sábado, 18 de julho de 2026

Ansião inicia venda de lotes no Loteamento Municipal de Santiago da Guarda


Teve início hoje, e vai prolongar-se até ao próximo dia 30 de agosto, o processo de alienação de novos lotes municipais na Freguesia de Santiago da Guarda. Este procedimento abrange um total de 16 lotes, relativos a várias tipologias de moradias, bem como de comércio e serviços.
Com este passo, o Município de Ansião afirma o seu desiderato de, por um lado, criar condições atrativas para a fixação de famílias no concelho e, por outro, impulsionar a instalação de projetos que alavanquem a economia local. Em suma, afirmar Ansião como um concelho atrativo para viver e para trabalhar.
De acrescentar que, depois desta etapa, seguir-se-á a respetiva Hasta Pública, que irá ter lugar às 16h00 do próximo dia 30 de setembro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, nos termos do artigo 11.º do Programa de Procedimento de alienação do Loteamento Municipal de Santiago da Guarda. A Hasta Pública conduz-se individualmente para cada lote, iniciando-se com o preço base fixado para cada um dos lotes. O valor mínimo de cada lanço é de 250,00€ (duzentos e cinquenta euros).


sexta-feira, 17 de julho de 2026

PATRIMÓNIO CULTURAL - FÁBRICA DO INGLÊS, SILVES. Museu da Cortiça reabre à comunidade e reúne mais de 250 visitantes numa noite de memória, música e produto local

 Museu da Cortiça reabre à comunidade e reúne mais de 250 visitantes numa noite de memória, música e produto local

A Fábrica do Inglês abriu portas na noite de 11 de julho para uma celebração que uniu património industrial, criação local e comunidade, num serão que se prolongou até às 21h00.

250+ visitantes · 3h de portas abertas · 1 concerto ao ar livre

UMA NOITE DE PORTAS ABERTAS

No passado dia 11 de julho, entre as 18h00 e as 21h00, o Museu da Cortiça, na Fábrica do Inglês, em Silves, abriu-se à comunidade para uma noite especial. Ao longo de três horas, o antigo espaço industrial recebeu quem quis (re)descobrir a história da cortiça e do edifício que a guardou durante décadas e devolveu, em troca, memórias e sorrisos partilhados entre gerações.

Mais de 250 pessoas passaram pelas naves da fábrica, testemunho de uma comunidade que reconhece na Fábrica do Inglês não apenas um museu, mas um lugar de pertença.

RESSONÂNCIAS — MÚSICA NO CORAÇÃO DA FÁBRICA

Pelas 19h30, o serão ganhou nova dimensão com o concerto Ressonâncias, promovido pela coooperativa local “devagarquetenhopressa”, sob a direção de Cristina Calvino. A música instalou-se entre as paredes da antiga fábrica, criando um diálogo sensível entre o património industrial e a criação contemporânea.

PRODUTO E TERRITÓRIO

A noite contou ainda com a presença de produtores locais, que trouxeram ao pátio da fábrica um retrato vivo do território: artesanato, moda, especialidades gastronómicas e food trucks compuseram um percurso de sabores e ofícios que prolongou a visita muito além das salas de exposição.

"Esta noite confirmou o que sempre acreditámos: a Fábrica do Inglês não é apenas um museu, é um ponto de encontro. Ver mais de 250 pessoas a partilhar memórias, música e produto local dentro destas paredes é a prova de que este património tem um lugar vivo no presente de Silves."

PORTA-VOZ DA CARVOEIRO BRANCO

PRÓXIMOS PASSOS — VISITAS POR MARCAÇÃO

Nos próximos meses, o Museu da Cortiça mantém-se aberto ao público, de quarta a sábado, das 9h30 às 13h00, através de visitas por marcação, dirigidas a grupos e visitantes individuais. As reservas podem ser feitas através do website www.museudacorticasilves.pt, telefone +351 925 646 650 ou email de contacto da Fábrica do Inglês info@museudacorticasilves.pt.

SOBRE A CARVOEIRO BRANCO, LDA.

Promotora imobiliária de referência no Algarve, a Carvoeiro Branco desenvolve projetos residenciais e turísticos que valorizam a identidade e a história dos lugares onde se insere — dos quais a reabilitação da Fábrica do Inglês, em Silves, é um dos exemplos mais representativos.

SOBRE A ANTRIX

A Antrix adquiriu, em 2025, a Fábrica do Inglês, em Silves, com o compromisso de restituir à cidade o monumento industrial e o Museu da Cortiça que nele funciona. Detém a propriedade do complexo em conjunto com a Carvoeiro Branco.


www.carvoeirobranco.com


SAÚDE À BEIRA-MAR NAS PRAIAS DA MARINHA GRANDE

O Município da Marinha Grande promove, até 25 de agosto, um conjunto de atividades gratuitas de sensibilização e educação para a saúde nas praias do concelho, dinamizadas por profissionais da Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) da Marinha Grande.
Integradas na iniciativa “Praias com Saúde 2026”, estas ações decorrem durante a época balnear nas praias da Vieira e de São Pedro de Moel, com o objetivo de sensibilizar a população para a adoção de estilos de vida saudáveis, promover a prevenção da doença e reforçar a literacia em saúde junto de residentes e visitantes.
O programa completo é o seguinte:
ATIVIDADES | Praia da Vieira
Vamos falar de Menopausa
15 jul | 10h00
17 ago | 15h00
SBV
21 jul | 10h00
18 ago | 15h00
STRETCHING
23 jul | 10h00
04 ago | 15h00
ATIVIDADES | Praia de São Pedro de Moel
SBV
28 jul | 10h00
25 ago | 10h00
STRETCHING
30 jul | 10h00
06 ago | 15h00
Vamos falar de Menopausa
31 jul | 10h00
24 ago | 15h00
*Gabinete de Comunicação e Imagem

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Castelo de Vide | Grupo Vocal "Ver pela Arte",


A Fundação Nossa Senhora da Esperança celebra na próxima segunda-feira, dia 20 de Julho, o seu 163º aniversário.

