terça-feira, 12 de julho de 2016

VITÓRIA NO EURO RENDE 609 MILHÕES À ECONOMIA PORTUGUESA


 
A conquista do Euro 2016 pela Selecção Portuguesa vai ter um impacto de 609 milhões de euros na economia portuguesa.
Num estudo realizado para o Diário Económico, o IPAM – Instituto Português de Administração de Marketing prevê que avitória de Portugal na final do Euro 2016, no jogo contra a França, em Paris, vai render à economia portuguesa 609 milhões de euros de receitas.
Estes lucros vão favorecer as actividades de “federações, agências de publicidade, agências de meios, empresas decatering, transportes, hotelaria, cafés, restaurantes, segurança, limpeza, polícia, empresas de apostas, jornais, canais de televisão, rádio, gasolineiras, marcas desportivas, cervejeiras, hipermercados, entregas de comida ao domicílio, tabaqueiras, agências de viagens e hotelaria entre muitos outros” sectores, conforme cita o Económico.
Segundo o relatório do IPAM, há quatro anos, com menos equipas presentes na fase final do Europeu de 2012, na Ucrânia e na Polónia, o apuramento com eliminação na fase de grupos equivalia a 420 milhões de euros, enquanto uma vitória na competição possibilitava chegar aos 551 milhões.

Costa fala de “acerto de contas no Euro” enquanto tenta evitar sanções

É mais uma boa notícia para Portugal, para lá da vitória e do entusiasmo futebolísticos, e que chega numa altura em que se espera que as autoridades europeias apliquem sanções a Portugal, pelo défice excessivo de 2015.
António Costa, que se tem desdobrado em contactos nos bastidores da União Europeia, com vista a tentar evitar as sanções, considerou, depois da vitória de Portugal em Paris, que “só ir à final já era grande prémio, mas ganhar é único”.
“Nunca tivemos uma pontinha de sorte, mas está feito o acerto de contas”, disse ainda o primeiro-ministro ainda no Estádio de França, onde se disputou o jogo.
Agora é preciso esperar pela reunião do Ecofin, o Conselho de Ministros das Finanças da zona Euro, que se realiza nesta terça-feira para discutir o tema das sanções a Portugal e Espanha.
O ministro das Finanças de França já defendeu que Portugal “não merece” ser penalizado e os portugueses esperam que as contas em Bruxelas também resultem numa vitória.
ZAP

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