sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Um dos maiores objetos do Universo é descoberto atrás da Via Láctea

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Posted: 24 Nov 2016 04:00 PM PST
Com trilhões de galáxias, o superaglomerado, um dos maiores objetos já descobertos no Universo, estava escondido atrás da névoa da Via Láctea
Posted: 24 Nov 2016 03:24 PM PST
Para conseguirem pairar no ar, beija-flores tiveram que se adaptar de forma única. Veja neste vídeo incrível o voo dessas aves em câmera lenta
Posted: 24 Nov 2016 07:54 AM PST
O Departamento de Parques da cidade disponibilizou dados do último censo de árvores, mostrando onde cada planta pode ser encontrada e permitindo que serviços como poda sejam requisitados
Posted: 24 Nov 2016 05:42 AM PST
Vídeos populares de lontras dormindo de mãos dadas e carregando filhotes na barriga podem ter rendido a elas a imagem de fofinhas, mas esses animais são muito agressivos
Posted: 24 Nov 2016 04:11 AM PST
Um novo estudo propôs uma solução para um mistério que tem intrigado o mundo da física há décadas: como as explosões solares, as rajadas de raios gama e as auroras boreais disparam tão rapidamente?
Posted: 24 Nov 2016 03:51 AM PST
Cães podem ser treinados para lembrar de comandos. Também se lembram de pessoas e lugares. Agora, um novo estudo descobriu que os animais possuem um tipo de memória mais complexa
Posted: 24 Nov 2016 03:12 AM PST
Novo estudo sugere que a velocidade da luz pode não ter sido sempre constante. No universo primitivo, a luz pode ter ultrapassado a gravidade, e essa nova hipótese poderia resolver um dos maiores problemas da física

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Chuva, vento e neve… é o que temos

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REGIÃO NORTE:
Céu geralmente muito nublado.
Aguaceiros, que poderão ser por vezes fortes no litoral até ao início da manhã, diminuindo de intensidade e frequência a partir da manhã.
Queda de neve acima de 1200 metros, temporariamente acima de 800 metros durante a madrugada.
Vento moderado (15 a 30 km/h) do quadrante leste, soprando temporariamente forte (até 45 km/h) com rajadas até 70 km/h litoral até ao início da manhã, e sendo forte (40 a 50 km/h) com rajadas até 85 km/h nas terras altas.
Pequena subida de temperatura.

REGIÕES CENTRO E SUL:
Céu geralmente muito nublado.
Períodos de chuva ou aguaceiros por vezes fortes.
Possibilidade de ocorrência de trovoada.
Queda de neve acima de 1200 metros, temporariamente acima de 800 metros durante a madrugada.
Vento moderado (15 a 30 km/h) do quadrante sul, soprando temporariamente forte (até 45 km/h) de sudoeste, com rajadas até 70 km/h no litoral oeste, e sendo forte (40 a 50 km/h) de sueste com rajadas até 85 km/h nas terras altas.
Pequena subida da temperatura mínima.
Pequena descida da temperatura máxima.
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GRANDE LISBOA:
Céu geralmente muito nublado.
Períodos de chuva ou aguaceiros, que poderão ser por vezes fortes.
Vento moderado (15 a 30 km/h) do quadrante sudoeste, soprando temporariamente forte (até 45 km/h) com rajadas até 65 km/h.
Pequena subida da temperatura mínima.
Pequena descida da temperatura máxima

GRANDE PORTO:
Céu geralmente muito nublado, diminuindo gradualmente de
nebulosidade a partir do início da manhã.
Aguaceiros, que poderão ser por vezes fortes até ao início da manhã, diminuindo gradualmente de intensidade e frequência a partir da tarde.
Vento moderado (15 a 30 km/h) do quadrante leste, soprando temporariamente forte (até 45 km/h) com rajadas até 70 km/h até ao início da manhã.
Pequena subida de temperatura.

COIMBRA - 09/12ºC
MIRA - 06/13ºC
CANTANHEDE - 08/12ºC
MEALHADA - 07/12ºC
VAGOS - 08/13ºC
ANADIA - 08/12ºC

Fonte: IPMA
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Macroscópio - Thanksgivin Day. Regresso à mais americana das festas, mesmo na América de hoje

Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!

