quarta-feira, 3 de junho de 2026

ALUNOS PARTICIPAM EM CONTROLO DE ESPÉCIES INVASORAS E VALORIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO NATURAL NA PRAIA VELHA

 O Município da Marinha Grande promoveu uma visita de campo à Praia Velha, envolvendo alunos dos 10.º e 12.º anos da Escola Secundária Pinhal do Rei, no âmbito de uma ação de controlo de espécies invasoras e sensibilização ambiental.
A iniciativa contou com a presença do vereador do Ambiente, Sérgio Silva, e da chefe da Divisão de Ambiente, Alterações Climáticas e Sustentabilidade, Sónia Guerra, que explicou as diversas espécies presentes no ecossistema dunar, destacando a importância da preservação da biodiversidade local e do combate às espécies invasoras.
A atividade integrou ainda uma visita aos afloramentos rochosos da Praia Velha, proporcionando aos participantes o contacto direto com o património geológico singular existente nas arribas calcárias que caracterizam esta zona costeira.
Durante a visita, foi dada a conhecer a riqueza paleontológica e as formações geológicas desta faixa litoral, permitindo uma verdadeira descoberta do período jurássico. A ação teve, também, como objetivo promover a reflexão sobre as ameaças e potencialidades deste património, numa perspetiva de valorização, proteção e salvaguarda dos recursos naturais do concelho da Marinha Grande.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Projeto “Bandoor”, da Escola Secundária Padre José Augusto da Fonseca, vence Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio de Viseu Dão Lafões


Final do projeto "Wanted – Escolas Empreendedoras" reuniu em Castro Daire 12 projetos finalistas desenvolvidos por alunos de sete concelhos da região.

O Centro Municipal de Cultura de Castro Daire recebeu nesta terça-feira, dia 2 de junho, a Final do Concurso de Ideias de Negócio, promovido pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões no âmbito do projeto "Wanted – Escolas Empreendedoras". A ideia vencedora, intitulada “Bandoor”, foi desenvolvida por alunos da Escola Secundária Padre José Augusto da Fonseca (Aguiar da Beira).

A iniciativa reuniu os autores das 12 melhores ideias de negócio, selecionadas entre as 45 candidaturas apresentadas por 110 alunos de 16 escolas da região, refletindo o forte envolvimento da comunidade escolar nesta iniciativa de promoção do empreendedorismo.
A edição deste ano, a 14.ª do concurso, ficou marcada por um novo formato. Durante a manhã, os participantes apresentaram os seus protótipos numa exposição que permitiu ao júri e aos restantes participantes conhecer de perto as soluções desenvolvidas. Durante a tarde, os alunos defenderam as suas ideias perante o júri, demonstrando competências de inovação, empreendedorismo e comunicação.

A final envolveu 31 alunos provenientes das escolas de Viseu Dão Lafões.

Após a avaliação dos projetos, o júri distinguiu as seguintes ideias:

1.º Lugar: Projeto “Bandoor”, da Escola Secundária Padre José Augusto da Fonseca, no município de Aguiar da Beira, desenvolvido pelos alunos Gabriel Gazua e Tomás Pires, sob a orientação da professora Clara Inácio.

2.º Lugar: Projeto “TrySafe”, da Escola Profissional de Tondela, no município de Tondela, desenvolvido pelos alunos Rodrigo Santos e Francisco Dias, sob a orientação do professor Luís Dias.

3.º Lugar: Projeto “Help Graph”, da Escola Secundária de Nelas, no município de Nelas, desenvolvido pelos alunos Rafael Fernandes, Paulo Ferraz e Rafael Soares, sob a orientação do professor Carlos Amaral.

A equipa vencedora foi premiada com uma missão de empreendedorismo de 4 dias, a Dublin, enquanto o segundo classificado participará numa missão de 3 dias a Barcelona. Já o terceiro classificado embarcará numa missão de 2 dias a Madrid.

O júri foi constituído por representantes dos meios académico e empresarial, nomeadamente Paulo Sousa (AIRV - Associação Empresarial da Região de Viseu), Luísa Augusto (IPV – Instituto Politécnico de Viseu), Luís Gonçalves (empresa Próxima Idade) e Sofia Melhorado (empresa A Bolota). Em conjunto, os jurados avaliaram critérios como a inovação da ideia, a viabilidade e potencial de mercado do projeto, a qualidade da apresentação e a capacidade empreendedora das equipas.

Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, sublinha que “o Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio é uma das iniciativas mais emblemáticas do projeto Wanted, porque permite aos jovens experimentar, de forma prática, o processo de transformar uma ideia numa solução com potencial de mercado. Além de premiar os melhores projetos, estimulamos competências como a criatividade, o pensamento crítico, o trabalho em equipa e a capacidade de comunicar, que serão determinantes no seu futuro académico e profissional".

"A qualidade dos projetos apresentados nesta edição demonstra o talento existente nas nossas escolas e confirma a importância de continuarmos a investir em programas que aproximam os jovens do empreendedorismo, da inovação e da criação de valor para o território", acrescenta.

O projeto "Wanted – Escolas Empreendedoras" tem como missão fomentar o espírito empreendedor junto da comunidade escolar, incentivando os alunos a desenvolver ideias inovadoras e competências fundamentais para os desafios do futuro.

Ao longo das suas 14 edições, esta iniciativa tem contribuído para aproximar os jovens do mundo empresarial e para promover uma cultura de inovação, criatividade e empreendedorismo nos 14 municípios de Viseu Dão Lafões.

Sobre a CIM Viseu Dão Lafões:
A CIM Viseu Dão Lafões é uma associação de municípios, denominada como Comunidade Intermunicipal, sendo constituída pelos municípios de Aguiar da Beira, Carregal do Sal, Castro Daire, Mangualde, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sátão, Tondela, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela.

