sexta-feira, 17 de julho de 2026

PATRIMÓNIO CULTURAL - FÁBRICA DO INGLÊS, SILVES. Museu da Cortiça reabre à comunidade e reúne mais de 250 visitantes numa noite de memória, música e produto local

 Museu da Cortiça reabre à comunidade e reúne mais de 250 visitantes numa noite de memória, música e produto local

A Fábrica do Inglês abriu portas na noite de 11 de julho para uma celebração que uniu património industrial, criação local e comunidade, num serão que se prolongou até às 21h00.

250+ visitantes · 3h de portas abertas · 1 concerto ao ar livre

UMA NOITE DE PORTAS ABERTAS

No passado dia 11 de julho, entre as 18h00 e as 21h00, o Museu da Cortiça, na Fábrica do Inglês, em Silves, abriu-se à comunidade para uma noite especial. Ao longo de três horas, o antigo espaço industrial recebeu quem quis (re)descobrir a história da cortiça e do edifício que a guardou durante décadas e devolveu, em troca, memórias e sorrisos partilhados entre gerações.

Mais de 250 pessoas passaram pelas naves da fábrica, testemunho de uma comunidade que reconhece na Fábrica do Inglês não apenas um museu, mas um lugar de pertença.

RESSONÂNCIAS — MÚSICA NO CORAÇÃO DA FÁBRICA

Pelas 19h30, o serão ganhou nova dimensão com o concerto Ressonâncias, promovido pela coooperativa local “devagarquetenhopressa”, sob a direção de Cristina Calvino. A música instalou-se entre as paredes da antiga fábrica, criando um diálogo sensível entre o património industrial e a criação contemporânea.

PRODUTO E TERRITÓRIO

A noite contou ainda com a presença de produtores locais, que trouxeram ao pátio da fábrica um retrato vivo do território: artesanato, moda, especialidades gastronómicas e food trucks compuseram um percurso de sabores e ofícios que prolongou a visita muito além das salas de exposição.

"Esta noite confirmou o que sempre acreditámos: a Fábrica do Inglês não é apenas um museu, é um ponto de encontro. Ver mais de 250 pessoas a partilhar memórias, música e produto local dentro destas paredes é a prova de que este património tem um lugar vivo no presente de Silves."

PORTA-VOZ DA CARVOEIRO BRANCO

PRÓXIMOS PASSOS — VISITAS POR MARCAÇÃO

Nos próximos meses, o Museu da Cortiça mantém-se aberto ao público, de quarta a sábado, das 9h30 às 13h00, através de visitas por marcação, dirigidas a grupos e visitantes individuais. As reservas podem ser feitas através do website www.museudacorticasilves.pt, telefone +351 925 646 650 ou email de contacto da Fábrica do Inglês info@museudacorticasilves.pt.

SOBRE A CARVOEIRO BRANCO, LDA.

Promotora imobiliária de referência no Algarve, a Carvoeiro Branco desenvolve projetos residenciais e turísticos que valorizam a identidade e a história dos lugares onde se insere — dos quais a reabilitação da Fábrica do Inglês, em Silves, é um dos exemplos mais representativos.

SOBRE A ANTRIX

A Antrix adquiriu, em 2025, a Fábrica do Inglês, em Silves, com o compromisso de restituir à cidade o monumento industrial e o Museu da Cortiça que nele funciona. Detém a propriedade do complexo em conjunto com a Carvoeiro Branco.


