicações da associação de municípios transfronteiriços Eixo Atlântico (2020) e do Turismo do Porto e Norte de Portugal (2021).

O percurso destaca-se por incluir patrimónios únicos no mundo: a Geira, a via do género mais bem conservada do antigo Império Romano Ocidental, e a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés. Além disso, o seu traçado é um dos poucos que ligam diretamente à Catedral de Santiago de Compostela.

Contactos
*Asociación Codese da Viva
Carlos da Barreira (presidente)
**Associação Transfronteiriça do Caminho da Geira e dos Arrieiros (em instalação)
José Manuel Almeida (presidente da comissão instaladora)
Carlos Ferreira


A mostra estará patente até ao dia 30 de abril. Exposição interativa nos Paços do Concelho de Cantanhede celebra a Revolução de 25 de Abril de 1974

 
A exposição “Emoções e Inquietações de Abril”, que está patente ao público no edifício dos Paços do Concelho do Município de Cantanhede até ao dia 30 de abril, propõe uma abordagem dinâmica e interativa à Revolução de 25 de abril de 1974.
O verdadeiro motor das revoluções é a Educação. Sem uma estrutura educativa que promova o esclarecimento e o conhecimento, torna-se difícil despertar as pessoas para a compreensão daquilo que aconteceu, para o presente e para o futuro. No contexto das comemorações dos 50 anos do poder autárquico, esta exposição, instalada num edifício simbólico, reflete o espírito de serviço à comunidade, reforça a importância da memória e do conhecimento. Só através dessa consciência é possível compreender o presente e preparar o futuro”, sublinhou, na inauguração da exposição, da presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio.
A exposição resulta da parceria estabelecida entre Agrupamento de Escolas Lima de Faria (AELdF), que planeou e organizou os conteúdos expostos em articulação com a Rede de Bibliotecas de Cantanhede (RBC), equipa sob a coordenação da professora Isabel Bernardo, contou ainda com as professoras Ana Costa e Silva, Manuela Fonseca e Sofia Pedro, Serviço das Bibliotecas Escolares AEMM, contando com o apoio e o alto patrocínio do Município de Cantanhede.
A iniciativa pretende aprofundar o conhecimento sobre este período marcante da história de Portugal, incentivando simultaneamente a reflexão cívica e a participação na vida democrática.
Este espaço [Paços do Concelho] respira liberdade, desde logo por quem o habituou e o mandou construir, por quem esteve aqui. Marquês de Marialva foi um paladino da Liberdade. […] Nós na escola pensamos sempre de forma pedagógica trabalhar o tema do 25 de abril. Hoje as gerações mais novas parecem estar a dar a liberdade como um processo adquirido, onde ele de facto não é”, afirmou o diretor do Agrupamento de Escolas Lima-de-Faria, José Soares.
A exposição está organizada em nove estações: três dedicadas ao período anterior à Revolução, três centradas na própria Revolução de 25 de Abril e outras três que abordam o período posterior.
Esta exposição nasce de uma ideia simples, mas profundamente significativa e de grande alcance: celebrar Abril através de duas das suas maiores conquistas — a educação e o poder local democrático, autónomo. Esta exposição, em que vale a pena sublinhar o modelo colaborativo, vai atrair muitas visitas. Os alunos das escolas do concelho vão deslocar-se propositadamente até aqui para explorar este marco histórico”, acrescentou o vice-presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, com o pelouro da Cultura, Pedro Cardoso.
Além dos painéis informativos, a mostra inclui uma componente mais dinâmica e interativa, que permite aos visitantes explorar e interagir com os objetos em exposição.

AIP leva empresas à maior feira agrícola de África


No âmbito projeto Do It Global, a AIP leva seis empresas nacionais a participar no Salão Internacional de Agricultura de Marrocos, que decorre de 20 a 26 de abril, na cidade de Meknés, em Marrocos. A maior feira agrícola de África, que prevê mais de um milhão de visitantes e 1500 expositores, atribuiu a Portugal, nesta edição, o estatuto de País de Honra.