*Miguel Fernandes
Gabinete de Comunicação CIM Viseu Dão Lafões

**Filipe Santos
Assessoria de Imprensa

Vizinhos, Némanus e Sara Correia são cabeças de cartaz da Festa do Município

 
Parque Urbano Comendador João Martins acolhe Festa de 12 a 14 de junho

O Parque Urbano Comendador João Martins volta a receber, entre os dias 12 e 14 de junho, a Festa do Município de Proença‑a‑Nova, um dos momentos mais participados do calendário municipal e que, em 2026, integra as comemorações do Ano Municipal do Poder Local.
Durante três dias, o recinto vai encher‑se de música, gastronomia, teatro ambulante e diversas atividades culturais e desportivas. As atuações musicais marcam o ponto alto da celebração, com um cartaz diversificado e convidativo para todas as idades. Entre os destaques estão os Vizinhos, que abrem o programa musical na sexta‑feira, os Némanus, que sobem ao palco no sábado, e Sara Correia, que encerrará a festa no domingo.
A gastronomia volta a assumir um papel central na Festa do Município, com vários momentos dedicados à valorização dos sabores locais e à partilha de conhecimento culinário. As cozinhas ao vivo, conduzidas pelos chefs convidados Rui Lemos (sexta‑feira) e Miguel Gameiro (sábado), oferecem ao público a oportunidade de acompanhar a preparação de receitas. Já as conversas temáticas, como as Conversas Gastronómicas com Gastropiço, promovem o diálogo sobre produtos, identidade e cultura alimentar, afirmando a gastronomia como um dos pilares deste certame.
A Sessão Solene, a 13 de junho, realizada no Auditório Municipal, volta a assumir‑se como um dos momentos centrais do feriado municipal, reunindo a comunidade num momento de reconhecimento e celebração de Proença‑a‑Nova. Para João Lobo, Presidente da Câmara Municipal, esta é “uma excelente oportunidade para celebrarmos Proença‑a‑Nova, valorizarmos quem aqui vive e convidarmos todos a participar num momento que é de encontro, identidade e orgulho coletivo”.
A Festa do Município volta a contar com a colaboração imprescindível de associações, artesãos, produtores locais e agentes culturais, reafirmando‑se como um espaço de promoção e desenvolvimento da economia local e de dinamização dos laços comunitários.



Cantanhede é o terceiro município da região com mais empresas distinguidas. Câmara aprova voto de reconhecimento às 43 PME Líder do concelho

 
O Executivo Municipal aprovou esta terça-feira, 2 de junho, em reunião camarária, um voto de reconhecimento às 43 empresas do concelho distinguidas como “PME Líder’25”. O estatuto de PME Líder reconhece a solidez financeira, desempenho económico e capacidade de crescimento das pequenas e médias empresas.
De acordo com os dados publicados pelo IAPMEI, o concelho Cantanhede é o terceiro da Região Metropolitana de Coimbra com mais empresas distinguidas (43), atrás da Figueira da Foz (80) e Coimbra (160).
As PME são um dos principais motores do desenvolvimento dos territórios. Além de criarem emprego e riqueza, ajudam a fixar população, valorizam os recursos locais e promovem a coesão económica e social”, reconhece a presidente do Município, Helena Teodósio, adiantando que “a par da elevação dos padrões de qualidade de vida, o fomento do emprego é o indicador a que damos maior atenção, pois dele depende a vida das pessoas e a sua perspetiva de realização profissional e familiar”.
Muitas destas empresas mantêm uma estreita relação de proximidade com a comunidade local, contribuindo, direta ou indiretamente, para iniciativas de responsabilidade social, para o fortalecimento das redes económicas do concelho e para a valorização da identidade empresarial do território, desempenhando, deste modo, um relevante papel na promoção da coesão económica e social do concelho”, complementa a autarca.
Este reconhecimento assume particular relevância para o concelho de Cantanhede, na medida em que evidencia a capacidade competitiva, a resiliência e a qualidade do tecido empresarial local, traduzindo-se num sinal claro da maturidade económica do território e da capacidade das suas empresas para competir em mercados nacionais e internacionais.
Com efeito, no exercício económico de 2024, estas 43 empresas registaram, em conjunto, um volume de negócios de aproximadamente 328,8 milhões de euros, resultados líquidos globais de cerca de 14,7 milhões de euros e um volume de exportações na ordem dos 100,4 milhões de euros, indicadores particularmente expressivos da relevância destas entidades para a economia local e regional.
No domínio das exportações, importa ainda salientar que o concelho de Cantanhede se afirma como o território com maior volume exportador da Região Metropolitana de Coimbra, representando cerca de 25% das exportações regionais geradas pelas empresas galardoadas.
O programa PME Líder 2025 distinguiu 11.394 empresas, um aumento de 2.026 em relação ao ano anterior, representando um recorde histórico e evidenciando a resiliência e capacidade de adaptação das PME portuguesas.

DIA INTERNACIONAL DOS ARQUIVOS CELEBRADO NA MARINHA GRANDE

O Município da Marinha Grande promove o Dia Aberto do Arquivo Municipal, com sessões às 10h00, 11h00 e 15h00, no dia 9 de junho, para uma visita orientada às instalações do Arquivo Municipal, assinalando o Dia Internacional dos Arquivos.  
Ao longo das visitas, que contarão com as explicações de técnicos do Arquivo, serão exibidos documentos únicos da construção da história da Marinha Grande. Pretende-se, ainda, sensibilizar o público para os benefícios dos arquivos como instrumento de preservação da memória coletiva e dar a conhecer a parte técnica, centro de digitalização e depósitos. 
Duração: 60 minutos. 
Público-alvo: comunidade escolar e público geral. 