As comemorações decorrem no Convento de São Francisco, sede da Fundação Nossa Senhora da Esperança, e o programa começa pelas 15 horas com a celebração da missa na igreja de São Francisco.

Pelas 16 horas realiza-se o lançamento do jogo “Smart Touch – Tabuleiro Acessível”, um projeto desenvolvido pelos utentes e colaboradores da Fundação Nossa Senhora da Esperança, no âmbito do projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais”.
Concerto pelo grupo vocal "Ver pela Arte"
Segue-se o concerto do grupo vocal ”Ver pela Arte”, fundado em 2014 no âmbito do programa "Ver pela Arte", coordenado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC), com o objetivo de promover o ensino da música a pessoas cegas ou com baixa visão nas escolas do país. O grupo tornou-se o primeiro e único projeto aprovado e financiado pelo Programa Cidadania Activa da Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com a ACAPO.

As cerimónias terminam cerca das 18:30 horas com um lanche ajantarado, seguindo-se o tradicional corte do bolo de aniversário assinalando os 163 anos da Fundação.

A Fundação Nossa Senhora da Esperança
Fundada em 1863 por João Diogo Juzarte Sequeira Sameiro e sua mulher, a Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de âmbito nacional e inspiração cristã constituída em Castelo de Vide em 1863 como Asilo de Cegos de Nossa Senhora da Esperança, a que se juntou em Novembro de 1987 o Asilo do Espírito Santo, dando origem à atual instituição.

Atualmente, a FNSE destaca-se pelo trabalho de excelência nas áreas de apoio à terceira idade e da tiflologia (o estudo e o apoio às pessoas cegas ou com baixa visão), gere duas estruturas residenciais para idosos (o Lar do Convento e o Lar João Gonçalves Palmeiro Novo), o Centro de Arte e Cultura FNSE e o Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia, um espaço dedicado à acessibilidade e à inclusão.

Cuidados domiciliários e inclusão em espaços culturais
A Fundação tem em curso dois importantes projetos: o “Cuidar com Sentido + Esperança no Domicílio”, no âmbito do programa Gulbenkian Home Care 2.0, que proporciona cuidados domiciliários integrados, e o projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu de Tiflologia de Castelo de Vide” que tem a duração de 3 anos (até final de 2028) e é financiado pelo Programa Regional Alentejo 2030, no âmbito da tipologia Inclusão Pela Cultura.

Unidade de Dia e Promoção da Autonomia
Em avançado estado de construção está também uma Unidade de Dia e Promoção da Autonomia (UDPA), uma resposta social e de saúde integrada, alinhada com a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) destinada a apoiar pessoas com dependência funcional leve a moderada e com doenças crónicas na região do Alto Alentejo.

*Ana Nunes 


Castelo de Vide | Fundação Nossa Senhora da Esperança celebra o 163º aniversário na segunda-feira, dia 20 de Julho


A Fundação Nossa Senhora da Esperança celebra na próxima segunda-feira, dia 20 de Julho, o seu 163º aniversário.
As comemorações decorrem no Convento de São Francisco, sede da Fundação Nossa Senhora da Esperança, e o programa começa pelas 15 horas com a celebração da missa na igreja de São Francisco.

Pelas 16 horas realiza-se o lançamento do jogo “Smart Touch – Tabuleiro Acessível”, um projeto desenvolvido pelos utentes e colaboradores da Fundação Nossa Senhora da Esperança, no âmbito do projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais”.
Concerto pelo grupo vocal "Ver pela Arte"
Segue-se o concerto do grupo vocal ”Ver pela Arte”, fundado em 2014 no âmbito do programa "Ver pela Arte", coordenado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC), com o objetivo de promover o ensino da música a pessoas cegas ou com baixa visão nas escolas do país. O grupo tornou-se o primeiro e único projeto aprovado e financiado pelo Programa Cidadania Activa da Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com a ACAPO.

As cerimónias terminam cerca das 18:30 horas com um lanche ajantarado, seguindo-se o tradicional corte do bolo de aniversário assinalando os 163 anos da Fundação.
A Fundação Nossa Senhora da Esperança
Fundada em 1863 por João Diogo Juzarte Sequeira Sameiro e sua mulher, a Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de âmbito nacional e inspiração cristã constituída em Castelo de Vide em 1863 como Asilo de Cegos de Nossa Senhora da Esperança, a que se juntou em Novembro de 1987 o Asilo do Espírito Santo, dando origem à atual instituição.

Atualmente, a FNSE destaca-se pelo trabalho de excelência nas áreas de apoio à terceira idade e da tiflologia (o estudo e o apoio às pessoas cegas ou com baixa visão), gere duas estruturas residenciais para idosos (o Lar do Convento e o Lar João Gonçalves Palmeiro Novo), o Centro de Arte e Cultura FNSE e o Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia, um espaço dedicado à acessibilidade e à inclusão.
Cuidados domiciliários e inclusão em espaços culturais
A Fundação tem em curso dois importantes projetos: o “Cuidar com Sentido + Esperança no Domicílio”, no âmbito do programa Gulbenkian Home Care 2.0, que proporciona cuidados domiciliários integrados, e o projeto “TODAGENTE – Arte e Educação Para Acessibilidade e Inclusão em Espaços Culturais a partir do Museu de Tiflologia de Castelo de Vide” que tem a duração de 3 anos (até final de 2028) e é financiado pelo Programa Regional Alentejo 2030, no âmbito da tipologia Inclusão Pela Cultura.