www.carvoeirobranco.com


SAÚDE À BEIRA-MAR NAS PRAIAS DA MARINHA GRANDE

O Município da Marinha Grande promove, até 25 de agosto, um conjunto de atividades gratuitas de sensibilização e educação para a saúde nas praias do concelho, dinamizadas por profissionais da Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) da Marinha Grande.
Integradas na iniciativa “Praias com Saúde 2026”, estas ações decorrem durante a época balnear nas praias da Vieira e de São Pedro de Moel, com o objetivo de sensibilizar a população para a adoção de estilos de vida saudáveis, promover a prevenção da doença e reforçar a literacia em saúde junto de residentes e visitantes.
O programa completo é o seguinte:
ATIVIDADES | Praia da Vieira
Vamos falar de Menopausa
15 jul | 10h00
17 ago | 15h00
SBV
21 jul | 10h00
18 ago | 15h00
STRETCHING
23 jul | 10h00
04 ago | 15h00
ATIVIDADES | Praia de São Pedro de Moel
SBV
28 jul | 10h00
25 ago | 10h00
STRETCHING
30 jul | 10h00
06 ago | 15h00
Vamos falar de Menopausa
31 jul | 10h00
24 ago | 15h00
*Gabinete de Comunicação e Imagem

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Castelo de Vide | Grupo Vocal "Ver pela Arte",


A Fundação Nossa Senhora da Esperança celebra na próxima segunda-feira, dia 20 de Julho, o seu 163º aniversário.

As comemorações decorrem no Convento de São Francisco, sede da Fundação Nossa Senhora da Esperança, e o programa começa pelas 15 horas com a celebração da missa na igreja de São Francisco.

Pelas 16 horas realiza-se o lançamento do jogo “Smart Touch – Tabuleiro Acessível”, um projeto desenvolvido pelos utentes e colaboradores da Fundação Nossa Senhora da Esperança, no âmbito do projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais”.
Concerto pelo grupo vocal "Ver pela Arte"
Segue-se o concerto do grupo vocal ”Ver pela Arte”, fundado em 2014 no âmbito do programa "Ver pela Arte", coordenado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC), com o objetivo de promover o ensino da música a pessoas cegas ou com baixa visão nas escolas do país. O grupo tornou-se o primeiro e único projeto aprovado e financiado pelo Programa Cidadania Activa da Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com a ACAPO.

As cerimónias terminam cerca das 18:30 horas com um lanche ajantarado, seguindo-se o tradicional corte do bolo de aniversário assinalando os 163 anos da Fundação.

A Fundação Nossa Senhora da Esperança
Fundada em 1863 por João Diogo Juzarte Sequeira Sameiro e sua mulher, a Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de âmbito nacional e inspiração cristã constituída em Castelo de Vide em 1863 como Asilo de Cegos de Nossa Senhora da Esperança, a que se juntou em Novembro de 1987 o Asilo do Espírito Santo, dando origem à atual instituição.

Atualmente, a FNSE destaca-se pelo trabalho de excelência nas áreas de apoio à terceira idade e da tiflologia (o estudo e o apoio às pessoas cegas ou com baixa visão), gere duas estruturas residenciais para idosos (o Lar do Convento e o Lar João Gonçalves Palmeiro Novo), o Centro de Arte e Cultura FNSE e o Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia, um espaço dedicado à acessibilidade e à inclusão.

Cuidados domiciliários e inclusão em espaços culturais
A Fundação tem em curso dois importantes projetos: o “Cuidar com Sentido + Esperança no Domicílio”, no âmbito do programa Gulbenkian Home Care 2.0, que proporciona cuidados domiciliários integrados, e o projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu de Tiflologia de Castelo de Vide” que tem a duração de 3 anos (até final de 2028) e é financiado pelo Programa Regional Alentejo 2030, no âmbito da tipologia Inclusão Pela Cultura.

Unidade de Dia e Promoção da Autonomia
Em avançado estado de construção está também uma Unidade de Dia e Promoção da Autonomia (UDPA), uma resposta social e de saúde integrada, alinhada com a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) destinada a apoiar pessoas com dependência funcional leve a moderada e com doenças crónicas na região do Alto Alentejo.

*Ana Nunes 


Castelo de Vide | Fundação Nossa Senhora da Esperança celebra o 163º aniversário na segunda-feira, dia 20 de Julho


A Fundação Nossa Senhora da Esperança celebra na próxima segunda-feira, dia 20 de Julho, o seu 163º aniversário.
As comemorações decorrem no Convento de São Francisco, sede da Fundação Nossa Senhora da Esperança, e o programa começa pelas 15 horas com a celebração da missa na igreja de São Francisco.