*Gabinete de Comunicação e Imagem

MUNICÍPIO DE SILVES APROVA RELATÓRIO DE PONDERAÇÃO DA CONSULTA PÚBLICA PREVENTIVA DA REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE SILVES

O procedimento de revisão do Plano Diretor Municipal de Silves (PDM de Silves), que teve início a 10 de fevereiro de 2026, foi sujeito, nos termos da lei, a um período de consulta pública preventiva, que decorreu de 17 de março a 15 de abril de 2026.

Durante esta fase, foi disponibilizada, no site institucional do Município de Silves, a informação de suporte à revisão do PDM de Silves, assim como alguns vídeos explicativos do procedimento em si, cujas visualizações e interações (cerca de 19.000) asseguraram o acesso da população interessada à informação existente.

Foram cerca de 378 as participações formais apresentadas no âmbito da consulta pública preventiva, centradas, na sua larga maioria, no regime de edificabilidade do PDM de Silves. Sendo que as preocupações com a habitação foram as mais proeminentes, reflexo da importância desta matéria e da exigência colocada para a identificação e previsão de soluções adequadas e adaptadas às especificidades locais no que concerne ao acesso à habitação.
Foram ainda merecedoras de relevo as preocupações da população com as condições de mobilidade e acessibilidade, a instalação de estruturas de produção de energia renovável, a conservação ambiental, a gestão florestal, o reforço da atratividade do interior do concelho, a criação de equipamentos de apoio à população infantil e idosa e até mesmo referências à redação das normas regulamentares do PDM de Silves, de entre outras.

Todas as participações apresentadas foram objeto de ponderação (veja-se, a este propósito, o relatório de ponderação disponível no site institucional do Município de Silves, em https://www.cm-silves.pt/pt/menu/4287/plano-diretor-municipal-de-silves-revisao.aspx ) e serão avaliadas em sede da revisão do plano.

Aproveita-se a oportunidade para agradecer a todos os que manifestaram interesse no procedimento de revisão em curso, assumindo o Município de Silves o compromisso de procurar elaborar um plano que, aliando as exigências do quadro legal e estratégico com as necessidades da população e do território, permita posicionar o concelho de Silves como um concelho atrativo, competitivo, coeso e dinâmico, numa ótica de sustentabilidade e resiliência.

Por último, importa referir que a revisão PDM de Silves se encontra alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e incide em território do Geoparque Algarvensis.

Marinha Grande | PLANTAÇÃO DE ÁRVORES DE FRUTO PROMOVE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E AMBIENTAL NA EB DE CASAL DE MALTA


No âmbito do Programa Intermunicipal de Promoção do Sucesso Escolar (PIPSE), decorreu, no passado dia 29 de maio, na Escola Básica de Casal de Malta, a atividade “Plantação de Árvores de Fruto”, integrada no projeto “Horta da Malta”.
A iniciativa foi dinamizada pela nutricionista do Município da Marinha Grande, Ana Guerra, e contou com a colaboração da Divisão de Ambiente, Alterações Climáticas e Sustentabilidade. Durante a atividade, foram plantadas quatro espécies de árvores de fruto – uma laranjeira, um limoeiro, uma macieira e uma pereira – envolvendo diretamente a comunidade educativa.
A ação contou com a participação de crianças do jardim de infância e alunos do 1.º ciclo, bem como das respetivas famílias, educadores, professores e assistentes operacionais, promovendo o contacto direto com a natureza e incentivando a adoção de hábitos de vida mais saudáveis, através da valorização do consumo de produtos frescos.
Para além da vertente educativa, a atividade permitiu sensibilizar os participantes para a importância da produção sustentável e para práticas agrícolas responsáveis. As tarefas realizadas, como cavar, plantar e regar, contribuíram também para o desenvolvimento da coordenação motora fina e grossa das crianças, fomentando uma aprendizagem prática e significativa.
Ao acompanhar o crescimento das árvores de fruto, a comunidade educativa reforça o respeito pelo meio ambiente e consolida valores de sustentabilidade e responsabilidade.
A atividade tem sido amplamente bem acolhida pela escola e insere-se nos objetivos do PIPSE, promovido pela Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL), que visa a melhoria do sucesso escolar, através da promoção da saúde, do bem-estar físico e psíquico e de hábitos alimentares equilibrados.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE PARTILHA EXPERIÊNCIA NA RECUPERAÇÃO DE ARQUIVOS APÓS A TEMPESTADE KRISTIN

O Município da Marinha Grande participou, no passado dia 29 de maio, no workshop “Situações de emergência em arquivos: como prevenir, como atuar?”, promovido pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), no Arquivo Distrital de Leiria, onde apresentou o trabalho desenvolvido na sequência da tempestade Kristin.
O Município esteve representado pela chefe da Divisão da Cultura, Património Cultural e Turismo, Eleonora Nunes, e pelos técnicos do Arquivo Municipal, Miguel Afonso e Isabel Santos, que deram a conhecer o plano de ação implementado para dar resposta aos impactos registados no património documental e cultural do concelho.
A intervenção da Marinha Grande evidenciou a resposta organizada e faseada adotada pelo Município, que incluiu o levantamento sistemático dos danos, a implementação de medidas imediatas de proteção e a definição de estratégias para a salvaguarda e transferência da documentação afetada.
Durante a sessão foi referido que a tempestade Kristin provocou danos severos em edifícios que albergavam património cultural, com registo de degradação estrutural, infiltrações e acumulação de escombros.
A documentação foi particularmente afetada, tendo sido identificados danos graves resultantes da infiltração de água, com caixas encharcadas, documentos deteriorados e risco elevado de contaminação por fungos e pragas, exigindo intervenção urgente para evitar perdas irreversíveis.
O Município destacou ainda a dimensão da operação logística realizada, que envolveu a transferência de cerca de 200 paletes de documentação, equivalentes a aproximadamente 3000 metros lineares, num processo que exigiu planeamento rigoroso, recursos técnicos especializados e meios adequados.
Durante o workshop, foi sublinhado o apoio técnico da DGLAB ao Município da Marinha Grande no processo de recuperação, tendo sido destacado o caso do concelho como uma referência nacional.
Foi igualmente reforçada a disponibilidade da DGLAB para continuar a prestar apoio técnico especializado nas áreas da conservação e restauro, bem como a articulação com o Governo tendo em vista o enquadramento em futuros instrumentos de financiamento.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

ExpoFlorestal 2026 afirma a floresta como setor estratégico para o futuro do país


Com 28 mil visitantes, crescimento de 10% e forte adesão empresarial, institucional e técnica, a 14.ª edição deixa uma mensagem clara ao setor: há conhecimento, tecnologia e disponibilidade dos agentes do setor para transformar a floresta num ativo económico, ambiental e territorial de primeira linha.