As empresas Alfarroxo, Agroges, Carsiva, Carldora, Desidrata/QSaborPortugal e GoodCattle, que desenvolvem atividade na produção e transformação animal, substratos agrícolas, desidratação de frutas e legumes e consultoria especializada terão os respetivos stands no Pavilhão de Portugal, que ocupa uma área superior a 400 m², e que acolherá também empresas ligadas à indústria papeleira e tecnologias avançadas de rega.

A proximidade geográfica — a pouco mais de uma hora de voo de Lisboa —, aliada a uma população superior a 38 milhões de habitantes, estabilidade política, social e económica, e fortes relações comerciais com a União Europeia, tornam este mercado particularmente atrativo.

Segundo o Banco Mundial, Marrocos apresenta a segunda maior economia do Magrebe, com um PIB nominal estimado em cerca de 154 mil milhões de euros, posicionando-se como um parceiro estratégico para as empresas portuguesas.

*Departamento de Comunicação

MUNICÍPIO ASSEGURA DESOBSTRUÇÃO DE 115 QUILÓMETROS DE REDE VIÁRIA FLORESTAL NA MARINHA GRANDE

O Município da Marinha Grande, através do Gabinete de Proteção Civil, está a coordenar o trabalho de desobstrução de 115 km da rede viária florestal, nas três freguesias do concelho, de modo a permitir que os particulares possam aceder às suas propriedades e proceder à remoção da madeira afetada, bem como a desobstrução do acesso a veículos de socorro, numa resposta urgente e coletiva.
As intervenções arrancaram logo após a tempestade, com equipas do Instituto da Conservação, da Natureza e das Florestas (ICNF) e, pontualmente, da GNR-Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) de Pombal. Foram sendo progressivamente reforçadas com meios pesados, nomeadamente a Força Especial de Proteção Civil (FEPC), com equipas terrestres e maquinaria pesada, e o Exército Português com uma máquina retroescavadora. O Município da Marinha Grande mobilizou, também, duas retroescavadoras próprias, para além da operação normal.
Dos 115 quilómetros de caminhos identificados, cerca de 30% já se encontram intervencionados. Nesta missão conjunta, do Município, das entidades do Estado e dos próprios proprietários, os trabalhos decorrem a bom ritmo, com todos os meios mobilizados, a atuar em simultâneo.
A tempestade Kristin causou danos severos nos espaços florestais do concelho da Marinha Grande, derrubando e partindo milhares de árvores nas três freguesias (Marinha Grande, Moita e Vieira de Leiria). Para além da devastação imediata, o material lenhoso acumulado representa uma ameaça crescente, com o verão a aproximar-se.

A desobstrução da rede viária florestal serve um objetivo mais amplo, criando as condições de acesso aos proprietários para que possam remover o mais rapidamente possível, a madeira derrubada pela tempestade, reduzindo a carga de combustível e mitigando o risco de incêndio antes da época estival.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Eco-Escolas de Cantanhede receberam sessões informativas. Crianças do ensino básico sensibilizadas para a importância da água

 
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Água, vários estabelecimentos de ensino Eco-Escolas do Agrupamento de Escolas Lima-de-Faria promoveram ações de sensibilização dedicadas à importância deste recurso essencial à vida, em parceria com o Gabinete de Educação Ambiental do Município de Cantanhede e a INOVA-EM.
A iniciativa envolveu mais de 130 alunos dos 1.º e 2.º anos da Escola Básica de Febres, da EB/JI de São Caetano e de Vilamar, que participaram em sessões dinamizadas por um técnico da empresa municipal INOVA-EM. Integradas no projeto “Água é Vida”, estas ações deram a conhecer o ciclo natural e o ciclo urbano da água, bem como a sua origem e percurso no concelho de Cantanhede.
Para além da componente informativa, as sessões procuraram incentivar comportamentos mais sustentáveis, promovendo o uso eficiente da água e a sua preservação. Entre as mensagens-chave destacaram-se a importância de evitar desperdícios, como fechar torneiras, e de prevenir a poluição e contaminação da água, nomeadamente através da correta gestão de resíduos no sistema de saneamento.
Importa recordar que apenas cerca de 3% da água existente no planeta é doce e, desse total, apenas 1% se encontra facilmente acessível e apta para consumo humano. Estes números reforçam a urgência da sua proteção e de uma utilização responsável por parte de todos”, salientou Pedro Cardoso, presidente do Conselho de Administração da INOVA-EM, adiantando que “é particularmente encorajador ver o entusiasmo e a consciência com que os mais jovens acolhem estas ações, demonstrando uma enorme vontade de aprender e fazer melhor”.