Pelas 16 horas realiza-se o lançamento do jogo “Smart Touch – Tabuleiro Acessível”, um projeto desenvolvido pelos utentes e colaboradores da Fundação Nossa Senhora da Esperança, no âmbito do projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais”.
Concerto pelo grupo vocal "Ver pela Arte"
Segue-se o concerto do grupo vocal ”Ver pela Arte”, fundado em 2014 no âmbito do programa "Ver pela Arte", coordenado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC), com o objetivo de promover o ensino da música a pessoas cegas ou com baixa visão nas escolas do país. O grupo tornou-se o primeiro e único projeto aprovado e financiado pelo Programa Cidadania Activa da Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com a ACAPO.

As cerimónias terminam cerca das 18:30 horas com um lanche ajantarado, seguindo-se o tradicional corte do bolo de aniversário assinalando os 163 anos da Fundação.
A Fundação Nossa Senhora da Esperança
Fundada em 1863 por João Diogo Juzarte Sequeira Sameiro e sua mulher, a Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de âmbito nacional e inspiração cristã constituída em Castelo de Vide em 1863 como Asilo de Cegos de Nossa Senhora da Esperança, a que se juntou em Novembro de 1987 o Asilo do Espírito Santo, dando origem à atual instituição.

Atualmente, a FNSE destaca-se pelo trabalho de excelência nas áreas de apoio à terceira idade e da tiflologia (o estudo e o apoio às pessoas cegas ou com baixa visão), gere duas estruturas residenciais para idosos (o Lar do Convento e o Lar João Gonçalves Palmeiro Novo), o Centro de Arte e Cultura FNSE e o Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia, um espaço dedicado à acessibilidade e à inclusão.
Cuidados domiciliários e inclusão em espaços culturais
A Fundação tem em curso dois importantes projetos: o “Cuidar com Sentido + Esperança no Domicílio”, no âmbito do programa Gulbenkian Home Care 2.0, que proporciona cuidados domiciliários integrados, e o projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu de Tiflologia de Castelo de Vide” que tem a duração de 3 anos (até final de 2028) e é financiado pelo Programa Regional Alentejo 2030, no âmbito da tipologia Inclusão Pela Cultura.

Unidade de Dia e Promoção da Autonomia
Em avançado estado de construção está também uma Unidade de Dia e Promoção da Autonomia (UDPA), uma resposta social e de saúde integrada, alinhada com a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) destinada a apoiar pessoas com dependência funcional leve a moderada e com doenças crónicas na região do Alto Alentejo.

*Ana Nunes

Silves | TRABALHOS DE MONTAGEM DA FEIRA MEDIEVAL DE SILVES IMPLICAM CONDICIONAMENTOS TEMPORÁRIOS DE TRÂNSITO, ENTRE 21 E 24 JULHO

 O Município de Silves informa que, no âmbito dos trabalhos de montagem e preparação da XXI Feira Medieval de Silves, poderão ocorrer condicionamentos pontuais de acesso e circulação em várias artérias da cidade, entre os dias 21 e 24 de julho, de acordo com as necessidades inerentes à realização dos trabalhos.

As vias abrangidas por estes condicionamentos são:

» Rua 25 de Abril;

» Rua Dr. Francisco Vieira;

» Rua Cândido dos Reis;

» Rua Samora Barros;

» Rua Francisco Pablos.

O Município recomenda a utilização de percursos alternativos sempre que possível, de forma a minimizar os eventuais constrangimentos na circulação rodoviária e pedonal.

A autarquia apela à compreensão e colaboração de todos os munícipes e visitantes durante este período de preparação da Feira Medieval de Silves, agradecendo a compreensão pelos incómodos temporários que estes trabalhos possam causar.