A ExpoFlorestal 2026 encerrou em Albergaria-a-Velha com um balanço amplamente positivo e uma mensagem que vai muito além dos números: a floresta portuguesa tem hoje um setor mobilizado, atento aos desafios do território e preparado para assumir um papel central no futuro económico, ambiental e social do país.

Com cerca de 28 mil visitantes, 150 expositores diretos, 230 marcas representadas e uma área de 10 hectares, a 14.ª edição reforçou o posicionamento da ExpoFlorestal como principal ponto de encontro da fileira florestal em Portugal. O crescimento de cerca de 10% face à edição anterior confirma a vitalidade do certame e demonstra a capacidade de mobilização de instituições, indústrias e empresas, academia, técnicos e proprietários.

Depois de, na fase de lançamento, se apresentar como a edição mais participada e tecnológica de sempre, a ExpoFlorestal 2026 confirmou essa ambição no terreno. Durante o certame, ficou evidente que a floresta é hoje muito mais do que um espaço de produção: é um território de inovação, conhecimento, bioeconomia, prevenção, energia, indústria, emprego e valorização das comunidades.
Um setor com escala, diversidade e ambição

O perfil dos participantes voltou a demonstrar a abrangência da ExpoFlorestal enquanto espaço de encontro de toda a cadeia de valor da floresta. Entre as entidades presentes estiveram instituições públicas como o ICNF, a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, os Municípios de Albergaria-a-Velha e Mortágua e a ACT, bem como associações setoriais como a AIMMP, a BIOND, o Centro PINUS, a FORESTIS e a CAP.

A par destas entidades, marcaram presença universidades, centros de conhecimento e empresas de referência da fileira. No plano empresarial, a edição de 2026 contou com grupos como Navigator, Altri, Sonae Arauco e Finsa Portugal, entre outras empresas ligadas à indústria, aos equipamentos, à energia, à inovação e aos serviços florestais.

A dimensão internacional do certame saiu igualmente reforçada, com participantes associados a marcas e componentes oriundos de pelo menos nove países europeus, entre os quais Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Estónia, Polónia, Áustria, Suécia e Finlândia. A presença de muitos visitantes espanhóis, em particular da Galiza, confirmou também o potencial ibérico da ExpoFlorestal e a crescente projeção transfronteiriça do evento.
Presença institucional reforça centralidade da floresta

A edição de 2026 ficou marcada por uma expressiva presença institucional, sinal claro da importância crescente da floresta na agenda pública nacional. Marcaram presença o Ministro da Agricultura e Mar, o Secretário de Estado das Florestas, o presidente e o vice-presidente da CCDR Centro, o presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, presidentes dos municípios da Região de Aveiro, o presidente da ANAFRE, representantes do conselho diretivo do ICNF, federações de proprietários florestais, associações setoriais, indústrias e entidades financeiras, como o Crédito Agrícola.

Esta presença confirmou que os grandes desafios da floresta — da gestão ativa do território à prevenção de incêndios, da valorização dos recursos à atração de jovens e investimento — exigem respostas articuladas, capacidade de decisão e compromisso entre todos os agentes.
Tecnologia, digitalização e bioeconomia no centro do debate

A componente técnica da ExpoFlorestal 2026 confirmou o interesse crescente do setor por soluções ligadas à digitalização, monitorização, eficiência operacional e valorização dos recursos florestais.

Entre os conteúdos que geraram maior atenção estiveram a mesa-redonda “A Digitalização como motor da eficiência e da competitividade”, a sessão “Florestas Digitais – Sistema Informático Integrado para Supervisão, Controlo e Monitorização das Florestas”, a iniciativa “Inovação na Floresta” e a mesa redonda “A bioeconomia no setor florestal”.

Ao nível da inovação apresentada, a feira voltou a afirmar-se como montra de soluções tecnológicas e operacionais com aplicação direta no terreno. Estiveram em destaque plataformas informáticas de apoio à decisão em áreas como planeamento, logística, deteção remota e automação, bem como scanners laser para medição e monitorização florestal e máquinas de exploração florestal autónomas e altamente sofisticadas.

A mensagem deixada pela edição é clara: a floresta do futuro exige conhecimento, tecnologia, escala de intervenção e capacidade de transformar recursos em valor.
Aproximar os jovens de um setor em transformação

Outro dos sinais relevantes desta edição foi a aproximação às novas gerações. A visita de quase 600 alunos de seis escolas profissionais do país e alunos do 9.º ano das escolas de Albergaria-a-Velha refletiram uma aposta clara em mostrar o setor florestal como oportunidade de futuro.

Num momento decisivo de escolha de percursos académicos e profissionais, a ExpoFlorestal procurou mostrar aos mais jovens que a floresta é hoje um setor moderno, tecnológico, necessário e com espaço para novas competências.
Uma mensagem para o futuro da floresta portuguesa

No plano estratégico, a ExpoFlorestal 2026 deixa ao setor e ao país uma mensagem de ambição e responsabilidade. A floresta portuguesa precisa de mais gestão, mais escala, mais inovação, mais valorização económica e mais capacidade de fixar pessoas, conhecimento e investimento no território.