Unidade de Dia e Promoção da Autonomia
Em avançado estado de construção está também uma Unidade de Dia e Promoção da Autonomia (UDPA), uma resposta social e de saúde integrada, alinhada com a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) destinada a apoiar pessoas com dependência funcional leve a moderada e com doenças crónicas na região do Alto Alentejo.

*Ana Nunes

Silves | TRABALHOS DE MONTAGEM DA FEIRA MEDIEVAL DE SILVES IMPLICAM CONDICIONAMENTOS TEMPORÁRIOS DE TRÂNSITO, ENTRE 21 E 24 JULHO

 O Município de Silves informa que, no âmbito dos trabalhos de montagem e preparação da XXI Feira Medieval de Silves, poderão ocorrer condicionamentos pontuais de acesso e circulação em várias artérias da cidade, entre os dias 21 e 24 de julho, de acordo com as necessidades inerentes à realização dos trabalhos.

As vias abrangidas por estes condicionamentos são:

» Rua 25 de Abril;

» Rua Dr. Francisco Vieira;

» Rua Cândido dos Reis;

» Rua Samora Barros;

» Rua Francisco Pablos.

O Município recomenda a utilização de percursos alternativos sempre que possível, de forma a minimizar os eventuais constrangimentos na circulação rodoviária e pedonal.

A autarquia apela à compreensão e colaboração de todos os munícipes e visitantes durante este período de preparação da Feira Medieval de Silves, agradecendo a compreensão pelos incómodos temporários que estes trabalhos possam causar.

 

Águeda | Escola Básica e Jardim de Infância de Aguada de Baixo vão ser reabilitados


Investimento de cerca de 1,2 milhões de euros garante a continuidade do estabelecimento de ensino e integra uma estratégia de valorização da escola pública em todo o concelho

A Câmara Municipal de Águeda vai avançar com a requalificação da EB1 e Jardim de Infância de Aguada de Baixo. O lançamento do concurso público para a obra, que representa uma aposta na melhoria das condições de ensino e aprendizagem, foi aprovado, ontem, em reunião do Executivo, com um preço base de 1.195.000 euros, acrescido de IVA, e representa uma forte aposta na educação e na valorização da rede escolar do concelho.

Com um prazo de execução de 540 dias, a intervenção permitirá adaptar o edifício às atuais exigências pedagógicas, de segurança, conforto e sustentabilidade, assegurando a sua modernização e valorização para responder às necessidades das crianças, professores, funcionários e restantes utilizadores.
Para Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, esta intervenção representa uma opção política clara em defesa da escola pública de proximidade e da coesão territorial. “Na anterior Carta Educativa estava prevista a desativação da Escola de Aguada de Baixo. Este Executivo entendeu seguir um caminho diferente. Em vez de encerrar, decidimos investir, requalificar e garantir a continuidade desta escola, assegurando que as crianças e as famílias da freguesia continuam a dispor de uma resposta educativa de qualidade junto da sua comunidade”, declarou.
O Edil considera que esta decisão faz parte de uma estratégia mais ampla para a rede escolar do concelho. “Estamos a inverter uma lógica de encerramento de escolas que chegou a estar prevista. A nossa opção é investir nas escolas, valorizá-las e prepará-las para o futuro”, disse, salientando que a necessidade da população e a evolução demográfica justificam plenamente o investimento.

Jorge Almeida adianta que esta política não se limita a Aguada de Baixo. “Temos, neste momento, em desenvolvimento o projeto de execução e das especialidades para a Escola de Assequins, onde está prevista uma ampliação das instalações. Também para a Escola Básica de Travassô a estratégia é clara: vamos construir uma escola nova, num terreno já cedido para esse efeito, criando um equipamento moderno e preparado para as próximas décadas”, avançou.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Águeda, estas intervenções demonstram uma visão consistente para a educação no concelho. “Estamos a investir onde outros previam encerrar. Acreditamos que escolas de qualidade contribuem para fixar população, reforçar a atratividade das freguesias e promover a igualdade de oportunidades. A educação é um dos maiores investimentos que um município pode fazer e queremos que Águeda continue a oferecer uma rede escolar moderna, inclusiva e próxima das pessoas”, reforçou.

Intervenção ampla
A Escola Básica de Aguada de Baixo foi alvo de obras de ampliação e conservação no final da década de 1990, tendo recebido posteriormente o Jardim de Infância. Apesar das várias intervenções de manutenção realizadas ao longo dos anos, o edifício apresenta atualmente um conjunto de patologias e limitações que justificam uma reabilitação profunda.

A empreitada contempla a remodelação das salas de aula, instalações sanitárias, refeitório, cozinha e sala polivalente, bem como a renovação das infraestruturas técnicas, revestimentos, fachadas, coberturas e caixilharias. Está igualmente prevista a melhoria do comportamento térmico e acústico do edifício, contribuindo para um maior conforto e para uma redução dos consumos energéticos.

A acessibilidade constitui outro dos eixos centrais da intervenção, com a eliminação de barreiras arquitetónicas, criação de novos percursos acessíveis, instalação de uma casa de banho adaptada e reorganização de alguns espaços interiores para garantir uma utilização inclusiva por toda a comunidade escolar.

No exterior, a requalificação abrangerá a renovação integral dos espaços de recreio e convívio, incluindo a criação de novas zonas verdes, a instalação de uma horta pedagógica, a reabilitação do parque infantil e do campo de jogos, novas áreas cobertas, pavimentação dos percursos e melhoria das condições de circulação, incluindo para pessoas com mobilidade condicionada.