domingo, 19 de abril de 2026

CARTA ABERTA AOS MUNÍCIPES E AO EXECUTIVO MUNICIPAL DE COIMBRA

Assunto: A alienação do ITAP e o abandono do tecido associativo e empresarial do concelho de Coimbra 

A NERC – Associação Empresarial da Região de Coimbra, em representação dos empresários e das entidades que diariamente sustentam a economia do nosso concelho, vem por este meio manifestar publicamente o seu mais profundo repúdio e indignação perante a proposta de decisão da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) de ceder a autorização, com a justificação jurídica "a título gracioso", de funcionamento do ITAP à associação ADEPTOLIVA. 
Assistimos, com perplexidade, a um negócio que desafia qualquer lógica de transparência, de gestão pública e de defesa dos interesses locais. Sejamos claros: o que a CMC apresenta como uma "opção estratégica" é, na verdade, uma operação de entrega, a título gracioso, de património imaterial e pedagógico da cidade onde, em vez de se valorizar o ativo, a salvaguarda do Município se dispõe a pagar uma quota anual de 15.000 euros para que uma entidade externa, mesmo sendo da região, fique com a escola de Coimbra "ITAP”, fundada pela CMCoimbra e ACIC há vários anos. Ou seja, Coimbra não só abdica da sua escola profissional, a título gracioso, como paga para que outros a venham gerir de longe. 
Esta decisão é um insulto às diferentes associações sediadas em Coimbra que, há décadas, gerem escolas profissionais e tecnológicas com provas dadas. Por que razão estas entidades não foram consultadas? Por que razão não se seguiu o exemplo de transparência de Leiria, onde as associações locais são parceiras fundamentais e onde se equacionou a hasta pública para garantir o melhor projeto para a região? 
A missão do ITAP é, ou deveria ser, preparar trabalhadores técnicos especializados para o comércio, os serviços, as indústrias e empresas de Coimbra. A falta de mão de obra qualificada para quadros técnicos e intermédios atingiu níveis críticos. As nossas empresas estão desesperadas por profissionais competentes que conheçam a realidade local. Ao entregar o ITAP a uma associação cujos centros de decisão e prioridades estão em Tábua, Oliveira do Hospital e Arganil, a Câmara está a assinar um divórcio entre a formação profissional e as necessidades reais do empresariado conimbricense.
 Como se pode acautelar o futuro do nosso comércio e indústria se quem desenha a oferta formativa está geograficamente e estrategicamente distante do nosso ecossistema? A educação e formação profissional só é eficaz quando existe proximidade e diálogo constante com quem emprega, que não vai ser o caso. 
A NERC e os empresários de Coimbra não podem aceitar que um ativo estratégico como o ITAP seja alienado sem um debate sério com as associações do concelho e com os agentes de formação, como os trabalhadores, os professores e formadores. Exigimos que esta decisão seja repensada e que se abra um processo de diálogo que envolva os empresários e as associações locais do setor da educação e formação. Coimbra não pode continuar a exportar as suas valências e a pagar para que outras entidades e pessoas façam o que nós, aqui, temos competência e vontade de fazer melhor. 
Pela defesa das nossas empresas, pela qualificação dos nossos jovens e pelo futuro económico de Coimbra. 

*A Direção da NERC

Proteção de dados - O RGPD mantém a direção da associação do meu bairro há 10 anos no poder