Entre as principais conclusões destacadas pela organização estão a necessidade de criar mais valor a partir dos produtos e serviços gerados pela floresta, potenciar o conhecimento e a tecnologia disponíveis, aumentar a eficiência operacional, ganhar escala de intervenção no território e aproximar os jovens de um setor em profunda transformação.

A próxima edição da ExpoFlorestal está já confirmada para maio de 2028, ainda sem data definida. A confirmação atempada desta continuidade pretende capitalizar o balanço positivo agora alcançado e dar desde já um sinal de estabilidade, confiança e ambição a todo o ecossistema florestal.

“Esta edição mostrou que a floresta não é apenas um desafio: é uma riqueza estratégica para o território, para a economia e para as comunidades. A forte adesão, a qualidade das demonstrações, o debate técnico, a presença institucional e o envolvimento de todos confirmam que há um setor mobilizado, exigente e disponível para construir soluções”, refere Luís Sarabando, da organização.

“Saímos desta ExpoFlorestal com sentido de missão reforçado. Sabemos que há ainda muito trabalho pela frente, mas também que, se tivermos capacidade de juntar conhecimento, tecnologia, experiência no terreno e compromisso coletivo, conseguiremos transformar a floresta num espaço de futuro”, acrescenta.

A ExpoFlorestal é organizada pela Associação Florestal do Baixo Vouga, pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha e pela ANEFA – Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente, com o apoio do Município de Albergaria-a-Velha.

*Ricardo 

Destinos com alma e inteligência artificial no turismo em destaque no segundo dia do Fórum Vê Portugal


Sessão de abertura reuniu protagonistas da região. Painéis de discussão e Vê Talks destacaram o papel da identidade, da cultura e da inovação na construção dos destinos do futuro.
A 12.ª edição do Fórum de Turismo Interno Vê Portugal viveu hoje o seu primeiro dia de trabalhos. Sob o mote "Portugal inspira. O Turismo transforma.", o Multiusos de Viseu reuniu alguns dos principais protagonistas do setor para refletir sobre os desafios e oportunidades que irão moldar o futuro do turismo em Portugal. O evento é organizado pela Turismo Centro de Portugal, em parceria com o Município de Viseu.
A sessão oficial de abertura contou com as intervenções de João Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Rui Ventura, Presidente da Turismo Centro de Portugal, e José Ribau Esteves, Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro.
João Azevedo deu as boas-vindas aos mais de 500 participantes do Fórum e destacou o potencial turístico da região, defendendo uma estratégia assente na cooperação entre territórios, na captação de investimento e na criação de uma agenda de eventos capaz de gerar procura ao longo de todo o ano. "Esta é uma região cheia de oportunidades. Cada concelho tem as suas particularidades e precisamos de fazer gestão e organização, preparar rotas e estratégias que permitam potenciar aquilo que cada território tem para oferecer", afirmou.
O Presidente da Câmara Municipal de Viseu sublinhou ainda a ambição de afirmar a região como um importante polo de desenvolvimento turístico e económico. “Temos de trazer Lisboa a Viseu e levar Viseu ao Porto. É este trabalho em conjunto que vamos ter de fazer para aumentar o número de dormidas, de hóspedes e de investimentos privados que possam reforçar a atratividade da nossa região", defendeu. João Azevedo recordou também que Viseu acolherá, em 2027, a base do Rali de Portugal, considerando que este será um dos eventos estruturantes da estratégia de promoção territorial dos próximos anos: "Temos um planeamento bem definido para 2026, 2027, 2028 e 2029 para fazermos crescer todos juntos uma grande região, certamente a melhor região do país e aquela que tem mais potencial para crescer nos próximos anos".
Rui Ventura centrou a sua intervenção na crescente relevância estratégica do turismo interno. O presidente da Turismo Centro de Portugal recordou que o Fórum Vê Portugal se tornou um dos mais importantes espaços nacionais de reflexão sobre o setor, defendendo que este é o momento certo para discutir o modelo de desenvolvimento que o país pretende seguir. "Há momentos em que percebemos que não estamos apenas a discutir o turismo. Estamos a discutir o modelo de país que queremos construir. Estamos a discutir coesão territorial, qualidade de vida, mobilidade e oportunidades", afirmou.
Rui Ventura defendeu também que o Centro de Portugal reúne alguns dos atributos mais procurados pelos visitantes atuais. "O Centro de Portugal não é um território de calamidades: é um território de oportunidades. Talvez seja hoje um dos maiores territórios de oportunidade da Europa. Enquanto muitos destinos vivem problemas de saturação, excesso de pressão urbana e perda de identidade, nós oferecemos aquilo que o mundo mais procura: autenticidade, natureza, património, espaço, tranquilidade, qualidade de vida e relações humanas verdadeiras", sublinhou. Por outro lado, destacou a importância do mercado interno para a sustentabilidade do setor turístico. "Durante demasiado tempo, o turismo interno foi encarado como um complemento. Mas hoje percebemos que é muito mais do que isso: distribui riqueza, combate a sazonalidade, fixa pessoas e cria atividade económica em territórios de baixa densidade", defendeu.
José Ribau Esteves considerou que Portugal deve aproveitar o bom momento que o setor do turismo atravessa para reforçar a sua capacidade de resposta aos novos desafios. "Temos de aproveitar o embalo que o sucesso do setor nos dá, mas fugir à tentação de continuar a fazer tudo da mesma maneira. Se continuarmos a fazer apenas aquilo que sempre fizemos, arriscamos perder o ritmo do sucesso", afirmou.
José Ribau Esteves sublinhou ainda o papel do turismo na valorização dos territórios e na autoestima das comunidades locais. "O turismo é um dos setores que mais contribui para a autoestima dos cidadãos e que melhor consegue valorizar cada aldeia, cada paisagem e cada recurso existente no território. É por isso um instrumento essencial para o desenvolvimento económico e social da região", frisou. Numa das passagens mais marcantes da sua intervenção, José Ribau Esteves apelou a um esforço coletivo para reforçar a promoção do Centro de Portugal: "Precisamos de todos para que o Centro de Portugal deixe de ser visto como um território de calamidades e passe a ser reconhecido pelas suas oportunidades, pelo seu património, pelos seus eventos e pela extraordinária qualidade do seu território".
Painéis abordaram autenticidade, storytelling e inovação
O primeiro painel do dia, moderado por André Gomes, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Algarve, foi dedicado ao tema "Destinos com alma: Cultura, pessoas e identidade na construção de destinos autênticos".
José Filipe Torres, especialista em Place Branding e CEO da Bloom Consulting, Nuno Barra, Marketing and New Product Development Director da Vista Alegre, e Cátia Lucas, coordenadora da Lousitânea – Liga dos Amigos da Serra da Lousã, refletiram sobre a crescente importância da autenticidade, da cultura, das comunidades locais e do storytelling na afirmação dos territórios enquanto destinos turísticos diferenciadores.
Durante o debate, José Filipe Torres defendeu que o trabalho de construção de uma marca territorial deve começar pela compreensão da sua identidade profunda. "O grande trabalho de uma marca de cidade ou de país é, em primeiro lugar, perceber e entender a sua alma. O marketing e a comunicação vêm depois", afirmou. O especialista acrescentou ainda que cerca de um quarto das receitas turísticas de um destino resulta da perceção que os visitantes têm dele antes mesmo de o conhecerem, demonstrando a importância estratégica da construção e gestão das marcas territoriais.
Nuno Barra abordou o desafio da diferenciação num mundo cada vez mais competitivo, lembrando que "somos bombardeados por cerca de oito mil marcas todos os dias", o que obriga territórios e empresas a encontrarem formas autênticas e relevantes de se destacarem.