 

Águeda | Escola Básica e Jardim de Infância de Aguada de Baixo vão ser reabilitados


Investimento de cerca de 1,2 milhões de euros garante a continuidade do estabelecimento de ensino e integra uma estratégia de valorização da escola pública em todo o concelho

A Câmara Municipal de Águeda vai avançar com a requalificação da EB1 e Jardim de Infância de Aguada de Baixo. O lançamento do concurso público para a obra, que representa uma aposta na melhoria das condições de ensino e aprendizagem, foi aprovado, ontem, em reunião do Executivo, com um preço base de 1.195.000 euros, acrescido de IVA, e representa uma forte aposta na educação e na valorização da rede escolar do concelho.

Com um prazo de execução de 540 dias, a intervenção permitirá adaptar o edifício às atuais exigências pedagógicas, de segurança, conforto e sustentabilidade, assegurando a sua modernização e valorização para responder às necessidades das crianças, professores, funcionários e restantes utilizadores.
Para Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, esta intervenção representa uma opção política clara em defesa da escola pública de proximidade e da coesão territorial. “Na anterior Carta Educativa estava prevista a desativação da Escola de Aguada de Baixo. Este Executivo entendeu seguir um caminho diferente. Em vez de encerrar, decidimos investir, requalificar e garantir a continuidade desta escola, assegurando que as crianças e as famílias da freguesia continuam a dispor de uma resposta educativa de qualidade junto da sua comunidade”, declarou.
O Edil considera que esta decisão faz parte de uma estratégia mais ampla para a rede escolar do concelho. “Estamos a inverter uma lógica de encerramento de escolas que chegou a estar prevista. A nossa opção é investir nas escolas, valorizá-las e prepará-las para o futuro”, disse, salientando que a necessidade da população e a evolução demográfica justificam plenamente o investimento.

Jorge Almeida adianta que esta política não se limita a Aguada de Baixo. “Temos, neste momento, em desenvolvimento o projeto de execução e das especialidades para a Escola de Assequins, onde está prevista uma ampliação das instalações. Também para a Escola Básica de Travassô a estratégia é clara: vamos construir uma escola nova, num terreno já cedido para esse efeito, criando um equipamento moderno e preparado para as próximas décadas”, avançou.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Águeda, estas intervenções demonstram uma visão consistente para a educação no concelho. “Estamos a investir onde outros previam encerrar. Acreditamos que escolas de qualidade contribuem para fixar população, reforçar a atratividade das freguesias e promover a igualdade de oportunidades. A educação é um dos maiores investimentos que um município pode fazer e queremos que Águeda continue a oferecer uma rede escolar moderna, inclusiva e próxima das pessoas”, reforçou.

Intervenção ampla
A Escola Básica de Aguada de Baixo foi alvo de obras de ampliação e conservação no final da década de 1990, tendo recebido posteriormente o Jardim de Infância. Apesar das várias intervenções de manutenção realizadas ao longo dos anos, o edifício apresenta atualmente um conjunto de patologias e limitações que justificam uma reabilitação profunda.

A empreitada contempla a remodelação das salas de aula, instalações sanitárias, refeitório, cozinha e sala polivalente, bem como a renovação das infraestruturas técnicas, revestimentos, fachadas, coberturas e caixilharias. Está igualmente prevista a melhoria do comportamento térmico e acústico do edifício, contribuindo para um maior conforto e para uma redução dos consumos energéticos.

A acessibilidade constitui outro dos eixos centrais da intervenção, com a eliminação de barreiras arquitetónicas, criação de novos percursos acessíveis, instalação de uma casa de banho adaptada e reorganização de alguns espaços interiores para garantir uma utilização inclusiva por toda a comunidade escolar.

No exterior, a requalificação abrangerá a renovação integral dos espaços de recreio e convívio, incluindo a criação de novas zonas verdes, a instalação de uma horta pedagógica, a reabilitação do parque infantil e do campo de jogos, novas áreas cobertas, pavimentação dos percursos e melhoria das condições de circulação, incluindo para pessoas com mobilidade condicionada.