 Há ironias difíceis de ignorar numa democracia. Uma delas é ver um instrumento criado para proteger os cidadãos, o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, ser usado, na prática, como escudo para perpetuar opacidades e bloquear o escrutínio.
Na associação do meu bairro, a direção mantém-se no poder há uma década. Não por mérito necessariamente incontestado, mas por ausência de condições reais para uma alternativa democrática. Sempre que um sócio tenta apresentar um projeto alternativo e precisa de contactar outros membros, seja através de telemóvel ou morada, para expor ideias, debater propostas ou simplesmente reunir apoios, esbarra numa recusa sistemática: “RGPD”. Como se a proteção de dados pessoais impedisse qualquer forma de comunicação legítima entre associados e inviabilizasse, na prática, a construção de alternativas.
O problema não está no princípio da proteção de dados, esse é legítimo e necessário. O problema está no uso abusivo e instrumental desse princípio para impedir o acesso a informação essencial. Sem dados, não há fiscalização. Sem fiscalização, não há escolha informada. E sem escolha informada, a democracia torna-se uma formalidade.
Este fenómeno não se limita às pequenas associações locais. Em Portugal, têm surgido propostas que apontam no sentido de reduzir a transparência no financiamento partidário, limitando a divulgação de informações sobre quem financia quem. Ainda que apresentadas sob o argumento da proteção da privacidade, tais propostas levantam preocupações sérias: ao dificultar o acesso a estes dados, torna-se mais complexo o escrutínio público e enfraquecem-se mecanismos essenciais de combate à corrupção.
A opacidade, neste contexto, não protege cidadãos, protege estruturas de poder. E quando o acesso à informação é restringido, a confiança nas instituições degrada-se inevitavelmente.
Criou-se assim um paradoxo perigoso: leis pensadas para defender direitos individuais acabam, em certos contextos, por proteger instituições da responsabilidade pública. Do bairro aos partidos políticos, o resultado tende a ser o mesmo, menor transparência, menor participação e maior distância entre eleitos e eleitores.
A democracia não vive apenas de eleições. Vive de acesso à informação, de debate esclarecido e da possibilidade real de alternância. Sempre que um desses elementos é comprometido, mesmo que sob a forma de propostas e não de alterações efetivas, o risco é evidente.
O RGPD não deve ser descartado, mas precisa de ser aplicado com equilíbrio. Quando a proteção de dados é usada para bloquear o escrutínio em vez de proteger cidadãos, deixa de ser um instrumento de cidadania e passa a ser, em certos casos, um entrave à própria democracia e ao combate à corrupção.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor

Centro de Portugal reforça posicionamento nos Caminhos de Santiago


Turismo Centro de Portugal participa no 1.º Encontro dos Caminhos de Santiago em Portugal e destaca a importância estratégica destes itinerários para a região.
A Turismo Centro de Portugal (TCP) está a participar no 1.º Encontro dos Caminhos de Santiago em Portugal, que decorre hoje e amanhã no Mosteiro de São Martinho de Tibães, em Braga. O evento, que se realiza pela primeira vez, tem como objetivo reafirmar o compromisso com a valorização de um dos produtos turísticos mais distintivos e em crescimento no país.

A iniciativa é organizada pela Comissão de Certificação do Caminho de Santiago em Portugal e pelas entidades gestoras dos caminhos certificados. Durante os dois dias, especialistas, entidades públicas e agentes do setor analisam o percurso feito desde 2019, ano de arranque da certificação dos Caminhos, e projetam o futuro dos itinerários jacobeus em Portugal.
No dia de hoje, a Turismo Centro de Portugal, através de Sílvia Ribau, diretora do Departamento de Estratégia e Operação, participou numa mesa-redonda com o tema “Certificar para valorizar: os desafios da governança dos caminhos certificados”.

“Estamos perante um produto turístico com enorme potencial, que congrega a oferta ao nível do património, da natureza e da espiritualidade. Os Caminhos de Santiago são um ativo estratégico do Centro de Portugal, capaz de atrair novos públicos e de gerar desenvolvimento ao longo de todo o território – e de todo o ano – de forma equilibrada e sustentável”, considera Sílvia Ribau.
A diretora da TCP sublinha ainda que a certificação dos itinerários tem sido determinante para elevar padrões de qualidade e confiança: “Hoje temos caminhos mais estruturados, mais seguros e mais preparados para responder às expectativas de quem nos visita. O objetivo é continuar a qualificar esta oferta e afirmar o Centro de Portugal como uma referência incontornável nos Caminhos de Santiago”.

O programa do Encontro inclui, durante o dia de hoje, sessões dedicadas ao balanço do processo de certificação dos Caminhos de Santiago em Portugal, bem como mesas-redondas sobre os desafios da governança e sobre o futuro destes itinerários. Destaque ainda para intervenções de especialistas e investigadores, que abordam a importância da preservação da rede de caminhos e o seu valor histórico e cultural.