A intervenção pretende ainda preservar e valorizar a identidade arquitetónica do edifício, conciliando a conservação da construção existente com soluções construtivas modernas, mais duráveis e eficientes.

Refira-se que a requalificação da EB1 e JI de Aguada de Baixo integra a lista de projetos indicativos do Contrato para o Desenvolvimento e Coesão Territorial – ITI da CIM Região de Aveiro, encontrando-se previsto o seu cofinanciamento pelo FEDER, através do Programa Centro 2030.

Com esta intervenção, integrada numa estratégia mais vasta de qualificação da rede escolar, o Município de Águeda reforça o seu compromisso com uma educação pública de qualidade, investindo em infraestruturas escolares mais modernas, inclusivas e sustentáveis, capazes de proporcionar melhores condições de aprendizagem e de responder aos desafios do ensino atual e futuro.

Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem

Batalha: o mais recente município a integrar o ecossistema de estacionamento EasyPark


A EasyPark continua a crescer de forma constante e a ajudar cada vez mais condutores em Portugal a gerir as suas sessões de estacionamento, em mais de 40 municípios, adicionando agora a Batalha ao seu portfólio

A aplicação líder em gestão de estacionamento EasyPark, parte da Arrive, com presença mundial, opera no mercado português desde 2021 e adicionou recentemente o município da Batalha. Com mais de 40 cidades no continente, e com presença já nos Açores, o ecossistema EasyPark estende-se de norte a sul do país e reforça, com a Batalha, o seu serviço no centro do país.

Esta ativação surge após o acordo entre a EasyPark e o Município, entidade diretamente responsável pelo estacionamento. A aplicação está, assim, disponível aos condutores que se desloquem até à Batalha, permitindo gerir as suas sessões de estacionamento. Seja por 5 minutos ou mais de 1 hora, fica assim mais simples aos condutores iniciarem, prolongarem ou pararem o seu estacionamento, sem terem que se preocupar com deslocarem-se a um parquímetro ou terem moedas para pagar o estacionamento.
A ativação representa o reforço de crescimento da empresa no mercado português, onde está já disponível em Arruda dos Vinhos, Albufeira, Lisboa, Cascais, Oeiras, Amares, Aveiro, Braga, Loures, Chaves, Coimbra, Espinho, Faro, Figueira da Foz, Gondomar, Guarda, Ílhavo, Lagos, Sintra, Macedo de Cavaleiros, Almada, Mangualde, Olhão, Oliveira de Azeméis, Ourém/Fátima, Penafiel, Pombal, Portimão, Porto, Póvoa de Lanhoso, Mafra, Santo Tirso, Alenquer, Tavira,Tomar, Vieira do Minho, Vila Nova de Gaia, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Vila Real de Santo António que inclui ainda o estacionamento em Monte Gordo, assim como em Ponta Delgada, nos Açores, num total de mais de 40 municípios. Além dos estacionamentos através do sistema de leitura de matrícula (ANPR), disponível pela aplicação EasyPark em Lagos, Lisboa (FIL), rotunda de Miraflores e parque de estacionamento de curta duração de partidas e chegadas no aeroporto Francisco Sá Carneiro (Porto).

Iniciar, prolongar e terminar as sessões de estacionamento fica agora mais fácil em mais um município português. A EasyPark permite gerir o estacionamento em 20 idiomas e com o meio de pagamento previamente selecionado pelo utilizador. Assim, residentes e visitantes poderão deslocar-se pelo município com maior tranquilidade e flexibilidade para gerir as suas sessões de estacionamento.

Sobre a EasyPark, parte da plataforma mundial de mobilidade Arrive:

A EasyPark, parte da plataforma mundial de mobilidade Arrive, é o principal fornecedor de soluções inteligentes de estacionamento e mobilidade na Europa. Presente em mais de 20 000 cidades em mais de 90 países, a EasyPark simplifica o estacionamento, o carregamento e a mobilidade em todo o mundo. Em estreita colaboração com as cidades, a EasyPark está a impulsionar a digitalização, utilizando informações baseadas em dados e soluções inteligentes para tornar as cidades mais habitáveis.

Sobre a Arrive:
A Arrive é uma plataforma líder global em mobilidade com o objetivo de facilitar a circulação nas cidades. Através da sua família de marcas, que incluem a EasyPark, Flowbird, RingGo, ParkMobile e Parkopedia, a empresa está presente em mais de 20 000 cidades em 90 países, ajudando pessoas e decisores a fazerem escolhas mais inteligentes nas suas viagens urbanas. A Arrive torna as cidades mais habitáveis através do fornecimento de competências essenciais, tais como soluções de gestão autónoma de veículos, pagamentos inteligentes e otimização de soluções de estacionamento, medidas de redução do tráfego baseadas em dados e aperfeiçoamento das redes de transportes públicos. Para mais informações e notícias, visite arrive.com

Visite https://www.easypark.com/pt-pt para obter as últimas notícias e informações.
Para notícias da Arrive, visite arrive.com

*Newsline – Gabinete de imprensa e comunicação



Silves | CONDICIONAMENTO DE ESTACIONAMENTO NA PRAÇA AL-MUTAMID E ZONA TRASEIRA DOS PAÇOS DO CONCELHO, A PARTIR DE 20 DE JULHO

O Município de Silves informa que, no âmbito dos trabalhos de preparação da 21.ª edição da Feira Medieval de Silves, será necessário proceder ao condicionamento do estacionamento na Praça Al-Mutamid, situada na Rua Cruz de Portugal, e na zona de estacionamento, lateral e traseira, do edifício dos Paços do Concelho.