A intervenção pretende ainda preservar e valorizar a identidade arquitetónica do edifício, conciliando a conservação da construção existente com soluções construtivas modernas, mais duráveis e eficientes.

Refira-se que a requalificação da EB1 e JI de Aguada de Baixo integra a lista de projetos indicativos do Contrato para o Desenvolvimento e Coesão Territorial – ITI da CIM Região de Aveiro, encontrando-se previsto o seu cofinanciamento pelo FEDER, através do Programa Centro 2030.

Com esta intervenção, integrada numa estratégia mais vasta de qualificação da rede escolar, o Município de Águeda reforça o seu compromisso com uma educação pública de qualidade, investindo em infraestruturas escolares mais modernas, inclusivas e sustentáveis, capazes de proporcionar melhores condições de aprendizagem e de responder aos desafios do ensino atual e futuro.

Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem

Batalha: o mais recente município a integrar o ecossistema de estacionamento EasyPark


A EasyPark continua a crescer de forma constante e a ajudar cada vez mais condutores em Portugal a gerir as suas sessões de estacionamento, em mais de 40 municípios, adicionando agora a Batalha ao seu portfólio

A aplicação líder em gestão de estacionamento EasyPark, parte da Arrive, com presença mundial, opera no mercado português desde 2021 e adicionou recentemente o município da Batalha. Com mais de 40 cidades no continente, e com presença já nos Açores, o ecossistema EasyPark estende-se de norte a sul do país e reforça, com a Batalha, o seu serviço no centro do país.

Esta ativação surge após o acordo entre a EasyPark e o Município, entidade diretamente responsável pelo estacionamento. A aplicação está, assim, disponível aos condutores que se desloquem até à Batalha, permitindo gerir as suas sessões de estacionamento. Seja por 5 minutos ou mais de 1 hora, fica assim mais simples aos condutores iniciarem, prolongarem ou pararem o seu estacionamento, sem terem que se preocupar com deslocarem-se a um parquímetro ou terem moedas para pagar o estacionamento.
A ativação representa o reforço de crescimento da empresa no mercado português, onde está já disponível em Arruda dos Vinhos, Albufeira, Lisboa, Cascais, Oeiras, Amares, Aveiro, Braga, Loures, Chaves, Coimbra, Espinho, Faro, Figueira da Foz, Gondomar, Guarda, Ílhavo, Lagos, Sintra, Macedo de Cavaleiros, Almada, Mangualde, Olhão, Oliveira de Azeméis, Ourém/Fátima, Penafiel, Pombal, Portimão, Porto, Póvoa de Lanhoso, Mafra, Santo Tirso, Alenquer, Tavira,Tomar, Vieira do Minho, Vila Nova de Gaia, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Vila Real de Santo António que inclui ainda o estacionamento em Monte Gordo, assim como em Ponta Delgada, nos Açores, num total de mais de 40 municípios. Além dos estacionamentos através do sistema de leitura de matrícula (ANPR), disponível pela aplicação EasyPark em Lagos, Lisboa (FIL), rotunda de Miraflores e parque de estacionamento de curta duração de partidas e chegadas no aeroporto Francisco Sá Carneiro (Porto).

Iniciar, prolongar e terminar as sessões de estacionamento fica agora mais fácil em mais um município português. A EasyPark permite gerir o estacionamento em 20 idiomas e com o meio de pagamento previamente selecionado pelo utilizador. Assim, residentes e visitantes poderão deslocar-se pelo município com maior tranquilidade e flexibilidade para gerir as suas sessões de estacionamento.

Sobre a EasyPark, parte da plataforma mundial de mobilidade Arrive:

A EasyPark, parte da plataforma mundial de mobilidade Arrive, é o principal fornecedor de soluções inteligentes de estacionamento e mobilidade na Europa. Presente em mais de 20 000 cidades em mais de 90 países, a EasyPark simplifica o estacionamento, o carregamento e a mobilidade em todo o mundo. Em estreita colaboração com as cidades, a EasyPark está a impulsionar a digitalização, utilizando informações baseadas em dados e soluções inteligentes para tornar as cidades mais habitáveis.

