sábado, 20 de junho de 2026

UCC Avis participa em sessão de promoção e educação para a saúde no âmbito do projeto municipal “Saúde Para Todas/os”.


​A Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Avis, em parceria com o Núcleo Local de Inserção (NLI) de Avis, desenvolveu mais uma ação de promoção e educação para a saúde no âmbito do projeto municipal “Saúde Para Todas/os”.
Dirigida às comunidades mais vulneráveis do concelho, esta iniciativa, que decorreu nas comunidades ciganas de Avis e Benavila, teve como objetivos reforçar o acesso aos cuidados de saúde primários e promover a literacia em saúde junto da população. Esta intervenção de âmbito comunitário, abrangeu todas as pessoas que quiseram participar, num total de 26 e constou de sensibilizar para a importância da vigilância da saúde e adesão a rastreios e para a adoção de estilos de vida saudáveis, como fatores determinantes na prevenção da doença e promoção da saúde. Foram também monitorizados os parâmetros de tensão arterial e glicémia capilar para identificação, aconselhamento e encaminhamento de potenciais situações de risco.
Através destas ações colaborativas e inclusivas, continua a ser possível aproximar os cuidados de saúde das pessoas, contribuindo para a construção de uma comunidade saudável.

Enviado por José Rui Marmelo Rabaça

Educação para a Saúde: Diabetes e Exercício Físico


A diabetes é uma doença crónica de grande incidência, caracterizada pelo elevado nível de açúcar no sangue. Esta percentagem de açúcar é controlada pela insulina que é produzida no pâncreas. Nas pessoas com diabetes, este valor pode apresentar-se alterado e o açúcar ser utilizado inadequadamente pelo organismo.
O aumento acentuado da prevalência de Diabetes deve-se, entre outros motivos, às mudanças dos estilos de vida das últimas décadas e ao aumento da esperança média de vida. As intervenções na pessoa com diabetes devem ser realizadas por equipas transdisciplinares de profissionais de saúde, que realizem um eficiente trabalho em equipa, sem duplicação de atividades e desperdício de recursos.
Os níveis de açúcar no sangue poderão baixar através de um adequado e adaptado trabalho muscular, inerente ao exercício físico. Assim, a pessoa com diabetes, acompanhada pelo seu Médico, deve ter hábitos de vida saudáveis, nos quais a alimentação correta e o exercício regular se tornam fundamentais.
O exercício efetuado de forma lenta, gradual, e sem aumento de dor, que inclua por exemplo, caminhadas em passo regular, com duração inicial de 10 minutos, são uma boa maneira de manter um tipo de vida salutar.
Estudos recentes provam que as pessoas com diabetes beneficiam com a prática de exercício físico, no entanto, devem previamente ter alguns cuidados especiais:
· Controlar regularmente os níveis de glicémia e da tensão arterial – manutenção dos níveis de açúcar e pressão arterial dentro dos valores normais;
· Ter cuidados com os olhos – a tensão arterial elevada pode provocar doenças oftalmológicas;
· Examinar regularmente os pés – problemas circulatórios, principalmente nas pernas e pés, são comuns em pessoas com diabetes;
· Seguir um plano de exercícios adequado, recomendado por um Fisioterapeuta – a quantidade e o tipo de exercício físico devem ser ajustados à idade e características físicas de cada pessoa;
· Manter uma dieta equilibrada e variada, cujo plano nutricional deve ser efetuado por um Nutricionista.
As pessoas com diabetes podem ter um estilo de vida saudável.
Não deixe que a doença condicione a sua vida!