Já Cátia Lucas apresentou exemplos concretos de autenticidade vivida nas aldeias da Serra da Lousã, como o fabrico tradicional do pão, o rebanho comunitário ou a possibilidade de os visitantes assumirem o papel de pastor por um dia, demonstrando como as experiências genuínas e ligadas às comunidades locais podem criar ligações emocionais duradouras aos territórios.

A manhã prosseguiu com a primeira Vê Talk do evento – uma das novidades desta edição. Intitulada "Portugal inspira, o storytelling transforma", foi protagonizada por José Pedro Cobra, adviser, shaker e orador, que refletiu sobre o papel das histórias na construção de relações humanas e na comunicação dos destinos. "Sentimo-nos perdidos porque achamos que o mundo está do avesso. Mas é ao contrário: o mundo está do avesso porque nós estamos perdidos", afirmou, defendendo uma comunicação mais humana e centrada nas pessoas. "É através das histórias que nos tornamos humanos. O storytelling transforma", acrescentou, defendendo que o verdadeiro desafio das organizações e dos territórios passa por evoluir para estar ao serviço das pessoas.

Outro momento marcante do programa foi a apresentação do livro "Passear – O Turismo como Caminho para a Felicidade", da autoria de Telmo Martins, CEO, diretor criativo e realizador da Lobby Films Advertising. Este momento contou com a participação de Miguel Bragança, diretor do Serviço de Psiquiatria do Hospital de São João, e Rui Ventura, presidente da Turismo Centro de Portugal, autores do prefácio e do posfácio da obra. A conversa centrou-se na forma como as viagens e o turismo podem contribuir para o bem-estar, a qualidade de vida e a felicidade das pessoas.

A manhã terminou com uma intervenção dedicada ao impacto da inteligência artificial na experiência turística. Na Vê Talk "Destinos Inteligentes", Roberto Oliveira, líder em estratégia e crescimento da LTPlabs, apresentou diferentes níveis de integração da inteligência artificial na atividade profissional e turística: "ajudar a pensar", "ajudar a fazer" e "fazer por mim". Apesar do potencial transformador da tecnologia, defendeu que o futuro continuará a depender da combinação entre tecnologia e dimensão humana. "O futuro será híbrido entre o sentir, o coração e a humanidade das pessoas, e o fazer com mais facilidade proporcionado pela inteligência artificial. Eficiência com coração", resumiu.

Tarde dedicada a descobrir Viseu
Durante a tarde, os participantes do Fórum tiveram a oportunidade de conhecer melhor o território anfitrião através da iniciativa "Conhecer para Promover Viseu", uma experiência imersiva que deu a conhecer alguns dos principais ativos turísticos do concelho e da região. Mais concretamente, os participantes dividiram-se por cinco experiências: Museu do Linho - Várzea de Calde; Museu do Quartzo - Monte de Santa Luzia; Quinta Chão de S. Francisco – S. João de Lourosa; Museu Almeida Moreira – Cidade e Jardins; e Quinta da Falorca / Quinta Vale das Escadinhas – Silgueiros.

O dia terminou com o tradicional Jantar Oficial "Vê Portugal", no Expocenter, que reuniu participantes, oradores e convidados num momento de convívio e networking. Durante o jantar foram ainda distinguidas personalidades e projetos marcantes do setor turístico regional e nacional.

O Fórum Vê Portugal prossegue amanhã com novos momentos de reflexão e debate sobre o futuro do turismo em Portugal. O programa completo pode ser consultado em www.turismodocentro.pt.