Sobre a Arrive:
A Arrive é uma plataforma líder global em mobilidade com o objetivo de facilitar a circulação nas cidades. Através da sua família de marcas, que incluem a EasyPark, Flowbird, RingGo, ParkMobile e Parkopedia, a empresa está presente em mais de 20 000 cidades em 90 países, ajudando pessoas e decisores a fazerem escolhas mais inteligentes nas suas viagens urbanas. A Arrive torna as cidades mais habitáveis através do fornecimento de competências essenciais, tais como soluções de gestão autónoma de veículos, pagamentos inteligentes e otimização de soluções de estacionamento, medidas de redução do tráfego baseadas em dados e aperfeiçoamento das redes de transportes públicos. Para mais informações e notícias, visite arrive.com

Visite https://www.easypark.com/pt-pt para obter as últimas notícias e informações.
Para notícias da Arrive, visite arrive.com

*Newsline – Gabinete de imprensa e comunicação



Silves | CONDICIONAMENTO DE ESTACIONAMENTO NA PRAÇA AL-MUTAMID E ZONA TRASEIRA DOS PAÇOS DO CONCELHO, A PARTIR DE 20 DE JULHO

O Município de Silves informa que, no âmbito dos trabalhos de preparação da 21.ª edição da Feira Medieval de Silves, será necessário proceder ao condicionamento do estacionamento na Praça Al-Mutamid, situada na Rua Cruz de Portugal, e na zona de estacionamento, lateral e traseira, do edifício dos Paços do Concelho.

Assim, solicita-se que não sejam estacionadas viaturas nestes locais a partir das 07h00 do dia 20 de julho, data em que terão início os trabalhos preparatórios necessários à realização do evento.
O Município de Silves reconhece os constrangimentos que esta operação poderá causar, em particular aos moradores da cidade de Silves, apelando à compreensão e colaboração de todos, essenciais para o sucesso da organização de um evento com a dimensão e relevância da Feira Medieval de Silves.

A autarquia agradece, desde já, a compreensão de todos pelos eventuais transtornos causados.

Festival Teatro de Rua - 11ª Edição. Festival de Teatro de Rua regressa a Porto de Mós para celebrar Encontro de Culturas


O Festival de Teatro de Rua de Porto de Mós está de regresso para a sua 11.ª edição, entre os dias 26 de julho e 9 de agosto, levando à Praça da República, sempre às 21h30, seis espetáculos inéditos apresentados por vários dos grupos de teatro amador do concelho, sob coordenação do Leirena – Teatro.

 

Promovido pelo Município de Porto de Mós, o festival tem como principal objetivo apoiar, promover e valorizar os grupos de teatro amador residentes no concelho, incentivando a criação artística, a formação contínua dos seus elementos e a preservação da identidade cultural local.

 

Mais do que um ciclo de espetáculos, o Festival de Teatro de Rua constitui um espaço de recuperação e valorização das tradições, hábitos e costumes do concelho. Cada peça apresentada resulta de um trabalho de investigação e recolha junto da comunidade, transformando memórias, histórias e vivências em criações originais que chegam ao público através do teatro.

A edição deste ano tem como tema "Encontro de Culturas", refletindo a crescente diversidade cultural que caracteriza o concelho e o país.

 

Nos últimos anos, Porto de Mós tem assistido à chegada de novas comunidades estrangeiras, que hoje fazem parte integrante da vida do concelho. Atualmente, mais de 50 nacionalidades contribuem diariamente para o desenvolvimento do território, reforçando o tecido económico, dinamizando o comércio local, enriquecendo a comunidade escolar e ajudando a construir um concelho mais inclusivo e diverso.

 

Esta realidade inspirou a temática da presente edição, que pretende celebrar a multiculturalidade e promover a reflexão sobre o acolhimento, a convivência e a riqueza que nasce do encontro entre diferentes culturas.