*António Semedo – Fisioterapeuta
Cuidados de Saúde Primários

Recusa de direito de visita a Dador de Sangue no Hospital de Aveiro


Recebemos de um colega dador a reclamação que se segue, dando conta da sua indignação, pelo facto da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro (ULSRA), não ter permitido a sua entrada ao abrigado do Estatuto do Dador, nomeadamente o artigo 9, respeitante às Visitas a doentes internados pelos dadores de sangue, como faz referência abaixo.
Na qualidade de presidente da Direcção da ADASCA contactei com quem de direito, e procurei sabe algo mais sobre o incidente, tendo sido informado que o assunto estava a ser analisado. Na verdade aconteceu, o que não era suposto acontecer, se fosse tido em desoneração o referido artigo. Estamos perante o problema crónico, com solução fácil.
Com a devida autorização publicamos na integra a dita reclamação. (NR)
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“Bom dia.
Sou dador nesta instituição e passo a transcrever a reclamação que apresentei à ERS, uma vez que o Hospital de Aveiro, recusou o meu pedido de entrada como dador de sangue para visitar um familiar.
..................
Exmos. Senhores,
Eu, Diamantino Miguel Carvalho, na qualidade de Dador de Sangue devidamente registado e portador do Cartão Nacional de Dador de Sangue nº122413, venho por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a recusa de acesso às instalações de internamento do Hospital Infante D. Pedro, ocorrida no passado dia 4 de junho de 2026, 15:50.
Na referida data, desloquei-me ao hospital com o intuito de visitar a doente internada Carmen de Fátima Almeida Marques, que se encontra no Serviço de Cirurgia, Cama 29.
Ao identificar-me junto dos serviços na receção como dador de sangue, foi-me recusada a entrada com o argumento de que estavam 2 pessoas acompanhar o doente e que teria de sair uma pessoa para eu entrar. Tentei explicar à Sra Ana Alves sobre a Lei 37/2012 de 27 de Agosto, nomeadamente o que diz o artigo 9º, mas a Sra, sempre com um ar arrogante e pouco colaborativa, manteve a palavra de que não podia entrar.
De salientar que em qualquer momento, a pessoa em questão, pediu para verificar o cartão de dador ou se disponibilizou a ligar para o serviço de cirurgia a pedir/perguntar se podia entrar.
Pedi o livro de reclamações, tendo esta informado que o mesmo estava no serviço de urgência. Desloquei-me ao local indicado, tendo ficado a minha reclamação no livro próprio com o nº95/26.
Voltei para a receção e desta vez, foi outra colega atender-me. Voltei a repetir o que já tinha falado, tendo esta apenas autorizado que eu entrasse, mas teria de sair uma das visitas que estava acompanhar a doente em questão.
Mais informo que em qualquer momento, as funcionárias, me pediram o cartão de dador. Fui eu próprio que informei para tiraram os dados do cartão para que constasse nos registos como prova.
Sou dador de sangue à muitos anos e desde que existe esta lei, nunca a tal problema/transtorno assisti.
Gostaria de lembrar a esta instituição que, nos termos da legislação portuguesa em vigor, nomeadamente o Estatuto do Dador de Sangue, é garantido aos dadores o direito de livre visita aos doentes internados em estabelecimentos hospitalares do Serviço Nacional de Saúde, sem prejuízo dos regulamentos internos de higiene e disciplina clínica. A recusa de que fui alvo configura uma violação direta dos meus direitos legais enquanto dador.
Face ao exposto, solicito que esta situação seja devidamente analisada e que me seja enviada uma resposta por escrito com o esclarecimento das medidas tomadas para que este incumprimento não se repita com outros dadores.
Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com consideração”.

Oliveira de Frades adere à Rede de Cidades e Vilas que Caminham

A assinatura de protocolo e respetiva atribuição da Bandeira da Rede de Cidades e Vilas que Caminham assinalam o início dos trabalhos entre a Câmara Municipal de Oliveira de Frades e o Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade (ICVM). 
O Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade (ICVM) vai atribuir à Câmara Municipal de Oliveira de Frades, no próximo dia 22 de junho, pelas 15h00, a Bandeira “Rede de Cidades e Vilas que Caminham”, em cerimónia a decorrer nos Paços do Concelho. 
A Rede Cidades e Vilas que Caminham, programa coordenado pelo ICVM, faz parte de um acordo de escala internacional com a Red Ciudades que Caminan que reúne mais de 80 municípios em Espanha. 
Esta Rede, agora com forte implementação em Portugal, já com cerca de 50 municípios portugueses aderentes, foi criada com o objetivo de estabelecer uma plataforma de partilha de experiências e de soluções que constituem excelentes exemplos de boas práticas urbanas em matéria de mobilidade sustentável, suave e ativo. 
Importa referir que esta Rede é um projeto que pretende garantir aos Municípios integrantes o desenvolvimento de trabalhos para uma cidade mais qualificada e inclusiva, onde o andar a pé se pretende tornar como o mais importante modo de deslocação. 
Resultará do reforço da caminhabilidade em Oliveira de Frades e do incremento das suas condições de segurança e conforto: a melhoria da saúde pública dos seus habitantes; da economia de proximidade beneficiando o comércio local; das sociabilidades na qualificação do espaço público; do regresso ao caminho das escolas; das acessibilidades para todos os cidadãos; sem exclusões; amigabilidade da cidade e dos lugares urbanos e contributo para a mitigação das alterações climáticas. 
Nas ações previstas estão: o trabalho em rede com conhecimento sobre as experiências de sucesso; as ações de formação nacional e internacional aos técnicos das autarquias na elaboração de projetos de espaço público, melhorando as suas competências e conhecimentos: a participação em seminários e conferências e a receção de informação sobre modelos e modos de intervenção urbanos. 
Largo Dr. Joaquim de Almeida 3680 – 111 Oliveira de Frades ' Tel. 232 760300 ' Fax 232 761727 Trabalhar em Rede, é assim um modo de crescer juntos, ampliar conhecimento, partilhar vontades e percorrer campos de inovação urbana. Num tempo de desafios enormes na resiliência dos territórios acreditamos que este seja um dos caminhos para atingir objetivos mais rápidos e com menores custos. Rede é fazer mais com menos.