Hoje vou abrir uma excepção - ou introduzir uma variação. Há dois anos, era o Observador ainda muito, muito jovem e o Macroscópio tinha apenas seis meses, dediquei esta newsletter à festa de família por excelência nos Estados Unidos, o “Thanksgiving Day”, que se celebra sempre na quarta quinta-feira do mês de Novembro. É essa newsletter que hoje recupero quase na íntegra, até porque o número dos meus leitores aumentou imenso desde essa altura. Mas com algumas variações, sempre em torno de uma tradição que remonta ao século XVII - ou talvez não... - e que muitos vêem como a festa que melhor caracteriza aquilo que é diferente e único na América (mesmo na América que elegeu Donald Trump).
 
Uma das coisas curiosas quando se consulta a imprensa americana nesta época do ano é que ela está cheia de artigos a explicarem este hábito de as famílias se reunirem pelo Dia de Acção de Graças para partilharem um peru, o que faz com que muitos tenham de viajar e se formem com facilidade engarrafamentos que bem podem ser os maiores do mundo, como este em Los Angeles. O que mostra que o Thanksgiving Day parece necessitar de ser explicado, algo que nunca imaginaríamos ser necessário para, por exemplo, explicar o porquê do nosso Natal. Mas é assim naquela nação de imigrantes, e por isso mesmo decidi voltar a fazer hoje um intervalo nos temas mais sérios que costumam ocupar o Macrsocópio para complementar uma pequena mas informativa peça do Observador - Três respostas para entender o Dia de Ação de Graças - com referência a um conjunto variado de textos históricos, linguísticos, comportamentais e até gastronómicos publicados nos Estados Unidos. Alguns bem divertidos. Vamos a isso.
 
Comecemos por tentar perceber porque razão só os americanos, e em menor grau os canadianos, comemoram este feriado com aparentes conotações religiosas. Isto é, porque têm ele um dia de acção de graças e nós não? Por uma razão simples: essa é uma tradição que remonta ao tempo dos primeiros peregrinos, os que cruzaram o Atlântico em busca de uma vida nova há quase 400 anos. Essa história é-nos contada, por exemplo, neste belo ensaio do Wall Street Journal: “Pilgrims and the Roots of the American Thanksgiving” (paywall). O historiador Malcom Gaskill, depois de recordar as condições em que a imigração inglesa foi criando as suas novas comunidades, que se estendiam do Maine, a Norte, à Virgínia, mais a Sul, procura mostrar o que liga os pioneiros de então aos americanos de hoje:
Here we might return to Plymouth in 1621 and to the true story of the first Thanksgiving, which is richer and more edifying than the familiar holiday version. When the Pilgrim William Bradford said, “They began now to gather in the small harvest they had…being all well recovered in health and strength and had all things in good plenty,” he was bearing witness to the fact that, in their first crucial year, they had barely survived. The Pilgrims were not typical settlers in the new land, but they still exemplify the extraordinary imagination and belief, fortitude and courage, shown by colonists across early America—qualities shared today by all manner of Americans, regardless of their ancestry.
 
Num registo mais leve, o Washington Post é muito directo e quase provocador: “Why we celebrate Thanksgiving every year. It isn’t what you think.”. Por exemplo: “If you think Americans have been celebrating Thanksgiving annually since 1621, guess again. Nobody at the time thought of it as the start of a new tradition, and there had been similar gatherings elsewhere earlier. Historians know there was another feast in the colony in 1623 — but it was held earlier in the year. Different colonies celebrated their own days of thanksgiving during the year.”

Este ano a jornalista e escritora Melanie Kirkpatrick editou um livro - “Thanksgiving: The Holiday at the Heart of the American Experience” (Encounter Books, 2016) - que tem sido bastante citado pelo levantamento exaustivo que faz da forma como este feriado evoluiu mas como nunca deixou de estar no coração do "ser americano". Como ela escreve em A Uniquely American Holiday: Thanksgiving"We live in a less religious age than did the Pilgrims or Washington or Hale, but it would be a mistake to claim, as some do, that Thanksgiving is not a religious holiday. It is that rarest of religious holidays, one that all religions can, and do, celebrate. For this, as in so many other things, the nation can thank Washington, who declared our first Thanksgiving as a nation in a proclamation that embraced people of all faiths. The Pilgrims came to our shores seeking religious freedom. On Thanksgiving Day, Americans of all faiths—and of none—can give thanks that they found it."