Sobre a Turismo Centro de Portugal:
A Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

*Cátia Aldeagas
Diretora do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas
Turismo Centro de Portugal

**Luís Miguel Nunes
Consultor de comunicação

Agrupamento de Escolas de Vilela vence prémio da Rota do Românico


A Rota do Românico distinguiu o Agrupamento de Escolas de Vilela, Paredes, com o Prémio Escola do Ano, numa cerimónia realizada na tarde de terça-feira, 2 de junho, no Centro de Interpretação do Românico, em Lousada.
Atribuído pela primeira vez, o Prémio Escola do Ano visa reconhecer o trabalho dos estabelecimentos de ensino que, de forma contínua e articulada, têm desenvolvido múltiplas atividades e projetos dedicados à Rota do Românico, das oficinas pedagógicas às visitas de estudo, passando pela produção de conteúdos e materiais didáticos.
Na cerimónia, liderada pelo presidente da Rota do Românico, Nelson Oliveira, foram também anunciados os premiados na sétima edição do concurso escolar da Rota do Românico, subordinado novamente ao tema “A Sociedade na Idade Média”.
O concurso, dirigido a todas as escolas da Região Norte, recebeu 52 trabalhos nas categorias de Ilustração, Criação Literária, Experiências Científicas e Tecnológicas, e Categoria Aberta, que envolveram a participação de 941 alunos, 48 docentes e 36 estabelecimentos de ensino.
Na categoria de Ilustração, dirigida ao pré-escolar e ao 1.º ciclo do ensino básico, a turma VC4 do 4.º ano da Escola Básica e Jardim de Infância de Vale do Côvo, Alpendorada, Marco de Canaveses, foi a grande vencedora, seguida da turma CEL 8 do 4.º ano da Escola Básica de Vila Cova da Lixa, Felgueiras. O terceiro prémio foi para a turma do pré-escolar da Escola Básica e Jardim de Infância de Duas Igrejas, Penafiel. A turma 4 BMx do 4.º ano da Escola Básica de Meixomil, Paços de Ferreira, foi distinguida com uma menção honrosa.
Na categoria de Criação Literária, destinada ao 2.º ciclo do ensino básico, o primeiro lugar do pódio foi para a turma RA do 6.º ano da Escola Básica e Secundária de Rebordosa, Paredes. Os prémios seguintes foram atribuídos à turma B do 5.º ano do Colégio de Nossa Senhora da Bonança, Vila Nova de Gaia, à turma D do 6.º ano da Escola Básica e Secundária de Lousada Oeste. A turma C2 do 5.º ano da Escola Básica da Ponte, Santo Tirso, obteve uma menção honrosa.
Na categoria de Experiências Científicas e Tecnológicas, dirigida ao 3.º ciclo do ensino básico, o júri apreciou apenas dois trabalhos, tendo decidido premiar o esforço dos alunos da turma A do 7.º ano da Escola Básica de Canedo, Santa Maria da Feira, com uma menção honrosa.
Por último, na Categoria Aberta, destinada ao ensino secundário, o primeiro prémio foi conquistado pela turma H do 10.º ano da Escola Secundária de Lousada. No segundo lugar ficou a turma A-B do 10.º ano da Escola Secundária de Resende e, no terceiro, a turma 2A do 11.º ano do Colégio de São Gonçalo, Amarante. A turma J do 11.º ano da Escola Secundária de Lousada mereceu uma menção honrosa.
O concurso “A Sociedade na Idade Média” desafiou a comunidade escolar a explorar, de forma criativa, o tema da sociedade medieval, designadamente os tópicos das classes sociais, as profissões, a saúde, a educação, a alimentação, as atividades de lazer, entre outros.

O júri foi constituído pelo ilustrador Bruno Santos, o escritor Rui Guedes, o geógrafo Ricardo Martins e a gestora Olga Melo.

Todos os trabalhos concorrentes estão expostos no Centro de Interpretação do Românico até 28 de junho, de terça-feira a domingo.
A Rota do Românico reúne, atualmente, 58 monumentos e três centros de interpretação, distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega (Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende), no Norte de Portugal.

As principais áreas de intervenção da Rota do Românico abrangem a investigação científica, a conservação do património, a dinamização cultural, a educação patrimonial e a promoção turística.

Mais imagens dos premiados na página de Facebook da Rota do Românico.

*António Coelho
Planeamento e Comunicação
Rota do Românico | Itinerários Culturais

Sessão para a Dádiva de Sangue em Cacia


Local da brigada: Avenida Fernando de Oliveira 6/A, 3800-538 Cacia, junto ao apeadeiro da CP e Banco Montepio.
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É urgente renovar o universo de dadores, tendo em conta que os mais “velhos” vão deixando de poder fazer a sua dádiva por razões de idade, saúde ou outros condicionamentos/impedimentos. É urgente que os jovens adiram à dádiva de sangue regular, sem a sua adesão a situação vai complicar-se, não temos dúvidas. Os sinais são evidentes e, deixam-nos preocupados.
Temos repetido vezes sem conta: a dádiva de sangue é um acto de amor que salva vidas! A sua dádiva pode ser a esperança que alguém tanto precisa”. Faça parte desta corrente de solidariedade. Com o lema “REDE DE DIFUSÃO PARA A DÁDIVA DE SANGUE!” é nosso propósito ir mais longe, alcançar outras comunidades.

Agradecemos o vosso apoio e generosidade. Com a vossa doação de sangue, estamos salvando vidas e trazendo esperança para aqueles que mais precisam.

Obrigado a todos quantos colaboraram connosco durante estes 19 anos. A nossa missão não parar. A organização apela à participação da população, sublinhando que “há doentes que precisam de si”, destacando a importância regular da dádiva para garantir reservas seguras de sangue nos serviços de saúde.

ADASCA promove a IV Semana do Dador de Sangue


IV Semana do Dador de Sangue organizada pela ADASCA, tem como lema REDE DE DIFUSÃO PARA A DÁDIVA DE SANGUE, vai decorrer nos dias 8 a 12 de Junho, no âmbito da comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue, dia 14 de Junho instituído pela OMS (Domingo) na Praça do Mercado Manuel Firmino, junto ao Forum de Aveiro.