ATLETAS DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA COMPETIRAM NA FREGUESIA DA TOCHA


Numa organização do Atletismo Clube da Tocha, teve lugar no dia 14 de junho o Crosstrail Praia da Tocha - Trilho da Arte-Xávega, com 2 distâncias competitivas de 20km, 13km e uma caminhada.
Numa prova com mais de 90% dos percursos em terra e areia, participaram 2 atletas da Secção de Ar Livre e Aventura na prova de 20km, pontuável para o Circuito Distrital de Trail Running de Coimbra 2025/2026 na vertente de Trail Curto, tendo José Santos, alcançado o 12º lugar na classificação geral masculino e o 3º lugar no escalão M45 José Mendes o 67º lugar e o 9º no escalão de M35.

Destaque para o lugar de pódio conquistado pelo atleta José Santos no escalão de 45 anos.

Com o apoio:
Óptica Loisas Loisas - Zeiss
Fisioterapeuta Ana Taraio
Luisa Cabeleireiro
Mariana Andrade Martins - Nutricionista e Nutricoach
Fisiobaía-Saúde Global
Streetsport Animação Turística
Fisio André Viegas
NH Fitness Athletes - Preparação Física e Alta - Performance (Nelson Heleno)

“PEQUENA HISTÓRIA DE UM POVO COM MEMÓRIA” SOBE A PALCO NA MARINHA GRANDE


O Município da Marinha Grande traz a ópera “Pequena História de um Povo com Memória”, interpretada pelo Quarteto Contratempus, ao palco do Auditório José Vareda, no Sport Operário Marinhense (SOM), no próximo dia 26 de junho de 2026, pelas 21h30.
O espectáculo convida o público a uma reflexão sensível e artística sobre a memória coletiva, evocando tempos em que a liberdade de expressão e de escolha eram condicionadas. Através de uma abordagem contemporânea e intimista, a obra procura responder a diversas questões: “Como era quando as pessoas não podiam dizer o que sentiam, nem fazer o que queriam porque havia vigias por toda a parte? Como era quando era obrigatório ir para a guerra e lutar contra pessoas que não nos fizeram mal?”
Estas interrogações são o ponto de partida para uma narrativa que cruza música, palavra e emoção, dando voz a experiências que moldaram gerações numa sessão com cerca de 60 minutos, para maiores de 6 anos e com o valor de 5 euros por bilhete.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE PROMOVE SESSÃO DE VALORIZAÇÃO DA ÉPOCA BALNEAR 2026

 A Câmara Municipal da Marinha Grande promove, no próximo dia 30 de junho de 2026, a Sessão de Valorização da Época Balnear 2026, uma iniciativa que assinala o início da época balnear e destaca o trabalho desenvolvido na valorização das praias do concelho.