 
E que evento é esse de 1621 que os americanos associam tão fortemente à sua actual tradição? Uma muito particular festa de acção de graças pela boa colheita desse ano, festa que teve lugar na colónia de Plymouth, no Massachusetts, precisamente em 1621 e que é recordada com detalhe pois foi descrita por Nathaniel Morton, o secretário da colónia que nos deixou aquele que é considerado o primeiro texto histórico publicado nos Estados Unidos. Todos os anos, na véspera do Thanksgiving, o Wall Street Journal republica, como editorial, um extracto desse texto, “The Desolate Wilderness” (paywall). É um texto belíssimo que descreve a chegada ao Novo Mundo dos imigrantes vindos do outro lado do oceano. Vejam esta passagem:
Being now passed the vast ocean, and a sea of troubles before them in expectations, they had now no friends to welcome them, no inns to entertain or refresh them, no houses, or much less towns, to repair unto to seek for succour; and for the season it was winter
 
Mas passemos destes temas mais sérios para outro bem mais trivial – mas curioso. Como sabemos dos filmes e das séries, no Thanksgiving Day come-se peru. Ora, em inglês, peru diz-se “turkey”. Isto é, turkey como Turkey, Turquia. É por isso que a The Atlantic se interroga: Why Americans Call Turkey 'Turkey'. O tema também é assunto da Vox: Why do Turkey the country and turkey the bird have the same name? Pois bem, ninguém sabe de ciência certa. Até porque se a ave a que chamamos peru e os americanos conhecem por turkey é nativa dos Estados Unidos, isto é, não foi para lá levada por nenhum imigrante vindo do Oriente Próximo. O que me leva a outra questão, para a qual não tenho resposta: e nós porque é que chamamos peru ao peru e Peru ao Peru? Estranha ave que tanto é andina como levantina e afinal não é uma coisa nem outra.
 
Continuando num registo mais coloquial, chamo-vos a atenção para uma crónica divertida que encontrei no Quartz a propósito do pesadelo que pode ser organizar uma festa familiar num tempo de famílias divididas: Surviving the hollow ache of Thanksgiving with divorced parents. Nós, que não temos dia de acção de graças mas temos Natal (e peru do Natal, já agora), e também muitas famílias divididas, podemos encontrar neste texto curiosos paralelos. Por exemplo: “My parents did one aspect of their divorce right: They remained friends. If my mom was hosting the Big Turkey, my dad and his lady-of-the-moment were always invited. When my dad and his wife took over, my mother and her husband often strolled in for dessert. But eventually, my father and his second wife split, too, and tensions grew strained as we three children learned the dance of deciding our loyalties”.
 
O mesmo tema – altos e baixos de uma festa de família – também atraiu a atenção da New Republic: “Thanksgiving Is All About Family Guilt”. É uma crónica sobre a culpa de se estar ou não na refeição onde se espera que todos estejam. Termina assim:
It’s the holiday when you’re never where you’re supposed to be. But neither is anyone else, you come to learn. Like you, they were expected somewhere else but they never got there, so, instead, they’re here. And so are you. And all the others, too. Guilty, maybe, but far from lonely. And so you sit down together and you eat.  


Para o fim deixei a parte mais útil, digamos assim, deste Macroscópio. É que encontrei no New York Times dois pequenos vídeos de enorme utilidade. Depois de verem o primeiro mais ninguém poderá dizer que não sabe trinchar um peru: How to Carve a Turkey. Confesso que o faço com um lado interesseiro: lá em casa sou sempre eu que tem de trinchar as aves, mas acredito que com esta ajuda vou passar a dividir a tarefa. O segundo vídeo é mais dirigido a quem prepara o peru até estar no ponto para ser trinchado: How to Roast a Turkey. Como verão as instruções são bastante detalhadas e verdadeiramente só fico sem saber se, seguindo-as, conseguimos evitar que a ave seque demasiado, o pecado de tantos perus dos nossos natais. Como ainda há tempo até ao nosso dia de comer peru, talvez possam experimentar e ver se com estas ajudas dá para fazerem um vistaço daqui por um mês.
 