A iniciativa integra também momentos de partilha de experiências no terreno, com testemunhos de entidades gestoras, operadores turísticos e peregrinos, proporcionando uma visão abrangente sobre o impacto destes percursos.
No segundo dia, o programa assinala o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com a realização de um percurso no Caminho Português de Santiago – Caminho de Torres, com o objetivo de promover o contacto direto com o território.

Centro de Portugal com itinerários certificados desde 2021
Recorde-se que o Caminho Português de Santiago Central – Região Centro foi certificado em julho de 2023, ao abrigo da Portaria n.º 216/2023, na sequência de uma candidatura apresentada pela Turismo Centro de Portugal, enquanto entidade gestora do Caminho.

Esta certificação reconhece o valor histórico, cultural e patrimonial do itinerário, bem como o cumprimento de critérios exigentes ao nível da autenticidade, continuidade, segurança, conforto e qualidade da experiência do peregrino.

Com uma extensão de 191,6 quilómetros na região Centro, o Caminho Português de Santiago Central – Região Centro atravessa 12 municípios da região: de sul para norte, Vila Nova da Barquinha, Tomar, Ferreira do Zêzere, Alvaiázere, Ansião, Penela, Condeixa-a-Nova, Coimbra, Mealhada, Anadia, Águeda e Albergaria-a-Velha. O percurso continua depois para norte, até Santiago de Compostela.

Já antes, em outubro de 2021, tinha sido certificado o Caminho Português de Santiago Interior, que tem uma extensão de 214 quilómetros e começa na região Centro. Este Caminho, gerido pela Federação Portuguesa dos Caminhos de Santiago, está dividido em 11 etapas, entre Viseu e Chaves, atravessando depois a fronteira com Espanha em Vilarelho da Raia.

Para um itinerário ser certificado, tem de obedecer a um conjunto de requisitos, nomeadamente a fundamentação do uso consistente do itinerário de peregrinação, comprovado por fontes históricas, vestígios materiais ou tradição documentalmente registada. Outros critérios exigíveis são a disponibilização de equipamentos de apoio aos peregrinos, incluindo pontos de descanso com sombra dotados de água potável, locais para preparar ou servir refeições e locais para dormir e tomar banho.

“Roteiro dos Caminhos de Santiago no Centro de Portugal”
Recentemente, a Turismo Centro de Portugal apresentou o “Roteiro dos Caminhos de Santiago no Centro de Portugal”. A publicação, produzida pela TCP em parceria com a Federação Portuguesa dos Caminhos de Santiago, reúne os sete Caminhos que atravessam o território – o Caminho Central, o Caminho Português do Interior, o Caminho de Torres, o Caminho Portugal Nascente, o Caminho Marítimo, o Caminho do Ocidente e a Via da Estrela – os dois primeiros já certificados e os restantes em processo de certificação ou desenvolvimento.

O Roteiro, disponível para consulta em https://shorturl.at/5rj1M, conjuga história, espiritualidade e informação prática, incluindo descrições detalhadas, mapas, altimetrias, distâncias, curiosidades e códigos QR para descarregar os percursos. É uma ferramenta essencial para peregrinos e viajantes que procuram fazer os Caminhos de Santiago pelo Centro de Portugal com autenticidade, segurança e sentido de descoberta.

Sobre a Turismo Centro de Portugal:
A Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

*Cátia Aldeagas
Diretora do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas
Turismo Centro de Portugal

**Luís Miguel Nunes
Consultor de comunicação


COLUMBÓFILIA :José Santos vence concurso de LOULÉ nona prova da Campanha Desportiva 2026, assumindo a classificação geral de concorrentes José Rossa Ribeiro