A sessão terá lugar pelas 10h00, no Hotel Mar e Sol, na Praia de São Pedro de Moel, contando com a presença do Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Jorge Campos Vicente, e do Coordenador do PROVERE Náutica do Centro de Portugal, Hélder Sousa Almeida. 
O programa tem início às 09h30, com a receção dos convidados, seguindo-se a sessão de abertura. A partir das 10h10, decorrerá a sessão de valorização da época balnear, durante a qual serão apresentados diversos projetos e iniciativas estratégicas para o território, nomeadamente:
  • Entrega da Bandeira de Estação Náutica, em parceria com o Fórum Oceano;
  • Apresentação da Rede Náutica Solidária 2026;
  • Divulgação das ações de ativação previstas para 2026, no âmbito do PROVERE Náutica do Centro de Portugal;
  • Entrega das bandeiras para hastear nas praias do concelho. 
A sessão encerra pelas 11h30, sendo posteriormente realizadas as cerimónias de hastear das bandeiras nas praias do concelho:
12h00 | Praia de São Pedro de Moel
12h20 | Praia Velha
12h45 | Praia da Vieira

*Gabinete de Comunicação e Imagem

AFONSO CRUZ REGRESSOU À COMPETIÇÃO


Decorreu no Kartódromo de Portalegre no passado dia 14 de junho a 3° etapa do Campeonato Nacional de Supermoto, organizada pela Federação Motociclismo de Portugal, tendo como parceiro o Grupo Motard Novo Milénio no qual participou o jovem piloto Afonso Cruz, num regresso à competição, após a lesão que o afastou das duas primeiras jornadas do campeonato Nacional.

Afonso Cruz, começou por ser o mais rápido nos treinos livres, algo que repetiria na segunda sessão cronometrada, mas com o tempo de Sérgio Rego na 1ª sessão cronometrada a valer a ‘pole’ ao campeão nacional, com apenas menos 0,1s que o piloto Caetanense.

Na primeira corrida, Afonso Cruz venceu com 5,3s de vantagem sobre David Dias, tendo o piloto Sérgio Rego, ficado afastado de discutir o primeiro lugar devido a queda.
Afonso Cruz, após debelar a sua lesão apresentou-se fortíssimo, aos comandos da mais evoluída das " SMR 450 ", da equipa.

Embora Afonso Cruz começasse por dominar os primeiros treinos livres, um furo no início do primeiro crono obrigou o piloto a ficar fora dessa sessão, regressando na terceira, para dominar do início ao fim.

No período da tarde, o jovem piloto alcançou a sua primeira vitória no Campeonato Nacional de Supermoto, que será certamente a primeira de muitas. O Campeonato Nacional de Supermoto prossegue a 18 de julho com a sua 4ª e penúltima jornada, marcada para o Kartódromo de Vila Nova de Poiares.

Com o apoio
Société IGE Construction
Sergio Cruz / CRUBORG
Sociedade Columbofila Cantanhedense
Águas Caramulo / Sergio Vaz
Tuttipromo / Carlos Reste
Papel Outlet / Bruno Tarelho
Ap Combústiveis / Tatalo Simões, Apolinario Paulo Apolinario
Fit Me 3070 / Tiago Apolinário
A Tasca / Neko Oliveira
Clube Motorizado do Troço / Osvaldo Campos Portelabike / Isaac Portela
Luis Dias Fisio-Osteo
Ahtlete.On by Davide Mendes
Lojas Poupeuro/ Marco Silva

Câmara de Águeda apoia no arrendamento mais de 56 agregados familiares. Esta é uma das medidas de apoio social implementadas pelo Município


A Câmara Municipal de Águeda presta um apoio ao arrendamento a 56 agregados familiares do concelho que passam, no momento, por uma situação de dificuldade ou constrangimento financeiro. A medida reflete um apoio superior a 94 mil euros.

A formalização dos apoios decorreu anteontem, numa sessão realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que contou com a presença de arrendatários e proprietários abrangidos pela medida.
Para Jorge Aleida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, este é “um dos programas mais emblemáticos” do concelho, destacando que se trata de um apoio pensado para responder a momentos concretos de dificuldade. “Na vida, há fases em que precisamos do apoio da comunidade e é exatamente isso que este programa procura garantir”, disse, sublinhando que no Município de Águeda, não existe qualquer limitação financeira ou outro tipo de restrições à atribuição deste apoio e que “todos os pedidos, desde que cumpram os critérios definidos no regulamento, são apoiados”.

O Edil reforça que o modelo adotado pelo Município vai além de outras respostas públicas, ao permitir uma maior abrangência e proximidade. “Acreditamos que estes momentos devem ser encarados como transitórios, ajudando as pessoas a reorganizar a sua vida. Mas também sabemos que, em alguns casos, esse apoio pode ser necessário por mais tempo, e estaremos cá para o assegurar”, reforçou.