De resto, e se ainda for a tempo, desejo-vos um bom jantar. Mesmo sem acção de graças. De resto, como de costume, tenham um bom descanso e façam boas leituras.
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Inês está desde segunda à espera de Bieber, com frio e novos amigos

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Inês de Almeida está há três dias à porta do pavilhão Meo Arena, Lisboa, à espera do concerto de Justin Bieber de sexta-feira, e nem se queixa do frio, preferindo falar dos novos amigos da "família Bieber".
"Ó pessoal, ninguém viu um saco do Bieber branco?", pergunta para a "geral" uma fã do cantor canadiano, que atua em Lisboa na sexta-feira, sendo que a "geral" são algumas centenas de pessoas, maioritariamente jovens e do sexo feminino, que estão à volta do pavilhão, algumas desde segunda-feira.
Inês é de Beja mas chegou a Lisboa no domingo e só não foi logo para o Parque das Nações, onde se situa o pavilhão do concerto, porque chovia. "Segunda-feira, às nove da manhã, já estava aqui sentada. Na primeira noite ainda houve um segurança que nos deixou abrir uma tenda mas depois foi proibido. Tenho dormido com saco cama e uma manta", conta à Lusa, admitindo que tem mesmo assim passado muito frio mas que, "no fim, vai compensar".
Dormir ao relento e passar por ali os dias, à espera de um concerto de poucas horas, na sexta-feira à noite, é no entanto mais do que isso. Inês fala de pessoas que chegaram de Inglaterra, de muitas que vieram de Espanha, de portugueses de todo o lado, das "amizades que não dão para contar pelos dedos", como se já se conhecessem "há anos".
Porque são todos uma família, diz Eduarda, de Viseu a Lisboa na quarta-feira, e a partilhar com jovens da sua idade o mesmo gosto, o desejo de ficar à frente do palco, o mais perto possível, para ouvir músicas como "Sorry", "What do you mean?" ou "I love yourself".
O mesmo desejo de Miguel Rodrigues, que chegara de Guimarães um dia antes, e que se queixa do frio, ainda que Justin Bieber mereça esse esforço e "muito mais". "Já o acompanho desde os meus 13 anos, estou com 19. Não me arrependo de nada, voltava a repetir, se pudesse ainda vinha mais cedo", conta à Lusa o jovem, que andou a juntar folgas no trabalho para ali estar.
A menos de 24 horas do concerto são já centenas os jovens que rodeiam o pavilhão, sacos cama pelo chão, colchões de ar e colchonetes, mantas, casacos, mochilas e almofadas, alguns chapéus-de-chuva, sacos com comida que chega de casa ou do apoio logístico de familiares.
A zona mantém-se limpa, os polícias garantem a segurança e o frio junta-os em círculos, conversando, cantando músicas "do Bieber", enquanto jogam às cartas. Ao longo do dia organiza-se a fila, vai-se escrevendo numa lista a ordem de chegada e, nas mãos, o número de entrada. Do lado leste, a Inês tem o número um, do lado oeste, a Eduarda, o número três.
Diogo Malta tem o número quatro mas dos bilhetes mais caros, aqueles que vão dar pertinho do palco. Chegou na segunda-feira, mas como vive em Lisboa tem ido a casa tomar banho e buscar comida. Mas dorme ali num saco cama e está por ali quase sempre. "Tenho passado este frio por ele".
Como foi dos primeiros a chegar, organiza a lista de fãs, para que, na sexta-feira, "não haja confusões" e prepara-se para a última noite ao relento, que, na primeira, ainda o deixaram montar uma tenda .
Não se importa o Diogo. "Gostos são gostos, se calhar quatro noites muita gente vai pensar que pode ser uma loucura. Mas quem sabe se ele volta? E eu sei que vou amar este concerto, e estou cá e sei que não me vou arrepender disto".
Diogo já sabe o alinhamento, lamenta que não inclua "One time" mas, como Miguel, está ansioso para ouvir "Purpose" ou "Love yourself".
Inês não tem preferência, gosta de todas as músicas e é fã desde 2009. Como são todos ali, uma família onde "ninguém dorme, mas ninguém se cansa", à espera do Bieber.
Lusa
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Esquerda aprova aumento de seis euros nas pensões mais baixas