Assim, solicita-se que não sejam estacionadas viaturas nestes locais a partir das 07h00 do dia 20 de julho, data em que terão início os trabalhos preparatórios necessários à realização do evento.
O Município de Silves reconhece os constrangimentos que esta operação poderá causar, em particular aos moradores da cidade de Silves, apelando à compreensão e colaboração de todos, essenciais para o sucesso da organização de um evento com a dimensão e relevância da Feira Medieval de Silves.

A autarquia agradece, desde já, a compreensão de todos pelos eventuais transtornos causados.

Festival Teatro de Rua - 11ª Edição. Festival de Teatro de Rua regressa a Porto de Mós para celebrar Encontro de Culturas


O Festival de Teatro de Rua de Porto de Mós está de regresso para a sua 11.ª edição, entre os dias 26 de julho e 9 de agosto, levando à Praça da República, sempre às 21h30, seis espetáculos inéditos apresentados por vários dos grupos de teatro amador do concelho, sob coordenação do Leirena – Teatro.

 

Promovido pelo Município de Porto de Mós, o festival tem como principal objetivo apoiar, promover e valorizar os grupos de teatro amador residentes no concelho, incentivando a criação artística, a formação contínua dos seus elementos e a preservação da identidade cultural local.

 

Mais do que um ciclo de espetáculos, o Festival de Teatro de Rua constitui um espaço de recuperação e valorização das tradições, hábitos e costumes do concelho. Cada peça apresentada resulta de um trabalho de investigação e recolha junto da comunidade, transformando memórias, histórias e vivências em criações originais que chegam ao público através do teatro.

A edição deste ano tem como tema "Encontro de Culturas", refletindo a crescente diversidade cultural que caracteriza o concelho e o país.

 

Nos últimos anos, Porto de Mós tem assistido à chegada de novas comunidades estrangeiras, que hoje fazem parte integrante da vida do concelho. Atualmente, mais de 50 nacionalidades contribuem diariamente para o desenvolvimento do território, reforçando o tecido económico, dinamizando o comércio local, enriquecendo a comunidade escolar e ajudando a construir um concelho mais inclusivo e diverso.

 

Esta realidade inspirou a temática da presente edição, que pretende celebrar a multiculturalidade e promover a reflexão sobre o acolhimento, a convivência e a riqueza que nasce do encontro entre diferentes culturas.

 

Todos os espetáculos têm entrada livre e decorrem na Praça da República, às 21h30.

 

Com esta iniciativa, o Município de Porto de Mós reafirma a aposta na cultura como instrumento de participação, inclusão e valorização da identidade local, convidando toda a comunidade a assistir a uma edição que celebra a diversidade, o diálogo e o poder do teatro enquanto espaço de encontro entre pessoas e culturas.

 

Assim, a edição de 2026 contará com a participação dos seis grupos de teatro do concelho, que apresentarão espetáculos originais:

 

· Teatr'Ambu (Grupo de Teatro de São Jorge)

· Teatro Olaré (Grupo de Teatro de Serro Ventoso)

· Os Miúdos da Serra (Grupo de Teatro do Alqueidão da Serra)

· Juncateatro (Grupo Regional do Juncal)

· Um Par de Cinco (Grupo de Teatro de Mira de Aire)

· Trupêgo (Grupo de Teatro de Porto de Mós)

· Os Inquietadores

 

Toda a informação disponível em https://www.municipio-portodemos.pt/pages/1290?event_id=4467


Patrícia Alves
Gabinete de Comunicação

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE REFORÇA CAPACIDADE OPERACIONAL DOS BOMBEIROS DO CONCELHO

Ontem, 15 de julho, o Município da Marinha Grande, através do presidente da Câmara Municipal, Paulo Vicente, procedeu à entrega de dois equipamentos de comunicação por satélite aos Bombeiros Voluntários da Marinha Grande e aos Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria. Esta iniciativa visa reforçar a resiliência das comunicações e aumentar a capacidade de resposta operacional das duas corporações em situações de emergência, garantindo maior fiabilidade e eficácia na coordenação dos meios de socorro.

A disponibilização destes equipamentos integra a estratégia municipal de reforço da capacidade operacional e da resiliência das comunicações de emergência, dotando os corpos de bombeiros do concelho de meios redundantes capazes de assegurar a continuidade das operações em situações adversas. Com esta solução, os dois corpos de bombeiros passam a contar com uma ligação independente de redes móveis e fixas, garantindo a manutenção das comunicações em cenários de crise, catástrofe ou falha generalizada das infraestruturas de telecomunicações.
Na ocasião, o autarca, Paulo Vicente, sublinhou a importância deste investimento para a segurança dos munícipes. “Os nossos bombeiros devem dispor dos melhores meios para conseguir responder, de forma eficaz, a situações de emergência. Trata-se de um investimento na proteção das nossas pessoas e do nosso território.”
Na iniciativa marcaram presença os comandantes das corporações de bombeiros do concelho, Eduardo Abreu, da Marinha Grande, e João Lavos, de Vieira de Leiria, bem como os representantes das respetivas associações humanitárias: Vítor Batista, diretor da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Marinha Grande, e José Rodrigues, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria.
Aproveitando a deslocação às duas corporações, o presidente da Câmara acompanhou também o desenvolvimento das obras de reparação e recuperação dos quartéis da Marinha Grande e de Vieira de Leiria, na sequência dos danos provocados pela Depressão Kristin. Intervenções essas que visam repor as condições de funcionamento, segurança e operacionalidade das instalações.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Crónica - O Governo olhou para o fundo do mar