Jorge Almeida destaca ainda o impacto da medida na coesão social, defendendo um modelo que privilegia a integração das famílias no tecido urbano. “Não acreditamos na criação de bairros sociais, porque isso tende a concentrar problemas e a gerar exclusão. O que promovemos é a integração das famílias na comunidade, em habitações dignas, distribuídas pelo concelho”, disse.
O Presidente da Câmara de Águeda salienta igualmente o impacto do programa no mercado habitacional. “Ao garantirmos uma parte significativa da renda, damos confiança aos proprietários para colocarem as suas casas no mercado. Isso permite recuperar habitações que estavam desocupadas e revitalizar zonas que estavam mais abandonadas. No fundo, é uma solução em que todos ganham”, defendeu.

Também a Vereadora da Ação Social, Marlene Gaio, destaca o alcance social da medida, sublinhando que o programa responde “às necessidades reais das famílias”, ao mesmo tempo que reforça a confiança dos proprietários. “Este apoio cria um compromisso tripartido entre Município, arrendatários e proprietários, garantindo segurança no pagamento e dando confiança aos senhorios para disponibilizarem mais habitações no mercado de arrendamento”, reforçou.

Para Marlene Gaio, o objetivo vai além do apoio imediato. “A intervenção social deve permitir às famílias estabilizar a sua situação e, a partir daí, construir um percurso de autonomia. Trabalhamos com os beneficiários para que este apoio seja um ponto de partida para melhores condições de vida”, concluiu.

Esta é, de facto, uma das vertentes de apoio municipal às famílias, entre as quais se conta a fiscalidade. “Aplicamos os mais baixos baixa impostos do país, com impacto direto nas famílias residentes no concelho”, declarou, lembrando a devolução aos contribuintes dos 5% que o Município teria direito no IRS, a aplicação da taxa mínima de IMI permitida por lei (0,3%) e a isenção de taxas municipais. “Em Águeda, as famílias e quem trabalha beneficiam de uma carga fiscal reduzida, o que também contribui para melhorar a sua qualidade de vida”, defendeu Jorge Almeida.

Refira-se que este apoio agora formalizado integra o Programa de Subsídio ao Arrendamento, previsto no Código Regulamentar do Município de Águeda, e destina-se a apoiar famílias em situação de vulnerabilidade, garantindo o acesso a habitação permanente.

O período de candidaturas desta que é a primeira fase decorreu entre 15 de outubro e 15 de dezembro de 2025, tendo sido submetidas 101 candidaturas. Após análise, foram consideradas elegíveis 56, com base nos critérios definidos, nomeadamente o limite de rendimento mensal per capita fixado em 30% do Indexante dos Apoios Sociais (IAS) de 2025. A segunda fase do programa municipal está, atualmente, em processo de avaliação de candidaturas.

O valor do subsídio atribuído, que contou com parecer favorável do Núcleo Executivo da Rede Social, varia de acordo com cada agregado familiar, sendo calculado com base na taxa de esforço mensal, em função do rendimento do agregado, que resulta da soma dos rendimentos, deduzidas as despesas fixas e variáveis.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem






No âmbito do projeto Tardes Comunitárias, Leitura de textos sobre Afetos e Emoções foi o mote para a sessão na Biblioteca Municipal