 
Com a realização da solta de, decorreu no passado dia 12 de abril, a nona prova do Campeonato 2026, promovido e organizado pela Secção de Columbofilia da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que nesta prova contou com a participação de 35 associados concorrentes.
Integrando o calendário oficial da Associação Columbófila do Distrito de Coimbra, este concurso, na especialidade de meio-fundo foi ganho pelo veterano José Santos, continuando a assumir José Rossa Ribeiro, a liderança da Classificação Geral de Concorrentes, com 3497 pontos, conforme se pode aferir nas seguintes tabelas:
Prova – LOULÉ – (Meio Fundo)
1º lugar – José Rossa Ribeiro – 506 pontos; 2º - José Santos - 501; 3º - Lusitano Espinhal & Irmão - 486; 4º - Rodrigo Rainho - 485; 5º - Jorge Monteiro – 456; 6º - Fábio Cruz - 198; 7º - Vitória Rico – 446; 8º - Paulo Santos - 443; 9º - Euclides Pimenta - 442; 10º - Eugénio Claro – 441; 11º - Nuno & Filho – 437; 12º - João Regalado - 429; 13º - Ernesto Costa – 427; 14º - António Santos – 426; 15º - Carlos Branco – 407; 16º - Fernando Ramos – 405; 17º - Manuel Frade – 399; 18º - Gonçalo Paião – 397; 19º - José Vinagreiro – 395 – 20º - Humberto Carvalho – 370; 21º - Jorge Santos – 364; 22º - Marco Ferreira – 360; 23º - Libério Branco – 352; 24º - Joaquim Mendes - 350; 25º - Francisco Vinagreiro – 345; 26º - Manuel Barreto – 317; 27º - Horácio Oliveira – 256; 28º - Cidálio Salvador – 252; 29º - Horácio Oliveira/B - 245; 30º - Diana Kostiv – 236; 31º - Carlos Santos – 234; 32º - Fernando Tavares – 195; 33º- Mário Rumor – 186; 34º - Fernando Sequeira – 166; 35º - Fernando Cruz – 77.
Geral de Concorrentes
1º lugar – José Rossa Ribeiro – 3497 pontos; 2º - Paulo Santos - 3313; 3º - Lusitano Espinhal & Irmão - 2358; 4º - Humberto Carvalho - 3095; 5º - João Regalado – 2784; 6º - António Santos – 2773; 7º - Eugénio Claro – 2461; 8º - Rodrigo Rainho - 2411; 9º - Nuno & Filho - 2402; 10º - Jorge Teixeira – 2381; 11º - Manuel Barreto – 2165; 12º - José Santos - 2140; 13º - Fábio Cruz – 2068; 14º - José Vinagreiro – 2066; 15º - Joaquim Mendes – 1990; 16º - Fernando Ramos – 1870; 17º - Manuel Frade – 1759; 18º - Vitoria Rico – 1710; 19º - Horácio Oliveira /B – 1588; 20º - Marco Ferreira – 1569; 21º - Jorge Santos – 1538; 22º - Libério Branco – 1523; 23º - Carlos Branco – 1451; 24º - Euclides Pimenta – 1410; 25º - Horácio Oliveira – 1400; 26º - Diana Kostiv – 1378; 27º - Ernesto Costa – 1346; 28º - Fernando Sequeira – 11292; 29º - Igor Santos – 1252; 30º - Paulo Ferreira - 1082; 31º - Gonçalo Paião – 811; 32º - Cidálio Salvador – 810; 33º - Francisco Vinagreiro – 581; 34º - Fernando Tavares – 540; 35º- Carlos Santos - 480; 36º - Mário Rumor – 447; 37º - Franisana Pombos - 442; 38º - Fernando Cruz – 405; 39º Joaquim Melo – 205; 40º Carlos Pereira – 155. 41º - Vitor Patarra – 36.

Troféu -
1º lugar – Lusitano Espinhal & Irmão – 2203; 2º - José Rossa Ribeiro – 2046 pontos; 3º - Paulo Santos – 2013.

Águeda celebra Abril com desfile associativo, cerimónias oficiais e arte pública

Comemorações dos 52 anos do 25 de Abril incluem participação do movimento associativo, cerimónias oficiais e inauguração de escultura evocativa de São Sebastião

A Câmara Municipal de Águeda assinala, no próximo dia 25 de abril, o 52.º aniversário da “Revolução dos Cravos” com um programa que integra momentos institucionais, culturais e de participação do movimento associativo do concelho.