 

Todos os espetáculos têm entrada livre e decorrem na Praça da República, às 21h30.

 

Com esta iniciativa, o Município de Porto de Mós reafirma a aposta na cultura como instrumento de participação, inclusão e valorização da identidade local, convidando toda a comunidade a assistir a uma edição que celebra a diversidade, o diálogo e o poder do teatro enquanto espaço de encontro entre pessoas e culturas.

 

Assim, a edição de 2026 contará com a participação dos seis grupos de teatro do concelho, que apresentarão espetáculos originais:

 

· Teatr'Ambu (Grupo de Teatro de São Jorge)

· Teatro Olaré (Grupo de Teatro de Serro Ventoso)

· Os Miúdos da Serra (Grupo de Teatro do Alqueidão da Serra)

· Juncateatro (Grupo Regional do Juncal)

· Um Par de Cinco (Grupo de Teatro de Mira de Aire)

· Trupêgo (Grupo de Teatro de Porto de Mós)

· Os Inquietadores

 

Toda a informação disponível em https://www.municipio-portodemos.pt/pages/1290?event_id=4467


Patrícia Alves
Gabinete de Comunicação

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE REFORÇA CAPACIDADE OPERACIONAL DOS BOMBEIROS DO CONCELHO

Ontem, 15 de julho, o Município da Marinha Grande, através do presidente da Câmara Municipal, Paulo Vicente, procedeu à entrega de dois equipamentos de comunicação por satélite aos Bombeiros Voluntários da Marinha Grande e aos Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria. Esta iniciativa visa reforçar a resiliência das comunicações e aumentar a capacidade de resposta operacional das duas corporações em situações de emergência, garantindo maior fiabilidade e eficácia na coordenação dos meios de socorro.

A disponibilização destes equipamentos integra a estratégia municipal de reforço da capacidade operacional e da resiliência das comunicações de emergência, dotando os corpos de bombeiros do concelho de meios redundantes capazes de assegurar a continuidade das operações em situações adversas. Com esta solução, os dois corpos de bombeiros passam a contar com uma ligação independente de redes móveis e fixas, garantindo a manutenção das comunicações em cenários de crise, catástrofe ou falha generalizada das infraestruturas de telecomunicações.
Na ocasião, o autarca, Paulo Vicente, sublinhou a importância deste investimento para a segurança dos munícipes. “Os nossos bombeiros devem dispor dos melhores meios para conseguir responder, de forma eficaz, a situações de emergência. Trata-se de um investimento na proteção das nossas pessoas e do nosso território.”
Na iniciativa marcaram presença os comandantes das corporações de bombeiros do concelho, Eduardo Abreu, da Marinha Grande, e João Lavos, de Vieira de Leiria, bem como os representantes das respetivas associações humanitárias: Vítor Batista, diretor da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Marinha Grande, e José Rodrigues, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria.
Aproveitando a deslocação às duas corporações, o presidente da Câmara acompanhou também o desenvolvimento das obras de reparação e recuperação dos quartéis da Marinha Grande e de Vieira de Leiria, na sequência dos danos provocados pela Depressão Kristin. Intervenções essas que visam repor as condições de funcionamento, segurança e operacionalidade das instalações.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Crónica - O Governo olhou para o fundo do mar