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Os partidos da esquerda parlamentar aprovaram hoje, para agosto, o aumento extraordinário de seis euros nas pensões que foram atualizadas entre 2011 e 2015 e de 10 euros nas pensões até 628,83 euros que estiveram congeladas nesse período.
As bancadas parlamentares do PS, PCP, PSD e CDS-PP entregaram propostas de alteração sobre o aumento extraordinário de pensões, mas apenas a medida apresentada pelos socialistas foi aprovada esta tarde, na Comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa.
Na proposta inicial de Orçamento do Estado para 2017 (OE2017), o Governo propunha que todas as pensões até aos 628,83 euros, fossem alvo de uma atualização extraordinária de 10 euros a atribuir por cada pensionista em agosto, desde que não tivessem sido atualizadas entre 2011 e 2015.
No entanto, o PS acabou por apresentar uma proposta de alteração para que também as pensões do primeiro escalão das pensões mínimas, as pensões sociais e as rurais, que foram atualizadas nos últimos quatro anos, fossem aumentadas em seis euros.
O aumento de 10 euros foi aprovado com os votos favoráveis do PS, PCP, Bloco de Esquerda e CDS-PP e com a abstenção do PSD, enquanto o aumento de seis euros contou com a 'luz verde' de toda a esquerda, mas com a abstenção dos deputados sociais-democratas e centristas.
A proposta do PSD, que previa que a atualização extraordinária acontecesse a partir de janeiro para todos os pensionistas até aos 628,83 euros, foi chumbada com os votos contra dos partidos da esquerda.
Também a proposta do PCP, que previa que todas as pensões sofressem uma atualização em 2017 de um montante fixo mensal de 10 euros, foi chumbada. Neste caso, bastou o voto contra do PS para a inviabilizar, já que PSD e CDS-PP abstiveram-se e apenas o Bloco de Esquerda votou alinhado com os comunistas.
Da mesma forma, a proposta apresentada pelo CDS-PP, que previa que todas as pensões do regime geral de Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações (CGA) fossem aumentadas em 10 euros - mas a partir de agosto - foi chumbada, com os votos da esquerda e a abstenção do PSD.

Lusa
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Epson y Grupo Milenio se unen en la iniciativa Arte para la Salud



Como parte de la alianza entre ambas compañías para promover el arte, montan el proyecto Murales Translúcidos en el Instituto Nacional de Cancerología
Ciudad de México, 24 de noviembre de 2016- Epson, marca líder mundial en impresión e imagen digital, dio a conocer, como parte de las iniciativas en conjunto con la Colección Milenio Arte de Grupo Milenio, el proyecto Murales Translúcidos dentro del marco del 70 aniversario del Instituto Nacional de Cancerología (INCan). La iniciativa consiste en la impresión de obras plásticas sobre vinil en gran formato, como dibujos, acuarelas y grabados, que serán colocadas en los vidrios de las instalaciones del hospital, creando dos salas de exhibición para obras murales. Estos espacios aportarán una atmósfera de belleza que generará para los pacientes y el personal médico un remanso de paz y tranquilidad, que los ayude en su recuperación y arduo trabajo.
Al ser el INCan un espacio de tránsito, se intervinieron los vidrios de la recepción, de la sala de espera y de un puente que conecta el edificio principal a la torre vieja del centro médico para crear un espacio simbólico. La impresión de las obras corre a cargo de Epson, la cual se realizó en equipos de la Serie S de amplio formato. Para la primera exposición temporal se invitó a dos pintores para realizar las obras: Arturo Buitrón, con su obra Paisaje Rizoma, ocupará la Sala Epson Arte para la Salud ubicada en recepción y sala de espera. Buitrón reinterpreta el paisaje desde la esencialidad de sus formas, la naturaleza y la vegetación. “Esta sensación no es evidente, se expande como un rizoma, es una referencia con colores, ramas y follaje que crece por las ventanas creando un paisaje fantástico que recibe a los pacientes y personal del INCan”, afirmó Avelina Lésper, directora de la Colección Milenio Arte.
Cristina Sandor es la otra artista que comparte sus creaciones a través de la obra Códice de vida, que será una narración abstracta que acompañará a los pacientes en su recorrido. “La geometría como versión del equilibrio y la armonía. El color se relaciona para crear una secuencia rítmica que lleva una palpitación secuencial. De los tonos brillantes a los tenues, el contraste es lúdico y sorpresivo”, explica Lésper.
“Nuestro objetivo al participar en esta exposición es poder contribuir con nuestra tecnología a lograr este efecto terapéutico en los pacientes y de armonía para médicos y cualquier persona que transite esos espacios, es un honor para Epson”, señaló Mauricio Doce, Gerente de Mercadotecnia y Comunicación para México.
Este proyecto será inaugurado el próximo jueves 24 de noviembre a las 19:00 horas por el director del INCan, Abelardo Meneses, la directora de la Colección Milenio Arte, Avelina Lésper, el presidente ejecutivo de Grupo Milenio, Francisco González y directivos de Epson México.