As comemorações terão início às 15 horas, com a concentração junto à Escola Secundária Marques de Castilho, de onde partirá a terceira edição do Desfile do Associativismo Municipal pela Liberdade e Democracia. A iniciativa, que será acompanhada pela Filarmónica de Óis da Ribeira, reunirá associações de todo o concelho, numa expressão expressão viva da participação cívica e do papel do associativismo na construção e consolidação dos valores de Abril, simbolizando uma comunidade ativa, plural e comprometida com a Democracia.
O percurso seguirá até à Praça do Município, onde está prevista a deposição de flores no Monumento de Homenagem aos Combatentes de Águeda Mortos na Guerra do Ultramar, seguida da cerimónia do hastear da bandeira, com Guarda de Honra pelos Bombeiros Voluntários de Águeda.

Pelas 16h20, no Largo da Venda Nova, será inaugurada a obra escultórica “Perpetuar a Árvore, Celebrar São Sebastião”, da autoria do escultor Paulo Neves. A peça evoca a memória da antiga Capela de São Sebastião, outrora existente naquele exato local, bem como a importância simbólica da fonte pública e de uma olaia que marcaram, durante décadas, a vivência da comunidade local.

A escultura, concebida a partir de fragmentos da árvore original, apresenta a forma de um tronco oco, no interior do qual surge a figura de São Sebastião, estabelecendo uma ligação entre natureza, memória e devoção. A intervenção pretende preservar a identidade histórica do espaço e reforçar o seu valor simbólico para a população local.

Reconhecido pela utilização da madeira como matéria-prima e pela forte ligação à natureza, Paulo Neves é um dos escultores portugueses com maior projeção internacional, com obras expostas em diversos países.

Após a inauguração, o desfile prosseguirá até ao exterior da Casa do Adro, onde terá lugar a Sessão Extraordinária Comemorativa da Assembleia Municipal. A sessão incluirá momentos musicais “Cantigas de Abril” e encerrará com a atuação da Filarmónica de Óis da Ribeira.

A Câmara Municipal de Águeda convida toda a população a associar-se a estas comemorações, celebrando os valores de liberdade, democracia e participação cívica que o 25 de Abril simboliza.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem



INFORMAÇÃO À POPULAÇÃO – VESPA VELUTINA (ASIÁTICA)

 Foi recentemente confirmada a presença da vespa asiática (vespa velutina) na região do Algarve, com maior incidência no Barlavento.
 
No concelho de Silves foram identificados e destruídos dois ninhos primários, na freguesia de Alcantarilha e de São Bartolomeu de Messines. Face à confirmação de casos no concelho de Silves, o Município incrementou a rede de armadilhas em locais suscetíveis à sua ocorrência, para efeitos de deteção e monitorização.
A vespa velutina, originária do sudeste asiático, é uma espécie invasora e predadora da abelha europeia. Esta espécie, de dimensões consideráveis, é semelhante à espécie crabro existente na região e no concelho. Com uma dimensão aproximada de 3 cm, a vespa velutina apresenta abdómem escuro, com uma fina faixa amarela e uma banda larga alaranjada no final, cabeça preta com face amarela/alaranjada e patas amarelas. 
 
Nesta altura do ano, podem surgir ninhos primários, geralmente de pequena dimensão, com forma esférica, similar a uma bola de ténis, localizados, principalmente, em estruturas e locais abrigados (beirais, anexos, armazéns e arbustos).
 
O avistamento suspeito de vespas asiáticas ou ninhos deverá ser reportado, através do portal https://stopvespa.icnf.pt/ ou, em alternativa, junto do Serviço de Proteção Civil e Florestas do Município de Silves (SPCF).
De referir que o Município de Silves dispõe de equipas de sapadores florestais, capacitadas para validação, monitorização e intervenção no terreno.
 
Em caso de avistamento, não se aproxime nem tente remover o ninho, contacte os serviços municipais de Proteção Civil.

 

Figueiró dos Vinhos distinguido com a Bandeira de Mérito Social pelo 2.º ano consecutivo


O Município de Figueiró dos Vinhos foi distinguido, pelo segundo ano consecutivo, com a Bandeira de Mérito Social, um prestigiado galardão atribuído pela Associação Nacional de Gerontologia Social (ANGES).
O prémio foi entregue na passada quinta-feira, 9 de abril, em Águeda, durante a II Gala Nacional do Mérito Social, reconhecendo o Município como uma referência nacional nas políticas de proximidade e apoio à comunidade.
A referida distinção reflete o compromisso do Município e valida o esforço conjunto de profissionais e instituições parceiras que atuam no terreno. O reconhecimento comprova que o investimento em proximidade e inclusão promove uma comunidade mais resiliente e preparada para os desafios futuros, reafirmando a eficácia de uma estratégia que prioriza o bem-estar dos cidadãos.