Há lugares onde a História se ergue em pedra e Portugal escreveu-a também nas profundezas do oceano.
A baía de Angra do Heroísmo constitui talvez o mais extraordinário exemplo dessa realidade. Sob as suas águas repousam mais de noventa embarcações de diferentes épocas e nacionalidades, testemunhas silenciosas de um Atlântico que, durante séculos, foi o centro das comunicações entre continentes. Galeões portugueses, navios espanhóis, embarcações inglesas, francesas e holandesas transformaram aquele pequeno porto açoriano num dos mais importantes arquivos da navegação mundial.
Cada naufrágio constitui uma cápsula do tempo. Enquanto uma fortaleza, um mosteiro ou um palácio conheceram sucessivas reconstruções ao longo da sua existência, um navio conserva frequentemente o instante exato da sua perda. O arqueólogo encontra a carga onde foi guardada, a porcelana onde foi acondicionada, os instrumentos de navegação onde o piloto os utilizou pela última vez, os canhões ainda voltados para um inimigo que talvez nunca chegasse a ver. Poucos testemunhos materiais permitem compreender uma época com tamanha autenticidade.
A História de Portugal não terminou na linha da costa. Continuou mar adentro. Ali permanecem fragmentos da presença romana, embarcações medievais, navios da Carreira da Índia, galeões da Monarquia Hispânica, frotas envolvidas nas guerras napoleónicas e embarcações afundadas durante os conflitos mundiais do século XX. Cada descoberta acrescenta uma nova página ao conhecimento da nossa identidade marítima.
Estão hoje identificados cerca de sete mil naufrágios nas águas sob soberania ou jurisdição portuguesa, embora muitos especialistas considerem que esse número representa apenas uma pequena parte da realidade. Durante séculos, tempestades, combates navais, erros de navegação e acidentes transformaram a costa portuguesa num dos maiores repositórios de património cultural subaquático da Europa.
Os exemplos conhecidos são reveladores da extraordinária riqueza deste património. A nau Nossa Senhora dos Mártires, perdida junto à barra do Tejo em 1606, devolveu à investigação porcelanas da dinastia Ming, pimenta transportada da Índia, moedas, armamento e elementos estruturais da embarcação. Ao largo de Cascais, as campanhas arqueológicas identificaram importantes vestígios de navios portugueses dos séculos XVI e XVII, confirmando que o fundo do mar continua a guardar capítulos inteiros da epopeia marítima portuguesa.
Estas descobertas só foram possíveis graças ao recurso às mais modernas tecnologias hidrográficas. O navio oceanográfico NRP D. Carlos I, equipado com sistemas de sonar multifeixe e sonar de varrimento lateral de elevada precisão, permitiu cartografar o fundo marinho com um detalhe impensável há poucas décadas. A arqueologia subaquática do século XXI depende tanto do historiador como do engenheiro, do mergulhador como do hidrógrafo. Conhecer o passado exige hoje tecnologia sofisticada. Portugal beneficiaria de um reforço destes meios, permitindo estender a investigação a outras zonas da costa continental, aos Açores e à Madeira, onde seguramente permanecem centenas de sítios arqueológicos ainda desconhecidos.
Durante demasiado tempo, o mar foi encarado quase exclusivamente como espaço económico, militar ou estratégico. Esqueceu-se que nele repousa uma parte significativa da memória nacional. Um país que construiu a primeira globalização não pode limitar-se a celebrar as partidas das suas naus; deve também conhecer o destino de muitas delas.
É precisamente por isso que importa saudar a recente iniciativa do Governo ao criar o Grupo de Trabalho Interministerial para a Salvaguarda do Património Cultural Subaquático. A articulação entre os ministérios da Defesa Nacional e da Cultura, a Marinha, a Autoridade Marítima Nacional e o Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática representa um passo que há muito se justificava. Não se trata apenas de proteger destroços. Trata-se de preservar documentos da nossa História.
É justo reconhecer, neste domínio, o empenho do Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, e da Ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes. A valorização do património cultural subaquático constitui uma visão moderna da soberania nacional. Um Estado que conhece o que possui está mais preparado para o proteger, para o estudar e para o transmitir às gerações futuras.
Portugal habituou-se a olhar para os seus castelos, para os seus mosteiros e para os seus centros históricos como símbolos da sua identidade. Continuarão a sê-lo. Mas talvez tenha chegado o momento de compreender que uma parte igualmente decisiva da nossa História permanece invisível, coberta por séculos de água e silêncio.
No fundo do Atlântico não repousam apenas navios. Repousa uma parte da memória de Portugal.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor e Autor