 
Mais de cinquenta pessoas estiveram presentes na Biblioteca Municipal, no dia 17 de junho, na sessão das Tardes Comunitárias. A iniciativa contou com leituras de textos escritos por participantes do projeto, subordinados à temática “Cartas de Amor e Amizade”.
No decurso da sessão foram lidos 24 textos por elementos da Biblioteca Municipal e pelos próprios participantes. A atividade constituiu uma excelente oportunidade para os participantes partilharem memórias afetivas relacionadas com as suas vivências, da infância à maturidade.
Esta iniciativa foi o resultado de um convite endereçado aos participantes das Tardes Comunitárias, em janeiro deste ano, que propôs a realização um exercício de escrita criativa sobre o tema “Afetos e Emoções”. Esta última ação originou a brochura com o título Escritos sobre Amor e Amizade, a terceira realizada pela Biblioteca Municipal no âmbito das Tardes Comunitárias.
Participaram neste exercício de escrita António Canteiro, António Vilão, Cândida Siegle, Custódia Pato, Fátima Negrão, Fernanda da Silva Santos, Fernanda Nogueira, Isabel Camarinho Morais, Isabel Encarnação, Isilda Gentil, Joel Mósca, Laura Batista, Licínio Pereira Alves, Lina Batista, Lucinda Carvalho, Manuela Vilão, Maria, Maria Arménia Machado, Maria do Rosário Nunes, Maria Teresa Paixão, Muralina Gomes, Natália Maduro, Rosa Matos Ferreira e Teresa Guerra. Em 2023 e 2025 realizaram-se exercícios semelhantes que culminaram na publicação de Escritos e Escritos sobre Provérbios.
Sobre o projeto Tardes Comunitárias
Com o objetivo de promover um envelhecimento ativo e saudável, o Município de Cantanhede desenvolve iniciativas dirigidas à população com 55 ou mais anos, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida e do seu bem-estar físico, social e mental. Paralelamente, procura proporcionar o acesso a um conjunto diversificado de atividades dinamizadas pelos vários serviços municipais, nomeadamente nas áreas da Ação Social, Cultura, Desporto, Proteção Civil e Turismo.
O projeto pretende, ainda, fomentar a participação social e cívica e a troca de experiências, proporcionando a partilha de ideias, conhecimentos e momentos de convívio e estimular o gosto por uma constante atualização de saberes.
Assim, às quartas-feiras, entre as 14h30 e as 17h30, irão decorrer ações diversas, desde exercícios de ginástica ou de outros desportos, a debates em torno de matérias como a saúde e segurança, literatura, artes plásticas, turismo e proteção civil. O mote para estas ações pode ser feito a partir da análise de documentos ou da projeção de filmes. Estão também previstas atividades como visitas guiadas, debates literários ou convívio social atrativo.
Os interessados podem comparecer livremente à primeira ação do projeto, na qual devem formalizar a sua inscrição, sendo ainda possível fazê-lo na Casa Francisco Pinto, na Rua António José de Almeida n.º 3, em Cantanhede, ou através do número 231 410 123 ou do email tardescomunitarias@cm-cantanhede.pt

A iniciativa visa fortalecer o Associativismo Desportivo, Município de Cantanhede entrega 120 mil euros a 24 entidades desportivas


A Câmara Municipal de Cantanhede entregou, na quarta-feira, a primeira tranche no valor de 79 065,27 euros, a 24 clubes e associações desportivas do concelho, na sequência das respetivas candidaturas ao Subprograma 1 do Regulamento de Apoio ao Associativismo Desportivo.
A sessão de entrega decorreu no salão nobre dos Paços do Concelho, com a presença da presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio, o vice-presidente Pedro Cardoso, o vereador com o pelouro do Desporto, Adérito Machado e os vereadores Fernando Pais Alves e Célia Simões.
Este subprograma tem como objetivo apoiar e incentivar a prática desportiva regular federada, nas diversas modalidades e escalões de formação e competição, como na vertente não federada, promovendo a atividade física ligada à recreação e ao lazer”, referiu a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio.
Adérito Machado felicitou as entidades desportivas pelo trabalho que têm vindo a desenvolver e reafirmou o compromisso da autarquia em continuar a fortalecer o associativismo desportivo, promovendo uma participação cada vez mais alargada no desporto e na atividade física.
O apoio financeiro previsto no âmbito deste subprograma totaliza 120 mil euros, dos quais 79.065,27 euros correspondem à primeira tranche agora atribuída. A segunda tranche, no montante de 40.934,73 euros, será disponibilizada posteriormente.
Tal como em anos anteriores, o Município de Cantanhede, através da Divisão de Desporto, deixa um conjunto de reptos às associações desportivas. Para 2026, são vários os desafios identificados, que passam pelo aumento do número de praticantes federados e não federados, promoção do desporto adaptado, valorização da participação competitiva nacional e internacional, criação de novas secções de desporto federado, entre outros.
Recorde-se que os apoios definidos no Subprograma 1 destinam-se a contribuir para a concretização das iniciativas regulares do plano anual de atividades desenvolvidas pelos clubes e associações candidatas, e assumem a natureza de comparticipação financeira, através da atribuição de um subsídio monetário anual traduzido num contrato-programa de desenvolvimento desportivo.