Ali, vai estar em exposição a Unidade Móvel do IPST durante aqueles dias, para promoção, aconselhamento e sensibilização da comunidade aveirense, mais em concreto os jovens. As sessões para a dádiva de sangue agendadas para os dias 3, 17 e 24 das 15 horas às 19:00 (4ª.s feiras) e dias 5, 12, 19 e 26 das 15:00 horas às 19:00 horas ( 6ª.s– feiras), ainda no dia 10 das 9 às 13 horas (feriado) vão decorrer como habitualmente no Posto Fixo (provisoriamente) da ADASCA, nos horários normais, dia 28 das 9 às 13 horas no Salão da Junta de Freguesia da localidade de Cacia.
A ADASCA conta com o apoio da CM de Aveiro, União de Freguesias da Glória e Vera Cruz, Unidade Local de Saúde de Aveiro | Serviço de Imunohemoterapia, Centro de Sangue e Transplantação de Coimbra (CSTC vs IPST), Escola Superior de Saúde, da Universidade de Aveiro (ESSUA), Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), Associação dos Antigos Alunos da Universidade de Aveiro (Alumni), Centro Universitário Fé e Cultura (CUFC).

Presentemente a ADASCA é uma das maiores associações de dadores do País e da zona centro, com mais de 110 brigadas por ano.

É urgente que os jovens compreendam a máxima importância da sua adesão à dádiva de sangue. Eles são os futuros dadores.

CARTA ABERTA AOS DADORES DE SANGUE

Caros colegas!

Efectivamente, é urgente que Aveiro acorde para a dádiva de sangue. A legenda na nossa viatura faz sentido. O universo de dadores que fazem a sua dádiva de sangue no Posto Fixo da ADASCA, não são de Aveiro, são das diversas localidades da região.
Exemplo: Albergaria-a-Velha, Estarreja, Águeda, Ílhavo, Vagos, Mira, Oiã, Fermentelos. Oliveira do Bairro, Rocas do Vouga, Talhadas, Sever do Vouga, entre outras.
Fica a observação: Aveiro não tem cidadãos saudáveis, entre os 18 e os 65 de idade? Quando a necessidade não nos bate à porta, é tudo com os outros. Ao longo dos quase 20 anos de existência da ADASCA, temos vivido situações surreais, delicadas. Por vezes somos injustamente acusados de nada fazer em prol desta, ou, daquela situação, que envolve a necessidade de promover campanhas. Não temos autonomia para agendar brigadas, sem o consentimento do CST de Coimbra (IPST). O sistema como está desenhado, esmaga a(s) iniciativa(s). Para tudo, são necessárias autorizações.
Não faço referência dos casos, porque algumas pessoas infelizmente já desviveram. Bem os podia ilustrar para fundamentar o que afirmo. Raramente ouvimos uma palavra de agradecimento. Tudo envolve gastos/investimento. Fontes de receitas directas não existem. Dependemos da boa vontade e da caridade de outrem - alheia.
Pensem nisto: antes dar que receber. Não podem aderir à dádiva? Podem certamente ajudar a divulgar pelos seus familiares, amigos, colegas de trabalho, vizinhos. Podem ir buscar cartazes ou o Boletim InfoADASCA no início de cada mês. Ao fazê-lo já estão a ajudar. É fácil criticar, por vezes até o que não se conhece. E ajudar?...
Aqui chegados, temos a garantia, de que não voltam a ser canceladas mais brigadas até final do ano em curso, apesar da redução de dadores por cada sessão, palavra da Sra. Presidente do CD do IPST. Temos de ter em consideração as despesas com a deslocação das brigadas, são elevadas. Que valor tem uma vida?
O cancelamento da brigada prevista para o dia 8 de Maio, além do descontentamento, provocou uma incerteza na realização das seguintes. Consultado o site do IPST, constatámos que estavam confirmadas as brigadas para os dias 13 e 15 daquele mês. Quanto às restantes?
Repto: face ao exposto, convidamos os dadores regulares a comparecer, como ainda os interessados em aderir à dádiva pela primeira vez. A redução de dadores, pode motivar alteração substancial na calendarização anual das brigadas. Pode não ocorrer este ano, mas, é possível que aconteça em 2027. Se isso se verificar, não se queixem. Existem deveres cívicos e morais na causa da dádiva de sangue, para fins terapêuticos. Se existem direitos consagrados, também existem deveres aos quais não nos devemos esquivar como cidadãos.
Compreendemos, e estamos solidários com os dadores que se sentem desmotivados, principalmente com os que já foram multados, enquanto faziam a sua dádiva. As dificuldades de estacionamento é uma das principais causas das queixas que nos chegam. Os hospitais com serviços para a dádiva, vivem o mesmo problema. A ADASCA tem feito tudo, o que está ao seu alcance para colmatar situação. As propostas apresentadas não foram aceites, apesar de nos encontrarmos provisoriamente numas instalações que CM de Aveiro conseguiu disponibilizar, e, restaurar, sem encargos financeiros para a associação, garantindo a sua actividade.
Estamos profundamente gratos aos colegas dadores, apesar das dificuldades continuam a comparecer. O vosso gesto não tem preço definido. Venho do tempo em que, eram colocados cartões nas mesas de cabeceiras dos doentes, apelando aos familiares a doação de sangue. Acredito, que ninguém deseja voltar ao passado. A quebra de dadores é preocupante.
A distância que nos separa da Universidade, também contribuiu/contribui para tal diminuição. Concluídas as obras, regressamos ao anterior local.
Contudo, alertamos para a eventualidade de existirem alterações/constrangimentos de última hora, pelo que sugerimos que reconfirme sempre no website www.adasca.pt  antes de se deslocar, ou ligar para 964 470 432.

Joaquim Carlos
Fundador/Presidente da Direcção da ADASCA