Há lugares onde a História se ergue em pedra e Portugal escreveu-a também nas profundezas do oceano.
A baía de Angra do Heroísmo constitui talvez o mais extraordinário exemplo dessa realidade. Sob as suas águas repousam mais de noventa embarcações de diferentes épocas e nacionalidades, testemunhas silenciosas de um Atlântico que, durante séculos, foi o centro das comunicações entre continentes. Galeões portugueses, navios espanhóis, embarcações inglesas, francesas e holandesas transformaram aquele pequeno porto açoriano num dos mais importantes arquivos da navegação mundial.
Cada naufrágio constitui uma cápsula do tempo. Enquanto uma fortaleza, um mosteiro ou um palácio conheceram sucessivas reconstruções ao longo da sua existência, um navio conserva frequentemente o instante exato da sua perda. O arqueólogo encontra a carga onde foi guardada, a porcelana onde foi acondicionada, os instrumentos de navegação onde o piloto os utilizou pela última vez, os canhões ainda voltados para um inimigo que talvez nunca chegasse a ver. Poucos testemunhos materiais permitem compreender uma época com tamanha autenticidade.
A História de Portugal não terminou na linha da costa. Continuou mar adentro. Ali permanecem fragmentos da presença romana, embarcações medievais, navios da Carreira da Índia, galeões da Monarquia Hispânica, frotas envolvidas nas guerras napoleónicas e embarcações afundadas durante os conflitos mundiais do século XX. Cada descoberta acrescenta uma nova página ao conhecimento da nossa identidade marítima.
Estão hoje identificados cerca de sete mil naufrágios nas águas sob soberania ou jurisdição portuguesa, embora muitos especialistas considerem que esse número representa apenas uma pequena parte da realidade. Durante séculos, tempestades, combates navais, erros de navegação e acidentes transformaram a costa portuguesa num dos maiores repositórios de património cultural subaquático da Europa.
Os exemplos conhecidos são reveladores da extraordinária riqueza deste património. A nau Nossa Senhora dos Mártires, perdida junto à barra do Tejo em 1606, devolveu à investigação porcelanas da dinastia Ming, pimenta transportada da Índia, moedas, armamento e elementos estruturais da embarcação. Ao largo de Cascais, as campanhas arqueológicas identificaram importantes vestígios de navios portugueses dos séculos XVI e XVII, confirmando que o fundo do mar continua a guardar capítulos inteiros da epopeia marítima portuguesa.
Estas descobertas só foram possíveis graças ao recurso às mais modernas tecnologias hidrográficas. O navio oceanográfico NRP D. Carlos I, equipado com sistemas de sonar multifeixe e sonar de varrimento lateral de elevada precisão, permitiu cartografar o fundo marinho com um detalhe impensável há poucas décadas. A arqueologia subaquática do século XXI depende tanto do historiador como do engenheiro, do mergulhador como do hidrógrafo. Conhecer o passado exige hoje tecnologia sofisticada. Portugal beneficiaria de um reforço destes meios, permitindo estender a investigação a outras zonas da costa continental, aos Açores e à Madeira, onde seguramente permanecem centenas de sítios arqueológicos ainda desconhecidos.
Durante demasiado tempo, o mar foi encarado quase exclusivamente como espaço económico, militar ou estratégico. Esqueceu-se que nele repousa uma parte significativa da memória nacional. Um país que construiu a primeira globalização não pode limitar-se a celebrar as partidas das suas naus; deve também conhecer o destino de muitas delas.
É precisamente por isso que importa saudar a recente iniciativa do Governo ao criar o Grupo de Trabalho Interministerial para a Salvaguarda do Património Cultural Subaquático. A articulação entre os ministérios da Defesa Nacional e da Cultura, a Marinha, a Autoridade Marítima Nacional e o Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática representa um passo que há muito se justificava. Não se trata apenas de proteger destroços. Trata-se de preservar documentos da nossa História.
É justo reconhecer, neste domínio, o empenho do Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, e da Ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes. A valorização do património cultural subaquático constitui uma visão moderna da soberania nacional. Um Estado que conhece o que possui está mais preparado para o proteger, para o estudar e para o transmitir às gerações futuras.
Portugal habituou-se a olhar para os seus castelos, para os seus mosteiros e para os seus centros históricos como símbolos da sua identidade. Continuarão a sê-lo. Mas talvez tenha chegado o momento de compreender que uma parte igualmente decisiva da nossa História permanece invisível, coberta por séculos de água e silêncio.
No fundo do Atlântico não repousam apenas navios. Repousa uma parte da memória de Portugal.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor e Autor

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Évora | Através de protocolo de colaboração assinado esta manhã. Município de Évora reforça verba anual atribuída aos Bombeiros Voluntários