Acerca de Epson
Epson es líder mundial en imagen digital e innovación, cuya finalidad es superar las expectativas de los consumidores de todo el mundo a través de sus tecnologías compactas, ecológicas y de alta precisión, con una gama de productos que abarca desde impresoras y proyectores 3LCD para empresas y hogares hasta dispositivos electrónicos y de cristal líquido. Liderado por Seiko Epson Corporation con sede en Japón, el Grupo Epson cuenta con aproximadamente 75,000 empleados distribuidos en 100 empresas de todo el mundo y se siente orgulloso de sus actuales contribuciones al medio ambiente y a las comunidades en las que opera. Mayor información en: http://www.epson.com.mx
Acerca de Grupo Milenio
Milenio ofrece la actualización de los hechos más importantes de México y el mundo en temas de política, deportes, negocios, espectáculos, internacional, cultura, tendencias, estados y locales con espacios para el debate y la opinión.)

Yesica Flores | noviembre 24, 2016 a las 5:01 pm | Etiquetas: epson | Categorías: Noticias 

Comunicado do PS da Praia de Mira

"Atual Câmara demonstra GRANDE FALTA de RESPEITO pela PRAIA
eleitoralismo e a propaganda são a principal atuação desta Câmara. Nos últimos dias o desnorte da Câmara tem sido total, revelando grande falta de respeito pela Praia. À mínima critica, a Câmara reage negativamente, querendo calar tudo e todos. Quando não conseguem, recorrem a outros para “tagarelar” e assinar o que os da Câmara escreveram. Utilizam argumentos falsos, são insultuosos e pouco humildes. Chamam aos outros mentirosos quando é exatamente o que fazem. Mentem descaradamente! Terá sido por causa do PS ter contado à população algumas das asneiradas deste mandato? Ou terá sido por causa da escolha do PS para candidato à Câmara?
A nossa Junta tem um excelente Presidente, reconhecido por todos, (Dr. Francisco Reigota, para nós tratado de forma carinhosa (como ele próprio mais gosta) como o Chico). Com os restantes membros da Junta formam uma grande equipa e nós temos muito orgulho neles. Cumprem com conhecimento e profissionalismo as suas tarefas. Têm feito um excelente trabalho. Apresentam sabedoria e amor no tratamento dos assuntos das nossas Terras e Pessoas. Aliás, o PS orgulha-se de todas as Juntas que teve, porque tem Memória e Honra! Nunca esqueceremos os nossos, 4 Presidentes (e as suas equipas) que merecem o nosso respeito. É isso que doí a esta Câmara. Ao menos respeitem a Memória daqueles que já partiram e que tudo deram em nome das nossas Terras.
Os elementos da Junta têm questionado a Câmara sobre muitíssimos assuntos. Um deles é o cemitério. O processo vinha do anterior mandato. Neste já lá vão 3 anos! Será que a Junta não pode alertar a Câmara para os problemas? Os eleitos são representantes legítimos do Povo. Será que não devem lutar pela defesa dos interesses das Terras e Pessoas?
Vamos a factos. Neste momento, há apenas 10 (dez) sepulturas disponíveis no nosso cemitério. Neste ano, infelizmente, já faleceram 35 (trinta e cinco) pessoas da nossa Freguesia. A Câmara tem noção disto? Não acha isto preocupante? Ou a Câmara quer uma Junta calada e submissa, aos senhores de Mira, como no tempo da “rolha”. A Câmara devia resolver os verdadeiros problemas das pessoas, em vez de andar a promover panfletos de auto promoção preocupada com os votos. Termine esta fase da obra do cemitério, para que a Junta possa construir mais sepulturas e deixem-se de tretas. Mas urgentemente, pois amanhã já pode ser tarde…