Durante a sessão foi referido que “este galardão é o reflexo de um caminho onde a prioridade são as pessoas. É o reconhecimento de que o trabalho invisível do dia-a-dia gera um impacto visível na vida de todos.” O Município de Figueiró dos Vinhos reafirma, assim, o seu compromisso em continuar a promover um concelho mais humano e solidário, através do trabalho conjunto em prol do desenvolvimento social da região.

*Gabinete de Comunicação, Imagem e Organização de Eventos

SILVES TOUR APOIA O CENTRO CULTURAL E SOCIAL JOÃO DE DEUS, NO DIA 03 DE MAIO

 No próximo dia 03 de maio, a cidade de Silves será palco de mais uma edição do evento Silves Tour, uma iniciativa gratuita promovida pelo Município de Silves que alia desporto e solidariedade, sendo já uma referência a nível regional.
 
A campanha “#EuAjudo!” volta a desafiar todos a adquirir a t-shirt do evento. Este ano, as verbas angariadas através da campanha revertem para o Centro Cultural e Social João de Deus, sediado em São Bartolomeu de Messines, com vários anos de experiência dedicados a promover o cuidado, autonomia, conforto e o bem-estar dos idosos.
As t-shirts têm o custo de 6 euros (tamanho de adulto) e de 4 euros (tamanho de criança) e podem ser adquiridas, antecipadamente, no Complexo das Piscinas Municipais de Silves, Juntas de Freguesia do concelho, instalações do Centro Cultural e Social João de Deus ou no dia do evento, no local.
 
O Silves Tour tem início marcado para as 09h30, com ponto de partida no Complexo das Piscinas Municipais de Silves, disponibilizando diferentes percursos e modalidades de participação adaptados para participantes de várias idades e níveis de experiência, nomeadamente: a marcha-corrida (integrada no calendário regional do IPDJ), com dois percursos opcionais de 5,5 km e 10,5 km e o passeio guiado de Bicicleta / BTT, com uma distância de 20 km e grau de dificuldade médio/baixo. O uso de capacete é obrigatório.
 
A caminhada Mini Mamã, também, está de regresso para assinalar o Dia da Mãe. A 10.º edição da iniciativa consiste num percurso de 2 km pela ciclovia da zona ribeirinha, com um programa de atividades direcionadas para toda a família, especialmente para as mães e crianças de todas as idades, podendo ser efetuada em passeio com carrinhos de bebés, triciclos, bicicletas, trotinetas, entre outros. Haverá, ainda, junto ao Complexo das Piscinas Municipais de Silves o Espaço Mini Mamã, com diversos jogos e aulas de grupo para toda a família.
 
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória (para efeitos de seguro desportivo) no portal do Município, https://www.cm-silves.pt/Preview.aspx?pageID=32931, ou no local.
A correr, caminhar, de bicicleta, carrinho de bebé, dia 03 de maio junte-se ao Município de Silves, venha apoiar o Centro Cultural e Social João de Deus e associe-se à campanha "Lixo Zero 0 - Ambiente 100", uma iniciativa que tem o objetivo de sensibilizar os participantes para a necessidade de redução do lixo e diminuição da sua pegada ambiental, sendo solicitado que cada participante traga a sua garrafa/cantil para que, durante a prova, a organização possa enchê-la.
 
Este ano o evento conta com as seguintes entidades parceiras Centro Cultural e Social João de Deus, Instituto Português do Desporto e Juventude, Programa Nacional de Marcha e Corrida, o Plano Nacional de Ética no Desporto e o Programa Nacional de Desporto Para Todos; e com o apoio das Frutas Lurdes, Frutas Mourinho, Frutas Tereso, Ponto Seguro – Mediação de Seguros, Agrupamento de Escolas de Silves, Clube Xelb, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Silves e Farmácia João de Deus, Silves.