A Câmara Municipal de Évora e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Évora assinaram esta manhã (16 de julho) um protocolo de colaboração que visa aprofundar a cooperação e colaboração e atribui um aumento ao valor do apoio financeiro anual concedido pela Câmara Municipal à corporação. 
Uma decisão que visa apoiar a prestação de um serviço mais qualificado no âmbito da Proteção Civil Municipal de prevenção em espaço público a eventos culturais e desportivos, assim como no âmbito da Proteção e Socorro de pessoas, bens e ambiente e ações de sensibilização no Concelho de Évora. 
Deste modo, a Câmara Municipal procede à atualização, à Associação Humanitária, da verba anual para um valor de 240.000,00 euros (duzentos e quarenta mil euros), sendo que até à data o montante era de 195.000,00 euros (cento e noventa e cinco mil euros). 
O Município de Évora assume, ainda, o pagamento dos seguros da AHBV de Évora num valor anual atual que ronda os 4.681,60 euros (quatro mil, seiscentos oitenta um euros e sessenta cêntimos) e, igualmente, as suas obrigações protocoladas com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil em protocolo próprio ao nível do pagamento de 50% do funcionamento das duas Equipas de Intervenção Permanente (EIP) protocoladas para o concelho de Évora e que corresponde a um apoio que ronda os 99.410,64 euros anuais (noventa e nove mil, quatrocentos e dez euros e sessenta e quatro cêntimos). 
A Autarquia destaca que os Bombeiros Voluntários de Évora são o principal agente de proteção civil, desenvolvendo relevante atividade de interesse público em prol da população Eborense, cooperando regularmente com o Serviço Municipal de Proteção Civil de Evora no fortalecimento e incremento da proteção e socorro às suas populações. 
Esta permanente articulação e colaboração dos Bombeiros Voluntários de Évora com o Município de Évora resulta numa visão integrada em que a Proteção Civil assegura um papel central ao nível da prevenção e atenuação de riscos e acidentes, socorro e apoio às populações, designadamente ao nível do planeamento e acompanhamento dos grandes eventos, ameaças sanitárias pandémicas, prevenção primária, proteção de pessoas e bens e muitos outros. 
Refira-se também que a realização no espaço público de atividades socioculturais e desportivas organizadas e apoiadas pelo Município de Évora, assim como outras atividades desenvolvidas em equipamentos municipais, incluindo o Aeródromo Municipal, tem originado um incremento significativo das ações de prevenção e segurança a estes eventos no âmbito da proteção civil municipal.
Estas ações são maioritariamente asseguradas pelo Corpo de Bombeiros de Évora, com um acréscimo das suas responsabilidades no âmbito dos sistemas locais e regionais de proteção civil, enquadradas na proteção civil municipal. O protocolo foi assinado, em cerimónia nos Paços do Concelho, pelo Presidente da Câmara Municipal, Carlos Zorrinho e pelo Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Évora, João António Inverno, contando também com a presença do Vereador do Pelouro, Jerónimo José. 
Ambos os autarcas sublinharam a importância deste ato, traduzido no valor e trabalho excepcional realizado por esta instituição, agradecendo aos bombeiros os relevantes serviços prestados e manifestando todo o apoio do Município, na medida das suas possibilidades.

Castelo de Paiva | CERTAME DEDICADO AOS VINHOS, GASTRONOMIA E ANIMAÇÃO. FREGUESIA DE SANTA MARIA DE SARDOURA ACOLHE 7ª FESTA DO VINHO GASTRONOMIA E ACTIVIDADES


Numa iniciativa promovida pela Junta de Freguesia, vai decorrer no próximo fim-de-semana, de 24 a 26 de Julho, na freguesia de Santa Maria de Sardoura, a 7ª edição da Festa do Vinho, Gastronomia e Actividades, um certame que terá lugar no Largo do Fundo do Adro e que vai contar com a participação de vários expositores locais e muita animação musical, ao longo de três dias de festa. 
O programa apresentado este ano, voltou a ser orientado para dar a conhecer os vinhos da freguesia, a gastronomia local, a doçaria tradicional, o artesanato e aquilo que de melhor se produz neste recanto do território paivense, e vai contar com um programa aliciante, onde não vai falar muita animação musical, traduzida na apresentação de grupos de concertinas, ranchos folclóricos, grupos de bombos, concertos e os tradicionais bailaricos, potenciando uma saudável convivialidade. 
A abertura oficial do certame está agendada para as 19 h00 de Sexta-Feira, dia 24, e vai ter lanche partilhado, com intervenções alusivas ao evento e o habitual périplo para a entrega dos certificados de presença aos expositores, seguindo-se uma Aula de Zumba com Bruno Falcão, e a actuação do grupo Amantes do Douro, sendo que à noite a festa continua com animação de rua, com a exibição do Rancho Folclórico de S. Martinho, para além da aparição no recinto das Gaitas Daninhas e da actuação do Banda “ Nova Dança “, encerrando o primeiro dia com a animação a cargo do DJ Bruno Falcão. 
Já no Sábado, o certame abre portas às 15h com a animação de Nel Marçal, sendo que, a partir das 21h30, a animação de rua estará a cargo dos Bombos “Os Amigos de Cima “e do grupo Kamuf, seguindo-se o concerto da Banda “ Novo Show “, com o encerramento da noite a merecer o registo do DJ Ricardo Ramalho.
Para Domingo, último dia do certame, a iniciativa reabre depois do almoço, com animação e insufláveis para as crianças, sendo a tarde preenchida com a participação das Concertinas “ Os Ramadas “, com a presença do teclista Paulo Soares, para o habitual bailarico popular, registando-se ainda a presença do DJ Pedro Sousa, seguindo se o encerramento do certame às 20 horas .
O certame conta com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, e o novo autarca local, Miguel Duarte, espera uma boa adesão de visitantes nesta sétima edição do evento, desejando que a iniciativa seja um sucesso e possa continuar a consolidar-se, ajudando a dinamizar e a valorizar ainda mais a freguesia de Santa Maria de Sardoura. 

*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações-Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa

MUNICÍPIO DE SILVES PROCURA JOVENS VOLUNTÁRIOS PARA A XXI FEIRA MEDIEVAL DE SILVES


O Município de Silves está a recrutar jovens voluntários para integrarem a equipa de apoio à organização da XXI Feira Medieval de Silves, um dos eventos culturais e turísticos mais emblemáticos da região.

Dirigida a jovens residentes no concelho de Silves, a partir dos 15 anos, esta iniciativa constitui uma oportunidade para participar ativamente na realização de um grande evento, adquirir experiência, desenvolver competências pessoais e sociais, estabelecer novas relações e contribuir para o sucesso de uma das maiores recriações históricas do Algarve.

Os voluntários terão a possibilidade de acompanhar de perto os bastidores da XXI Feira Medieval de Silves, desempenhando funções de apoio à organização e vivenciando uma experiência enriquecedora, num ambiente dinâmico, de partilha e colaboração.
As inscrições decorrem até ao próximo dia 26 de julho e as vagas são limitadas. Os interessados deverão efetuar a sua inscrição através do preenchimento do seguinte formulário: https://forms.gle/qmfSVt8XJwq4ms3E8

Os contactos para mais informações são o e-mail juventude@cm-silves.pt ou do telefone 910 118 277.