Já agora, recordamos que a Junta nunca culpou o Sr. empresário que está a fazer esta fase. O comunicado da Junta diz apenas: “(…)empreitada a um empresário local.” Até achamos bem que sejam os empresários locais a fazer as obras. No entanto, assinar comunicados contra a Junta enquanto empresário é no mínimo estranho. Fica mal misturar a sua qualidade de empresário com os interesses da política. Ou vai agora dizer que o fez na qualidade de político? Bem, sabemos que foi concorrente por uma lista contra o atual Presidente da Junta. E que faz parte da oposição na Assembleia de Freguesia. São, então, razões empresariais ou políticas as motivações deste senhor? Convinha separar estas vertentes, pois um dos princípios básicos da Constituição e da Ética Democrática é a separação entre o Poder Politico e o Mundo dos Negócios.
Não é verdade o que diz sobre o corte de luz. E ele sabe disso. Afinal, faz-se tão correto e isento. Depois de todo o processo do cemitério estar pronto, este senhor esteve muitos meses à espera da Câmara para começar a trabalhar. E ele sabia, tanto como nós, do grave problema da urgência da falta de campas. Alguém o ouviu falar contra o atraso da Câmara? Diz que a obra está legal e a decorrer no tempo legal. Mas isso, por imperativo legal, não devia estar escrito no local da obra? Tal como o valor da obra? E o que lá vão fazer? Etc, etc, etc. Estará bem informado este senhor, que também é político? Ou fala sem saber? A Praia merece mais do que conversa, usada por falsos beneméritos comprometidos com interesses e com uma Câmara propagandista e eleitoralista.
O Presidente da Junta e o seu executivo estão a defender as nossas populações. Estão a fazê-lo com coragem e humildade, com uma Câmara que descrimina a Praia em muitas situações por motivos eleitorais, mas que tenta passar outra imagem.
E quem tem dúvidas, faça a sua própria análise com os seguintes exemplos:
- Sabiam que a Câmara Municipal tem um orçamento anual de 13 milhões de euros?
- Sabiam que a Junta tem um orçamento anual de 140 mil euros?
- A Câmara passou competências para as 4 Juntas do Concelho, transferindo verbas.
- Sabem qual a percentagem que queriam dar à Freguesia da Praia? Queriam dar 18,8% do totalNaquele momento, para esta Câmara é o que a Praia valia!
Sabem quanto valia Mira por exemplo? Valia 60,35%.
- Sabem o que o executivo da Junta da Praia fez? Não aceitou e reivindicou junto da Câmara por outro valor. Nesse momento foi acusado de obstaculizar o trabalho da Câmara.
- Com esta postura firme dos elementos da Junta, a Praia passou a valer 23,04%. No entanto, a Junta continua a afirmar que a Praia vale muito mais do que isso.
- A Praia só vale isto? 23,04% do Concelho?
- Acham isto certo? Afirmamos que isto não é uma questão de cores políticas. É uma questão de conhecer e respeitar o nosso território, as nossas pessoas e as nossas especificidades. É uma questão de competência. A PRAIA VALE MUITO MAIS!
Não faltem ao respeito à PRAIA
- Porque é que cada vez que há um problema na Praia a Câmara tem mais rapidez em acusar a Junta do que em resolver o problema? Para se desculpar? Que mau principio!
Secção do PS da Praia está solidária com a nossa Junta. Está muito feliz com a afetividade e a capacidade que demonstram na resolução dos problemas das pessoas. É uma Junta de confiança, afetiva, competente, trabalhadora e humilde. Por vezes não faz mais, porque não tem uma Câmara que a apoie na dimensão correta e que a respeite e ouça nas questões essenciais.
Ainda sobre o cemitério: terminem o que falta! A Junta de Freguesia precisa de construir novas sepulturas para bem da comunidade. Deixem-se de conversa!
Terminamos relembrando que: “O oportunismo e a banalidade não têm (mesmo) lugar num local sagrado e a nossa população tem de ser respeitada.”

Os elementos da Secção do Partido Socialista da Praia"