O Município de Silves convida todos os jovens do concelho a aceitar este desafio e a fazer parte da equipa que dará vida à XXI Feira Medieval de Silves.

 

 

Porto de Mós | Conselho Municipal da Juventude reúne para definir estratégias para os próximos anos

 O Conselho Municipal da Juventude de Porto de Mós reuniu no passado dia 15 de julho, numa sessão descentralizada que decorreu na Pousada da Juventude de Alvados, reforçando a proximidade entre os órgãos municipais e o território. A reunião contou com a presença do Vereador da Juventude, Pedro Vala, que acompanhou os trabalhos e participou na discussão das principais matérias em agenda.

A sessão teve como principal ponto da ordem de trabalhos a definição das linhas orientadoras para o futuro Plano Municipal da Juventude, documento estratégico que pretende estabelecer uma visão integrada para as políticas de juventude no concelho, identificando prioridades e definindo objetivos e medidas a médio e longo prazo. Durante a reunião foram debatidas as várias fases que implicam a execução do documento estratégico, procurando construir um plano participado e ajustado às necessidades e expectativas dos jovens do concelho.
O segundo ponto da ordem de trabalhos incidiu sobre a preparação das comemorações do Dia Internacional da Juventude, assinalado a 12 de agosto. Entre as iniciativas propostas destaca-se o acesso gratuito, para jovens até aos 20 anos, a vários espaços turísticos do concelho, incentivando o conhecimento e a valorização do património local. Foi ainda apresentada a proposta de realização de um ciclo de sessões de cinema ao ar livre, a decorrer em diferentes localidades do concelho, proporcionando momentos de convívio, lazer e dinamização cultural dirigidos à população jovem.

O encontro contou com a participação de representantes das diversas entidades e associações que integram o Conselho Municipal da Juventude, num momento de diálogo, partilha e reflexão conjunta sobre as políticas de juventude e o futuro dos jovens do concelho de Porto de Mós.

Fica, ainda, um agradecimento à Pousada da Juventude de Alvados, pela receção e acolhimento feito aos membros e participantes do CMJ e pela visita às instalações, que antecipou a reunião, permitindo aos participantes acompanhar de perto a evolução dos trabalhos de recuperação do edifício após os estragos causados pela tempestade Kristin.
 
Patrícia Alves
Gabinete de Comunicação

Município de Porto de Mós emite parecer desfavorável à proposta das Zonas de Aceleração para Energias Renováveis


Município de Porto de Mós aprovou a emissão de um parecer desfavorável à Proposta de Programa Setorial das Zonas de Aceleração para as Energias Renováveis (PSZAER), atualmente em consulta pública, considerando que a versão apresentada não reúne as condições necessárias para garantir uma implementação territorialmente equilibrada, ambientalmente sustentável e devidamente articulada com os instrumentos de gestão territorial.

O Município reafirma o seu compromisso com a transição energética, a descarbonização da economia e o cumprimento das metas nacionais e europeias de produção de energia a partir de fontes renováveis. Contudo, entende que estes objetivos devem ser concretizados através de um processo que respeite as especificidades de cada território, valorize o papel dos municípios e assegure a compatibilização entre a produção de energia renovável, a conservação dos recursos naturais e o desenvolvimento sustentável.
Na análise efetuada à proposta, o Município concluiu existirem insuficiências técnicas, metodológicas e jurídicas que justificam a emissão de parecer desfavorável, posição que acompanha e subscreve o parecer emitido pela Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria.

Entre as principais preocupações identificadas destacam-se a insuficiente articulação da proposta com os instrumentos de gestão territorial, em particular com o processo de revisão do Plano Diretor Municipal de Porto de Mós atualmente em curso, a reduzida participação dos municípios na definição das áreas de aceleração e a ausência de uma avaliação integrada dos impactes cumulativos da concentração de projetos de produção de energia renovável.

O Município alerta ainda para as características ambientais e geológicas únicas do concelho, grande parte do qual integra o Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, a Rede Natura 2000 e importantes sistemas aquíferos cársicos. Estes valores naturais, paisagísticos e hidrogeológicos exigem uma avaliação rigorosa antes da definição de áreas preferenciais para instalação de infraestruturas energéticas.

Outra das preocupações prende-se com os potenciais impactes associados ao reforço das infraestruturas elétricas, nomeadamente à eventual implantação de novas linhas de muito alta tensão, cujos efeitos sobre a paisagem, os recursos naturais e a qualidade de vida das populações não se encontram suficientemente avaliados na proposta.

O Município defende que a aceleração da produção de energia renovável deve privilegiar soluções que minimizem a ocupação de solo rústico, promovendo o aproveitamento de áreas artificializadas, coberturas de edifícios, zonas industriais e empresariais, pedreiras desativadas, bem como projetos de autoconsumo e comunidades de energia renovável.

Apesar do parecer desfavorável à proposta na sua configuração atual, o Município de Porto de Mós manifesta total disponibilidade para colaborar com a Administração Central, a Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis 2030 (EMER 2030), o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) e as restantes entidades competentes na revisão do programa.

O objetivo é contribuir para uma territorialização das Zonas de Aceleração para Energias Renováveis assente em critérios técnicos robustos, ambientalmente sustentáveis e compatíveis com os instrumentos de gestão territorial e com a estratégia de desenvolvimento do concelho, assegurando simultaneamente o cumprimento das metas nacionais e europeias da transição energética.

*Patrícia Alves
Gabinete de Comunicação